Delícias Sensuais 5

Obrigado, fiéis leitoresDelícias Sensuais 5amo vocês Capítulo 5 Adão saiu apressado da mansão, ainda com a camisa desabotoada e o coração acelerado. Precisava encontrar Rebeca o quanto antes. Ansiava por conhecê-la fora do mundo das orgias e descobrir que tipo de pessoa ela realmente era. Entrou no carro e dirigiu devagar pelas ruas ao redor da casa, até avistá-la ali parada na calçada, esperando um táxi. Permitiu-se observá-la com mais atenção e gostou do que viu. Ela tinha uma aparência ingênua, quase bobinha, como uma moça de culto religioso cansada do mundo moderno e de seus excessos inacreditáveis, mas ainda assim, no fundo, Rebeca escondia uma sede sexual e uma libido enorme. Adão sentiu ciúmes ao pensar em quantos homens já tinham estado dentro dela. Quantos litros de porra ela já tinha engolido antes de beber o dele. Acelerou devagar e se aproximou. Abaixou o vidro automático e se inclinou para o lado. — Quer carona? — Não, obrigada — disse Rebeca, demorando um instante para reconhecer Adão —. Ah! É você. Pensei que fosse um estranho tentando me dar em cima. — Aonde você vai? — Preciso ir pegar meu cheque no trabalho. — Pode entrar. Rebeca fez uma careta leve e se perguntou se seria seguro confiar em Adão. Bom, uma coisa era deixar ele meter nela como quisesse dentro da orgia, e outra bem diferente era ter contato com ele fora daquele ambiente sexual. Na verdade, os homens que participavam dos intercâmbios não falavam com ela fora da mansão, nem a maioria das mulheres. Só Carla e Mary se encontravam com ela às vezes para tomar um café ou ter algum encontro lésbico na casa de uma delas. — Tudo bem. Desculpe o incômodo. — Nenhum incômodo. Adão abriu a porta e ela entrou devagar. O aroma do seu perfume encheu o interior do carro. Um cheiro doce e feminino. Os pequenos brincos em suas orelhas tinham formato de folhas de cerejeira, e seu cabelo loiro estava enfeitado com uma presilha em forma de tulipa. As mãos dela, pequenas demais para segurar um pau grande, estavam enfeitadas com dois anéis em cada dedo anelar. Adão não gostou nem de pensar se Rebeca poderia ser casada.

— Onde você trabalha, então?

— Mundo Infantil.

— Onde? — perguntou Adão, voltando a atenção para a estrada.

— Sou educadora. Trabalho numa escola infantil. Cuido da creche.

Uma creche? Aquele não era exatamente o lugar mais adequado para alguém como ela, pensou Adão; embora não tenha comentado. Qualquer um que olhasse para ela perceberia que, de fato, era o tipo de garota que trabalharia num convento ou numa escola primária, e se a conhecessem de verdade, pensariam que ela se dedicava à prostituição ou a trabalhar num bom cabaré, dançando numa pista e fazendo shows quentes enquanto exibia seus belos seios. Em resumo, Rebeca mantinha uma vida dupla, uma que não combinava com sua aparência nem com seu comportamento. Adão achou isso realmente interessante e pensou nela enquanto dirigia pelas ruas que ela indicava.

A mulher se distraiu lendo uma revista de lingerie que Adão tinha ao lado do banco. A seção de tangas e sutiãs, perfeitos para noites de prazer, estava marcada com uma dobra na página e tinha algumas anotações em caneta azul. Então ele tem namorada, refletiu Rebeca, mas se perguntou por que não a levaria para as festas. Isso significava apenas uma coisa: que Adão era um canalha infiel que escondia da mulher esse tipo de farra.

Todos que frequentavam as orgias, ou eram solteiros, ou estavam casados há alguns anos. Não existia traição, porque todos sabiam no que estavam se metendo; de modo que o que o desgraçado estava fazendo era viver uma mentira, uma vida dupla. A boa estima que Rebeca tinha por ele caiu um pouco. Ela cruzou as pernas e deixou o catálogo onde estava.

