Este relato, assim como os próximos capítulos, é uma história que aconteceu de verdade. Não tem ficção. Não tem imaginação. Só vontade de dividir com vocês umas experiências que espero que deixem vocês excitados. E por favor, comentem, que não custa nada! 😀 Valeu.
Capítulo 1
O Chalé
Minha namorada e eu estamos juntos há cinco anos (faz exatamente uma semana que comemoramos nosso aniversário), mas durante esse tempo tive a sorte de viver certas experiências pelas quais, direta ou indiretamente, não poderia estar mais agradecido.
Marta (é assim que minha namorada se chama) acabou de completar vinte e um anos, e eu, com cinco anos a mais que ela, me sinto muito sortudo por poder afirmar que foi comigo que ela perdeu a virgindade. A verdade é que no começo ela era bem tímida nesse sentido. Não gostava muito da ideia de fazer boquetes, nem de que eu fizesse sexo oral nela, e nem de sexo anal; poderia se dizer, em linhas gerais, que a única ideia de sexo que ela tinha era a do coito vaginal. Bem conservadora, né. Mas ela não demorou a mudar de opinião, principalmente depois que uma tarde, quando estávamos juntos há três meses, foi ela mesma que me perguntou se eu estava a fim de que ela me chupasse. Obviamente aceitei, e ela gostou. E gostou pra caralho. Lembro como seus lábios, inexperientes e apressados, assim como sua língua, brincavam com cada centímetro do meu pau com vontade de aprender. Ela era uma exploradora, e eu queria que ela descobrisse tudo, e a primeira coisa que ela encontrou foi minha porra na sua garganta. Isso foi uma surpresa pra ela, mas longe de se assustar ou ficar brava, ela pediu mais. Sempre mais.
Desde aquele dia nossa faceta sexual foi ampliando suas fronteiras. Depois de um tempo ela deixou eu comer sua buceta. Ainda lembro do sabor do seu mel na primeira vez, como suas pernas tremiam, roçando nas minhas bochechas enquanto ela se abria mais e mais pra minha língua entrar e sair, assim como meus dedos. Seus gemidos eram música, e mais ainda foram quando logo depois ela se virou de bruços e me permitiu brincar com seu cu. Aquilo foi o mais interessante, já que sempre fui um fetichista de bundas, e adorava a ideia de que minha língua percorresse seu ânus. E assim foi. E ela também adorou. A verdade é que ela foi ficando cada vez mais e mais tarada. A ponto de começarmos a transar em público. Num parque, na praia, no carro… Parece clichê, mas pra gente era o máximo de excitante, mesmo que não fosse algo que fazíamos todo dia, só de vez em quando, mas quando rolava era o cúmulo do tesão. Foi assim que descobrimos o quanto curtíamos exibicionismo; tenho umas fotos dela em público, mas isso é outra história.
Enfim, o que quero dizer com isso é que a Marta foi ficando cada vez mais e mais promíscua, tarada, quase ninfomaníaca. Faltava o quase, mas acho que tá bom assim (meu pau também precisa de uma folga, porra).
A Marta tem uma irmã. O nome dela é Paloma, e ela tem vinte e quatro anos, dois a menos que eu. Conheci ela quando minha namorada e eu estávamos juntos há apenas dois meses. Naquela época a Paloma tinha namorado, e por algum motivo que até hoje não entendo, ela me odiou desde o primeiro instante. Lembro que a atitude dela comigo nas vezes que ia na casa delas era sempre bem cortante. Ela mantinha as aparências, fingia ser simpática, mas na menor oportunidade me jogava uma indireta, uma facada. Eu levava na esportiva, minha namorada dizia pra não dar importância, e eu segui o conselho. O que eu dei importância, no entanto, foi ao quanto ela era gostosa. E não é que minha namorada não seja, hein! A Marta é de comer com farinha, com esses peitões, esse rabo delicioso e essa carinha de santinha. Mas quando vi a Paloma pensei: porra, eu comia sem parar. As duas são um tesão, tenho que admitir.
