A primeira mulher, nunca se esquece... ainda mais quando ela te confessa uma parada.
Há semanas que venho transando com minha vizinha, ela vem toda segunda, quarta e sexta pra foder comigo.
Depois que perdeu a virgindade, tanto vaginal quanto anal, ela ficou viciada, tanto que toda vez que eu meto no cu dela, ela tira a camisinha e quer sentir meu gozo dentro do cu, mesmo que quando sai da minha casa tenha que apertar a bunda pra não vazar meu leite e sujar a roupa.
Isso aconteceu numa quarta, depois de foder com minha vizinha e gozar nos peitos dela, ela tava lambendo minha pica quando o som de mensagem do WhatsApp tocou no meu celular.
- Achei que você tinha deixado no mudo.
- disse minha vizinha, meio irritada, com minha pica na boca.
- Sabe que não posso desligar completamente.
- respondi, pegando meu telefone.
Ela, meio puta, começou a chupar mais forte, como quem diz pra eu prestar atenção nela.
Não consegui nem desbloquear o telefone direito, então larguei de lado e peguei a cabeça da minha vizinha pra foder a boca dela, e em poucos minutos consegui gozar, enchendo a boca dela de porra, e eu diria que enchi mais a boca dela do que os peitos.
- Sempre tem um gostinho gostoso.
- disse ela, engolindo tudo de uma vez. Tenho que admitir que essa mina, pra idade que tem, engole bem pra caralho.
Depois de foder com ela e ela ir pra casa dela, voltei minha atenção pro telefone e fiquei muito surpreso com quem era o WhatsApp.
Era de uma vizinha mais velha que eu, que eu tinha no meu bairro antigo.
Preciso fazer um parêntese aqui e dar um resumo da minha vida naquela época.
Hoje tenho 24, naquela época eu tinha 17, ela tinha 35, e digamos que de todos os moleques do bairro, eu era o preferido dela.
Ela é casada, naquela época já tinha 10 anos de casada e sem filhos.
O marido dela, um cara trabalhador, mas que na cama deixava ela insatisfeita.
Naquela época, o corpo dela era maravilhoso, se encaixava bem na categoria de milf, era alta, um pouco cheinha mas sem ser gorda, peitos grandes e uma bunda enorme. Pernas grossas e as coxas dela eram suculentas.
Os olhos dela eram castanhos e o cabelo ficava solto até a metade das costas.
E tenho que dizer que ela foi minha primeira mulher na vida.
Ela tirou minha virgindade.
Imagina uma mulher de 35 anos tirando a virgindade do vizinho favorito dela de 17 anos, ah, e ela deixava eu gozar dentro dela toda vez que a gente transava, porque ela dizia que adorava sentir meu sêmen jovem enchendo o útero dela.
Sem enrolar muito nesse parêntese, comecei a transar com ela em junho até me mudar do bairro em fevereiro do ano seguinte, quando já tinha feito 18 anos. Me despedi dela transando a madrugada inteira e gozando dentro dela a noite toda, tanto que quando saí dela na última vez daquela noite, meu sêmen também escorreu pra fora.
Ela disse que aquela foi a melhor despedida que já teve.
Que superou a despedida de solteira dela.
Eu dei um beijo nela e fui embora da casa dela, e da vida dela.
Agora já fazem 7 anos desde a última vez que a vi e transei, e essa mensagem me fez lembrar de muitas coisas.
- Oi, meu vizinho jovem.
- dizia a mensagem, sabia que era ela porque sempre me cumprimentava assim na rua.
- Oi, minha coroa gostosa.
- respondi, já que depois de meses transando feito coelhos, coloquei esse apelido nela na cama.
- Sabe que fico feliz que você lembra do meu apelido, bebê?
-
- Como eu poderia esquecer a mulher que me fez provar sexo com o corpo dela?
-
- Vejo que você não esqueceu.
Sabe, tô feliz que você ainda tem o mesmo número de telefone ativo depois de todos esses anos.
Queria entrar em contato com você.
-
- Aconteceu alguma coisa estranha? - perguntei curioso.
- Não, só queria saber como tá meu homenzinho e queria conversar com você.
Pode hoje? - com um pouco de dúvida, falei que sim e combinamos de nos ver num shopping.
Sem perder muito tempo, me arrumei e me preparei pra vê-la.
Tava curioso pra ver no que ela tinha mudado, já que A foto do WhatsApp era uma igreja.
Será que ela virou freira? Ou religiosa?
