Meu problema moral (parte 3)

Para entender melhor a história, leia as partes anteriores.Na manhã seguinteMesmo com as cenas mais intensas do sonho passando pela minha mente, como era de se esperar, eu tava feito um bicho, com uma ereção tão forte que só uma punheta poderia me acalmar; tava tão excitado e nublado pelo meu estado que de repente decidi transformar minha fantasia em realidade.

Minha mãe, por sua vez, não demoraria a aparecer na minha frente e me oferecer pra correr com ela, então eu tinha que aproveitar aquele momento pra pelo menos tentar. Depois de 20 minutos de espera, os minutos mais ansiosos da minha vida, lá estava ela com o mesmo tipo de roupa, mas com uma cor diferente, agora era vermelho, um vermelho opaco.

— Meu anjo... ah, mas você já tá acordado hehehe. Como dormiu? — perguntou ela.

— Nada mal, mãe. E você? — perguntei.

— Muito bem — respondeu. — Olha, vim ver se você topa correr comigo.

— Não, mãe — hoje tô cansado, mas quer saber? — falei fingindo surpresa.

— O que foi? — ela arregalou os olhos.

— Ontem, tentando te ajudar, fiquei pesquisando na internet outros métodos pra melhorar o exercício hehehe. E adivinha o que eu encontrei?

— O quê?! — disse ela animada.

— O que você precisa vestir pra fazer eles hehehe.

— O que eu preciso vestir?

— Isso mesmo — falei fingindo saber do assunto. — Olha, essas suas roupas, apesar de serem eficazes, não são tão boas quanto as lycra esportivas e as blusas de manga curta.

— Por que são mais eficazes? — perguntou.

— Porque quanto menos roupa, mais transpiração hehehe.

— Entendi, filho. Então eu tenho que tirar o moletom pra me exercitar?

— Sim, mãe, mas...

Inesperadamente, ela tirou o moletom de uma vez só, me deixando ver um pouco mais das dimensões reais dos peitos lindos dela; eles eram grandes, firmes e empinados apesar da idade, dos seus 36 anos. Apertados na blusa de manga curta branca, pareciam enormes, tão apetitosos que, de susto e tesão, fiquei mudo.

— O que foi, filho? — disse ela, um pouco preocupada com minha reação, com minhas expressões, que provavelmente estavam exageradas e vermelhas.

