Para ler o primeiro capítulo dessa série de contos, favor se ligar no primeiro capítulo:http://www.poringa.net/posts/relatos/2909467/Cap-1-Rosemary-y-yo---La-metamorfosis.html
Rosemary e eu: Extorsão Sexual
Já se passaram vários dias desde o encontro que a gente teve, eu, a Rosemary e o Sebastião. Na escola, a gente tava quase entrando nas provas antes do recesso do semestre, e eu vivia ocupada estudando e apresentando tudo o que os professores inventavam.
De todas as aulas, as que eu menos gostava eram educação física e contabilidade, porque nessas aulas eu tinha que ficar mais tempo na escola, à tarde, e até nos sábados.
A única coisa boa da aula de educação física era que naquele ano tinham trocado de professor, e chegou um novo. Bem jovem, uns 21 anos, alto, muito atlético. Já falei que ele também era gostoso? Bom, sim, ele é muito gostoso, com uma barba curta e uma bunda que era a perfeição. O nome dele: Adrián Soler.
Por que é que eu tô falando isso de repente? Porque o que ia rolar em seguida ia envolver ele com a gente.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Rosemary e eu estávamos dando uma revisada de última hora antes da prova final de sexta-feira. Já ia começar aquele recesso que a gente tanto queria pra poder se divertir sem o estresse da escola.
A gente decidiu dar um passeio enquanto lia as linhas do resumo em voz alta. Andando e andando, chegamos nas últimas instalações da escola, que era a quadra de basquete. A gente tava caminhando por ali quando encontrou um pendrive de 256mb. Naquela época, os armazenamentos eram bem mais reduzidos comparados com os de hoje. A gente pegou e viu que não tinha nome. Então, como boas cristãs, pegamos ele e morríamos de curiosidade pra saber o que tinha lá dentro.
O sinal toca para a última prova...
Em questão de 50 minutos já tínhamos terminado a prova. Foi relativamente fácil. Dediquei os últimos 20 minutos revisando a ortografia e lia as respostas várias vezes, me certificando de que tudo estivesse nos conformes.
Nos encontramos na saída com a Rosemary, e combinamos de ir almoçar na casa dela. Liguei de um orelhão pra minha mãe e avisei que ia almoçar e passar a tarde na casa da Rosemary. Seja lá o que estivesse naquele pendrive, a gente ia ver ao mesmo tempo.
Depois do almoço, a gente vai pro quarto...
Estando no quarto, a primeira coisa que fizemos foi nos beijar, como se durante todo esse tempo a gente tivesse morrendo de vontade, mas não conseguisse por causa de um monte de circunstâncias. A gente se beijou como se não houvesse amanhã. Não éramos namoradas, mas amávamos nos beijar — desde a primeira vez que fizemos isso, virou nossa atividade favorita. Finalmente, separamos nossos lábios e ligamos o computador.
Rosemary: Alanis, cê imagina se a gente achar umas fotos íntimas de alguém conhecido?
Eu: Sinceramente, é isso que eu quero que a gente encontre juntos kkkkk...
Rosemary: Pois é, eu também.
Finalmente o computador termina de carregar, conectamos o pendrive. Analisamos com o antivírus. Tudo certo. Depois entramos e encontramos 2 pastas: "Atletismo" e "Basquete". Que decepção, pensei...
Aí lembrei daquele professor de educação física. Se alguém ia ter um pendrive com esse tipo de conteúdo, era ele! Bom, só podia ser ele!
De curiosas, a gente começou a fuçar nas pastas. De repente lembrei que tem documentos que podem ficar escondidos, aí ativei a opção de ver arquivos ocultos eProntinho...apareceu uma terceira pasta: "Universidade Pedagógica
Meu coração começou a bater cada vez mais rápido. Entrei na pasta na hora e, exatamente como imaginei, tinha fotos e, pelo visto, uns vídeos também.
Clico na primeira foto e, de fato: Era o professor Adrián Soler, de educação física. Era ele vestindo roupa esportiva, mas meus olhos grudaram bem na região da virilha, por algum motivo tava parecendo bem volumoso.
Eu: Rosemary, sou eu e minha mente suja, mas é verdade que dá pra ver o volume?
Rosemary: Sim, Alanis, a verdade é que é bem na cara.
Eu: Sim, o que acontece é que a mente no meu estado pode pregar peças sujas.
Rosemary: Vamos continuar vendo, clica na próxima.
Na foto seguinte tava confirmado mesmo, o professor Adrián aparecia pelado, pude ver o corpo dele quase em detalhes, dava pra ver os músculos da barriga bem definidos. E a pica dele, bom, na hora lembrei do Sebastião. A pica do professor era maior, cheia de veias saltadas, e a cabeça dava vontade de chupar pra sempre. A pica dele era muito mais bonita, sem comparação.