Eu tava sentado num banco do shopping onde a gente marcou de se encontrar, tirava o celular do bolso toda hora, inquieto, me sentia igual da primeira vez que perdi a virgindade com ela, nervoso.
Depois de alguns minutos, ouço uma voz nas minhas costas.
- Oi, vizinho.
- Eu soube que era ela.
Levantei pra ver ela e puta merda, ela mudou um pouco, veio com um vestido colado no corpo, os peitos e o quadril tão maiores, mas dessa vez tem uma barriguinha, acho que 7 anos não passam em vão.
Além disso, o cabelo dela agora tava mais comprido, quase batendo na cintura.
Ela sorria com a mesma alegria de antes.
- Oi, vizinha.
- respondi educadamente, dando um beijo na mão direita dela.
- Nossa, olha só que cavalheiro você se tornou.
- ela disse com um jeito gracioso.
- Tamo em extinção.
- falei brincando, e ela riu de um jeito delicado.
Depois do cumprimento formal, fomos a uma barraca de café e começamos a conversar.
- Durante esses anos, sempre quis falar com você, saber o que foi da sua vida depois que você se mudou de casa.
Mas eu tava meio com vergonha, tipo, do que a gente ia falar, dos nossos encontros sexuais.
Talvez.
- ela disse meio nervosa.
- Acho que esses encontros nos deixaram mais próximos naquela época, tipo, eu passava mais tempo na sua casa do que na minha.
-
- Você fazia por mim o que meu marido não conseguia.
E sabe por que eu queria te ver?
-
- Mmmm, sentiu minha falta?
-
- Em parte sim, mas queria te contar uma coisa pessoalmente.
- nessa hora, ela baixou um pouco a cabeça.
- Aconteceu alguma coisa?
- perguntei.
- É algo complicado, mas quero que você saiba disso.
-
- O quê?
-
- Lembra da nossa despedida?
-
- Claro que lembro, você me deixou com as bolas secas naquela noite.
-
- Depois daquela noite, comecei a me sentir mal.
Tive sintomas que nunca tinha sentido antes, tontura, vômito, fraqueza, até que resolvi fazer um teste de gravidez e deu positivo.
- Espera.
Tá me dizendo que eu te engravidei naquela noite?
-
- Isso mesmo.
Eu tava entre feliz e meio preocupada porque não sabia como meu marido ia reagir, mas só falei que tava grávida e ele ficou feliz.
Talvez porque ele pensou que com a pouca transa que a gente tinha, ele tinha conseguido me engravidar.
Então tive uma gravidez normal, com meu marido feliz porque ia ser pai, mas eu meio preocupada porque a criança podia puxar mais a você do que a ele.
-
- E aí, você deu à luz?
-
- Sim, uma menina linda, chama Tatiana, tem 6 anos agora e felizmente puxou mais a mim.
- Ela disse isso enquanto me mostrava no celular uma foto da Tatiana, que realmente parecia mais com ela, mas tinha meu tom de pele e meu tipo de cabelo, mas por sorte esses traços também são parecidos com os do marido dela.
- Ela é minha filha.
-
- É um amor, sabe.
É adorável e tem umas coisas na personalidade que me lembraram você.
Sabe, eu queria ter tido você do meu lado quando a tive, ela é tão fofa.
-
- Vejo que você tá feliz.
-
- Sabe, meu maior sonho era ser mãe. Naquela época eu tinha 35 anos e meu maior inimigo era o tempo e a menopausa. Agora já tenho ela e acabei de fazer 42 anos.
-
- Agora você se encaixa na categoria de milf, porque agora é mãe.
-
- Ah, cala a boca, sabia que você ia falar isso.
-
- Sabe, não sei o que dizer.
-
- Não pensa em nada. Melhor, me segue.
- Nesse momento ela levantou da mesa e eu segui ela. Ela andou, andou até chegar no estacionamento do shopping e me meteu no carro dela, e a gente foi embora.
- Também queria te ver pra relembrar os velhos tempos.
- Nesse momento, enquanto dirigia, ela tirou minha rola da calça e da cueca com uma rapidez que até me surpreendeu.
- A Tatiana tá com meu marido, então a casa tá vazia.
- Ela me disse isso enquanto minha rola ganhava forma na mão dela.
Durante todo o caminho, ela foi me masturbando. Ela enfiou o carro dentro de casa e ali mesmo, no carro, depois de desligar, começou a... chupar minha pica.
Só consegui soltar um suspiro ao lembrar das chupadas que ela me dava há 7 anos.
