tive que dividir em três partes, espero não entediar vocês pelo tamanho do relato, mas o final está chegando, talvez não tão esperado assim
Devagar fui até o banheiro, entrei no chuveiro junto com a Ana e tomamos banho juntos
ANA - O que aconteceu com você hoje, amor? Você tá estranho, quase me matou agora há pouco
Logo depois dessas palavras, ela me deu um beijo longo de língua enquanto acariciava minhas costas, o amigo reagiu na hora, mas na minha cabeça ecoavam as palavras dos caras. Entre a água e as carícias dela, começaram minhas dúvidas: seria verdade o que esses caras disseram? Ela pode ser tão puta e manipuladora assim? Deixei-me levar e curti outra foda no chuveiro, dessa vez em pé, não poupei sua buceta. Devemos ter ficado mais de meia hora no banheiro. Quando saímos, pelados mesmo, fomos pra cozinha e sentamos pra tomar um mate
ANA - Problemas no treino? Vai, conta, você tá estranho
EU - Não, nada a ver, é que os moleques tavam um pouco rebeldes hoje
ANA - Pufff, e bom, fala com os pais, papai
EU - Já são grandes, Ana, não dá, tenho que resolver eu mesmo. Sabe que é a primeira vez que a gente tá na semi-final do torneio regional, o peso da responsabilidade tá pesando pra eles. Sabe o que seria ser campeão?
ANA - Sei, papai, seria uma revolução no clube
EU - E sim, com certeza teríamos que ir pra liga, e aí viriam as viagens, as estadias, tudo coberto pela província, e tamo falando de muita grana em jogo. Imagina se a gente for campeão?
ANA - Seria maravilhoso, o clube cresceria como nunca, teríamos que buscar um novo campo esportivo
EU - E sim, porque esse aí já tá ficando pequeno, assim como acho que meu pau tá ficando pequeno pra sua buceta
ANA - O que é isso???? Pra mim o seu dá e sobra, não quero outro além desse. E você, olho vivo, porque sei muito bem que tem umas quantas no clube que tão de olho em você
EU - Quem tem que tomar cuidado é você, não eu. Pra essas coisas não tenho tempo
ANA - Eu??? E por quê????
EU - Porque cada dia você tá melhor, Ana, parece que a academia tá fazendo muito bem, ainda mais com essas leggings, dá vontade de qualquer um te arrebentar a bunda ANA desde quando você é ciumento? EU sempre fui, só porque não demonstro não quer dizer que não sinta ciúmes de você ANA ahhh tá bom, só agora fiquei sabendo EU e claro, deve ser porque confio em você, né? ANA e de mim você nunca vai ouvir nada, papi, com você eu estou muito bem, ninguém pode me dar o que você me dá EU e o que, fuck you eu? ANA na cama tudo, hoje você me matou e ainda por cima sempre me ouve, é muito companheiro, sempre fazendo de tudo pra não me faltar nada, sempre do meu lado, você é o máximo, papi Me deu vontade de perguntar por que ela estava dando pra meio ginásio, por que tinha transado com o gordo Pedro duas vezes – que é o pai do Hernán –, por que, se estava tão satisfeita comigo, não deixava um boneco com cabeça no bairro. Mas me segurei e não sei por quê. Nos trocamos e, enquanto ela fazia o jantar, comecei a trabalhar na estratégia do próximo jogo, a semifinal. Jantamos, embora pra mim não entrasse um bocado. Ela achou que era por causa da tensão do jogo que estava por vir, e isso me serviu muito bem. Fomos pra cama e eu não conseguia dormir. As palavras dos caras ecoavam na minha cabeça uma e outra vez, até que finalmente apaguei. No outro dia, custei muito pra levantar e tomamos café juntos. Depois, fui pra oficina com a certeza de que iam comer ela a manhã inteira no clube até dizer chega. Sabia que a Ana era muito fogosa, mas nunca imaginei que fosse com qualquer um. Sempre pensei que controlava muito bem, então vai saber desde quando eu estava sendo traído. Minha cabeça imaginava qualquer coisa, as mais morbosas, mas ao mesmo tempo eu me perguntava: SERÁ QUE É VERDADE? Claro exemplo de um negador, de um homem machucado que achou que tinha a vida resolvida e em segundos viu tudo desmoronar como um castelinho de cartas. À tarde voltei ao clube, tinha que me concentrar no último treino do time antes das semifinais. Foi o que fiz. Apaguei meu presente, nem sei como consegui, e me dediquei completamente a conseguir a vitória. Os caras foram embora exaustos, realmente tinha sido muito duro com eles, talvez como... vingança pelo que eles, sem querer, me fizeram abrir os olhos além do que eu imaginava. Ao chegar em casa, me dediquei apenas ao jogo do papai que estava por vir, ignorando completamente a Ana — um pouco por vingança e outro pouco por achar que sexo ela já tinha de sobra. No