— Você vai muito a essas festas?

— De vez em quando — respondeu ela, friamente e de braços cruzados.

— Ah. E desde quando?

Ela se encolheu ombros.
— Um ano, mais ou menos.

Um ano, refletiu, surpreso. Um ano comendo paus. Um ano bebendo e bebendo porra até ficar satisfeita. Quão ninfomaníaca essa putinha poderia ser? Quer dizer, esse anjo lindo. De repente, seu pau começou a reagir e ele ficou excitado demais para manter a atenção no volante.

Decidiu ficar quieto e pensar em qualquer outra coisa que não fosse a gostosa ao seu lado. Antes que percebesse, já estava em frente ao jardim de infância.
— Te espero.

— Não se incomode — ela o repreendeu, com indignação no limite. Saiu do carro e bateu a porta. Depois disse: — Adão, você deveria ser honesto com sua namorada e contar o que está fazendo comigo. Não vou fazer parte da sua aventura idiota, entendeu? Se voltar à festa, nem tente chegar perto de mim. Tchau.

O jovem escritor demorou alguns instantes para reagir. Então saiu do carro e seguiu Rebeca, mas ela já havia entrado na escola e ele não se arriscou a passar do segurança. Com o coração na mão, ficou lá fora e decidiu que esperaria para explicar, não sem antes perguntar que diabos estava acontecendo com ela. A ereção na calça já tinha baixado.

Flor já estava saindo do ensino médio. Os livros pesavam na mochila e ela reclamou da dor nas costas. Os putos professores sempre faziam ela levar todos os livros, e às vezes nem usavam. Amaldiçoou o sistema educacional e bufou, cansada, limpando o suor que escorria pelas bochechas.

Um carro Spark parou ao lado dela. Quem dirigia era uma mulher que, sem saber, era alvo do ódio da garota.
— Te levo, Flor?
— Não, obrigada, professora Gabi — respondeu de má vontade —, mas tenho outras coisas pra fazer.
— Vai, não seja assim. Com certeza sua casa é longe e…

Era verdade. Fazia um sol de quase quarenta graus e nenhuma nuvem ameaçava cobri-lo. Flor odiava suar, então… Ela olhou para sua professora. A preguiça de caminar mais um metro pôde com ela, e ela entrou no carro. O ar-condicionado estava ligado e ela sentiu a temperatura baixar.

— Pode abrir a blusa, se quiser. Deixa o ar bater mais em você.

Envergonhada, ela fez isso. A curva dos seus seios em desenvolvimento não era nada comparada à voluptuosidade de Gabriela. A professora usava uma blusa branca, com finas alças nos ombros. Além de ser decotada, colava bastante no corpo. Seus seios sobressaiam de maneira provocante por cima e dava para ver partes da renda rosa do seu sutiã.

Ela disse onde morava e Gabriela, em silêncio, dirigiu até sua casa. Gabriela percebia que a garota não gostava muito dela, e se perguntou o porquê. Não que ela fosse uma professora realmente rígida, mas gostava que as coisas fossem feitas na hora e de boa vontade.

— Nos vemos na aula.

— Obrigada pela carona.

No entanto, assim que Flor saiu do Spark, a porta da casa se abriu e apareceu Julio, o pai da garota. O homem, sem parceira no momento, sorriu abertamente ao ver a professora de história sensual trazendo sua filha, e se apressou para se aproximar. Flor viu que seu pai só estava usando seu jeans. O torso, com o peitoral bem definido e cercado por tatuagens, estava coberto por uma fina camada de suor. Uma linha de pelos percorria desde o umbigo e entrava por baixo da calça. Ela sabia que seu pai era um homem extremamente atraente e gostava de vê-lo quando ele fazia exercícios em casa. Ele tinha sido fuzileiro naval, mas já estava aposentado do serviço.

