Te deixo os links da história toda:http://www.poringa.net/posts/relatos/2984753/Victor-el-futuro-medico---1-parte.html
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Pelo resto do dia, só pensava na Marta. Principalmente naquele convite "estranho" pra conversar sobre meu relacionamento com a Susana e o Víctor. Até onde eu percebia, todo mundo, especialmente ela, tava super feliz com o rumo que as coisas estavam tomando. Também não conseguia tirar da cabeça uma ideia que nunca tinha me passado pela mente até aquele momento. A Marta era uma mulher que, com certeza, se cuidasse mais da aparência, seria uma gostosa do caralho. Tinha um corpo excelente, que com um vestido que valorizasse os peitos e o quadril, mais um pouco de rímel e batom, ia fazer vários caras terem um treco. Lembrava do jogo tácito entre nós dois, onde eu mostrava meu pau e ela curtia o que via. Fiquei com tesão lembrando do quase beijo que a gente quase deu, e da visão que tive dos peitos dela quando acompanhei ela até o ponto de ônibus.
Comecei a pensar seriamente na Marta. Será que ela tava tentando me seduzir? Ou queria que eu fosse o cara que seduzisse ela? Ia ter que esperar até o dia seguinte pra saber exatamente o que ela queria com a conversa que a gente ia ter a sós. Me imaginava chupando aqueles peitos lindos, bem maiores que os da Susana, e comendo ela até fazer ela gritar. Tive que bater uma punheta pra conseguir dormir.
Saio na rua e o dia tava nublado, parecia que a qualquer momento ia desabar um temporal. Peguei uma jaqueta impermeável, por via das dúvidas, e fui encontrar a Marta. Ia ter que carregar aquela roupa o resto do dia, já que, como toda quarta-feira, não levava a mochila pro colégio. Cheguei tão cedo (quinze pras oito da manhã) que da esquina vi a Susana se despedindo da mãe na porta da rua. O Víctor a essa hora já devia estar de plantão no hospital. Me escondi atrás de uma árvore pra Susana não me ver, e quando ela virou a esquina, fui me encontrar com a Marta.
Ela abriu a porta, me cumprimentou com um beijo na bochecha e Ela me fez passar para a sala de jantar. Meu pau endureceu na hora que vi ela. O coque, que ela usava pra prender todo o cabelo, não estava lá. Todo o cabelo preto dela estava solto em volta do rosto, realçando os traços da cara dela. Ela tinha só um pouco de blush nas bochechas, uma linha de rímel nos olhos e os lábios pintados de um vermelho furioso. Ela estava usando um vestido azul com bolinhas brancas, com duas alças grossas que formavam um decote quadrado onde os peitos lindos dela se destacavam claramente, dava pra apreciar o "vale" que separava os dois. A saia acima dos joelhos me deixou louco de tesão. O que eu tinha sonhado e imaginado na noite anterior estava na minha frente e eu não sabia o que fazer. Deixei ela tomar a iniciativa, afinal a Marta tinha me convidado pra estar ali naquele momento.
Apontei pro sofá e ela me diz:- "Vamos pra cozinha, aí a gente pode conversar e tomar mate ao mesmo tempo.Sentei na cadeira da cabeceira, de costas pra porta da cozinha. Ela sentou na cadeira do lado, à minha direita. Puxou ela pra ficar mais perto de mim. Tão perto que nossos joelhos se encostavam. Começou a preparar o mate e repetiu pra mim um milhão de vezes como tava feliz com meu relacionamento com "seus meninos". Deixei ela falar por vários mates, até a chaleira ficar vazia. Era óbvio que tudo era uma desculpa pra eu passar a manhã inteira com ela. Enquanto ela falava, eu pensava em que momento eu ia criar coragem pra beijar ela ou passar a mão descaradamente nas tetas dela. Ela se levanta e decide encher a chaleira de novo pra mais uma rodada de mate, e eu seguro ela, dizendo:Eu não quero mais chimarrão. E queria que você me dissesse a verdade sobre por que me fez vir até aqui. Não vai me fazer acreditar que a gente vai ficar só falando do quanto você gosta e aprova meu relacionamento com sua filha e seu sobrinho, porque já ouvi isso um monte de vezes desde que você ficou sabendo. Por que você não me conta a verdade sobre o real motivo da minha visita?Ele se sentou, me segurou pelas duas mãos e, com os olhos cheios de lágrimas, me disse:- "O que você acha de mim como mulher?
Não entendo o que você quer que eu responda.
— "Será que eu pareço uma mulher que ainda consegue seduzir alguém? Que ainda dá pra fazer alguém se interessar por mim? Me fala a verdade.
Claro. Apesar da sua idade, você continua sendo uma mulher gostosa.
- "Tá falando sério, ou só quer pagar de bonzinho pra mim?
Não. Sinceramente, acho que você é gostosa pra caralho. Tem um corpo e uma silhueta que ainda são espetaculares, e hoje, com esse vestido, tá daquele jeito que faz geral virar na rua e te cantar. Teu cabelo solto, teus lábios pintados, o traço de rímel nos teus olhos, o vestido com decote bem cavado e a saia curta, tuas pernas lindas…”Parei de repente, ia falar o quanto eu gostava das tetas dela, mas não tive coragem de dizer em voz alta. Ela me incentiva:- "Seus o quê...? A que você tava se referindo? Aos meus peitos...? Cê gosta deles...? Eles te excitam...?Em vez de me atirar nos peitos dela pra beijar e responder a verdade, eu disse:Você é muito gostosa, todo o seu corpo é uma beleza. Mas me parece que a gente tá brincando com fogo.
