Ale terminou de limpar a pica do Sergio, de tirar todos os vestígios de porra pra saborear na boca dela e, do jeito que tava, o Sergio falou pra mim:
— Bom, gente, tenho que ir. Quando quiser que seus chifres cresçam de novo, é só me avisar que com prazer eu fodo sua esposa ou dá o número pra ela me ligar direto, que eu posso me deslocar. Imagino que não te incomoda eu comer ela quando você não tá. Ahhh... O trabalho da cerca são $1200. Seus chifres não vou cobrar, senão você vai à falência, porque quero continuar comendo ela sempre que puder. Agora vou nessa, tenho que ir pra outra casa fazer outro serviço.
A gente não sabia se esse “serviço” era de manutenção igual o primeiro que ele fez na nossa casa de campo ou se era um serviço sexual. No fim, isso não importava. Ele tava disponível pra comer minha mulher quando a gente quisesse. Enquanto a Ale tava estirada no futon terminando de lamber a porra do macho que acabou de comer ela, eu pagava o Sergio pelo trabalho da cerca.
O resto do fim de semana, a tarde inteira de sábado e domingo, a gente passou aproveitando os primeiros calores, tomando sol, mate, comendo uma coisinha gostosa e conversando pra caralho. Nos abrindo, sendo sinceros e tirando conclusões sobre essa nova vida que a gente tava começando e como ia continuar. A verdade é que eu tava com a cabeça a mil, adorava aquilo, mas também dava um medinho, acho que como todo mundo, de que ela pensasse ou escolhesse ir embora, fazer uma vida nova, totalmente liberal, sem as amarras de um casamento. Ela tratou de me tranquilizar, disse que tava tão apaixonada por mim quanto no primeiro dia, ou até mais, e que tudo isso não faria sentido se a gente não fizesse junto. No fundo, ela tinha razão, mas beleza, eu entendia meus medos e ela tratou de tirar todas as minhas dúvidas. Até que depois de jantar, a gente sentou na varanda com uma música baixinha e um vinho branco doce bem gelado, relaxados cada um na sua espreguiçadeira, e retomamos o assunto:
— Então, você me ama, mas em cada lugar que vai tem um macho de pica grande... O que você me mete chifre… seria assim?
— Pois é, … você não gosta de ser um corno manso em todo lugar? Vamos pra cidade dos meus pais e tá o Marcelo, viemos pra cá e tá o Sergio…
— É, e ainda falta um macho na nossa cidade…
— Pois é, love, mas aí é arriscado. Por mais que a gente tenha tudo na cabeça, é uma cidade com uma mentalidade de merda, nunca entenderiam que somos um casal cuckold, que nos amamos loucamente e que “tá tudo bem” eu dar pra um macho porque meu marido me deixa, e que ele até curte olhar, bater punheta e até saborear da minha pussy ou da minha bunda o leite do macho que acabei de comer.
— Bom, é… isso é verdade… Aí não dá pra escancarar o casamento “cuckold”, mas você podia ter um machinho fixo, alguém que te coma de vez em quando. Alguém que ache que tá me enganando, que tá me botando chifre, mas na verdade o enganado é ele, aquele que a gente “usa” pra comer minha mulher. E olha o que eu tô te falando. Tô te oferecendo dar pra outro na minha ausência. Isso significa outra etapa nessa vida. Ter que ver você se arrumar, se preparar, se maquiar e vestir uma roupinha gostosa pra sair com um cara, que vai te comer, e eu ficar esperando você voltar pra me contar e me mostrar como te comeram. Te amo tanto que até tô disposto a isso.
— Aiiii meu love. Eu também te amo com toda minha alma, mas me dá um receio dar pra outro sem você estar junto. Se você tá ali, eu me sinto segura, sinto que a gente tá compartilhando de verdade. Do outro jeito, sei lá, me dá a sensação de que tô te traindo, não sei…
— Bom, pensa nisso… Eu fiquei mastigando essa ideia enquanto você dava pro Sergio e, sinceramente, não me desagrada. Em alguns momentos, enquanto ele te comia, era como se eles se esquecessem de mim. Sei lá, era como estar num set de filmagem de um pornô. Sempre acontece a mesma coisa comigo, com o Marcelo, com o Leo… e sinceramente não me incomoda, eu encaro como se você estivesse aproveitando ao máximo. E aí eu pensei: por que não posso te dar a liberdade de fazer isso e depois me contar? Tipo, você vai uns dias dos seus Velhos sem mim e você não vai poder pegar o Marcelo porque eu não tô aqui?... Não acho certo. Aproveita, come ele, goza ele, mas com toda confiança do mundo você me conta, e eu também ia curtir. Só peço isso, saber tudo, com o maior detalhe.
