Boa noite, vou compartilhar com vocês uma história de uma mãe solteira gostosa que conheci no Facebook.
Bom, como já é de conhecimento geral como se conhece gente online, vou chamar ela de Maricela. Vi ela postando num grupo de "busco amigos com benefícios" ou algo assim. A gente tinha a mesma idade, então nos demos bem quase na hora. Conversamos por várias semanas e fomos bem sinceros um com o outro. Ela me contou que tinha um filho e que todo o tempo livre dela era dedicado a ele, e entre isso e o trabalho, não tinha nem tempo nem vontade de paquerar. Então preferia conhecer gente assim e, se gostasse de um cara, dava pra ele. Da minha parte, eu falei que tinha namorada e que não queria nada além de um relacionamento escondido. Com as cartas na mesa, marcamos um encontro pra nos conhecer.
A gente se encontrou num shopping perto da casa dela. Assim que nos cumprimentamos, saímos de lá, porque eu não podia deixar ninguém me ver e ela precisava voltar pra casa com o filho. Só nos vimos em público pra confirmar que éramos quem dizíamos ser.
Fomos pra casa dela e ficamos do lado de fora conversando. Não demorou muito pra começarmos a nos beijar e a passar a mão um no outro, encostados no carro. Eu sugeri irmos a um motel, mas antes que ela pudesse responder, o filho dela apareceu. Muito simpático, não posso negar. Puxou conversa comigo e tudo, mas não é muito agradável ficar conversando com o filho da mulher que você quer comer. Enfim, ficamos um bom tempo ali, e a noite foi passando entre a gente se beijando e o menino saindo de vez em quando.
Já de noite, falei pra entrarmos no carro pra poder passar a mão à vontade. Fizemos isso. Não demorou muito pra ficarmos mais intensos. Levantei a blusa e o sutiã dela ao mesmo tempo, deixando à mostra um par de peitos enormes. Eram grandes, maiores do que minhas mãos conseguiam cobrir. Ela era de pele branca, e os peitos dela ainda mais brancos que ela. Pelo decote já dava pra ver que eram bem cuidados, apesar de ela ter amamentado. Não estavam tão firmes, mas não tinha Estrias nem veias marcadas, os peitos dela ainda pareciam de adolescente, o mais gostoso eram os bicos, que se destacavam na pele, com um tom café escuro e de bom tamanho. Fui direto neles, mordi um dos bicos e levei a mão pro outro, brinquei um pouco, saboreei, beijei e afundei a cara neles, já tava muito excitado.
Ela me perguntou: "Tá se divertindo?" Eu respondi se incomodava, ela disse que não, mas que também queria brincar. Foi direto nos botões da minha calça, abriu e puxou sem hesitar meu pau completamente duro, começou a me masturbar, tudo tava perfeito, mas foram as luzes de uma viatura que nos pararam.
Um policial desceu e veio falar com a gente, obviamente aproveitamos que estávamos vestidos e negamos que tava rolando algo. Quando ele foi embora, continuamos nos tocando, mas percebemos que o policial tava rondando as ruas, então decidi ir embora e deixar pra outro dia.
Combinamos de novo, mas ela disse que não podia ir pra motel nem nada por causa do filho, então teria que ficar só nos beijos ou esperar um dia que ela pudesse ter tempo.
Um dia falei que ia na casa dela pra conversar, fui esperto e peguei um filme infantil do meu irmãozinho. Cheguei lá e não fui nada sutil, quando cheguei ela tava na rua com o filho, mandei ela subir. Tenho uma caminhonete e na parte de trás tem uma daquelas telas pra ver filme, coloquei o moleque atrás e ele ficou vendo o filme. Comecei a dirigir até chegar numa loja da minha família e fui pro fundo do estacionamento, achando que ninguém ia encher o saco. A primeira coisa que fiz ao chegar foi pular pro banco dela e me ajoelhar no chão, como falei, não fui nada sutil. Comecei a beijar ela e logo levantei a blusa pra deixar os peitos dela à mostra, ela não pensou duas vezes e tirou tudo da cintura pra baixo, puxei meu pau e Comecei a penetrar ela, a posição não era muito confortável e não conseguíamos nos mexer muito, o pior de tudo é que eu conseguia ver o menino diretamente, o que era muito desconfortável. Aí veio o pior que podia acontecer...