— “Perigoso? Você chama essa conversa de ‘perigosa’. E como vamos chamar a brincadeira que você fez outro dia com aquela sua pica linda na minha frente? E como vamos chamar aquele quase beijo que a gente quase deu, o que foi aquilo? Não vem me dizer que você não me acha gostosa ou que não te esquento como mulher, porque ia ser difícil de acreditar. Também não me diz que você não curtiu quando a gente quase se beijou, porque sei que estaria mentindo pra mim. Ou será que você não teria adorado se nossos lábios se encontrassem num beijo delicioso? Você não faz ideia da vontade que eu tive de chupar aquela pica dura que você me oferecia, e se não fiz foi porque minha filha estava por perto. Você não faz ideia da vontade que eu tive de te beijar de verdade, mas não quis puxar mais a corda, considerando a proximidade da Susana. Não quero ser a responsável por te afastar do Victor e da Susana.”Ela tinha me desarmado com os argumentos dela. Nós dois sabíamos da putaria mútua que sentíamos um pelo outro. Ela mostrou as cartas dela e me obrigou a fazer o mesmo. Procurando no fundo da minha cabeça as palavras certas pra responder, eu levanto e, oferecendo minha mão, convido ela a me seguir. Ela olha nos meus olhos, hesita por alguns segundos e finalmente deixa eu levá-la até o sofá. A gente senta. Ela do meu lado esquerdo, e, criando coragem, respondo:- "Você é uma mulher incrível e maravilhosa. Vamos admitir que o jogo que a gente jogou foi tacitamente consensual. Foi de propósito que mostrei descaradamente minha pica quando percebi que você não conseguia tirar os olhos dela. Você tem toda razão sobre o beijo, eu adoraria ter te dado um beijo bem prolongado e profundo. E sim…, confesso…, seus peitos me deixam louco. Desde a primeira vez que te vi, sonho em poder tocá-los e beijá-los.
- "Cê gosta das minhas tetas? Tá aqui elas...e abaixou as alças do vestido, soltou o sutiã e deixou os peitos dela no ar, apontando os bicos na minha direção.
Não respondi, me joguei naquelas tetonas enormes. Comecei beijando e chupando o bico direito dela enquanto brincava com a mão esquerda no outro bico. Marta gemia e dizia:- "Sim, Eduardo. Faz anos que ninguém cuida das minhas tetas. Chupa, chupa e chupa. Não se cansa de chupar. Faz minha buceta ficar toda molhada.Ao ouvir isso, levei minha mão até a buceta dela e percebi que a calcinha dela já estava molhando. Ficava alternando de um mamilo pro outro, mas a posição tava meio desconfortável. Deitei ela no sofá e, levantando a saia, vi uma calcinha completamente encharcada. Tirei a calcinha dela e comecei a chupar a buceta com toda a vontade. Ela começou a gemer e a gritar:- "Cuida de mim, use a palavra: buceta. Já quase não lembro o que é um orgasmo. Me faz sentir isso de novo.Com minha língua, explorei cada cantinho da buceta dela. Minha saliva se misturava com os fluidos dela até que, finalmente, ela gozou. Bebi todos os sucos dela. Não satisfeita, ela pediu para eu continuar, queria um segundo orgasmo. Minha língua já estava um pouco cansada, então fui alternando com meus dedos. Quando ela teve o novo orgasmo, igual ao primeiro, bebi todos os sucos que consegui engolir, e enquanto ela ia relaxando e se acalmando, começou a sentir vergonha do que tinha acontecido. Eu disse:Marta, foi maravilhoso. Não fique com vergonha. Nós dois buscamos isso e nós dois aproveitamos.
Sim, mas você é o namorado dos 'meus caras'. O que a gente vai fazer agora?
- "Por enquanto, continuar curtindo. Depois a gente pensa no que fazer e no que dizer pra Susana e pro Victor.
- "E por que a gente não pensa nisso agora?
Porque você já se divertiu e gozou duas vezes, e olha como eu tô. Essa pica aqui sozinha não vai se acalmar., mostrando uma pica duríssima debaixo da minha calça jeans.- "Você tem razão. Que egoísta que fui. Me dá essa pica gostosa. Faz tempo que não tenho uma na boca.Me ajudou a afrouxar o cinto, baixou a calça e a cueca de uma vez só e devorou minha pica num movimento só. Senti a ponta da minha pica tocar o fundo da garganta dela. Dava pra ver que ela não tinha esquecido o que fazer com uma pica na boca. Aos poucos foi mostrando todas as habilidades dela e, quando eu tava quase gozando, avisei pra não pegar ela de surpresa, e ela me disse:- "Me dá toda a porra que você tiver. Quero sentir de novo na minha boca o gosto da porra de macho.Baixei três jatos violentos e esvaziei completamente minhas bolas dentro da boca dela. Ela engoliu o que conseguiu, mas um pouco escorreu pelos lábios. Limpamos o local e nos lavamos um pouco. Voltamos a sentar no sofá. Tinha começado a chover, uma garoa fina. Nos olhamos por segundos que pareceram anos e decidimos que era hora de não haver mais beijos no rosto ou nos cantos dos lábios entre nós. Ambos entreabrimos as bocas e nos beijamos apaixonadamente, alternando nossas línguas de uma boca para a outra. Passou-se uma longa meia hora de beijos. Já eram quase nove e meia da manhã. Foi o momento em que ela decidiu que teríamos que esclarecer o que aconteceu, primeiro entre nós e, se necessário, com Víctor e Susana.
Primeiro, ela me agradeceu por fazê-la gozar e pelos orgasmos que teve. Me contou que, desde que ficou viúva, há quinze anos, só tinha tido relações ocasionais com uns dois caras. Mas eles não queriam nada sério, muito menos com uma mulher que, além de viúva, tinha uma filha pequena de apenas 9 ou 10 anos. Marta acabou afastando eles da vida dela. Ela me disse que os beijos que acabamos de dar fizeram ela se redescobrir. Que ela se lembrava de si mesma como uma mulher muito apaixonada e exaltada em relação ao sexo, e que com o tempo essa paixão e exaltação foram diminuindo. Tentei beijá-la de novo, mas ela me impediu, dizendo:- "O que vamos falar pros caras?, se referindo à Susana e ao Víctor.- "Não sei. Até agora só nos beijamos e fizemos umas coisinhas a mais.
- “Coisinhas mais? Você me fez gozar como há anos não acontecia, bebi sua porra preciosa e chupou meus peitos como um bebê, e a tudo isso você chama de ‘coisinhas’?”
— "Você acha que é muito mais fácil pra mim? Eu tento levar adiante um relacionamento com sua filha e ao mesmo tempo com seu sobrinho, e ainda não tenho certeza sobre isso que está rolando entre nós dois. Marta, você me atrai e me excita pra caralho, mas é a mãe da Susana, minha namorada.
- "Mas há pouco tempo parecia que essa condição não te importava muito.
