Estávamos com a Nuria de férias em Saint Martin e uma noite saÃmos pra tomar umas bebidas em vários lugares na costa, deixando de lado as rotas turÃsticas formais que tÃnhamos seguido antes. Chegamos numa balada de ritmos caribenhos. Era um espetáculo ver tantos corpos gostosos latinos se mexendo com tanta maestria. Nuria queria dançar, mas eu não tava a fim de pagar mico. Pra não estragar a noite dela, fui pro balcão e deixei ela sozinha na pista, mesmo não gostando nem um pouco que ela se aproxime de outros caras, ainda mais daquele negão que tinha grudado nela, um baita de um cara de um metro e oitenta, cabeça raspada, marcando cada músculo com aquela camiseta branca sem manga, com uma aparência agressiva. Em qualquer outra hora eu teria me metido, mas deixei a Nuria babando.
O negão se mexia muito bem e fazia minha mulher parecer uma dançarina profissional, mas conforme o tempo passava, Nuria parava de me olhar, cada vez mais entregue à paixão do parceiro dela, que já não se segurava e acompanhava os movimentos de quadril com uns amassos safados por cima do vestido da minha mulher. Vi ele falar algo no ouvido dela e não aguentei mais, peguei a Nuria e tirei ela de lá, não sem antes levar uma bronca daquela montanha de músculos.
— Vocês estavam exagerando um pouco, não acha? — falei puto.
— Não aconteceu nada, Alejandro, a gente só tava dançando.
— Eu, quando danço com uma desconhecida, não apalpo os peitos dela nem encosto tanto o pacote.
Fiquei com muita vontade de ver se minha mulher tava molhada, mas não tive coragem. Quando chegamos, isso sim, fiz amor com ela com mais intensidade do que nunca. Foi a melhor transa desde que tÃnhamos chegado, e Nuria me falou isso.
— Parece que me ver com outro homem te excitou pra caralho.
Entre o álcool e o suor, resolvi manter um tom ousado:
— Fala a verdade. Se eu não tivesse lá, você teria ido embora com aquele negão pro hotel.
Não falei num tom grosso e ela entrou na brincadeira.
— Alex, não... Me diga que esse cara não é o tÃpico com que a gente sonha, mulher. É como se uma negona gostosa tivesse caÃdo no seu colo.
— O que aquele filho da puta te disse?
Ela riu e falou que ele tinha chamado ela pra ir pro hotel. Me excitou ouvir aquilo e perguntei se na noite seguinte a gente voltasse lá e encontrasse ele de novo, ela ia topar. Ela ficou meio séria e disse que nunca ia me trair. Imagina que eu te deixo, que eu tô junto, que te libero pra soltar todos os seus instintos. Você mesma disse que ele é o negão das suas fantasias eróticas, falei, e ela ficou pensativa, sorrindo sem perceber. Nesse caso, eu aceitaria a proposta dele, respondeu, achando que no fundo eu não tava falando sério, porque sabia que meu ciúme podia mais que minhas fantasias.
Mas na noite seguinte, depois de jantar e tomar uns drinks, levei ela pro mesmo lugar. Lembrei o que tinha dito na noite anterior:
— Se você ver ele, dança com ele e, se ele ficar carinhoso, conta minha proposta.
— Cê tá louco?
Mas dava pra ver que a situação tava excitando ela, assim como eu, que procurava o negão pela balada. Ele tá ali, tomando uma dose.
— Vai lá, se mostra.
— Você não sabe o que tá dizendo, Alejandro, depois...
— Olha, prometo que não vou ficar puto com você, aconteça o que acontecer. Hoje você quem manda, e essa noite vou deixar seus sonhos virarem realidade.
Os dois estávamos meio bêbados e não precisei insistir mais. Não sei se ela desconfiou que minha consciência não tava limpa. Sentei o mais longe possÃvel da pista e fiquei de olho na minha mulher, que tinha se posicionado estrategicamente pra ser vista pelo negão. Quase me arrependi de ter feito ela vestir aquele conjunto tão sexy com a desculpa de aguçar minha imaginação, aquele vestido branco minúsculo e tão decotado, aquela fio dental que entrava no cu dela e marcava tudo, aquela falta de sutiã que exagerava ainda mais os atributos da minha esposa tão dotada.
