Comi minha secretária 2

No dia seguinte, ao chegar no escritório, cumprimentei com toda cordialidade minhas duas secretárias, Karla e Marian. Devo dizer que as duas são uma gostosa, só que a Marian era muito séria, muito na dela. A Karla, quando me viu, me deu um sorrisinho safado, acho que por causa da conversa do dia anterior. Tudo correu normal até que tocou uma mensagem no meu celular. Quando vi, era da Karla. Virei pra olhar ela, e ela só sorriu. A mensagem dizia:Adorei, quero que se repitaSó virei pra olhar ela, dei um sorrisinho pra Marian não perceber, e respondi a mensagem.também adorei, mas quero que isso se torne realidadeO dia inteiro ficamos trocando mensagens, mesmo estando no mesmo escritório, mas por causa da Marian não podíamos conversar. O ruim é que a Karla não abaixou o volume do celular e quase ficou na cara que a gente tava se falando, mas acho que naquela altura já não importava tanto.
Naquela época, o Candy Crush tava super na moda, e elas jogavam pra caramba. Aí perguntei se eram boas no jogo, elas riram e falaram “melhor que você, com certeza”. Propus uma competição: quem fizesse mais pontos pagava o lanche. Elas toparam, divertidas. A Karla começou, até que tinha habilidade, mas acho que pegou uma fase difícil e não fez muita pontuação. Na sequência, foi a vez da Marian. Ficamos atrás dela pra ver jogar no computador, e enquanto ela jogava, a gente se olhava e sorria. A Marian não via nada, porque tava vidrada no jogo. Depois que ela perdeu, fui eu. Pra não alongar, ganhei, então a Karla teve que pagar.

Já de tarde, na tranquilidade da minha casa, escrevi pra Karla:
Eu – Oi Karla, como cê tá?
Karla – Bem, e você?
Eu – Bem. Escuta, Karlita, acredita que quando a gente tava atrás da Marian, deu vontade de te beijar?
Karla – Sério? Não, não... se a Marian vê, imagina.
Eu – Eu sei, por isso me segurei.
Karla – Mmm...
Eu – Karlita, já começou a ficar com tesão?
Karla – Um pouco, só de imaginar você me beijando na frente dela.
Eu – Olha que eu me animo.
Karla – Eu sei. Escuta, Pepe, acho que tô fantasiando.
Eu – O que cê tá pensando? Me conta.
Karla – Vamos nos ver uma tarde.
Eu – Um dia desses você vai ver. Lembra que sou casado e é meio complicado, mas vou dar meus jeitos pra sair.
Karla – Tomara que sim.

No dia seguinte, já no escritório, na hora do café, a Marian e a Karla me desafiaram de novo pra ver quem pagava o café da manhã. Meninas, meninas, parece que não aprendem. A gente competiu de novo. Primeiro fui eu e fiz uma pontuação maior. Depois foi a Karla e fez menos que eu. Na sequência, a Marian. Enquanto a gente via ela jogar, óbvio, atrás dela, comecei a roçar Cara, ela se virou e sorriu pra mim. Naquele dia ela tava com uma saia curtinha, minha mão roçou a coxa dela e ela com o olhar me dizia que não, e virava pra olhar a Marian, como quem diz que a gente podia ser descoberto. Eu não liguei e minha mão subiu pela coxa dela até chegar na bunda dela, ela se mexeu pra me tirar, maaaais isso me divertiu e eu continuei. Minha mão tava na bunda dela, a Marian não tava vendo a gente, porque tava entretida brincando. A Karla começou a ficar com as bochechas vermelhas, sinal que tava excitada. Minha mão entrou na calcinha dela e tocou a entrada da buceta dela, já tava molhada. Um dedo entrou nela, meu pau tava a ponto de explodir com o que tava rolando. Não podíamos fazer barulho nem nos mexer muito, senão a Marian ia descobrir a gente.
A Karla sofria, porque não podia fazer nenhum som e meu dedo já tava brincando com a periquita dela. De repente a Marian perdeu o jogo e eu tirei minha mão rapidão, mas quando virei ela nos olhou meio suspeito, mas só falou “perdi, então vou pagar”. Maaaas o olhar dela tava no meu pau, que dava pra ver através da calça porque tava muito duro. Ela nem disfarçou e só saiu pra comprar o café da manhã.
A Karla me disse “viu? Por pouco a gente é pego, acho que ela já vai desconfiar”. Falei “acho que sim, né, viu como ela olhou pra baixo?”
Karla — “pois como não ia olhar, meu rei? Olha só como você tá”
Eu — “hahaha, a culpada é você”
Karla — “qual o quê, se foi você que tava me tocando”
Eu — “eu sei, hmm, foi gostoso, não acha?”
Karla — “eu sei, você me deixou bem molhada”
Eu — “escuta, Karla, de tarde tenho que ir entregar uns auxílios na comunidade. Que tal você ir comigo? E depois a gente vê o que faz”
Karla — “sério? Siiim, vamos”

Já de tarde fomos entregar os auxílios como combinamos, e foi meio demorado. Já tava escuro quando terminamos, mas não importava porque eu sabia que no final ia ter um prêmio delicioso. Subimos no carro e perguntei pra onde ela queria ir. Ela disse “tanto faz, me leva pra onde você quiser”.
Dirigi um pouco pra achar um lugar bom, fui pra um Peguei uma estrada de terra abandonada e procurei um lugar escuro, já estacionei o carro e
Eu – Karlita, você não sabe como eu queria chegar
Karla – Ah é? E pra quê?
Eu – Pra isso – e dei um baita beijo nela, que respondeu apaixonadamente