- "E pra você também não, e é por isso que a gente tá pensando no que fazer a respeito. Eu te desejo, adoraria te comer, mas se a gente der esse passo, mais cedo ou mais tarde vamos ter que contar pra Susana e pro Victor o que tá rolando entre a gente.Ela ficou em silêncio, pensativa. Absorta nas próprias ideias. De repente, como se tivesse encontrado a ponta do novelo pra desenrolar, ela me diz:- "Minha filha andava me enchendo o saco ultimamente, dizendo que eu precisava de um homem com 'cama pra fora', e cada vez mais me convenço de que você seria o amante ideal. Não preciso de um namorado, preciso de um homem que me queira e me respeite, e ao mesmo tempo me faça gozar como sei que posso. Não quero mais me masturbar escondida no meu quarto. O que você acha? Tô morrendo de vontade de você me comer o mais rápido possível.
Eu também tô morrendo de vontade, mas queria que a gente primeiro esclarecesse essa situação pra poder contar pro Víctor e pra Susana.um trovão nos assusta e ela aproveita pra se agarrar com força em mim.Me come com toda a vontade que tiver, e depois a gente vê como vamos contar pra eles. Tá bom…?”Beijei ela com muita paixão. Nossas bocas não conseguiam se separar. Os minutos passavam, a chuva, sem ser muito forte, era constante. Já eram umas dez da manhã e, como se pudéssemos ler a mente um do outro, nos levantamos e ela me levou até o quarto dela. Era a primeira vez que eu passava por aquela porta e entrava lá. Na frente, a janela que dava pra rua; na parede da direita, um guarda-roupa; e na esquerda, uma cama de casal toda arrumada. Depois, vi na parede da porta um espelho de corpo inteiro. Quando percebi, levei ela na frente dele pra se olhar, e eu, abraçando ela por trás, beijei o pescoço dela e acariciei os peitos dela por cima do vestido. Abri o zíper da roupa e deixei o vestido cair no chão. Ela ficou meio envergonhada quando se viu de lingerie. Virei ela pra beijar e nos deitamos abraçados na cama. Ela me ajudou a tirar a roupa até eu ficar completamente pelado. Tirei o sutiã e a calcinha dela, e ela pediu pra gente se enfiar debaixo das cobertas. Eu fiquei do lado da janela.
Lembrei que tinha camisinha na bolsa e tentei me levantar. Ela me segura e pergunta:- “Onde você vai?”
- "Vai pegar as camisinhas que tão na minha bolsa.
- "Não precisamos deles.
- “Como assim não precisamos? Você tá no seu período infértil?”
Não. Quando aconteceu o desaparecimento e a morte dos pais do Víctor, o sangue ruim e a angústia que vivi naquela época fizeram a menopausa chegar anos mais cedo. Já faz mais de um ano que não ovulo mais. Não tem risco nenhum de engravidar, se é isso que te preocupava.Nós nos abraçamos, nos beijamos e eu montei nela. Ela me interrompe e diz:- "Por que você tinha camisinhas? Achava que ia me comer hoje?
— "Não, sempre tenho uma caixinha. Pra qualquer emergência. Cê não acha que com sua filha é só beijo e sessenta e nove, né?, foi uma mentirinha porque Susana não queria transar com camisinha.
Sorriu safadamente e me beijou com paixão. Aproximei a ponta do meu pau na buceta dela e fui penetrando devagar. Quando meu pau já não entrava mais, comecei um vai e vem suave, que aos poucos fui acelerando. Marta fechava os olhos e gemia baixinho, e quando os abria de novo, me beijava, procurando minha língua com a dela. Depois dos primeiros momentos, conseguimos nos encaixar num ritmo confortável para os dois. Meu pau deslizava com muita facilidade, graças ao quanto a buceta da Marta estava molhada. Enquanto aumentava o ritmo das minhas estocadas, beijava e chupava alternadamente os bicos dos peitos dela. Os gemidos suaves já eram quase gritos, e pela forma como os músculos da buceta dela apertavam o tronco do meu pau, senti que o orgasmo dela estava perto. De fato, ela gemeu quase gritando, e os fluidos dela encharcaram meu pau. Lubrificada como estava, aumentei o ritmo da bombada por vários minutos até explodir em duas gozadas no fundo da buceta dela. Ela teve o segundo orgasmo e, em agradecimento, percorreu meu rosto e meu peito com os lábios, me enchendo de beijos.
Quando conseguimos que nossas pulsações baixassem para um ritmo razoável, ela olhou pro relógio de pulso e, percebendo que já eram onze menos quinze da manhã, como uma mola se levantou da cama, me oferecendo a visão da bunda nua dela inteira, e saiu em direção à sala. Perguntei:- “Aonde você vai?”
- "Preciso fazer uma ligação urgente.
- "Agora? O que é tão urgente? Faz depois e vamos ter um segundo round agora.
- "O chamado vai permitir a gente ter vários rounds seguidos até terminar 'a luta', meu amor., sorrindo.
Ouvir ela me chamar de “love” me excitou. Segui ela até a sala de jantar, e enquanto ela discava um número de telefone, abracei ela por trás esfregando meu pau na bunda dela. Ela conseguiu se comunicar e só ouvindo ela entendi a trama da mentira que ela tinha imaginado:- "Oi. Dona Ângela? Sou eu, Marta.
— “…”
- "Liguei pra avisar que hoje não vou poder ir fazer a limpeza. Amanheci com umas febrinhas e não queria que a chuva e o frio de hoje me complicassem ainda mais do que já tô.
— “…”
Valeu por me entender. Peço mil desculpas. Fica tranquila, semana que vem chego mais cedo e fico um tempinho a mais pra compensar o dia de hoje.
— “…”
Tchau e até a próxima quarta-feira.E se virando pra mim, me diz:- “Pronto, meu amor. Temos o resto do dia só pra gente. Que tal eu preparar uns sanduíches e umas bebidas e levar pro quarto?”Assenti com a cabeça e, nus como estávamos, fomos pra cozinha. Enquanto ela preparava o lanche frugal, eu não parava de beijar e apalpar ela por todo lado. A preparação do petisco foi permanentemente acompanhada por sessões de beijos de língua. Quando tudo ficou pronto, voltamos pro quarto. Nós dois dividimos o primeiro sanduíche, e não só comíamos a mordida, como nos "devorávamos" com os olhares. Mal bebemos um gole das bebidas pra ajudar a descer a comida e, sem nenhum preâmbulo, nos beijamos, nos abraçamos e recomeçamos a tarefa abandonada. Dessa vez, ela montou em cima do meu corpo e, pegando meu pau com a mão direita, foi guiando até fazer ele desaparecer dentro da buceta já escorrendo.
