As aventuras de Luna. Parte 1 "Como me tornei travesti
Olá, pessoal! Sou a Luna, uma travesti enrustida. Adoro ler contos eróticos de transexuais, meus favoritos são as transformações feitas por uma namorada/amiga/esposa. E como já li tantos contos e atualmente fico esperando muito por uma história boa que me excite, resolvi escrever minhas aventuras, minhas experiências reais e também tenho planos de escrever minhas fantasias que espero realizar. Então vou começar pelo começo, talvez não seja tão erótico no início, já que é minha experiência real, mas espero que vocês gostem. 😊
MEUS COMEÇOS
Sempre fui um moleque isolado, não tinha muitos amigos, era o inteligente da escola, sempre me comportava bem, o clássico nerd; sempre fui um dos mais altos na escola, na família, em todo lugar, também sempre fui muito magro, moreno, cabelo preto, e com as garotas sempre tive sorte, não sou o mais bonito, mas tenho meu charme, meu melhor atributo é meu sorriso, até agora que sou a Luna é o que mais elas gostam em mim.
Lembro que, com 11 anos, quase no fim do ano letivo, fui com uns amigos pra uma casa que tinha piscina e tava tudo normal até que o dono da casa, aproveitando que os pais dele tinham saído, tirou o short, ficou pelado na frente de todo mundo e se jogou na piscina. Aí todo mundo começou a fazer a mesma coisa por diversão, e assim foi até só faltar eu. Então todos me pressionaram pra fazer o mesmo, mas eu tava muito envergonhado. Só que, por pressão, acabei fazendo, e quando me mostrei, de um jeito bem delicado, provavelmente por vergonha, todo mundo riu de mim, porque meu pau era bem pequeno comparado com o dos outros, embora, na real, eu gostasse e ficasse curioso pra ver os membros deles (suponho que o tamanho dos outros caras não fosse tão grande pra idade deles). E aí, somando a vergonha, a timidez e o frio da água, acho que ele tava no menor tamanho possível. Então me joguei na água e virei a piada do momento. Eu não sabia que meu pau era pequeno até aquele instante, e, em vez de ficar bolado, só ria sem graça dos comentários dos outros caras. Aí começamos a fazer competição de tamanho, e todo mundo exibia o seu; eu, obviamente, perdia. Eles começaram a se masturbar, e eu nunca tinha feito aquilo, então não fiz. Eu tava muito interessado vendo como eles faziam, adorava olhar pra eles. Embora ninguém me pedisse pra ajudar, não sei se eu teria feito. No máximo, alguns ficavam passando a mão na minha bunda, e eu só me afastava porque fazia cócegas, mas, na real, era uma sensação gostosa. Eu vi eles se masturbando, reparei nos tamanhos e nas caras de tesão deles, mas não me toquei em nada.
Naquela época, eu era um dos gatos da escola, mas como tava muito focado nos estudos, não tinha namorada, mesmo sabendo que várias minas gostavam de mim. Aí, depois do evento na piscina, a gente se juntou mais, os caras. Quase no fim do ano, o moleque dono da casa onde a gente foi fez uma festa por causa de um trabalho da escola com alguns caras e umas minas da sala. No fim, acabamos jogando verdade ou consequência, e lembro que foram momentos muito divertidos e excitantes. As minas estavam super a fim de tudo, e eu acabei ficando com várias. Foram só beijos, amassos e mão boba por baixo da roupa, mas no final, três casais terminaram numa cama, todos vestidos, compartilhando as minas, todo mundo se pegando. Em algum momento, um cara apertou minha bunda, e eu, achando que era a mina que eu tava beijando, deixei por um tempão até perceber. A gente só riu, mas ele continuou, e eu deixei porque tava muito gostoso, até empinava a raba pra sentir mais, kkkk.