Ela beijava muito gostoso, a língua molhada dela brincava com a minha enquanto a gente se beijava, minha mão desceu pra blusa dela, ela segurou minha mão e tirou dos peitos dela, continuei beijando ela e minha mão desceu de novo, agora ela não tirou mais, ela começou a gemer, tava muuuuito quente, minha mão então começou a desabotoar um por um daqueles botões, já queria ver aqueles peitos deliciosos, a respiração ofegante da Karla aumentava, isso me excitava ainda mais, finalmente consegui tirar a blusa, e depois desabotoei o sutiã dela, deixando ver uns peitos lindos, com os mamilos rosadinhos, hmm, você gosta, Pepito? Adoro, Karlita, e na sequência comecei a chupar aquele par de mamilos

A cada lambida, Karla se arqueava e dizia que adorava, me puxava pelo cabelo desesperada, me pedia pra continuar, pra chupar com força, minha boca se concentrou naquelas tetas gostosas que qualquer um queria chupar, minhas mãos brincalhonas começaram a descer devagar até chegar nos quadris dela, e depois no botão da calça dela, que comecei a desabotoar, ela se levantou um pouco pra eu abaixar, hmm
Karla – Ahhh, Pepe, Pepe, que gostoso
Eu – Você adora, né, Karla?
Karla – Vai, continua fazendo essas coisinhas gostosas em mim

Minha língua continuava brincando com os peitos dela enquanto minhas mãos já abaixavam a calcinha dela, ela tinha uma buceta deliciosa, abriu um pouco as pernas e eu pude ver que tava toda molhada, hmm, mergulhei minha língua na buceta dela, e ela soltou um gemido gostoso que me fez chupar mais rápido, ela continuava gemendo, minha boca e minha língua agora estavam completamente focadas em dar prazer na buceta dela e minhas mãos seguravam as nádegas dela pra apertar ela mais contra mim, ela gemia deliciosamente e me dizia continua, Pepe, continua, já tô quase, hmmm, termino, mmmmm, continua

Ela tava toda molhada, e gemia freneticamente, de repente me puxa pela cabeça e me aperta contra a bucetinha dela e ela me diz yaaaaaa, e minha língua na hora de falar isso ela brinca mais com o clitóris dela, mmmmm hagggg mmmmm uffff, eram os gemidos dela e de repente ela relaxou.
Karla-mmm pepe você me fez gozar deliciosamente
Eu- sim já vi, parece que você curtiu mas agora é a minha vez
Karla-abaixa a calça pepito, quero te ver
Eu-olha como você me deixou
Karla-mmmm pepe toda essa pica é sua? Mmmm que gostosa
Em seguida ela enfia toda minha pica na boca dela e começa a me dar o boquete mais gostoso da minha vida
As mãos dela subiam e desciam na minha pica enquanto a boca chupava a parte de cima, mmmm eu segurei a cabeça dela e comecei a mover do meu jeito, mmmm, de repente ela para e me diz
Karla-quero sentir ela dentro de mim
Ela senta devagar e sinto como a buceta dela devora minha pica, aos poucos ela sentou e já completamente dentro começou a se mexer, subia e descia enquanto não parava de me pedir pra comer ela, pra fazer ela se sentir minha,
Karla-pepe que gostoso, enfia a pica, enfia mmmm eu te adoro papi, é a coisa mais gostosa que já senti, chupa meus peitos vai, me faz sua
De repente eu seguro ela pela cintura e impeço ela de se mexer
Karla-o que foi pepito por que você me parou vai deixa eu continuar curtindo sua pica, não me segura papi
Eu- me pede por favor
Karla-pedir o que pepe, vai não seja mau não aguento minha buceta tá pulsando, quero mais
Eu- me pede pra continuar te comendo
Karla-me come pepe me faz sua, faz o que você quiser
Eu-tem certeza que o que eu quiser?
Karla-o que você quiser pepe o que você quiser sua pica é linda e deliciosa mmmm quero me solta quero me mexer já não aguento
Eu-muito bem karla vou te soltar mas você já prometeu que me deixaria fazer o que eu quisesse
Em seguida soltei a cintura dela e deixei ela se mexer de novo, o sobe e desce dela aumentava de intensidade enquanto minhas mãos brincalhonas acariciavam os peitos dela, a bunda, o pescoço, todos os pontos de prazer dela estavam cobertos, de repente eu levantei e coloquei ela de quatro, comecei a penetrar ela freneticamente, enquanto puxava o cabelo dela, ela continuava gemendo, que gostoso, Pepê, que gostoso, mete em mim, me fode, me faz tua, mmmm, em seguida, trocamos de posição de novo, agora ela tá de missionário, meto bem rápido, enquanto beijo ela com força, vejo que ela adora, puxo o cabelo dela pra conferir e vejo que excita mais ela, e surpresa, ela geme gostoso de novo, goza outra vez, e isso me excita mais e eu termino derramando uma torrente de porra dentro dela, mmmmmmm Karlaaaa, gozei, que delíciaaaaa
Karla — mmm Pepê, não sabia que você tinha essas manhas, nunca tinha gozado desse jeito e muito menos duas vezes, mmm quero que repita, buceta
Eu — claro que vai repetir, Karlita, mas lembra que você prometeu que eu faria o que quisesse
Karla — o que você quer fazer comigo?
Eu — na próxima você vai descobrir
Continua…

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