Na manhã seguinte, a gente conversou sobre o que tinha rolado e os dois concordaram que tinha sido incrível. Tinha sido uma experiência completa, coisa demais pra um dia só, mas com a Verônica tudo era assim: muito intenso.
— Daniel, adorei ver você gozar ontem à noite — a Vero falou pra mim — e ver que você gosta do gosto do sêmen.
— É, verdade, não fazia ideia, nunca tinha pensado em como seria o gosto e ontem, quando você colocou as gotinhas que saíam do meu pau na minha boca, adorei. Então é assim que um pau tem gosto? — perguntei pra Verônica, curioso.
— Sim, amor, não é uma delícia? — ela respondeu. Era uma maravilha poder falar abertamente sobre qualquer assunto sexual com ela. A gente não tinha tabus, e assim ficamos batendo papo.
— Sinceramente, gostei muito, hehe — falei pra ela — agora entendo por que você adora tanto chupar o meu, hehe. Tem um gosto delicioso.
— Sim, Daniel, chupar um pau é uma delícia. Por isso uma das minhas fantasias é ter dois, três ou quatro paus só pra mim. Chupar eles, segurar na mão, sentir as gotinhas saindo, passar de um pro outro sem parar e todos gozarem ao mesmo tempo em cima de mim. É só uma fantasia, mas fico louca quando imagino.
— Eu sei, Verônica — respondi — e acho ótimo, não quero ser quem vai reprimir seus desejos, pelo contrário, o que mais gosto é te ver se divertindo. Também não ia adorar que todos gozassem em cima de você? E espalhar o sêmen pelos seus peitos lindos, e lamber a porra gostosa em abundância?
— Siiim, Daniel, adoro que você seja tão compreensivo — ela disse enquanto me abraçava com força e começava a me beijar e chupar minha boca toda.
— Claro, meu anjo — falei — já vi muitos filmes na internet e a mina se acaba de prazer quando tem vários caras do lado. Quer que a gente procure algum filme agora?
— Sim, vamos. — A gente pegou o notebook e começou a procurar sites de todo tipo, deitados na cama, completamente pelados.
— É inacreditável a quantidade de coisas que tem, todo tipo de... vídeos, hétero, gay, lésbicas, bissexuais, transexuais, orgias, e muito mais.
— Vamos dar uma olhada em um pouco de cada coisa, tá? — sugeriu Verônica.
Em seguida, começamos a ficar muito excitados enquanto assistíamos todo tipo de sexo. Nos acariciávamos, beijávamos e tocávamos por todos os lados sem parar de olhar para a tela, onde rolava todo tipo de sexo.
Percebi que Verônica gostava muito das cenas em que uma garota transexual comia um rapazinho que gemia ao receber uma piroca grossa no cu, enquanto os peitos da transexual batiam nas costas dele.
Daniel, — ela me perguntou sem tirar os olhos da tela — você gostou ontem à noite quando eu toquei na sua bunda?
Bom, a verdade é que foi uma sensação muito estranha — eu disse — foi tão rápido e eu gozei tão depressa que não saberia te dizer.
Acho que você tem medo de admitir isso por achar que vou pensar que você é gay — disse Verônica — mas acho que você já mostrou de sobra que gay não é, haha. Você fica super excitado comigo. Acho que deveríamos experimentar coisas novas que com certeza são prazerosas.
A verdade é que sim — eu disse — quero me livrar de todo tipo de tabu e experimentar de tudo. Olha quanta coisa tem nos vídeos, e todos gozam pra caralho.
— Então deixa eu explorar nossos corpos, deita de barriga pra baixo que vou te dar uma massagem e ver se o de ontem realmente te agradou.
Eu me deitei olhando para a tela, onde passavam cenas de uma orgia completa. Tinha caras, garotas e transexuais. Verônica começou a massagear minha bunda de novo e diretamente começou a tocar no meu buraquinho anal.