Tenho 3 irmãos, duas mulheres e um homem, com quem me dou muito bem. Quando eu tinha 12 anos, meus pais trabalhavam o dia inteiro e a gente sempre ficava junto. Como a situação financeira era difícil, não tínhamos televisão, então a gente brincava muito, de tudo. Foi aí que aconteceu algo que me marcou pra sempre. Eu tava brincando com meu irmão e minha irmã mais nova, e a gente teve a ideia de se fantasiar da nossa irmã mais velha. Era só por diversão, porque ela não tava em casa. Lembro muito bem do que usei na primeira vez: uma saia grossa tipo escolar, marrom com listras vermelhas, uma blusa preta e uns sapatos pretos fechados de salto. Pra mim, foi muito divertido estar assim, e a gente brincava de imitar nossa irmã mais velha, morrendo de rir. Até que nossa irmã apareceu, e a gente se trancou no quarto. Meus irmãos tiraram a roupa, mas eu fiquei todo vestido assim, segurando a porta. Só que minha irmã mais velha era mais forte, abriu a porta e me viu daquele jeito, com a roupa dela na cama. Ela deu uma bronca horrível porque a gente tinha pegado as coisas dela, e aí falou algo que ficou gravado na minha mente: "E você, é viado ou o quê?" Eu só baixei a cabeça e disse que não. Tirei a roupa e pronto, mas aquela palavra ficou comigo. Pra ser sincero, não lembro se eu sabia o que significava, mas entendi o que ela quis dizer. E comecei a pensar se era aquilo mesmo que minha irmã tinha dito, porque eu tinha gostado de me vestir daquele jeito.
O tempo passou e muitas vezes eu ficava sozinho em casa, porque meu horário escolar era diferente do dos meus irmãos. Aí comecei a olhar as roupas das minhas irmãs e da minha mãe, no cesto de roupa suja, nas gavetas delas. Pegava as que mais gostava, separava na cama e experimentava uma por uma. Não era algo sexual, era mais um fetiche. Adorava sentir a roupa no corpo, principalmente a roupa íntima. Encontrei roupas sexy da minha mãe, ficavam enormes em mim, mas mesmo assim eu vestia e ficava nas nuvens. Comecei a usar as calcinhas da minha irmã mais nova. Eram de menina, nada sexy, mais infantis: pano branco com estampas rosadas e lacinhos. Usava por baixo da minha roupa de menino.
Até então, nunca tinha me masturbado, mas chegou o dia em que descobri: AS MEIAS. Nunca tinha usado, mas quando usei pela primeira vez, foi sensacional!!! Eu estava na casa dos meus avós, e lá morava uma tia não tão velha, muito gostosa. Eu ajudava a tirar a roupa do varal e foi aí que descobri a calcinha dela — era a mais linda que já tinha visto, a mais sexy. Então comecei a fuçar a roupa suja dela antes de lavar pra experimentar. E foi aí que usei meias pela primeira vez: coloquei uma tanga da minha tia e por cima umas meias normais, cor da pele, tipo de secretária. Senti o maior prazer que já tinha sentido na vida. Passei a mão nas minhas pernas e elas estavam fabulosas. Me senti toda uma menina. E então aconteceu: meu pintinho começou a explodir e saiu porra que sujou a roupa toda. Nunca tinha gozado antes, e minha primeira vez foi com meias, acariciando minhas pernas, e nem precisei ficar de pau duro. Fiquei bem surpreso. E a partir daí começou um novo capítulo na minha vida: toda vez que me vestia, acabava me masturbando. Comecei a roubar meias do varal e usá-las por baixo da minha roupa. Colocava tangas, enfiava elas na minha bunda, depois as meias, e por cima minha cueca de menino e minhas meias sociais. Eu andava divina na rua e esperava que alguém notasse e me acariciasse, mas ninguém percebeu — bom, acho que não. Tudo isso me excitava pra caralho. Passava um tempão no banheiro, me masturbando e vendo como minha roupa ficava. Perdia o sono porque na cama ficava me tocando o tempo todo, imaginando coisas e fantasias, tipo gente entrando pra roubar, me vendo vestida assim, me levando com eles e me transformando numa menina (fantasias que vou escrever também).
Assim passei grande parte da minha adolescência, me vestia pra caramba porque ficava muito tempo sozinha. Às vezes minha mãe percebia maquiagem que eu não tinha tirado direito e me xingava, dizendo pra eu não ficar fazendo essas coisas, mas eu negava tudo e passava a ter muito mais cuidado, então virei uma expert. Nessa época chegou a internet, e um mundo se abriu na minha frente. Consegui pesquisar o que estava acontecendo comigo e descobri que tem muita gente como eu. Comecei a entender que o que eu gostava era das roupas e da emoção de me sentir uma menina, e como eu adorava me ver como uma garotinha bem provocante e gostosa, então meu vício cresceu ainda mais. Comecei a tirar fotos pra saber se era verdade o que eu via no espelho. Não tinha vergonha de mostrar meu rosto nas fotos porque eu via uma menina muito bonita na câmera, e queria saber se alguém mais via assim. Criei um perfil de garota e postei minhas fotos, e aí comecei a gostar do que os homens pensavam de mim. Eles falavam do que gostavam em mim, me propunham encontros, que aceitei só depois, e a me mostrar pela câmera, e meu vício crescia cada vez mais. Teve momentos em que parei, apaguei todas as minhas fotos, meus perfis por causa de alguma namorada ou por me sentir culpada de querer ficar com um homem, mas logo voltava à velha vida. Agora me arrependo de ter apagado tantas fotos, daria pra ver meu progresso de menina pra mulher que sou agora.