A visão da Marta, com as tetonas balançando na minha frente, era como estar no paraíso. Ela marcava o ritmo da foda e eu deixava ela fazer. Ela se inclinou pra frente, apoiando as mãos no travesseiro, pra que os bicos dos peitos ficassem quase nos meus lábios. Peguei o mamilo direito e me dediquei, por um tempo que parecia interminável, a beijar e chupar ele com meus lábios e minha língua. A Marta parecia um vulcão prestes a explodir de tão tesuda que tava. Ela teve um orgasmo e, no meio das convulsões, foi ela quem colocou o mamilo esquerdo na minha boca, dizendo:- "Cuida dessa também. Você não vai querer que ela fique com ciúmes. Continua chupando até eu gozar de novo.Comecei a beijar e chupar alternadamente os dois peitos e mamilos. Ela gemia e acelerava o ritmo. Gozei dentro dela bem na hora que ela teve outro orgasmo. Nos abraçamos e, entre o barulho da chuva e a calmaria que nossos corpos exigiam, fomos pegando no sono. Sem noção da hora, acordamos com vontade de nos ter de novo um ao outro. Começamos com nossas brincadeiras e apalpadelas. Subo em cima dela e, quando enfio de uma só vez até o fundo da buceta, a Marta solta um grito de prazer que ecoou pela casa inteira. Ninguém tinha percebido que já perto da uma da tarde a Susana tinha voltado. Assustada com o grito, ela invade o quarto e, diante do espetáculo que a gente tava dando, grita entre surpresa e puta da vida:- “Mamãe... Eduardo... O que vocês estão fazendo...?”
— "Não te parece muito óbvio o que a gente tá fazendo?— respondo Marta. E continuou.- "Você mesma me incentivou a ter um amante. Um homem com 'cama pra fora'. Eduardo é um homem excepcional, me fez redescobrir a mulher apaixonada que um dia fui. Deixa a gente se vestir e conversar como adultos civilizados.
— "E você, o que tem pra dizer…?, me dirigindo a mim.- "Não era eu que te fazia muito feliz? Não era eu que comia como os deuses? Ou será que você tá pensando em comer a família toda?
- "Quando você se acalmar um pouco, vou te dizer o que for preciso, mas te lembro que foi você mesma que teve a ideia de me dividir com o Víctor. Com ele não tem problema nenhum, mas com sua mãe já tem?Deu um portão e foi pra sala de jantar, enquanto a gente terminava de se vestir em silêncio. Saímos do quarto. Marta sentou numa das poltronas e eu no sofá, onde a Susana já tava sentada. Ela trocou de lugar e foi pra outra poltrona. Ainda tava puta da vida. Dava pra cortar o silêncio com uma faca. Achei que era hora de falar, que eu tinha que quebrar o gelo.Susana, o que rolou entre sua mãe e eu a gente não procurou, foi acontecendo. Surgiu uma empatia foda entre nós dois e, sem perceber, foram rolando umas coisas, até que finalmente você acabou vendo o que foi inevitável pra nós dois. Marta é uma mulher muito fogosa e a gente se divertiu pra caralho juntos.Nunca me interrompeu e me escutava com atenção. Lembrei a ela de novo como tinha incentivado um relacionamento a três entre nós e o primo dela. Que com a recusa dela, estava negando à mãe um pouco de felicidade. Que eu não teria problema em dividir os três e vários outros etcéteras.
Marta lembrou a ela do pedido constante de arrumar um homem. Aceitou os argumentos usados e perguntou sobre ele, porque Marta não estava trabalhando. Marta, com lágrimas nos olhos, que eram uma mistura de choro e felicidade, tentava fazer ela entender a mentira que tinha inventado e o quanto eu a tinha feito gozar. Reforçava insistentemente os anos que tinham se passado desde a última vez que ela se sentiu assim. Que quando o pai dela morreu, ela tinha só 5 anos. Que desde então, tinha ficado só com dois homens. Que da última vez que a fizeram gozar já tinham se passado dez longos anos. Que eu tinha conseguido que ela se redescobrisse como a mulher apaixonada que já foi um dia.
Susana começou a derramar lágrimas, se levantou, foi até a mãe, fez ela ficar de pé e se abraçaram e choraram juntas. As lágrimas de angústia foram se transformando em lágrimas de felicidade, e as duas mulheres começaram a se beijar nas bochechas e acariciar o cabelo uma da outra. Me aproximei e me abracei com elas. Nós três abraçados começamos a trocar beijos até que no final todos sorrimos. Sentamos no sofá, eu entre minhas duas mulheres, e alternava com ambas sessões de beijos apaixonados.
A chuva continuava e o Víctor chegou da plantão no hospital. Surpreso de nos ver os três juntos, principalmente a tia dele, que deveria estar trabalhando, ele diz:- "O que os três tão fazendo aqui?Susana não deixou ele falar mais. Levantou-se e o levou pro quarto dela, dizendo que ia explicar tudo. Depois de uma longa meia hora, os dois voltam pra sala de jantar. O Victor, com a cara bem séria, não dava nenhum sinal de como tinha recebido a notícia. Até que, finalmente, com um sorriso, solta:Tô feliz por você, tia Marta, e muito mais feliz por todos nós. Amo todo mundo. Vamos nos abraçar.Nos fundimos num abraço coletivo. A tarde passou com chuva e uma conversa agradável entre todos. Marta combinou com Victor qual seria a comida que ela prepararia pra festa de aniversário dele naquele sábado. O tempo lá fora estava horrível, mas dentro de casa era pura felicidade. Eles concordaram em me dividir, o que lhes dava a tranquilidade de não precisar esconder nada dos outros. Me sentei numa das poltronas pra ver TV até a hora de ir pra faculdade. Toda vez que um deles passava perto de mim, a gente se beijava com paixão. Quando chegou a hora de ir, Victor me acompanhou até a porta enquanto eu vestia a jaqueta impermeável, e me ordena:- "Não precisamos mais ir ao Jardim Botânico. Na sexta você vem passar a tarde aqui. O que acha?Com um beijo carinhoso, deixei claro que seria assim.
