História baseada na experiência de um amigo:
Quem não se lembra da história da Galinha dos Ovos de Ouro… apelido que define minha esposa, uma senhora de 37 anos. Por quê?
Vou começar me descrevendo. Meu nome é Joaquim, tenho 41 anos, 1,85m de altura e 88 kg. Mas, por causa do exercício constante que faço (gosto de fisiculturismo), sou formado em Direito e, quanto à minha profissão, posso dizer que tenho me saído muito bem: tenho um escritório grande e muitos clientes.
Minha esposa era uma mulher bonita, pode-se dizer. Na adolescência, ela tinha um corpo delicioso: a bunda, as pernas e os peitos eram uma maravilha. Desde o namoro até o começo do casamento, eu comia ela a toda hora do dia, mas tudo mudou. Com o tempo, por questões da natureza, ela nunca conseguiu me dar um filho homem, mas me deu 6 filhas, todas lindas: Natália, Cecília, Mayren, Jimena, Laura e Carolina. Elas vieram de todos os tipos e cores: 2 loiras, 2 brancas, uma morena e uma ruiva. Minha esposa teve uma atrás da outra, então a diferença de idade entre elas é mínima: a mais velha tem 24 e a mais nova, 18.
Minha esposa, com a desculpa de ter tido tantas filhas, descuidou do corpo de um jeito horrível, virando uma porca (uns 115 kg para 1,69m de altura), loira e quase sempre sem se arrumar. O temperamento dela mudou, ficou amargurada, e na hora do sexo à noite, só de pensar em como as carnes dela tremiam, minha ereção sumia na velocidade da luz.
Por outro lado, minhas filhas, que estavam na adolescência, eram umas deusas do Olimpo comparadas com a mãe horrorosa. Viver com aquelas belezas e a falta de sexo me deixavam de pau duro o tempo todo, todos os dias. Até quando eu acordava de manhã, ia para a cozinha e dava de cara com uma daquelas gostosas de baby doll (como minhas filhas costumavam dormir), ficava a mil. Mas minha mente sempre vencia meu pau, e eu repetia para mim mesmo: são minhas filhas. Suas filhas, são suas filhas.
Minha filha Natália tem 24 anos, é uma morena gostosa que herdou do pai a altura, mede 1,71 m (pra ser mulher é bem alta), tem umas pernas encantadoras, firmes e longas, tão longas que eu poderia passar a noite inteira percorrendo e curtindo esses encantos que terminam numa bunda redonda que rouba olhares quando ela anda na rua e um pouco mais acima um par de melões que são dignos de serem devorados por qualquer homem que goste de admirar a beleza da mulher, ela se veste encantadora, geralmente blusas decotadas acompanhadas de minissaias.
Por ser a mais velha, quis estudar igual ao pai, direito.
Quase no fim da faculdade, me pediu pra aceitá-la no meu escritório pra ir aprendendo na prática e eu, encantado, disse que ensinaria tudo o que sei (e olha que eu tava doido pra ensinar umas coisas).
Enfim, desde o primeiro dia que foi ao meu escritório, ela ia de minissaia, como costuma se vestir, e eu, encantado, sem o perigo que representava minha esposa, me soltava vendo como ela ia e vinha de um lado pro outro pelo escritório com aquelas nádegas apetitosas que estavam me matando de prazer. Eu, por minha vez, não saía do banheiro, assim que podia, ia lá e batia uma, aliviando um pouco o tesão, pensando no quanto a bunda dela era gostosa e no delícia que devia ser chupar os peitos da minha adorável filha.
O horário de trabalho era das 8h às 15h pra minha filha, porque ela estudava à tarde, mas quando terminou os estudos, propus que trabalhasse em tempo integral pra mim, das 8h às 20h ou 21h, de segunda a sexta, e de vez em quando, nos sábados e domingos, me acompanhasse nas minhas viagens de "negócios". Em troca disso, receberia uma grana boa, então, quando falei na lata, ela respondeu:
Natália: Sim, papai, claro que sim, além de ganhar dinheiro, acho que vou aprender muito com você.