- Mmmm, sua pica tem gosto de sabão.
- ela me disse.
- É, acabei de tomar banho.
-
- Cê comeu sua namorada?
-
- Eu diria que mais uma fodedora, ela ainda é menor de idade.
-
- Mmm, safado, cê gosta de novinhas agora.
- nesse momento ela tirou os peitos do vestido e do sutiã, deixando-os livres, saiu do banco do motorista pra abrir a porta do passageiro, se ajoelhou e colocou os peitos envolvendo minha pica com eles.
- Se eu só gostasse de novinhas, não estaria com a pica dura assim por você.
- respondi enquanto massageava os bicos dela.
- Mmm, espero que tenha deixado um pouco de sêmen dentro, quero dar um irmãozinho pra Tatiana.
- nisso ela cuspiu na minha cabeça e começou a rodar a língua em volta dela.
Isso tava me deixando louco, tanto que de repente saí do carro, fazendo ela cair de costas no chão, e antes que ela se levantasse, me coloquei por cima dela e enfiei meu pau de novo entre os peitos dela e comecei a me mexer como quando eu comia ela, ou a minha vizinha.
- AH SIM! - ela disse quando viu minha cabeça aparecendo e sumindo entre os peitos dela.
Eu tava feliz naquele momento até sentir que ia gozar.
Ela percebeu e me parou de repente enquanto se levantava e tirava a calcinha.
Nesse momento, ela se deitou no capô do carro dela, e eu, nem lento nem preguiçoso, me coloquei atrás dela e rapidamente, sem piedade, a penetrei.
Ouviu-se um gemido alto saindo da boca dela, acompanhado pelo som das minhas estocadas na buceta dela, que tava mais que molhada, parecia mais molhada do que naqueles dias de 7 anos atrás.
Graças ao cabelo dela ser mais comprido, eu podia puxá-lo com uma mão enquanto a outra apertava e brincava com os bicos dela, e trocava essa mão entre dar tapas na bunda ou beliscar o clitóris dela, o que fazia ela ficar mais molhada e minhas estocadas ficarem mais selvagens.
Depois de uns minutos, deitei ela completamente no capô dela e ela Me abracei com as pernas dela em volta da minha cintura enquanto continuava metendo forte, o cara já tava escorrendo os fluidos dela enquanto dava pra ouvir o som da buceta molhada dela e os amortecedores do carro.
Minhas mãos estavam ocupadas nos peitos dela enquanto eu continuava com os movimentos de quadril, cada vez mais violentos.
- Ah, sim! Lembro dessa sensação! O que é isso? Tesão? - ela disse, enquanto via a saliva escorrendo da boca dela, talvez não tivesse transado tão gostoso desde que me despedi dela, desde que engravidei ela da Tatiana, e na hora que lembrei da minha filha comecei a meter mais forte porque só de imaginar como ela tava gostosa grávida, tenho um fetiche por mulheres grávidas e ao imaginá-la grávida, digamos que perdi a cabeça tanto que senti que tava gozando dentro dela como antes, parece que minha vizinha ainda deixou leite nos meus testículos afinal.
Mesmo depois de gozar, continuei me mexendo por mais alguns minutos até sentir a próxima gozada.
Ela caiu exausta, e quando eu saí de dentro dela, a buceta dela ficou cheia do meu leite também, nem com a Carmen eu enchia tanto o cu dela de porra.
Passaram alguns minutos e eu só ouvia a respiração ofegante dela e via como as mãos dela brincavam com o leite que escorria, ela pegava e tentava colocar de volta ou lamber dos dedos.
- Quero que seja menino dessa vez.
- disse ela, me olhando dos pés à cabeça ainda com tesão.
- Vou chamar um taxi pra buscar você.
Se eu não engravidar, te chamo pra você vir trabalhar em mim de novo - ela disse, me dando um beijo na boca que me deixou sem ar e depois se ajoelhou pra limpar meu pau e colocar de volta na cueca e na calça.
Passaram alguns minutos e o taxi chegou, e enquanto a gente ia pela rua, vi o carro do marido dela com a Tatiana no banco de trás, acho que meu instinto paternal falou mais alto porque senti uma beleza em ver minha filha, pena que não posso dizer que é minha filha, pelo menos não por enquanto.
Quando cheguei em Em casa, senti que da casa da minha vizinha Carmen estavam me olhando. Com certeza ela deve estar se perguntando onde eu estava ou será que tá me ciumando? Quem sabe. Só entrei em casa, tirei a roupa e tomei uma xícara de café vendo o jornal.