— Quer que eu explore sua bunda, amor? Quer se sentir como o cara que você está vendo agora na tela? (tinha um cara que estava sendo comido de novo por uma transexual com uma piroca enorme).
Eu não dizia nada, mas Verônica tinha pegado um pote de lubrificante e estava enfiando suavemente um dedinho por trás. Eu me deixava fazer, era uma sensação estranha, mas a piroca estava dura. a mil.
Pouco a pouco, o dedo dela ia entrando com suavidade. — Nossa, vejo que seu buraquinho tá abrindo pra caralho, você dilata muito bem. Tá gostando? — eu assenti com a cabeça sem dizer nada. A verdade é que tava meio envergonhado, mas tava adorando.
Logo percebi que a Verônica tava enfiando um segundo dedo e que os dois entravam até o fundo com maior facilidade. — Nossa, você tem um cu de puta autêntico e ainda virgem, que desperdício, hehe. Mas a partir de agora já sabemos mais uma brincadeira, hehe.
Tava amando, por causa do prazer e da sacanagem da situação, meu cu tinha dilatado sozinho pra caramba e os dedos da Verônica entravam até o fundo sem esforço. De repente, me peguei pegando as gotinhas que saíam da minha piroca dura e chupando elas. Tava louco de tesão.
Na tela, o garoto continuava sendo comido pela transexual com aquele pauzão e outro cara, bonito e musculoso, tinha chegado perto da cara dele com a rola dura e tava colocando nos lábios dele. O coitado do protagonista abriu a boca e engoliu a pica do amigo inteira.
— Verônica — falei enquanto chupava meu próprio dedo cheio de gotinhas — quero mais, quero mais.
A Verônica tinha os dois dedos dentro do meu cu, a mão dela era muito pequena, não conseguia ir mais fundo. — Acho que você precisa de algo mais que meus dedos, hehe. Você se atreveria a comprarmos uma rola de borracha num sexshop? — ela perguntou.
— Sim, sim, você tá me deixando a mil, claro que sim. Tô adorando isso.
Na tela, a transexual tinha saído do cu do protagonista bem na hora em que ele gozava selvagemente. — Quer uma coisa desse tamanho, né?
— Sim, sim — eu falei.
— Entendo, quando eu me masturbo acontece a mesma coisa e meus dedos não são suficientes, preciso de uma rola de verdade ou algo do mesmo tamanho. — dizia Verônica. — O que posso enfiar em você? Não posso te deixar assim. Temos que continuar explorando e vejo que você tá gostando. —Vero, céu, espero que você não pense que sou um degenerado, mas queria saber como é a sensação, quero que você encha meu cu. Amanhã mesmo compramos um consolo para nossas brincadeiras, mas agora, o que você poderia enfiar em mim?
— Que tal uma salsicha? Acho que tem na cozinha.
— O que você quiser, preciso que explore essa minha nova sexualidade. — respondi entre gemidos, estava quase gozando.
Vero foi até a cozinha pegar uma salsicha, colocou dentro de uma camisinha e começou a tentar enfiar no meu cu. — Uff, eu tava a mil, e a salsicha não conseguia entrar direito. Eu mexia a bunda e abria as nádegas, mas ela era muito molenga.
— Não se preocupa, — ela disse — trouxe mais coisas. — e me mostrou várias cenouras que tinha encontrado na cozinha.
Ela pegou a maior, já não queria mais perder tempo com brincadeirinhas, hehe, colocou numa camisinha, lubrificou bem e enfiou devagar, mas até o fundo, no meu cu.
A verdade é que a cenoura era bem grande e abriu minha bunda por completo. Eu me sentia como o garoto do filme, com o cu todo cheio pela rola da transexual.
Vero me segurou pelos quadris, me colocou de quatro e começou a bater com a boceta na minha bunda, como se estivesse me fodendo.