Depois de dizer isso, ela ficou pensativa e falou:
Natália: Hmmmm, mas…
Joaquim: Mas o quê, filha?
Natália: E Julião...?¿?
Julião era um moleque idiota que minha filha tinha conhecido e já tava há 2 anos e 3 meses de namoro com ele, diziam que já tava cheirando a casamento e isso me irritava pra caralho, bem diferente da minha esposa, que ficava toda feliz.
Joaquim: Olha, Naty, às vezes a gente tem que tomar as decisões que mais nos favorecem, e se for preciso largar o Julião pra pensar num futuro que promete, então...
Natalia fez uma careta com a boquinha dela, mas sem hesitar me disse:
Natalia: Tá bom, pai, você tem razão. Vou pedir pra gente não se ver mais. Homem é o que não falta...
Fiquei cheio de satisfação e pensei comigo mesmo: É claro que homem é o que não falta, minha princesinha adorada.
Naquela mesma tarde, Natalia combinou de se encontrar com o Julião na nossa casa, e eu disse que só chegaria às 9 da noite, e que a mãe dela e as irmãs iam passar a tarde toda com os avós, então ela podia conversar com ele numa boa.
O cara nunca me desceu, sempre achei ele um idiota, então tava morrendo de vontade de ver como ela ia mandar ele pastar. Sem falar nada pra minha filha, mandei ela levar uns papéis no centro da cidade, enquanto eu, por minha vez, cheguei em casa bem mais cedo do que o normal. Me vi sozinho, sendo só 2 da tarde, instalei uma câmera de vídeo na sala, escondida entre os móveis, deixei gravando e voltei na hora pro escritório, umas 3:30. Meia hora depois, minha filha chegou, se despediu de mim na hora, dizendo que tinha marcado com o Julião às 5 em casa, e foi embora.
Chegou às 5 da tarde e eu tava morrendo de vontade de saber o que tava rolando entre minha filha e aquele idiota. E o tempo foi passando devagar até dar 8 da noite, quando fui pra casa dirigindo na maior calma do mundo. Cheguei umas 8:30 e tudo tava em silêncio. Andei pela casa e não achei nada. Fui pro quarto da Natalia e lá estava minha princesa dormindo. Tava de bruços. Me aproximei dela e fiquei hipnotizado olhando aquela... pernas longas, firmes e definidas, coroadas por uma bunda redonda que a minissaia mal cobre. fiquei uns minutos perdido imaginando o que faria com uma mulher assim. quando voltei à realidade, mexi nela dizendo:
Natalia, acorda, amor, já cheguei. como foi com o Julián?
ela não respondeu, só vi uma lágrima escorrendo pela bochecha ainda úmida. levantei, saí do quarto, fui pra sala e peguei a câmera, me dirigindo ao meu escritório com a intenção de ver por mim mesmo o que tinha acontecido. tranquei a porta e rebobinei a fita até o começo, dando play.
os primeiros minutos passavam sem movimento, já que a casa estava vazia, mas depois minha filha aparecia, indo e vindo pela sala como se procurasse algo. nisso, ela saiu de cena e, quando voltou, trazia uma fotografia. pela distância da câmera e pelo ângulo, era óbvio que eu não conseguiria ver quem estava na foto. ela começou a falar bem baixinho, como se estivesse conversando com a foto. aí me veio à mente: com certeza é daquele idiota, e ela tá se preparando pra contar, como se fosse tão difícil mandar um cara daquele tipo pastar.
minha filha se levantou e começou a andar sem largar a foto e sem parar de falar com ela. nisso, ela se aproximou de onde a câmera estava, sem perceber que ela tava ali, suspirou e disse:
Natalia: se você soubesse que eu fico louca por você e que te desejo com todas as minhas forças, que há muito tempo quero que você seja meu homem e, por que não sonhar, que fosse meu marido e a gente formasse uma família… te amo tanto!
quem era o da foto? foi a primeira coisa que pensei. não pode ser o Julián. depois disso, a campainha tocou e minha filha foi abrir a porta. quando voltou, entrou em cena de mãos dadas com o Julián, que vinha implorando pra ela não largar ele. na verdade, foi isso que se seguiu pelos próximos 30 minutos, mais ou menos, então não tive outra que fazer além de colocar pra frente… Trinta minutos depois, tava na cara que o namorado dela, ou melhor, o ex-namorado, tava falando:
Julián: Tá bom, você é livre, Natalia, mas por favor, deixa eu te dar uma última vez… vai, pelos velhos tempos.