Tive uma namorada com quem fiquei bastante tempo, com quem transei pra caralho. Às vezes eu ficava cuidando de uma casa e passava dias com ela, a gente fazia de tudo, tínhamos um relacionamento muito bom. Por causa dela, eu deixava de me vestir de mulher por um bom tempo, mas como tinha um lugar só pra mim e minha namorada não estava lá o tempo todo, acabei voltando a me vestir com mais frequência. Eu tinha roupas, tirava fotos e me masturbava pra caramba. Minha namorada acabou percebendo isso porque tinha dias que eu não conseguia ficar duro ou não aguentava muito, e ela começou a me questionar um monte de coisas. Eu, pelo amor enorme que sentia por ela, confessei meu grande segredo. Lembro que estávamos pelados, abraçados, suados, e eu não aguentei e a gente começou a se fazer perguntas sobre tudo. Eu estava mais interessado nos relacionamentos anteriores que ela teve, como era o ex dela na cama, de que tamanho ele tinha, e isso começou a me excitar pra caralho. Eu queria que ela me contasse mais, mas ela não gostava muito de falar. Ela me disse que o cara tinha um pau maior que o meu e, como fumava maconha, aguentava mais e sentia mais prazer. Tudo isso, em vez de me fazer sentir mal, me deixava louquinha, me excitava demais ouvir aquilo. Ela, por outro lado, queria saber o que eu fazia quando estava sozinho, por que eu me masturbava tanto se tinha ela, e a verdade é que a gente transava bem, se não me satisfazia. Foi aí que eu confessei que me vestia de menina desde pequeno, que era tipo um vício que eu não conseguia largar. Ela ficou super chocada, me disse que queria ver como eu ficava, e eu mostrei fotos. Ela falou que não imaginava que as fotos fossem tão sugestivas, que eram muito eróticas, quase sempre mostrando minha bunda, posando sexy e provocante, e muitas de lingerie. Aí ela disse que aceitava, mas que não queria me ver assim nunca, porque isso a deixava insegura. Então continuei assim, a gente quase não tocava no assunto de novo, mas eu entendi que ela não queria saber. Quando a gente transava, ela dizia: "Assim, me dá gostoso, você é meu homem, é todo um homem, adoro como você me come. faz, me dá mais, meu homem", pra mim era estranho ela falar tanto a palavra "homem", mas entendi que ela dizia isso pra me lembrar que sou homem e que ela gosta assim.
O relacionamento durou um tempinho, mas no final terminou mal. Ela achava que eu tava traindo ela com outra mina, o que era mentira, mas mesmo assim ela já tinha certeza. Na real, era mais provável que eu traísse ela com algum cara, mas nem isso aconteceu. Aí a gente terminou, e eu, magoado, falei que toda mina que eu tivesse chance, eu ia levar pra cama. E foi o que eu fiz: transei com um monte de garotas, algumas mais velhas, outras bem mais novas, mas não sentia satisfação nenhuma. Foi quando eu voltei mais forte a me vestir e tive meu primeiro encontro. Foi com uma travesti, mas não foi nada legal. Eu tava de fio dental e sutiã por baixo da roupa e fui buscar ela. Ela me disse que não era gay, que só gostava de se vestir. Falei que não tinha problema. Chegamos na minha casa, me despi, nos vestimos, trocamos roupa. Quando a gente tava pronta, eu fiquei com muito tesão, mas ela não. Tava muito "masculina", nada feminina nem sexy. Só queria ver pornô no computador, e foi o que fez. Eu tava do lado dela tirando fotos, e ela começou a se masturbar. Perguntei se queria ajuda, queria pegar naquela pica dura, tava até salivando, mas ela não deixou e me deixou na vontade. Ela gozou, se trocou, foi embora e nunca mais ouvi falar dela. Aí eu não quis mais ter encontros com garotas e comecei a fantasiar com caras. Comecei a fazer videochats com homens e enfiava consolos que eu mesmo fazia com pepino ou cenoura, colocava camisinha e me deixava ver assim. Aos poucos, minha vontade de ter um pênis de verdade no meu cu foi crescendo, mas era difícil achar alguém que me passasse confiança. Isso veio mais pra frente.