— Uff, tô a mil, adoraria ser eu a enfiar algo em você, hehe. Acho que o consolo que vamos comprar vai ser pra você brincar sozinho. O que eu quero é um cinto com uma rola de látex e poder te foder te segurando pelos quadris.
— Siiim, — eu disse — me fode, me fode, enfia mais a rola, mesmo não sendo de verdade, tá me dando muito prazer.
Verônica estava tão excitada e vendo que eu ia gozar que se abaixou e, enquanto continuava mexendo docemente a cenoura enorme dentro do meu cu, enfiou toda a minha rola na boca dela. Eu não aguentei mais e gozei com força, o primeiro jato foi direto na garganta dela e ela engoliu tudo. Os outros ela conseguiu segurar na boca, que não tirou até os espasmos passarem. Foi Incrível.
A Verônica foi tirando a cenoura do meu cu devagarzinho, já tava sentindo falta dela, tava me viciando, e me deu um beijo profundo dividindo toda a porra que tinha saído. Foi uma maravilha.
Eu fiquei bem relaxado, mas a Verônica queria gozar, então dessa vez foi ela quem deitou de frente pra tela e eu me dediquei, sem mais enrolação, a chupar a buceta molhada dela. Ela pedia pra eu enfiar dois dedos enquanto via na tela uma cena onde um monte de caras tava gozando na cara de uma mina. Tavam enchendo a cara dela de leite, uns oito ou dez, pelo menos. E isso deixava a Verônica louca de tesão.
Aproveitando que ela tava toda ensopada, enfiei um dedo na bucetinha dela e, com cuidado, igual na noite anterior, meti um dedo bem lubrificado no cu dela. Fui bem devagar enquanto o dedo da buceta se mexia rapidinho, levando ela a um orgasmo que já tava começando. Quando ela percebeu, meu dedo tava inteiro dentro do cu dela, até o fundo, e aí veio um orgasmo duplo, pelo cu e pela buceta, que fez ela gritar de prazer.
Depois, mesmo relaxados, continuamos vendo filmes pornô na internet. Aprendemos pra caralho e decidimos que precisávamos conhecer mais coisas.
— Daniel, adorei ver você gozar ontem à noite — a Vero falou pra mim — e ver que você gosta do gosto do sêmen.
— É, verdade, não fazia ideia, nunca tinha pensado em como seria o gosto e ontem, quando você colocou as gotinhas que saíam do meu pau na minha boca, adorei. Então é assim que um pau tem gosto? — perguntei pra Verônica, curioso.
— Sim, amor, não é uma delícia? — ela respondeu. Era uma maravilha poder falar abertamente sobre qualquer assunto sexual com ela. A gente não tinha tabus, e assim ficamos batendo papo.
— Sinceramente, gostei muito, hehe — falei pra ela — agora entendo por que você adora tanto chupar o meu, hehe. Tem um gosto delicioso.
— Sim, Daniel, chupar um pau é uma delícia. Por isso uma das minhas fantasias é ter dois, três ou quatro paus só pra mim. Chupar eles, segurar na mão, sentir as gotinhas saindo, passar de um pro outro sem parar e todos gozarem ao mesmo tempo em cima de mim. É só uma fantasia, mas fico louca quando imagino.
— Eu sei, Verônica — respondi — e acho ótimo, não quero ser quem vai reprimir seus desejos, pelo contrário, o que mais gosto é te ver se divertindo. Também não ia adorar que todos gozassem em cima de você? E espalhar o sêmen pelos seus peitos lindos, e lamber a porra gostosa em abundância?
— Siiim, Daniel, adoro que você seja tão compreensivo — ela disse enquanto me abraçava com força e começava a me beijar e chupar minha boca toda.
— Claro, meu anjo — falei — já vi muitos filmes na internet e a mina se acaba de prazer quando tem vários caras do lado. Quer que a gente procure algum filme agora?
— Sim, vamos. — A gente pegou o notebook e começou a procurar sites de todo tipo, deitados na cama, completamente pelados.
