Bom dia! Sou nov@ nisso e espero fazer direito. Por enquanto não vou postar fotos nem nada, só contos até criar coragem e mandar umas fotos. Aqui vai um conto erótico hétero pra vocês. Espero que curtam.-Abusando da minha colega de faculdadeEra por volta das 21h30, quando eu estava tendo aula de estruturas na universidade. Naqueles dias, eu estava muito suscetível, já que fazia uns dois meses que não curtia os prazeres sexuais. Então, com cada saia bem curta que eu via, meu pau ficava duro na hora. Aí, de repente, veio um pensamento besta, me lembrando do meu vício quando tô no vai e vem: morder o pescoço da mulher que eu tô dominando naquele momento. Isso fez com que, imediatamente e sem pensar em nada, meu pau acordasse. Enquanto eu relembrava aquilo, nem percebi que uma das minhas colegas de sala tava olhando pro volume que eu tava fazendo na calça. Quando me toquei, fiquei meio envergonhado, mas uns segundos depois, minha vergonha virou fantasia.
Aí, me ajeitei na cadeira pra que o volume que aparecia na minha calça ela pudesse ver melhor. Não consegui pensar em mais nada, só em saciar minha fantasia. Foram minutos intermináveis, enquanto a dúvida e a desesperança me batiam. Eu queria muito saber se ela tava interessada no meu volume, até que de repente quebrei o silêncio pedindo emprestada uma borracha. Ela, bem sorridente, me deu. A pergunta veio na hora:
— Alguém vem te buscar?
— Não, ninguém.
Foi a resposta dela. Eu, na hora, falei:
— Então eu vou te levar pra casa!
— Tenho carro!
Ela respondeu que claro, quando a aula de estruturas terminou às 22h, a gente foi pro estacionamento onde meu carro tava. No caminho, eu tava pensando em como puxar um papo sexual. Entramos no carro, dei partida, e ainda tava pensando. Aí, me ocorreu de repente parar com a desculpa de que queria mijar, e me colocar numa posição enquanto fazia isso pra ela poder ver meu pau grosso e largo. Fiz isso, mas quando entrei de novo no carro, algo aconteceu. Não sei se foi o diabo que me empurrou naquele momento, mas ali mesmo eu puxei meu mastro e mostrei pra ela.
Ela tentou se assustar. Pelo acontecido, mas entendi naquele momento que não podia dar pra trás, então pedi pra ela me masturbar ou descer do meu carro. Ela não teve escolha e começou a me masturbar. No começo, a cara dela era de nojo, mas depois começou a falar que meu pau era enorme e essas coisas. As palavras dela foram música pros meus ouvidos, porque na hora comecei a apalpar os peitos dela. Não aguentei e comecei a chupá-los com uma safadeza louca. Era tanta paixão que gozei na mão dela.
Uma coisa que me surpreendeu foi quando ela começou a lamber a mão molhada de porra e disse:
"Hmmmm, que gostoso, quero que me dê mais!"
Continuei chupando os peitos dela. De repente, me deu na telha de apalpar a buceta dela. Tava hiper molhada, então comecei a masturbá-la, primeiro com um dedo, depois dois, até que enfim três. Eu ouvia os gemidos dela aumentando conforme eu aumentava o movimento dos meus dedos, até que senti ela jorrar aquele líquido na minha mão.
Eu já tava tão tarado de novo que decidi penetrar ela, mas aí o capeta interveio na minha mente de novo, dizendo pra comer ela pelo cu, que não importava se doesse, que ela ia gostar. Na hora, pedi pra ela virar que eu ia meter por trás. Ela resistiu um pouco, mas depois falou pra eu ir bem devagar porque meu pau é muito grosso e uma metida violenta ia arrebentar o cuzinho pobre dela. Fiz assim, comecei bem devagar, até que entrou quase tudo. Senti que ela não tava gostando muito, então decidi que, enquanto metia no cu dela, meus dedos brincassem um pouco com o clitóris dela.
Ela começou a se mexer sem controle, não ligou mais se o cu dela ia ficar todo arrombado. Depois de uns 15 minutos de movimentos ofegantes, ela pediu pra eu arrebentar a buceta dela, mas o capeta dizia pra não fazer, pra continuar no cu, porque ia deixar ela mais acabada. Mas dessa vez não obedeci, então tirei meu pau do cu com cuidado. Tinha um pouco de sangue nele e também nela. O banco do carro, e de uma só vez enfiei tudo nela, ela entre um suspiro fundo só conseguiu gritar "Abusado".
Parecia que ia desmaiar quando de repente acelerei o ritmo das estocadas, já imaginava como meu carro devia estar balançando lá fora com a violência sexual que rolava dentro, bom, eu gozei porque não aguentava mais, mas meu machismo foi mais forte, porque continuei o movimento sem parar até ela gozar, passou um tempão e senti como meu pau dobrava dentro da buceta dela e como me incomodava, mas queria fazê-la gozar, até que chegou o momento glorioso e ela gozou, quando ela se levantou de novo no banco do carro, me olhou fixo e disse que eu era um sem-vergonha, que não ia se recuperar por muitos dias da surra que meu pau deu no cu dela, e que ainda sentia um pouco de sangue escorrendo, só consegui dizer: "Não quero que suje o estofado dos meus bancos."