Não só para a garota foi evidente a sensualidade e virilidade de Julio, mas também para Gabriela, que não perdeu a chance de sair do carro para cumprimentá-lo. Ela gostou, principalmente, do V que se marcava no abdômen dele e do volume que seus jeans apertados realçavam entre as pernas. Ela sabia que o homem não tinha parceira no momento.

— E aí, Julio? Trouxe a Flor. Você não devia deixar ela vir sozinha.

— Foi mal — riu o pai, apenas olhando para a filha —. Obrigado pelo incômodo. Vem, entra para tomar uma limonada. — Acho que a professora está ocupada — disse Flor, sorrindo e abraçando carinhosamente o pai. Deu uma olhada em Gabriela. Uma olhada que, para sua pouca idade, significava "cai fora, puta". Gabi entendeu e sorriu maliciosamente. — Claro, será um prazer tomar alguma coisa. — Perfeito. Anda, Flor. Vai preparar limonada. — Mas…! — Vai, não seja preguiçosa. Anda, depois te ajudo com a lição. Resmungando, a garota entrou na casa e bateu a porta. Adão esperou por vinte minutos, e durante todo esse tempo, não parou de se perguntar que diabos teria dito ou pensado para despertar a fúria de Rebeca, além de encher ela de porra, claro. Não queria perdê-la logo no começo da conversa, e achou irônico o quão difícil era puxar papo fora do ambiente das orgias. A rainha finalmente saiu e ficou congelada ao ver Adão esperando por ela. Franzindo os lábios, caminhou pela calçada na direção oposta. Viu o homem descer para segui-la, e parou. Pensava em acabar de uma vez por todas com ele. Não estava interessada em continuar conversando com alguém que escondia sua verdadeira natureza. — O que você quer? — perguntou de má vontade. — Bom… só me diz o que foi que eu disse para te deixar tão brava. Pensei que poderíamos ser bons amigos. A mulher cruzou os braços e seus seios se levantaram um pouco. — Bom, Adão, chega de mentiras. Sei muito bem que você tem uma parceira e intuo que não contou nada a ela sobre o que está fazendo, né? Uma coisa é ser alguém de mente aberta e outra muito diferente é ser um desgraçado que só mente para a mulher que ama. — Do que diabos você está falando? Rebeca ficou em silêncio por alguns segundos. Viu a raiva crescer no rosto de Adão. — Estou falando do catálogo de lingerie que você tem no carro. Ou você tem gostos muito estranhos, ou talvez mantenha uma parceira em segredo e não conta a ela que participa com a gente. Ele ficou estupefato. e de repente ele explodiu em gargalhadas. Era só isso? Ele engasgou com a própria saliva e tossiu. Rebeca ficou indignada e suas bochechas ficaram vermelhas.

— O que tem de engraçado?

— Esse catálogo… é da minha irmã, bobinha — ele respondeu entre risadas. — Eu não tenho namorada. Sou solteiro e me dedico à escrita.

— Sério? Você não está me enganando?

— É sério. Olha — ele pegou o celular e mostrou o contato de Gabriela, seguido da palavra “irmã”. Para confirmar à garota que não estava mentindo, ele discou e colocou no viva-voz. A mulher atendeu, embora sua voz estivesse um pouco ofegante.

— Alô?

— Gabriela, mana. Você deixou seu catálogo no carro.

— E você me liga só pra isso, idiota? Tô ocupada. A gente se vê depois.

Ela desligou antes que Adão pudesse dizer mais algumas coisas. No entanto, ele viu que Rebeca estava vermelha como um sinal de trânsito. Até seus seios bonitos tinham ganhado essa cor, e gotinhas de suor brilhavam em sua testa.

— Eu… não sabia. Desculpa, eu gritei com você sem querer.

— Tudo bem — Adão riu e acariciou carinhosamente sua bochecha. — Foi um mal-entendido. Quer ir tomar um café ou algo assim?

— Café? Bom… eu aceitaria um chá, e eu pago — ela olhou nervosamente em volta. — Eu não devia ter gritado com você na rua.