— É inacreditável a quantidade de coisas que tem, todo tipo de... vídeos, hétero, gay, lésbicas, bissexuais, transexuais, orgias, e muito mais.
— Vamos dar uma olhada em um pouco de cada coisa, tá? — sugeriu Verônica.
Em seguida, começamos a ficar muito excitados enquanto assistíamos todo tipo de sexo. Nos acariciávamos, beijávamos e tocávamos por todos os lados sem parar de olhar para a tela, onde rolava todo tipo de sexo.
Percebi que Verônica gostava muito das cenas em que uma garota transexual comia um rapazinho que gemia ao receber uma piroca grossa no cu, enquanto os peitos da transexual batiam nas costas dele.
Daniel, — ela me perguntou sem tirar os olhos da tela — você gostou ontem à noite quando eu toquei na sua bunda?
Bom, a verdade é que foi uma sensação muito estranha — eu disse — foi tão rápido e eu gozei tão depressa que não saberia te dizer.
Acho que você tem medo de admitir isso por achar que vou pensar que você é gay — disse Verônica — mas acho que você já mostrou de sobra que gay não é, haha. Você fica super excitado comigo. Acho que deveríamos experimentar coisas novas que com certeza são prazerosas.
A verdade é que sim — eu disse — quero me livrar de todo tipo de tabu e experimentar de tudo. Olha quanta coisa tem nos vídeos, e todos gozam pra caralho.
— Então deixa eu explorar nossos corpos, deita de barriga pra baixo que vou te dar uma massagem e ver se o de ontem realmente te agradou.
Eu me deitei olhando para a tela, onde passavam cenas de uma orgia completa. Tinha caras, garotas e transexuais. Verônica começou a massagear minha bunda de novo e diretamente começou a tocar no meu buraquinho anal.
— Quer que eu explore sua bunda, amor? Quer se sentir como o cara que você está vendo agora na tela? (tinha um cara que estava sendo comido de novo por uma transexual com uma piroca enorme).
Eu não dizia nada, mas Verônica tinha pegado um pote de lubrificante e estava enfiando suavemente um dedinho por trás. Eu me deixava fazer, era uma sensação estranha, mas a piroca estava dura. a mil.
Pouco a pouco, o dedo dela ia entrando com suavidade. — Nossa, vejo que seu buraquinho tá abrindo pra caralho, você dilata muito bem. Tá gostando? — eu assenti com a cabeça sem dizer nada. A verdade é que tava meio envergonhado, mas tava adorando.
Logo percebi que a Verônica tava enfiando um segundo dedo e que os dois entravam até o fundo com maior facilidade. — Nossa, você tem um cu de puta autêntico e ainda virgem, que desperdício, hehe. Mas a partir de agora já sabemos mais uma brincadeira, hehe.
Tava amando, por causa do prazer e da sacanagem da situação, meu cu tinha dilatado sozinho pra caramba e os dedos da Verônica entravam até o fundo sem esforço. De repente, me peguei pegando as gotinhas que saíam da minha piroca dura e chupando elas. Tava louco de tesão.
Na tela, o garoto continuava sendo comido pela transexual com aquele pauzão e outro cara, bonito e musculoso, tinha chegado perto da cara dele com a rola dura e tava colocando nos lábios dele. O coitado do protagonista abriu a boca e engoliu a pica do amigo inteira.
— Verônica — falei enquanto chupava meu próprio dedo cheio de gotinhas — quero mais, quero mais.
A Verônica tinha os dois dedos dentro do meu cu, a mão dela era muito pequena, não conseguia ir mais fundo. — Acho que você precisa de algo mais que meus dedos, hehe. Você se atreveria a comprarmos uma rola de borracha num sexshop? — ela perguntou.
— Sim, sim, você tá me deixando a mil, claro que sim. Tô adorando isso.
