Flaca, loca y degenerada.. ( Relato)

Quando eu tinha 20 anos, trabalhava numa distribuidora atacadista de guloseimas. Entre todos os clientes, vinha uma garota, muito alta e magra, cabelo castanho claro, muito simpática.
Toda vez que ela vinha, ficava batendo papo comigo por uns minutos. Perguntei a idade dela, ela disse que tinha 25 anos.
Sempre que ela aparecia, eu fazia de tudo pra atendê-la, e nessas conversas rápidas, descobri que não tinha namorado, que trabalhava no quiosque do irmão, que se chamava Carina e que tinha 1,88m de altura (bem mais alta que eu, que tenho 1,72m).
Um dia, depois do trabalho, passei no local onde ela trabalhava, fiquei conversando um bom tempo, trocamos e-mails e naquela mesma noite começamos a conversar pelo Messenger.
Nossas conversas eram super inocentes, até que começamos a falar de sexo. Ela foi se soltando mais, o fato de não nos olharmos na cara enquanto conversávamos tirava a vergonha dela (ela mesma me disse).
No começo, nossas conversas eram sobre sexo "em geral", mas aos poucos começamos a falar das nossas preferências.
Assim fui descobrindo que ela gostava de receber sexo oral, e ela soube que eu gostava de bucetas peludas... em questão de uma semana, sabíamos todos os gostos um do outro.
Já tava me excitando demais só de falar de sexo com ela, então um dia perguntei se tinha chance de rolar algo mais que uma conversa.
Ela disse que eu atraía ela, o único problema é que ela se sentia insegura por causa da altura e achava que eu não ia gostar. Falei que não me preocupava nem me incomodava com a altura dela, pelo contrário, achava ela muito sexy assim, alta e magra...
Não precisei encher muito o ouvido dela, ela disse que queria que a gente se visse o mais rápido possível, então combinamos de nos encontrar no domingo seguinte.
Peguei o carro emprestado de um amigo e fui buscá-la em casa. A magricela veio com um vestido longo, que realmente caía muito bem nela. Fomos pra um motel da região...
Quando estávamos no quarto, sentamos na cama e começamos a nos beijar, comecei a passar a mão nela, ela agarrou minha piroca sem hesitar, começou a me bater uma enquanto eu beijava ela.
Tirei a roupa dela em dois movimentos, foi uma surpresa total, os peitos dela não eram tão pequenos, eram redondinhos e com uns mamilos rosados lindos que ficaram durinhos assim que chupei.
Ela tinha a buceta peluda, mas o pelo delicadamente aparado, os pelos da buceta eram castanhos como os cabelos dela.
Mandei ela deitar, fiquei entre as pernas dela e comi a buceta dela, ela tinha uns lábios menores bem grandes, chupei eles, chupei o clitóris, ficou duríssimo assim que lambi, normalmente dedico uns minutos ao oral, mas dessa vez fiquei mais tempo que o normal, ela afastava os lábios com os dedos e levantava o quadril apertando a buceta contra minha boca, aí enfiei dois dedos na buceta molhada.
Fiquei chupando o clitóris dela por um bom tempo, enfiando e tirando meus dedos, isso fazia ela gemer, a mina era uma delícia gemendo e mexendo o quadril contra minha boca.
Depois de um tempo, ela mandou eu deitar, pensei que ia chupar minha piroca, ou que ia montar, mas onde montou foi na minha cara, afastando os lábios da buceta com as duas mãos, colocou a buceta inteira na minha boca, a mina tinha se transformado. Ela olha nos meus olhos e fala: chupa, filho da puta, chupa com gosto.
Me surpreendeu e me excitou ao mesmo tempo, então comecei a comer a buceta dela, enquanto ela se mexia, fodendo minha boca.. depois de um tempo começou a se mexer mais rápido, eu continuava chupando como dava, lambendo e tentando respirar porque ela se mexia tanto que tampava meu nariz com a buceta.. depois de uns minutos, a mina gozou entre espasmos e gemidos.. eu continuei lambendo o clitóris por uns segundos mas ela ficou sensível.
Ela desceu na hora, se ajeitou e começou a chupar minha piroca que já não aguentava mais de tanta Calor... eu não queria gozar assim, gostava de como ela me chupava, mas queria comer a magrinha.
Mandei ela parar, falei que queria transar, fiz ela deitar, coloquei uma camisinha e me meti entre as pernas dela, enfiando a pica e sentindo alívio pro meu tesão.
Comecei a me mexer normal, ela aproxima meu rosto da boca dela, me cheira e sente o próprio cheiro, me disse que adorava sentir o cheiro dela em mim e começou a me beijar, enquanto me envolvia com as pernas longas dela.
Apesar de ser muito alta, ela tinha uma buceta bem apertada, isso me encantou, continuei bombando, devagar mas com ritmo constante, ela me disse que se eu continuasse naquele ritmo, talvez ela pudesse gozar... mas só de falar isso, a pica começou a pulsar e eu não queria gozar na hora.
Comecei a pensar em outras coisas enquanto me mexia, pra ver se aguentava mais, mas não tinha jeito... tinha que parar de vez em quando porque a pica parecia que ia explodir.
Eu queria ter o prazer de fazer a magrinha gozar na pica, não queria gozar antes, então mandei ela me morder, pensando que a dor me faria aguentar, a magrinha começou a mordiscar meus mamilos, cada vez mais forte, isso me deixava mais excitado... e ela muito mais ainda.
O truque estava funcionando, eu continuava me movendo dentro dela, aguentando mas muito tarado, ela estava pegando fogo de tesão, então eu falo:
— Te excita me causar dor, né?
— Sim... sim... sim... — ela respondeu
— Beleza, eu aguento, me faz doer mas depois você aguenta...
Só de falar isso, ela ficou muito mais excitada, o olhar dela mudou, começou a morder meu pescoço, cravava as unhas nas minhas costas, doía pra caralho, a filha da puta estava me machucando as costas e eu não ligava, comecei a me mover mais rápido, ela ficou tensa, me apertando com as pernas enquanto cravava as unhas, isso era uma escalada de tesão tremenda.
Enquanto eu me mexia e ela me mordia o pescoço e os ombros, comecei a falar pra ela:
— Vai, me morde, vai, vagabunda, me faz doer mas depois Aguenta aí...
Eu tava num tesão danado e ela também, comecei a acelerar as metidas, já não tava nem aí se ela gozava ou não, queria gozar, mas ela começou a gozar. Num instante ela ficou tensa, cravou as unhas em mim e começou a gemer, eu continuei bombando com força, até que não aguentei mais e gozei de um jeito violento, parecia que a pica ia explodir dentro de mim.
Me deixei cair em cima dela, exausto, sentia o corpo dela quente e ofegante, foi uma sensação única.