Sem dúvida, Adão ficou surpreso. Era a primeira mulher que ele conhecia que pedia desculpas por seus erros. Ele a acompanhou de volta ao carro enquanto se perguntava que diabos sua irmã estaria fazendo.

Gabriela tinha o rosto manchado de porra. A ejaculação de Júlio tinha sido abundante e bem líquida. Escorria por sua pele como uma máscara facial, e ela se apressou em recolher com os dedos e saborear.

— Eu gosto do seu leite. Me dá mais — ela disse ao pai de Flor. O homem, debaixo dela e com o rosto enfiado na bunda bronzeada e voluptuosa de Gabriela, sorriu e começou a lamber a entrada de seu ânus. Gabi soltou risadinhas e começou a chupar de novo, mais rápido.

De um momento para outro, depois de beber a limonada e Flor ter saído para suas aulas extras, uma coisa ela tinha levado a outra e a professora e o pai estavam transando havia meia hora. Não era a primeira vez que a professora se envolvia com um pai de família. Ela fazia isso duas ou três vezes com homens diferentes, que ficavam animados porque ela aumentava as notas das filhas. Já tinha perdido a conta do número de paus que tinha chupado desde que se formou na escola de magistério.

Encheu a boca com o pau do Julio, que voltava a ganhar um tamanho grande, e passou a língua por toda a glande, chupando as últimas gotas de porra que escorriam da cabeça quente. Chupou com mais força. Atrás, o homem dedava a buceta dela com dois dedos e se concentrava em morder os lábios da sua vagina, que estavam encharcados de fluidos. Gabi sorriu de prazer. Bateu o rosto no pau e depois enfiou o rosto nos ovos grandes do seu parceiro.

Julio deu uma palmada forte na sua bunda e ela obedeceu mudando de posição. Imediatamente se virou de frente, dando as costas, e começou a montar no pau grosso dele. O pai da Flor via perfeitamente a linha do fio-dental que deixava a marca do bronzeado na bunda da professora, e também o movimento sensual das curvas ao cavalgar. A buceta se dilatava automaticamente e se contraía para receber a deliciosa descarga de sexo que florescia naquela cama.

Enquanto gemida e acariciava os peitos, Gabriela viu que seu parceiro ainda conservava um quadro da esposa, que pendia na parede. Era uma senhora muito bonita, de cabelo preto e curto até os ombros. Pensou em todas as vezes que aquela mulher teria fodido como louca, e em vez de sentir pena ou vergonha, se jogou para trás e moveu os quadris em círculos. Ela precisava de sêmen. Precisava encher o útero com porra mais uma vez.

O orgasmo do Julio não demorou a chegar. Ela sentiu o pau dele contrair e depois, cuspir os últimos restos da sua esperma. Gabriela desmontou e se jogou na cama, abrindo as pernas.

— Chupa minha buceta, papi — pediu como uma putinha. O homem obedeceu e olhou, antes de lamber, como os sucos e restos do seu sêmen escorriam daquela carne linda. Ele limpou com as mãos e depois deu para a professora provar. Ela chupou seus dedos, sentindo aquela deliciosa sensação de fluidos e porra.

Em seguida, Júlio encostou a boca e chupou o clitóris. Apertou com a boca. Gabriela acariciava os mamilos e os beliscava até esticá-los. Produziam uma dor gostosa e depois ela os levou à boca para chupá-los. Seus olhos reviravam quando notou três dos cinco dedos de Júlio vasculhando sua buceta, entrando cada vez mais fundo. Outro dedo brincava com seu cu. Seu corpo estremeceu e ela moveu os quadris deliciosamente até que o orgasmo veio como um suspiro.

— Ah! Eu adoro!…

Flor franziu a testa ao ouvir a voz de sua professora falar:

— Você tem uma das picas mais grandes que já vi! — Suas bochechas coraram, e não exatamente de vergonha por saber que seu pai estava comendo outra mulher, mas de raiva. Ela era a mulher da casa, depois da partida de seu pai, e não ia permitir que ninguém mais ocupasse o lugar de sua mãe.