(Continua em: "Víctor, o futuro médico - 9ª parte")
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Pelo resto do dia, só pensava na Marta. Principalmente naquele convite "estranho" pra conversar sobre meu relacionamento com a Susana e o Víctor. Até onde eu percebia, todo mundo, especialmente ela, tava super feliz com o rumo que as coisas estavam tomando. Também não conseguia tirar da cabeça uma ideia que nunca tinha me passado pela mente até aquele momento. A Marta era uma mulher que, com certeza, se cuidasse mais da aparência, seria uma gostosa do caralho. Tinha um corpo excelente, que com um vestido que valorizasse os peitos e o quadril, mais um pouco de rímel e batom, ia fazer vários caras terem um treco. Lembrava do jogo tácito entre nós dois, onde eu mostrava meu pau e ela curtia o que via. Fiquei com tesão lembrando do quase beijo que a gente quase deu, e da visão que tive dos peitos dela quando acompanhei ela até o ponto de ônibus.
Comecei a pensar seriamente na Marta. Será que ela tava tentando me seduzir? Ou queria que eu fosse o cara que seduzisse ela? Ia ter que esperar até o dia seguinte pra saber exatamente o que ela queria com a conversa que a gente ia ter a sós. Me imaginava chupando aqueles peitos lindos, bem maiores que os da Susana, e comendo ela até fazer ela gritar. Tive que bater uma punheta pra conseguir dormir.
Saio na rua e o dia tava nublado, parecia que a qualquer momento ia desabar um temporal. Peguei uma jaqueta impermeável, por via das dúvidas, e fui encontrar a Marta. Ia ter que carregar aquela roupa o resto do dia, já que, como toda quarta-feira, não levava a mochila pro colégio. Cheguei tão cedo (quinze pras oito da manhã) que da esquina vi a Susana se despedindo da mãe na porta da rua. O Víctor a essa hora já devia estar de plantão no hospital. Me escondi atrás de uma árvore pra Susana não me ver, e quando ela virou a esquina, fui me encontrar com a Marta.
Ela abriu a porta, me cumprimentou com um beijo na bochecha e Ela me fez passar para a sala de jantar. Meu pau endureceu na hora que vi ela. O coque, que ela usava pra prender todo o cabelo, não estava lá. Todo o cabelo preto dela estava solto em volta do rosto, realçando os traços da cara dela. Ela tinha só um pouco de blush nas bochechas, uma linha de rímel nos olhos e os lábios pintados de um vermelho furioso. Ela estava usando um vestido azul com bolinhas brancas, com duas alças grossas que formavam um decote quadrado onde os peitos lindos dela se destacavam claramente, dava pra apreciar o "vale" que separava os dois. A saia acima dos joelhos me deixou louco de tesão. O que eu tinha sonhado e imaginado na noite anterior estava na minha frente e eu não sabia o que fazer. Deixei ela tomar a iniciativa, afinal a Marta tinha me convidado pra estar ali naquele momento.
Apontei pro sofá e ela me diz:- "Vamos pra cozinha, aí a gente pode conversar e tomar mate ao mesmo tempo.Sentei na cadeira da cabeceira, de costas pra porta da cozinha. Ela sentou na cadeira do lado, à minha direita. Puxou ela pra ficar mais perto de mim. Tão perto que nossos joelhos se encostavam. Começou a preparar o mate e repetiu pra mim um milhão de vezes como tava feliz com meu relacionamento com "seus meninos". Deixei ela falar por vários mates, até a chaleira ficar vazia. Era óbvio que tudo era uma desculpa pra eu passar a manhã inteira com ela. Enquanto ela falava, eu pensava em que momento eu ia criar coragem pra beijar ela ou passar a mão descaradamente nas tetas dela. Ela se levanta e decide encher a chaleira de novo pra mais uma rodada de mate, e eu seguro ela, dizendo:Eu não quero mais chimarrão. E queria que você me dissesse a verdade sobre por que me fez vir até aqui. Não vai me fazer acreditar que a gente vai ficar só falando do quanto você gosta e aprova meu relacionamento com sua filha e seu sobrinho, porque já ouvi isso um monte de vezes desde que você ficou sabendo. Por que você não me conta a verdade sobre o real motivo da minha visita?Ele se sentou, me segurou pelas duas mãos e, com os olhos cheios de lágrimas, me disse:- "O que você acha de mim como mulher?
Não entendo o que você quer que eu responda.
— "Será que eu pareço uma mulher que ainda consegue seduzir alguém? Que ainda dá pra fazer alguém se interessar por mim? Me fala a verdade.
Claro. Apesar da sua idade, você continua sendo uma mulher gostosa.
- "Tá falando sério, ou só quer pagar de bonzinho pra mim?
Não. Sinceramente, acho que você é gostosa pra caralho. Tem um corpo e uma silhueta que ainda são espetaculares, e hoje, com esse vestido, tá daquele jeito que faz geral virar na rua e te cantar. Teu cabelo solto, teus lábios pintados, o traço de rímel nos teus olhos, o vestido com decote bem cavado e a saia curta, tuas pernas lindas…”Parei de repente, ia falar o quanto eu gostava das tetas dela, mas não tive coragem de dizer em voz alta. Ela me incentiva:- "Seus o quê...? A que você tava se referindo? Aos meus peitos...? Cê gosta deles...? Eles te excitam...?Em vez de me atirar nos peitos dela pra beijar e responder a verdade, eu disse:Você é muito gostosa, todo o seu corpo é uma beleza. Mas me parece que a gente tá brincando com fogo.
— “Perigoso? Você chama essa conversa de ‘perigosa’. E como vamos chamar a brincadeira que você fez outro dia com aquela sua pica linda na minha frente? E como vamos chamar aquele quase beijo que a gente quase deu, o que foi aquilo? Não vem me dizer que você não me acha gostosa ou que não te esquento como mulher, porque ia ser difícil de acreditar. Também não me diz que você não curtiu quando a gente quase se beijou, porque sei que estaria mentindo pra mim. Ou será que você não teria adorado se nossos lábios se encontrassem num beijo delicioso? Você não faz ideia da vontade que eu tive de chupar aquela pica dura que você me oferecia, e se não fiz foi porque minha filha estava por perto. Você não faz ideia da vontade que eu tive de te beijar de verdade, mas não quis puxar mais a corda, considerando a proximidade da Susana. Não quero ser a responsável por te afastar do Victor e da Susana.”Ela tinha me desarmado com os argumentos dela. Nós dois sabíamos da putaria mútua que sentíamos um pelo outro. Ela mostrou as cartas dela e me obrigou a fazer o mesmo. Procurando no fundo da minha cabeça as palavras certas pra responder, eu levanto e, oferecendo minha mão, convido ela a me seguir. Ela olha nos meus olhos, hesita por alguns segundos e finalmente deixa eu levá-la até o sofá. A gente senta. Ela do meu lado esquerdo, e, criando coragem, respondo:- "Você é uma mulher incrível e maravilhosa. Vamos admitir que o jogo que a gente jogou foi tacitamente consensual. Foi de propósito que mostrei descaradamente minha pica quando percebi que você não conseguia tirar os olhos dela. Você tem toda razão sobre o beijo, eu adoraria ter te dado um beijo bem prolongado e profundo. E sim…, confesso…, seus peitos me deixam louco. Desde a primeira vez que te vi, sonho em poder tocá-los e beijá-los.
