Depois de uns minutos de beijos e carícias, a gente se separou, ainda cansados mas sem sono. Os dois deitados de lado, um de frente pro outro, só se olhando e sorrindo. A gente se recusava a dar fim àquele momento mágico. Só ela teve coragem de perguntar:
— Cê acha que isso é normal? Sabe, fazer tantas vezes numa noite…
— Bom, acho que no começo é assim… a gente faz igual coelho… em todo lugar que dá e em toda posição que consegue… Isso nunca aconteceu com você antes?
— Ficar assim… talvez 2 ou 3 vezes, quem sabe 4 seja meu recorde… mas não 6 vezes numa noite!… O seu caso já é abuso… ela falou, meio brincando, meio reclamando.
— Mas lembra quem me provocou no chuveiro…
— Tá bom, mas você já parece o coelhinho daquelas pilhas Duracell…
Talvez eu tenha exagerado com ela, mas mesmo que pareça idiota, machista e sem noção a analogia: eu tava igual um menino com brinquedo novo… não me cansava dela… não queria soltar… tava enfeitiçado, encantado, extasiado com a Mili, com a silhueta gostosa dela, a entrega quente, a personalidade divertida. Não soube como expressar na hora, só falei:
— É que você me deixa assim… expliquei e beijei o pescoço dela de novo. Nessa altura, já via que essa carícia não tava surtindo tanto efeito como antes, ela só sorria com carinho.
— Não, não vai funcionar… depois dessa noite, fiquei imune às suas manhas… ela disse, toda engraçada.
Naquelas circunstâncias, minha manobra não funcionava. Acho que primeiro eu devia dar uma incentivada e, se ela ainda ficasse meio relutante, beijar o pescoço dava o toque final… só em caso de emergência, em situações extremas eu usaria essa tática. Não queria que a Mili ficasse imune àquela carícia. Naquele momento, tava cansado e com a virilha meio dolorida de tanto uso. Só queria brincar com a ideia:
— Sabe de uma coisa? O número 6 não me agrada… vamos pro 7… sugeri.
— Não… você vai chegar só no 7… comigo não conta… respondeu com uma careta de surpresa e cansaço. Depois daquela conversinha, decidimos sair da cama, testemunha da iniciação anal da Mili e também do nosso último encontro. Ainda era cedo, mas o sol já espalhava sua luz e calor com mais força.
Mili pediu pra tomar banho sozinha, não queria arriscar, já tava satisfeita com as 6 vezes que a gente transou naquele fim de semana. Além disso, o cu dela ficou vermelho, meio irritado, era compreensível que ela quisesse me afastar da tentação de chegar ao sétimo encontro sexual daquele fim de semana.
Tomei banho e, quando voltei pro meu quarto, vi a Mili vestida com a calça branca dela, mas com a minha camisa, tentando arrumar a blusa dela… uma coisa era ir pra minha casa mostrando um decote sugestivo, outra era voltar pra casa dela, na vista dos pais, eles iam notar o estrago na blusa.
— Você tem agulha, linha e botões?... Não acho que meus pais… Ai… meus pais!… falei que ia fazer um trabalho, mas não avisei que ia ficar fora… eles devem estar preocupados… — disse com um ar de culpa.
— Se quiser, te empresto meu telefone pra ligar pra eles…
— Não, é muito cedo, vou mandar uma mensagem pro celular do meu pai… Se ele falar alguma coisa, vou dar a desculpa que foi culpa da rede telefônica que demorou pra enviar a mensagem…
Ela tirou o celular da bolsa e, quando olhou, a expressão mudou: primeiro foi surpresa pela quantidade de chamadas perdidas e mensagens… depois preocupação ao notar que eram todas dos pais dela… e no final uma certa decepção por não encontrar nenhuma do Javier… parecia que a amiguinha carinhosa dele tinha deixado ele tão ocupado quanto eu mantive a Mili.
No começo notei o desconforto dela por aquela falta de atenção do Javier, mas depois pareceu não ligar, afinal, com o que rolou na minha casa, acho que ela já tinha se vingado o suficiente.
A gente se dedicou a costurar os botões na blusa dela, embora tenha ficado bom, era óbvio que não eram os originais, além disso tinha uns rasgos da forma bruta como eu tinha aberto a blusa dela no banheiro da faculdade.
Não dava voltar assim pra casa. A Mili lembrou da camisa pólo da minha prima que viu no meu armário e decidiu usar, era melhor que a blusa dela. Como eu imaginei, ficou um pouco pequena e apertada, tipo um top. Como o sutiã dela, que tava rasgado, tinha ficado no banheiro da faculdade, ela só tava protegida pela camisa pólo. Os bicos dos peitos dela mal cabiam. No final, ela ficou mais ou menos assim, como na foto.
Depois fomos tomar café da manhã. Dessa vez ela não se ofereceu pra limpar a mesa, tava com medo pela retaguarda dela. Enquanto eu limpava a mesa, ela lavava as xícaras.
De costas pra mim, ela terminava o serviço dela, os movimentos não eram tão sugestivos quanto quando limpou minha mesa, mas as curvas dela, a bunda dela… dava vontade de comer ela… simplesmente cheguei por trás e abracei ela…
— O que cê tá fazendo?... — protestou de brincadeira.
— Nada… gosto de te ver assim… prendada… — falei com carinho, sentindo a bunda carnuda dela perto da minha virilha.
— A gente não vai chegar na sétima… — me avisou, rindo.
Parece que a Mili já tinha sentido o volume da minha virilha na bunda carnuda dela, mas mesmo assim eu não me afastei. Com certeza ela gostava que eu abraçasse ela daquele jeito, gostava de me sentir. Quando terminou o serviço dela:
— Valeu… — falei.
