Olá, essa história eu li há muito tempo e pessoalmente gostei muito, então estou compartilhando.
Imaginem a cena: uma tarde tranquila no quarto de um motel de beira de estrada em Vallarta; o casal totalmente entregue ao exercício erótico: a mulher ajoelhada na cama recebendo a vara do jovem amante pelo cu; a voz apaixonada da senhora: "bate forte, papai, bate forte, isso, papai, mais, bate forte!", e o rapazinho que não se faz de rogado e investe com fúria contra o cu já cansado que recebe uma e outra vez a pica endurecida... e de repente a porta do quarto se abre, correndo entra o marido traído; feito uma fúria, ele se joga contra o casal de amantes surpreendidos; a esposa infiel que tenta desviar dos golpes do marido corno enquanto com o lençol tenta cobrir o corpo nu, o amante corre apavorado para se refugiar no banheiro e tranca a porta; dois policiais que, cassetete na mão, tentam conter o furioso marido traído e a voz de uma mulher, a sogra, que grita a plenos pulmões: "você é uma puta, sempre soube que você era uma puta!" e Ana, aterrorizada, sente que seu mundo desaba, enquanto recebe os tapas do marido pelo corpo todo e as lágrimas escorrem pelo rosto, isso e os gritos do gerente do motel: "saiam agora mesmo do quarto, o escândalo vai afetar a reputação do meu estabelecimento, todo mundo para fora!".
Surpreso e atento, eu ouvia o relato da minha prima Ana e ansioso perguntei: "E aí, o que aconteceu?".
— "Pois é, o que você acha?! Me levaram quase nua, só coberta com o lençol, para a delegacia de polícia, e a vergonha! E os gritos e insultos do meu marido e daquela maldita sogra, os olhares curiosos e os sorrisos cínicos dos funcionários, e eu... tremendo de medo e confusão!, pensando... 'por que sou tão puta, por quê?'."
— "Pois é, hein."
— "Olha, se você vai zoar, não vou contar mais nada, viu? Bom, depois de horas de espera e já diante do agente do Ministério Público... Público, entre risadinhas cínica, o maldito!, disse: pois senhores, eu não posso intervir, isso é um assunto civil, que deve ser encaminhado a um Juizado Civil, eu lavro o boletim de ocorrência sobre os fatos, sobre como e em que circunstâncias o marido encontrou a esposa, e vocês já sabem como procedem, a infidelidade e a bigamia são motivos de divórcio, então é uma questão que vocês devem decidir; e o maldito do meu marido: "pois claro que exijo o divórcio, é uma puta, uma maldita rabuda, e eu não quero uma puta como esposa", e o funcionário balançando a cabeça como se concordasse. Depois você já sabe o escândalo com a família, com meus filhos!, quando descobriram tudo, a humilhação de ir pra minha casa e encontrar minhas coisas jogadas na rua, e minha mãe que se recusava a me receber na casa dela e minhas irmãs tentando me consolar, mas por dentro tirando sarro de mim, enfim, depois as chatices do divórcio e tudo mais… do maldito moleque que eu peguei, nem me pergunte: fugiu que nem um covarde, se escondeu sem dar a cara, mas a culpa foi minha…
Trocamos olhares e: "Por puta!", gritamos juntos e rimos sem querer.
--"Pois é… mas é que… ele era tão gostoso, tão lindo o desgraçado!, não sei se já te aconteceu, você pode ser um marido ou esposa exemplar, amar seu parceiro e levar seu casamento bem, como deve ser, ou mais ou menos, e de repente… aparece alguém que te bagunça toda, que te faz suspirar, que faz molhar a calcinha, olha… te juro!, eu chegava pra trabalhar no restaurante e via o guri atendendo o bar e daqui a pouco… sentia a calcinha encharcada de tão tesuda que eu ficava só de olhar ele, te juro!; o menino era lindo e tímido, ficava vermelho quando me via, conversava um pouco com ele e via ele se atrapalhar, fiquei assediando ele por umas três semanas e nada, nada de nada, até uma noite que a gente ia fechar quase à força eu levei ele perto da praia e ali, junto às espreguiçadeiras, eu peguei ele, acho que o guri era virgem. porque eu não sabia nem o que tava rolando, mas assim que enfiei o pau dele na minha bucetinha… tive o orgasmo mais intenso da minha vida inteira!, gozei na hora, depois de muitos beijos me deitei numa cama e coloquei ele por cima e a gente transou de novo, eu entre gemidos tinha que falar como ele devia se mexer, ele meteu de novo bem gostoso e eu gozei de novo de um jeito fabuloso".
—"E a gente virou amantes, claro que eu tinha que pagar o hotel, porque o coitado não ganhava o suficiente pra saciar as vontades de uma amante ou namorada, a gente fazia cada loucura!, uma vez ele me comeu atrás do balcão do bar, eu apoiada no balcão e ele por trás disfarçando, enfiando a pica na minha bunda e mais coisas… mas o desgraçado do meu marido começou a desconfiar, claro que o filho da puta não era nenhum santo!, ele tava lá se comendo toda mulher que deixava, além disso ficou sabendo de algumas das minhas aventuras já casada, como você pode imaginar, mas a gente tolerava, eu sabia que ele tava nas dele… e às vezes ele sabia que eu… também, mas a parada com aquele garoto foi diferente, o marido ficou com ciúme e é que eu tava nas nuvens, bem quente e apaixonada pelo meu menino… me custou um trabalho danado me recuperar dele!, esquecer ele, segurar a vontade de ir atrás, e depois todo o processo de divórcio, começar uma nova vida, sarar as feridas com a família, você já sabe como é!, né?", diz a prima, que continua bem gostosa nos seus 40 e tantos?, olhando nos meus olhos com um ar de pergunta.
Suspiro um pouco, talvez lembrando algo da minha própria vida, e comento com a prima, enquanto a gente caminha perto do metrô Chapultepec: "pois é, essas coisas costumam acontecer e… como você tá agora?, o que faz no México?".
