QUERIDOS E ESTIMADOS SEGUIDORES.
Ficamos afastados da página por um tempo longo, longuíssimo pra mim (Javi) principalmente, acho que já me conhecem um pouco e sabem que pra mim essa página me reviveu e renovou o sangue no que diz respeito ao sexo. Devo pedir desculpas a todos que nos escreveram e aos quais não respondi na época, sinceramente passaram muitas coisas pela minha cabeça, não estou falando de arrependimento em relação ao vivido com minha mulher, mas sim algo diferente. Depois da última fantasia vivida com Daniel, Julieta fechou com chave e cadeado a porta e a possibilidade de fazer algo novo, muitas conversas nossas e principalmente insistência minha em relação ao tema morriam num NÃO rotundo da minha mulher, principalmente porque ela tinha a ideia fixa de ser mãe. Essa rejeição em relação ao tema tabu me gerou uma espécie de tristeza em relação à página e seguidores, um sentimento de estar sem nada pra oferecer, de estar vazio pra vocês. Juli parou de entrar no Poringa, e eu entrava de vez em quando pra ver alguma mensagem ou outra, mas na hora de responder me pegava uma nostalgia e não conseguia botar os dedos no teclado, seguidores... DESCULPAS E MAIS DESCULPAS.
Nossa vida de março pra cá foi a vida de um casal totalmente tradicional, mesmo que pareça estranho pra muitos. Os dias se consumiram em trabalhar e trabalhar. Em abril começamos com os estudos prévios pra nossa tarefa de sermos pais, os quais deram positivos, ambos estamos saudáveis e na corrida pra procriar. Fizemos os deveres correspondentes em maio, junho e julho mas sem chegar ao objetivo, coisa que deixou Julieta um tanto irritada. Se a conhecessem entenderiam do que falo, Juli é tremendamente impaciente, demais, se quer algo quer já... como se fosse uma menina de 15 anos, talvez ingênua apesar de ter passado dos trinta anos, pensando que em poucos meses já ia engravidar. Produto desse presente, as conversas com a doutora se As palavras da médica eram constantes, especialmente para a Juli, sempre as mesmas... e se repetiam... "Julieta... você tem que ser paciente... você e seu marido são compatíveis e saudáveis... é preciso dedicar o tempo que for necessário... os nervos e os baixos astrais jogam contra... quando menos esperar, você vai engravidar... há casais que engravidam rápido e outros que não..." e todas essas coisas. Esse assunto tinha a Juli com a ideia fixa, era normal eu chegar do trabalho e encontrar minha sogra tomando mate e falando sempre do mesmo assunto com a filha. Pra ser sincero e não ficar chato... minha sogra foi a melhor psicóloga que minha mulher poderia ter... incontáveis cuias de mate compartilhadas com a filha até que mais ou menos a convenceu de que isso poderia levar um tempão, mas que ela não devia esperar com tanta ansiedade... porque se não aparecem as duas risquinhas no teste, isso dá uma deprê, o estresse do trabalho também influencia e coisas assim... a busca não podia ser obsessiva... pelo contrário... paciente, e repito de novo... se conhecessem a Juli, saberiam que não é fácil conseguir isso com ela.
É bom esclarecer que em maio recebi algumas mensagens de texto do Daniel, dando oi e perguntando como iam as coisas, obviamente o cara estava jogando a isca pra ver se pescava, mas eu ficava mais pra baixo sabendo o quão distante isso estava, coisa que eu deixei claro pra ele, informando que entraria em contato se tivesse alguma novidade boa, ele entendeu nosso presente e me mandou os melhores desejos.
Julieta, nesses poucos meses de busca, tinha perdido pouco a pouco o ânimo de sempre, aquela frescura e alegria que a caracterizavam iam se consumindo com o passar dos dias, ela estava sempre pensativa e com um humor não tão cordial, a ideia fixa 24 horas por dia, quase não ia mais pra academia, não tinha vontade de sair, cara de cu com frequência, a intimidade... o sexo tinha virado uma merda... monótono e sempre nas mesmas posições... gozava de um jeito que pra ela Ela era a indicada para dar maiores chances de engravidar... uma verdadeira droga... e não digo isso porque eu não queira ser pai... mas porque percebi que esse assunto e a impaciência da minha mulher tinham transformado minha Julieta em questão de meses... essa impaciência acho que é o maior defeito dela e estava gerando uma espécie de depressão, até tinha começado a tomar uns remédios para conseguir pegar no sono já que esse probleminha não a deixava dormir, vocês vão dizer que ela foi dramática demais, bom sim... não se enganem. Tudo isso levou a que discutíssemos por qualquer bobagem, o copo estava transbordando. Poderia escrever uma história inteira sobre esse tema, mas resumo em um parágrafo o problema de casal que nos causou essa mudança emocional da minha mulher, eu me sentia sobrecarregado, estava com os ovos apertados como nunca, ao mesmo tempo triste por vê-la assim, e sem saber como resolver o problema, que na verdade não era problema, era só questão de tempo e perseverança, mas algo tão simples era uma tarefa difícil na hora de fazer a Juli entender, ela sempre dizia.... "estou bem... estou tranquila"... obviamente seu rosto e suas ações não demonstravam o que suas palavras diziam.