— Não, valeu você… por tudo… — respondeu, e virou o rosto, entendi que queria me dar um beijo e correspondi.
Ficamos uns segundos assim, até que ela sentiu meu pau endurecendo, aí se afastou…
— Não… deixa ele quieto… que vou me atrasar… meus pais devem estar preocupados… — disse se desculpando.
— Tá bom… — falei com voz de criança magoada.
— Outra hora vai rolar… — disse com carinho e me deu outro beijo.
Poxa, pensei que nossa história sexual ia acabar naquele dia, sabia que não devia criar muita expectativa, mas o comentário dela tava me deixando uma porta meio aberta, que eu devia tocar ou empurrar pra entrar… ela não tava me negando essa possibilidade…
Ela se afastou de mim, pegou a bolsa dela e, como me viu meio desiludido porque não chegamos ao sétimo encontro sexual, me pediu pra Acompanha. Pobre Mili, não sabia que o número sete estava mais perto do que ela imaginava.
Caminhamos pela minha sala, eu atrás dela observava maravilhado o balanço dos seus quadris, daquele andar provocante que ela exibia pra mim, sabia que eu tava olhando. Ela tava pronta pra sair e assim acabar com o martírio dela na minha casa… só que a vaidade pregou uma peça nela…
Perto da minha porta tem um espelho bem grande, fica em cima de um sofá. Minha mãe colocou ali porque queria dar uma última conferida na roupa ou no cabelo antes de sair, coisas de mulher… Mili não foi exceção a essa olhadinha final, fez uma última parada na frente do espelho… meu pau também tinha uma última parada de despedida reservada pra ela.
Ela se olhou no espelho, enquanto dava uns retoques finais na maquiagem, eu me posicionei atrás dela e abracei ela. Só que dessa vez meu pau tava mais evidentemente duro e se encaixava entre as bundas redondas dela.
Te falei que a gente não vai chegar no sete… ela disse sem largar a bolsa procurando os trecos de maquiagem, mas senti que ela empinou um pouco a bunda, não sei se por alerta ou pela fascinação que meu pau duro causava tentando separar as bundas gordas dela.
Eu só tô te abraçando… me desculpei sem parar de pressionar meu volume na racha dela.
Agora minhas mãos puxavam a cintura dela pra mim, empurrando a bunda dela contra minha virilha. Ela não reclamava, continuava mais preocupada com a aparência. Beijei o pescoço dela, pelo espelho vi que agora sim tava fazendo efeito, ela semicerrrou os olhos, por um momento esqueceu da maquiagem, depois voltou a si:
Não Chris, já chega… olha que tive que passar creme hidratante pra aliviar a ardência que tava… protestou com ternura.
Desculpa… é que não consigo te largar… se quiser te dou um pote inteiro de creme hidratante… eu mesmo passo em você… falei num pedido engraçado.
Ah… você é terrível… disse cedendo um pouco, mas se fez de difícil de novo: já é tarde… seus pais vão chegar.
Em outros Antigamente, isso teria feito minha ereção murchar, mas nessas circunstâncias, sentindo o corpo da Mili, essa desculpa não funcionava. Além disso, eram quase oito horas, era muito cedo.
Meus pais com certeza chegariam mais tarde… falei, subindo minhas mãos pelo abdômen dela em busca dos seios dela.
— Tem certeza? — perguntou Mili, recuando na recusa, mas avançando na pressão que as nádegas dela exerciam contra mim.
Minhas mãos já não seguravam nem apertavam a cintura dela contra minha virilha, mas a bunda dela continuava empurrando contra meu pau. Mili estava fazendo isso por vontade própria, estava sentindo meu pênis duro entre as nádegas suculentas dela e estava adorando, queria sentir mais perto, abrindo mais, e por isso não parava de fazer pressão. Meus dedos massageavam os peitos dela através do tecido, sentindo a agitação crescente.
— Tenho certeza de que eles vão chegar em umas duas horas…
— Não… eles podem nos pegar… — respondeu, mas essa ideia aumentava a adrenalina da situação, pelo tom da voz dela, eu senti.
— Não importa… — falei perto do ouvido dela, beijando atrás da orelha.
Ela estremeceu, a cabeça dela foi para trás, enquanto deixava minhas mãos e meu pau acariciarem através da roupa dela. Talvez a ideia do sétimo encontro não desagradasse tanto, afinal… ou era a vingança final por não receber ligação ou recado nenhum do corno do namorado dela.
— Não devemos fazer isso… eles podem nos ver… — dizia, visivelmente excitada, passava a mão por trás, tocando minha cintura, segurando e empurrando de vez em quando contra o corpo dela.
— As cortinas estão fechadas, na rua não tem ninguém… — falei.
Ela não respondia nada, mas eu sentia o calor do corpo dela, o jeito como buscava roçar minha virilha com os quadris… não se afastava, me procurava… tomei isso como um sinal de aprovação.
Desci uma das mãos até a cintura dela e, como pude, comecei a baixar a calça apertada dela de um lado… ela pegou minha mão para impedir… mas não ofereceu muita resistência… beijei o pescoço dela, ela virou a cabeça. Nervosamente, com os olhos fechados… agora a mão dela me ajudava a abaixar a calça dela…
Aiii… Por que eu tô fazendo isso?... se perguntava Mili, surpresa com a própria atitude, com aquela ansiedade de ser penetrada de novo.
A calça justa e a calcinha fio dental dela tinham deixado escapar as nádegas, que pareciam mais carnudas. A mão dela por cima da minha calça massageava meu pau, ela sorria ao sentir ele duro… sabia que ela, o corpo dela, os gestos dela provocavam essas ereções constantes… naquele momento, não sabia quem era o escravo e quem era o dono… quem abusava de quem… talvez os dois fossem vítimas das circunstâncias…
Tira isso agora… ela pedia, se referindo à minha calça.