Uma vez, ao vivo, enquanto me penetrava com um brinquedo, gozei sozinha sem nem tocar no meu pintinho de menina. Tava de quatro, vestida de lingerie e salto alto, peruca e maquiagem bem gostosa, com o consolo no meu cuzinho e gemendo igual uma gata enquanto 50 pessoas me assistiam e falavam cada putaria que vinha na cabeça. Eu tava adorando ler o que diziam e obedecia tudo, gostava de ser submissa e obediente, uma verdadeira slutty. Aí, quando gozei e fui me despedir, uma pessoa me reconheceu, falou: "que delícia você se penetra, '#####' (meu nome)" e eu congelei. Não soube o que fazer, só saí da sessão, mas nunca descobri quem era, e nunca mais me contatou. Só sei que é da cidade onde moro porque tava no nome de usuário dele. Isso me assustou pra caralho, mas verdade seja dita, não parei de fazer. Minha vontade de ser menina sempre aparece, kkkk. Mas até hoje fico na dúvida de quem foi.
Até aqui termina minha primeira parte, meu começo não foi o mais excitante talvez pra ler, mas na segunda parte vou contar minha primeira vez com um homem mais velho e como foi, além dos meus outros encontros com caras e minhas confissões pra umas amigas que me apoiaram. Me digam o que acham do meu relato, dicas, sugestões pros próximos relatos, prometo levar tudo em conta. Me mandem um e-mail se quiserem conversar, énena.sofy@hotmail.comDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Saudações e beijos provocantes!Parte 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/3046912/Luna-parte-2-Mi-primera-vez-El-enfermero.html
Olá, pessoal! Sou a Luna, uma travesti enrustida. Adoro ler contos eróticos de transexuais, meus favoritos são as transformações feitas por uma namorada/amiga/esposa. E como já li tantos contos e atualmente fico esperando muito por uma história boa que me excite, resolvi escrever minhas aventuras, minhas experiências reais e também tenho planos de escrever minhas fantasias que espero realizar. Então vou começar pelo começo, talvez não seja tão erótico no início, já que é minha experiência real, mas espero que vocês gostem. 😊
MEUS COMEÇOS
Sempre fui um moleque isolado, não tinha muitos amigos, era o inteligente da escola, sempre me comportava bem, o clássico nerd; sempre fui um dos mais altos na escola, na família, em todo lugar, também sempre fui muito magro, moreno, cabelo preto, e com as garotas sempre tive sorte, não sou o mais bonito, mas tenho meu charme, meu melhor atributo é meu sorriso, até agora que sou a Luna é o que mais elas gostam em mim.
Lembro que, com 11 anos, quase no fim do ano letivo, fui com uns amigos pra uma casa que tinha piscina e tava tudo normal até que o dono da casa, aproveitando que os pais dele tinham saído, tirou o short, ficou pelado na frente de todo mundo e se jogou na piscina. Aí todo mundo começou a fazer a mesma coisa por diversão, e assim foi até só faltar eu. Então todos me pressionaram pra fazer o mesmo, mas eu tava muito envergonhado. Só que, por pressão, acabei fazendo, e quando me mostrei, de um jeito bem delicado, provavelmente por vergonha, todo mundo riu de mim, porque meu pau era bem pequeno comparado com o dos outros, embora, na real, eu gostasse e ficasse curioso pra ver os membros deles (suponho que o tamanho dos outros caras não fosse tão grande pra idade deles). E aí, somando a vergonha, a timidez e o frio da água, acho que ele tava no menor tamanho possível. Então me joguei na água e virei a piada do momento. Eu não sabia que meu pau era pequeno até aquele instante, e, em vez de ficar bolado, só ria sem graça dos comentários dos outros caras. Aí começamos a fazer competição de tamanho, e todo mundo exibia o seu; eu, obviamente, perdia. Eles começaram a se masturbar, e eu nunca tinha feito aquilo, então não fiz. Eu tava muito interessado vendo como eles faziam, adorava olhar pra eles. Embora ninguém me pedisse pra ajudar, não sei se eu teria feito. No máximo, alguns ficavam passando a mão na minha bunda, e eu só me afastava porque fazia cócegas, mas, na real, era uma sensação gostosa. Eu vi eles se masturbando, reparei nos tamanhos e nas caras de tesão deles, mas não me toquei em nada.