O negão não demorou nem dois segundos pra largar a dose dele. agarrou pela cintura a Nuria, que sorria, eu diria que com excitação. Se ontem já achei ousado, hoje à noite eles estavam pegando fogo. Ele comentou algo antes de começar, suponho que se referindo a mim. Logo vi que era ela quem falava no ouvido dele. Então ele segurou o queixo da minha mulher e a beijou, balançando a cabeça de um lado para o outro enquanto ela acompanhava o movimento com a cabeça e os braços, que seguravam a cintura do cara. Senti raiva, mas também uma ereção que quase doeu. Depois do beijo, ele a pegou pela cintura, descendo a mão até a bunda dela sem discrição. Ela me procurou com o olhar e me disse para chegar perto. Agora sentia muita vergonha, mas a situação já era irremediável.
—Alejandro, te apresento o Hugo. Hugo, este é meu marido. Ela não estava envergonhada, nem um pouco; nem ele, que parecia acostumado com todos esses arranjos e apertou minha mão com uma satisfação infinita. Senti a força dele. Ele me disse com a voz profunda e grave que ficava feliz de eu não ser um marido otário. Depois Nuria tomou a palavra. Você vai na frente. Vamos para o hotel. Paguei as consumações e saÃ. Olhava para trás e via como eles andavam enroscando as lÃnguas, como se abraçavam feito animais no cio. Não era mais só o Hugo que tocava tudo que podia em Nuria, mas ela também o procurava com mais ansiedade, me surpreendendo de certa forma que ela não se inibisse, pois costuma ser muito envergonhada para essas coisas em público.
Eu subi num elevador e eles no outro ao lado. Tava muito duro, mas me fodia muito pensar no que minha mulher e aquele filho da puta já estavam começando a fazer. Cheguei até a porta, mas esperei eles saÃrem do elevador. Demoraram bastante, mesmo eu tendo ouvido que tinha chegado no segundo andar. Nuria estava com a saia bem levantada e mostrava muita coxa. Hugo tinha as mãos por baixo da saia. Abri a porta quando vi que estavam se aproximando e entrei, acendendo as luzes. Quando eles entraram, percebi com total clareza os gemidos da minha esposa, que chupava o pescoço do Hugo. Ele se afastou de repente e disse pra gente que, mesmo ela mandando em mim, ele mandava em todos. Ela aceitou. Tira a roupa, ele falou. Tirei a roupa rápido e fiquei só de cueca. Dava pra ver minha ereção, mas ele mandou tirar tudo, então mostrei meu pau, que ainda não deixava ver a glande toda, mas já tava escorrendo lÃquido transparente pra caralho. Olha o filho da puta como fica excitado sabendo que vou comer a mulherzinha dele, e riu. Não bate uma até eu mandar, senão vou te comer no cu. Nuria deu uma gargalhada. O filho da puta ia me torturar mais do que eu imaginava.
Aà eu desapareci pra eles, voltaram a se beijar, as lÃnguas suculentas quase estalando, Nuria tirou a camiseta dele e os olhos dela se arregalaram de tesão, ela tocava aquele peitoral perfeito, aqueles abdominais trincados, aqueles braços sem fim enquanto descia a boca até o peito dele, lambendo, percorrendo com a ponta da lÃngua todas aquelas áreas que antes tava apalpando. Hugo quase nem se mexia, não mostrava emoção nenhuma. Quando ela desceu abaixo do umbigo, ele mandou parar. Olhou pra mim e disse pra eu desabotoar a calça dele, de joelhos. Custou pra caralho baixar, porque tava bem apertada. Umas cuecas minúsculas pro que tinha ali ficaram à mostra pra Nuria. Incrivelmente ele não tava duro, apesar do volume enorme que dava pra ver. A cueca, ele ordenou, mas não se afasta muito, disse segurando Nuria, que não tirava os olhos daquela virilha. Ele baixou as alças do vestido dela e deixou a parte de cima na cintura, os peitos dela pularam igual molas e tremeram até Hugo pegar eles.