— Não sei, amor, não sei… mas prometo pensar… vamos dormir?
Já tínhamos terminado a garrafa de vinho e o sono estava tomando conta da gente. O branco doce foi tipo um sonífero que nos relaxou e nos convidava a dormir. Na real, estávamos cansados, tínhamos saído cedo de casa rumo à cidade onde temos a casa de campo, quase 120 km nos separavam, não tiramos sesta e a faina do Sergio tinha deixado a Ale cansada e um pouco dolorida por aquela ferramenta poderosa que ele tem entre as pernas e que tão bem tinha usado na minha mulher.
Acordamos lá pelas 10:30 da manhã, era um domingo fabuloso, puro sol e nada de vento, preparamos o mate e fomos sentar debaixo da varanda, eu só de cueca boxer e a Ale com uma tanga preta e uma regata branca solta e comprida sem nada por baixo, onde se adivinhavam os peitos dela pelo lado e de frente marcavam os bicos no tecido, e enquanto tomávamos mate ela me disse:
— Amor, ontem quando deitamos fiquei pensando no que você me disse, e verdade, você tem razão…
— Sobre o quê, amor?
— Que a gente pode curtir igual esse estilo de vida mesmo não estando fisicamente no mesmo lugar. Digo, não vou sair pra transar todo dia com o primeiro que aparecer, mas se eu fosse visitar meus velhos uns dias e você por acaso não viesse comigo, adoraria ver o Marcelo e aproveitar um tempo com aquela pica divina e como ele me come.
— Bom, amor, adoro que você se decidiu. Mesmo assim, peço que me conte tudo. Pode ser?
— Fica tranquilo, você adora ser corno e o melhor pra alimentar isso é você saber tudo com todos os detalhes, e eu também adoro ver sua carinha de punheteiro.
— A gente precisa achar um macho na nossa cidade, isso seria o ideal, amor…
— Aiii não. Aí já não. Não me Ânimo. Fico feito uma puta gostosa lá...
-Mas, amor, me fala a verdade, ninguém te olha com desejo? Ninguém te dá em cima, mesmo que indiretamente? Me fala, acho que mais honesto contigo não poderia ter sido, e espero o mesmo de você.
-Sim, amor, sempre tem aquele que na rua, no banco, te olha ou faz um comentário de duplo sentido, mas nunca assumo… Ahhh… sabe quem fica de olho quando me vê de legging ou com uma blusinha meio decotada, tentando olhar além?
-Quem?
-Sebastián…
-Sebastián? Que Sebastián? O filho do Dom Norberto?
-Sim, amor, eu pensei que você já tinha percebido toda vez que ele vem no negócio.
-Vejo que ele te olha, mas me parecia "respeitoso", digamos…
-Sim, mas quando você não está, os olhos dele meio que se perdem…
-Olha só o cara, é uma criança, tem 25 anos.
-Não é tão criança não, céu, nessa idade você andava com o pinto duro toda hora. E pra ser totalmente honesta, me lisonjeia que um cara com a aparência que ele tem, a grana que tem, repare numa mulher como eu, mais velha e casada, podendo ter a gata mais linda que quiser.
-Isso é verdade, pode ter a gostosa que quiser. Mas viu, eu tava certo. Você vai fazendo os caras suspirarem até os novinhos, amor.
Sebastián é filho do Dom Norberto, um dos nossos melhores clientes. Tem 25 anos, moreno, magro, alto, se mata na academia e tem uma vida super resolvida. O pai trabalha mais de 1500 hectares de campo próprios e outros tantos alugados, ele estudou uma faculdade em Rosário, só pra ter um diploma, mas ocupa o tempo ajudando o pai na administração dos campos. A única irmã, mais velha que ele, mora no exterior, ou seja, na cidade vive como se fosse filho único.