Não me fiz de rogado, abaixei o mais rápido que pude, meu pau saiu disparado e praticamente bateu na bunda dela. Ela se surpreendeu ao sentir a rigidez, e eu me surpreendi ao sentir a firmeza das nádegas dela com meu pau dolorido.
Ao sentir, Mili se inclinou um pouco, pensei que queria que eu a penetrasse, mas notei que a calça dela ainda estava acima do púbis. No entanto, ao se inclinar, meu pau roçou o cu dela… um leve gemido de dor escapou dos lábios dela… a mão dela me afastou, queria que eu deixasse ela abaixar a calça…
Não seja desesperado… ela me repreendeu.
Quando a calça dela chegou na altura dos joelhos, não aguentei e fui pra frente com meu pau. Mili tentou reagir, subir no sofá, mas foi tarde demais. Com as pernas ainda presas pela calça, a tentativa dela de pular no móvel não deu certo, ela foi repelida ao bater os joelhos… caiu pra trás… onde meu pau, ansioso e estoicamente ereto, a esperava…
Aiii… uhmmm… Ela exclamou, surpresa pela brusquidão da ação e pela certeza do meu instinto em acertar o buraco dela.
Quis acreditar que meu pau entrou no cu dela, mas pela forma rápida como meu pau praticamente deslizou pra dentro, a lubrificação era da própria buceta dela, além disso, pelo jeito dela, notei que a dor não era de uma penetração anal.
Mili estava com metade Pau enfiado na sua buceta molhada, as costas dela se contraíram um pouco com o impacto, os dedos arranhando o encosto do sofá.
Contigo nunca se… ahhh… ahhh…
Não deixei ela reclamar, só peguei na cintura fina dela com as mãos e comecei a puxar e empurrar aquelas cadeironas. Os lábios da buceta dela, pouco usados naquela noite, apertavam gostoso o meu pau... agradecidos por eu finalmente lembrar deles…
Que delícia que isso é… uhmmm… dizia a Mili.
Agora minhas cadeiras empurravam pra frente e a bunda dela quicava contra minha virilha. Com o tronco inclinado pra frente e as mãos apoiadas no móvel, ela aguentava minhas investidas. Pelo espelho na minha frente, via a Mili de olhos fechados e mordendo o lábio (talvez pra não ser ouvida na rua) aproveitando meu trabalho, a blusa justa dela subindo com o vai e vem do corpo… a bunda gorda vibrava no meu ritmo…
Ahhh sim… assimmm…. Ahhhh…. Maiss….… pedia a Mili.
Agora eu puxava e empurrava com mais força, o percurso era maior… meus olhos se fixaram na racha dela, o jeito que abria e fechava quando meu pau entrava e saía… vi o cu dela… rosado igual ao creme que tinham passado… sabia que não devia… mas…
Abaixa bem a calça… falei, praticamente ordenei, tirando o pau, me afastando um pouco pra deixar ela agir.
Com cara de safada, ela me olhou pelo espelho, não hesitou em me obedecer, abaixou a calça branca e a fio dental o mais rápido que pôde, não ligou de sujar no chão. Tava tão excitada, achava que aquele pedido era pra mudar de posição, que ia deixar ela participar mais daquela brincadeira…
Ela se inclinou pra soltar uma das pernas da calça, aproveitei essa distração, essa inclinação que deixava o cu dela na minha altura, pra enfiar meu pau naquele buraquinho.
Ayyyy… porra… auuu… berrou de dor.
Num reflexo, tentou fugir, subiu no sofá, mas eu fui atrás, não deu pra escapar mais… ajoelhada no sofá, com o corpo duro de tanta dor, os braços apoiados no a cabeceira do sofá, as mãos dela fechadas em punho, o rosto vermelho e dolorido… e claro, um quarto do meu pau no cu dela todo ferrado…
Ai ai ai… você é uma merd… auuuu… agora sim você me arrebentou o cuzão… aiii… ela disse soluçando, apoiando a testa no encosto do sofá, não ia deixar eu ver ela sofrer pelo espelho.
Meu pau também sofreu as consequências, quase senti ele entortar nesse movimento brusco… mas eu tinha minha recompensa… Mili estava presa entre meu corpo, o sofá, o espelho, a parede… não ia conseguir fugir… tava encurralada… eu tinha o buraco quente dela e aquela bunda enorme à minha disposição…
Aiii… meu cuzinhu… auuuu… ela reclamava.
Eu sabia que aquilo já beirava a loucura, era uma obsessão por possuir ela daquele jeito… tava brincando com fogo, talvez depois daquela brutalidade anal a Mili fosse se afastar de vez de mim, quem sabe era melhor, afinal depois que ela saísse pela minha porta não era certo que a nossa história continuasse… ou talvez fosse um reflexo do meu subconsciente, queria arrebentar o cu dela pra ninguém mais provocar aquele prazer obscuro que eu fiz ela descobrir… muito menos o idiota do Javier… pensar nele me fez enfurecer…
Não… não… não faz isso… aiii…
A primeira penetração forçada tinha acabado, tava começando a última surra anal na minha casa… era quase um estupro… eu ouvia os gemidos e pedidos dela mas não parava, sem muita resistência da parte dela e dominando a cintura dela, continuei enfiando meu pau com mais força… enquanto as costas dela se contraíam a cada estocada, ela levantou o rosto, sofrimento, raiva, dava pra ver na expressão dela…
Uiii… auuu… cê gosta, né?... auuuu… com certeza a frígida da sua namorada não te satisfaz tanto… aiii… ela disse com a voz entrecortada, tomada pela ira, talvez já não ligasse se ouvissem lá fora.