- "Cê gosta das minhas tetas? Tá aqui elas...e abaixou as alças do vestido, soltou o sutiã e deixou os peitos dela no ar, apontando os bicos na minha direção.
Não respondi, me joguei naquelas tetonas enormes. Comecei beijando e chupando o bico direito dela enquanto brincava com a mão esquerda no outro bico. Marta gemia e dizia:- "Sim, Eduardo. Faz anos que ninguém cuida das minhas tetas. Chupa, chupa e chupa. Não se cansa de chupar. Faz minha buceta ficar toda molhada.Ao ouvir isso, levei minha mão até a buceta dela e percebi que a calcinha dela já estava molhando. Ficava alternando de um mamilo pro outro, mas a posição tava meio desconfortável. Deitei ela no sofá e, levantando a saia, vi uma calcinha completamente encharcada. Tirei a calcinha dela e comecei a chupar a buceta com toda a vontade. Ela começou a gemer e a gritar:- "Cuida de mim, use a palavra: buceta. Já quase não lembro o que é um orgasmo. Me faz sentir isso de novo.Com minha língua, explorei cada cantinho da buceta dela. Minha saliva se misturava com os fluidos dela até que, finalmente, ela gozou. Bebi todos os sucos dela. Não satisfeita, ela pediu para eu continuar, queria um segundo orgasmo. Minha língua já estava um pouco cansada, então fui alternando com meus dedos. Quando ela teve o novo orgasmo, igual ao primeiro, bebi todos os sucos que consegui engolir, e enquanto ela ia relaxando e se acalmando, começou a sentir vergonha do que tinha acontecido. Eu disse:Marta, foi maravilhoso. Não fique com vergonha. Nós dois buscamos isso e nós dois aproveitamos.
Sim, mas você é o namorado dos 'meus caras'. O que a gente vai fazer agora?
- "Por enquanto, continuar curtindo. Depois a gente pensa no que fazer e no que dizer pra Susana e pro Victor.
- "E por que a gente não pensa nisso agora?
Porque você já se divertiu e gozou duas vezes, e olha como eu tô. Essa pica aqui sozinha não vai se acalmar., mostrando uma pica duríssima debaixo da minha calça jeans.- "Você tem razão. Que egoísta que fui. Me dá essa pica gostosa. Faz tempo que não tenho uma na boca.Me ajudou a afrouxar o cinto, baixou a calça e a cueca de uma vez só e devorou minha pica num movimento só. Senti a ponta da minha pica tocar o fundo da garganta dela. Dava pra ver que ela não tinha esquecido o que fazer com uma pica na boca. Aos poucos foi mostrando todas as habilidades dela e, quando eu tava quase gozando, avisei pra não pegar ela de surpresa, e ela me disse:- "Me dá toda a porra que você tiver. Quero sentir de novo na minha boca o gosto da porra de macho.Baixei três jatos violentos e esvaziei completamente minhas bolas dentro da boca dela. Ela engoliu o que conseguiu, mas um pouco escorreu pelos lábios. Limpamos o local e nos lavamos um pouco. Voltamos a sentar no sofá. Tinha começado a chover, uma garoa fina. Nos olhamos por segundos que pareceram anos e decidimos que era hora de não haver mais beijos no rosto ou nos cantos dos lábios entre nós. Ambos entreabrimos as bocas e nos beijamos apaixonadamente, alternando nossas línguas de uma boca para a outra. Passou-se uma longa meia hora de beijos. Já eram quase nove e meia da manhã. Foi o momento em que ela decidiu que teríamos que esclarecer o que aconteceu, primeiro entre nós e, se necessário, com Víctor e Susana.
Primeiro, ela me agradeceu por fazê-la gozar e pelos orgasmos que teve. Me contou que, desde que ficou viúva, há quinze anos, só tinha tido relações ocasionais com uns dois caras. Mas eles não queriam nada sério, muito menos com uma mulher que, além de viúva, tinha uma filha pequena de apenas 9 ou 10 anos. Marta acabou afastando eles da vida dela. Ela me disse que os beijos que acabamos de dar fizeram ela se redescobrir. Que ela se lembrava de si mesma como uma mulher muito apaixonada e exaltada em relação ao sexo, e que com o tempo essa paixão e exaltação foram diminuindo. Tentei beijá-la de novo, mas ela me impediu, dizendo:- "O que vamos falar pros caras?, se referindo à Susana e ao Víctor.- "Não sei. Até agora só nos beijamos e fizemos umas coisinhas a mais.
- “Coisinhas mais? Você me fez gozar como há anos não acontecia, bebi sua porra preciosa e chupou meus peitos como um bebê, e a tudo isso você chama de ‘coisinhas’?”
— "Você acha que é muito mais fácil pra mim? Eu tento levar adiante um relacionamento com sua filha e ao mesmo tempo com seu sobrinho, e ainda não tenho certeza sobre isso que está rolando entre nós dois. Marta, você me atrai e me excita pra caralho, mas é a mãe da Susana, minha namorada.
- "Mas há pouco tempo parecia que essa condição não te importava muito.
- "E pra você também não, e é por isso que a gente tá pensando no que fazer a respeito. Eu te desejo, adoraria te comer, mas se a gente der esse passo, mais cedo ou mais tarde vamos ter que contar pra Susana e pro Victor o que tá rolando entre a gente.Ela ficou em silêncio, pensativa. Absorta nas próprias ideias. De repente, como se tivesse encontrado a ponta do novelo pra desenrolar, ela me diz:- "Minha filha andava me enchendo o saco ultimamente, dizendo que eu precisava de um homem com 'cama pra fora', e cada vez mais me convenço de que você seria o amante ideal. Não preciso de um namorado, preciso de um homem que me queira e me respeite, e ao mesmo tempo me faça gozar como sei que posso. Não quero mais me masturbar escondida no meu quarto. O que você acha? Tô morrendo de vontade de você me comer o mais rápido possível.