O que resultou de tudo isso..... mês de Agosto, chegar uma tarde do trabalho e encontrá-la me esperando com o chimarrão para conversar... ela me disse que tinha conversado muito com a mãe dela, sou testemunha disso... foram meses (minha sogra a tinha criado com puro mimo e era ela mesma que sabia como lidar com a filha) que ela tinha pensado muito no assunto e tinha tomado uma decisão...... os pontos mais importantes dessa conversa:
1) Íamos suspender a busca por um tempo, pela razão de que ela queria se recuperar emocionalmente, a mãe dela fez com que ela entrasse na razão de que essa primeira tentativa estava sendo levada pelo caminho errado, tudo devido aos seus nervos e falta de paciência, que ela devia recuperar sua vida habitual, clarear a cabeça, e que se ela estivesse bem.... a gravidez ia chegar quando eu menos esperasse. Ela voltaria a tomar pílulas anticoncepcionais por um tempo.
2) Sua vida profissional chegaria ao fim em dezembro deste ano, ela me disse que pararia de trabalhar para se dedicar exclusivamente a si mesma, à casa, e a dar mais tempo ao casal. Economicamente falando, embora não sejamos milionários, também não temos necessidade de que ela trabalhe, então dei o ok em relação a tudo que ela me disse, afinal, naquele ponto, a única coisa que eu queria era recuperar a Julieta que sempre conheci.
3) Depois que ela parar de trabalhar, boas férias para descansar, nos distrair, recuperar o casal alegre que sempre fomos, e depois de tudo isso voltar ao tema da gravidez, mas de uma perspectiva diferente, com muito mais calma e perseverança... sem prazos.
Para ser sincero, pra mim tanto fazia. Desde que começamos a tentar, sempre fui consciente de que isso poderia levar tempo. Se dependesse de mim, não teria interrompido a busca, mas a Julieta não estava encarando da mesma forma, então achei que a decisão dela foi acertada sobre o assunto. O inverno foi cruel, somado ao abandono da Julieta nos meses anteriores, resultou em ela ganhar alguns quilinhos. Ela não se cuida na alimentação... mas sempre compensou esse descuido com muita atividade física, nada alarmante também... mas dava pra ver um certo excesso na sua figura comparando com a do último verão... uma barriga um pouco evidente... quadris mais largos... bunda gordinha. No dia seguinte àquela conversa, a Julieta começou sua recuperação e, como era de esperar, fez do jeito que caracteriza sua personalidade... a mil por hora. Voltou à academia de segunda a sexta, dieta furiosa, cabeleireiro, salão de beleza... etc etc... todo o arsenal de ferramentas que ela costuma usar quando quer melhorar sua aparência física... para completar sua recuperação emocional... algo que caracteriza todas as Mulheres... sair para comprar de maneira violenta e compulsiva... roupas... sapatos... bolsas... bijuterias... de tudo. Por um lado, eu ficava feliz de vê-la daquele jeito, mas por outro, fazia o cartão de crédito tremer, o que às vezes me fazia sentir como o ator "Marcos" do conhecido comercial do Banco Galicia.
Começamos a sair para jantar nos fins de semana, nos reunir com amigos (incluindo o Rober e sua esposa Carolina) ou ir até a casa dos meus sogros (onde sempre tinha algum convidado diferente aos sábados à noite), como era nosso costume e quase uma tradição. Retomamos a vida à qual estávamos acostumados e que gostávamos. Aos poucos, a Juli foi recuperando seu ânimo habitual. Não foi do dia para a noite, foi gradual, mas o fato de focar nela mesma a ajudou muito a dissipar aquele mau humor que ela tinha. Já no mês de setembro, Julieta era minha Julieta de novo. Ela não tocou mais no assunto da gravidez. No trabalho dela, já estavam cientes de que a Juli deixaria seu cargo no fim do ano. Ela, nos momentos em que estávamos juntos, não parava de planejar coisas para quando fosse apenas dona de casa e me contava tudo. Até teve a ideia de reformar a cozinha da nossa casa (ela falaria com os pais dela pedindo um empréstimo) e o quincho no quintal, o que me fascinou pela ideia. Não sei se já contei em relatos anteriores, mas já temos casa própria, modesta e nada luxuosa, mas espaçosa e com um fundo e quintal generosos, na zona sul da Grande Buenos Aires.