E enquanto a prima me conta os últimos tempos dela até vir parar na casa da mãe, confirmo que a vida dá muitas voltas, por exemplo nosso encontro casual na Cidade do México: eu andava apressado pelas ruas do centro histórico esbarrando nas pessoas que vinham no sentido contrário, todo mundo apressado. Olhando com raiva pros outros, a poluição que nos sufoca, e nisso, nas minhas costas: "Alberto! Ei, Beto, espera!" No terceiro grito, finalmente viro e vejo a Ana, minha prima, filha da minha tia Ceci. Primeiro a surpresa, depois o abraço forte. Sinto no peito as tetas enormes da minha prima, que apesar dos seus 45... 47?, ainda se mantém bem gostosa e, principalmente... muito boa. Depois, a gente conversa um pouco tomando café numa lanchonete, até terminar em Chapultepec, falando sobre o divórcio dela e: "Ei, cara, você se perdeu mesmo, a família ficou sem saber de você por muitos anos. Acho que você tinha 17 ou 18 anos, né? E aí... sumiu. Foi logo depois daquilo, lembra?"
Sinto meu rosto ficar vermelho. Lembro que naquela tarde estávamos nós três: Ana, a irmã dela Edna e eu, vendo um filme pornô que a Ana tinha achado no quarto da mãe dela. As cenas nos deixaram mais que tesudos, e as primas estavam passando a mão na minha virilha, enquanto eu acariciava as tetas da Ana. Depois, tudo complicou. Primeiro, a Ana deixou eu colocar a pica entre as nádegas dela, puxando a calcinha pro lado, e, mesmo sem querer, acabei enfiando o pau na boceta dela. Não tudo, "só a pontinha", como ela pedia. Quando gozei, ela se afastou e eu lambuzei as nádegas dela de porra. Depois, a Ednita, que com seus 15 anos já tinha experiência suficiente chupando picas, tomou conta do meu pau pra fazer ele recuperar o vigor. E quando ela estava de joelhos no sofá, comigo atrás, enfiando o pau no cu dela, ambos excitados e tesudos, minha pica entrando naquele cu apertado e gostoso... e nessa hora, a tia Ceci chegou. Os gritos e insultos invadiram a casa. Por fim, a sentença: "Não quero te ver mais aqui, na minha casa, some! Já vou fazer um escândalo, menino tarado!" Envergonhado e cheio de medo, abandonei a casa da família, onde até então era recebido com carinho, atenção e confiança... até aquele dia.
Talvez a prima interprete meu sentimentos, ela pega no meu braço e completa: "mas disso… já faz anos, muitos anos, agora ninguém lembra daquelas safadezas, né?".
Um arrepio no meu pau confirma o contrário: as brincadeiras sexuais com minhas primas, o que a gente fazia escondido, às vezes como brincadeira, depois coisas mais quentes, até que acabei comendo as duas, a Ana quando ela tinha só treze anos e meio, a Ednita – dois anos mais nova que a irmã – quando fez quatorze, pra distrair minha atenção, ofereço pra prima: "… é… se quiser, te levo na casa da tia, tenho tempo e nada pra fazer".
– "Hummm, então bora, se não for problema pra você, mas me deixa na porta, já sabe que minha mãe não gosta muito de você, lembra?".
Prefiro ficar quieto. Minutos depois, já no carro rodando no perifétasty, na altura de Polanco, comento: "sabe?, o que você me contou me deixou… quentinho, tô com o pau bem duro…".
E a Ana, disfarçando, leva a mão esquerda até minha virilha como pra conferir o estado do meu pau, e "sim, tá duro e bem levantado, mas se eu te acariciar, vão nos ver dos carros ou ônibus que passam do lado, vão falar: essa senhora tá pegando no pau do motorista!, que vergonha!, quer?, tá afim de um boquete no perifétasty, priminho sexy?".
– "Quer chupar pau?", pergunto enquanto olho o congestionado Perifétasty.
– "Já sabe que adoro um boquete!, Você melhor que ninguém sabe que eu gosto de chupar pica, quer uma chupadinha de pau?", diz ansiosa, com o rubor pintando o rosto.
Só concordo com a cabeça. Momentos depois, a Ana já conseguiu tirar meu pau duro da calça, a mão dela acaricia o membro com suavidade, talvez pra confirmar minha excitação, e com cuidado – desviando do volante enquanto dirijo – aproxima o rosto pras preliminares, ou seja, beijos suaves e lambidas de língua na glande excitada, eu tento me concentrar nas minhas funções de motorista de carro. Ana acrescenta enquanto acaricia minha pica: "você tem uma divina, bem gostosa! Acho que agora ela está maior do que quando éramos uns pivetes tarados, lembra?".
Prefiro não responder; melhor, como distraído, olho os ônibus cheios de gente que passam devagar perto do carro enquanto Ana engole metade da pica inclinada sobre mim; sinto que alguns passageiros dos coletivos me veem, embora não tenha certeza, e suspiro olhando os inúmeros outdoors e Ana que se excita e se esforça no boquete, sinto que a boca dela suga minha alma; e manobro controlando o carro, frear, tirar a marcha, controlar a direção, pisar na embreagem e Ana que continua com o delicioso suplício de chupar minha pica; acabamos de passar o antigo Toreo de Cuatro Caminos e assim seguimos: eu tentando manter o carro na faixa certa e a prima que chupa como possuída de paixão e erotismo.
E assim seguimos: ela chupando pica e eu tentando controlar o carro, passando as Torres de Satélite sinto que o leite me abandona, mas uma virada inesperada por causa de um motorista imprudente de um caminhão de carroceria segura minha gozada; quando chegamos na saída para "Mundo E" sinto que não aguento mais, a boca gulosa da prima me suga, a língua dela titila a cabeça da pica, e volta a chupar impaciente: "me dá a porra, já quero! Quero seu leite, papai!" e sem mais consigo estacionar o carro no acostamento e, ignorando as buzinas e os barulhos dos outros veículos, deixo Ana terminar sua tarefa deliciosa: o leite me abandona impetuoso, sinto que o trânsito de veículos desaparece quando fecho os olhos, enquanto ela suspira chupando tudo que sai do meu pau que pulsa.