Os meses foram passando e, quando demos por nós, chegou nosso segundo aniversário. E isso, curiosamente, coincidiu com a Paloma terminando com o namorado que, pra ser sincero, era um baita de um escroto, mas esses detalhes não vêm ao caso. O fato é que a partir daí algo começou a mudar entre a irmã da minha namorada e eu.
Lembro de algumas vezes em que a Paloma deu em cima de mim descaradamente quando a irmã não estava, ou de surpreendê-la me olhando mais de uma vez quando eu virava o rosto na direção dela. Ela ria bastante comigo, algo que antigamente teria sido impensável. Lembro também de uma vez que, ao subir com minha namorada para a casa dela, a Paloma estava de pijama e ficou terrivelmente brava com a Marta por não tê-la avisado que eu viria. Saiu correndo para o quarto e quando saiu estava com um camisola semitransparente que deixava ver quase tudo, o que não fez a menor graça para minha namorada. Outras vezes ela colocava um shorts curtíssimo que deixava metade da bunda de fora; uma vez em que eu estava sentado no sofá, ela se inclinou para frente e quase colocou a bunda na minha cara. Como ela me deixava com tesão naquela época com esse jeito de me provocar. Depois eu chegava em casa e não conseguia evitar me masturbar pensando na bunda e nos peitos dela, e naquela carinha de safada que ela fazia quando me via.
Chegou o verão, especificamente o final de julho. A Marta me convidou para passar quatro dias no chalé que a família tem para passar as épocas festivas, fins de semana, meses de verão e tal. Eu aceitei na hora, e quem não aceitaria? Quatro dias com minha namorada e com a irmã dela, uma cachorra, me provocando o tempo todo? Só de pensar eu ficava louco.
E assim chegou o dia marcado e eu fui com ela. E como era de se esperar, a irmã dela não parava de me deixar com tesão com uma sutileza que eu adorava. Teve uma vez que os três estávamos brincando na piscina, as duas de biquíni, gostosas pra caramba as duas. Eu estava com uma sunga bem justa e curta, tipo boxer, então qualquer ereção ia me deixar numa situação bem embaraçosa. Mas eu não ligava, principalmente depois de todas as vezes em que os olhos da Paloma ficavam grudados no meu pau. O caso é que teve um momento em que a Marta teve que sair da piscina por uns minutos para atender o chamado dos pais dela, e Paloma soube aproveitar bem. Ela me jogou a bola com que estávamos brincando e, quando a peguei, se aproximou para tentar tirá-la de mim (tudo parte da brincadeira, claro). Mas era uma desculpa. Eu, tentando segurar a bola, fiz um movimento brusco que a aproximou da minha virilha, e disse:
– Aposto que não tem coragem de tentar tirar agora?
Claro que teve, mas foi direto no meu pau, sem tentar disfarçar que fora acidente. As mãos dela ficaram ali e notaram como eu ficava duro e ia crescendo. Ela me olhou nos olhos, passou a língua no lábio inferior e sussurrou:
– Mas o que temos aqui?
Admito que fiquei paralisado, sem saber o que fazer, mas encantado com a situação. Minha namorada podia voltar a qualquer momento, mas nem pensei nisso na hora. Só sentia as mãos dela acariciando meu pau e os peitos colados no meu peito. Estava quase soltando a bola quando uma das mãos dela entrou por baixo da minha sunga e começou a me masturbar lentamente.
– Relaxa… – ela ordenou. E eu obedeci. A ponto de fechar os olhos e, por um instante, quase perder a cabeça.
Mas a recuperei a tempo de me afastar, justo quando ouvi os passos da minha namorada se aproximando pelo jardim. Tudo que ela viu foi eu chapinhando na água atrás de uma bola de plástico. Escapei por um triz, mas desde então não conseguia esquecer a Paloma. Não tinha como tirá-la da cabeça, e cada vez mais eu queria comê-la. Mas não de qualquer jeito – de um jeito selvagem e demorado.
Como disse no começo, à minha namorada devo muitas experiências pelas quais, direta ou indiretamente, sou profundamente grato. Acho que agora entendem o "indiretamente". Sim, a irmã dela me faria gozar muito no futuro.