Naquela época, eu era um dos gatos da escola, mas como tava muito focado nos estudos, não tinha namorada, mesmo sabendo que várias minas gostavam de mim. Aí, depois do evento na piscina, a gente se juntou mais, os caras. Quase no fim do ano, o moleque dono da casa onde a gente foi fez uma festa por causa de um trabalho da escola com alguns caras e umas minas da sala. No fim, acabamos jogando verdade ou consequência, e lembro que foram momentos muito divertidos e excitantes. As minas estavam super a fim de tudo, e eu acabei ficando com várias. Foram só beijos, amassos e mão boba por baixo da roupa, mas no final, três casais terminaram numa cama, todos vestidos, compartilhando as minas, todo mundo se pegando. Em algum momento, um cara apertou minha bunda, e eu, achando que era a mina que eu tava beijando, deixei por um tempão até perceber. A gente só riu, mas ele continuou, e eu deixei porque tava muito gostoso, até empinava a raba pra sentir mais, kkkk.
Tenho 3 irmãos, duas mulheres e um homem, com quem me dou muito bem. Quando eu tinha 12 anos, meus pais trabalhavam o dia inteiro e a gente sempre ficava junto. Como a situação financeira era difícil, não tínhamos televisão, então a gente brincava muito, de tudo. Foi aí que aconteceu algo que me marcou pra sempre. Eu tava brincando com meu irmão e minha irmã mais nova, e a gente teve a ideia de se fantasiar da nossa irmã mais velha. Era só por diversão, porque ela não tava em casa. Lembro muito bem do que usei na primeira vez: uma saia grossa tipo escolar, marrom com listras vermelhas, uma blusa preta e uns sapatos pretos fechados de salto. Pra mim, foi muito divertido estar assim, e a gente brincava de imitar nossa irmã mais velha, morrendo de rir. Até que nossa irmã apareceu, e a gente se trancou no quarto. Meus irmãos tiraram a roupa, mas eu fiquei todo vestido assim, segurando a porta. Só que minha irmã mais velha era mais forte, abriu a porta e me viu daquele jeito, com a roupa dela na cama. Ela deu uma bronca horrível porque a gente tinha pegado as coisas dela, e aí falou algo que ficou gravado na minha mente: "E você, é viado ou o quê?" Eu só baixei a cabeça e disse que não. Tirei a roupa e pronto, mas aquela palavra ficou comigo. Pra ser sincero, não lembro se eu sabia o que significava, mas entendi o que ela quis dizer. E comecei a pensar se era aquilo mesmo que minha irmã tinha dito, porque eu tinha gostado de me vestir daquele jeito.
O tempo passou e muitas vezes eu ficava sozinho em casa, porque meu horário escolar era diferente do dos meus irmãos. Aí comecei a olhar as roupas das minhas irmãs e da minha mãe, no cesto de roupa suja, nas gavetas delas. Pegava as que mais gostava, separava na cama e experimentava uma por uma. Não era algo sexual, era mais um fetiche. Adorava sentir a roupa no corpo, principalmente a roupa íntima. Encontrei roupas sexy da minha mãe, ficavam enormes em mim, mas mesmo assim eu vestia e ficava nas nuvens. Comecei a usar as calcinhas da minha irmã mais nova. Eram de menina, nada sexy, mais infantis: pano branco com estampas rosadas e lacinhos. Usava por baixo da minha roupa de menino.