— Nada, mãe. Bem, é que você não precisa só disso... tirar o moletom hehe, mas também a calça éhh - falei tentando a sorte
Também a calça? Tá falando sério? - disse bem surpresa mas com um sorriso
sim, mamãe - afirmei
Filho, mas se eu tirar vai aparecer a calcinha!
- hahaha não seja boba, mãe, tô falando pra usar legging e top esportivo igual os atletas profissionais
- mas eu não sou profissional, coração - disse confusa - além disso não tenho esse tipo de roupa
Pela roupa não se preocupa - falei insistindo - olha, se você se interessou por esse novo método de exercício, então deixa que eu cuido de tudo hehe
- O que você vai fazer? - perguntou
- mmmm, que tal a gente ir depois que você voltar fazer compras no shopping? Lá vende roupa desse estilo
- mmm, tá bom, meu amor, se isso te faz feliz, a mim também - continuava sorrindo
- aliás, mãe, meus amigos vão vir de novo hehe - falei
Tá bem, filho - disse enquanto as bochechas dela de repente ficaram levemente coradas - obrigada por me avisar, te amo - e na sequência me deu um beijo estalado na testa, se virou e saiu andando meio diferente até sair do quarto. Durante todo aquele tempo, não parei de olhar o balanço da rabeta majestosa dela, mas agora com a novidade de não me segurar. Aquela bunda enorme tem que ser minha!! - pensei
Assim que ela saiu, desci na hora pra tomar café, preparei o videogame, coloquei o FIFA e ansioso esperei meus amigos. Eram 9h e não chegavam, eram 9h15 e nada de sinal, 9h30, 10h, 10h30 e nada. Que merda!
Os desgraçados me deixaram na mão, mas agora vão ver.
Quando eu tava prestes a desligar o videogame e voltar pro meu quarto, a campainha tocou
- Fala, irmão, desculpa a demora - disse Alejandro - tive que terminar uns trampos pra me deixarem vir
Fiquei sério - e os outros?
Não chegaram? - perguntou
É óbvio - respondi
Não sei, amigo, com certeza se distraíram com outra coisa - disse
Esses ingratos! - falei puto
Decepcionado, fui correndo pro meu computador pra conectar e reclamar com eles, mas quando liguei, uma atualização impediu a entrada
—Mas por quê! — gritei
—Calma, Pepe, não exagera, além disso, eu tô aqui, a gente pode jogar junto o tempo todo
Fiquei pensando — sabe… cê tem razão, amigo, a gente pode jogar até minha mãe chegar — falei
—Até ela chegar? Por quê, o que vão fazer? — perguntou Alejandro
—Vamos fazer compras
—Ahh, tá, então se liga, amigo —
—Beleza
E assim começamos a jogar por duas horas seguidas, entre as quais eu ganhava umas e perdia outras, mas tenho que admitir que perdia mais
—Oi, filho
Virei a cabeça
—Que surpresa, jogando de novo hahaha! Cê é um viciado, hein, acho que vou ter que começar a te dar limites porque são muitas horas
Tá me ouvindo? — disse entre divertida e brava
—Des… desculpa, mãe — falei nervoso. Minha mãe tava tão gostosa com a camiseta encharcada de suor, os peitos brancos e carnudos apareciam muito mais, porque a roupa colava na pele dela, deixando eu ver o contorno e o formato do sutiã
—E ele quem é?
—É… meu amigo Alejandro, mãe, ele veio ontem pra jogar
—É o Alejandro?? — disse surpresa — cê tá falando do mesmo Ale que eu conheço?
—Sim, mãe
—Hahaha, riu. Então vem cá, meu menino
Na mesma hora, Alejandro virou pra olhar ela.
Assim que ele percebeu o tamanho das tetas da minha mãe, o suor na camiseta toda, a cintura perfeita, o rosto lindo e corado, o cabelo longo e impecável e os olhos maravilhosos, mal conseguiu falar um OI..
—Siim, é o mesmo hahaha, tá esperando o quê? Vem me dar um abraço! — disse carinhosa
Alejandro, ainda hipnotizado pela presença da minha mãe, continuou sentado até eu dar uns tapas nas costas dele pra encorajar ele a ir. Quando ele voltou a si, foi dar um abraço carinhoso na minha mãe, e aproveitou pra encostar o rostão gordo nos peitos molhados dela
—Tô muito feliz, Ale, que cê tá aqui, que ainda mantém contato com meu filho. Sabe desde quando te conheço?
Ale só balançou a cabeça Negativamente! Mas
Eu te conheci desde que você era um bebê, te carreguei no colo, hahaha! — em seguida, tocou as bochechas dela com muito carinho
Me diz, Ale, como é que tá sua mãe? — Ale, mais calmo e à vontade, começou a conversar com minha mãe sobre o passado dela, a família, os hábitos e a amizade que tinha comigo
………
— hahahaha — minha mãe ri — Sério que meu filho fez isso?
Sim, hahaha, ele acabou vomitando naquelas mulheres da festa — disse Alejandro, divertido
— Cala a boca de uma vez, Ale — falei, irritado
— hahahaha — minha mãe ria sem tirar os olhos do meu amigo Ale; o olhar dela era totalmente maternal e encantador.
……….
— não sabia que ele dava aula pra você! Hahaha — disse minha mãe
Isso mesmo — respondeu Ale
Mas que coincidência, hein, será porque você nunca faz barulho e sempre se comporta?
Ale ficou vermelho
— Não, mãe, interrompi, com certeza é porque você ainda não se acostumou com seus novos alunos
Minha mãe concordou comigo.

Depois de 20 minutos de conversa, minha mãe disse
Ei, Pepe, filho, e seus outros amigos? Não iam chegar mais?
Sim, mãe, mas não vieram, os desgraçados me deixaram na mão — falei, fazendo cara feia
— Ah, filho, mas não se preocupa, hehe, já cheguei e agora que tô aqui vamos comprar aquela roupa esportiva, e depois, se você quiser, a gente vê um filme juntos, uma comédia, hehe, bora?
— Sim, mãe, obrigado pela atenção — falei
Minha mãe passou a mão na minha cabeça com muito carinho
Bom, vamos andando, meninos, antes que a praça encha de gente.
Tá bem, mãeA viagemFilho, dessa vez vou deixar você dirigir, hehe. Você merece por ser tão atencioso e educado comigo, por me ajudar na minha rotina e se preocupar com meu bem-estar.

— Obrigado, mãe, você é a melhor — consegui dizer —, mas na verdade as palavras dela me deixaram inquieto, já que ela era inocente e eu um pervertido.