Os outros dias passaram com relativa tranquilidade. Eu continuava sofrendo com minha sunga apertada e aproveitando ao mesmo tempo. E assim foi… quando chegou a última noite, a noite antes de eu ir embora de lá.
Acontece que esse chalé tem dois andares, o térreo e o andar de cima. No andar de cima é que fica tudo: a cozinha, os quartos, a sala de jantar… No térreo tem uma sala de estar, um quarto de hóspedes e um banheiro. Eu dormia no térreo. Tinha o andar todo só pra mim. E vocês devem estar pensando: você não comeu sua namorada nenhuma dessas noites? Ou será que não quer dar detalhes sobre isso, seu safado? Lamento dizer que foi impossível. A vigilância apertada do pai dela impediu. E não só isso, mas à noite, quando a gente se despedia, ela me trancava com chave e ia dormir lá em cima, então não teve chance nenhuma. Pelo menos não com a Marta, claro. Digamos que faltou a malícia que a irmã mais velha dela teve.
Como eu disse, era minha última noite. Dormi na hora, estava cansado. Em certo momento da madrugada acordei e senti que alguém estava me acariciando (e a essa altura eu estava dormindo de cueca e completamente descoberto, sem lençol, por causa do calor). Ainda mais dormindo do que acordado, e com o quarto totalmente no escuro, puxei ela pra perto e a beijei. Supus que fosse a Marta, porque, quem mais poderia ser? Minha mente sonolenta não estava lúcida pra raciocinar, e querendo aproveitar essa oportunidade pra finalmente comer minha namorada, a apertei nos meus braços e a beijei com mais fervor. Notei que ela estava completamente pelada, e logo pude acariciar os peitos dela, e foi nesse instante que percebi que algo não batia. Aqueles peitos pareciam um pouco maiores que os da Marta, e não só isso. O jeito dela beijar… Era meio estranho, então abri os olhos e falei o nome da minha namorada. Não teve resposta. Chamei de novo com o mesmo resultado, então a empurrei pro lado, sentei com os pés no chão e acendi a luz.
Qual não foi minha surpresa quando quem eu vi foi a Paloma! Já estava com tesão e com o pau duro como uma pedra com a ideia de dar uma boa Eu estava transando com minha namorada, mas ao ver o corpo nu da irmã dela... Que peitos incríveis, que gostosa ela estava (e está)! Ela me olhava com certa perplexidade e sedução ao mesmo tempo. Não estava usando nenhuma roupa, nem uma única peça, nem mesmo uma calcinha. Tinha a buceta perfeitamente depilada, e abriu as pernas para me oferecer seu fruto.
Eu não conseguia desviar o olhar daquela buceta molhada e quente, e menos ainda quando ela começou a se tocar. Sentia que estava diante da oportunidade perfeita. Mas, por um lado, fui atacado pelos remorsos. Não queria trair minha namorada, me sentiria um lixo a vida toda. Mas ela estava tão gostosa, e eu a desejava há tanto tempo...
Vivenciei um conflito interno muito violento. Assim como na piscina dias antes, fiquei paralisado, então ela tomou a iniciativa. Aproximou-se de mim e me beijou novamente. Sua língua tinha um gosto tão bom, e meus dedos percorriam toda sua pele macia e quente. Foi o empurrão que eu precisava para me decidir, ela soube bem disso. E não paramos mais.
Apoiei as costas contra o travesseiro e ela aproximou os peitos da minha boca. Juntei-os com as duas mãos, como dois melões bem doces, e comecei a chupar enquanto ela abafava seus próprios gemidos para que não nos ouvissem no andar de cima. Seus mamilos estavam duros desde o começo, e era um prazer lambê-los e chupá-los. Mas senti mais prazer ainda quando ela se afastou e começou a chupar meu pau. Deus, como ela chupou! Minha namorada dá boas mamadas, mas o que a Paloma faz é de outro universo. Que boceta gulosa! Ela estava faminta e manteve meu pau na boca por um bom tempo. O bom dessa experiência foi que finalmente realizei uma fantasia. O ruim é que foi muito curto. Ou perdi a noção do tempo, não sei. A verdade é que quando chupei sua buceta, esqueci de tudo. Porra, que buceta saborosa. Ela adorou quando enfiei um dedo no seu cu enquanto fazia um cunnilingus. Senti que ela gozou na minha boca, e ela levou o travesseiro à boca para que seus gemidos ficaram abafados. Mas a melhor parte foi quando enfiei até o fundo. Essa buceta estava bem lubrificada, e ardia. Embora não sei se tanto quanto meu pau, que a cada investida eu entendia que a espera tinha valido a pena.