Depois que perdeu a virgindade, tanto vaginal quanto anal, ela ficou viciada, tanto que toda vez que eu meto no cu dela, ela tira a camisinha e quer sentir meu gozo dentro do cu, mesmo que quando sai da minha casa tenha que apertar a bunda pra não vazar meu leite e sujar a roupa.
Isso aconteceu numa quarta, depois de foder com minha vizinha e gozar nos peitos dela, ela tava lambendo minha pica quando o som de mensagem do WhatsApp tocou no meu celular.
- Achei que você tinha deixado no mudo.
- disse minha vizinha, meio irritada, com minha pica na boca.
- Sabe que não posso desligar completamente.
- respondi, pegando meu telefone.
Ela, meio puta, começou a chupar mais forte, como quem diz pra eu prestar atenção nela.
Não consegui nem desbloquear o telefone direito, então larguei de lado e peguei a cabeça da minha vizinha pra foder a boca dela, e em poucos minutos consegui gozar, enchendo a boca dela de porra, e eu diria que enchi mais a boca dela do que os peitos.
- Sempre tem um gostinho gostoso.
- disse ela, engolindo tudo de uma vez. Tenho que admitir que essa mina, pra idade que tem, engole bem pra caralho.
Depois de foder com ela e ela ir pra casa dela, voltei minha atenção pro telefone e fiquei muito surpreso com quem era o WhatsApp.
Era de uma vizinha mais velha que eu, que eu tinha no meu bairro antigo.
Preciso fazer um parêntese aqui e dar um resumo da minha vida naquela época.
Hoje tenho 24, naquela época eu tinha 17, ela tinha 35, e digamos que de todos os moleques do bairro, eu era o preferido dela.
Ela é casada, naquela época já tinha 10 anos de casada e sem filhos.
O marido dela, um cara trabalhador, mas que na cama deixava ela insatisfeita.
Naquela época, o corpo dela era maravilhoso, se encaixava bem na categoria de milf, era alta, um pouco cheinha mas sem ser gorda, peitos grandes e uma bunda enorme. Pernas grossas e as coxas dela eram suculentas.
Os olhos dela eram castanhos e o cabelo ficava solto até a metade das costas.
E tenho que dizer que ela foi minha primeira mulher na vida.
Ela tirou minha virgindade.
Imagina uma mulher de 35 anos tirando a virgindade do vizinho favorito dela de 17 anos, ah, e ela deixava eu gozar dentro dela toda vez que a gente transava, porque ela dizia que adorava sentir meu sêmen jovem enchendo o útero dela.
Sem enrolar muito nesse parêntese, comecei a transar com ela em junho até me mudar do bairro em fevereiro do ano seguinte, quando já tinha feito 18 anos. Me despedi dela transando a madrugada inteira e gozando dentro dela a noite toda, tanto que quando saí dela na última vez daquela noite, meu sêmen também escorreu pra fora.
Ela disse que aquela foi a melhor despedida que já teve.
Que superou a despedida de solteira dela.
Eu dei um beijo nela e fui embora da casa dela, e da vida dela.
Agora já fazem 7 anos desde a última vez que a vi e transei, e essa mensagem me fez lembrar de muitas coisas.
- Oi, meu vizinho jovem.
- dizia a mensagem, sabia que era ela porque sempre me cumprimentava assim na rua.
- Oi, minha coroa gostosa.
- respondi, já que depois de meses transando feito coelhos, coloquei esse apelido nela na cama.
- Sabe que fico feliz que você lembra do meu apelido, bebê?
-
- Como eu poderia esquecer a mulher que me fez provar sexo com o corpo dela?
-
- Vejo que você não esqueceu.
Sabe, tô feliz que você ainda tem o mesmo número de telefone ativo depois de todos esses anos.
Queria entrar em contato com você.
-
- Aconteceu alguma coisa estranha? - perguntei curioso.
- Não, só queria saber como tá meu homenzinho e queria conversar com você.
Pode hoje? - com um pouco de dúvida, falei que sim e combinamos de nos ver num shopping.
Sem perder muito tempo, me arrumei e me preparei pra vê-la.
Tava curioso pra ver no que ela tinha mudado, já que A foto do WhatsApp era uma igreja.
Será que ela virou freira? Ou religiosa?
Eu tava sentado num banco do shopping onde a gente marcou de se encontrar, tirava o celular do bolso toda hora, inquieto, me sentia igual da primeira vez que perdi a virgindade com ela, nervoso.