— Onde você vai sentar, mãe? Vem pra frente, seja minha copiloto, hehe.

— Não, filho, não quero ser mal-educada com o Ale. Vou sentar atrás com ele — disse ela sem desviar o olhar dos olhos dele.

— Tudo bem então — falei sem problemas.

Durante todo o caminho, eu ouvia as risadas constantes da minha mãe, alegrias que surgiam da veia cômica do Ale, das quais até eu participava. No entanto, apesar do clima, pude perceber pelo espelho retrovisor que o Ale, discretamente, olhava os peitos dela quando ela ria ou olhava pela janela.

Em questão de 20 minutos, chegamos ao shopping, mas não sem antes conversar, rir e nos divertir.

Assim que chegamos, entramos na loja de roupas esportivas, que tinha muitas promoções e também muita gente. Então, com muito entusiasmo e nervosismo, recomendei a ela que tipo de leggings seriam mais eficazes para o objetivo dela, mas, claro, não sem antes dar à minha mente a chance de fantasiar e imaginá-la usando aquelas roupas. Dentre todas, ela escolheu uma branca com listras azuis nas laterais e um top combinando.

— Meu amor, esse conjunto é muito bonito, hehe. O que você acha? Acha que vai ficar bem em mim?

— Com certeza, mãe — falei excitado, porque só de imaginá-la usando aquela roupa já me causou um estado de ansiedade e até um leve suor.

— E você, Ale? — Alejandro estava distraído olhando o corpo das gostosas que estavam por ali.

— Hã? — disse ele com cara de bobo; o rosto rechonchudo, as bochechas inchadas, a franja de sempre, além do nariz pequeno e do suor característico.

— Kkkkk — riu minha mãe, provavelmente pela aparência cômica e patética do meu amigo.

— Você acha que essa roupa fica bem em mim?

Ale olhou para a roupa, observou a minha... Mãe, de novo na roupa. Sim! Com certeza vai ficar muito gostosa, hehe — disse nervoso.
Você é muito fofo, Ale, mas pra ter certeza vou experimentar, hehe — sorriu enquanto erguia os ombros.
Eu quase desmaiei.
Animada e feliz, entrou com a roupa na mão. Depois de 5 minutos, apareceu o braço nu e parte do rosto.
Filho, tem certeza que essa roupa é adequada?
Sim, mãe. Por que perguntou? O que foi?
Não, nada, hehe. Daqui a pouco eu saio, espera aí.
Tá bom, mãe.
Depois de 15 minutos, minha mãe voltou com as roupas vestidas.
Quando olhei pra ela, fiquei pelando de tesão, tanto que mal conseguia manter contato visual. Ela estava fenomenal, tão sexy e ao mesmo tempo vulgar, tão delicada, mas sensual. Com a legging tão justa que tanto as coxas quanto as panturrilhas estavam apertadíssimas; carnudas e com um volume que até então eu desconhecia. Fiquei besta por uns segundos admirando o umbigo lindo dela, que estava de fora, a cintura fina, os peitos grandes e apertados que lutavam uma batalha da vida pra se manter no lugar, e os braços frágeis, finos e elegantes, lindos demais. Por outro lado, enquanto eu via tudo em câmera lenta, meu amigo já estava suando e vermelho.
Kkkkkkk — riu minha mãe — então tá confirmado que ficou bom em mim — disse feliz — vocês são tão fofos!
— Ei, meninos, mas não está muito apertado? Em seguida, se virou divertida como se estivesse dançando, dando as costas pra gente e, com isso, a visão das coxas fantásticas e da bunda gostosa.
— Pelo amor de Deus! — me escapou.
Ela, surpresa com minha frase, disse assustada:
— O que foi?? Tá manchado? Tá feio? — perguntou preocupada sem se virar, mas se apalpando com as duas mãos a bundona firme.
— Uau! Que obra de arte magnífica e esplêndida! Que bunda linda e enorme minha mãe tem! — pensei na hora — Essa raba com essa legging não pode coexistir, não é possível que a roupa não rasgue. Como me arrependo de não ter... Já tirou proveito do corpo dela antes
—Tá muito bom em você, mãe — falei nervoso — não tá apertado, tá espetacular, hehe — obviamente menti
—Muito bem! — disse ela, alegre
—Você acha o mesmo, Ale? — perguntou, divertida
Ale só balançou a cabeça confirmando, enquanto comia suas batatinhas cheio de ansiedade
—Bom, meus filhos, então peguem algumas dessas roupas e vamos embora, hehe — ela ainda estava vestindo a peça, então todos os homens no lugar não tiravam os olhos dos movimentos dela, daquele rabão, das coxas e da figura espetacular. Um fato irritante, mas também excitante; eu adorava que minha mãe não percebesse aqueles olhares, incluindo os meus e os do Alejandro
Em seguida, nós três começamos a escolher algumas peças, e vale destacar que eu peguei umas bem ousadas
Depois de 40 minutos, terminamos de pagarNo meio da praçaA primeira coisa que chamou a atenção foi que tanto os homens quanto as mulheres não perdiam a oportunidade de olhar praquele corpo gostoso e bem vestido dela. Claro, as mulheres, incluindo umas minas muito gatas, olhavam mais com inveja do que com a safadeza que dava pra ver nos olhos de todos os homens.