Depois daquilo que a Alejandra me contou, fiquei com aquilo na cabeça, a ponto de que toda vez que o Sebastián vinha no escritório, eu fazia o idiota, como se estivesse ocupado, não dando muita bola. Às vezes eu ia embora e me escondia espiando pra ver como o cara ficava de olho nela. com a minha mulher. Além disso, que melhor jeito de manter um cliente do que dar a ele o gosto de ser atendido por uma gatinha e ainda por cima gostosa. E a verdade é que a Ale tinha razão. Eu olhava pra ele com muito tesão, parecia que queria comer ele com os olhos quando eu não estava por perto. O verão estava chegando e o calor tinha um papel importante, a Ale cada vez usava roupas mais adequadas pra estação e isso agitava os olhos e os hormônios do moleque claramente. Somado ao que a Ale tinha me contado e eu incentivava ela a provocar ele um pouco e esquentar ele, o joguinho começava a pegar temperatura e cor.
Uma quarta-feira, perto do meio-dia, ele aparece pra pegar uns papéis no escritório. A gente tava trabalhando, tomando uns mates com a Ale, convidamos ele pra um mate e enquanto a roda rolava, ele tava no celular organizando o jogo de futebol com os amigos à noite.
- Que azar, vou ter que cancelar, falta gente.
- Gente pra quê? - perguntou a Ale.
- Pro jogo de futebol, toda quarta a gente joga com meus amigos no sintético do Tito, e alguns tão viajando.
- Chama meu marido, fala pro Tomás, talvez ele não jogue tão bem quanto vocês, mas você completa e não cancela.
- Tomás, você joga futebol? Quer vir? Tô precisando de gente.
- Beleza, que horas?
- 21h no sintético do Tito. Lá tem de tudo, vestiário pra tomar banho depois de jogar se quiser, e depois alguns ficam pra comer, se quiser se juntar, sem problema.
- Vou jogar, te faço o favor de completar, mas termino e vou pra casa.
E foi assim, fui, joguei, acho que no futebol me virei, mas o mais interessante do jogo vem quando termina. Sebastián foi pro vestiário tomar banho e eu fui pedir as chaves do carro e o celular que ele tinha deixado pra mim guardar na mochila dele junto com o dinheiro. Ele sai do chuveiro, se seca rápido, ficando totalmente pelado, senta e abre a mochila pra me dar a chave e o telefone. Foi inevitável olhar pra virilha dele, e pra ser honesto, o cara não ia só ter uma... herança suculenta, mas também tinha entre as pernas uma rola mais que respeitável, bem comprida mesmo estando dormindo e com a cabeça toda descoberta e larga. Então, enquanto tirava o dinheiro da capinha do celular pra deixar pro Sebastián e ele pagar a quadra pra mim, entrei na câmera e tirei uma foto pra levar pra Ale. Deixei o dinheiro, agradeci pelo convite, ele me agradeceu por ter salvado eles e disse que ia me ter em mente quando precisasse de gente.
Voltei pra casa, tomei banho, jantamos algo com a Ale e fomos dormir. Na cama, falei pra ela:
— Amor, tenho uma coisa pra te mostrar… (E sem ela ver meu celular, entrei na foto, ampliei pra aparecer só a rola e mostrei pra ela)… Olha, gostou?
— Uma rola? Sim, não é feia, tá dormindo, parece que pode ser grande quando ficar dura. Mas o que você tá fazendo com fotos de pinto, de onde tirou isso?
Na hora, coloquei a foto no tamanho normal, e o Sebastián apareceu na cena.
— Aqui tá o cara que tá afim de você… Olha a rola que ele tem e, se você quiser, pode comer ele. Eu te dou permissão.
— Meu amor… seu pau duro parece do mesmo tamanho que o do Sebastián dormindo… você me dá permissão pra dar pra ele? Você ia gostar que o Sebas te fizesse de corno?
— Sim, amor… sabe que eu adoraria que você tivesse um macho na cidade.
E automaticamente começamos a transar, enquanto conversávamos imaginando como poderia ser o encontro da Ale com ele e como ela me manteria informado e tudo mais. Fazia muito tempo que não transávamos tão bem entre nós, era óbvio que a cornice consentida era o combustível que a gente precisava pra acender a paixão no máximo.