Ela sussurrava no meu ouvido para não parar, que por tudo que é mais sagrado, queria que eu gozasse dentro (eu sabia que ela tomava anticoncepcional, então não ia hesitar em obedecer). Eu não parava de meter com força, exatamente como tinha imaginado tantas vezes, e ela enfiava a língua até minha garganta. Quando parecia que tudo ia acabar, ela me empurrou para que eu tirasse meu pau da sua buceta, o que me deixou um pouco confuso, mas não demorei a entender. Ela queria me chupar de novo, e eu não impedi.
Sua boca subia e descia, e estava bem molhada. Sua língua girava e fazia um trabalho excelente. Eu pensei que tinha que aguentar, que queria penetrá-la de novo, por trás e por frente, por todos os lados, mas ela pediu, quase implorou que eu gozasse na sua boca. E não pude negar esse presente. Enchi sua boca de porra, que ela engoliu com tanta naturalidade que quando tirou meu pau já não tinha nenhuma gota do líquido branco. Ela tinha chupado tudo e deixado bem limpinho.
Depois disso, como se fosse uma névoa matinal, ela foi embora, quase com o mesmo sigilo com que tinha vindo, não sem antes piscar o olho e me prometer que essa não seria a última vez, e me assegurar que tinha ficado com vontade de mais, mas que queria voltar logo antes que seus pais percebessem sua ausência.
Essa noite dormi melhor que nunca e na manhã seguinte Paloma agiu com a mesma naturalidade de sempre, sem deixar nenhuma brecha na sua atuação que pudesse nos entregar. A despedida foi uma merda, mas durante o caminho de volta pra casa eu pensava de novo e de novo nas suas últimas palavras:
— Calma, essa não vai ser a última vez…
Capítulo 1
O Chalé
Minha namorada e eu estamos juntos há cinco anos (faz exatamente uma semana que comemoramos nosso aniversário), mas durante esse tempo tive a sorte de viver certas experiências pelas quais, direta ou indiretamente, não poderia estar mais agradecido.
Marta (é assim que minha namorada se chama) acabou de completar vinte e um anos, e eu, com cinco anos a mais que ela, me sinto muito sortudo por poder afirmar que foi comigo que ela perdeu a virgindade. A verdade é que no começo ela era bem tímida nesse sentido. Não gostava muito da ideia de fazer boquetes, nem de que eu fizesse sexo oral nela, e nem de sexo anal; poderia se dizer, em linhas gerais, que a única ideia de sexo que ela tinha era a do coito vaginal. Bem conservadora, né. Mas ela não demorou a mudar de opinião, principalmente depois que uma tarde, quando estávamos juntos há três meses, foi ela mesma que me perguntou se eu estava a fim de que ela me chupasse. Obviamente aceitei, e ela gostou. E gostou pra caralho. Lembro como seus lábios, inexperientes e apressados, assim como sua língua, brincavam com cada centímetro do meu pau com vontade de aprender. Ela era uma exploradora, e eu queria que ela descobrisse tudo, e a primeira coisa que ela encontrou foi minha porra na sua garganta. Isso foi uma surpresa pra ela, mas longe de se assustar ou ficar brava, ela pediu mais. Sempre mais.