Na tela, a transexual tinha saído do cu do protagonista bem na hora em que ele gozava selvagemente. — Quer uma coisa desse tamanho, né?
— Sim, sim — eu falei.
— Entendo, quando eu me masturbo acontece a mesma coisa e meus dedos não são suficientes, preciso de uma rola de verdade ou algo do mesmo tamanho. — dizia Verônica. — O que posso enfiar em você? Não posso te deixar assim. Temos que continuar explorando e vejo que você tá gostando. —Vero, céu, espero que você não pense que sou um degenerado, mas queria saber como é a sensação, quero que você encha meu cu. Amanhã mesmo compramos um consolo para nossas brincadeiras, mas agora, o que você poderia enfiar em mim?
— Que tal uma salsicha? Acho que tem na cozinha.
— O que você quiser, preciso que explore essa minha nova sexualidade. — respondi entre gemidos, estava quase gozando.
Vero foi até a cozinha pegar uma salsicha, colocou dentro de uma camisinha e começou a tentar enfiar no meu cu. — Uff, eu tava a mil, e a salsicha não conseguia entrar direito. Eu mexia a bunda e abria as nádegas, mas ela era muito molenga.
— Não se preocupa, — ela disse — trouxe mais coisas. — e me mostrou várias cenouras que tinha encontrado na cozinha.
Ela pegou a maior, já não queria mais perder tempo com brincadeirinhas, hehe, colocou numa camisinha, lubrificou bem e enfiou devagar, mas até o fundo, no meu cu.
A verdade é que a cenoura era bem grande e abriu minha bunda por completo. Eu me sentia como o garoto do filme, com o cu todo cheio pela rola da transexual.
Vero me segurou pelos quadris, me colocou de quatro e começou a bater com a boceta na minha bunda, como se estivesse me fodendo.
— Uff, tô a mil, adoraria ser eu a enfiar algo em você, hehe. Acho que o consolo que vamos comprar vai ser pra você brincar sozinho. O que eu quero é um cinto com uma rola de látex e poder te foder te segurando pelos quadris.
— Siiim, — eu disse — me fode, me fode, enfia mais a rola, mesmo não sendo de verdade, tá me dando muito prazer.
Verônica estava tão excitada e vendo que eu ia gozar que se abaixou e, enquanto continuava mexendo docemente a cenoura enorme dentro do meu cu, enfiou toda a minha rola na boca dela. Eu não aguentei mais e gozei com força, o primeiro jato foi direto na garganta dela e ela engoliu tudo. Os outros ela conseguiu segurar na boca, que não tirou até os espasmos passarem. Foi Incrível.
A Verônica foi tirando a cenoura do meu cu devagarzinho, já tava sentindo falta dela, tava me viciando, e me deu um beijo profundo dividindo toda a porra que tinha saído. Foi uma maravilha.
Eu fiquei bem relaxado, mas a Verônica queria gozar, então dessa vez foi ela quem deitou de frente pra tela e eu me dediquei, sem mais enrolação, a chupar a buceta molhada dela. Ela pedia pra eu enfiar dois dedos enquanto via na tela uma cena onde um monte de caras tava gozando na cara de uma mina. Tavam enchendo a cara dela de leite, uns oito ou dez, pelo menos. E isso deixava a Verônica louca de tesão.
Aproveitando que ela tava toda ensopada, enfiei um dedo na bucetinha dela e, com cuidado, igual na noite anterior, meti um dedo bem lubrificado no cu dela. Fui bem devagar enquanto o dedo da buceta se mexia rapidinho, levando ela a um orgasmo que já tava começando. Quando ela percebeu, meu dedo tava inteiro dentro do cu dela, até o fundo, e aí veio um orgasmo duplo, pelo cu e pela buceta, que fez ela gritar de prazer.
Depois, mesmo relaxados, continuamos vendo filmes pornô na internet. Aprendemos pra caralho e decidimos que precisávamos conhecer mais coisas.
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