— O que vocês estão fazendo?! — gritou, entrando de repente no quarto. Naquele momento, Gabriela estava cavalgando seu pai, e ficou parada, com a pica ainda enfiada em seu reto e seus peitos suados. Júlio empalideceu.

— Filha…

— Vocês são nojentos! Saiam daqui!

Gabriela se sentiu morrer e desceu dele. Júlio, desesperado, se levantou e caminhou com a pica ereta em direção à sua filha. Não tinha percebido que estava mostrando toda sua virilidade. Flor, enojada pela glande vermelha e as bolas balançando, recuou e foi se esconder em seu quarto, onde não saiu mais durante toda a tarde. Vomitou duas vezes e se agarrou ao travesseiro para parar de chorar.

Enquanto esse drama acontecia, Adão estava se divertindo pra caramba. Tinha descoberto que não só transar com Rebeca era a glória, mas que gostava muito do jeito dela. Pelo que tinha descoberto, a rainha das Corridas era uma garota que vivia sem parceiro, numa casa um pouco afastada do centro urbanizado da cidade. Ela gostava de jazz e adorava caminhar na praia de biquíni, não só para ser vista, mas para sentir a natureza fresca soprando em todo o seu corpo. Costumava ir, de vez em quando, ao spa, para receber uma massagem ou para relaxar com uma máscara de argila e esfoliar a pele. Ia às compras com Mary e Carla, suas duas amigas mais próximas.

— Você é o primeiro homem com quem eu saio — disse Rebeca, bebendo chá pelo canudinho. A forma como ela sorvia o líquido lembrou Adão do quão experiente ela era em chupar paus. Rebeca tinha tudo para destronar a rainha do pornô.

— Por que você não sai com outros?

— Eles têm namorada, ou só me querem na cama. Eu gosto de transar. Gosto de ser enchida de porra… mas se eu deixar que façam de tudo comigo, o tempo todo, vou perder um pouco da minha identidade. Quando estou com outras pessoas, quando sinto meus fluidos escorrendo, o… esperma deles descendo pela minha garganta, as enfiadas no meu reto e na minha buceta… não sei. Me sinto diferente e feliz.

Ela falou com uma naturalidade sem luxúria, como quem conta as coisas que sente ao assistir a uma peça de teatro. Adão estava com uma ereção tremenda.

— Sexo grupal é muito importante para mim.

— Grupal? Quer dizer que você nunca ficou com uma só pessoa?

— Nunca. Uma vez eu tive um… parceiro, se é que pode-se dizer assim. Nunca fiz sexo por amor. Sempre foi por diversão ou… bem, não importa. Nos meus encontros, tento ficar com mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Quando conheci a Mary e ela me convidou para as festas, encontrei o paraíso — riu com ternura —. A primeira vez fizeram uma penetração tripla em mim. Vagina, ânus e boca. Durante quase meia hora. Não consegui me mexer por dias. Doía o corpo todo. Em outra ocasião, quinze homens gozaram em mim num bukkake que as meninas organizamos. Tenho algumas histórias bem divertidas.

— Você conta elas com uma naturalidade livre de luxúria.
— É parte da natureza humana.

Adão baixou uma mão e acariciou a perna dela. Rebeca apertou os lábios.
— Não me toque sem permissão, Adão.
— Desculpa. Me deixei levar. Você é muito linda e perfeita.
— Não fica me olhando tanto — ela se aproximou com cumplicidade e riu —. Adão, querido, a Maya gosta muito de você. Vi o jeito que ela te olha.
— Maya? Hmm… pode ser.
— Na próxima festa, pega ela com vontade, homem. Comigo você quer quebrar minha coluna a cada investida.
— Haha! É que… você aperta gostoso.
— Uma vez eu fiquei com a Maya numa orgia lésbica. Gozei na cara dela. Quer dizer, fiz squirt na cara dela. Desde então ela não fala mais comigo. Quando todos os homens souberam que eu era a única mina que conseguia gozar assim, ficaram querendo se coroar. Todos os homens que você viu na orgia já estiveram dentro de mim, mas só o José, o negro, soube me fazer ejacular daquele jeito.
— Isso soa como um desafio.
— Hehe! Não é pessoal. Precisa de uma boa estimulação tanto física quanto psicológica, e você vai entender que um pau de vinte e cinco centímetros, num negro de um metro e noventa e sete, é algo bem estimulante.