Cala a boca!… eu ordenei e dei um tapa na bunda trêmula dela.
Tomada pela raiva daquela cavalgada anal forçada, ela tentava se vingar com as palavras, me machucar daquele jeito. Ela não sabia que aquilo também me encheria de raiva e o cu dela pagaria as consequências… esqueci o quanto era áspero e doloroso as penetrações, só aumentei meu ritmo sem piedade…
Ayyy… ahhh… ahhh… ela reclamava, gemia enlouquecida.
Pela fúria que tinha me tomado, nem percebi que as costas dela, antes rígidas aguentando minhas investidas, agora se arqueavam, ela tinha aberto mais as pernas e empinado a bunda pra receber meu pau até o fundo. Ela também começava a curtir esse ato anal insano…
Viu… Cê gosta, né? Será que ele te faz gozar assim?... enfiei enraivecido.
Feito amantes ciumentos, a gente se cobrava pelos nossos outros casos, talvez naquela transa selvagem a gente tava extravasando toda a tensão daquela relação ainda indefinida.
Não… não… uhhmmmm… ahhhh… gemia Mili quase sem fôlego.
Não o quê?... Cê não gosta? Javier não te faz gozar assim?... respondi enlouquecido.
O rosto dela, que antes se escondia, tentando não me encarar pelo espelho, finalmente apareceu… a cara vermelha de tão agitada que a gente tava, a expressão não era de dor, era de prazer, de um prazer sujo…
Ahhh… Gosto sim… uhmmm… disse com um tom de loucura.
O que mais?... exigi enquanto dava mais um tapa na bunda gorda dela.
Agora eu cavalgava com mais força e, mesmo sentindo ela à beira de desmaiar, Mili empurrava a bunda enorme contra mim, quicando na minha virilha com raiva… o som dessa batida, os tapas que eu dava nela, meus gemidos, os gemidos dela, nossas cobranças exaltadas… a gente ia dar sorte se ninguém nos ouvisse, e pelo barulho selvagem, qualquer freguês podia até chamar a polícia achando que era um estupro… mas a gente não tava nem aí, Mili mal respirava pra gemer, não conseguia formar palavras… ou não queria me dar razão nas minhas perguntas… até que finalmente…
Uhhhmmmm… Não… ninguém… ahhh… ninguém me fode como você… ahhh… disse virando o rosto enquanto o corpo dela tremia com minhas investidas brutais, queria confessar isso pra mim olhando nos meus olhos.
Fico cheio de satisfação ouvindo ela, mas não quis aliviar o suplício que tava dando, acariciei as costas dela, ela se reconfortou… mas eu queria ver os peitos dela balançando, a blusa justa dela acabou arregaçada por cima dos peitos…
Ahhh… ohhh… uhhmmmm…
Ela me olhou surpresa pelo espelho, não podia acreditar que meu vigor fazia os peitos dela pularem daquele jeito, por momentos uma expressão de doce sofrimento, depois desfalecendo, mas voltava a ser apaixonada… excitação total, à beira do clímax…
Goza… goza em mim… ohhh… ahhh
Me sentindo prestes a terminar aquele encontro brutal, minhas mãos largaram a cintura dela, que ia e vinha se punindo sozinha, e coloquei nos ombros dela, pra empurrar com mais força o corpo dela contra o meu, enquanto meu pau com ritmo insano entrava e saía do cu dela…
Ahhhh… já… Uhmmmm… ufff… ela exclamou sendo invadida por um orgasmo brutal.
A coluna dela se contraía enquanto meu pau cuspia sêmen pela sétima vez nas intimidades ardentes dela. A racha do cu dela ficou escancarada, as nádegas carnudas dela amassadas contra minha virilha.
Exausto, me inclinei pra ela, minhas mãos soltaram os ombros dela e foram pros peitos dela que ainda tremiam de prazer, sentia a respiração ofegante dela… Mili se apoiava com os cotovelos no móvel… com expressão extasiada agradecia minhas carícias nos melões dela, ainda respirava acelerado pela boca….
Quando a respiração dela voltou ao normal, ela virou, ainda com meu pau no cu dela, os peitos nus e com expressão apaixonada, me pegou pela borda da minha camisa, me puxou… eu beijei ela….
Não quero ser só a que você come toda vez que tem vontade, entendeu?... ela disse angustiada me olhando com desejo, ternura.
Não queria que eu visse ela como minha puta pessoal, aquela que só usava pra acalmar meus desejos carnais. Era evidente que ela não queria ser tratada só como objeto, como um corpo que sabia que despertava muitas paixões doentias nos homens, ela queria algo mais… uma Relacionamento amoroso, talvez...
Você vai terminar com ela?... me perguntou, quase implorando.
Não soube o que responder... uma coisa era o carinho de um relacionamento como o que eu tinha com a Viviana... outra era o sexo louco, o prazer levado ao máximo que eu sentia com a Mili... talvez com a Mili também pudesse chegar àqueles momentos gostosos de um relacionamento de namorados, àquela convivência harmoniosa... naquele momento não soube o que dizer... e fui salvo por um instante...
O som da porta da minha garagem se abrindo... alguém tinha acionado pelo controle remoto... O carro dos meus pais... Eles estavam perto...
Temos que nos ajeitar... falei enquanto ouvia o motor de um carro se aproximando.
Me responde... exigiu, quase soluçando, puxando minha camisa.
Tá bom... vou fazer isso... falei olhando bem nos olhos dela. Naquele momento o carro entrava na minha garagem...