Até então, nunca tinha me masturbado, mas chegou o dia em que descobri: AS MEIAS. Nunca tinha usado, mas quando usei pela primeira vez, foi sensacional!!! Eu estava na casa dos meus avós, e lá morava uma tia não tão velha, muito gostosa. Eu ajudava a tirar a roupa do varal e foi aí que descobri a calcinha dela — era a mais linda que já tinha visto, a mais sexy. Então comecei a fuçar a roupa suja dela antes de lavar pra experimentar. E foi aí que usei meias pela primeira vez: coloquei uma tanga da minha tia e por cima umas meias normais, cor da pele, tipo de secretária. Senti o maior prazer que já tinha sentido na vida. Passei a mão nas minhas pernas e elas estavam fabulosas. Me senti toda uma menina. E então aconteceu: meu pintinho começou a explodir e saiu porra que sujou a roupa toda. Nunca tinha gozado antes, e minha primeira vez foi com meias, acariciando minhas pernas, e nem precisei ficar de pau duro. Fiquei bem surpreso. E a partir daí começou um novo capítulo na minha vida: toda vez que me vestia, acabava me masturbando. Comecei a roubar meias do varal e usá-las por baixo da minha roupa. Colocava tangas, enfiava elas na minha bunda, depois as meias, e por cima minha cueca de menino e minhas meias sociais. Eu andava divina na rua e esperava que alguém notasse e me acariciasse, mas ninguém percebeu — bom, acho que não. Tudo isso me excitava pra caralho. Passava um tempão no banheiro, me masturbando e vendo como minha roupa ficava. Perdia o sono porque na cama ficava me tocando o tempo todo, imaginando coisas e fantasias, tipo gente entrando pra roubar, me vendo vestida assim, me levando com eles e me transformando numa menina (fantasias que vou escrever também).
Assim passei grande parte da minha adolescência, me vestia pra caramba porque ficava muito tempo sozinha. Às vezes minha mãe percebia maquiagem que eu não tinha tirado direito e me xingava, dizendo pra eu não ficar fazendo essas coisas, mas eu negava tudo e passava a ter muito mais cuidado, então virei uma expert. Nessa época chegou a internet, e um mundo se abriu na minha frente. Consegui pesquisar o que estava acontecendo comigo e descobri que tem muita gente como eu. Comecei a entender que o que eu gostava era das roupas e da emoção de me sentir uma menina, e como eu adorava me ver como uma garotinha bem provocante e gostosa, então meu vício cresceu ainda mais. Comecei a tirar fotos pra saber se era verdade o que eu via no espelho. Não tinha vergonha de mostrar meu rosto nas fotos porque eu via uma menina muito bonita na câmera, e queria saber se alguém mais via assim. Criei um perfil de garota e postei minhas fotos, e aí comecei a gostar do que os homens pensavam de mim. Eles falavam do que gostavam em mim, me propunham encontros, que aceitei só depois, e a me mostrar pela câmera, e meu vício crescia cada vez mais. Teve momentos em que parei, apaguei todas as minhas fotos, meus perfis por causa de alguma namorada ou por me sentir culpada de querer ficar com um homem, mas logo voltava à velha vida. Agora me arrependo de ter apagado tantas fotos, daria pra ver meu progresso de menina pra mulher que sou agora.
Tive uma namorada com quem fiquei bastante tempo, com quem transei pra caralho. Às vezes eu ficava cuidando de uma casa e passava dias com ela, a gente fazia de tudo, tínhamos um relacionamento muito bom. Por causa dela, eu deixava de me vestir de mulher por um bom tempo, mas como tinha um lugar só pra mim e minha namorada não estava lá o tempo todo, acabei voltando a me vestir com mais frequência. Eu tinha roupas, tirava fotos e me masturbava pra caramba. Minha namorada acabou percebendo isso porque tinha dias que eu não conseguia ficar duro ou não aguentava muito, e ela começou a me questionar um monte de coisas. Eu, pelo amor enorme que sentia por ela, confessei meu grande segredo. Lembro que estávamos pelados, abraçados, suados, e eu não aguentei e a gente começou a se fazer perguntas sobre tudo. Eu estava mais interessado nos relacionamentos anteriores que ela teve, como era o ex dela na cama, de que tamanho ele tinha, e isso começou a me excitar pra caralho. Eu queria que ela me contasse mais, mas ela não gostava muito de falar. Ela me disse que o cara tinha um pau maior que o meu e, como fumava maconha, aguentava mais e sentia mais prazer. Tudo isso, em vez de me fazer sentir mal, me deixava louquinha, me excitava demais ouvir aquilo. Ela, por outro lado, queria saber o que eu fazia quando estava sozinho, por que eu me masturbava tanto se tinha ela, e a verdade é que a gente transava bem, se não me satisfazia. Foi aí que eu confessei que me vestia de menina desde pequeno, que era tipo um vício que eu não conseguia largar. Ela ficou super chocada, me disse que queria ver como eu ficava, e eu mostrei fotos. Ela falou que não imaginava que as fotos fossem tão sugestivas, que eram muito eróticas, quase sempre mostrando minha bunda, posando sexy e provocante, e muitas de lingerie. Aí ela disse que aceitava, mas que não queria me ver assim nunca, porque isso a deixava insegura. Então continuei assim, a gente quase não tocava no assunto de novo, mas eu entendi que ela não queria saber. Quando a gente transava, ela dizia: "Assim, me dá gostoso, você é meu homem, é todo um homem, adoro como você me come. faz, me dá mais, meu homem", pra mim era estranho ela falar tanto a palavra "homem", mas entendi que ela dizia isso pra me lembrar que sou homem e que ela gosta assim.