Vê-la daquele jeito tão ativa me encantou. Julieta foi recuperando sua fisionomia, perdeu uns quilos. Embora não tivesse o corpo de quando era adolescente, eliminou aqueles pequenos pneuzinhos na barriga... afinou o quadril... estilizou um pouco as pernas... e, obviamente, a bunda ficou linda.
Aos poucos, fomos retomando nosso tesouro... o sexo foi mudando em relação aos meses anteriores... voltaram a aparecer as lingeries... os brinquedos e ver pornô de vez em quando. Tudo estava voltando à normalidade. Feliz.
Dia da primavera, caiu na quarta, então propus à minha rainha comemorarmos no sábado 24, jantar só nós dois em algum restaurante de caba. Naquele sábado fomos jantar, um jantar bem romântico digamos, eu de jeans, sapatos, camisa branca e um blazer esportivo, julieta com um jeans azul justo que apertava lindamente a bunda dela, sandália de salto, uma camisinha justa um pouco decotada e um casaquinho de verão, lábios vermelhos como eu gosto, cabelo solto liso e com franja, linda demais. O jantar foi como uma espécie de renovação, conversamos o tempo todo... nos olhávamos nos olhos... rimos... nos beijamos... muito amor... a conversa focou basicamente na recuperação emocional dela, falamos muito sobre como a busca tão obsessiva tinha afetado o casal... e ambos concordamos que a ideia central era sermos quem sempre fomos e depois tudo chegaria na hora certa... via minha mulher voltando a ser ela mesma e me apaixonava mais... como era de se esperar bebemos bastante vinho em umas três horas que ficamos no lugar... várias garrafas desfilaram pela nossa mesa e como de costume vi a juli com seu sorriso clássico de quem já passou da conta... não queríamos sobremesa... convidei-a para ir a alguma balada ou bar para continuar a noite... mas a juli me interrompeu... eram apenas pouco depois da uma da madrugada... os dois estávamos bem alegres pela bebida...
Juli- Não quero sair, amor... vamos pra casa que tô com vontade de brincar... (me olhando nos olhos e sorrindo)...
Eu- Gostei da ideia, hein... (olhando nos olhos dela)... e me diz... com o que você quer brincar...?
Juli- mmmm... de ser malvada... hahaha... (olhei para ela por alguns segundos pensando)... faz tempo que não brincamos diferente... e eu fiquei pensando e me vieram umas ideias hahaha...
Eu- Você está dizendo... (antes que eu pudesse articular palavra ela me interrompeu... obviamente me conhecia)...
Juli- shhh... eu disse de ser malvada com você, tá... hahah... não comece a viajar... haha... te conheço ...porco... Eu - haha... para aí... o que você tá dizendo... nem me deixou falar haha... Juli - haha bobo... só tô esclarecendo isso... porque sei que você logo sai voando pra qualquer lado... vamos pra casa... eu fico linda pra você e a gente brinca... aproveita que tô me sentindo meio hot... haha Eu - Não se fala mais nada... peço a conta e vamos embora... Terminamos a garrafa de vinho, pagamos e fomos direto pra casa. Assim que entramos, fui direto pro meu barzinho... antes tirei o paletó e coloquei uma música, Julieta entrou no quarto me dizendo pra esperar na sala e baixei a persiana da janela que dava pra rua. Servi dois copos de uísque pra esquentar bem a noite, deixei a garrafa na mesinha de centro e esperei sentado no sofá, já estava excitado só de saber que íamos retomar o sexo que a gente adora... tomei dois goles... acendi um cigarro e esperei... uns dez minutos se passaram até que senti Julieta se aproximando por trás... o barulho dos passados de salto me entregou, não virei a cabeça, só esperei ela aparecer... sua imagem surgiu na minha vista... ela andou até ficar na minha frente... girou no próprio eixo pra me mostrar a roupa e me perguntou... Juli - Gostou...?.. (me perguntou com semblante sério e voz de puta)... Mesmo já conhecendo a roupa, fazia muito tempo que não a via usando e sinceramente adorei, um dos seus catsuits preto inteiriço... todo o corpo coberto de lycra e renda, abertura na área íntima na frente e atrás, mas ela trazia uma calcinha fina cobrindo a bunda e a buceta, os peitos nus saíam apertados por um buraco no tecido, a boca bem vermelha e o cabelo preso num coque... gostosona pra caralho... ela trazia na mão algo embrulhado numa camiseta que não consegui distinguir o que era... Eu - A-DO-REI... gira de novo... quero ver sua bunda... (ela girou e, sem se arquear, só parada me presenteou com alguns segundos da bunda em primeiro plano... só as nádegas ao ar, divididas pela fina tela do fio dental... embora ela tivesse emagrecido, sua bunda estava um pouco mais proeminente do que no último verão... duas nádegas grandes e redondas engoliam completamente o tecido da sua calcinha... sem estar caída... sua bunda vence a gravidade por goleada... um cuzão da (use a palavra: buceta) da piranha... como eu sentia falta daquela bunda vestida assim... que rabão você tem, meu amor... (me tocando o pau por cima da calça... estávamos bem bêbados os dois)...