Ela sorriu com um certo alívio, alegria... me deu outro beijo... depois afastei ela rapidamente... ouvi o motor do carro desligando... eles estavam prestes a descer...
— Cê acha que isso é normal? Sabe, fazer tantas vezes numa noite…
— Bom, acho que no começo é assim… a gente faz igual coelho… em todo lugar que dá e em toda posição que consegue… Isso nunca aconteceu com você antes?
— Ficar assim… talvez 2 ou 3 vezes, quem sabe 4 seja meu recorde… mas não 6 vezes numa noite!… O seu caso já é abuso… ela falou, meio brincando, meio reclamando.
— Mas lembra quem me provocou no chuveiro…
— Tá bom, mas você já parece o coelhinho daquelas pilhas Duracell…
Talvez eu tenha exagerado com ela, mas mesmo que pareça idiota, machista e sem noção a analogia: eu tava igual um menino com brinquedo novo… não me cansava dela… não queria soltar… tava enfeitiçado, encantado, extasiado com a Mili, com a silhueta gostosa dela, a entrega quente, a personalidade divertida. Não soube como expressar na hora, só falei:
— É que você me deixa assim… expliquei e beijei o pescoço dela de novo. Nessa altura, já via que essa carícia não tava surtindo tanto efeito como antes, ela só sorria com carinho.
— Não, não vai funcionar… depois dessa noite, fiquei imune às suas manhas… ela disse, toda engraçada.
Naquelas circunstâncias, minha manobra não funcionava. Acho que primeiro eu devia dar uma incentivada e, se ela ainda ficasse meio relutante, beijar o pescoço dava o toque final… só em caso de emergência, em situações extremas eu usaria essa tática. Não queria que a Mili ficasse imune àquela carícia. Naquele momento, tava cansado e com a virilha meio dolorida de tanto uso. Só queria brincar com a ideia:
— Sabe de uma coisa? O número 6 não me agrada… vamos pro 7… sugeri.
— Não… você vai chegar só no 7… comigo não conta… respondeu com uma careta de surpresa e cansaço. Depois daquela conversinha, decidimos sair da cama, testemunha da iniciação anal da Mili e também do nosso último encontro. Ainda era cedo, mas o sol já espalhava sua luz e calor com mais força.
Mili pediu pra tomar banho sozinha, não queria arriscar, já tava satisfeita com as 6 vezes que a gente transou naquele fim de semana. Além disso, o cu dela ficou vermelho, meio irritado, era compreensível que ela quisesse me afastar da tentação de chegar ao sétimo encontro sexual daquele fim de semana.
Tomei banho e, quando voltei pro meu quarto, vi a Mili vestida com a calça branca dela, mas com a minha camisa, tentando arrumar a blusa dela… uma coisa era ir pra minha casa mostrando um decote sugestivo, outra era voltar pra casa dela, na vista dos pais, eles iam notar o estrago na blusa.
— Você tem agulha, linha e botões?... Não acho que meus pais… Ai… meus pais!… falei que ia fazer um trabalho, mas não avisei que ia ficar fora… eles devem estar preocupados… — disse com um ar de culpa.
— Se quiser, te empresto meu telefone pra ligar pra eles…
— Não, é muito cedo, vou mandar uma mensagem pro celular do meu pai… Se ele falar alguma coisa, vou dar a desculpa que foi culpa da rede telefônica que demorou pra enviar a mensagem…
Ela tirou o celular da bolsa e, quando olhou, a expressão mudou: primeiro foi surpresa pela quantidade de chamadas perdidas e mensagens… depois preocupação ao notar que eram todas dos pais dela… e no final uma certa decepção por não encontrar nenhuma do Javier… parecia que a amiguinha carinhosa dele tinha deixado ele tão ocupado quanto eu mantive a Mili.
No começo notei o desconforto dela por aquela falta de atenção do Javier, mas depois pareceu não ligar, afinal, com o que rolou na minha casa, acho que ela já tinha se vingado o suficiente.
A gente se dedicou a costurar os botões na blusa dela, embora tenha ficado bom, era óbvio que não eram os originais, além disso tinha uns rasgos da forma bruta como eu tinha aberto a blusa dela no banheiro da faculdade.
Não dava voltar assim pra casa. A Mili lembrou da camisa pólo da minha prima que viu no meu armário e decidiu usar, era melhor que a blusa dela. Como eu imaginei, ficou um pouco pequena e apertada, tipo um top. Como o sutiã dela, que tava rasgado, tinha ficado no banheiro da faculdade, ela só tava protegida pela camisa pólo. Os bicos dos peitos dela mal cabiam. No final, ela ficou mais ou menos assim, como na foto.
Depois fomos tomar café da manhã. Dessa vez ela não se ofereceu pra limpar a mesa, tava com medo pela retaguarda dela. Enquanto eu limpava a mesa, ela lavava as xícaras.
De costas pra mim, ela terminava o serviço dela, os movimentos não eram tão sugestivos quanto quando limpou minha mesa, mas as curvas dela, a bunda dela… dava vontade de comer ela… simplesmente cheguei por trás e abracei ela…
— O que cê tá fazendo?... — protestou de brincadeira.
— Nada… gosto de te ver assim… prendada… — falei com carinho, sentindo a bunda carnuda dela perto da minha virilha.
— A gente não vai chegar na sétima… — me avisou, rindo.
Parece que a Mili já tinha sentido o volume da minha virilha na bunda carnuda dela, mas mesmo assim eu não me afastei. Com certeza ela gostava que eu abraçasse ela daquele jeito, gostava de me sentir. Quando terminou o serviço dela:
— Valeu… — falei.
— Não, valeu você… por tudo… — respondeu, e virou o rosto, entendi que queria me dar um beijo e correspondi.