— Você é muito gostosa, mamãe, seu marido tem sorte com uma puta igual você, finalmente vou aproveitar esse corpo.
Afundou a boca naqueles peitos firmes mas durinhos, aquelas bolas de uns 100 de peito, naqueles mamilos rosados olhando pro teto que sumiam entre as mãos e os lábios dele. obscenos. Naquele momento, eu estava com as mãos nas laterais da cintura daquele negro, deixando à mostra parte dos pelos escuros dele, demorando-me na cena das tetas da minha mulher na boca enorme do Hugo.
— Tira minha cueca, papai.
Fiz isso num movimento só, e apareceu uma caceta considerável, mesmo ainda meio mole. Nuria perguntou se ele não estava excitado, levando a mão até a carne do Hugo, e ele respondeu que só o excitavam bucetas molhadas.
— Sai daÃ.
Me afastei e ele se agachou, puxando o vestido da Nuria até os tornozelos. A calcinha fio-dental não cobria toda a buceta dela e, apesar de ela ter raspado as laterais, dava pra ver alguns pelos, porque a calcinha estava deslocada pra um lado. Ele rasgou a calcinha com violência e enfiou a cabeça na boceta dela, fazendo minha mulher explodir de prazer, enquanto ela acariciava a cabeça dele e a empurrava contra si. Hummm, como você cheira a mulher molhada, eu gosto de você. Ele fazia uns barulhos exagerados com a boca que ecoavam no quarto. Eu morria de vontade de me masturbar, mas não podia. Ele puxou ela pelas nádegas e a levou pra cama, embora tenha sido ele quem se deitou, colocando os pés no travesseiro.
— Deita em cima de mim, meu amor. E ela obedeceu, sentando na boca dele, a putinha. Você tá molhada, querida, hummm, assim eu gosto mais... E ela gemia, fechava os olhos, se deliciava com cada lambida na boceta dela, a julgar pelos gritos, ele tinha encontrado o clitóris. Agora sim o negro estava de pau duro, até antes de Nuria procurar o cabo dele pra bater uma por cima das costas. Que caceta você tem, Hugo, quero que meta ela inteira em mim. Isso me deixou gelado, ela não costumava falar essas coisas, imaginei que fosse pelo tamanho colossal e pela grossura daquela vara escura que devia ter uns 20 cm de comprimento e 9 de largura, e onde a glande, também escura, nunca desaparecia, mesmo com a mão de Nuria se esforçando pra agarrar tudo.
— Papai, você tá muito parado, entretém um pouco minha pica com sua boca. Não me mexi do lugar, incrédulo com o que tinha Ouvi, esperava que a Nuria dissesse que eu nunca tinha chupado a pica de ninguém, mas, pelo contrário, ela gritou: Tá esperando o quê? Chupa a pica dele, porra. Então me ajoelhei na cama e peguei na pica dele. Era a primeira vez que pegava numa que não fosse a minha. Cheirava muito forte e me dava muito nojo, mas as mãos do gigante agarraram minha cabeça e me empurraram contra o pau dele, fazendo minha boca bater na cabeça. Era enorme, tive que abrir a boca toda pra engolir aquela cabecinha, mas ele continuava forçando pra eu engolir mais. Quase cheguei na base e quase vomitei, mas logo me acostumei com aquele pedaço de carne quente que não era tão nojento quanto eu pensava. Me esforcei pra ir pra cima e pra baixo, passando a lÃngua na cabeça dele ao mesmo tempo, segurando a pica com as duas mãos quando tava na ponta. Tão concentrado que tava, demorei um pouco pra perceber que a Nuria, toda molhada, tava dividindo a iguaria comigo: se eu focava na ponta, ela ia pra base e pras bolas e vice-versa. Falei pra ela me masturbar, mas ela só tinha olhos pra pica do Hugo. Que pica você tem, meu macho, que pica, repetia. Gozei vendo ela se esforçar pra enfiar tudo na boca, mesmo eu não largando aquela vara. Depois de um tempão, a porra do Hugo começou a jorrar, eu tentei me afastar a tempo, mas não consegui evitar o primeiro jato na cara, que quase me inundou. A Nuria tava morrendo de vontade de engolir todo o sêmen dele. Limpou tudo direitinho, a safada, não deixou nem uma gota. Tão excitado que tava, passei o dedo na cara e engoli a porra grossa e azeda quase com prazer.