Natalia: Hmmm, tá bom, mas não quero que você me procure mais..
Julián: Juro
E aí começou o show que, de primeira, me deixou chocado e ao mesmo tempo muito excitado:
Julián tava sentado de frente num dos sofás, e Natalia, que tava sentada do lado, começou a desabotoar a calça dele, abaixando a braguilha pra deixar no ar uma pica que devia ter uns 8 cm meio dura. Rapidinho, minha filha já tava com a mão agarrada na rola que saía pelo zíper da calça do namorado (ex-namorado, perdão hehe), batendo uma punheta selvagem no mesmo ritmo que a mãozinha dela subia e descia na pica de uns 13 cm agora completamente dura. Se era uma pica pequena comparada com a minha (22 cm e bem grossa), ele tinha uns ovos grandes que a outra mão da minha filha tava amassando. Daí a pouco, minha filha já tava dando um boquete delicioso na pica dele, e dava pra ouvir até os gemidos daquele babaca junto com o barulho que a minha filha Naty fazia com a boquinha subindo e descendo naquela pica. Eu não aguentava mais, então em poucos minutos já tava com a minha pica de fora batendo uma. Era fácil perceber que minha filha já tava naquilo há um tempão, porque aquele jeito de chupar pica não era de novata; dava pra ver que ela adorava mamar pinto e que era uma das especialidades dela. Ela tava com a blusa levantada por baixo daquelas tetas enormes que se mexiam freneticamente, enquanto Julián amassava elas com as duas mãos e falava:
Julián: Naty, que tetas gostosas você tem, amor, como vou sentir falta delas, hmmm, como você chupa, safada! Se seu pai visse como a filha dele é gostosa, com certeza te mandaria embora do escritório, mas não sem antes te dar uns tapas bons na sua bunda deliciosa.
Dito isso, Naty começou a chupar. com mais vontade, o pau do Julián subia e descia rápido pra caralho de um jeito fenomenal, como se quisesse ir mais fundo, mesmo já tendo os 13 cm inteiros dentro da boquinha dela
Julián: Caralho, que foxy que tu tá!! Nunca tinha chupado assim antes, hmmmm aaaa slut, slut, tu é uma putaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh
Dizendo isso, Julián gozou tudo dentro da boca da Naty, que, por sinal, não deixou escorrer nem uma gota de porra
Julián: uau, você é surpreendente, pena que nunca deixou eu furar teu cu
Natalia: Nem sonha, sabe que o bum pra mim é sagrado, e ainda mais agora que terminamos, vou deixar você me desflorar…
Dizendo isso e já com a pica dura de novo, Julián colocou ela de quatro no sofá e, sem dizer mais nada, enfiou a vara na grutinha vaginal dela
Natalia: AAAAHhhhh que gostoso, continua assim, me dá duro, não para
Julián: Você continua apertadinha igual da primeira vez, nunca vai perder isso, que gostoso aaah
Mais de meia hora de sexo pesado na nossa sala, e eu como espectador pela câmera, vendo a puta da minha filha, que é uma velhota, trepar como a maior vagabunda…
Não aguentei mais e, sem dizer água vai nem água vem, joguei 5 jatos poderosos de porra na telinha da câmera e fui descansar, enquanto ainda ouvia os gemidos da minha filha no filme caseiro que acabava de gravar…
Adormeci uns 20 minutos depois, ouvi alguém batendo na porta do meu escritório, guardei tudo e abri a porta, e lá estava a mulher que roubava meus sonhos, a que me fazia sentir jovem de novo, a que eu mais desejava nessa vida, lá estava ela parada na minha frente com um babydoll branco bem sexy, lá estava minha filha Natália de 24 anos, e eu com a pica dura só de olhar pra ela, tentando disfarçar minha ereção, mandei ela entrar e sentar num sofá-cama que tenho lá dentro.