Desde aquele dia nossa faceta sexual foi ampliando suas fronteiras. Depois de um tempo ela deixou eu comer sua buceta. Ainda lembro do sabor do seu mel na primeira vez, como suas pernas tremiam, roçando nas minhas bochechas enquanto ela se abria mais e mais pra minha língua entrar e sair, assim como meus dedos. Seus gemidos eram música, e mais ainda foram quando logo depois ela se virou de bruços e me permitiu brincar com seu cu. Aquilo foi o mais interessante, já que sempre fui um fetichista de bundas, e adorava a ideia de que minha língua percorresse seu ânus. E assim foi. E ela também adorou. A verdade é que ela foi ficando cada vez mais e mais tarada. A ponto de começarmos a transar em público. Num parque, na praia, no carro… Parece clichê, mas pra gente era o máximo de excitante, mesmo que não fosse algo que fazíamos todo dia, só de vez em quando, mas quando rolava era o cúmulo do tesão. Foi assim que descobrimos o quanto curtíamos exibicionismo; tenho umas fotos dela em público, mas isso é outra história.
Enfim, o que quero dizer com isso é que a Marta foi ficando cada vez mais e mais promíscua, tarada, quase ninfomaníaca. Faltava o quase, mas acho que tá bom assim (meu pau também precisa de uma folga, porra).
A Marta tem uma irmã. O nome dela é Paloma, e ela tem vinte e quatro anos, dois a menos que eu. Conheci ela quando minha namorada e eu estávamos juntos há apenas dois meses. Naquela época a Paloma tinha namorado, e por algum motivo que até hoje não entendo, ela me odiou desde o primeiro instante. Lembro que a atitude dela comigo nas vezes que ia na casa delas era sempre bem cortante. Ela mantinha as aparências, fingia ser simpática, mas na menor oportunidade me jogava uma indireta, uma facada. Eu levava na esportiva, minha namorada dizia pra não dar importância, e eu segui o conselho. O que eu dei importância, no entanto, foi ao quanto ela era gostosa. E não é que minha namorada não seja, hein! A Marta é de comer com farinha, com esses peitões, esse rabo delicioso e essa carinha de santinha. Mas quando vi a Paloma pensei: porra, eu comia sem parar. As duas são um tesão, tenho que admitir.
Os meses foram passando e, quando demos por nós, chegou nosso segundo aniversário. E isso, curiosamente, coincidiu com a Paloma terminando com o namorado que, pra ser sincero, era um baita de um escroto, mas esses detalhes não vêm ao caso. O fato é que a partir daí algo começou a mudar entre a irmã da minha namorada e eu.
Lembro de algumas vezes em que a Paloma deu em cima de mim descaradamente quando a irmã não estava, ou de surpreendê-la me olhando mais de uma vez quando eu virava o rosto na direção dela. Ela ria bastante comigo, algo que antigamente teria sido impensável. Lembro também de uma vez que, ao subir com minha namorada para a casa dela, a Paloma estava de pijama e ficou terrivelmente brava com a Marta por não tê-la avisado que eu viria. Saiu correndo para o quarto e quando saiu estava com um camisola semitransparente que deixava ver quase tudo, o que não fez a menor graça para minha namorada. Outras vezes ela colocava um shorts curtíssimo que deixava metade da bunda de fora; uma vez em que eu estava sentado no sofá, ela se inclinou para frente e quase colocou a bunda na minha cara. Como ela me deixava com tesão naquela época com esse jeito de me provocar. Depois eu chegava em casa e não conseguia evitar me masturbar pensando na bunda e nos peitos dela, e naquela carinha de safada que ela fazia quando me via.
Chegou o verão, especificamente o final de julho. A Marta me convidou para passar quatro dias no chalé que a família tem para passar as épocas festivas, fins de semana, meses de verão e tal. Eu aceitei na hora, e quem não aceitaria? Quatro dias com minha namorada e com a irmã dela, uma cachorra, me provocando o tempo todo? Só de pensar eu ficava louco.
E assim chegou o dia marcado e eu fui com ela. E como era de se esperar, a irmã dela não parava de me deixar com tesão com uma sutileza que eu adorava. Teve uma vez que os três estávamos brincando na piscina, as duas de biquíni, gostosas pra caramba as duas. Eu estava com uma sunga bem justa e curta, tipo boxer, então qualquer ereção ia me deixar numa situação bem embaraçosa. Mas eu não ligava, principalmente depois de todas as vezes em que os olhos da Paloma ficavam grudados no meu pau. O caso é que teve um momento em que a Marta teve que sair da piscina por uns minutos para atender o chamado dos pais dela, e Paloma soube aproveitar bem. Ela me jogou a bola com que estávamos brincando e, quando a peguei, se aproximou para tentar tirá-la de mim (tudo parte da brincadeira, claro). Mas era uma desculpa. Eu, tentando segurar a bola, fiz um movimento brusco que a aproximou da minha virilha, e disse:
– Aposto que não tem coragem de tentar tirar agora?