- Vamo, papai, deixo você montar enquanto eu me recupero, ela disse, sabendo o filho da puta que eu tinha acabado de gozar. Não consegue? Então olha. Ele agarrou ela por trás dos joelhos e levou pra beira da cama. Ficou de pé e puxou ela pra cima, abrindo as pernas dela. Já tava duro de novo. Meteu Enfiou aos poucos, Nuria gemia: ah, ah, continua, continua, enfia mais, enfia até o fundo, me fode como uma puta, até o talo. E ele obedeceu, mas com calma, até que as bolas dele batessem na bunda dela. Pela primeira vez, pelo menos que eu soubesse, Nuria era penetrada por outra rola que não a minha e tava gostando como uma puta. Ele se mexia de um lado pro outro, ainda com suavidade, não tinha começado a bombar nela. Eu, feito um idiota, perguntei se podia bater uma punheta, mas ele não deixou.
— Sobe na cama — ele me disse. Obedeci, e ele soltou a cintura de Nuria pra segurar a minha. Pegou minha rola com uma mão e puxou a pele pra trás. — É grossa, papi, nada mal pra um branquelo — e enfiou na boca de uma vez. Ao mesmo tempo, ele investiu em Nuria, com violência, batendo as bolas nela igual um animal, os gritos de Nuria pareciam de dor, mas ela dizia continua, continua. Não ligou que ele não tivesse colocado camisinha, queria sentir a força e o calor da rola do Hugo, via os peitos dela balançando soltos pra todo lado, mas logo me concentrei naquele boquete selvagem que tava me dando um puta prazer. Senti que ia gozar e ele mandou eu apontar pra minha puta. Me virei e apontei pra ela, derramando meu gozo na cara e nos peitos dela. Nuria esfregava tudo nos peitos e lambia as mãos com luxúria. Enquanto isso, o Kunta Kinte continuava fodendo ela. Agora sim tava quente, toma, toma, toma. De repente, ele parou e virou ela.
— Vou foder esse cu, meu amor. Beijou a bunda dela, cuspiu, enfiou um dedo. Eu não achei que ela fosse deixar, mas ela só gemia. — Tem uma bunda perfeita pra ser furada, meu amor. Lembrei que ela sempre reclamava que tinha uma bunda enorme. De novo fiquei duro: ela nunca tinha me deixado comer o cu dela, outro cara ia desvirgar ela. Ele encostou a cabeça da rola no buraco. Parecia impossÃvel que por aquela abertura entrasse um pau daqueles. — Vai doer. um pouco agora, e fez o glande desaparecer, o que causou muita dor em Nuria, que, no entanto, pedia para ele continuar. Enquanto ia enfiando mais centÃmetros de pau, com o dedo fazia uma punheta na buceta que ele não podia ver, era uma punheta selvagem. Por fim, meteu até o fundo. Com a mão que tinha livre, apertava os peitos dela, que olhavam para a cama se chocando um contra o outro. Começou a meter nela e ela gritava, mesmo sentindo uma dor enorme, pedia mais força. Ficaram muito tempo nessa situação, até que finalmente vi umas gotas brancas escorrendo, o cu da minha esposa transbordava de porra de outro.
- Quando você beber toda a minha porra, deixo você possuir ela. Me abaixei e engoli todo o sêmen que consegui, enfiava a lÃngua no cu dela e me lambia do gosto tão nojento. Depois meti, entrou com facilidade, mas Nuria já não gritava, tinha o pau do Hugo, de novo no auge, na boca, embora logo a levantou e enfiou na boceta dela, provocando outro gemido na minha esposa, que adorava ser penetrada por dois paus ao mesmo tempo. Eu gozei antes do Hugo e ele teve tempo de mudar de posição várias vezes, estava conseguindo fazer minha mulher gozar inúmeras vezes, não sei quantos orgasmos a putinha teve.