Joaquín: E aí, love, como foi com seu parceiro?
Natalia: Prefiro não falar sobre isso, pai
Joaquín: Como você quiser, naty Natalia: Valeu, pussy, por ser tão compreensivo e carinhoso comigo
Joaquín: pra isso que sou seu pai, filha, pra te dar amor e compreensão a vida toda
Minha filha se aproximou de mim e me deu um beijo na bochecha, sorrindo e sentando no meu colo
Natalia: Falei com a mamãe, pai, e ela disse que minhas irmãs e ela vão passar a noite na casa dos meus avós, e me encarregou de cuidar de você e te atender em tudo que precisar…
Joaquín: em tudo, Naty?
Natalia: sim, pai, em tudo. Esta noite eu sou a mulher desta casa
Não conseguia resistir, ela estava tão perto de mim, o rosto dela, os peitos, a bunda, os lábios… tava morrendo de vontade de comer ela…
Joaquín: Você pode começar a ser a mulher desta casa quando você decidir, minha vida
Naty esboçou um sorriso e me deu um beijo demorado e carinhoso, bem perto dos lábios de novo, me olhou com aquele sorriso safado e me abraçou, colando os peitos no meu corpo de um jeito delicioso
Joaquín: Bom, Naty linda, hora de dormir
Natalia: Tá bem, pai, te amo
Dizendo isso, me deu outro beijo na bochecha e foi pro quarto dela, me deixando terrivelmente excitado. Naquela noite, aliviei minha excitação gozando um montão de vezes com o vídeo caseiro da minha filha Naty, que há dias eu tento encontrar o jeito mais certo de fazer dela minha, e acho que já descobri como vou comer ela de uma vez por todas, pra acabar com essa vontade que tá me deixando louco, felizmente louco…
CONTINUA...
Quem não se lembra da história da Galinha dos Ovos de Ouro… apelido que define minha esposa, uma senhora de 37 anos. Por quê?
Vou começar me descrevendo. Meu nome é Joaquim, tenho 41 anos, 1,85m de altura e 88 kg. Mas, por causa do exercício constante que faço (gosto de fisiculturismo), sou formado em Direito e, quanto à minha profissão, posso dizer que tenho me saído muito bem: tenho um escritório grande e muitos clientes.
Minha esposa era uma mulher bonita, pode-se dizer. Na adolescência, ela tinha um corpo delicioso: a bunda, as pernas e os peitos eram uma maravilha. Desde o namoro até o começo do casamento, eu comia ela a toda hora do dia, mas tudo mudou. Com o tempo, por questões da natureza, ela nunca conseguiu me dar um filho homem, mas me deu 6 filhas, todas lindas: Natália, Cecília, Mayren, Jimena, Laura e Carolina. Elas vieram de todos os tipos e cores: 2 loiras, 2 brancas, uma morena e uma ruiva. Minha esposa teve uma atrás da outra, então a diferença de idade entre elas é mínima: a mais velha tem 24 e a mais nova, 18.
Minha esposa, com a desculpa de ter tido tantas filhas, descuidou do corpo de um jeito horrível, virando uma porca (uns 115 kg para 1,69m de altura), loira e quase sempre sem se arrumar. O temperamento dela mudou, ficou amargurada, e na hora do sexo à noite, só de pensar em como as carnes dela tremiam, minha ereção sumia na velocidade da luz.
Por outro lado, minhas filhas, que estavam na adolescência, eram umas deusas do Olimpo comparadas com a mãe horrorosa. Viver com aquelas belezas e a falta de sexo me deixavam de pau duro o tempo todo, todos os dias. Até quando eu acordava de manhã, ia para a cozinha e dava de cara com uma daquelas gostosas de baby doll (como minhas filhas costumavam dormir), ficava a mil. Mas minha mente sempre vencia meu pau, e eu repetia para mim mesmo: são minhas filhas. Suas filhas, são suas filhas.