Depois daquela trepada de puro sexo marital, a Ale me disse pra deixar nas mãos dela. Ela ia cuidar de seduzir ele e ir levando o plano pra esquentar o Sebastián, provocar ele e fazer com que terminasse na minha primeira sessão de chifre sem eu estar presente.
O fim de ano tava chegando, e a empresa pela qual temos uma agência na cidade sempre organizava uma uma espécie de festa de fim de ano pros agenciadores regionais e pros clientes que fazem o crescimento e a expansão delas acontecer. Naquele ano, a festa era numa cidade perto da nossa, a uns 60 km de casa. Obviamente que nós, como responsáveis pela agência da nossa cidade, e o Dom Norberto (entre tantos dos nossos clientes), estávamos convidados. Esses eventos não servem só pra agradar e agradecer todo mundo pelo trampo do ano, mas também pra fazer contatos e negócios. Os mercados de grãos e bolsas andam sempre de mãos dadas e, como diz o ditado, "dinheiro chama dinheiro".
Mas claro, uma festa à noite ao ar livre, entrando no verão, calor, álcool, e minha mulher no esquema de seduzir o cara era a combinação perfeita. Eu me desliguei totalmente dela, deixei ela "brincar" sem restrições. Ficava observando de longe e via como o Sebastião seguia ela, conversaram bastante, embora disfarçadamente, e a curiosidade me corroía, mas eu tinha que dar corda pra minha esposa e deixar ela finalizar o prato sexual dela.
Até que num momento ela vem me dizer que já era tarde, que a gente tinha que dirigir uns quilômetros, voltar pra casa e que se continuássemos íamos acabar colocando nossas vidas em risco na estrada. Na real, ela tinha toda a razão. Aí, disfarçadamente no meu ouvido, perguntei o que mais me importava:
— Tudo certo com a presa?
— Tudo mais que certo… Agora enquanto você dirige, eu vou te fazer uma punheta e vou te contando, porque te conheço e você não vai aguentar até chegar em casa, corno.
A gente pegou a estrada de volta e enquanto eu dirigia, a Ale tirou meu pau da calça, ficou me beijando o pescoço, atrás da orelha, começou a me punhetar e foi me contando…
Resumindo… O cara, sob efeito do champanhe, tinha confessado pra ela que tava louco por ela. Que daria qualquer coisa por uma chance, uma noite, que até tinha batido uma pensando nela e que se tivesse que pagar, pagaria feliz. Não se importaria. Sempre achei mais atraentes mulheres um pouco mais velhas que eu, e ainda mais se fossem casadas, curto o jogo do proibido, mas comigo ela tinha uma boa vibe e meio que não se animava, além da relação de trabalho, etc, etc, etc.
Por parte dela, a Ale disse que ele era um cara muito gato, que podia ter qualquer mulher que quisesse, que se sentia lisonjeada por ele olhar pra ela daquele jeito, que nunca tinha me traído, que se rolasse algo seria uma vez só e ninguém podia saber, já que ela não ia me largar, ia negar tudo e tal (se o boato se espalhasse na cidade) fechava qualquer porta pra uma repetição.
— E então… quando é que eu ganho os chifres com o gostosão?
— Sexta que vem, amor. Vamos fazer assim. Eu vou dizer pra ele que falei pra você que tenho a despedida de ano com as minas da academia, que vamos na pizzaria e depois dar uma passada no pub da cidade pra tomar algo. E que você tem um leitão no sítio de um cliente. Eu saio de carro, deixo ele nos fundos do negócio, ele me pega e a gente vai pro motel (na estrada) da cidade vizinha, que fica a 35 km. O que acha?
— Perfeito!!!… Você é incrível inventando histórias e desculpas, mas eu não tenho leitão nenhum em sítio algum…
— Bom, amor, sei lá… Pode sair com seus amigos, ir num churrasco. Ou ficar em casa batendo uma pensando na sua esposa dando pra aquela pica que você fotografou e me esperar chegar pra chupar minha buceta e minha bundinha enquanto eu conto como o moleque me comeu. Acha ruim?
Enquanto ela acelera a punheta no meu pau.