Minha mãe, por outro lado, parecia ignorar tudo que rolava ao redor dela.

— Gente — disse minha mãe —, o que acham de comer aqui?

— Sim, mãe, é uma boa ideia, assim você não precisa cozinhar em casa, hehe.

— Ale, você topa?

— Sim — disse Alejandro com aqueles olhos de comilão.

— Beleza, então vamos andar pra achar um lugar.

Era nítido que quanto mais a gente andava, mais gente olhava praquele rebolado inocente, mas muito excitante, daquela bunda. Até confesso que, em algumas vezes, tive que parar de repente, me ajoelhar e fingir que tava amarrando o tênis pra admirar aquele rabão do melhor ângulo possível. E olha que valeu a pena cada tentativa! Porque a forma e o tamanho da bunda dela pareciam gigantescos de lá.

Quando sentamos no restaurante, a primeira coisa que me chamou a atenção foi que o garçom que nos atendeu era ninguém menos que o EDUARDO, o mais chato de toda a turma, o único que a gente tinha jurado de nunca mais falar. Que azar do caralho! — falei puto.

— Ei, Ale — falei murmurando enquanto cutucava ele várias vezes —, reconhece o garçom?

Ale, por sua vez, agora na frente da minha mãe, tava mudo, perdido nos olhos encantadores dela, enquanto minha mãe, toda feminina, conversava com ele.

— Esquece, infeliz — falei ainda mais baixo.

Quando tentei reconhecer o cara, porque era difícil com aquele cabelo agora comprido e um piercing no nariz, vi ele se aproximando e percebi que já tinha me reconhecido.

— Mas olha só quem está aqui! São ninguém menos que os maiores otários da escola, hahahaha — ele ria debochado.

— Olha só quem tá na merda agora — respondi ironizando —, já saiu do reformatório ou continua roubando?

Assim que falei isso, tanto Ale... Como minha mãe, eles pararam de conversar entre si e prestaram atenção no garçom.
Alejandro, surpreso com a presença do Eduardo, ficou muito intimidado, ficou vermelho e até suou de medo, porque a aparência do Eduardo era imponente, principalmente por causa da altura, da cabeleira, do olhar de assassino, do nariz torto e das mãos enormes, com as quais ele nos enchia de cascudos o tempo todo, principalmente nele.
Minha mãe, por sua vez, tão inocente como sempre, cumprimentou ele acenando com o braço frágil enquanto olhava para ele com alegria. Assim que terminou de cumprimentar, para minha surpresa, Eduardo mudou a atitude com a gente, ficou mais atencioso, mais educado e prestativo, de modo que anotou o pedido com cuidado e sem nos causar problemas, no entanto, os olhares disfarçados dele sempre pousavam nos peitões da minha mãe, que, como era de se esperar, nem se ligava.
— Olá, cavalheiros e linda dama — me chamo Eduardo e hoje tenho o privilégio de atendê-los — disse com o sorriso misterioso dele, aquele que esconde planos.
Cavalheiros? Privilégio? Mas o que esse infeliz está dizendo? — eu me perguntava enquanto olhava estranhado para o Alejandro, que estava igual a mim.
— Oi, Eduardo, me chamo Angélica, é um prazer, hehe — disse com o sorriso característico dela depois de estender a mão.
— O prazer é meu — ele pegou a mão dela, aproximou o rosto da palma e deu um beijo leve nela, como se fosse um cavalheiro e ela uma dama.
Minha mãe, surpresa, ficou vermelha.
— BOM, vai nos atender ou o quê? — falei irritado com a paquera dele com a minha mãe.
— Olha… quero que me traga um chuleta defumada, sopa e arroz, mas se apresse ou vou chamar o gerente, hahaha — falei agressivo pra me vingar de todos os danos do passado.
— Hahaha — riu Alejandro — pra mim você vai trazer enchiladas de mole, caldo e batatas, muitas batatas, mas quero tudo em no máximo 15 minutos ou a gente vai embora — disse apoiando minha atitude.
Minha mãe, estranhando nossa atitude, olhou pra gente entre brava e surpresa.
— Eduardo, pra mim você vai trazer sopa, espaguete e ovos, por favor, hehe — disse com sua clássica amabilidade
Eduardo, por sua vez, estava com uma cara emburrada e franzida, se segurando pra não zoar
– Angélica, seus ovos, como você quer? Tem salsichas frescas e apetitosas que você vai amar – disse educadamente, mas tanto eu quanto Ale percebemos o duplo sentido nas palavras dele
– Hummm… sim, Eduardo, quero salsicha, muito obrigada –
Em seguida, ele foi embora, mas antes me olhou com uma cara ameaçadora