Claro que teve, mas foi direto no meu pau, sem tentar disfarçar que fora acidente. As mãos dela ficaram ali e notaram como eu ficava duro e ia crescendo. Ela me olhou nos olhos, passou a língua no lábio inferior e sussurrou:
– Mas o que temos aqui?
Admito que fiquei paralisado, sem saber o que fazer, mas encantado com a situação. Minha namorada podia voltar a qualquer momento, mas nem pensei nisso na hora. Só sentia as mãos dela acariciando meu pau e os peitos colados no meu peito. Estava quase soltando a bola quando uma das mãos dela entrou por baixo da minha sunga e começou a me masturbar lentamente.
– Relaxa… – ela ordenou. E eu obedeci. A ponto de fechar os olhos e, por um instante, quase perder a cabeça.
Mas a recuperei a tempo de me afastar, justo quando ouvi os passos da minha namorada se aproximando pelo jardim. Tudo que ela viu foi eu chapinhando na água atrás de uma bola de plástico. Escapei por um triz, mas desde então não conseguia esquecer a Paloma. Não tinha como tirá-la da cabeça, e cada vez mais eu queria comê-la. Mas não de qualquer jeito – de um jeito selvagem e demorado.
Como disse no começo, à minha namorada devo muitas experiências pelas quais, direta ou indiretamente, sou profundamente grato. Acho que agora entendem o "indiretamente". Sim, a irmã dela me faria gozar muito no futuro.
Os outros dias passaram com relativa tranquilidade. Eu continuava sofrendo com minha sunga apertada e aproveitando ao mesmo tempo. E assim foi… quando chegou a última noite, a noite antes de eu ir embora de lá.
Acontece que esse chalé tem dois andares, o térreo e o andar de cima. No andar de cima é que fica tudo: a cozinha, os quartos, a sala de jantar… No térreo tem uma sala de estar, um quarto de hóspedes e um banheiro. Eu dormia no térreo. Tinha o andar todo só pra mim. E vocês devem estar pensando: você não comeu sua namorada nenhuma dessas noites? Ou será que não quer dar detalhes sobre isso, seu safado? Lamento dizer que foi impossível. A vigilância apertada do pai dela impediu. E não só isso, mas à noite, quando a gente se despedia, ela me trancava com chave e ia dormir lá em cima, então não teve chance nenhuma. Pelo menos não com a Marta, claro. Digamos que faltou a malícia que a irmã mais velha dela teve.
Como eu disse, era minha última noite. Dormi na hora, estava cansado. Em certo momento da madrugada acordei e senti que alguém estava me acariciando (e a essa altura eu estava dormindo de cueca e completamente descoberto, sem lençol, por causa do calor). Ainda mais dormindo do que acordado, e com o quarto totalmente no escuro, puxei ela pra perto e a beijei. Supus que fosse a Marta, porque, quem mais poderia ser? Minha mente sonolenta não estava lúcida pra raciocinar, e querendo aproveitar essa oportunidade pra finalmente comer minha namorada, a apertei nos meus braços e a beijei com mais fervor. Notei que ela estava completamente pelada, e logo pude acariciar os peitos dela, e foi nesse instante que percebi que algo não batia. Aqueles peitos pareciam um pouco maiores que os da Marta, e não só isso. O jeito dela beijar… Era meio estranho, então abri os olhos e falei o nome da minha namorada. Não teve resposta. Chamei de novo com o mesmo resultado, então a empurrei pro lado, sentei com os pés no chão e acendi a luz.