Depois de alguns minutos, ouço uma voz nas minhas costas.
- Oi, vizinho.
- Eu soube que era ela.
Levantei pra ver ela e puta merda, ela mudou um pouco, veio com um vestido colado no corpo, os peitos e o quadril tão maiores, mas dessa vez tem uma barriguinha, acho que 7 anos não passam em vão.
Além disso, o cabelo dela agora tava mais comprido, quase batendo na cintura.
Ela sorria com a mesma alegria de antes.
- Oi, vizinha.
- respondi educadamente, dando um beijo na mão direita dela.
- Nossa, olha só que cavalheiro você se tornou.
- ela disse com um jeito gracioso.
- Tamo em extinção.
- falei brincando, e ela riu de um jeito delicado.
Depois do cumprimento formal, fomos a uma barraca de café e começamos a conversar.
- Durante esses anos, sempre quis falar com você, saber o que foi da sua vida depois que você se mudou de casa.
Mas eu tava meio com vergonha, tipo, do que a gente ia falar, dos nossos encontros sexuais.
Talvez.
- ela disse meio nervosa.
- Acho que esses encontros nos deixaram mais próximos naquela época, tipo, eu passava mais tempo na sua casa do que na minha.
-
- Você fazia por mim o que meu marido não conseguia.
E sabe por que eu queria te ver?
-
- Mmmm, sentiu minha falta?
-
- Em parte sim, mas queria te contar uma coisa pessoalmente.
- nessa hora, ela baixou um pouco a cabeça.
- Aconteceu alguma coisa?
- perguntei.
- É algo complicado, mas quero que você saiba disso.
-
- O quê?
-
- Lembra da nossa despedida?
-
- Claro que lembro, você me deixou com as bolas secas naquela noite.
-
- Depois daquela noite, comecei a me sentir mal.
Tive sintomas que nunca tinha sentido antes, tontura, vômito, fraqueza, até que resolvi fazer um teste de gravidez e deu positivo.
- Espera.
Tá me dizendo que eu te engravidei naquela noite?
-
- Isso mesmo.
Eu tava entre feliz e meio preocupada porque não sabia como meu marido ia reagir, mas só falei que tava grávida e ele ficou feliz.
Talvez porque ele pensou que com a pouca transa que a gente tinha, ele tinha conseguido me engravidar.
Então tive uma gravidez normal, com meu marido feliz porque ia ser pai, mas eu meio preocupada porque a criança podia puxar mais a você do que a ele.
-
- E aí, você deu à luz?
-
- Sim, uma menina linda, chama Tatiana, tem 6 anos agora e felizmente puxou mais a mim.
- Ela disse isso enquanto me mostrava no celular uma foto da Tatiana, que realmente parecia mais com ela, mas tinha meu tom de pele e meu tipo de cabelo, mas por sorte esses traços também são parecidos com os do marido dela.
- Ela é minha filha.
-
- É um amor, sabe.
É adorável e tem umas coisas na personalidade que me lembraram você.
Sabe, eu queria ter tido você do meu lado quando a tive, ela é tão fofa.
-
- Vejo que você tá feliz.
-
- Sabe, meu maior sonho era ser mãe. Naquela época eu tinha 35 anos e meu maior inimigo era o tempo e a menopausa. Agora já tenho ela e acabei de fazer 42 anos.
-
- Agora você se encaixa na categoria de milf, porque agora é mãe.
-
- Ah, cala a boca, sabia que você ia falar isso.
-
- Sabe, não sei o que dizer.
-
- Não pensa em nada. Melhor, me segue.
- Nesse momento ela levantou da mesa e eu segui ela. Ela andou, andou até chegar no estacionamento do shopping e me meteu no carro dela, e a gente foi embora.
- Também queria te ver pra relembrar os velhos tempos.
- Nesse momento, enquanto dirigia, ela tirou minha rola da calça e da cueca com uma rapidez que até me surpreendeu.
- A Tatiana tá com meu marido, então a casa tá vazia.
- Ela me disse isso enquanto minha rola ganhava forma na mão dela.
Durante todo o caminho, ela foi me masturbando. Ela enfiou o carro dentro de casa e ali mesmo, no carro, depois de desligar, começou a... chupar minha pica.
Só consegui soltar um suspiro ao lembrar das chupadas que ela me dava há 7 anos.
- Mmmm, sua pica tem gosto de sabão.
- ela me disse.