Quando a gozada termina, suspirando de prazer, sinto no meu rosto o olhar surpreso dos passageiros de algum micro-ônibus, Ana continua lambendo minha pica. Me pergunto: que homem, em sã consciência, pode aguentar por mais de treze quilômetros cheios de trânsito urbano, e Cercado por espectadores furtivos, um boquete gostoso? Acho que só eu, me respondi.
Minutos depois chegamos perto da casa da mãe dela. Aos poucos, a noite foi caindo. Olho a safadeza nos olhos da prima, Ana é daquelas mulheres que não conseguem esconder seus desejos, nós dois sorrimos, estaciono o carro perto da árvore enorme que fica na frente da casa dela, momentos depois me aproximo dela e enquanto nos beijamos, meto a mão por baixo do vestido dela, ela abre as pernas o suficiente para meus dedos percorrerem a entreperna, que sinto molhada e bem quente. Dois beijos depois, meus dedos já nadam na buceta peluda e quente dela, Ana tenta resistir às minhas carícias "não, espera! Pode sair alguém de casa e me pegar aqui, agarrando contigo".
— "Você não gozou, o justo é que você também termine, né?"
— "Pois é… você me deixou bem excitada com o boquete que te dei, mas aqui não, além disso passam viaturas e podem nos ver, melhor irmos para outro lugar… lembra do rio? Onde você me levava pra agarrar quando eu era pequena?"
Nós dois sorrimos ao lembrar das nossas travessuras de infância. Minutos depois, caminhamos entre árvores velhas, não sei, mas agora o parque parece menor, e do rio vem o cheiro ruim do esgoto, Ana me abraça pela cintura e em voz baixa relembra: "por aqui a gente vinha brincar de esconde-esconde, e você sempre queria se esconder comigo, pra pegar na minha cintura, lembra? Eu não queria, depois deixava você tocar na minha bunda, sempre por cima da calcinha, e eu tinha só uns nove ou dez anos! Você, em compensação, já era um moleque de doze ou treze e adorava… se masturbar muito, depois me ensinou a bater punheta pra você, lembra?"
Continuamos caminhando entre as árvores velhas e eu sorrio pensando "quantas virtudes se perderam aqui, de noite, entre essas árvores?"
Ana descobre meu sorriso safado e "do que você tá rindo, hein, safado?"
— "Pensando que por aqui muitas minas perderam o cabaço."
— "Ufa, pois muitas, muitas mesmo, de Feito, se você reparar, apesar da escuridão dá pra distinguir que vários casais estão… bem entretidos, talvez estreando… o buraco", diz a prima segurando o riso.
— "Até você perdeu o quinto aqui!".
— "Olha, não foi não, não foi aqui no parque, você me roubou o quinto na sala da casa da minha mãe, já esqueceu?".
— "Isso não é verdade! Quando eu meti, você já não era mais virgem, disso eu tenho certeza, o pau entrou bem fácil, já esqueceu? E você tinha só 13 anos!".
Uns risinhos baixos fazem a prima tapar a boca com a mão e: "cala a boca, sem-vergonha!, não me faz lembrar daquela época".
E assim chegamos a um tronco grosso e velho, encosto as costas nele e abraço a coroa que oferece a boca entreaberta pro beijo. Colamos as bocas ansiosas e quentes enquanto minhas mãos apalpam o delicioso par de bundas já por baixo do vestido, e seguimos trocando língua enquanto luto pra baixar as meias e a calcinha dela. Quando finalmente as meias e a calcinha ficam largadas na grama, obrigo a prima a levantar uma das pernas, a direita, que seguro com um braço, e meu pau ereto busca a entreperna peluda da Ana, que suspira; quando o tronco duro desliza pela fenda, Ana suspira de novo, a cabeça começa a penetrar e a coroa geme de prazer, os braços dela apertam minha cintura pra me forçar a grudar mais nela, e quando o pau já entrou por completo, a boca da Ana se desgruda um pouco pra me dizer, quase implorando: "me come, gostoso Betito lindo, quero todo o seu pau delicioso, mas se quiser gozar… me dá os melados pelo outro lado, tá?", e começamos a foda violenta, desconfortável sim, mas deliciosa, urgente, ansiosa, os dois se atacando, minhas mãos agarradas nas bundas carnudas dela cravando ela no meu pau ereto com toda força.
E seguimos na dança furiosa, ao longe vemos que na avenida passa uma viatura com a torre ligada, talvez procurando casais de namorados ansiosos. Nisso, sinto o A respiração quente da Ana molhando meu pescoço e ela implorando, "mais, mais Betito querido, me dá mais que já vou gozar, mais, sim, mais, forte, mete tudo, sim, sim, mais, aaiii, sim, hummm, tô gozando, tô gozando!", enquanto as pernas da coroa ficam bambas, moles que nem pano, tento segurar ela, deixando ela terminar a sinfonia de gritos e sussurros, até que, satisfeita e exausta, se agarra em mim, e a língua dela dança procurando a minha; minutos depois pergunta "cê quer gozar também, né?".
Nem preciso responder, ela mesma sai da pica, sinto o calor molhado encharcando minhas bolas, dando um sorriso safado, se apoia no tronco véio da árvore e me oferece aquele rabo gostoso, "faz assim, papacito, mete a rola lá, cê sabe… como eu gosto disso".
Apoiada no tronco, a Ana abre as pernas e levanta o vestido até a cintura, vira o rosto pra me olhar, meus olhos vão do olhar safado dela pras nádegas perfeitas e carnudas, mais pra baixo, mesmo no escuro, parece que vejo os sucos escorrendo pelas pernas dela, "que piranha você é, Ana!".
— "Sim, meu bem, sou muito fogosa, sempre fui muito fogosa, adoro pica!, não consigo evitar!, vai logo, buceta linda, enfia no meu cu, já quero ela, anda, vem".