Quando acabou, se vestiu e foi embora. Nuria foi tomar banho. Fiquei com vontade de foder ela de novo, mas ela disse que estava exausta. Fizemos isso vários dias depois, porque ela estava com a boceta e os peitos irritados. As férias tinham acabado e voltávamos para Buenos Aires.
O negão se mexia muito bem e fazia minha mulher parecer uma dançarina profissional, mas conforme o tempo passava, Nuria parava de me olhar, cada vez mais entregue à paixão do parceiro dela, que já não se segurava e acompanhava os movimentos de quadril com uns amassos safados por cima do vestido da minha mulher. Vi ele falar algo no ouvido dela e não aguentei mais, peguei a Nuria e tirei ela de lá, não sem antes levar uma bronca daquela montanha de músculos.
— Vocês estavam exagerando um pouco, não acha? — falei puto.
— Não aconteceu nada, Alejandro, a gente só tava dançando.
— Eu, quando danço com uma desconhecida, não apalpo os peitos dela nem encosto tanto o pacote.
Fiquei com muita vontade de ver se minha mulher tava molhada, mas não tive coragem. Quando chegamos, isso sim, fiz amor com ela com mais intensidade do que nunca. Foi a melhor transa desde que tÃnhamos chegado, e Nuria me falou isso.
— Parece que me ver com outro homem te excitou pra caralho.
Entre o álcool e o suor, resolvi manter um tom ousado:
— Fala a verdade. Se eu não tivesse lá, você teria ido embora com aquele negão pro hotel.
Não falei num tom grosso e ela entrou na brincadeira.
— Alex, não... Me diga que esse cara não é o tÃpico com que a gente sonha, mulher. É como se uma negona gostosa tivesse caÃdo no seu colo.
— O que aquele filho da puta te disse?
Ela riu e falou que ele tinha chamado ela pra ir pro hotel. Me excitou ouvir aquilo e perguntei se na noite seguinte a gente voltasse lá e encontrasse ele de novo, ela ia topar. Ela ficou meio séria e disse que nunca ia me trair. Imagina que eu te deixo, que eu tô junto, que te libero pra soltar todos os seus instintos. Você mesma disse que ele é o negão das suas fantasias eróticas, falei, e ela ficou pensativa, sorrindo sem perceber. Nesse caso, eu aceitaria a proposta dele, respondeu, achando que no fundo eu não tava falando sério, porque sabia que meu ciúme podia mais que minhas fantasias.
Mas na noite seguinte, depois de jantar e tomar uns drinks, levei ela pro mesmo lugar. Lembrei o que tinha dito na noite anterior:
— Se você ver ele, dança com ele e, se ele ficar carinhoso, conta minha proposta.
— Cê tá louco?
Mas dava pra ver que a situação tava excitando ela, assim como eu, que procurava o negão pela balada. Ele tá ali, tomando uma dose.
— Vai lá, se mostra.
— Você não sabe o que tá dizendo, Alejandro, depois...
— Olha, prometo que não vou ficar puto com você, aconteça o que acontecer. Hoje você quem manda, e essa noite vou deixar seus sonhos virarem realidade.
Os dois estávamos meio bêbados e não precisei insistir mais. Não sei se ela desconfiou que minha consciência não tava limpa. Sentei o mais longe possÃvel da pista e fiquei de olho na minha mulher, que tinha se posicionado estrategicamente pra ser vista pelo negão. Quase me arrependi de ter feito ela vestir aquele conjunto tão sexy com a desculpa de aguçar minha imaginação, aquele vestido branco minúsculo e tão decotado, aquela fio dental que entrava no cu dela e marcava tudo, aquela falta de sutiã que exagerava ainda mais os atributos da minha esposa tão dotada.