Depois de 5 minutos, minha mãe nos perguntou
– Quem é ele? – disse curiosa
– Quem, ele? – perguntou Alejandro
– Ué, o garçom – disse ela, divertida com a distração do Ale
– O nome dele é Eduardo, mãe, era um dos nossos amigos, mas depois virou… – nesse momento, passou a Yasmín, É A YASMÍN!
Minha mãe virou a cabeça
– YASMÍN? – disse Alejandro – O que ela tá fazendo aqui?
– Calma, pessoal, quem é Yasmín? E quem é o garçom?
– Já volto! Ale, explica tudo enquanto eu vou
– Aonde você vai, filho?
– No banheiro – falei apressado

Assim que cheguei, lavei as mãos, penteie o cabelo, arrumei minha camiseta e saí
Quando me aproximei de novo do lugar, fiquei doido por dois motivos. Por um lado, do ângulo onde eu estava, dava pra ver minha mãe de costas pra mim. Ela, sentada naquela posição com aqueles leggings, mostrava sem querer sua booty apetitosa, gloriosa e enorme, que ainda exibia a parte de cima das suas bundas deliciosas; a calcinha de renda branca dela era tão visível que o pessoal ao redor, principalmente os outros clientes, tava babando naquele corpo espetacular. A bunda dela sobressaía muito, porque as costas dela estavam bem retas
– E essa calcinha? – me perguntei – Não importa! MINHA MÃE É UMA DEUSA! Pensei – essa rabeta que ela tem…

Por outro lado, quanto mais eu me aproximava deles, vi que os caras e os homens mais velhos tiravam fotos discretamente, porque quando passei por eles, vi que os celulares deles estavam com a câmera apontada pra bunda dela. Mas, em vez de fazer um escândalo, deixei eles fazerem (talvez porque em Naquele momento, sentia uns arrepios muito intensos.
Quando estava quase chegando no lugar, não acreditei que a Yasmín, a mesma mulher que me encantou desde o ensino fundamental, estava conversando com o Eduardo, o garçom, a poucos metros de mim.
O Eduardo fazia a Yasmín rir o tempo todo, até que, de repente, ele beijou ela — mas que filho da puta!
— GARÇOM! — gritei com autoridade — você é pago pra atender, não pra paquerar. Vem aqui e serve o que a gente pediu.
O Eduardo, todo debochado, se despediu da Yasmín, que depois de me olhar nem me reconheceu — que tristeza, hein!
— Filho — disse minha mãe, se ligando em tudo que tava rolando — qual é a sua história com a Yasmín e com o garçom? — falou num tom sério.
Eu, ainda puto pelo jeito que a Yasmín me ignorou, não consegui articular uma palavra.
— Alejandro — a Yasmín é o amor da vida dele, e o Eduardo, o garçom, é o pior inimigo dele, um cara muito chato.
Minha mãe ficou em silêncio, e assim esperamos a comida.
Assim que o Eduardo voltou e terminou de nos servir, a conversa voltou ao normal, porque minha mãe, pra levantar meu astral, sugeriu que eu ensinasse ela a jogar videogame e a usar o computador; ela me conhece bem e sabe que entretenimento é meu terceiro grande amor.
Nós três comemos enquanto ríamos; o carinho da minha mãe era tanto que conseguiu me acalmar, mas também tinha o lado sensual dela, porque ver ela naquele top simplesmente me enlouquecia, olhar os olhos lindos e grandes dela, os lábios carnudos e o nariz era um manjar que eu dividia naquele momento com o Alejandro, meu melhor amigo, mas não me incomodava, porque ele é como um irmão pra mim e é muito diferente do Ramiro e do Luis, aqueles pervertidos, diferente também do metido a besta do Eduardo.
Quando terminamos de comer, pagamos a conta, mas não sem antes trocar olhares com o Eduardo, que mostrou a língua de um jeito vulgar e começou a mexer, simulando que tava lambendo a bunda da minha mãe.
Depois de ver aquilo, ignorei ele e fui embora.
Assim que minha mãe se levantou e começou a andar, ouviram-se aplausos acompanhados da palavra MILF, o que só nos... Isso deixou eu e a Ale sem graça, porque minha mãe não entendeu nada.
Durante a volta pra casa, minha mãe, pra tentar me animar, pediu pra eu colocar uma música, algo alegre e moderno. Coloquei um eletrônico.
Ela, no ritmo da música, começou a rebolhar o corpo com toda a magia, os peitos enormes dela pulavam de um jeito incrível, o cabelo balançava pra todo lado, a franja grudava na testa; num estado de pura euforia, ela pegou os bracinhos gordinhos da Ale e começou a mexer eles, enquanto olhava pra ele com aqueles olhos lindos dela.
Hahahaha — risadas e mais risadas ecoaram o caminho inteiro.O jogoUma vez em casa

