Foi numa tarde de quinta-feira que recebi uma ligação de uma grande amiga me convidando pro dia seguinte, sexta-feira, pra uma reunião onde todas iriam sozinhas, sem os parceiros, pra ficar mais à vontade, e que seria num bar. Respondi que adoraria, mas que precisava consultar meu marido. "Ok", ela disse, "se você se animar, me liga pra reservar os lugares."
À noite, quando meu marido chegou, contei sobre o convite e ele disse que não tinha problema nenhum, que eu me divertisse e que ele me esperaria em casa.
Então, na sexta bem cedo, liguei pra Viky pra dizer que iria e que ela passasse me buscar em casa umas 8:30 da noite. Ficou assim.
Já às 7 da noite, tomei banho e me arrumei bem gostosa: calcinha fio dental branca com uma minissaia bem justa e curta, um top bem decotado, saltos bem altos, e soltei meus cabelos. Me maquiei um pouco mais do que o normal.
Meu marido ainda não tinha chegado em casa e, como já eram 8:15, deixei um recado dizendo que ia sair com minhas amigas e que voltaria pra casa com elas.
Tocaram a campainha e eu saí. Era a Viky. Demos um abraço bem forte, porque fazia um tempão que a gente não se via. Depois, subimos no carro dela e fomos pro bar. No caminho, conversamos sobre um monte de coisas até chegar. O maître nos recebeu, a Viky falou da reserva e ele nos levou pra umas mesas onde já estavam várias amigas. Nos abraçamos e ficamos muito felizes de nos ver de novo.
Os drinks começaram a rolar e a conversa tava bem animada. Depois, saímos pra dançar entre a gente e ficamos assim por quase três horas. Sem perceber, já estávamos bêbadas quase todas. Nossas ex-colegas foram indo embora, porque tinham filhos pra cuidar. Até que ficamos na mesa só eu e a Viky. Sempre fomos as melhores amigas. Depois, nossa conversa ficou mais pessoal. A Viky era divorciada e, assim como eu, tem filhos. Ela me contou como o casamento dela foi frustrante, porque o ex-marido era muito mulherengo e humilhava ela muito, dizia que Ela era muito caretona e por isso ele a traía, até que a Viky se cansou dessa situação e mandou ele pastar. Viky ficou traumatizada, então procurou psicólogos para ajudá-la, recuperou a autoestima e, como para provar o contrário do que o marido a criticava, começou a ter relações sexuais com outros homens e achou tudo muito gostoso. Mas foi de um extremo ao outro, a vida sexual dela ficou intensa demais, com muitos parceiros diferentes com quem nunca formalizou nada, ela me contou com todos os detalhes sobre homens que a fizeram tremer muito. A conversa tão aberta dela me deixou com um tesão danado e quando Viky me perguntou sobre meu casamento, respondi que era muito feliz, que entre eu e meu marido havia uma comunicação muito aberta. A gente continuou bebendo e Viky me convidou pra dançar, fomos pra pista de dança e com os movimentos do meu jeito de dançar, minha saia subiu até quase deixar só minha bunda de fora, mas só percebi quando voltamos pra mesa, sentamos, bebemos mais uns copos, até que chegaram na nossa mesa dois caras muito gatos e másculos. Eles perguntaram se podiam sentar na nossa mesa, eu ia falar que não, mas Viky se adiantou e disse que sim, eles sentaram na mesa e perguntaram se a gente tava sozinha, que a gente era muito gostosa pra ficar sozinha, enfim, essa foi a abordagem deles. A gente conversou um monte de besteira, mas eles insistiam que a gente era muito gostosa, que a gente tava dando muito mole e nos convidaram pra dançar, quando