Hoje em dia a gente se vê na Universidade, mas quando me vê, mostra claramente ódio de mim, eu por minha parte, desde aquilo, não parei de repetir na solidão do meu quarto uma e outra vez, me masturbando a todo momento, porque me apaixonei por ela de um jeito incrível.
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Se você gostou, agradeceria se me ajudasse com uma doação de Bitcoin (BTC), minha carteira é: 18iENRaWvgvNAfaViL5ZawwEMr8vHNg9wG
- Muito obrigado.
Aí, me ajeitei na cadeira pra que o volume que aparecia na minha calça ela pudesse ver melhor. Não consegui pensar em mais nada, só em saciar minha fantasia. Foram minutos intermináveis, enquanto a dúvida e a desesperança me batiam. Eu queria muito saber se ela tava interessada no meu volume, até que de repente quebrei o silêncio pedindo emprestada uma borracha. Ela, bem sorridente, me deu. A pergunta veio na hora:
— Alguém vem te buscar?
— Não, ninguém.
Foi a resposta dela. Eu, na hora, falei:
— Então eu vou te levar pra casa!
— Tenho carro!
Ela respondeu que claro, quando a aula de estruturas terminou às 22h, a gente foi pro estacionamento onde meu carro tava. No caminho, eu tava pensando em como puxar um papo sexual. Entramos no carro, dei partida, e ainda tava pensando. Aí, me ocorreu de repente parar com a desculpa de que queria mijar, e me colocar numa posição enquanto fazia isso pra ela poder ver meu pau grosso e largo. Fiz isso, mas quando entrei de novo no carro, algo aconteceu. Não sei se foi o diabo que me empurrou naquele momento, mas ali mesmo eu puxei meu mastro e mostrei pra ela.
Ela tentou se assustar. Pelo acontecido, mas entendi naquele momento que não podia dar pra trás, então pedi pra ela me masturbar ou descer do meu carro. Ela não teve escolha e começou a me masturbar. No começo, a cara dela era de nojo, mas depois começou a falar que meu pau era enorme e essas coisas. As palavras dela foram música pros meus ouvidos, porque na hora comecei a apalpar os peitos dela. Não aguentei e comecei a chupá-los com uma safadeza louca. Era tanta paixão que gozei na mão dela.
Uma coisa que me surpreendeu foi quando ela começou a lamber a mão molhada de porra e disse:
"Hmmmm, que gostoso, quero que me dê mais!"
Continuei chupando os peitos dela. De repente, me deu na telha de apalpar a buceta dela. Tava hiper molhada, então comecei a masturbá-la, primeiro com um dedo, depois dois, até que enfim três. Eu ouvia os gemidos dela aumentando conforme eu aumentava o movimento dos meus dedos, até que senti ela jorrar aquele líquido na minha mão.
Eu já tava tão tarado de novo que decidi penetrar ela, mas aí o capeta interveio na minha mente de novo, dizendo pra comer ela pelo cu, que não importava se doesse, que ela ia gostar. Na hora, pedi pra ela virar que eu ia meter por trás. Ela resistiu um pouco, mas depois falou pra eu ir bem devagar porque meu pau é muito grosso e uma metida violenta ia arrebentar o cuzinho pobre dela. Fiz assim, comecei bem devagar, até que entrou quase tudo. Senti que ela não tava gostando muito, então decidi que, enquanto metia no cu dela, meus dedos brincassem um pouco com o clitóris dela.
Ela começou a se mexer sem controle, não ligou mais se o cu dela ia ficar todo arrombado. Depois de uns 15 minutos de movimentos ofegantes, ela pediu pra eu arrebentar a buceta dela, mas o capeta dizia pra não fazer, pra continuar no cu, porque ia deixar ela mais acabada. Mas dessa vez não obedeci, então tirei meu pau do cu com cuidado. Tinha um pouco de sangue nele e também nela. O banco do carro, e de uma só vez enfiei tudo nela, ela entre um suspiro fundo só conseguiu gritar "Abusado".
Parecia que ia desmaiar quando de repente acelerei o ritmo das estocadas, já imaginava como meu carro devia estar balançando lá fora com a violência sexual que rolava dentro, bom, eu gozei porque não aguentava mais, mas meu machismo foi mais forte, porque continuei o movimento sem parar até ela gozar, passou um tempão e senti como meu pau dobrava dentro da buceta dela e como me incomodava, mas queria fazê-la gozar, até que chegou o momento glorioso e ela gozou, quando ela se levantou de novo no banco do carro, me olhou fixo e disse que eu era um sem-vergonha, que não ia se recuperar por muitos dias da surra que meu pau deu no cu dela, e que ainda sentia um pouco de sangue escorrendo, só consegui dizer: "Não quero que suje o estofado dos meus bancos."
Hoje em dia a gente se vê na Universidade, mas quando me vê, mostra claramente ódio de mim, eu por minha parte, desde aquilo, não parei de repetir na solidão do meu quarto uma e outra vez, me masturbando a todo momento, porque me apaixonei por ela de um jeito incrível.
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Se você gostou, agradeceria se me ajudasse com uma doação de Bitcoin (BTC), minha carteira é: 18iENRaWvgvNAfaViL5ZawwEMr8vHNg9wG
- Muito obrigado.
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