Ficamos uns segundos assim, até que ela sentiu meu pau endurecendo, aí se afastou…
— Não… deixa ele quieto… que vou me atrasar… meus pais devem estar preocupados… — disse se desculpando.
— Tá bom… — falei com voz de criança magoada.
— Outra hora vai rolar… — disse com carinho e me deu outro beijo.
Poxa, pensei que nossa história sexual ia acabar naquele dia, sabia que não devia criar muita expectativa, mas o comentário dela tava me deixando uma porta meio aberta, que eu devia tocar ou empurrar pra entrar… ela não tava me negando essa possibilidade…
Ela se afastou de mim, pegou a bolsa dela e, como me viu meio desiludido porque não chegamos ao sétimo encontro sexual, me pediu pra Acompanha. Pobre Mili, não sabia que o número sete estava mais perto do que ela imaginava.
Caminhamos pela minha sala, eu atrás dela observava maravilhado o balanço dos seus quadris, daquele andar provocante que ela exibia pra mim, sabia que eu tava olhando. Ela tava pronta pra sair e assim acabar com o martírio dela na minha casa… só que a vaidade pregou uma peça nela…
Perto da minha porta tem um espelho bem grande, fica em cima de um sofá. Minha mãe colocou ali porque queria dar uma última conferida na roupa ou no cabelo antes de sair, coisas de mulher… Mili não foi exceção a essa olhadinha final, fez uma última parada na frente do espelho… meu pau também tinha uma última parada de despedida reservada pra ela.
Ela se olhou no espelho, enquanto dava uns retoques finais na maquiagem, eu me posicionei atrás dela e abracei ela. Só que dessa vez meu pau tava mais evidentemente duro e se encaixava entre as bundas redondas dela.
Te falei que a gente não vai chegar no sete… ela disse sem largar a bolsa procurando os trecos de maquiagem, mas senti que ela empinou um pouco a bunda, não sei se por alerta ou pela fascinação que meu pau duro causava tentando separar as bundas gordas dela.
Eu só tô te abraçando… me desculpei sem parar de pressionar meu volume na racha dela.
Agora minhas mãos puxavam a cintura dela pra mim, empurrando a bunda dela contra minha virilha. Ela não reclamava, continuava mais preocupada com a aparência. Beijei o pescoço dela, pelo espelho vi que agora sim tava fazendo efeito, ela semicerrrou os olhos, por um momento esqueceu da maquiagem, depois voltou a si:
Não Chris, já chega… olha que tive que passar creme hidratante pra aliviar a ardência que tava… protestou com ternura.
Desculpa… é que não consigo te largar… se quiser te dou um pote inteiro de creme hidratante… eu mesmo passo em você… falei num pedido engraçado.
Ah… você é terrível… disse cedendo um pouco, mas se fez de difícil de novo: já é tarde… seus pais vão chegar.
Em outros Antigamente, isso teria feito minha ereção murchar, mas nessas circunstâncias, sentindo o corpo da Mili, essa desculpa não funcionava. Além disso, eram quase oito horas, era muito cedo.
Meus pais com certeza chegariam mais tarde… falei, subindo minhas mãos pelo abdômen dela em busca dos seios dela.
— Tem certeza? — perguntou Mili, recuando na recusa, mas avançando na pressão que as nádegas dela exerciam contra mim.
Minhas mãos já não seguravam nem apertavam a cintura dela contra minha virilha, mas a bunda dela continuava empurrando contra meu pau. Mili estava fazendo isso por vontade própria, estava sentindo meu pênis duro entre as nádegas suculentas dela e estava adorando, queria sentir mais perto, abrindo mais, e por isso não parava de fazer pressão. Meus dedos massageavam os peitos dela através do tecido, sentindo a agitação crescente.
— Tenho certeza de que eles vão chegar em umas duas horas…
— Não… eles podem nos pegar… — respondeu, mas essa ideia aumentava a adrenalina da situação, pelo tom da voz dela, eu senti.
— Não importa… — falei perto do ouvido dela, beijando atrás da orelha.
Ela estremeceu, a cabeça dela foi para trás, enquanto deixava minhas mãos e meu pau acariciarem através da roupa dela. Talvez a ideia do sétimo encontro não desagradasse tanto, afinal… ou era a vingança final por não receber ligação ou recado nenhum do corno do namorado dela.
— Não devemos fazer isso… eles podem nos ver… — dizia, visivelmente excitada, passava a mão por trás, tocando minha cintura, segurando e empurrando de vez em quando contra o corpo dela.
— As cortinas estão fechadas, na rua não tem ninguém… — falei.
Ela não respondia nada, mas eu sentia o calor do corpo dela, o jeito como buscava roçar minha virilha com os quadris… não se afastava, me procurava… tomei isso como um sinal de aprovação.
Desci uma das mãos até a cintura dela e, como pude, comecei a baixar a calça apertada dela de um lado… ela pegou minha mão para impedir… mas não ofereceu muita resistência… beijei o pescoço dela, ela virou a cabeça. Nervosamente, com os olhos fechados… agora a mão dela me ajudava a abaixar a calça dela…
Aiii… Por que eu tô fazendo isso?... se perguntava Mili, surpresa com a própria atitude, com aquela ansiedade de ser penetrada de novo.
A calça justa e a calcinha fio dental dela tinham deixado escapar as nádegas, que pareciam mais carnudas. A mão dela por cima da minha calça massageava meu pau, ela sorria ao sentir ele duro… sabia que ela, o corpo dela, os gestos dela provocavam essas ereções constantes… naquele momento, não sabia quem era o escravo e quem era o dono… quem abusava de quem… talvez os dois fossem vítimas das circunstâncias…
Tira isso agora… ela pedia, se referindo à minha calça.