— Acho perfeito… Mal vejo a hora de chegar sexta… Vou gozaaaaar… Chuupppaaaa… aaaaaahhhhh
— Bom, gente, tenho que ir. Quando quiser que seus chifres cresçam de novo, é só me avisar que com prazer eu fodo sua esposa ou dá o número pra ela me ligar direto, que eu posso me deslocar. Imagino que não te incomoda eu comer ela quando você não tá. Ahhh... O trabalho da cerca são $1200. Seus chifres não vou cobrar, senão você vai à falência, porque quero continuar comendo ela sempre que puder. Agora vou nessa, tenho que ir pra outra casa fazer outro serviço.
A gente não sabia se esse “serviço” era de manutenção igual o primeiro que ele fez na nossa casa de campo ou se era um serviço sexual. No fim, isso não importava. Ele tava disponível pra comer minha mulher quando a gente quisesse. Enquanto a Ale tava estirada no futon terminando de lamber a porra do macho que acabou de comer ela, eu pagava o Sergio pelo trabalho da cerca.
O resto do fim de semana, a tarde inteira de sábado e domingo, a gente passou aproveitando os primeiros calores, tomando sol, mate, comendo uma coisinha gostosa e conversando pra caralho. Nos abrindo, sendo sinceros e tirando conclusões sobre essa nova vida que a gente tava começando e como ia continuar. A verdade é que eu tava com a cabeça a mil, adorava aquilo, mas também dava um medinho, acho que como todo mundo, de que ela pensasse ou escolhesse ir embora, fazer uma vida nova, totalmente liberal, sem as amarras de um casamento. Ela tratou de me tranquilizar, disse que tava tão apaixonada por mim quanto no primeiro dia, ou até mais, e que tudo isso não faria sentido se a gente não fizesse junto. No fundo, ela tinha razão, mas beleza, eu entendia meus medos e ela tratou de tirar todas as minhas dúvidas. Até que depois de jantar, a gente sentou na varanda com uma música baixinha e um vinho branco doce bem gelado, relaxados cada um na sua espreguiçadeira, e retomamos o assunto:
— Então, você me ama, mas em cada lugar que vai tem um macho de pica grande... O que você me mete chifre… seria assim?
— Pois é, … você não gosta de ser um corno manso em todo lugar? Vamos pra cidade dos meus pais e tá o Marcelo, viemos pra cá e tá o Sergio…
— É, e ainda falta um macho na nossa cidade…
— Pois é, love, mas aí é arriscado. Por mais que a gente tenha tudo na cabeça, é uma cidade com uma mentalidade de merda, nunca entenderiam que somos um casal cuckold, que nos amamos loucamente e que “tá tudo bem” eu dar pra um macho porque meu marido me deixa, e que ele até curte olhar, bater punheta e até saborear da minha pussy ou da minha bunda o leite do macho que acabei de comer.
— Bom, é… isso é verdade… Aí não dá pra escancarar o casamento “cuckold”, mas você podia ter um machinho fixo, alguém que te coma de vez em quando. Alguém que ache que tá me enganando, que tá me botando chifre, mas na verdade o enganado é ele, aquele que a gente “usa” pra comer minha mulher. E olha o que eu tô te falando. Tô te oferecendo dar pra outro na minha ausência. Isso significa outra etapa nessa vida. Ter que ver você se arrumar, se preparar, se maquiar e vestir uma roupinha gostosa pra sair com um cara, que vai te comer, e eu ficar esperando você voltar pra me contar e me mostrar como te comeram. Te amo tanto que até tô disposto a isso.
— Aiiii meu love. Eu também te amo com toda minha alma, mas me dá um receio dar pra outro sem você estar junto. Se você tá ali, eu me sinto segura, sinto que a gente tá compartilhando de verdade. Do outro jeito, sei lá, me dá a sensação de que tô te traindo, não sei…
— Bom, pensa nisso… Eu fiquei mastigando essa ideia enquanto você dava pro Sergio e, sinceramente, não me desagrada. Em alguns momentos, enquanto ele te comia, era como se eles se esquecessem de mim. Sei lá, era como estar num set de filmagem de um pornô. Sempre acontece a mesma coisa comigo, com o Marcelo, com o Leo… e sinceramente não me incomoda, eu encaro como se você estivesse aproveitando ao máximo. E aí eu pensei: por que não posso te dar a liberdade de fazer isso e depois me contar? Tipo, você vai uns dias dos seus Velhos sem mim e você não vai poder pegar o Marcelo porque eu não tô aqui?... Não acho certo. Aproveita, come ele, goza ele, mas com toda confiança do mundo você me conta, e eu também ia curtir. Só peço isso, saber tudo, com o maior detalhe.