"Meus filhos", disse minha mãe enquanto me olhava tentando me animar, "promessa é dívida, vocês têm que me ensinar a jogar seus videogames e depois o computador."

"Valeu", disse Alejandro animado.

Na hora, coloquei o jogo, mas sem tirar os olhos do corpo tão gostoso e desejável da minha mãe.

"Bom, mamãe, eu vou ter o privilégio de te ensinar."

"Sim, filho", disse ela alegre, dando pulinhos que faziam tanto seus peitões enormes e deliciosos quanto sua rabuda enorme balançarem pra cima e pra baixo, de um jeito hipnotizante.

"Beleza, Alejandro, você pode trazer os sofás pra perto da TV?"

"Claro", respondeu ele.

"Um momento", interrompeu minha mãe, "deixa os sofás onde estão, é melhor sentarmos no chão."

"Tá bom, tanto faz", falei.

Em seguida, os três sentamos no chão: eu com o controle na esquerda, minha mãe no centro e Alejandro com as batatinhas na direita.

Depois de 15 minutos de prática e instrução, minha mãe decidiu que era hora de uma partida de verdade.

Então começamos a jogar; foi um jogo bem simples, onde, por motivos óbvios, deixei minha mãe desenvolver a partida. Tudo ia de boa até que ela resolveu se deitar de bruços, deixando aquela rabuda imensa, apetitosa e incrível à mostra, tão vulnerável e gostosa com sua legging branca de listras azuis nas laterais.

Ela, com um sorrisinho no rosto, mantinha o olhar atento na tela, fingindo concentração, mas sem parar de rebolando aquele bundão de um lado pro outro, criando um ritmo vibrante e enlouquecedor. Enquanto eu estava besta com aquele espetáculo, ouvi um "GOOOOOOOL!"

"Poxa", falei.

"Gol, hahaha, fiz um gol", disse minha mãe toda feliz.

"Ai, José", falou Alejandro, "vê se não se distrai mais, hahaha", riu.

"Hahaha, você se distraiu?", perguntou ela, fingindo inocência. "Com o quê, meu filho?"

"Com nada, mãe. Continua o jogo."