Não me fiz de rogado, abaixei o mais rápido que pude, meu pau saiu disparado e praticamente bateu na bunda dela. Ela se surpreendeu ao sentir a rigidez, e eu me surpreendi ao sentir a firmeza das nádegas dela com meu pau dolorido.
Ao sentir, Mili se inclinou um pouco, pensei que queria que eu a penetrasse, mas notei que a calça dela ainda estava acima do púbis. No entanto, ao se inclinar, meu pau roçou o cu dela… um leve gemido de dor escapou dos lábios dela… a mão dela me afastou, queria que eu deixasse ela abaixar a calça…
Não seja desesperado… ela me repreendeu.
Quando a calça dela chegou na altura dos joelhos, não aguentei e fui pra frente com meu pau. Mili tentou reagir, subir no sofá, mas foi tarde demais. Com as pernas ainda presas pela calça, a tentativa dela de pular no móvel não deu certo, ela foi repelida ao bater os joelhos… caiu pra trás… onde meu pau, ansioso e estoicamente ereto, a esperava…
Aiii… uhmmm… Ela exclamou, surpresa pela brusquidão da ação e pela certeza do meu instinto em acertar o buraco dela.
Quis acreditar que meu pau entrou no cu dela, mas pela forma rápida como meu pau praticamente deslizou pra dentro, a lubrificação era da própria buceta dela, além disso, pelo jeito dela, notei que a dor não era de uma penetração anal.
Mili estava com metade Pau enfiado na sua buceta molhada, as costas dela se contraíram um pouco com o impacto, os dedos arranhando o encosto do sofá.
Contigo nunca se… ahhh… ahhh…
Não deixei ela reclamar, só peguei na cintura fina dela com as mãos e comecei a puxar e empurrar aquelas cadeironas. Os lábios da buceta dela, pouco usados naquela noite, apertavam gostoso o meu pau... agradecidos por eu finalmente lembrar deles…
Que delícia que isso é… uhmmm… dizia a Mili.
Agora minhas cadeiras empurravam pra frente e a bunda dela quicava contra minha virilha. Com o tronco inclinado pra frente e as mãos apoiadas no móvel, ela aguentava minhas investidas. Pelo espelho na minha frente, via a Mili de olhos fechados e mordendo o lábio (talvez pra não ser ouvida na rua) aproveitando meu trabalho, a blusa justa dela subindo com o vai e vem do corpo… a bunda gorda vibrava no meu ritmo…
Ahhh sim… assimmm…. Ahhhh…. Maiss….… pedia a Mili.
Agora eu puxava e empurrava com mais força, o percurso era maior… meus olhos se fixaram na racha dela, o jeito que abria e fechava quando meu pau entrava e saía… vi o cu dela… rosado igual ao creme que tinham passado… sabia que não devia… mas…
Abaixa bem a calça… falei, praticamente ordenei, tirando o pau, me afastando um pouco pra deixar ela agir.
Com cara de safada, ela me olhou pelo espelho, não hesitou em me obedecer, abaixou a calça branca e a fio dental o mais rápido que pôde, não ligou de sujar no chão. Tava tão excitada, achava que aquele pedido era pra mudar de posição, que ia deixar ela participar mais daquela brincadeira…
Ela se inclinou pra soltar uma das pernas da calça, aproveitei essa distração, essa inclinação que deixava o cu dela na minha altura, pra enfiar meu pau naquele buraquinho.
Ayyyy… porra… auuu… berrou de dor.
Num reflexo, tentou fugir, subiu no sofá, mas eu fui atrás, não deu pra escapar mais… ajoelhada no sofá, com o corpo duro de tanta dor, os braços apoiados no a cabeceira do sofá, as mãos dela fechadas em punho, o rosto vermelho e dolorido… e claro, um quarto do meu pau no cu dela todo ferrado…
Ai ai ai… você é uma merd… auuuu… agora sim você me arrebentou o cuzão… aiii… ela disse soluçando, apoiando a testa no encosto do sofá, não ia deixar eu ver ela sofrer pelo espelho.
Meu pau também sofreu as consequências, quase senti ele entortar nesse movimento brusco… mas eu tinha minha recompensa… Mili estava presa entre meu corpo, o sofá, o espelho, a parede… não ia conseguir fugir… tava encurralada… eu tinha o buraco quente dela e aquela bunda enorme à minha disposição…
Aiii… meu cuzinhu… auuuu… ela reclamava.
Eu sabia que aquilo já beirava a loucura, era uma obsessão por possuir ela daquele jeito… tava brincando com fogo, talvez depois daquela brutalidade anal a Mili fosse se afastar de vez de mim, quem sabe era melhor, afinal depois que ela saísse pela minha porta não era certo que a nossa história continuasse… ou talvez fosse um reflexo do meu subconsciente, queria arrebentar o cu dela pra ninguém mais provocar aquele prazer obscuro que eu fiz ela descobrir… muito menos o idiota do Javier… pensar nele me fez enfurecer…
Não… não… não faz isso… aiii…
A primeira penetração forçada tinha acabado, tava começando a última surra anal na minha casa… era quase um estupro… eu ouvia os gemidos e pedidos dela mas não parava, sem muita resistência da parte dela e dominando a cintura dela, continuei enfiando meu pau com mais força… enquanto as costas dela se contraíam a cada estocada, ela levantou o rosto, sofrimento, raiva, dava pra ver na expressão dela…
Uiii… auuu… cê gosta, né?... auuuu… com certeza a frígida da sua namorada não te satisfaz tanto… aiii… ela disse com a voz entrecortada, tomada pela ira, talvez já não ligasse se ouvissem lá fora.