Tremendo, encosto o corpo na bunda carnuda dela, ela mesma abre as nádegas e com a cabeça da pica molhada procuro o lugar certo, ela prende a respiração, sinto o cu apertado dela e empurro com força ali, nas dobras rosadas e rugosas, um "ai, devagar, papacito!" me alerta, continuo empurrando e na hora o anel de carne apertado envolve a glande, a Ana ainda tá com o cu apertado, penso, enquanto vou penetrando ela aos poucos, a prima geme de dor, mas vou metendo até os dois ficarem colados, o corpo da mulher parece tremer, com a voz entrecortada a Ana geme: "cê tem uma pica muito grande, papacito lindo, muuuuito grossa, sinto que cê vai me partir no meio, espera, não mexe, cê sabe, deixa minha bunda se acostumar com tua Pera, pera, você sente?", e parece que sinto o rigor do ânus cedendo aos poucos, também percebo aquele leve cheiro de bosta, mas continuo agarrado nas bundas dela, bem enfiado nela que suspira.
Pouco depois começo a putaria gostosa, entrar, sair, devagar, meter, tirar, meter, tirar, Ana suspirando encostada no tronco grosso da árvore, eu agarrado naquelas bundas lindas, meu pau entrando e saindo lustroso, fedendo um pouco a cocô, e seguimos na sincronia: ela recuando, eu investindo, os suspiros dela parecem os de uma gata no cio, às vezes parecem gritinhos de prazer; a briga fica mais intensa, as bundas dela pulam quando eu meto com força, ela implora "sim, pussy, mais, sim, mais forte, quero mais forte, me dá duro, quero duro, mais duro papai, assim, mais duro, hummmm, mais, quero mais, vai papai, continua assim, assim pussy, assim, duro, me dá duro papai", aí um inesperado "aiiiii gozei!", quebra o silêncio do parque escuro e eu continuo metendo com violência na bundinha indefesa da minha prima, as pernas dela parecem fraquejar, e eu, ali, metendo e metendo no cu da mulherão, que mesmo madura ainda tem uma bunda gostosa, e finalmente, fico parado, bem enfiado no cu de Ana, que parece apertar de leve, e meu gozo vai, me abandona, levanto o rosto pra ver as sombras dos galhos da árvore velha enquanto encho de porra o cu da madura, ficamos assim, grudados, pulsando, os dois curtindo a foda gostosa.
Pouco depois nos desgrudamos, quando tiro o pau ouço barulhos de peido e na hora Ana se agacha pra cagar, fico na frente dela com o pau escorrendo e fedido, "desculpa pussy, mas deu vontade de fazer cocô, tira a bosta de mim" e, envergonhada, desvia o olhar enquanto da bunda dela saem mais barulhos de peido.
Aproveito pra pegar um lenço na minha bolsa pra limpar meu pau judiado, e estendo um pedaço de papel descartável pra ela limpar o cu. Momentos depois, ajeitamos nossas roupas. Ana estava colocando a calcinha e as meias, e enquanto faz isso, me pergunta: "E aí, como é que tá sua vida? Você se divorciou e depois?".
— "Você sabe, moro em Orizaba, não casei de novo nem nada disso, só trabalho, é isso."
— "Mas... você tem namorada ou uma parceira fixa, né?"
— "Humm, não. Orizaba é uma cidade grande, um 'cidadezão', todo mundo se conhece, e se você tem um 'rolo' ou uma aventura, no dia seguinte a cidade inteira sabe. Assim, lá você não arruma parceira, nem com casadas, nem com solteiras, nem com divorciadas, nem com viúvas, com ninguém. Tenho amigas, sim, mas não lá, em Jalapa ou no porto. Às vezes dou umas escapadas, nem sempre dá, você sabe. E você?"
— "Humm, moro com minha mãe, trabalho, e... nada de nada. Você conhece dona Ceci: 'não chegue tarde', 'aonde você foi', 'o que estava fazendo', como se eu fosse uma mocinha de quinze anos. Então, não. Só na mão mesmo, e de vez em quando um 'rapidinho' com o diretor da escola onde trabalho. De vez em quando, embora, você sabe... meus gostos..."
— "Sim, você gosta de garotinhos."
— "Pois é, acho eles tão fofos, tão inocentes, tão... cheios de vida, que dá vontade de devorar, mas nem sempre dá. Na escola onde dou aula de inglês tem muitos meninos bonitos, mas... nem sempre rola. De vez em quando, você sabe, tem que manter as aparências."
Como quem não quer nada, chegamos na esquina do parque, onde fica a igreja e, na frente, a loja Oxxo. Entramos pra comprar um six de cerveja e vamos pro carro tomar uma. Enquanto Ana abre a latinha, ela completa: "Só uma, hein? Sua tia Ceci deve estar se perguntando onde é que eu tô."
— "Ué, onde mais? Com a buceta bem enfiada, ou não?"
As "hahaha" da risada alta dela ecoam no carro, onde o som fica repetindo músicas do James Taylor. Quando toca aquela "Você Tem Um Amigo", Ana pergunta: "Ei, você lembra da Edna, minha irmã?"
— "Humm, de vez em quando. Ela aprendeu... Rápido, tudo, mamar e… comer vocês duas, ficaram famosas no bairro, estrearam muitos, sei lá, mas só se sabia que iam numa festa e todo mundo tava na fila, pra ver se pegavam pelo menos uma chupadinha, né?
—"Ei, não fala essas coisas! Bom, sim, você nos ensinou bem novinhas, e a gente tava com vontade, mas… não demos chance pra todo mundo".
—"Não? Se quando a gente brincava de esconde-esconde os primos brigavam pra se esconder com vocês, ou não? E quando souberam que já… afrouxavam, vocês e suas irmãs, Lucy e Angélica, ficaram 'populares' no bairro, ou não?"
—"Bom, mas foi um tempo curto, de tesão, sabe, como adolescentes a gente queria aprender essas coisas… yummy, mas te pergunto da Edna, você gostaria de vê-la?", diz Ana com um olhar safado.
E completa: "esse fim de semana vou em San Miguel visitar ela, talvez você se interesse em rever, reviver velhas lembranças", e vejo nos olhos da coroa o mesmo olhar cachorro e urgente.