Eu: Olha essa pica, que gostosa.
Rosemary: Sim, ai não! Que delícia que tá!
Eu: Pois é, imagina? Que gostoso seria...!
Rosemary: Sim, mas não podemos.
Eu: (com resignação) Cê tem razão, a gente não pode. Por enquanto...
Rosemary: O que você vai fazer? Não vai fazer uma loucura, porque na pior das hipóteses, a gente vai ser expulsa as duas.
Eu: Só vou devolver o pendrive dela. É o que uma boa aluna cristã dessa instituição faria. – mas alguém vai ter que pagar um preço alto… – pensei. Mas beleza, vamos pra próxima foto.
A foto seguinte era só da buceta dela, mesmo que a resolução das fotos naquela época fosse bem inferior às de hoje, dava pra ver com certa nitidez todos os detalhes daquela boceta, uma boceta que eu tava cada vez mais louco pra sentir dentro de mim.
Rosemary: Sua pika faz a do Sebastião parecer o pau de uma criatura subdesenvolvida.
Eu: É isso aí…
A foto seguinte era de novo o pau dele, depois de gozar, coberto de porra grossa.
Rosemary: Melhor a gente ficar com o pendrive, né?
Eu: Não, a gente tem que devolver. O bom de ter esse pendrive nas nossas mãos é que podemos devolver ele, pelo preço certo. Tá ligada? Eu tô falando pra gente encarar o professor e dizer que, se ele quiser de volta, vai ter que pagar um preço por isso. Mas claro, a gente vai ter que ficar com uma cópia pra gente, caso a coisa fique feia.
Rosemary: Tu é doida da cabeça…
Eu: Não sei, só sei que quero chupar essa pica a qualquer custo.
Batem na porta, é a mãe da Rosemary avisando que o almoço tá pronto.
O resto da tarde transcorre normal, uns beijos aqui e ali enquanto assistíamos nossas séries de anime favoritas. E bom, um beijo levou a outro, e depois a mais um, e assim por diante...
Eu: Ros, já te chuparam a buceta?Rosemary: Não, nada a ver. Por quê? Quer ser a primeira a fazer isso em mim?
Nem respondi, fiquei paralisada. Sinceramente, não esperava uma proposta vindo diretamente da boca dele, daquela boca, daqueles lábios..
Quando finalmente consegui reagir, sugeri timidamente que ela se sentasse na cama. Comecei a tirar o jeans dela, precisei da ajuda dela porque estava meio apertado. Depois, me vi bem na frente da calcinha. Fui tirando até meus lábios encontrarem os dela, mas dessa vez eram os lábios da buceta dela.
A buceta dela era tipo um pasto de tanto pelo pubiano, bem grosso mas cortado na régua.
Já tinha umidade suficiente na buceta dela, então comecei com umas lambidas leves, e me ajudei com os dedos pra estimular o clitóris dela.
Então, com toda a minha falta de jeito, tentei comer aquela buceta, chupava o clitóris dela, lambia sem parar. Será que eu tava mandando bem? Não sei. Mas os gemidos baixinhos dela (por causa da vergonha que a gente tava sentindo) me diziam que eu tava indo bem naquela lambida.
À medida que as costas dela se arqueavam de prazer, eu fui me animando cada vez mais, a ponto de não me segurar e comecei a enfiar meus dedos na buceta dela, o que notei que teve uma boa reação, já que a respiração dela ficava cada vez mais ofegante.
Alternava entre lambidas, carícias no clitóris dela com meus dedos e/ou língua, introdução de dedos e/ou língua no buraquinho vaginal dela. Depois de ter cada ingrediente no lugar e fazer o procedimento certinho, o resultado inevitável logo ia rolar: Rosemary, depois de tanta ação, chegou ao êxtase. E amei ter feito parte do elenco principal.
Depois de gozar, a Rosemary toma um banho rápido. Nisso, recebo uma ligação do meu pai, avisando que tava chegando. Quando ela finalmente sai do banho, só me resta dar tchau.
Eu: Então Rosemary, meu pai acabou de me ligar agora, ele já vem a três quarteirões da sua casa. Preciso ir, só nos resta aproveitar essas duas semanas de recesso pra pensar direitinho sobreaquilo.–Me referindo às fotos do professor Adrián–
Rosemary: Isso mesmo, Alanis, a gente se fala depois por videochamada do Messenger. Só não vai me encher de zumbido que nem da última vez, que não me deixava fazer nada… hahaha!
Eu: Kkkk, se comporta mal e vai me ter com dois mil zumbidos dessa vez!