O negão não demorou nem dois segundos pra largar a dose dele. agarrou pela cintura a Nuria, que sorria, eu diria que com excitação. Se ontem já achei ousado, hoje à noite eles estavam pegando fogo. Ele comentou algo antes de começar, suponho que se referindo a mim. Logo vi que era ela quem falava no ouvido dele. Então ele segurou o queixo da minha mulher e a beijou, balançando a cabeça de um lado para o outro enquanto ela acompanhava o movimento com a cabeça e os braços, que seguravam a cintura do cara. Senti raiva, mas também uma ereção que quase doeu. Depois do beijo, ele a pegou pela cintura, descendo a mão até a bunda dela sem discrição. Ela me procurou com o olhar e me disse para chegar perto. Agora sentia muita vergonha, mas a situação já era irremediável.
—Alejandro, te apresento o Hugo. Hugo, este é meu marido. Ela não estava envergonhada, nem um pouco; nem ele, que parecia acostumado com todos esses arranjos e apertou minha mão com uma satisfação infinita. Senti a força dele. Ele me disse com a voz profunda e grave que ficava feliz de eu não ser um marido otário. Depois Nuria tomou a palavra. Você vai na frente. Vamos para o hotel. Paguei as consumações e saÃ. Olhava para trás e via como eles andavam enroscando as lÃnguas, como se abraçavam feito animais no cio. Não era mais só o Hugo que tocava tudo que podia em Nuria, mas ela também o procurava com mais ansiedade, me surpreendendo de certa forma que ela não se inibisse, pois costuma ser muito envergonhada para essas coisas em público.
Eu subi num elevador e eles no outro ao lado. Tava muito duro, mas me fodia muito pensar no que minha mulher e aquele filho da puta já estavam começando a fazer. Cheguei até a porta, mas esperei eles saÃrem do elevador. Demoraram bastante, mesmo eu tendo ouvido que tinha chegado no segundo andar. Nuria estava com a saia bem levantada e mostrava muita coxa. Hugo tinha as mãos por baixo da saia. Abri a porta quando vi que estavam se aproximando e entrei, acendendo as luzes. Quando eles entraram, percebi com total clareza os gemidos da minha esposa, que chupava o pescoço do Hugo. Ele se afastou de repente e disse pra gente que, mesmo ela mandando em mim, ele mandava em todos. Ela aceitou. Tira a roupa, ele falou. Tirei a roupa rápido e fiquei só de cueca. Dava pra ver minha ereção, mas ele mandou tirar tudo, então mostrei meu pau, que ainda não deixava ver a glande toda, mas já tava escorrendo lÃquido transparente pra caralho. Olha o filho da puta como fica excitado sabendo que vou comer a mulherzinha dele, e riu. Não bate uma até eu mandar, senão vou te comer no cu. Nuria deu uma gargalhada. O filho da puta ia me torturar mais do que eu imaginava.
Aà eu desapareci pra eles, voltaram a se beijar, as lÃnguas suculentas quase estalando, Nuria tirou a camiseta dele e os olhos dela se arregalaram de tesão, ela tocava aquele peitoral perfeito, aqueles abdominais trincados, aqueles braços sem fim enquanto descia a boca até o peito dele, lambendo, percorrendo com a ponta da lÃngua todas aquelas áreas que antes tava apalpando. Hugo quase nem se mexia, não mostrava emoção nenhuma. Quando ela desceu abaixo do umbigo, ele mandou parar. Olhou pra mim e disse pra eu desabotoar a calça dele, de joelhos. Custou pra caralho baixar, porque tava bem apertada. Umas cuecas minúsculas pro que tinha ali ficaram à mostra pra Nuria. Incrivelmente ele não tava duro, apesar do volume enorme que dava pra ver. A cueca, ele ordenou, mas não se afasta muito, disse segurando Nuria, que não tirava os olhos daquela virilha. Ele baixou as alças do vestido dela e deixou a parte de cima na cintura, os peitos dela pularam igual molas e tremeram até Hugo pegar eles.
— Você é muito gostosa, mamãe, seu marido tem sorte com uma puta igual você, finalmente vou aproveitar esse corpo.
Afundou a boca naqueles peitos firmes mas durinhos, aquelas bolas de uns 100 de peito, naqueles mamilos rosados olhando pro teto que sumiam entre as mãos e os lábios dele. obscenos. Naquele momento, eu estava com as mãos nas laterais da cintura daquele negro, deixando à mostra parte dos pelos escuros dele, demorando-me na cena das tetas da minha mulher na boca enorme do Hugo.