"O que vocês estão fazendo?" perguntou o filho dela. Na hora paramos e eu subi minha calça. Não falamos nada, mas ficamos um tempinho lá rindo. Precisávamos de um plano melhor, então mudamos: colocamos o menino na frente e ligamos a caminhonete pra ele poder ver a tela que tem na parte da frente. Nós fomos pra parte de trás e aí começou a diversão. Ela, sem hesitar, foi direto no meu pau, baixou minha calça até os pés e começou a me dar um boquete de um jeito bem vulgar. Fazia rápido e cuspia pra molhar, depois metia até a garganta e sugava tudo até deixar limpinho. Repetiu isso várias vezes.
Que delícia que eu me senti naquele momento, até lembrar que só tinha um camisinha e tirei quando a gente passou pra trás. Falei pra ela e ela sorriu, abriu a bolsa e tirou uma. Me beijou e disse: "suponho que se você falou isso é porque quer me foder". Abriu a camisinha e colocou em mim. Ela não falava muito, então sem dizer mais nada, se despiu e vestiu a jaqueta de um jeito que cobria só as costas. Montou em mim e começou a cavalgar, forte, sem se importar se a caminhonete inteira balançava. Começou a gemer e me beijava pra abafar os próprios gemidos. O problema era o espaço pra transar, era muito apertado entre a gente e o banco da frente. Ela percebeu que eu tava tendo dificuldade pra pegar nos peitos dela, então mudou de posição e montou de frente pra mim, pra eu poder pegar nos peitos e beliscar os biquinhos.
Era tudo muito excitante. A gente tava no meio de um estacionamento, ela completamente pelada dentro da caminhonete transando sem vergonha nenhuma. Ela não parava por nada. A gente gemia, se mexia e balançava o carro inteiro. Já tinha passado gente e a gente não tava nem aí. Era quente pra caralho. Naquele momento, e mesmo sendo meio doentio, me excitava ver como ela conversava com o filho sobre o filme enquanto eu enfiava o pau nela. Continuamos por um tempo e decidimos mudar de posição.
Ela se deitou e eu comecei a penetrá-la de papai e mamãe, do mesmo jeito que antes, sem me segurar. Comecei a falar putaria pra ela e comia ela com força, ela começou a sentir mais, dava pra ver na cara dela, tava a um passo de gozar. Ela começou a morder meus lábios e depois a cravar as unhas nas minhas costas. Eu parei, não podia ficar com as costas marcadas, então decidi colocá-la de lado, cruzei uma perna entre as dela e comecei a comê-la de lado. Era tão gostosa quanto, ou talvez mais. Comia ela ainda mais rápido que antes, não demorou muito e ela gozou de um jeito incrível, tremeu toda, apertou a buceta e com as mãos beliscava os próprios peitos, tudo acompanhado por um gemido de prazer: "Siiiiim".
Foi uma imagem muito quente. Continuei comendo ela, mas ela deixou o corpo cair, se contorcendo ainda de prazer. Aos poucos foi se entregando, como se não tivesse mais força. Passaram 10 minutos e ela disse: "Isso foi fabuloso". Perguntei do que ela tava falando, e ela disse que era do orgasmo de antes. Falou que tava se recuperando ainda e que agora era a minha vez.
Sentamos e ela começou a me masturbar. Disse que não era justo eu gozar num plástico e tirou a camisinha. Levou meu pau na boca e começou a chupar. Primeiro foi devagar e muito quente, mas depois colocou só a ponta do meu pau na boca e começou a chupar no seco, enquanto me masturbava no tronco. Não demorei muito e gozei a jatos, tudo dentro da boca dela. Ela tirou quase tudo da boca e deixou só a ponta da cabeça dentro, começou a chupar pra não deixar vazar nada. Quando terminei de gozar, ela se levantou e, pra minha surpresa, meu pau tava limpo, como se nunca tivesse acontecido nada. Ela abriu a porta e cuspiu tudo no chão.
Nos vestimos e percebemos que o pequeno já estava... dormindo, fomos na casa dela e terminamos de ver o filme, foi a última vez que a vi, depois soube que ela casou, mas nunca mais nos vimos.