Enquanto continuávamos jogando, passou pela minha cabeça aquela provocação repentina; entendi que minha mãe é uma mulher esperta. Travessa, capaz de usar o corpo dela pra me provocar risadas e momentos gostosos incontroláveis.
Depois de perder o jogo, olhei pra minha mãe feliz, se balançando toda animada (aquele vai e vem era tão magnífico que fiquei perplexo por uns segundos). Passei o controle pro Ale, levantei e fui pegar as frituras e os refrigerantes na cozinha. Quando voltei com tudo num prato grande, quase deixei cair quando percebi que a calcinha da minha mãe, uma branca de renda, tava à mostra. Era tão pequena que mal dava pra ver, porque a bunda enorme dela engolia ela, deixando só as tirinhas.
Ela, concentrada no jogo, dizia:
— Você é muito bom, Alejandro! Não consigo fazer gol em você!
Já o Alejandro mal conseguia se concentrar, porque, igual a mim, não parava de olhar pra aquelas bundonas e coxas espetaculares.
Quando eu ia sentar com eles, minha mãe, num ato desesperado, de repente se ajoelhou, mantendo as costas retas, fazendo as nádegas dela sobressaírem ainda mais. A calcinha tão sexy escapou, mas ao mesmo tempo foi devorada pelas bundinhas gostosas dela. E nessa posição, ela continuou jogando, entre risadinhas safadas, olhando pra tela.
Alejandro, mudo e suando, olhava disfarçadamente.
— GOOOOL! — se ouviu.
— hahahaha! — mais uma vitória pra mim. — disse minha mãe, sorrindo, enquanto dava pulinhos, fazendo os peitões dela, os mais carnudos e gostosos, balançarem com muita sensualidade, e as bundonhas dela se flexionarem ainda mais!
Mas, diante daquela imagem tão safada, não consegui manter o equilíbrio e, sem querer, derrubei alguns copos de refrigerante nela, no chão e no short do meu amigo.
— Ahhhh! — se ouviu.
— Mas que imbecil! — gritei.
Minha mãe, por sua vez, só riu.
— hahaha, não se preocupa, meu filho, foi um acidente. Só vai pegar uns panos e pronto.
— Mãe, mas não tem pano — falei.
— Então vai comprar — respondeu.
Preocupado, saí correndo, sem conseguir esquecer como o refrigerante a encharcou. completo, deixando à mostra a forma do sutiã e da calcinha dela
Assim que peguei os trapos na mão, voltei preocupado, mas quando cheguei parei na hora, senti uma corrente elétrica percorrer cada parte do meu cérebro e, por morbidez, decidi me esconder

Minha mãe tirou o top!
Estava de pé, tentando tirar o leggings bem justo, se esforçava pra caramba porque aquela roupa parecia grudada na pele dela
Mas que loucura!

Alexandre, por sua vez, ficou mudo e atônito olhando o espetáculo
— Ai! — isso não desce — disse minha mãe, mmm... ei, Ale, me ajuda? — falou minha mãe
Mas por quê?!

Alexandre, nervoso, balançou a cabeça afirmando
Ela, com um sorriso safado, respondeu: — Rápido, meu menino, que eu vou me molhar toda

Ele, numa tentativa honesta, segurou pelas laterais com muito cuidado, tentando não tocar nas bundas gloriosas dela, mas não conseguia puxar pra baixo
— Mmm... já sei! Por que você não se abaixa? — ela sugeriu

Alexandre, vermelho que nem um tomate e suando, fez isso, mas dessa vez, quando pegou as laterais do leggings dela, ela de repente segurou as mãos dele com as dela e levou direto pra bunda dela!
— Puxa daí, meu menino, mas com força

Alexandre, dessa vez sem resistência moral, aproveitou pra dar uma apalpada meio sem vergonha, o coitado até mudou de cara.
— Vai bem, meu menino, mas mais forte, senão não desce

Eu não podia acreditar, minha mãe estava provocando ele! Mas que puta!! Será que ela também deixou a janela aberta naquela ocasião? (leia a parte 1)

Meu pobre amigo, possuído, deu um puxão bem forte na roupa dela, fazendo com que finalmente descesse

— Bravo, Alexandre! — gritou minha mãe
— Bravo? — mas que...

A expressão do Ale mostrava muita luxúria, um par de olhos em movimento constante analisando aquele monumento; percebi que ele ficou bobão diante da brancura e da voluptuosidade da bunda gordinha dela, os olhos dele até se mexiam e paravam em cada sardinha dela

Minha mãe, feliz, começou a pular com sensualidade Enquanto o Ale estava ajoelhado, olhando o rebolado tão safado das nádegas monumentais dela; elas subiam e desciam com um brilho especial, estavam cheias de doce, do refrigerante!!
Assim que terminou de pular, ela (imagino que por medo) pediu na hora pra ele se levantar.
— Muito obrigada, Ale, mas ainda falta você, olha o que meu filho fez com você, não, não e não, mas não se preocupa, jiji — ria igual uma puta — eu vou te devolver o favor — mas vem cá, a gente não quer que meu filho nos descubra, né?

Eu, ainda escondido, não conseguia acreditar no que via, minha mãe só coberta com um sutiã e uma calcinha de renda branca, se comportando primeiro toda sexy e agora como uma puta, o Ale com uma cara nova, uma cara cheia de tesão, e eu feito um idiota ouvindo tudo. Mas por que eu não me levantava e parava tudo aquilo? Muito simples, porque eu tava com uma mão batendo uma punheta pro meu pau duro.