— Tira minha cueca, papai.
Fiz isso num movimento só, e apareceu uma caceta considerável, mesmo ainda meio mole. Nuria perguntou se ele não estava excitado, levando a mão até a carne do Hugo, e ele respondeu que só o excitavam bucetas molhadas.
— Sai daÃ.
Me afastei e ele se agachou, puxando o vestido da Nuria até os tornozelos. A calcinha fio-dental não cobria toda a buceta dela e, apesar de ela ter raspado as laterais, dava pra ver alguns pelos, porque a calcinha estava deslocada pra um lado. Ele rasgou a calcinha com violência e enfiou a cabeça na boceta dela, fazendo minha mulher explodir de prazer, enquanto ela acariciava a cabeça dele e a empurrava contra si. Hummm, como você cheira a mulher molhada, eu gosto de você. Ele fazia uns barulhos exagerados com a boca que ecoavam no quarto. Eu morria de vontade de me masturbar, mas não podia. Ele puxou ela pelas nádegas e a levou pra cama, embora tenha sido ele quem se deitou, colocando os pés no travesseiro.
— Deita em cima de mim, meu amor. E ela obedeceu, sentando na boca dele, a putinha. Você tá molhada, querida, hummm, assim eu gosto mais... E ela gemia, fechava os olhos, se deliciava com cada lambida na boceta dela, a julgar pelos gritos, ele tinha encontrado o clitóris. Agora sim o negro estava de pau duro, até antes de Nuria procurar o cabo dele pra bater uma por cima das costas. Que caceta você tem, Hugo, quero que meta ela inteira em mim. Isso me deixou gelado, ela não costumava falar essas coisas, imaginei que fosse pelo tamanho colossal e pela grossura daquela vara escura que devia ter uns 20 cm de comprimento e 9 de largura, e onde a glande, também escura, nunca desaparecia, mesmo com a mão de Nuria se esforçando pra agarrar tudo.
— Papai, você tá muito parado, entretém um pouco minha pica com sua boca. Não me mexi do lugar, incrédulo com o que tinha Ouvi, esperava que a Nuria dissesse que eu nunca tinha chupado a pica de ninguém, mas, pelo contrário, ela gritou: Tá esperando o quê? Chupa a pica dele, porra. Então me ajoelhei na cama e peguei na pica dele. Era a primeira vez que pegava numa que não fosse a minha. Cheirava muito forte e me dava muito nojo, mas as mãos do gigante agarraram minha cabeça e me empurraram contra o pau dele, fazendo minha boca bater na cabeça. Era enorme, tive que abrir a boca toda pra engolir aquela cabecinha, mas ele continuava forçando pra eu engolir mais. Quase cheguei na base e quase vomitei, mas logo me acostumei com aquele pedaço de carne quente que não era tão nojento quanto eu pensava. Me esforcei pra ir pra cima e pra baixo, passando a lÃngua na cabeça dele ao mesmo tempo, segurando a pica com as duas mãos quando tava na ponta. Tão concentrado que tava, demorei um pouco pra perceber que a Nuria, toda molhada, tava dividindo a iguaria comigo: se eu focava na ponta, ela ia pra base e pras bolas e vice-versa. Falei pra ela me masturbar, mas ela só tinha olhos pra pica do Hugo. Que pica você tem, meu macho, que pica, repetia. Gozei vendo ela se esforçar pra enfiar tudo na boca, mesmo eu não largando aquela vara. Depois de um tempão, a porra do Hugo começou a jorrar, eu tentei me afastar a tempo, mas não consegui evitar o primeiro jato na cara, que quase me inundou. A Nuria tava morrendo de vontade de engolir todo o sêmen dele. Limpou tudo direitinho, a safada, não deixou nem uma gota. Tão excitado que tava, passei o dedo na cara e engoli a porra grossa e azeda quase com prazer.