Cala a boca!… eu ordenei e dei um tapa na bunda trêmula dela.
Tomada pela raiva daquela cavalgada anal forçada, ela tentava se vingar com as palavras, me machucar daquele jeito. Ela não sabia que aquilo também me encheria de raiva e o cu dela pagaria as consequências… esqueci o quanto era áspero e doloroso as penetrações, só aumentei meu ritmo sem piedade…
Ayyy… ahhh… ahhh… ela reclamava, gemia enlouquecida.
Pela fúria que tinha me tomado, nem percebi que as costas dela, antes rígidas aguentando minhas investidas, agora se arqueavam, ela tinha aberto mais as pernas e empinado a bunda pra receber meu pau até o fundo. Ela também começava a curtir esse ato anal insano…
Viu… Cê gosta, né? Será que ele te faz gozar assim?... enfiei enraivecido.
Feito amantes ciumentos, a gente se cobrava pelos nossos outros casos, talvez naquela transa selvagem a gente tava extravasando toda a tensão daquela relação ainda indefinida.
Não… não… uhhmmmm… ahhhh… gemia Mili quase sem fôlego.
Não o quê?... Cê não gosta? Javier não te faz gozar assim?... respondi enlouquecido.
O rosto dela, que antes se escondia, tentando não me encarar pelo espelho, finalmente apareceu… a cara vermelha de tão agitada que a gente tava, a expressão não era de dor, era de prazer, de um prazer sujo…
Ahhh… Gosto sim… uhmmm… disse com um tom de loucura.
O que mais?... exigi enquanto dava mais um tapa na bunda gorda dela.
Agora eu cavalgava com mais força e, mesmo sentindo ela à beira de desmaiar, Mili empurrava a bunda enorme contra mim, quicando na minha virilha com raiva… o som dessa batida, os tapas que eu dava nela, meus gemidos, os gemidos dela, nossas cobranças exaltadas… a gente ia dar sorte se ninguém nos ouvisse, e pelo barulho selvagem, qualquer freguês podia até chamar a polícia achando que era um estupro… mas a gente não tava nem aí, Mili mal respirava pra gemer, não conseguia formar palavras… ou não queria me dar razão nas minhas perguntas… até que finalmente…
Uhhhmmmm… Não… ninguém… ahhh… ninguém me fode como você… ahhh… disse virando o rosto enquanto o corpo dela tremia com minhas investidas brutais, queria confessar isso pra mim olhando nos meus olhos.
Fico cheio de satisfação ouvindo ela, mas não quis aliviar o suplício que tava dando, acariciei as costas dela, ela se reconfortou… mas eu queria ver os peitos dela balançando, a blusa justa dela acabou arregaçada por cima dos peitos…
Ahhh… ohhh… uhhmmmm…
Ela me olhou surpresa pelo espelho, não podia acreditar que meu vigor fazia os peitos dela pularem daquele jeito, por momentos uma expressão de doce sofrimento, depois desfalecendo, mas voltava a ser apaixonada… excitação total, à beira do clímax…
Goza… goza em mim… ohhh… ahhh
Me sentindo prestes a terminar aquele encontro brutal, minhas mãos largaram a cintura dela, que ia e vinha se punindo sozinha, e coloquei nos ombros dela, pra empurrar com mais força o corpo dela contra o meu, enquanto meu pau com ritmo insano entrava e saía do cu dela…
Ahhhh… já… Uhmmmm… ufff… ela exclamou sendo invadida por um orgasmo brutal.
A coluna dela se contraía enquanto meu pau cuspia sêmen pela sétima vez nas intimidades ardentes dela. A racha do cu dela ficou escancarada, as nádegas carnudas dela amassadas contra minha virilha.
Exausto, me inclinei pra ela, minhas mãos soltaram os ombros dela e foram pros peitos dela que ainda tremiam de prazer, sentia a respiração ofegante dela… Mili se apoiava com os cotovelos no móvel… com expressão extasiada agradecia minhas carícias nos melões dela, ainda respirava acelerado pela boca….
Quando a respiração dela voltou ao normal, ela virou, ainda com meu pau no cu dela, os peitos nus e com expressão apaixonada, me pegou pela borda da minha camisa, me puxou… eu beijei ela….
Não quero ser só a que você come toda vez que tem vontade, entendeu?... ela disse angustiada me olhando com desejo, ternura.
Não queria que eu visse ela como minha puta pessoal, aquela que só usava pra acalmar meus desejos carnais. Era evidente que ela não queria ser tratada só como objeto, como um corpo que sabia que despertava muitas paixões doentias nos homens, ela queria algo mais… uma Relacionamento amoroso, talvez...
Você vai terminar com ela?... me perguntou, quase implorando.
Não soube o que responder... uma coisa era o carinho de um relacionamento como o que eu tinha com a Viviana... outra era o sexo louco, o prazer levado ao máximo que eu sentia com a Mili... talvez com a Mili também pudesse chegar àqueles momentos gostosos de um relacionamento de namorados, àquela convivência harmoniosa... naquele momento não soube o que dizer... e fui salvo por um instante...
O som da porta da minha garagem se abrindo... alguém tinha acionado pelo controle remoto... O carro dos meus pais... Eles estavam perto...
Temos que nos ajeitar... falei enquanto ouvia o motor de um carro se aproximando.
Me responde... exigiu, quase soluçando, puxando minha camisa.
Tá bom... vou fazer isso... falei olhando bem nos olhos dela. Naquele momento o carro entrava na minha garagem...
Ela sorriu com um certo alívio, alegria... me deu outro beijo... depois afastei ela rapidamente... ouvi o motor do carro desligando... eles estavam prestes a descer...
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