Bom, isso foi tudo por hoje e espero que vocês tenham gostado.
Bom, como já é de conhecimento geral como se conhece gente online, vou chamar ela de Maricela. Vi ela postando num grupo de "busco amigos com benefícios" ou algo assim. A gente tinha a mesma idade, então nos demos bem quase na hora. Conversamos por várias semanas e fomos bem sinceros um com o outro. Ela me contou que tinha um filho e que todo o tempo livre dela era dedicado a ele, e entre isso e o trabalho, não tinha nem tempo nem vontade de paquerar. Então preferia conhecer gente assim e, se gostasse de um cara, dava pra ele. Da minha parte, eu falei que tinha namorada e que não queria nada além de um relacionamento escondido. Com as cartas na mesa, marcamos um encontro pra nos conhecer.
A gente se encontrou num shopping perto da casa dela. Assim que nos cumprimentamos, saímos de lá, porque eu não podia deixar ninguém me ver e ela precisava voltar pra casa com o filho. Só nos vimos em público pra confirmar que éramos quem dizíamos ser.
Fomos pra casa dela e ficamos do lado de fora conversando. Não demorou muito pra começarmos a nos beijar e a passar a mão um no outro, encostados no carro. Eu sugeri irmos a um motel, mas antes que ela pudesse responder, o filho dela apareceu. Muito simpático, não posso negar. Puxou conversa comigo e tudo, mas não é muito agradável ficar conversando com o filho da mulher que você quer comer. Enfim, ficamos um bom tempo ali, e a noite foi passando entre a gente se beijando e o menino saindo de vez em quando.
Já de noite, falei pra entrarmos no carro pra poder passar a mão à vontade. Fizemos isso. Não demorou muito pra ficarmos mais intensos. Levantei a blusa e o sutiã dela ao mesmo tempo, deixando à mostra um par de peitos enormes. Eram grandes, maiores do que minhas mãos conseguiam cobrir. Ela era de pele branca, e os peitos dela ainda mais brancos que ela. Pelo decote já dava pra ver que eram bem cuidados, apesar de ela ter amamentado. Não estavam tão firmes, mas não tinha Estrias nem veias marcadas, os peitos dela ainda pareciam de adolescente, o mais gostoso eram os bicos, que se destacavam na pele, com um tom café escuro e de bom tamanho. Fui direto neles, mordi um dos bicos e levei a mão pro outro, brinquei um pouco, saboreei, beijei e afundei a cara neles, já tava muito excitado.
Ela me perguntou: "Tá se divertindo?" Eu respondi se incomodava, ela disse que não, mas que também queria brincar. Foi direto nos botões da minha calça, abriu e puxou sem hesitar meu pau completamente duro, começou a me masturbar, tudo tava perfeito, mas foram as luzes de uma viatura que nos pararam.
Um policial desceu e veio falar com a gente, obviamente aproveitamos que estávamos vestidos e negamos que tava rolando algo. Quando ele foi embora, continuamos nos tocando, mas percebemos que o policial tava rondando as ruas, então decidi ir embora e deixar pra outro dia.
Combinamos de novo, mas ela disse que não podia ir pra motel nem nada por causa do filho, então teria que ficar só nos beijos ou esperar um dia que ela pudesse ter tempo.
Um dia falei que ia na casa dela pra conversar, fui esperto e peguei um filme infantil do meu irmãozinho. Cheguei lá e não fui nada sutil, quando cheguei ela tava na rua com o filho, mandei ela subir. Tenho uma caminhonete e na parte de trás tem uma daquelas telas pra ver filme, coloquei o moleque atrás e ele ficou vendo o filme. Comecei a dirigir até chegar numa loja da minha família e fui pro fundo do estacionamento, achando que ninguém ia encher o saco. A primeira coisa que fiz ao chegar foi pular pro banco dela e me ajoelhar no chão, como falei, não fui nada sutil. Comecei a beijar ela e logo levantei a blusa pra deixar os peitos dela à mostra, ela não pensou duas vezes e tirou tudo da cintura pra baixo, puxei meu pau e Comecei a penetrar ela, a posição não era muito confortável e não conseguíamos nos mexer muito, o pior de tudo é que eu conseguia ver o menino diretamente, o que era muito desconfortável. Aí veio o pior que podia acontecer...