Ela, ainda com um sorrisinho safado e um olhar capaz de derreter qualquer coisa, esperava ansiosa pela resposta do Alejandro. Mas meu amigo, meu grande amigo dessa vez se segurou, fechou os olhos e, sem mais delongas, disse que não.
— Des... desculpa, a senhora é a mãe do meu melhor amig...
— Shhh... — minha mãe fez.
— Só não conta pro meu filho e tudo vai dar certo.
— Mas... mas...
— Por acaso você não gosta do que vê, meu rei? Te garanto que vai ser uma delícia, por favor, papai!
— NÃO DÁ — e na mesma hora começou a pegar as coisas dele.

Minha mãe, surpresa mas se divertindo, disse:
— Kkkk, deixa eu te ajudar com isso — e na mesma hora se ajoelhou de quatro e começou a guardar as coisas na mochila dele.
Uau, minha mãe é mais puta do que eu imaginava!
Mas sério, ela tava fenomenal, com aquele rabo empinado parecia tão gostosa, mas que força de vontade enorme que o Alejandro tem!
— Obri... obrigado, senhora...
— Nem esquenta, meu bem — ela não parava de sorrir.
— Ah! Aliás, não esquece isso. — O quê? — ele perguntou inocente.
Naquele momento, minha mãe, inesperadamente, jogou o corpo semidespido pra cima dele, apoiando os peitos esplêndidos. sobre a barriguinha da Ale, ela puxou o short dele junto com a cueca e, de repente, aproximou o rosto do pau dele, duríssimo e grosso, com uns 17 cm; o rosto dela estava tão perto que meu amigo podia sentir a respiração dela.
!minha mãe estava irreconhecível! e de repente! ela deu um beijo bem sonoro na glande dele, um beijo capaz de ecoar pela sala toda.
Foi um beijo muito poderoso.
Mmmm... que gostoso, meu rei hahaha – ela riu.

Alejandro, nervoso e com uma expressão de conflito, levantou-se, puxou o short pra cima e saiu de casa meio assustado e muito excitado, tanto que a ereção que ele tinha balançava de um lado pro outro.
Você vai cair, meu menino, vai sim hahaha.
A gente se vê na escola, hein! hahaha!
Minha mãe se levantou e correu pro quarto dela, mas não sem antes me dar mais uma rebolada espetacular daquela bunda deliciosa e das coxas vibrantes e fabulosas dela.

Logo depois, olhei pro relógio de pulso e, sem acreditar, tudo aquilo tinha acontecido em apenas 10 minutos.
Quando ela já não estava mais lá, decidi sair do meu esconderijo e, sem cerimônia, comecei a limpar a bagunça que eu tinha feito.
Enquanto limpava, não conseguia acreditar que ela era tão gostosa, mas ela vai me pagar!

Assim que terminei e antes de entrar no meu quarto, encontrei minha mãe saindo do dela.
!Meu menino! Aí está você!
Minha mãe saiu com um roupão cobrindo o corpo inteiro.
Agora ela se faz de santinha, hahaha!
E o Alejandro, mãe? – perguntei, fingindo inocência.
Mmm... ela levou a mão ao lábio e, com um gesto falso (como se tentasse lembrar), disse:
Ele falou que precisava ir, mas não se preocupa, bebê.
Você ainda tem que me ensinar a usar o computador, te espero daqui a uma hora aqui – ela disse.

Deitado na minha cama, tentei acalmar minha fúria, ou melhor, canalizá-la.
Depois de pensar, decidi desmascará-la, mas pra isso precisava agir com cuidado.

8 comentários - Meu problema moral (parte 3)

Muy bueno van +10 cuando continúa
muchas gracias por los puntos! motiva un montón!
Cuando continua @Eltodasmiaspro
espero que en proximo sea turno del hijo y le demuestre sus celos
si que demuestre los celos y le haga ver a su madre que la vio y que le de su resarcimiento moral o inmoral
gracias por los puntos 😃
tomaré en cuenta sus consejos
@Eltodasmiaspro dale una pregunta vistas inesperadas tiene relacion con este relato porque tienen mucha similitud
no amigo, son relatos independientes 😃
en cuanto me vuelva mejor escritor tal vez las enlace o qué se yo.. algo morboso
TAEEP
Sus 10 puntos bien ganados, esperando la 4ta parte, saludos.
Y la siguiente parte?
segui la historia mi madre como profesora de Nicolameculo es la continuacion tuvo problemas con la cuenta y tuvo que abrir otra