Depois daquele pequeno incidente com minha mãe, nos afastamos um pouco. Ela continuou cuidando do corpo e até se inscreveu num clube de natação. Eu, por minha parte, segui estudando e comecei a trabalhar. Continuei com tesão, mas nunca apareceu uma oportunidade pra aliviar essa vontade. Até que ela recebeu seu doutorado em história.
No dia da formatura, ela nos convidou pra jantar num restaurante. Fomos eu, meu irmão, minha avó e um casal amigo da minha mãe. Comemos e bebemos muito. Minha velha não tá acostumada a beber, então o álcool subiu rápido na cabeça dela. Quando terminamos o café, o marido da amiga da minha mãe ofereceu carona pra casa.
Primeiro deixamos a amiga da minha mãe na casa dela, porque ela tava cansada e a casa não era muito longe. Depois nos levou pra casa. Minha mãe e o cara iam conversando animados no carro, até chegarmos. Nós nos despedimos, mas minha velha e o cara continuaram conversando.
Eu fui deitar e esperar minha mãe voltar. Passaram uns 20 minutos e ela não voltava, então decidi espiar pela janela. Dava pra ver o carro ligado e o cara, mas não via minha mãe. Saí de casa devagarinho e me aproximei do carro o máximo que pude. Quando cheguei perto, dava pra ouvir uma música suave e uns gemidos baixinhos de mulher. Me aproximei mais, mas não muito, e pude observar a cabeça da minha velha subindo e descendo da virilha do cara.
Ele não me percebeu em nenhum momento, porque tava de olhos fechados, curtindo o melhor boquete da vida dele. Eles continuaram assim mais um tempo, até que minha velha começou a acelerar o ritmo e se levantou de repente. Limpou o canto da boca e ajeitou a blusa. O cara subiu a calça e se despediram com um beijo. Eu voltei pra casa e esperei ela entrar. Me deitei rápido e finji que tava dormindo. Minha mãe chegou cambaleando, tirou a saia e deitou com a blusa ainda vestida.
Eu não conseguia tirar da cabeça aquela imagem da minha velha chupando o cara. Aquilo me deixou com um tesão da porra. quando vi que todos estavam dormindo, levantei da minha cama e fui até a cama da minha mãe bem devagar. Fui tirando os lençóis que a cobriam e pude ver aquele rabão que eu tanto falava. Ela estava dormindo de bunda pra cima e usando um fio dental vermelho com uns diamantes de decoração. Eu me aproximei o máximo que pude com a língua e comecei a passar ela entre as duas nádegas. Me animei um pouco mais, abaixei a cueca e com o pau pra fora esfreguei ele por toda a bunda dela, enquanto batia uma punheta. Justo quando eu estava quase gozando, ela se mexeu e eu saí voando pra minha cama. Ela se levantou e me perguntou se eu estava dormindo, e eu respondi meio grogue que sim.
Até aquele momento foi o mais excitante que eu tinha vivido, pelo menos pude sentir como aquele rabo era duro.
No dia da formatura, ela nos convidou pra jantar num restaurante. Fomos eu, meu irmão, minha avó e um casal amigo da minha mãe. Comemos e bebemos muito. Minha velha não tá acostumada a beber, então o álcool subiu rápido na cabeça dela. Quando terminamos o café, o marido da amiga da minha mãe ofereceu carona pra casa.
Primeiro deixamos a amiga da minha mãe na casa dela, porque ela tava cansada e a casa não era muito longe. Depois nos levou pra casa. Minha mãe e o cara iam conversando animados no carro, até chegarmos. Nós nos despedimos, mas minha velha e o cara continuaram conversando.
Eu fui deitar e esperar minha mãe voltar. Passaram uns 20 minutos e ela não voltava, então decidi espiar pela janela. Dava pra ver o carro ligado e o cara, mas não via minha mãe. Saí de casa devagarinho e me aproximei do carro o máximo que pude. Quando cheguei perto, dava pra ouvir uma música suave e uns gemidos baixinhos de mulher. Me aproximei mais, mas não muito, e pude observar a cabeça da minha velha subindo e descendo da virilha do cara.
Ele não me percebeu em nenhum momento, porque tava de olhos fechados, curtindo o melhor boquete da vida dele. Eles continuaram assim mais um tempo, até que minha velha começou a acelerar o ritmo e se levantou de repente. Limpou o canto da boca e ajeitou a blusa. O cara subiu a calça e se despediram com um beijo. Eu voltei pra casa e esperei ela entrar. Me deitei rápido e finji que tava dormindo. Minha mãe chegou cambaleando, tirou a saia e deitou com a blusa ainda vestida.
Eu não conseguia tirar da cabeça aquela imagem da minha velha chupando o cara. Aquilo me deixou com um tesão da porra. quando vi que todos estavam dormindo, levantei da minha cama e fui até a cama da minha mãe bem devagar. Fui tirando os lençóis que a cobriam e pude ver aquele rabão que eu tanto falava. Ela estava dormindo de bunda pra cima e usando um fio dental vermelho com uns diamantes de decoração. Eu me aproximei o máximo que pude com a língua e comecei a passar ela entre as duas nádegas. Me animei um pouco mais, abaixei a cueca e com o pau pra fora esfreguei ele por toda a bunda dela, enquanto batia uma punheta. Justo quando eu estava quase gozando, ela se mexeu e eu saí voando pra minha cama. Ela se levantou e me perguntou se eu estava dormindo, e eu respondi meio grogue que sim.
Até aquele momento foi o mais excitante que eu tinha vivido, pelo menos pude sentir como aquele rabo era duro.
4 comentários - Mãe Argentina 2