- Vamo, papai, deixo você montar enquanto eu me recupero, ela disse, sabendo o filho da puta que eu tinha acabado de gozar. Não consegue? Então olha. Ele agarrou ela por trás dos joelhos e levou pra beira da cama. Ficou de pé e puxou ela pra cima, abrindo as pernas dela. Já tava duro de novo. Meteu Enfiou aos poucos, Nuria gemia: ah, ah, continua, continua, enfia mais, enfia até o fundo, me fode como uma puta, até o talo. E ele obedeceu, mas com calma, até que as bolas dele batessem na bunda dela. Pela primeira vez, pelo menos que eu soubesse, Nuria era penetrada por outra rola que não a minha e tava gostando como uma puta. Ele se mexia de um lado pro outro, ainda com suavidade, não tinha começado a bombar nela. Eu, feito um idiota, perguntei se podia bater uma punheta, mas ele não deixou.
— Sobe na cama — ele me disse. Obedeci, e ele soltou a cintura de Nuria pra segurar a minha. Pegou minha rola com uma mão e puxou a pele pra trás. — É grossa, papi, nada mal pra um branquelo — e enfiou na boca de uma vez. Ao mesmo tempo, ele investiu em Nuria, com violência, batendo as bolas nela igual um animal, os gritos de Nuria pareciam de dor, mas ela dizia continua, continua. Não ligou que ele não tivesse colocado camisinha, queria sentir a força e o calor da rola do Hugo, via os peitos dela balançando soltos pra todo lado, mas logo me concentrei naquele boquete selvagem que tava me dando um puta prazer. Senti que ia gozar e ele mandou eu apontar pra minha puta. Me virei e apontei pra ela, derramando meu gozo na cara e nos peitos dela. Nuria esfregava tudo nos peitos e lambia as mãos com luxúria. Enquanto isso, o Kunta Kinte continuava fodendo ela. Agora sim tava quente, toma, toma, toma. De repente, ele parou e virou ela.
— Vou foder esse cu, meu amor. Beijou a bunda dela, cuspiu, enfiou um dedo. Eu não achei que ela fosse deixar, mas ela só gemia. — Tem uma bunda perfeita pra ser furada, meu amor. Lembrei que ela sempre reclamava que tinha uma bunda enorme. De novo fiquei duro: ela nunca tinha me deixado comer o cu dela, outro cara ia desvirgar ela. Ele encostou a cabeça da rola no buraco. Parecia impossÃvel que por aquela abertura entrasse um pau daqueles. — Vai doer. um pouco agora, e fez o glande desaparecer, o que causou muita dor em Nuria, que, no entanto, pedia para ele continuar. Enquanto ia enfiando mais centÃmetros de pau, com o dedo fazia uma punheta na buceta que ele não podia ver, era uma punheta selvagem. Por fim, meteu até o fundo. Com a mão que tinha livre, apertava os peitos dela, que olhavam para a cama se chocando um contra o outro. Começou a meter nela e ela gritava, mesmo sentindo uma dor enorme, pedia mais força. Ficaram muito tempo nessa situação, até que finalmente vi umas gotas brancas escorrendo, o cu da minha esposa transbordava de porra de outro.
- Quando você beber toda a minha porra, deixo você possuir ela. Me abaixei e engoli todo o sêmen que consegui, enfiava a lÃngua no cu dela e me lambia do gosto tão nojento. Depois meti, entrou com facilidade, mas Nuria já não gritava, tinha o pau do Hugo, de novo no auge, na boca, embora logo a levantou e enfiou na boceta dela, provocando outro gemido na minha esposa, que adorava ser penetrada por dois paus ao mesmo tempo. Eu gozei antes do Hugo e ele teve tempo de mudar de posição várias vezes, estava conseguindo fazer minha mulher gozar inúmeras vezes, não sei quantos orgasmos a putinha teve.
Quando acabou, se vestiu e foi embora. Nuria foi tomar banho. Fiquei com vontade de foder ela de novo, mas ela disse que estava exausta. Fizemos isso vários dias depois, porque ela estava com a boceta e os peitos irritados. As férias tinham acabado e voltávamos para Buenos Aires.
4 comentários - Um preto comeu a gente.
Van 4 puntos