(antes de mais nada, esclareço que as pessoas que aparecem no relato são maiores de idade)
Combinamos o horário e o local, fui buscá-la, compramos umas bebidas, amendoim e camisinhas. Ela veio vestida com um casaquinho de lã rosa, uma blusinha de alcinha branca, com decote rendado, uma saia azul que já tinha visto antes nas fotos que ela me mandou, umas meias brancas e a mochila rosa da Hello Kitty. Chegamos no meu trampo e, mal ela entrou, levantei a saia dela: tava de calcinha da irmã mais nova (ela tinha me dito que às vezes pegava alguma peça emprestada dela).
Subimos pro segundo andar e, enquanto tomávamos algo, ficávamos olhando os carros passando. Ela tirou as meias finas brancas que tava usando e colocou umas meias de rede vermelhas.
Me chamou a atenção a coleira de couro vermelha dela, com a argola na frente pra prender a corrente e levar ela como um cachorrinho. Cheguei por trás e peguei a coleira pra levantar ela. Tava enforcando ela, e ela numa boa. Apertei mais e ela começou a agarrar a coleira, aí parei. Soltei ela e ela começou a rir.
Depois ela me pediu pra despir ela (porque a gente tinha um trato: assim que ela entrasse, eu ia fazer ela ficar pelada). Deixei ela só de calcinha da irmã, encostei ela numa das janelas de vidro espelhado (ela tinha me dito que dava um tesão saber que a gente podia ver pra fora, mas quem tava lá fora não conseguia ver a gente) e comecei a dar tapas na bunda dela e masturbar ela. Tirei a última peça que ela tinha e comecei a enfiar dedo nos dois buracos. Primeiro um, e depois cheguei a colocar 4 na buceta e 2 no cu, ela gemia que nem uma louca enquanto me tocava por cima da calça.
Mandei ela se ajoelhar, abri o zíper, baixei a cueca e ela começou a chupar meu pau que nem uma doida. Engolia ele inteiro, apertava a cabeça com os dentes e enfiava de novo. Falei que queria fazer ela chorar e perguntei como ia conseguir isso; ela disse que era puxando o cabelo dela ou dando tapa na cara. Fiz as duas coisas e vi as primeiras lágrimas dela. Fiquei tão excitado que juntei as lágrimas dela com a cabeça da piroca e enfiei de novo na boca dela.
Ela ficou chupando por um bom tempo, bah, diria que eu tava comendo ela pela boca por um tempão kkk. Fiz ela vomitar umas duas vezes e, do jeito que soltava, eu pegava de novo pra meter na boca. Ela pediu pra eu comer ela. Levantei ela com força, virei ela de frente pra rua e meti com tudo, entre tapas na bunda e puxões de cabelo. Num momento, enquanto eu tava metendo, ela pediu pra eu enforcar ela. Fiz até ela desmaiar e cair de joelhos, entre risadas ela disse "é que você enforcou demais" e de novo ofereceu a buceta dela pra eu continuar comendo. Eu fiz e, quando senti que ia gozar, mandei ela ajoelhar, já que antes ela tinha pedido pra eu gozar na boca dela. Cumpri isso e ela engoliu tudo... E isso foi só a primeira transa.
Se vocês gostaram e querem que eu continue, é só pedir.
Combinamos o horário e o local, fui buscá-la, compramos umas bebidas, amendoim e camisinhas. Ela veio vestida com um casaquinho de lã rosa, uma blusinha de alcinha branca, com decote rendado, uma saia azul que já tinha visto antes nas fotos que ela me mandou, umas meias brancas e a mochila rosa da Hello Kitty. Chegamos no meu trampo e, mal ela entrou, levantei a saia dela: tava de calcinha da irmã mais nova (ela tinha me dito que às vezes pegava alguma peça emprestada dela).
Subimos pro segundo andar e, enquanto tomávamos algo, ficávamos olhando os carros passando. Ela tirou as meias finas brancas que tava usando e colocou umas meias de rede vermelhas.
Me chamou a atenção a coleira de couro vermelha dela, com a argola na frente pra prender a corrente e levar ela como um cachorrinho. Cheguei por trás e peguei a coleira pra levantar ela. Tava enforcando ela, e ela numa boa. Apertei mais e ela começou a agarrar a coleira, aí parei. Soltei ela e ela começou a rir.
Depois ela me pediu pra despir ela (porque a gente tinha um trato: assim que ela entrasse, eu ia fazer ela ficar pelada). Deixei ela só de calcinha da irmã, encostei ela numa das janelas de vidro espelhado (ela tinha me dito que dava um tesão saber que a gente podia ver pra fora, mas quem tava lá fora não conseguia ver a gente) e comecei a dar tapas na bunda dela e masturbar ela. Tirei a última peça que ela tinha e comecei a enfiar dedo nos dois buracos. Primeiro um, e depois cheguei a colocar 4 na buceta e 2 no cu, ela gemia que nem uma louca enquanto me tocava por cima da calça.
Mandei ela se ajoelhar, abri o zíper, baixei a cueca e ela começou a chupar meu pau que nem uma doida. Engolia ele inteiro, apertava a cabeça com os dentes e enfiava de novo. Falei que queria fazer ela chorar e perguntei como ia conseguir isso; ela disse que era puxando o cabelo dela ou dando tapa na cara. Fiz as duas coisas e vi as primeiras lágrimas dela. Fiquei tão excitado que juntei as lágrimas dela com a cabeça da piroca e enfiei de novo na boca dela.
Ela ficou chupando por um bom tempo, bah, diria que eu tava comendo ela pela boca por um tempão kkk. Fiz ela vomitar umas duas vezes e, do jeito que soltava, eu pegava de novo pra meter na boca. Ela pediu pra eu comer ela. Levantei ela com força, virei ela de frente pra rua e meti com tudo, entre tapas na bunda e puxões de cabelo. Num momento, enquanto eu tava metendo, ela pediu pra eu enforcar ela. Fiz até ela desmaiar e cair de joelhos, entre risadas ela disse "é que você enforcou demais" e de novo ofereceu a buceta dela pra eu continuar comendo. Eu fiz e, quando senti que ia gozar, mandei ela ajoelhar, já que antes ela tinha pedido pra eu gozar na boca dela. Cumpri isso e ela engoliu tudo... E isso foi só a primeira transa.
Se vocês gostaram e querem que eu continue, é só pedir.
6 comentários - Cojiendo a una loli (relato real)