Minha história com uma mulher casada (Parte 2)

Bom, então hoje à noite vou com meu segundo post (segunda história), infelizmente o primeiro foi removido por razões que não entendi muito bem, então não sei se alguém conseguiu ler e se agradou ou desagradou alguém. Sem mais delongas, vou começar meu relato.

Foi há cerca de três anos atrás que conheci Sofia, uma garota morena, de estatura mediana, bundão e peitos, nem se fala. Acontece que ambos frequentávamos um lugar de fast food onde eu era muito amigo da dona e, aparentemente, ela também.

Um certo dia, cheguei no estabelecimento de fast food da minha amiga e, como de costume, encontrei a Sofia. Naquele momento, elas estavam falando sobre coisas de mulher, como cosméticos, cabelo, roupa, enfim. Quando chegaram a falar sobre lingerie, eu, com toda educação, me aproximei delas e me meti na conversa, dizendo o tipo de lingerie que eu gostava de ver nas mulheres, as cores e coisas assim. Chegou um momento em que minha amiga precisou sair do estabelecimento e me deixou sozinho com a Sofia. Ficamos os dois num silêncio constrangedor até que eu decidi perguntar como estava a vida dela, se tinha namorado ou algo parecido. Então ela me disse que era casada já há alguns anos, mas que o relacionamento passava por vários problemas, porque o marido dela viajava por muito tempo para fora do país. Isso abriu espaço para minha próxima pergunta: "Como é que uma mulher jovem, com tanta energia, aguenta tanto tempo sem transar?" Ela, meio envergonhada, respondeu que era algo que precisava aguentar até ter o marido por perto para se aliviar. Depois de um tempo de conversa um pouco pessoal, minha amiga, a dona do local, voltou e nós tivemos que ir embora.

Eu decidi dar meu número de telefone para mantermos contato, pensando numa boa amizade — e olha que amizade a gente construiu.

Naquela mesma noite, chegou um texto no meu celular dizendo que tinha sido muito agradável a nossa conversa. ela conversou e disse que gostaria que se repetisse. Obviamente, o texto só podia ser da Sofia. Rapidamente respondi à mensagem dela dizendo: "Também achei agradável nossa conversa, a gente devia se ver amanhã à tarde e ir ao cinema". Ela respondeu toda animada, combinamos o horário e o lugar onde eu passaria para buscá-la. Chegou o dia e a hora marcada, nos encontramos, eu abri a porta do carro pra ela entrar e depois entrei. Já dentro do carro, ela perguntou qual era o plano, e eu respondi que íamos ao cinema e voltaríamos um pouco tarde. Ela disse que não podia voltar muito tarde pra casa porque a mãe do marido dela tinha combinado de chegar naquele dia pra visitar e ia ficar na casa. Na hora, minha mente trabalhou e eu falei: "Sofi, você me atrai pra caralho, e a ideia de te ver sozinha, sem seu marido, e o tormento que imagino que deve ser passar tanto tempo sem sexo, me traz a ideia de... sei lá, você e eu juntos num quarto de hotel." Ela, surpresa e corada, me olhou e disse: "Sabe, você também me atrai pra caralho e desperta em mim essa curiosidade." Então, sem mais conversa, vamos pra um lugar mais privado e confortável.

Chegando no local, não demoramos pra sair do carro e subir pro quarto. Rápido e com loucura, começamos a nos beijar com muita intensidade. Eu apertava com força a bunda dela, e isso a deixava louca. Ela gemia como se eu já estivesse metendo a pica e dizia: "Adoro quando você aperta meu cu com essa força." Depois de um tempo de beijos e roçadas, ela começou a tirar minha camisa e eu a desabotoar a calça dela, e a tirar a blusa, deixando à mostra as tetas gostosas dela e a buceta carnuda, completamente depilada. Comecei a beijar as tetas dela e desci devagar, beijando parte por parte do corpo dela até chegar na buceta, onde comecei a fazer sexo oral. Pelo visto, ela adorava, porque não parava de gemer e de jorrar aqueles sucos gostosos que eu saboreava. Depois de um tempo, me levantei, colocando as pernas dela... Panturrilhas sobre meus ombros e metendo a pica com força, e ela deu um grito colossal de prazer. Cara, eu adorava ouvir esses gemidos, me dava um tesão extra. Depois de um tempo, continuei metendo com tanta força que a cama virou uma bagunça, quase no chão. Num momento, eu levantei, peguei ela no colo e, com toda a força que ela gostava, falei: "Agora você é minha putinha e quero que você goze aqui nos meus braços e grite como nunca na sua vida." Então comecei a meter e tirar a pica bem forte, uma vez e outra, uma vez e outra. Ela tremia, estava encharcada de suor e, depois de um tempo de intensidade, bum! Um grito de prazer que nunca vou esquecer. Ela ficou quase desmaiada nos meus braços, pedindo pra eu deitar ela na cama. Não aguentava mais, as mãos dela tremiam, igual a boca quando falava comigo. Já sem forças, me perguntou se eu tinha gozado, e eu respondi que não, mas adorei que ela tinha gozado... E muito meiga e atenciosa, disse: "Me deixa descansar, quando recuperar as energias, prometo que te compenso..."

Bom, amigos, essa é a primeira parte desse relato da minha vida, 100% real. Tô aberto a críticas e sugestões pra melhorar meus posts. Espero comentários bons. Em breve volto com mais dessas minhas histórias...

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