Eu também tô morrendo de vontade, mas queria que a gente primeiro esclarecesse essa situação pra poder contar pro Víctor e pra Susana.um trovão nos assusta e ela aproveita pra se agarrar com força em mim.Me come com toda a vontade que tiver, e depois a gente vê como vamos contar pra eles. Tá bom…?”Beijei ela com muita paixão. Nossas bocas não conseguiam se separar. Os minutos passavam, a chuva, sem ser muito forte, era constante. Já eram umas dez da manhã e, como se pudéssemos ler a mente um do outro, nos levantamos e ela me levou até o quarto dela. Era a primeira vez que eu passava por aquela porta e entrava lá. Na frente, a janela que dava pra rua; na parede da direita, um guarda-roupa; e na esquerda, uma cama de casal toda arrumada. Depois, vi na parede da porta um espelho de corpo inteiro. Quando percebi, levei ela na frente dele pra se olhar, e eu, abraçando ela por trás, beijei o pescoço dela e acariciei os peitos dela por cima do vestido. Abri o zíper da roupa e deixei o vestido cair no chão. Ela ficou meio envergonhada quando se viu de lingerie. Virei ela pra beijar e nos deitamos abraçados na cama. Ela me ajudou a tirar a roupa até eu ficar completamente pelado. Tirei o sutiã e a calcinha dela, e ela pediu pra gente se enfiar debaixo das cobertas. Eu fiquei do lado da janela.
Lembrei que tinha camisinha na bolsa e tentei me levantar. Ela me segura e pergunta:- “Onde você vai?”
- "Vai pegar as camisinhas que tão na minha bolsa.
- "Não precisamos deles.
- “Como assim não precisamos? Você tá no seu período infértil?”
Não. Quando aconteceu o desaparecimento e a morte dos pais do Víctor, o sangue ruim e a angústia que vivi naquela época fizeram a menopausa chegar anos mais cedo. Já faz mais de um ano que não ovulo mais. Não tem risco nenhum de engravidar, se é isso que te preocupava.Nós nos abraçamos, nos beijamos e eu montei nela. Ela me interrompe e diz:- "Por que você tinha camisinhas? Achava que ia me comer hoje?
— "Não, sempre tenho uma caixinha. Pra qualquer emergência. Cê não acha que com sua filha é só beijo e sessenta e nove, né?, foi uma mentirinha porque Susana não queria transar com camisinha.
Sorriu safadamente e me beijou com paixão. Aproximei a ponta do meu pau na buceta dela e fui penetrando devagar. Quando meu pau já não entrava mais, comecei um vai e vem suave, que aos poucos fui acelerando. Marta fechava os olhos e gemia baixinho, e quando os abria de novo, me beijava, procurando minha língua com a dela. Depois dos primeiros momentos, conseguimos nos encaixar num ritmo confortável para os dois. Meu pau deslizava com muita facilidade, graças ao quanto a buceta da Marta estava molhada. Enquanto aumentava o ritmo das minhas estocadas, beijava e chupava alternadamente os bicos dos peitos dela. Os gemidos suaves já eram quase gritos, e pela forma como os músculos da buceta dela apertavam o tronco do meu pau, senti que o orgasmo dela estava perto. De fato, ela gemeu quase gritando, e os fluidos dela encharcaram meu pau. Lubrificada como estava, aumentei o ritmo da bombada por vários minutos até explodir em duas gozadas no fundo da buceta dela. Ela teve o segundo orgasmo e, em agradecimento, percorreu meu rosto e meu peito com os lábios, me enchendo de beijos.
Quando conseguimos que nossas pulsações baixassem para um ritmo razoável, ela olhou pro relógio de pulso e, percebendo que já eram onze menos quinze da manhã, como uma mola se levantou da cama, me oferecendo a visão da bunda nua dela inteira, e saiu em direção à sala. Perguntei:- “Aonde você vai?”
- "Preciso fazer uma ligação urgente.
- "Agora? O que é tão urgente? Faz depois e vamos ter um segundo round agora.
- "O chamado vai permitir a gente ter vários rounds seguidos até terminar 'a luta', meu amor., sorrindo.
Ouvir ela me chamar de “love” me excitou. Segui ela até a sala de jantar, e enquanto ela discava um número de telefone, abracei ela por trás esfregando meu pau na bunda dela. Ela conseguiu se comunicar e só ouvindo ela entendi a trama da mentira que ela tinha imaginado:- "Oi. Dona Ângela? Sou eu, Marta.
— “…”
- "Liguei pra avisar que hoje não vou poder ir fazer a limpeza. Amanheci com umas febrinhas e não queria que a chuva e o frio de hoje me complicassem ainda mais do que já tô.
— “…”
Valeu por me entender. Peço mil desculpas. Fica tranquila, semana que vem chego mais cedo e fico um tempinho a mais pra compensar o dia de hoje.
— “…”
Tchau e até a próxima quarta-feira.E se virando pra mim, me diz:- “Pronto, meu amor. Temos o resto do dia só pra gente. Que tal eu preparar uns sanduíches e umas bebidas e levar pro quarto?”Assenti com a cabeça e, nus como estávamos, fomos pra cozinha. Enquanto ela preparava o lanche frugal, eu não parava de beijar e apalpar ela por todo lado. A preparação do petisco foi permanentemente acompanhada por sessões de beijos de língua. Quando tudo ficou pronto, voltamos pro quarto. Nós dois dividimos o primeiro sanduíche, e não só comíamos a mordida, como nos "devorávamos" com os olhares. Mal bebemos um gole das bebidas pra ajudar a descer a comida e, sem nenhum preâmbulo, nos beijamos, nos abraçamos e recomeçamos a tarefa abandonada. Dessa vez, ela montou em cima do meu corpo e, pegando meu pau com a mão direita, foi guiando até fazer ele desaparecer dentro da buceta já escorrendo.