O relacionamento durou um tempinho, mas no final terminou mal. Ela achava que eu tava traindo ela com outra mina, o que era mentira, mas mesmo assim ela já tinha certeza. Na real, era mais provável que eu traísse ela com algum cara, mas nem isso aconteceu. Aí a gente terminou, e eu, magoado, falei que toda mina que eu tivesse chance, eu ia levar pra cama. E foi o que eu fiz: transei com um monte de garotas, algumas mais velhas, outras bem mais novas, mas não sentia satisfação nenhuma. Foi quando eu voltei mais forte a me vestir e tive meu primeiro encontro. Foi com uma travesti, mas não foi nada legal. Eu tava de fio dental e sutiã por baixo da roupa e fui buscar ela. Ela me disse que não era gay, que só gostava de se vestir. Falei que não tinha problema. Chegamos na minha casa, me despi, nos vestimos, trocamos roupa. Quando a gente tava pronta, eu fiquei com muito tesão, mas ela não. Tava muito "masculina", nada feminina nem sexy. Só queria ver pornô no computador, e foi o que fez. Eu tava do lado dela tirando fotos, e ela começou a se masturbar. Perguntei se queria ajuda, queria pegar naquela pica dura, tava até salivando, mas ela não deixou e me deixou na vontade. Ela gozou, se trocou, foi embora e nunca mais ouvi falar dela. Aí eu não quis mais ter encontros com garotas e comecei a fantasiar com caras. Comecei a fazer videochats com homens e enfiava consolos que eu mesmo fazia com pepino ou cenoura, colocava camisinha e me deixava ver assim. Aos poucos, minha vontade de ter um pênis de verdade no meu cu foi crescendo, mas era difícil achar alguém que me passasse confiança. Isso veio mais pra frente.
Uma vez, ao vivo, enquanto me penetrava com um brinquedo, gozei sozinha sem nem tocar no meu pintinho de menina. Tava de quatro, vestida de lingerie e salto alto, peruca e maquiagem bem gostosa, com o consolo no meu cuzinho e gemendo igual uma gata enquanto 50 pessoas me assistiam e falavam cada putaria que vinha na cabeça. Eu tava adorando ler o que diziam e obedecia tudo, gostava de ser submissa e obediente, uma verdadeira slutty. Aí, quando gozei e fui me despedir, uma pessoa me reconheceu, falou: "que delícia você se penetra, '#####' (meu nome)" e eu congelei. Não soube o que fazer, só saí da sessão, mas nunca descobri quem era, e nunca mais me contatou. Só sei que é da cidade onde moro porque tava no nome de usuário dele. Isso me assustou pra caralho, mas verdade seja dita, não parei de fazer. Minha vontade de ser menina sempre aparece, kkkk. Mas até hoje fico na dúvida de quem foi.
Até aqui termina minha primeira parte, meu começo não foi o mais excitante talvez pra ler, mas na segunda parte vou contar minha primeira vez com um homem mais velho e como foi, além dos meus outros encontros com caras e minhas confissões pra umas amigas que me apoiaram. Me digam o que acham do meu relato, dicas, sugestões pros próximos relatos, prometo levar tudo em conta. Me mandem um e-mail se quiserem conversar, énena.sofy@hotmail.comDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Saudações e beijos provocantes!Parte 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/3046912/Luna-parte-2-Mi-primera-vez-El-enfermero.html
15 comentários - Luna parte 1 “Como me convertí en travesti”
pronto la segunda parte😄
besos😘
Qué pienso de tu relato? que está bueno, pero deberías releerlo antes de publicarle jeje
besos bombón
Espero el proximo esté mejor!
Besos!😘
de la Ciudad de Mex y tu?