Rosemary e eu: Extorsão Sexual
Já se passaram vários dias desde o encontro que a gente teve, eu, a Rosemary e o Sebastião. Na escola, a gente tava quase entrando nas provas antes do recesso do semestre, e eu vivia ocupada estudando e apresentando tudo o que os professores inventavam.
De todas as aulas, as que eu menos gostava eram educação física e contabilidade, porque nessas aulas eu tinha que ficar mais tempo na escola, à tarde, e até nos sábados.
A única coisa boa da aula de educação física era que naquele ano tinham trocado de professor, e chegou um novo. Bem jovem, uns 21 anos, alto, muito atlético. Já falei que ele também era gostoso? Bom, sim, ele é muito gostoso, com uma barba curta e uma bunda que era a perfeição. O nome dele: Adrián Soler.
Por que é que eu tô falando isso de repente? Porque o que ia rolar em seguida ia envolver ele com a gente.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Rosemary e eu estávamos dando uma revisada de última hora antes da prova final de sexta-feira. Já ia começar aquele recesso que a gente tanto queria pra poder se divertir sem o estresse da escola.
A gente decidiu dar um passeio enquanto lia as linhas do resumo em voz alta. Andando e andando, chegamos nas últimas instalações da escola, que era a quadra de basquete. A gente tava caminhando por ali quando encontrou um pendrive de 256mb. Naquela época, os armazenamentos eram bem mais reduzidos comparados com os de hoje. A gente pegou e viu que não tinha nome. Então, como boas cristãs, pegamos ele e morríamos de curiosidade pra saber o que tinha lá dentro.
O sinal toca para a última prova...
Em questão de 50 minutos já tínhamos terminado a prova. Foi relativamente fácil. Dediquei os últimos 20 minutos revisando a ortografia e lia as respostas várias vezes, me certificando de que tudo estivesse nos conformes.
Nos encontramos na saída com a Rosemary, e combinamos de ir almoçar na casa dela. Liguei de um orelhão pra minha mãe e avisei que ia almoçar e passar a tarde na casa da Rosemary. Seja lá o que estivesse naquele pendrive, a gente ia ver ao mesmo tempo.
Depois do almoço, a gente vai pro quarto...
Estando no quarto, a primeira coisa que fizemos foi nos beijar, como se durante todo esse tempo a gente tivesse morrendo de vontade, mas não conseguisse por causa de um monte de circunstâncias. A gente se beijou como se não houvesse amanhã. Não éramos namoradas, mas amávamos nos beijar — desde a primeira vez que fizemos isso, virou nossa atividade favorita. Finalmente, separamos nossos lábios e ligamos o computador.
Rosemary: Alanis, cê imagina se a gente achar umas fotos íntimas de alguém conhecido?
Eu: Sinceramente, é isso que eu quero que a gente encontre juntos kkkkk...
Rosemary: Pois é, eu também.
Finalmente o computador termina de carregar, conectamos o pendrive. Analisamos com o antivírus. Tudo certo. Depois entramos e encontramos 2 pastas: "Atletismo" e "Basquete". Que decepção, pensei...
Aí lembrei daquele professor de educação física. Se alguém ia ter um pendrive com esse tipo de conteúdo, era ele! Bom, só podia ser ele!
De curiosas, a gente começou a fuçar nas pastas. De repente lembrei que tem documentos que podem ficar escondidos, aí ativei a opção de ver arquivos ocultos eProntinho...apareceu uma terceira pasta: "Universidade Pedagógica
Meu coração começou a bater cada vez mais rápido. Entrei na pasta na hora e, exatamente como imaginei, tinha fotos e, pelo visto, uns vídeos também.
Clico na primeira foto e, de fato: Era o professor Adrián Soler, de educação física. Era ele vestindo roupa esportiva, mas meus olhos grudaram bem na região da virilha, por algum motivo tava parecendo bem volumoso.
Eu: Rosemary, sou eu e minha mente suja, mas é verdade que dá pra ver o volume?
Rosemary: Sim, Alanis, a verdade é que é bem na cara.
Eu: Sim, o que acontece é que a mente no meu estado pode pregar peças sujas.
Rosemary: Vamos continuar vendo, clica na próxima.
Na foto seguinte tava confirmado mesmo, o professor Adrián aparecia pelado, pude ver o corpo dele quase em detalhes, dava pra ver os músculos da barriga bem definidos. E a pica dele, bom, na hora lembrei do Sebastião. A pica do professor era maior, cheia de veias saltadas, e a cabeça dava vontade de chupar pra sempre. A pica dele era muito mais bonita, sem comparação.
Eu: Olha essa pica, que gostosa.