a gente topou e já na pista, a música mudou de rock pra romântica, então o cara que tava comigo me abraçou pela cintura, depois me puxou pro corpo dele até ficar bem colada, não parava de me elogiar, aí os elogios foram pro meu corpo, que eu tinha um corpão, uma bundinha muito gostosa, redondinha e empinada, ele começou a beijar minha orelha, meu pescoço e eu senti aquele arrepio conhecido de tesão, além disso o cara cheirava muito gostoso, a gente dançou mais duas músicas, o bar já tava Semiescuro, o Raúl continuou me cantando, e eu cada vez mais excitada, com os beijos dele, as palavras dele, até que comecei a sentir o Raúl descendo as mãos da minha cintura pra minha bunda, foi uma sensação muito gostosa, então deixei e me grudei mais nele. "Você me encanta, mamãe, você é uma gostosa, minha rainha". Pelo tanto que nossos corpos estavam colados, comecei a sentir uma protuberância na minha barriga, era a ereção dele, e minha reação natural foi me mexer de um lado pro outro, como se estivesse roçando o pau dele. Quando a música acabou, fomos sentar na mesa onde minha amiga já estava se beijando sem parar com o parceiro dela, enquanto o amigo dele acariciava as pernas dela. Não tinha dúvida, já estávamos bem bêbadas e com muito tesão. Serviram mais uns copos que a gente bebeu enquanto eles nos abraçavam e acariciavam nossas pernas, beijavam nosso pescoço, me excitando ainda mais. Aí o Raúl perguntou: "Que tal a gente continuar a festa num lugar mais íntimo?" Eu já não estava tão segura em recusar, mas como sempre, a Viky se adiantou e disse que sim, depois olhou pra mim e eu aceitei. Saímos do bar e subimos os quatro no carro da Viky, ela dirigiu até chegar numa área de apartamentos onde ela morava. Entramos e sentamos na sala, a Viky serviu uns copos e colocou música. Começamos a dançar sensual e fomos tirando nossas saias, ficamos só de fio dental. Meu parceiro me agarrou pela bunda e, me levantando no colo, me levou pra um quarto, me colocou de quatro e, mexendo nos meus peitos, começou a me comer de um jeito muito forte e excitante, me fazendo gozar. Enquanto ele metia na minha bunda, eu me masturbava com a mão e, arqueando mais minha bunda, pedia pra ele encher minha buceta de leite. Minhas palavras parecem que deixaram ele ainda mais excitado, porque ele aumentou o ritmo, deixando todo o leite dentro da minha buceta. Beijos pra todos.
À noite, quando meu marido chegou, contei sobre o convite e ele disse que não tinha problema nenhum, que eu me divertisse e que ele me esperaria em casa.
Então, na sexta bem cedo, liguei pra Viky pra dizer que iria e que ela passasse me buscar em casa umas 8:30 da noite. Ficou assim.
Já às 7 da noite, tomei banho e me arrumei bem gostosa: calcinha fio dental branca com uma minissaia bem justa e curta, um top bem decotado, saltos bem altos, e soltei meus cabelos. Me maquiei um pouco mais do que o normal.
Meu marido ainda não tinha chegado em casa e, como já eram 8:15, deixei um recado dizendo que ia sair com minhas amigas e que voltaria pra casa com elas.
Tocaram a campainha e eu saí. Era a Viky. Demos um abraço bem forte, porque fazia um tempão que a gente não se via. Depois, subimos no carro dela e fomos pro bar. No caminho, conversamos sobre um monte de coisas até chegar. O maître nos recebeu, a Viky falou da reserva e ele nos levou pra umas mesas onde já estavam várias amigas. Nos abraçamos e ficamos muito felizes de nos ver de novo.