— Não sei, amor, não sei… mas prometo pensar… vamos dormir?
Já tínhamos terminado a garrafa de vinho e o sono estava tomando conta da gente. O branco doce foi tipo um sonífero que nos relaxou e nos convidava a dormir. Na real, estávamos cansados, tínhamos saído cedo de casa rumo à cidade onde temos a casa de campo, quase 120 km nos separavam, não tiramos sesta e a faina do Sergio tinha deixado a Ale cansada e um pouco dolorida por aquela ferramenta poderosa que ele tem entre as pernas e que tão bem tinha usado na minha mulher.
Acordamos lá pelas 10:30 da manhã, era um domingo fabuloso, puro sol e nada de vento, preparamos o mate e fomos sentar debaixo da varanda, eu só de cueca boxer e a Ale com uma tanga preta e uma regata branca solta e comprida sem nada por baixo, onde se adivinhavam os peitos dela pelo lado e de frente marcavam os bicos no tecido, e enquanto tomávamos mate ela me disse:
— Amor, ontem quando deitamos fiquei pensando no que você me disse, e verdade, você tem razão…
— Sobre o quê, amor?
— Que a gente pode curtir igual esse estilo de vida mesmo não estando fisicamente no mesmo lugar. Digo, não vou sair pra transar todo dia com o primeiro que aparecer, mas se eu fosse visitar meus velhos uns dias e você por acaso não viesse comigo, adoraria ver o Marcelo e aproveitar um tempo com aquela pica divina e como ele me come.
— Bom, amor, adoro que você se decidiu. Mesmo assim, peço que me conte tudo. Pode ser?
— Fica tranquilo, você adora ser corno e o melhor pra alimentar isso é você saber tudo com todos os detalhes, e eu também adoro ver sua carinha de punheteiro.
— A gente precisa achar um macho na nossa cidade, isso seria o ideal, amor…
— Aiii não. Aí já não. Não me Ânimo. Fico feito uma puta gostosa lá...
-Mas, amor, me fala a verdade, ninguém te olha com desejo? Ninguém te dá em cima, mesmo que indiretamente? Me fala, acho que mais honesto contigo não poderia ter sido, e espero o mesmo de você.
-Sim, amor, sempre tem aquele que na rua, no banco, te olha ou faz um comentário de duplo sentido, mas nunca assumo… Ahhh… sabe quem fica de olho quando me vê de legging ou com uma blusinha meio decotada, tentando olhar além?
-Quem?
-Sebastián…
-Sebastián? Que Sebastián? O filho do Dom Norberto?
-Sim, amor, eu pensei que você já tinha percebido toda vez que ele vem no negócio.
-Vejo que ele te olha, mas me parecia "respeitoso", digamos…
-Sim, mas quando você não está, os olhos dele meio que se perdem…
-Olha só o cara, é uma criança, tem 25 anos.
-Não é tão criança não, céu, nessa idade você andava com o pinto duro toda hora. E pra ser totalmente honesta, me lisonjeia que um cara com a aparência que ele tem, a grana que tem, repare numa mulher como eu, mais velha e casada, podendo ter a gata mais linda que quiser.
-Isso é verdade, pode ter a gostosa que quiser. Mas viu, eu tava certo. Você vai fazendo os caras suspirarem até os novinhos, amor.
Sebastián é filho do Dom Norberto, um dos nossos melhores clientes. Tem 25 anos, moreno, magro, alto, se mata na academia e tem uma vida super resolvida. O pai trabalha mais de 1500 hectares de campo próprios e outros tantos alugados, ele estudou uma faculdade em Rosário, só pra ter um diploma, mas ocupa o tempo ajudando o pai na administração dos campos. A única irmã, mais velha que ele, mora no exterior, ou seja, na cidade vive como se fosse filho único.