Rosemary: Sim, ai não! Que delícia que tá!
Eu: Pois é, imagina? Que gostoso seria...!
Rosemary: Sim, mas não podemos.
Eu: (com resignação) Cê tem razão, a gente não pode. Por enquanto...
Rosemary: O que você vai fazer? Não vai fazer uma loucura, porque na pior das hipóteses, a gente vai ser expulsa as duas.
Eu: Só vou devolver o pendrive dela. É o que uma boa aluna cristã dessa instituição faria. – mas alguém vai ter que pagar um preço alto… – pensei. Mas beleza, vamos pra próxima foto.
A foto seguinte era só da buceta dela, mesmo que a resolução das fotos naquela época fosse bem inferior às de hoje, dava pra ver com certa nitidez todos os detalhes daquela boceta, uma boceta que eu tava cada vez mais louco pra sentir dentro de mim.
Rosemary: Sua pika faz a do Sebastião parecer o pau de uma criatura subdesenvolvida.
Eu: É isso aí…
A foto seguinte era de novo o pau dele, depois de gozar, coberto de porra grossa.
Rosemary: Melhor a gente ficar com o pendrive, né?
Eu: Não, a gente tem que devolver. O bom de ter esse pendrive nas nossas mãos é que podemos devolver ele, pelo preço certo. Tá ligada? Eu tô falando pra gente encarar o professor e dizer que, se ele quiser de volta, vai ter que pagar um preço por isso. Mas claro, a gente vai ter que ficar com uma cópia pra gente, caso a coisa fique feia.
Rosemary: Tu é doida da cabeça…
Eu: Não sei, só sei que quero chupar essa pica a qualquer custo.
Batem na porta, é a mãe da Rosemary avisando que o almoço tá pronto.
O resto da tarde transcorre normal, uns beijos aqui e ali enquanto assistíamos nossas séries de anime favoritas. E bom, um beijo levou a outro, e depois a mais um, e assim por diante...
Eu: Ros, já te chuparam a buceta?Rosemary: Não, nada a ver. Por quê? Quer ser a primeira a fazer isso em mim?
Nem respondi, fiquei paralisada. Sinceramente, não esperava uma proposta vindo diretamente da boca dele, daquela boca, daqueles lábios..
Quando finalmente consegui reagir, sugeri timidamente que ela se sentasse na cama. Comecei a tirar o jeans dela, precisei da ajuda dela porque estava meio apertado. Depois, me vi bem na frente da calcinha. Fui tirando até meus lábios encontrarem os dela, mas dessa vez eram os lábios da buceta dela.
A buceta dela era tipo um pasto de tanto pelo pubiano, bem grosso mas cortado na régua.
Já tinha umidade suficiente na buceta dela, então comecei com umas lambidas leves, e me ajudei com os dedos pra estimular o clitóris dela.
Então, com toda a minha falta de jeito, tentei comer aquela buceta, chupava o clitóris dela, lambia sem parar. Será que eu tava mandando bem? Não sei. Mas os gemidos baixinhos dela (por causa da vergonha que a gente tava sentindo) me diziam que eu tava indo bem naquela lambida.
À medida que as costas dela se arqueavam de prazer, eu fui me animando cada vez mais, a ponto de não me segurar e comecei a enfiar meus dedos na buceta dela, o que notei que teve uma boa reação, já que a respiração dela ficava cada vez mais ofegante.
Alternava entre lambidas, carícias no clitóris dela com meus dedos e/ou língua, introdução de dedos e/ou língua no buraquinho vaginal dela. Depois de ter cada ingrediente no lugar e fazer o procedimento certinho, o resultado inevitável logo ia rolar: Rosemary, depois de tanta ação, chegou ao êxtase. E amei ter feito parte do elenco principal.
Depois de gozar, a Rosemary toma um banho rápido. Nisso, recebo uma ligação do meu pai, avisando que tava chegando. Quando ela finalmente sai do banho, só me resta dar tchau.
Eu: Então Rosemary, meu pai acabou de me ligar agora, ele já vem a três quarteirões da sua casa. Preciso ir, só nos resta aproveitar essas duas semanas de recesso pra pensar direitinho sobreaquilo.–Me referindo às fotos do professor Adrián–
Rosemary: Isso mesmo, Alanis, a gente se fala depois por videochamada do Messenger. Só não vai me encher de zumbido que nem da última vez, que não me deixava fazer nada… hahaha!
Eu: Kkkk, se comporta mal e vai me ter com dois mil zumbidos dessa vez!
1 comentários - Cap. 2: Rosemary e eu - Chantagem sexual
Ya llevo la mitad del capítulo tres.
Saludos