É só isso, espero que gostem tanto quanto eu.
Imaginem a cena: uma tarde tranquila no quarto de um motel de beira de estrada em Vallarta; o casal totalmente entregue ao exercício erótico: a mulher ajoelhada na cama recebendo a vara do jovem amante pelo cu; a voz apaixonada da senhora: "bate forte, papai, bate forte, isso, papai, mais, bate forte!", e o rapazinho que não se faz de rogado e investe com fúria contra o cu já cansado que recebe uma e outra vez a pica endurecida... e de repente a porta do quarto se abre, correndo entra o marido traído; feito uma fúria, ele se joga contra o casal de amantes surpreendidos; a esposa infiel que tenta desviar dos golpes do marido corno enquanto com o lençol tenta cobrir o corpo nu, o amante corre apavorado para se refugiar no banheiro e tranca a porta; dois policiais que, cassetete na mão, tentam conter o furioso marido traído e a voz de uma mulher, a sogra, que grita a plenos pulmões: "você é uma puta, sempre soube que você era uma puta!" e Ana, aterrorizada, sente que seu mundo desaba, enquanto recebe os tapas do marido pelo corpo todo e as lágrimas escorrem pelo rosto, isso e os gritos do gerente do motel: "saiam agora mesmo do quarto, o escândalo vai afetar a reputação do meu estabelecimento, todo mundo para fora!".
Surpreso e atento, eu ouvia o relato da minha prima Ana e ansioso perguntei: "E aí, o que aconteceu?".
— "Pois é, o que você acha?! Me levaram quase nua, só coberta com o lençol, para a delegacia de polícia, e a vergonha! E os gritos e insultos do meu marido e daquela maldita sogra, os olhares curiosos e os sorrisos cínicos dos funcionários, e eu... tremendo de medo e confusão!, pensando... 'por que sou tão puta, por quê?'."
— "Pois é, hein."
— "Olha, se você vai zoar, não vou contar mais nada, viu? Bom, depois de horas de espera e já diante do agente do Ministério Público... Público, entre risadinhas cínica, o maldito!, disse: pois senhores, eu não posso intervir, isso é um assunto civil, que deve ser encaminhado a um Juizado Civil, eu lavro o boletim de ocorrência sobre os fatos, sobre como e em que circunstâncias o marido encontrou a esposa, e vocês já sabem como procedem, a infidelidade e a bigamia são motivos de divórcio, então é uma questão que vocês devem decidir; e o maldito do meu marido: "pois claro que exijo o divórcio, é uma puta, uma maldita rabuda, e eu não quero uma puta como esposa", e o funcionário balançando a cabeça como se concordasse. Depois você já sabe o escândalo com a família, com meus filhos!, quando descobriram tudo, a humilhação de ir pra minha casa e encontrar minhas coisas jogadas na rua, e minha mãe que se recusava a me receber na casa dela e minhas irmãs tentando me consolar, mas por dentro tirando sarro de mim, enfim, depois as chatices do divórcio e tudo mais… do maldito moleque que eu peguei, nem me pergunte: fugiu que nem um covarde, se escondeu sem dar a cara, mas a culpa foi minha…
Trocamos olhares e: "Por puta!", gritamos juntos e rimos sem querer.
--"Pois é… mas é que… ele era tão gostoso, tão lindo o desgraçado!, não sei se já te aconteceu, você pode ser um marido ou esposa exemplar, amar seu parceiro e levar seu casamento bem, como deve ser, ou mais ou menos, e de repente… aparece alguém que te bagunça toda, que te faz suspirar, que faz molhar a calcinha, olha… te juro!, eu chegava pra trabalhar no restaurante e via o guri atendendo o bar e daqui a pouco… sentia a calcinha encharcada de tão tesuda que eu ficava só de olhar ele, te juro!; o menino era lindo e tímido, ficava vermelho quando me via, conversava um pouco com ele e via ele se atrapalhar, fiquei assediando ele por umas três semanas e nada, nada de nada, até uma noite que a gente ia fechar quase à força eu levei ele perto da praia e ali, junto às espreguiçadeiras, eu peguei ele, acho que o guri era virgem. porque eu não sabia nem o que tava rolando, mas assim que enfiei o pau dele na minha bucetinha… tive o orgasmo mais intenso da minha vida inteira!, gozei na hora, depois de muitos beijos me deitei numa cama e coloquei ele por cima e a gente transou de novo, eu entre gemidos tinha que falar como ele devia se mexer, ele meteu de novo bem gostoso e eu gozei de novo de um jeito fabuloso".
—"E a gente virou amantes, claro que eu tinha que pagar o hotel, porque o coitado não ganhava o suficiente pra saciar as vontades de uma amante ou namorada, a gente fazia cada loucura!, uma vez ele me comeu atrás do balcão do bar, eu apoiada no balcão e ele por trás disfarçando, enfiando a pica na minha bunda e mais coisas… mas o desgraçado do meu marido começou a desconfiar, claro que o filho da puta não era nenhum santo!, ele tava lá se comendo toda mulher que deixava, além disso ficou sabendo de algumas das minhas aventuras já casada, como você pode imaginar, mas a gente tolerava, eu sabia que ele tava nas dele… e às vezes ele sabia que eu… também, mas a parada com aquele garoto foi diferente, o marido ficou com ciúme e é que eu tava nas nuvens, bem quente e apaixonada pelo meu menino… me custou um trabalho danado me recuperar dele!, esquecer ele, segurar a vontade de ir atrás, e depois todo o processo de divórcio, começar uma nova vida, sarar as feridas com a família, você já sabe como é!, né?", diz a prima, que continua bem gostosa nos seus 40 e tantos?, olhando nos meus olhos com um ar de pergunta.
Suspiro um pouco, talvez lembrando algo da minha própria vida, e comento com a prima, enquanto a gente caminha perto do metrô Chapultepec: "pois é, essas coisas costumam acontecer e… como você tá agora?, o que faz no México?".