Descansamos um pouco, me olhei no espelho e tava com as costas cheias de 3 arranhões fundos, nem tinha percebido até aquele momento, que começou a doer.
Olho pra magrinha deitada, me encarando com um sorriso, e falo: — Essa tu me paga, não pensa que isso é de graça.
Deitei do lado dela, ficamos de conchinha, ela adorava. — Fica assim um pouquinho me abraçando, vai... — ela disse. Abracei ela por trás e encostei as bolas na bunda dela, fiquei uns minutos assim, mas o roçar da bunda dela na minha pica me fez ficar duro de novo. Me fiz de besta e comecei a encostar a pica na racha da bunda dela, ela se mexia pra trás acompanhando o jogo... comecei a me mexer como se tivesse comendo, com a pica encostada entre as nádegas dela.

Sem falar nada, afastei as nádegas dela e meti a pica entre elas, ela não disse nada, mas acho que já sabia o que eu queria... molhei meus dedos com bastante saliva e lambuzei o cu dela. Normalmente, quando vou comer o cu de uma mulher, primeiro vou dilatando, mas com ela não ia fazer isso.
Salivei o cu dela, salivei minha pica e encostei no cu, mas não entrava, por mais que eu empurrasse, não tinha jeito, a pica não entrava.
Falei pra ela se colocar em outra posição. Como ela era bem mais alta que eu, se ficasse de quatro eu não ia conseguir alcançar o cu dela, então mandei ela ficar na beira da cama, de bruços, com os joelhos no chão. Ela colocou um travesseiro embaixo da barriga e ficou na altura certa.
Me ajeitei atrás, o cu dela tava muito apertado, Perguntei se ela já tinha feito isso antes. Ela disse que não, que tentou uma vez mas não conseguiu porque doía.
Ela nem terminou de falar e eu já estava pressionando meu pau contra o cu dela. A cabeça do meu pau amassava contra o cu dela, ficando roxa de tanta pressão. Me afastei um pouco, cuspi no cu dela e coloquei de novo, empurrando com força, mesmo que quase estivesse doendo em mim também. Dessa vez, meu pau começou a entrar. Ela começou a reclamar, e isso foi a pior coisa que ela podia ter feito, porque ao invés de ir mais devagar, enfiei sem piedade.

Ela tentou se soltar, mas eu segurava ela com muita força pelos quadris e não ia soltar. Meu corpo inteiro tremia de tesão que me deu. Aí eu falei: — Te falei que não ia sair de graça. Vamos ver quanto você aguenta.

Comecei a me mexer. Ela estava sentindo dor, mas eu não ligava. Continuei bombando, apertando com toda a força pra chegar o mais fundo que pudesse, enquanto segurava ela pelas nádegas. Quando senti que ia gozar, comecei a bombear com toda a força que me restava. No último empurrão, fiquei parado enquanto soltava meu gozo dentro do cu apertado dela. Fiquei lá até meu pau amolecer, e quando tirei, fez sucção, igual quando a gente enfia o dedo na boca e faz barulho.

Saímos do hotel. Ela disse que doeu muito, mas que merecia porque tinha me feito sentir dor também. Pra não me sentir tão culpado por ter arrombado a bunda dela, convidei ela pra comer.

7 comentários - Flaca, loca y degenerada.. ( Relato)

Me encanta cuando de romper un culo se trata un abrazo y van puntos
Muy buen relato. Que cogida te mandaste. Van puntitos y te invitamos a pasar por nuestros posts para saber tu opinión.
Que relato carajo me hizo cagar de risa en cierto.momento