fiesta del trabajo

Pra comemorar o fim de um projeto, como acontece em muitos lugares, a firma organizou uma festa, onde fomos todos os funcionários sem nossos respectivos parceiros. A reunião rolou num lugar nos arredores da cidade, e pra chegar lá, fomos várias pessoas na caminhonete do meu chefe, pra ir junto. Me arrumei pra ir, devo dizer que tava bonita, sem ser provocante: usei uma blusa branca e uma saia preta, sapatos combinando, bem maquiada, sem exagerar. Me despedi do meu marido pedindo pra ele não me esperar acordado, porque achava que ia chegar tarde.

A festa tava muito boa, a empresa costuma ser generosa nessas ocasiões, principalmente tinha um monte de bebida, drinks, champanhe de todas as marcas que eu conheço. A música, sério, muito boa. O lugar muito bem montado. Encontrei um cara de outra seção, profissional ele. Muito gostoso, que desde sempre tem um clima comigo. A gente conversou, riu, brindou muito e dançou. Achei que talvez ele fosse aproveitar a ocasião pra dar em cima de mim, mas não me preocupei porque meu chefe tava sempre com a gente bebendo e rindo os três. Meu chefe é um homem mais velho, uns quarenta, quase cinquenta, alto, com barba. Sinceramente, me diverti pra caralho. Eu não danço muito bem, mas eles dois sim, então me faziam dançar todas as músicas. Dançava uma com cada um enquanto a gente tomava drinks de todo tipo que serviam na pista. Acho que já tava muito alegre, porque tudo que esse cara falava me fazia rir, e comecei a pensar que talvez um beijinho com ele não fosse nada demais. Pra minha tranquilidade, meu chefe não se desgrudava da gente, e isso evitava que eu fizesse alguma merda.

Continuamos dançando, conversando e bebendo, e as brincadeiras que faziam comigo iam subindo de tom, virando insinuações e provocações, chegando a usar umas expressões que podiam ser ofensivas. Eu ria de tudo como uma idiota e me divertia com eles. dançando salsa, as insinuações deram lugar a uns amassos aqui e ali, e as expressões eram cada vez mais de cunho sexual. até durante uma dança, notei que os dois encostavam o volume em mim e senti em algum deles o pacote bem duro, fruto de uma ereção que eles não fizeram questão nenhuma de disfarçar. como já estava bem alegre e o rapaz, que me parecia cada vez mais gostoso, entre uma coisa e outra que me falava no ouvido, tinha me dado uns beijos; falei pro meu chefe, que era quem tinha me levado, se ele não achava melhor a gente ir embora. ele aceitou de boa e pareceu fazer um gesto de vitória ou de zoação pro rapaz, o que me deu muita graça. meu admirador realmente ficou derrotado, me senti bem por ter ido embora na hora, porque já tava bem alvoroçada com as sensações.