Minha filha Natália tem 24 anos, é uma morena gostosa que herdou do pai a altura, mede 1,71 m (pra ser mulher é bem alta), tem umas pernas encantadoras, firmes e longas, tão longas que eu poderia passar a noite inteira percorrendo e curtindo esses encantos que terminam numa bunda redonda que rouba olhares quando ela anda na rua e um pouco mais acima um par de melões que são dignos de serem devorados por qualquer homem que goste de admirar a beleza da mulher, ela se veste encantadora, geralmente blusas decotadas acompanhadas de minissaias.
Por ser a mais velha, quis estudar igual ao pai, direito.
Quase no fim da faculdade, me pediu pra aceitá-la no meu escritório pra ir aprendendo na prática e eu, encantado, disse que ensinaria tudo o que sei (e olha que eu tava doido pra ensinar umas coisas).
Enfim, desde o primeiro dia que foi ao meu escritório, ela ia de minissaia, como costuma se vestir, e eu, encantado, sem o perigo que representava minha esposa, me soltava vendo como ela ia e vinha de um lado pro outro pelo escritório com aquelas nádegas apetitosas que estavam me matando de prazer. Eu, por minha vez, não saía do banheiro, assim que podia, ia lá e batia uma, aliviando um pouco o tesão, pensando no quanto a bunda dela era gostosa e no delícia que devia ser chupar os peitos da minha adorável filha.
O horário de trabalho era das 8h às 15h pra minha filha, porque ela estudava à tarde, mas quando terminou os estudos, propus que trabalhasse em tempo integral pra mim, das 8h às 20h ou 21h, de segunda a sexta, e de vez em quando, nos sábados e domingos, me acompanhasse nas minhas viagens de "negócios". Em troca disso, receberia uma grana boa, então, quando falei na lata, ela respondeu:
Natália: Sim, papai, claro que sim, além de ganhar dinheiro, acho que vou aprender muito com você.
Depois de dizer isso, ela ficou pensativa e falou:
Natália: Hmmmm, mas…
Joaquim: Mas o quê, filha?
Natália: E Julião...?¿?
Julião era um moleque idiota que minha filha tinha conhecido e já tava há 2 anos e 3 meses de namoro com ele, diziam que já tava cheirando a casamento e isso me irritava pra caralho, bem diferente da minha esposa, que ficava toda feliz.
Joaquim: Olha, Naty, às vezes a gente tem que tomar as decisões que mais nos favorecem, e se for preciso largar o Julião pra pensar num futuro que promete, então...
Natalia fez uma careta com a boquinha dela, mas sem hesitar me disse:
Natalia: Tá bom, pai, você tem razão. Vou pedir pra gente não se ver mais. Homem é o que não falta...
Fiquei cheio de satisfação e pensei comigo mesmo: É claro que homem é o que não falta, minha princesinha adorada.
Naquela mesma tarde, Natalia combinou de se encontrar com o Julião na nossa casa, e eu disse que só chegaria às 9 da noite, e que a mãe dela e as irmãs iam passar a tarde toda com os avós, então ela podia conversar com ele numa boa.
O cara nunca me desceu, sempre achei ele um idiota, então tava morrendo de vontade de ver como ela ia mandar ele pastar. Sem falar nada pra minha filha, mandei ela levar uns papéis no centro da cidade, enquanto eu, por minha vez, cheguei em casa bem mais cedo do que o normal. Me vi sozinho, sendo só 2 da tarde, instalei uma câmera de vídeo na sala, escondida entre os móveis, deixei gravando e voltei na hora pro escritório, umas 3:30. Meia hora depois, minha filha chegou, se despediu de mim na hora, dizendo que tinha marcado com o Julião às 5 em casa, e foi embora.