A visão da Marta, com as tetonas balançando na minha frente, era como estar no paraíso. Ela marcava o ritmo da foda e eu deixava ela fazer. Ela se inclinou pra frente, apoiando as mãos no travesseiro, pra que os bicos dos peitos ficassem quase nos meus lábios. Peguei o mamilo direito e me dediquei, por um tempo que parecia interminável, a beijar e chupar ele com meus lábios e minha língua. A Marta parecia um vulcão prestes a explodir de tão tesuda que tava. Ela teve um orgasmo e, no meio das convulsões, foi ela quem colocou o mamilo esquerdo na minha boca, dizendo:- "Cuida dessa também. Você não vai querer que ela fique com ciúmes. Continua chupando até eu gozar de novo.Comecei a beijar e chupar alternadamente os dois peitos e mamilos. Ela gemia e acelerava o ritmo. Gozei dentro dela bem na hora que ela teve outro orgasmo. Nos abraçamos e, entre o barulho da chuva e a calmaria que nossos corpos exigiam, fomos pegando no sono. Sem noção da hora, acordamos com vontade de nos ter de novo um ao outro. Começamos com nossas brincadeiras e apalpadelas. Subo em cima dela e, quando enfio de uma só vez até o fundo da buceta, a Marta solta um grito de prazer que ecoou pela casa inteira. Ninguém tinha percebido que já perto da uma da tarde a Susana tinha voltado. Assustada com o grito, ela invade o quarto e, diante do espetáculo que a gente tava dando, grita entre surpresa e puta da vida:- “Mamãe... Eduardo... O que vocês estão fazendo...?”
— "Não te parece muito óbvio o que a gente tá fazendo?— respondo Marta. E continuou.- "Você mesma me incentivou a ter um amante. Um homem com 'cama pra fora'. Eduardo é um homem excepcional, me fez redescobrir a mulher apaixonada que um dia fui. Deixa a gente se vestir e conversar como adultos civilizados.
— "E você, o que tem pra dizer…?, me dirigindo a mim.- "Não era eu que te fazia muito feliz? Não era eu que comia como os deuses? Ou será que você tá pensando em comer a família toda?
- "Quando você se acalmar um pouco, vou te dizer o que for preciso, mas te lembro que foi você mesma que teve a ideia de me dividir com o Víctor. Com ele não tem problema nenhum, mas com sua mãe já tem?Deu um portão e foi pra sala de jantar, enquanto a gente terminava de se vestir em silêncio. Saímos do quarto. Marta sentou numa das poltronas e eu no sofá, onde a Susana já tava sentada. Ela trocou de lugar e foi pra outra poltrona. Ainda tava puta da vida. Dava pra cortar o silêncio com uma faca. Achei que era hora de falar, que eu tinha que quebrar o gelo.Susana, o que rolou entre sua mãe e eu a gente não procurou, foi acontecendo. Surgiu uma empatia foda entre nós dois e, sem perceber, foram rolando umas coisas, até que finalmente você acabou vendo o que foi inevitável pra nós dois. Marta é uma mulher muito fogosa e a gente se divertiu pra caralho juntos.Nunca me interrompeu e me escutava com atenção. Lembrei a ela de novo como tinha incentivado um relacionamento a três entre nós e o primo dela. Que com a recusa dela, estava negando à mãe um pouco de felicidade. Que eu não teria problema em dividir os três e vários outros etcéteras.
Marta lembrou a ela do pedido constante de arrumar um homem. Aceitou os argumentos usados e perguntou sobre ele, porque Marta não estava trabalhando. Marta, com lágrimas nos olhos, que eram uma mistura de choro e felicidade, tentava fazer ela entender a mentira que tinha inventado e o quanto eu a tinha feito gozar. Reforçava insistentemente os anos que tinham se passado desde a última vez que ela se sentiu assim. Que quando o pai dela morreu, ela tinha só 5 anos. Que desde então, tinha ficado só com dois homens. Que da última vez que a fizeram gozar já tinham se passado dez longos anos. Que eu tinha conseguido que ela se redescobrisse como a mulher apaixonada que já foi um dia.
Susana começou a derramar lágrimas, se levantou, foi até a mãe, fez ela ficar de pé e se abraçaram e choraram juntas. As lágrimas de angústia foram se transformando em lágrimas de felicidade, e as duas mulheres começaram a se beijar nas bochechas e acariciar o cabelo uma da outra. Me aproximei e me abracei com elas. Nós três abraçados começamos a trocar beijos até que no final todos sorrimos. Sentamos no sofá, eu entre minhas duas mulheres, e alternava com ambas sessões de beijos apaixonados.
A chuva continuava e o Víctor chegou da plantão no hospital. Surpreso de nos ver os três juntos, principalmente a tia dele, que deveria estar trabalhando, ele diz:- "O que os três tão fazendo aqui?Susana não deixou ele falar mais. Levantou-se e o levou pro quarto dela, dizendo que ia explicar tudo. Depois de uma longa meia hora, os dois voltam pra sala de jantar. O Victor, com a cara bem séria, não dava nenhum sinal de como tinha recebido a notícia. Até que, finalmente, com um sorriso, solta:Tô feliz por você, tia Marta, e muito mais feliz por todos nós. Amo todo mundo. Vamos nos abraçar.Nos fundimos num abraço coletivo. A tarde passou com chuva e uma conversa agradável entre todos. Marta combinou com Victor qual seria a comida que ela prepararia pra festa de aniversário dele naquele sábado. O tempo lá fora estava horrível, mas dentro de casa era pura felicidade. Eles concordaram em me dividir, o que lhes dava a tranquilidade de não precisar esconder nada dos outros. Me sentei numa das poltronas pra ver TV até a hora de ir pra faculdade. Toda vez que um deles passava perto de mim, a gente se beijava com paixão. Quando chegou a hora de ir, Victor me acompanhou até a porta enquanto eu vestia a jaqueta impermeável, e me ordena:- "Não precisamos mais ir ao Jardim Botânico. Na sexta você vem passar a tarde aqui. O que acha?Com um beijo carinhoso, deixei claro que seria assim.
(Continua em: "Víctor, o futuro médico - 9ª parte")
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3 comentários - Víctor, o futuro médico - 8ª parte
Sos un semental!!!!
Tenia 19 años...
Ahora tengo 58...
jajaa, a mis 19 garchaba noche y día con un solo chabón (de 34)
Esta bueno, porque nadie tenía que celar a nadie..ja!, si te garchabas a los tres... sigue..?
Porque a victos, no sé si le hicistes el ocote o no....ja!
Espero poder subirlos el próximo fin de semana...