Qual não foi minha surpresa quando quem eu vi foi a Paloma! Já estava com tesão e com o pau duro como uma pedra com a ideia de dar uma boa Eu estava transando com minha namorada, mas ao ver o corpo nu da irmã dela... Que peitos incríveis, que gostosa ela estava (e está)! Ela me olhava com certa perplexidade e sedução ao mesmo tempo. Não estava usando nenhuma roupa, nem uma única peça, nem mesmo uma calcinha. Tinha a buceta perfeitamente depilada, e abriu as pernas para me oferecer seu fruto.
Eu não conseguia desviar o olhar daquela buceta molhada e quente, e menos ainda quando ela começou a se tocar. Sentia que estava diante da oportunidade perfeita. Mas, por um lado, fui atacado pelos remorsos. Não queria trair minha namorada, me sentiria um lixo a vida toda. Mas ela estava tão gostosa, e eu a desejava há tanto tempo...
Vivenciei um conflito interno muito violento. Assim como na piscina dias antes, fiquei paralisado, então ela tomou a iniciativa. Aproximou-se de mim e me beijou novamente. Sua língua tinha um gosto tão bom, e meus dedos percorriam toda sua pele macia e quente. Foi o empurrão que eu precisava para me decidir, ela soube bem disso. E não paramos mais.
Apoiei as costas contra o travesseiro e ela aproximou os peitos da minha boca. Juntei-os com as duas mãos, como dois melões bem doces, e comecei a chupar enquanto ela abafava seus próprios gemidos para que não nos ouvissem no andar de cima. Seus mamilos estavam duros desde o começo, e era um prazer lambê-los e chupá-los. Mas senti mais prazer ainda quando ela se afastou e começou a chupar meu pau. Deus, como ela chupou! Minha namorada dá boas mamadas, mas o que a Paloma faz é de outro universo. Que boceta gulosa! Ela estava faminta e manteve meu pau na boca por um bom tempo. O bom dessa experiência foi que finalmente realizei uma fantasia. O ruim é que foi muito curto. Ou perdi a noção do tempo, não sei. A verdade é que quando chupei sua buceta, esqueci de tudo. Porra, que buceta saborosa. Ela adorou quando enfiei um dedo no seu cu enquanto fazia um cunnilingus. Senti que ela gozou na minha boca, e ela levou o travesseiro à boca para que seus gemidos ficaram abafados. Mas a melhor parte foi quando enfiei até o fundo. Essa buceta estava bem lubrificada, e ardia. Embora não sei se tanto quanto meu pau, que a cada investida eu entendia que a espera tinha valido a pena.
Ela sussurrava no meu ouvido para não parar, que por tudo que é mais sagrado, queria que eu gozasse dentro (eu sabia que ela tomava anticoncepcional, então não ia hesitar em obedecer). Eu não parava de meter com força, exatamente como tinha imaginado tantas vezes, e ela enfiava a língua até minha garganta. Quando parecia que tudo ia acabar, ela me empurrou para que eu tirasse meu pau da sua buceta, o que me deixou um pouco confuso, mas não demorei a entender. Ela queria me chupar de novo, e eu não impedi.
Sua boca subia e descia, e estava bem molhada. Sua língua girava e fazia um trabalho excelente. Eu pensei que tinha que aguentar, que queria penetrá-la de novo, por trás e por frente, por todos os lados, mas ela pediu, quase implorou que eu gozasse na sua boca. E não pude negar esse presente. Enchi sua boca de porra, que ela engoliu com tanta naturalidade que quando tirou meu pau já não tinha nenhuma gota do líquido branco. Ela tinha chupado tudo e deixado bem limpinho.
Depois disso, como se fosse uma névoa matinal, ela foi embora, quase com o mesmo sigilo com que tinha vindo, não sem antes piscar o olho e me prometer que essa não seria a última vez, e me assegurar que tinha ficado com vontade de mais, mas que queria voltar logo antes que seus pais percebessem sua ausência.
Essa noite dormi melhor que nunca e na manhã seguinte Paloma agiu com a mesma naturalidade de sempre, sem deixar nenhuma brecha na sua atuação que pudesse nos entregar. A despedida foi uma merda, mas durante o caminho de volta pra casa eu pensava de novo e de novo nas suas últimas palavras:
— Calma, essa não vai ser a última vez…
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