Chegou às 5 da tarde e eu tava morrendo de vontade de saber o que tava rolando entre minha filha e aquele idiota. E o tempo foi passando devagar até dar 8 da noite, quando fui pra casa dirigindo na maior calma do mundo. Cheguei umas 8:30 e tudo tava em silêncio. Andei pela casa e não achei nada. Fui pro quarto da Natalia e lá estava minha princesa dormindo. Tava de bruços. Me aproximei dela e fiquei hipnotizado olhando aquela... pernas longas, firmes e definidas, coroadas por uma bunda redonda que a minissaia mal cobre. fiquei uns minutos perdido imaginando o que faria com uma mulher assim. quando voltei à realidade, mexi nela dizendo:
Natalia, acorda, amor, já cheguei. como foi com o Julián?
ela não respondeu, só vi uma lágrima escorrendo pela bochecha ainda úmida. levantei, saí do quarto, fui pra sala e peguei a câmera, me dirigindo ao meu escritório com a intenção de ver por mim mesmo o que tinha acontecido. tranquei a porta e rebobinei a fita até o começo, dando play.
os primeiros minutos passavam sem movimento, já que a casa estava vazia, mas depois minha filha aparecia, indo e vindo pela sala como se procurasse algo. nisso, ela saiu de cena e, quando voltou, trazia uma fotografia. pela distância da câmera e pelo ângulo, era óbvio que eu não conseguiria ver quem estava na foto. ela começou a falar bem baixinho, como se estivesse conversando com a foto. aí me veio à mente: com certeza é daquele idiota, e ela tá se preparando pra contar, como se fosse tão difícil mandar um cara daquele tipo pastar.
minha filha se levantou e começou a andar sem largar a foto e sem parar de falar com ela. nisso, ela se aproximou de onde a câmera estava, sem perceber que ela tava ali, suspirou e disse:
Natalia: se você soubesse que eu fico louca por você e que te desejo com todas as minhas forças, que há muito tempo quero que você seja meu homem e, por que não sonhar, que fosse meu marido e a gente formasse uma família… te amo tanto!
quem era o da foto? foi a primeira coisa que pensei. não pode ser o Julián. depois disso, a campainha tocou e minha filha foi abrir a porta. quando voltou, entrou em cena de mãos dadas com o Julián, que vinha implorando pra ela não largar ele. na verdade, foi isso que se seguiu pelos próximos 30 minutos, mais ou menos, então não tive outra que fazer além de colocar pra frente… Trinta minutos depois, tava na cara que o namorado dela, ou melhor, o ex-namorado, tava falando:
Julián: Tá bom, você é livre, Natalia, mas por favor, deixa eu te dar uma última vez… vai, pelos velhos tempos.
Natalia: Hmmm, tá bom, mas não quero que você me procure mais..
Julián: Juro
E aí começou o show que, de primeira, me deixou chocado e ao mesmo tempo muito excitado:
Julián tava sentado de frente num dos sofás, e Natalia, que tava sentada do lado, começou a desabotoar a calça dele, abaixando a braguilha pra deixar no ar uma pica que devia ter uns 8 cm meio dura. Rapidinho, minha filha já tava com a mão agarrada na rola que saía pelo zíper da calça do namorado (ex-namorado, perdão hehe), batendo uma punheta selvagem no mesmo ritmo que a mãozinha dela subia e descia na pica de uns 13 cm agora completamente dura. Se era uma pica pequena comparada com a minha (22 cm e bem grossa), ele tinha uns ovos grandes que a outra mão da minha filha tava amassando. Daí a pouco, minha filha já tava dando um boquete delicioso na pica dele, e dava pra ouvir até os gemidos daquele babaca junto com o barulho que a minha filha Naty fazia com a boquinha subindo e descendo naquela pica. Eu não aguentava mais, então em poucos minutos já tava com a minha pica de fora batendo uma. Era fácil perceber que minha filha já tava naquilo há um tempão, porque aquele jeito de chupar pica não era de novata; dava pra ver que ela adorava mamar pinto e que era uma das especialidades dela. Ela tava com a blusa levantada por baixo daquelas tetas enormes que se mexiam freneticamente, enquanto Julián amassava elas com as duas mãos e falava:
Julián: Naty, que tetas gostosas você tem, amor, como vou sentir falta delas, hmmm, como você chupa, safada! Se seu pai visse como a filha dele é gostosa, com certeza te mandaria embora do escritório, mas não sem antes te dar uns tapas bons na sua bunda deliciosa.