Isso era verdade. Adão se sentiu menor, como um garoto ao lado de um monstro daqueles.
— Mas se te faz se sentir melhor, Adão, seu pau é perfeito pra mim. Alguns são pequenos. Eu curto. Mas o seu se encaixa perfeitamente na minha buceta.

A rainha piscou pra ele e Adão corou. Desejou, naquela hora, jogá-la sobre a mesa e meter nela na frente de todos os clientes do restaurante.
— Bom, tá na hora de eu ir. Obrigado por esclarecer o lance da sua irmã.
— Relaxa. Foi culpa dela por ficar deixando as coisas dela no carro dos outros.

Eles se levantaram e saíram do restaurante. Enquanto dirigia pra casa da Rebeca, ele viu que ela estava olhando o catálogo de lingerie.

— Quer alguma coisa? Posso comprar pra você.
— O quê? Ah… gostei desse fio dental. Tem um design bonito. Pede pra mim e eu pago. Não gostaria… receber um presente seu, quando mal nos conhecemos. Ah, não faz essa cara. Só não me parece certo.
— Então vou pedir.
— Sua irmã deve ter uma vida sexual bem ativa pra usar essas coisas.
— Desde pequena ela se veste de modo provocante.

Rebeca sentiu o sorriso esmaecer em seu rosto. Ela também havia usado roupas curtas desde cedo. Apertou os punhos. Uma raiva adormecida se agitou dentro dela. Só o toque de Adão, acariciando sua perna, a tirou daqueles pensamentos. Olhou para o homem de soslaio.
— Você é rápido com as mãos.
— Desculpa.
— Tudo bem. Gosto que toquem nas minhas coxas.

Ele continuou acariciando até chegarem à casa dela. Rebeca se inclinou e deixou um beijo quente na ponta de seus lábios.
— Te vejo no fim de semana — disse Adão.
— Claro. Estarei lá. Obrigada por tudo.

E ela foi embora. Adão suspirou e xingou baixinho.
Ele tinha se apaixonado.

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Ah... essa mulher é uma verdadeira paixão, hein kkkk

6 comentários - Delícias Sensuais 5

Como siempre genial relato y la cosa se puso interesante jeje van 10 puntos
Gracias!!
Como me calienta la forma de hablar de Rebecca, genia espero el próximo!!
jejej si lo dice con mucha normalidad
CA20 +1
bueno bueno, un capítulo de historia personal, me gustó mucho, tenía ganas de leer un poco sobre los personajes, esa gabi es toda una yegua jajajaja, me encanta, hace falta algo más de acción de la misma... Adán... En serio que identificado me siento con el tipo este jajajajaja. Muchas gracias por compartir y la dedicación para redactar este relato, van puntitos, un fuerte abrazo y un besote. Feliz finde.
Hola, muichas gracias por tu mensaje! me alegra de que le guste a las personas lo que me gusa hacer con tanta determinación jeje, un saludo y no, gracias a ti por comentarme. espero el proximo te guste: un beso
huuu, excelente capitulo se esta desarrolando muy interesante esto, me gusta esta rebeca tremenda putita, ahora si..., ME ENCANTAAAAAN tus descripciones de la orgia, geniaaaaa, como me calientaaa leerlaas..., sigo leyendo...
gracias x compartir
hola Aqui, gracias por tu comentario n.n. jaja rebeca es tremenda eh xD, creo que es la chica mas p.. que he creado. nos leemos en el siguiente capítulo, y que bueno que te calienta. sino, no sería un buen capi:p
Esta historia lo tiene todo, rencor, amor, inocencia, lujuria..
Simplemente perfecta..
Sigo leyendo ☺️