Os drinks começaram a rolar e a conversa tava bem animada. Depois, saímos pra dançar entre a gente e ficamos assim por quase três horas. Sem perceber, já estávamos bêbadas quase todas. Nossas ex-colegas foram indo embora, porque tinham filhos pra cuidar. Até que ficamos na mesa só eu e a Viky. Sempre fomos as melhores amigas. Depois, nossa conversa ficou mais pessoal. A Viky era divorciada e, assim como eu, tem filhos. Ela me contou como o casamento dela foi frustrante, porque o ex-marido era muito mulherengo e humilhava ela muito, dizia que Ela era muito caretona e por isso ele a traía, até que a Viky se cansou dessa situação e mandou ele pastar. Viky ficou traumatizada, então procurou psicólogos para ajudá-la, recuperou a autoestima e, como para provar o contrário do que o marido a criticava, começou a ter relações sexuais com outros homens e achou tudo muito gostoso. Mas foi de um extremo ao outro, a vida sexual dela ficou intensa demais, com muitos parceiros diferentes com quem nunca formalizou nada, ela me contou com todos os detalhes sobre homens que a fizeram tremer muito. A conversa tão aberta dela me deixou com um tesão danado e quando Viky me perguntou sobre meu casamento, respondi que era muito feliz, que entre eu e meu marido havia uma comunicação muito aberta. A gente continuou bebendo e Viky me convidou pra dançar, fomos pra pista de dança e com os movimentos do meu jeito de dançar, minha saia subiu até quase deixar só minha bunda de fora, mas só percebi quando voltamos pra mesa, sentamos, bebemos mais uns copos, até que chegaram na nossa mesa dois caras muito gatos e másculos. Eles perguntaram se podiam sentar na nossa mesa, eu ia falar que não, mas Viky se adiantou e disse que sim, eles sentaram na mesa e perguntaram se a gente tava sozinha, que a gente era muito gostosa pra ficar sozinha, enfim, essa foi a abordagem deles. A gente conversou um monte de besteira, mas eles insistiam que a gente era muito gostosa, que a gente tava dando muito mole e nos convidaram pra dançar, quando a gente topou e já na pista, a música mudou de rock pra romântica, então o cara que tava comigo me abraçou pela cintura, depois me puxou pro corpo dele até ficar bem colada, não parava de me elogiar, aí os elogios foram pro meu corpo, que eu tinha um corpão, uma bundinha muito gostosa, redondinha e empinada, ele começou a beijar minha orelha, meu pescoço e eu senti aquele arrepio conhecido de tesão, além disso o cara cheirava muito gostoso, a gente dançou mais duas músicas, o bar já tava Semiescuro, o Raúl continuou me cantando, e eu cada vez mais excitada, com os beijos dele, as palavras dele, até que comecei a sentir o Raúl descendo as mãos da minha cintura pra minha bunda, foi uma sensação muito gostosa, então deixei e me grudei mais nele. "Você me encanta, mamãe, você é uma gostosa, minha rainha". Pelo tanto que nossos corpos estavam colados, comecei a sentir uma protuberância na minha barriga, era a ereção dele, e minha reação natural foi me mexer de um lado pro outro, como se estivesse roçando o pau dele. Quando a música acabou, fomos sentar na mesa onde minha amiga já estava se beijando sem parar com o parceiro dela, enquanto o amigo dele acariciava as pernas dela. Não tinha dúvida, já estávamos bem bêbadas e com muito tesão. Serviram mais uns copos que a gente bebeu enquanto eles nos abraçavam e acariciavam nossas pernas, beijavam nosso pescoço, me excitando ainda mais. Aí o Raúl perguntou: "Que tal a gente continuar a festa num lugar mais íntimo?" Eu já não estava tão segura em recusar, mas como sempre, a Viky se adiantou e disse que sim, depois olhou pra mim e eu aceitei. Saímos do bar e subimos os quatro no carro da Viky, ela dirigiu até chegar numa área de apartamentos onde ela morava. Entramos e sentamos na sala, a Viky serviu uns copos e colocou música. Começamos a dançar sensual e fomos tirando nossas saias, ficamos só de fio dental. Meu parceiro me agarrou pela bunda e, me levantando no colo, me levou pra um quarto, me colocou de quatro e, mexendo nos meus peitos, começou a me comer de um jeito muito forte e excitante, me fazendo gozar. Enquanto ele metia na minha bunda, eu me masturbava com a mão e, arqueando mais minha bunda, pedia pra ele encher minha buceta de leite. Minhas palavras parecem que deixaram ele ainda mais excitado, porque ele aumentou o ritmo, deixando todo o leite dentro da minha buceta. Beijos pra todos.

8 comentários - Saindo com minhas amigas paraguaias