- É, acabei de tomar banho.
-
- Cê comeu sua namorada?
-
- Eu diria que mais uma fodedora, ela ainda é menor de idade.
-
- Mmm, safado, cê gosta de novinhas agora.
- nesse momento ela tirou os peitos do vestido e do sutiã, deixando-os livres, saiu do banco do motorista pra abrir a porta do passageiro, se ajoelhou e colocou os peitos envolvendo minha pica com eles.
- Se eu só gostasse de novinhas, não estaria com a pica dura assim por você.
- respondi enquanto massageava os bicos dela.
- Mmm, espero que tenha deixado um pouco de sêmen dentro, quero dar um irmãozinho pra Tatiana.
- nisso ela cuspiu na minha cabeça e começou a rodar a língua em volta dela.
Isso tava me deixando louco, tanto que de repente saí do carro, fazendo ela cair de costas no chão, e antes que ela se levantasse, me coloquei por cima dela e enfiei meu pau de novo entre os peitos dela e comecei a me mexer como quando eu comia ela, ou a minha vizinha.
- AH SIM! - ela disse quando viu minha cabeça aparecendo e sumindo entre os peitos dela.
Eu tava feliz naquele momento até sentir que ia gozar.
Ela percebeu e me parou de repente enquanto se levantava e tirava a calcinha.
Nesse momento, ela se deitou no capô do carro dela, e eu, nem lento nem preguiçoso, me coloquei atrás dela e rapidamente, sem piedade, a penetrei.
Ouviu-se um gemido alto saindo da boca dela, acompanhado pelo som das minhas estocadas na buceta dela, que tava mais que molhada, parecia mais molhada do que naqueles dias de 7 anos atrás.
Graças ao cabelo dela ser mais comprido, eu podia puxá-lo com uma mão enquanto a outra apertava e brincava com os bicos dela, e trocava essa mão entre dar tapas na bunda ou beliscar o clitóris dela, o que fazia ela ficar mais molhada e minhas estocadas ficarem mais selvagens.
Depois de uns minutos, deitei ela completamente no capô dela e ela Me abracei com as pernas dela em volta da minha cintura enquanto continuava metendo forte, o cara já tava escorrendo os fluidos dela enquanto dava pra ouvir o som da buceta molhada dela e os amortecedores do carro.
Minhas mãos estavam ocupadas nos peitos dela enquanto eu continuava com os movimentos de quadril, cada vez mais violentos.
- Ah, sim! Lembro dessa sensação! O que é isso? Tesão? - ela disse, enquanto via a saliva escorrendo da boca dela, talvez não tivesse transado tão gostoso desde que me despedi dela, desde que engravidei ela da Tatiana, e na hora que lembrei da minha filha comecei a meter mais forte porque só de imaginar como ela tava gostosa grávida, tenho um fetiche por mulheres grávidas e ao imaginá-la grávida, digamos que perdi a cabeça tanto que senti que tava gozando dentro dela como antes, parece que minha vizinha ainda deixou leite nos meus testículos afinal.
Mesmo depois de gozar, continuei me mexendo por mais alguns minutos até sentir a próxima gozada.
Ela caiu exausta, e quando eu saí de dentro dela, a buceta dela ficou cheia do meu leite também, nem com a Carmen eu enchia tanto o cu dela de porra.
Passaram alguns minutos e eu só ouvia a respiração ofegante dela e via como as mãos dela brincavam com o leite que escorria, ela pegava e tentava colocar de volta ou lamber dos dedos.
- Quero que seja menino dessa vez.
- disse ela, me olhando dos pés à cabeça ainda com tesão.
- Vou chamar um taxi pra buscar você.
Se eu não engravidar, te chamo pra você vir trabalhar em mim de novo - ela disse, me dando um beijo na boca que me deixou sem ar e depois se ajoelhou pra limpar meu pau e colocar de volta na cueca e na calça.
Passaram alguns minutos e o taxi chegou, e enquanto a gente ia pela rua, vi o carro do marido dela com a Tatiana no banco de trás, acho que meu instinto paternal falou mais alto porque senti uma beleza em ver minha filha, pena que não posso dizer que é minha filha, pelo menos não por enquanto.
Quando cheguei em Em casa, senti que da casa da minha vizinha Carmen estavam me olhando. Com certeza ela deve estar se perguntando onde eu estava ou será que tá me ciumando? Quem sabe. Só entrei em casa, tirei a roupa e tomei uma xícara de café vendo o jornal.
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