"O que vocês estão fazendo?" perguntou o filho dela. Na hora paramos e eu subi minha calça. Não falamos nada, mas ficamos um tempinho lá rindo. Precisávamos de um plano melhor, então mudamos: colocamos o menino na frente e ligamos a caminhonete pra ele poder ver a tela que tem na parte da frente. Nós fomos pra parte de trás e aí começou a diversão. Ela, sem hesitar, foi direto no meu pau, baixou minha calça até os pés e começou a me dar um boquete de um jeito bem vulgar. Fazia rápido e cuspia pra molhar, depois metia até a garganta e sugava tudo até deixar limpinho. Repetiu isso várias vezes.
Que delícia que eu me senti naquele momento, até lembrar que só tinha um camisinha e tirei quando a gente passou pra trás. Falei pra ela e ela sorriu, abriu a bolsa e tirou uma. Me beijou e disse: "suponho que se você falou isso é porque quer me foder". Abriu a camisinha e colocou em mim. Ela não falava muito, então sem dizer mais nada, se despiu e vestiu a jaqueta de um jeito que cobria só as costas. Montou em mim e começou a cavalgar, forte, sem se importar se a caminhonete inteira balançava. Começou a gemer e me beijava pra abafar os próprios gemidos. O problema era o espaço pra transar, era muito apertado entre a gente e o banco da frente. Ela percebeu que eu tava tendo dificuldade pra pegar nos peitos dela, então mudou de posição e montou de frente pra mim, pra eu poder pegar nos peitos e beliscar os biquinhos.
Era tudo muito excitante. A gente tava no meio de um estacionamento, ela completamente pelada dentro da caminhonete transando sem vergonha nenhuma. Ela não parava por nada. A gente gemia, se mexia e balançava o carro inteiro. Já tinha passado gente e a gente não tava nem aí. Era quente pra caralho. Naquele momento, e mesmo sendo meio doentio, me excitava ver como ela conversava com o filho sobre o filme enquanto eu enfiava o pau nela. Continuamos por um tempo e decidimos mudar de posição.
Ela se deitou e eu comecei a penetrá-la de papai e mamãe, do mesmo jeito que antes, sem me segurar. Comecei a falar putaria pra ela e comia ela com força, ela começou a sentir mais, dava pra ver na cara dela, tava a um passo de gozar. Ela começou a morder meus lábios e depois a cravar as unhas nas minhas costas. Eu parei, não podia ficar com as costas marcadas, então decidi colocá-la de lado, cruzei uma perna entre as dela e comecei a comê-la de lado. Era tão gostosa quanto, ou talvez mais. Comia ela ainda mais rápido que antes, não demorou muito e ela gozou de um jeito incrível, tremeu toda, apertou a buceta e com as mãos beliscava os próprios peitos, tudo acompanhado por um gemido de prazer: "Siiiiim".
Foi uma imagem muito quente. Continuei comendo ela, mas ela deixou o corpo cair, se contorcendo ainda de prazer. Aos poucos foi se entregando, como se não tivesse mais força. Passaram 10 minutos e ela disse: "Isso foi fabuloso". Perguntei do que ela tava falando, e ela disse que era do orgasmo de antes. Falou que tava se recuperando ainda e que agora era a minha vez.
Sentamos e ela começou a me masturbar. Disse que não era justo eu gozar num plástico e tirou a camisinha. Levou meu pau na boca e começou a chupar. Primeiro foi devagar e muito quente, mas depois colocou só a ponta do meu pau na boca e começou a chupar no seco, enquanto me masturbava no tronco. Não demorei muito e gozei a jatos, tudo dentro da boca dela. Ela tirou quase tudo da boca e deixou só a ponta da cabeça dentro, começou a chupar pra não deixar vazar nada. Quando terminei de gozar, ela se levantou e, pra minha surpresa, meu pau tava limpo, como se nunca tivesse acontecido nada. Ela abriu a porta e cuspiu tudo no chão.
Nos vestimos e percebemos que o pequeno já estava... dormindo, fomos na casa dela e terminamos de ver o filme, foi a última vez que a vi, depois soube que ela casou, mas nunca mais nos vimos.
Bom, isso foi tudo por hoje e espero que vocês tenham gostado.
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