outro dia, fui para a oficina mais tenso que nunca. Na minha mente, tudo já estava planejado, embora dependesse do resultado do jogo. À tarde, finalmente chegou o momento de explodir de ansiedade, tentando manter a calma. No final, ganhamos por 5 a 4, com um final pra dar infarto. Era a primeira vez na história do clube que chegávamos tão longe. Comemoramos que nem loucos com os garotos, os pais e os dirigentes do clube, que não saíam do espanto. Mas, por dentro, eu sentia nojo de não saber quantos deles já tinham gozado com a minha mulher e como agora, após a vitória, me abraçavam demonstrando um carinho tão nojento e traiçoeiro. Sentia nojo deles, dos pais e dos dirigentes, que hoje me abraçavam como um herói — um herói que eles haviam humilhado sem o mínimo remorso. Na verdade, não sabia a quem odiar mais: se à minha mulher, que me traía diariamente, ou àqueles que diziam me respeitar e me consideravam seu amigo. Assim chegou a noite e voltei para casa. A Ana me esperava eufórica pela vitória. Fomos a uma pizzaria no centro para comemorar. Ela estava orgulhosa da minha conquista e não deixava por menos. Talvez fosse verdade que ela me amasse mais do que tudo no mundo, mas dia após dia ela me espetava uma faca nas costas. Voltamos para casa e a noite não poderia terminar melhor. Já meio bêbados, a luxúria foi dominando a noite, e de que maneira! Desde o momento em que entramos, aproveitamos nossos corpos como poucas vezes. A despi na sala de jantar e lentamente fui chupando cada parte do seu corpo, começando pelo pescoço, as orelhas e descendo até seus seios, brincando até cansar com seus mamilos para deixá-la desesperada num coro de gemidos e súplicas, pedindo mais e mais. Assim chegamos ao quarto, já... ambos completamente nus, Ana se deitou na cama e pegou meu pau para fazer o melhor boquete dos últimos anos, até fazer eu encher sua boca de porra e me mostrar como saboreava e engolia, para depois me oferecer sua bunda, que cansei de chupar até acabar arrombando ela enquanto seus gemidos inundavam a casa. Isso me deixava com ainda mais tesão e ela não parava de reclamar, pedindo para ir mais devagar, coisa que eu ignorei completamente. Assim, exaustos de tanto sexo, terminamos um ao lado do outro, banhados em nossos fluidos. De manhã, ao acordarmos, tomamos banho e ali mesmo no banheiro aproveitei para comer ela de novo. Depois, uns mates e rumo ao trabalho. Ainda faltava o treino e a preparação para a grande final que nos levaria a competir na liga. Mais dois dias de trabalho duro que, se conseguíssemos, terminariam na minha vingança suprema.
CONTINUARÁ
muito obrigado por ler e, principalmente, por comentar.
Devagar fui até o banheiro, entrei no chuveiro junto com a Ana e tomamos banho juntos
ANA - O que aconteceu com você hoje, amor? Você tá estranho, quase me matou agora há pouco
Logo depois dessas palavras, ela me deu um beijo longo de língua enquanto acariciava minhas costas, o amigo reagiu na hora, mas na minha cabeça ecoavam as palavras dos caras. Entre a água e as carícias dela, começaram minhas dúvidas: seria verdade o que esses caras disseram? Ela pode ser tão puta e manipuladora assim? Deixei-me levar e curti outra foda no chuveiro, dessa vez em pé, não poupei sua buceta. Devemos ter ficado mais de meia hora no banheiro. Quando saímos, pelados mesmo, fomos pra cozinha e sentamos pra tomar um mate
ANA - Problemas no treino? Vai, conta, você tá estranho
EU - Não, nada a ver, é que os moleques tavam um pouco rebeldes hoje
ANA - Pufff, e bom, fala com os pais, papai
EU - Já são grandes, Ana, não dá, tenho que resolver eu mesmo. Sabe que é a primeira vez que a gente tá na semi-final do torneio regional, o peso da responsabilidade tá pesando pra eles. Sabe o que seria ser campeão?
ANA - Sei, papai, seria uma revolução no clube
EU - E sim, com certeza teríamos que ir pra liga, e aí viriam as viagens, as estadias, tudo coberto pela província, e tamo falando de muita grana em jogo. Imagina se a gente for campeão?
ANA - Seria maravilhoso, o clube cresceria como nunca, teríamos que buscar um novo campo esportivo
EU - E sim, porque esse aí já tá ficando pequeno, assim como acho que meu pau tá ficando pequeno pra sua buceta
ANA - O que é isso???? Pra mim o seu dá e sobra, não quero outro além desse. E você, olho vivo, porque sei muito bem que tem umas quantas no clube que tão de olho em você
EU - Quem tem que tomar cuidado é você, não eu. Pra essas coisas não tenho tempo
ANA - Eu??? E por quê????