E enquanto a prima me conta os últimos tempos dela até vir parar na casa da mãe, confirmo que a vida dá muitas voltas, por exemplo nosso encontro casual na Cidade do México: eu andava apressado pelas ruas do centro histórico esbarrando nas pessoas que vinham no sentido contrário, todo mundo apressado. Olhando com raiva pros outros, a poluição que nos sufoca, e nisso, nas minhas costas: "Alberto! Ei, Beto, espera!" No terceiro grito, finalmente viro e vejo a Ana, minha prima, filha da minha tia Ceci. Primeiro a surpresa, depois o abraço forte. Sinto no peito as tetas enormes da minha prima, que apesar dos seus 45... 47?, ainda se mantém bem gostosa e, principalmente... muito boa. Depois, a gente conversa um pouco tomando café numa lanchonete, até terminar em Chapultepec, falando sobre o divórcio dela e: "Ei, cara, você se perdeu mesmo, a família ficou sem saber de você por muitos anos. Acho que você tinha 17 ou 18 anos, né? E aí... sumiu. Foi logo depois daquilo, lembra?"
Sinto meu rosto ficar vermelho. Lembro que naquela tarde estávamos nós três: Ana, a irmã dela Edna e eu, vendo um filme pornô que a Ana tinha achado no quarto da mãe dela. As cenas nos deixaram mais que tesudos, e as primas estavam passando a mão na minha virilha, enquanto eu acariciava as tetas da Ana. Depois, tudo complicou. Primeiro, a Ana deixou eu colocar a pica entre as nádegas dela, puxando a calcinha pro lado, e, mesmo sem querer, acabei enfiando o pau na boceta dela. Não tudo, "só a pontinha", como ela pedia. Quando gozei, ela se afastou e eu lambuzei as nádegas dela de porra. Depois, a Ednita, que com seus 15 anos já tinha experiência suficiente chupando picas, tomou conta do meu pau pra fazer ele recuperar o vigor. E quando ela estava de joelhos no sofá, comigo atrás, enfiando o pau no cu dela, ambos excitados e tesudos, minha pica entrando naquele cu apertado e gostoso... e nessa hora, a tia Ceci chegou. Os gritos e insultos invadiram a casa. Por fim, a sentença: "Não quero te ver mais aqui, na minha casa, some! Já vou fazer um escândalo, menino tarado!" Envergonhado e cheio de medo, abandonei a casa da família, onde até então era recebido com carinho, atenção e confiança... até aquele dia.
Talvez a prima interprete meu sentimentos, ela pega no meu braço e completa: "mas disso… já faz anos, muitos anos, agora ninguém lembra daquelas safadezas, né?".
Um arrepio no meu pau confirma o contrário: as brincadeiras sexuais com minhas primas, o que a gente fazia escondido, às vezes como brincadeira, depois coisas mais quentes, até que acabei comendo as duas, a Ana quando ela tinha só treze anos e meio, a Ednita – dois anos mais nova que a irmã – quando fez quatorze, pra distrair minha atenção, ofereço pra prima: "… é… se quiser, te levo na casa da tia, tenho tempo e nada pra fazer".
– "Hummm, então bora, se não for problema pra você, mas me deixa na porta, já sabe que minha mãe não gosta muito de você, lembra?".
Prefiro ficar quieto. Minutos depois, já no carro rodando no perifétasty, na altura de Polanco, comento: "sabe?, o que você me contou me deixou… quentinho, tô com o pau bem duro…".
E a Ana, disfarçando, leva a mão esquerda até minha virilha como pra conferir o estado do meu pau, e "sim, tá duro e bem levantado, mas se eu te acariciar, vão nos ver dos carros ou ônibus que passam do lado, vão falar: essa senhora tá pegando no pau do motorista!, que vergonha!, quer?, tá afim de um boquete no perifétasty, priminho sexy?".
– "Quer chupar pau?", pergunto enquanto olho o congestionado Perifétasty.
– "Já sabe que adoro um boquete!, Você melhor que ninguém sabe que eu gosto de chupar pica, quer uma chupadinha de pau?", diz ansiosa, com o rubor pintando o rosto.
Só concordo com a cabeça. Momentos depois, a Ana já conseguiu tirar meu pau duro da calça, a mão dela acaricia o membro com suavidade, talvez pra confirmar minha excitação, e com cuidado – desviando do volante enquanto dirijo – aproxima o rosto pras preliminares, ou seja, beijos suaves e lambidas de língua na glande excitada, eu tento me concentrar nas minhas funções de motorista de carro. Ana acrescenta enquanto acaricia minha pica: "você tem uma divina, bem gostosa! Acho que agora ela está maior do que quando éramos uns pivetes tarados, lembra?".
Prefiro não responder; melhor, como distraído, olho os ônibus cheios de gente que passam devagar perto do carro enquanto Ana engole metade da pica inclinada sobre mim; sinto que alguns passageiros dos coletivos me veem, embora não tenha certeza, e suspiro olhando os inúmeros outdoors e Ana que se excita e se esforça no boquete, sinto que a boca dela suga minha alma; e manobro controlando o carro, frear, tirar a marcha, controlar a direção, pisar na embreagem e Ana que continua com o delicioso suplício de chupar minha pica; acabamos de passar o antigo Toreo de Cuatro Caminos e assim seguimos: eu tentando manter o carro na faixa certa e a prima que chupa como possuída de paixão e erotismo.
E assim seguimos: ela chupando pica e eu tentando controlar o carro, passando as Torres de Satélite sinto que o leite me abandona, mas uma virada inesperada por causa de um motorista imprudente de um caminhão de carroceria segura minha gozada; quando chegamos na saída para "Mundo E" sinto que não aguento mais, a boca gulosa da prima me suga, a língua dela titila a cabeça da pica, e volta a chupar impaciente: "me dá a porra, já quero! Quero seu leite, papai!" e sem mais consigo estacionar o carro no acostamento e, ignorando as buzinas e os barulhos dos outros veículos, deixo Ana terminar sua tarefa deliciosa: o leite me abandona impetuoso, sinto que o trânsito de veículos desaparece quando fecho os olhos, enquanto ela suspira chupando tudo que sai do meu pau que pulsa.