Depois daquilo que a Alejandra me contou, fiquei com aquilo na cabeça, a ponto de que toda vez que o Sebastián vinha no escritório, eu fazia o idiota, como se estivesse ocupado, não dando muita bola. Às vezes eu ia embora e me escondia espiando pra ver como o cara ficava de olho nela. com a minha mulher. Além disso, que melhor jeito de manter um cliente do que dar a ele o gosto de ser atendido por uma gatinha e ainda por cima gostosa. E a verdade é que a Ale tinha razão. Eu olhava pra ele com muito tesão, parecia que queria comer ele com os olhos quando eu não estava por perto. O verão estava chegando e o calor tinha um papel importante, a Ale cada vez usava roupas mais adequadas pra estação e isso agitava os olhos e os hormônios do moleque claramente. Somado ao que a Ale tinha me contado e eu incentivava ela a provocar ele um pouco e esquentar ele, o joguinho começava a pegar temperatura e cor.
Uma quarta-feira, perto do meio-dia, ele aparece pra pegar uns papéis no escritório. A gente tava trabalhando, tomando uns mates com a Ale, convidamos ele pra um mate e enquanto a roda rolava, ele tava no celular organizando o jogo de futebol com os amigos à noite.
- Que azar, vou ter que cancelar, falta gente.
- Gente pra quê? - perguntou a Ale.
- Pro jogo de futebol, toda quarta a gente joga com meus amigos no sintético do Tito, e alguns tão viajando.
- Chama meu marido, fala pro Tomás, talvez ele não jogue tão bem quanto vocês, mas você completa e não cancela.
- Tomás, você joga futebol? Quer vir? Tô precisando de gente.
- Beleza, que horas?
- 21h no sintético do Tito. Lá tem de tudo, vestiário pra tomar banho depois de jogar se quiser, e depois alguns ficam pra comer, se quiser se juntar, sem problema.
- Vou jogar, te faço o favor de completar, mas termino e vou pra casa.
E foi assim, fui, joguei, acho que no futebol me virei, mas o mais interessante do jogo vem quando termina. Sebastián foi pro vestiário tomar banho e eu fui pedir as chaves do carro e o celular que ele tinha deixado pra mim guardar na mochila dele junto com o dinheiro. Ele sai do chuveiro, se seca rápido, ficando totalmente pelado, senta e abre a mochila pra me dar a chave e o telefone. Foi inevitável olhar pra virilha dele, e pra ser honesto, o cara não ia só ter uma... herança suculenta, mas também tinha entre as pernas uma rola mais que respeitável, bem comprida mesmo estando dormindo e com a cabeça toda descoberta e larga. Então, enquanto tirava o dinheiro da capinha do celular pra deixar pro Sebastián e ele pagar a quadra pra mim, entrei na câmera e tirei uma foto pra levar pra Ale. Deixei o dinheiro, agradeci pelo convite, ele me agradeceu por ter salvado eles e disse que ia me ter em mente quando precisasse de gente.
Voltei pra casa, tomei banho, jantamos algo com a Ale e fomos dormir. Na cama, falei pra ela:
— Amor, tenho uma coisa pra te mostrar… (E sem ela ver meu celular, entrei na foto, ampliei pra aparecer só a rola e mostrei pra ela)… Olha, gostou?
— Uma rola? Sim, não é feia, tá dormindo, parece que pode ser grande quando ficar dura. Mas o que você tá fazendo com fotos de pinto, de onde tirou isso?
Na hora, coloquei a foto no tamanho normal, e o Sebastián apareceu na cena.
— Aqui tá o cara que tá afim de você… Olha a rola que ele tem e, se você quiser, pode comer ele. Eu te dou permissão.
— Meu amor… seu pau duro parece do mesmo tamanho que o do Sebastián dormindo… você me dá permissão pra dar pra ele? Você ia gostar que o Sebas te fizesse de corno?
— Sim, amor… sabe que eu adoraria que você tivesse um macho na cidade.
E automaticamente começamos a transar, enquanto conversávamos imaginando como poderia ser o encontro da Ale com ele e como ela me manteria informado e tudo mais. Fazia muito tempo que não transávamos tão bem entre nós, era óbvio que a cornice consentida era o combustível que a gente precisava pra acender a paixão no máximo.