a gente se despediu dos mais conhecidos e foi pro estacionamento, que tava completamente escuro. uma outra colega se juntou a nós, eu percebi que já não conseguia andar reto e me apoiei neles pra chegar na caminhonete. me colocaram pra dentro, conversaram alguma coisa lá fora que, pelo meu estado, nem tentei entender, e a outra moça foi embora em outro carro, acho. fiquei sozinha na caminhonete com meu chefe, que aparentemente tava mais calmo. ele ligou o rádio, falou um tempo comigo sobre como eu tava bonita e sedutora naquela noite e, como um galã, ficou acariciando meu cabelo e meu pescoço. sorrindo, tentando entender o que ele dizia, pedi pra ele me levar rápido pra casa porque meu marido tava me esperando e eu tava me sentindo muito bêbada. ele, em tom de brincadeira, disse que quando eu tava dançando parecia que eu tava pra qualquer coisa, e eu respondi que sim, que hoje eu tava pra qualquer coisa. foi aí que ele me surpreendeu beijando meu pescoço. sem mais delongas, voltou ao ataque, dizendo o quanto eu tinha excitado ele durante a festa e a dança, como eu tava gostosa, que tinha deixado ele de pau duro, e me perguntou se eu tinha notado pelas calças dele... meu chefe não parecia disposto a deixar passar. essa oportunidade e, enquanto me acariciava, me pediu diretamente pra chupar a rola dele. Disse que eu tinha culpa da excitação dele, que não podia chegar em casa naquele estado, já que é casado, que precisava aliviar o tesão. Eu não acreditava naquilo, estava sendo assediada pelo meu chefe e não via como escapar da situação. Ele me perguntou várias vezes se eu tinha sentido a dureza da ereção dele e eu respondi, tentando controlar as mãos dele, que sim, que tinha notado mesmo. Meu estado não me deixava pensar rápido. O que veio depois foi ainda mais chocante, porque ele começou a abrir a calça e puxou a rola pra fora, dura pra caralho. Mesmo estando muito bêbada, achei um pau realmente grande, vermelho e bem grosso, muito maior que o do meu marido. Fiquei arrepiada de verdade ao ver aquilo, em parte por medo, em parte por ver aquela rola que me chamava muita atenção bem na minha frente. Isso deu ainda mais confiança pro meu chefe, que continuava me incentivando a chupar o pau dele, enquanto se tocava com uma mão e me tocava com a outra. Eu não tinha mais forças físicas pra evitar as carícias dele, que já estavam perto dos meus peitos e das minhas coxas, não saía mais palavra da minha boca e não vinha mais pensamento na minha cabeça. Me odiei por ter bebido tanto naquela noite. Incentivada por ele, peguei na rola dele com a mão e comecei a bater uma pra ele. Pensei que uma punheta também não era nada tão grave e, se eu conseguisse acalmá-lo assim, tudo ficaria só numa história. Confesso que gostei de ter aquilo na minha mão, era grande e dura, e minha mão começou a fazer o trabalho que já conhecia. Masturbei ele com vontade, achei que se fizesse ele gozar rápido, ele se acalmaria, mas ele sabia bem o que estava fazendo. Ele amassava meus peitos muito bem, como se imaginasse que isso é uma das coisas que eu mais gosto, e beijava meu pescoço, pedindo pra eu chupar ele. Finalmente, ele chegou a acariciar minha calcinha fio dental com muita habilidade… Então, já podem imaginar a cena: chupando a rola do meu chefe dentro do carro, umas 4 da de madrugada, ele não perdeu tempo e aproveitou pra apalpar meus peitos do jeito que queria e enfiar os dedos pela beirada da tanga até chegar na minha buceta, já molhada de tesão na hora e acho que por ter um pau daquele na boca, perdi o sentido literalmente, porque os dedos dele fizeram um trabalho foda. agora eu chupava o pau dele com gosto, enquanto sentia chicotadas de prazer na minha entreperna, queria gozar logo mas ele não acelerava as massagens, eu chupava mais rápido pra ver se ele acelerava os dedos, mas não, ele sabia bem o que tava fazendo... e pensa no que aconteceu: o pau do meu chefe, com toda aquela grossura e dureza, acabou dentro da minha buceta, fui comida por ele sem parar, com ele por cima de mim no banco do carona. Eu acabei gemendo pra caralho, mas aí percebi que dava pra ter mais um orgasmo. Levantei, ele sentou no banco dele e me fez subir em cima dele cavalgando, segurando no volante enquanto ele continuava entretido com meus peitos. Passou gente, uns caras gritaram coisas pra gente, talvez o menino que eu gostava me viu babando no painel, só espero que não tenham me reconhecido. Naquela hora eu não pensava em nada, nem nas pessoas que viam meus peitos pela camisa toda aberta pulando naquele pau, nem no meu marido que me esperava dormindo em casa, só sentia ele martelando e falando coisas. Até que ele gozou nos meus peitos, me inundando literalmente de porra grossa e bem quente. Eu gozei igual uma louca ao sentir o contato da porra. Depois disso ficamos quietos um tempo, aí arrumamos a roupa em silêncio e ele me levou pra casa. Cheguei em casa acabada e satisfeita, mas quando entrei no quarto vi meu marido dormindo na cama e me senti muito culpada. Me despi, me meti na cama e comecei a chupar o pau dele o melhor que dava naquela altura. Ele mal acordou e falou umas palavras tipo: parece que você gostou da festa, veio com tudo. Você, meio dormindo, me fez um amor. Aí me comeu por cima daquela foda que eu já tinha levado, tava toda molhada, não sei se porque me excitei de novo ou por causa da trepada que eu tinha dado com meu chefe, o pau dele dançava dentro de mim, mas ele gostou, adorou me comer estando tão molhada, gozei de novo e a gente dormiu abraçado.

4 comentários - fiesta del trabajo

muy buen relato @samhamantha, buena descripcion de las situaciones, ¿fue experiencia personal o solo imaginación? te dejo +10 y sale reco tambien