Quando a gozada termina, suspirando de prazer, sinto no meu rosto o olhar surpreso dos passageiros de algum micro-ônibus, Ana continua lambendo minha pica. Me pergunto: que homem, em sã consciência, pode aguentar por mais de treze quilômetros cheios de trânsito urbano, e Cercado por espectadores furtivos, um boquete gostoso? Acho que só eu, me respondi.
Minutos depois chegamos perto da casa da mãe dela. Aos poucos, a noite foi caindo. Olho a safadeza nos olhos da prima, Ana é daquelas mulheres que não conseguem esconder seus desejos, nós dois sorrimos, estaciono o carro perto da árvore enorme que fica na frente da casa dela, momentos depois me aproximo dela e enquanto nos beijamos, meto a mão por baixo do vestido dela, ela abre as pernas o suficiente para meus dedos percorrerem a entreperna, que sinto molhada e bem quente. Dois beijos depois, meus dedos já nadam na buceta peluda e quente dela, Ana tenta resistir às minhas carícias "não, espera! Pode sair alguém de casa e me pegar aqui, agarrando contigo".
— "Você não gozou, o justo é que você também termine, né?"
— "Pois é… você me deixou bem excitada com o boquete que te dei, mas aqui não, além disso passam viaturas e podem nos ver, melhor irmos para outro lugar… lembra do rio? Onde você me levava pra agarrar quando eu era pequena?"
Nós dois sorrimos ao lembrar das nossas travessuras de infância. Minutos depois, caminhamos entre árvores velhas, não sei, mas agora o parque parece menor, e do rio vem o cheiro ruim do esgoto, Ana me abraça pela cintura e em voz baixa relembra: "por aqui a gente vinha brincar de esconde-esconde, e você sempre queria se esconder comigo, pra pegar na minha cintura, lembra? Eu não queria, depois deixava você tocar na minha bunda, sempre por cima da calcinha, e eu tinha só uns nove ou dez anos! Você, em compensação, já era um moleque de doze ou treze e adorava… se masturbar muito, depois me ensinou a bater punheta pra você, lembra?"
Continuamos caminhando entre as árvores velhas e eu sorrio pensando "quantas virtudes se perderam aqui, de noite, entre essas árvores?"
Ana descobre meu sorriso safado e "do que você tá rindo, hein, safado?"
— "Pensando que por aqui muitas minas perderam o cabaço."
— "Ufa, pois muitas, muitas mesmo, de Feito, se você reparar, apesar da escuridão dá pra distinguir que vários casais estão… bem entretidos, talvez estreando… o buraco", diz a prima segurando o riso.
— "Até você perdeu o quinto aqui!".
— "Olha, não foi não, não foi aqui no parque, você me roubou o quinto na sala da casa da minha mãe, já esqueceu?".
— "Isso não é verdade! Quando eu meti, você já não era mais virgem, disso eu tenho certeza, o pau entrou bem fácil, já esqueceu? E você tinha só 13 anos!".
Uns risinhos baixos fazem a prima tapar a boca com a mão e: "cala a boca, sem-vergonha!, não me faz lembrar daquela época".
E assim chegamos a um tronco grosso e velho, encosto as costas nele e abraço a coroa que oferece a boca entreaberta pro beijo. Colamos as bocas ansiosas e quentes enquanto minhas mãos apalpam o delicioso par de bundas já por baixo do vestido, e seguimos trocando língua enquanto luto pra baixar as meias e a calcinha dela. Quando finalmente as meias e a calcinha ficam largadas na grama, obrigo a prima a levantar uma das pernas, a direita, que seguro com um braço, e meu pau ereto busca a entreperna peluda da Ana, que suspira; quando o tronco duro desliza pela fenda, Ana suspira de novo, a cabeça começa a penetrar e a coroa geme de prazer, os braços dela apertam minha cintura pra me forçar a grudar mais nela, e quando o pau já entrou por completo, a boca da Ana se desgruda um pouco pra me dizer, quase implorando: "me come, gostoso Betito lindo, quero todo o seu pau delicioso, mas se quiser gozar… me dá os melados pelo outro lado, tá?", e começamos a foda violenta, desconfortável sim, mas deliciosa, urgente, ansiosa, os dois se atacando, minhas mãos agarradas nas bundas carnudas dela cravando ela no meu pau ereto com toda força.
E seguimos na dança furiosa, ao longe vemos que na avenida passa uma viatura com a torre ligada, talvez procurando casais de namorados ansiosos. Nisso, sinto o A respiração quente da Ana molhando meu pescoço e ela implorando, "mais, mais Betito querido, me dá mais que já vou gozar, mais, sim, mais, forte, mete tudo, sim, sim, mais, aaiii, sim, hummm, tô gozando, tô gozando!", enquanto as pernas da coroa ficam bambas, moles que nem pano, tento segurar ela, deixando ela terminar a sinfonia de gritos e sussurros, até que, satisfeita e exausta, se agarra em mim, e a língua dela dança procurando a minha; minutos depois pergunta "cê quer gozar também, né?".
Nem preciso responder, ela mesma sai da pica, sinto o calor molhado encharcando minhas bolas, dando um sorriso safado, se apoia no tronco véio da árvore e me oferece aquele rabo gostoso, "faz assim, papacito, mete a rola lá, cê sabe… como eu gosto disso".
Apoiada no tronco, a Ana abre as pernas e levanta o vestido até a cintura, vira o rosto pra me olhar, meus olhos vão do olhar safado dela pras nádegas perfeitas e carnudas, mais pra baixo, mesmo no escuro, parece que vejo os sucos escorrendo pelas pernas dela, "que piranha você é, Ana!".
— "Sim, meu bem, sou muito fogosa, sempre fui muito fogosa, adoro pica!, não consigo evitar!, vai logo, buceta linda, enfia no meu cu, já quero ela, anda, vem".