EU - Porque cada dia você tá melhor, Ana, parece que a academia tá fazendo muito bem, ainda mais com essas leggings, dá vontade de qualquer um te arrebentar a bunda ANA desde quando você é ciumento? EU sempre fui, só porque não demonstro não quer dizer que não sinta ciúmes de você ANA ahhh tá bom, só agora fiquei sabendo EU e claro, deve ser porque confio em você, né? ANA e de mim você nunca vai ouvir nada, papi, com você eu estou muito bem, ninguém pode me dar o que você me dá EU e o que, fuck you eu? ANA na cama tudo, hoje você me matou e ainda por cima sempre me ouve, é muito companheiro, sempre fazendo de tudo pra não me faltar nada, sempre do meu lado, você é o máximo, papi Me deu vontade de perguntar por que ela estava dando pra meio ginásio, por que tinha transado com o gordo Pedro duas vezes – que é o pai do Hernán –, por que, se estava tão satisfeita comigo, não deixava um boneco com cabeça no bairro. Mas me segurei e não sei por quê. Nos trocamos e, enquanto ela fazia o jantar, comecei a trabalhar na estratégia do próximo jogo, a semifinal. Jantamos, embora pra mim não entrasse um bocado. Ela achou que era por causa da tensão do jogo que estava por vir, e isso me serviu muito bem. Fomos pra cama e eu não conseguia dormir. As palavras dos caras ecoavam na minha cabeça uma e outra vez, até que finalmente apaguei. No outro dia, custei muito pra levantar e tomamos café juntos. Depois, fui pra oficina com a certeza de que iam comer ela a manhã inteira no clube até dizer chega. Sabia que a Ana era muito fogosa, mas nunca imaginei que fosse com qualquer um. Sempre pensei que controlava muito bem, então vai saber desde quando eu estava sendo traído. Minha cabeça imaginava qualquer coisa, as mais morbosas, mas ao mesmo tempo eu me perguntava: SERÁ QUE É VERDADE? Claro exemplo de um negador, de um homem machucado que achou que tinha a vida resolvida e em segundos viu tudo desmoronar como um castelinho de cartas. À tarde voltei ao clube, tinha que me concentrar no último treino do time antes das semifinais. Foi o que fiz. Apaguei meu presente, nem sei como consegui, e me dediquei completamente a conseguir a vitória. Os caras foram embora exaustos, realmente tinha sido muito duro com eles, talvez como... vingança pelo que eles, sem querer, me fizeram abrir os olhos além do que eu imaginava. Ao chegar em casa, me dediquei apenas ao jogo do papai que estava por vir, ignorando completamente a Ana — um pouco por vingança e outro pouco por achar que sexo ela já tinha de sobra. No outro dia, fui para a oficina mais tenso que nunca. Na minha mente, tudo já estava planejado, embora dependesse do resultado do jogo. À tarde, finalmente chegou o momento de explodir de ansiedade, tentando manter a calma. No final, ganhamos por 5 a 4, com um final pra dar infarto. Era a primeira vez na história do clube que chegávamos tão longe. Comemoramos que nem loucos com os garotos, os pais e os dirigentes do clube, que não saíam do espanto. Mas, por dentro, eu sentia nojo de não saber quantos deles já tinham gozado com a minha mulher e como agora, após a vitória, me abraçavam demonstrando um carinho tão nojento e traiçoeiro. Sentia nojo deles, dos pais e dos dirigentes, que hoje me abraçavam como um herói — um herói que eles haviam humilhado sem o mínimo remorso. Na verdade, não sabia a quem odiar mais: se à minha mulher, que me traía diariamente, ou àqueles que diziam me respeitar e me consideravam seu amigo. Assim chegou a noite e voltei para casa. A Ana me esperava eufórica pela vitória. Fomos a uma pizzaria no centro para comemorar. Ela estava orgulhosa da minha conquista e não deixava por menos. Talvez fosse verdade que ela me amasse mais do que tudo no mundo, mas dia após dia ela me espetava uma faca nas costas. Voltamos para casa e a noite não poderia terminar melhor. Já meio bêbados, a luxúria foi dominando a noite, e de que maneira! Desde o momento em que entramos, aproveitamos nossos corpos como poucas vezes. A despi na sala de jantar e lentamente fui chupando cada parte do seu corpo, começando pelo pescoço, as orelhas e descendo até seus seios, brincando até cansar com seus mamilos para deixá-la desesperada num coro de gemidos e súplicas, pedindo mais e mais. Assim chegamos ao quarto, já... ambos completamente nus, Ana se deitou na cama e pegou meu pau para fazer o melhor boquete dos últimos anos, até fazer eu encher sua boca de porra e me mostrar como saboreava e engolia, para depois me oferecer sua bunda, que cansei de chupar até acabar arrombando ela enquanto seus gemidos inundavam a casa. Isso me deixava com ainda mais tesão e ela não parava de reclamar, pedindo para ir mais devagar, coisa que eu ignorei completamente. Assim, exaustos de tanto sexo, terminamos um ao lado do outro, banhados em nossos fluidos. De manhã, ao acordarmos, tomamos banho e ali mesmo no banheiro aproveitei para comer ela de novo. Depois, uns mates e rumo ao trabalho. Ainda faltava o treino e a preparação para a grande final que nos levaria a competir na liga. Mais dois dias de trabalho duro que, se conseguíssemos, terminariam na minha vingança suprema.
CONTINUARÁ
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8 comentários - Ana, a puta do bairro, minha esposa parte 2