Depois daquela trepada de puro sexo marital, a Ale me disse pra deixar nas mãos dela. Ela ia cuidar de seduzir ele e ir levando o plano pra esquentar o Sebastián, provocar ele e fazer com que terminasse na minha primeira sessão de chifre sem eu estar presente.
O fim de ano tava chegando, e a empresa pela qual temos uma agência na cidade sempre organizava uma uma espécie de festa de fim de ano pros agenciadores regionais e pros clientes que fazem o crescimento e a expansão delas acontecer. Naquele ano, a festa era numa cidade perto da nossa, a uns 60 km de casa. Obviamente que nós, como responsáveis pela agência da nossa cidade, e o Dom Norberto (entre tantos dos nossos clientes), estávamos convidados. Esses eventos não servem só pra agradar e agradecer todo mundo pelo trampo do ano, mas também pra fazer contatos e negócios. Os mercados de grãos e bolsas andam sempre de mãos dadas e, como diz o ditado, "dinheiro chama dinheiro".
Mas claro, uma festa à noite ao ar livre, entrando no verão, calor, álcool, e minha mulher no esquema de seduzir o cara era a combinação perfeita. Eu me desliguei totalmente dela, deixei ela "brincar" sem restrições. Ficava observando de longe e via como o Sebastião seguia ela, conversaram bastante, embora disfarçadamente, e a curiosidade me corroía, mas eu tinha que dar corda pra minha esposa e deixar ela finalizar o prato sexual dela.
Até que num momento ela vem me dizer que já era tarde, que a gente tinha que dirigir uns quilômetros, voltar pra casa e que se continuássemos íamos acabar colocando nossas vidas em risco na estrada. Na real, ela tinha toda a razão. Aí, disfarçadamente no meu ouvido, perguntei o que mais me importava:
— Tudo certo com a presa?
— Tudo mais que certo… Agora enquanto você dirige, eu vou te fazer uma punheta e vou te contando, porque te conheço e você não vai aguentar até chegar em casa, corno.
A gente pegou a estrada de volta e enquanto eu dirigia, a Ale tirou meu pau da calça, ficou me beijando o pescoço, atrás da orelha, começou a me punhetar e foi me contando…
Resumindo… O cara, sob efeito do champanhe, tinha confessado pra ela que tava louco por ela. Que daria qualquer coisa por uma chance, uma noite, que até tinha batido uma pensando nela e que se tivesse que pagar, pagaria feliz. Não se importaria. Sempre achei mais atraentes mulheres um pouco mais velhas que eu, e ainda mais se fossem casadas, curto o jogo do proibido, mas comigo ela tinha uma boa vibe e meio que não se animava, além da relação de trabalho, etc, etc, etc.
Por parte dela, a Ale disse que ele era um cara muito gato, que podia ter qualquer mulher que quisesse, que se sentia lisonjeada por ele olhar pra ela daquele jeito, que nunca tinha me traído, que se rolasse algo seria uma vez só e ninguém podia saber, já que ela não ia me largar, ia negar tudo e tal (se o boato se espalhasse na cidade) fechava qualquer porta pra uma repetição.
— E então… quando é que eu ganho os chifres com o gostosão?
— Sexta que vem, amor. Vamos fazer assim. Eu vou dizer pra ele que falei pra você que tenho a despedida de ano com as minas da academia, que vamos na pizzaria e depois dar uma passada no pub da cidade pra tomar algo. E que você tem um leitão no sítio de um cliente. Eu saio de carro, deixo ele nos fundos do negócio, ele me pega e a gente vai pro motel (na estrada) da cidade vizinha, que fica a 35 km. O que acha?
— Perfeito!!!… Você é incrível inventando histórias e desculpas, mas eu não tenho leitão nenhum em sítio algum…
— Bom, amor, sei lá… Pode sair com seus amigos, ir num churrasco. Ou ficar em casa batendo uma pensando na sua esposa dando pra aquela pica que você fotografou e me esperar chegar pra chupar minha buceta e minha bundinha enquanto eu conto como o moleque me comeu. Acha ruim?
Enquanto ela acelera a punheta no meu pau.
— Acho perfeito… Mal vejo a hora de chegar sexta… Vou gozaaaaar… Chuupppaaaa… aaaaaahhhhh
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