Tremendo, encosto o corpo na bunda carnuda dela, ela mesma abre as nádegas e com a cabeça da pica molhada procuro o lugar certo, ela prende a respiração, sinto o cu apertado dela e empurro com força ali, nas dobras rosadas e rugosas, um "ai, devagar, papacito!" me alerta, continuo empurrando e na hora o anel de carne apertado envolve a glande, a Ana ainda tá com o cu apertado, penso, enquanto vou penetrando ela aos poucos, a prima geme de dor, mas vou metendo até os dois ficarem colados, o corpo da mulher parece tremer, com a voz entrecortada a Ana geme: "cê tem uma pica muito grande, papacito lindo, muuuuito grossa, sinto que cê vai me partir no meio, espera, não mexe, cê sabe, deixa minha bunda se acostumar com tua Pera, pera, você sente?", e parece que sinto o rigor do ânus cedendo aos poucos, também percebo aquele leve cheiro de bosta, mas continuo agarrado nas bundas dela, bem enfiado nela que suspira.
Pouco depois começo a putaria gostosa, entrar, sair, devagar, meter, tirar, meter, tirar, Ana suspirando encostada no tronco grosso da árvore, eu agarrado naquelas bundas lindas, meu pau entrando e saindo lustroso, fedendo um pouco a cocô, e seguimos na sincronia: ela recuando, eu investindo, os suspiros dela parecem os de uma gata no cio, às vezes parecem gritinhos de prazer; a briga fica mais intensa, as bundas dela pulam quando eu meto com força, ela implora "sim, pussy, mais, sim, mais forte, quero mais forte, me dá duro, quero duro, mais duro papai, assim, mais duro, hummmm, mais, quero mais, vai papai, continua assim, assim pussy, assim, duro, me dá duro papai", aí um inesperado "aiiiii gozei!", quebra o silêncio do parque escuro e eu continuo metendo com violência na bundinha indefesa da minha prima, as pernas dela parecem fraquejar, e eu, ali, metendo e metendo no cu da mulherão, que mesmo madura ainda tem uma bunda gostosa, e finalmente, fico parado, bem enfiado no cu de Ana, que parece apertar de leve, e meu gozo vai, me abandona, levanto o rosto pra ver as sombras dos galhos da árvore velha enquanto encho de porra o cu da madura, ficamos assim, grudados, pulsando, os dois curtindo a foda gostosa.
Pouco depois nos desgrudamos, quando tiro o pau ouço barulhos de peido e na hora Ana se agacha pra cagar, fico na frente dela com o pau escorrendo e fedido, "desculpa pussy, mas deu vontade de fazer cocô, tira a bosta de mim" e, envergonhada, desvia o olhar enquanto da bunda dela saem mais barulhos de peido.
Aproveito pra pegar um lenço na minha bolsa pra limpar meu pau judiado, e estendo um pedaço de papel descartável pra ela limpar o cu. Momentos depois, ajeitamos nossas roupas. Ana estava colocando a calcinha e as meias, e enquanto faz isso, me pergunta: "E aí, como é que tá sua vida? Você se divorciou e depois?".
— "Você sabe, moro em Orizaba, não casei de novo nem nada disso, só trabalho, é isso."
— "Mas... você tem namorada ou uma parceira fixa, né?"
— "Humm, não. Orizaba é uma cidade grande, um 'cidadezão', todo mundo se conhece, e se você tem um 'rolo' ou uma aventura, no dia seguinte a cidade inteira sabe. Assim, lá você não arruma parceira, nem com casadas, nem com solteiras, nem com divorciadas, nem com viúvas, com ninguém. Tenho amigas, sim, mas não lá, em Jalapa ou no porto. Às vezes dou umas escapadas, nem sempre dá, você sabe. E você?"
— "Humm, moro com minha mãe, trabalho, e... nada de nada. Você conhece dona Ceci: 'não chegue tarde', 'aonde você foi', 'o que estava fazendo', como se eu fosse uma mocinha de quinze anos. Então, não. Só na mão mesmo, e de vez em quando um 'rapidinho' com o diretor da escola onde trabalho. De vez em quando, embora, você sabe... meus gostos..."
— "Sim, você gosta de garotinhos."
— "Pois é, acho eles tão fofos, tão inocentes, tão... cheios de vida, que dá vontade de devorar, mas nem sempre dá. Na escola onde dou aula de inglês tem muitos meninos bonitos, mas... nem sempre rola. De vez em quando, você sabe, tem que manter as aparências."
Como quem não quer nada, chegamos na esquina do parque, onde fica a igreja e, na frente, a loja Oxxo. Entramos pra comprar um six de cerveja e vamos pro carro tomar uma. Enquanto Ana abre a latinha, ela completa: "Só uma, hein? Sua tia Ceci deve estar se perguntando onde é que eu tô."
— "Ué, onde mais? Com a buceta bem enfiada, ou não?"
As "hahaha" da risada alta dela ecoam no carro, onde o som fica repetindo músicas do James Taylor. Quando toca aquela "Você Tem Um Amigo", Ana pergunta: "Ei, você lembra da Edna, minha irmã?"
— "Humm, de vez em quando. Ela aprendeu... Rápido, tudo, mamar e… comer vocês duas, ficaram famosas no bairro, estrearam muitos, sei lá, mas só se sabia que iam numa festa e todo mundo tava na fila, pra ver se pegavam pelo menos uma chupadinha, né?
—"Ei, não fala essas coisas! Bom, sim, você nos ensinou bem novinhas, e a gente tava com vontade, mas… não demos chance pra todo mundo".
—"Não? Se quando a gente brincava de esconde-esconde os primos brigavam pra se esconder com vocês, ou não? E quando souberam que já… afrouxavam, vocês e suas irmãs, Lucy e Angélica, ficaram 'populares' no bairro, ou não?"
—"Bom, mas foi um tempo curto, de tesão, sabe, como adolescentes a gente queria aprender essas coisas… yummy, mas te pergunto da Edna, você gostaria de vê-la?", diz Ana com um olhar safado.
E completa: "esse fim de semana vou em San Miguel visitar ela, talvez você se interesse em rever, reviver velhas lembranças", e vejo nos olhos da coroa o mesmo olhar cachorro e urgente.
É só isso, espero que gostem tanto quanto eu.
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