Dito isso, Naty começou a chupar. com mais vontade, o pau do Julián subia e descia rápido pra caralho de um jeito fenomenal, como se quisesse ir mais fundo, mesmo já tendo os 13 cm inteiros dentro da boquinha dela
Julián: Caralho, que foxy que tu tá!! Nunca tinha chupado assim antes, hmmmm aaaa slut, slut, tu é uma putaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh
Dizendo isso, Julián gozou tudo dentro da boca da Naty, que, por sinal, não deixou escorrer nem uma gota de porra
Julián: uau, você é surpreendente, pena que nunca deixou eu furar teu cu
Natalia: Nem sonha, sabe que o bum pra mim é sagrado, e ainda mais agora que terminamos, vou deixar você me desflorar…
Dizendo isso e já com a pica dura de novo, Julián colocou ela de quatro no sofá e, sem dizer mais nada, enfiou a vara na grutinha vaginal dela
Natalia: AAAAHhhhh que gostoso, continua assim, me dá duro, não para
Julián: Você continua apertadinha igual da primeira vez, nunca vai perder isso, que gostoso aaah
Mais de meia hora de sexo pesado na nossa sala, e eu como espectador pela câmera, vendo a puta da minha filha, que é uma velhota, trepar como a maior vagabunda…
Não aguentei mais e, sem dizer água vai nem água vem, joguei 5 jatos poderosos de porra na telinha da câmera e fui descansar, enquanto ainda ouvia os gemidos da minha filha no filme caseiro que acabava de gravar…
Adormeci uns 20 minutos depois, ouvi alguém batendo na porta do meu escritório, guardei tudo e abri a porta, e lá estava a mulher que roubava meus sonhos, a que me fazia sentir jovem de novo, a que eu mais desejava nessa vida, lá estava ela parada na minha frente com um babydoll branco bem sexy, lá estava minha filha Natália de 24 anos, e eu com a pica dura só de olhar pra ela, tentando disfarçar minha ereção, mandei ela entrar e sentar num sofá-cama que tenho lá dentro.
Joaquín: E aí, love, como foi com seu parceiro?
Natalia: Prefiro não falar sobre isso, pai
Joaquín: Como você quiser, naty Natalia: Valeu, pussy, por ser tão compreensivo e carinhoso comigo
Joaquín: pra isso que sou seu pai, filha, pra te dar amor e compreensão a vida toda
Minha filha se aproximou de mim e me deu um beijo na bochecha, sorrindo e sentando no meu colo
Natalia: Falei com a mamãe, pai, e ela disse que minhas irmãs e ela vão passar a noite na casa dos meus avós, e me encarregou de cuidar de você e te atender em tudo que precisar…
Joaquín: em tudo, Naty?
Natalia: sim, pai, em tudo. Esta noite eu sou a mulher desta casa
Não conseguia resistir, ela estava tão perto de mim, o rosto dela, os peitos, a bunda, os lábios… tava morrendo de vontade de comer ela…
Joaquín: Você pode começar a ser a mulher desta casa quando você decidir, minha vida
Naty esboçou um sorriso e me deu um beijo demorado e carinhoso, bem perto dos lábios de novo, me olhou com aquele sorriso safado e me abraçou, colando os peitos no meu corpo de um jeito delicioso
Joaquín: Bom, Naty linda, hora de dormir
Natalia: Tá bem, pai, te amo
Dizendo isso, me deu outro beijo na bochecha e foi pro quarto dela, me deixando terrivelmente excitado. Naquela noite, aliviei minha excitação gozando um montão de vezes com o vídeo caseiro da minha filha Naty, que há dias eu tento encontrar o jeito mais certo de fazer dela minha, e acho que já descobri como vou comer ela de uma vez por todas, pra acabar com essa vontade que tá me deixando louco, felizmente louco…
CONTINUA...
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