Olhei o copo que tinha servido para ela, ela o pegou da mesinha que estava a meio metro das minhas pernas e bebeu metade de uma só vez... fez aquela careta típica quando bebidas fortes queimam a garganta... soltou um aaaahhhjjj assimilando o poder do álcool... ela se aproximou da poltrona que estava na minha frente e largou o que tinha na mão... sentou... abriu as pernas me encarando fixamente nos olhos... eu permaneci calado... me tocando o pau e tomando pequenos goles... eu gostava de vê-la agir sem falar... ela aproximou o copo da boca, pôs a língua para fora e de maneira sensual percorreu a borda do copo sem parar de me olhar... o pau estava duro o suficiente para quebrar nozes... ela inclinou a cabeça para trás e bebeu até a última gota... deixou o copo na mesa e me encarou...
Juli - Mostra o pau... se toca me olhando... e eu me toco para você...
Em dois segundos me despi completamente... ficando totalmente nu na frente dela... sentei novamente e, com as pernas abertas, comecei a me masturbar sem falar... só a olhava nos olhos... puxava bem a pele do pau para trás e mostrava bem a cabeça... como se estivesse oferecendo para ela... ela abria a boca... apoiou as costas no encosto da poltrona, abriu bem as pernas... puxou o fio dental para o lado e começou a se massagear a (use a palavra: buceta) perfeitamente depilada... tudo sem parar de me olhar... nós dois estávamos nos masturbando sem falar... nos encarando a uns dois metros de distância... distância... como se fôssemos adolescentes, curtíamos uma masturbação tremenda... foi assim que fizemos por vários minutos... mais de dez... lentamente nos dávamos prazer visual recíproco... dava pra ver a umidade da sua buceta... o brilho da lubrificação... era enorme a tesão que sentíamos os dois... esses jogos tinham ficado enterrados há meses e retomar era lindamente perverso... sempre fomos punheteiros os dois desde moleques... me sentia de novo um cara... esses minutos de masturbação aumentavam meu tesão a passos gigantes, fazia muito tempo que não curtia isso que tanto gosto e nós gostamos... sentia que só de me tocar ia gozar a qualquer momento, muita tensão inchava a cabeça do meu pau, a roupa pornô da minha mulher piorava as coisas... a safadeza da minha cabeça se comunicou com minha mão direita e a velocidade da minha punheta aumentou... estava me masturbando rápido... olhei a mão da Juli que em círculos também aumentava a velocidade sobre seu clitóris... cerca de quinze minutos foram demais pro meu primeiro gozo...
Eu - ahhhh... vou gozar a qualquer momento... (sem me mexer e olhando nos olhos dela)...
Julieta ao me ouvir parou de se masturbar, se levantou e se aproximou. Eu não mudei de postura... só parei minha masturbação pra ver o que ela queria fazer... ela se agachou... joelhos no chão e se colocando entre minhas pernas agarrou meu pau com a mão começando a lamber... sua mão direita puxou a pele do meu pau bem pra trás... ao máximo... expondo bem a glande a ponto de me fazer doer... tinha o pau que me explodia... me olhando nos olhos manteve a pele sempre pra trás e sua língua não parava de lamber meu pau... sua língua subia e descia da cabeça da minha rola... enfiava a cabeça na boca e chupava pra depois voltar a lamber... estava me fazendo um sexo oral tremendo... dos melhores... usava muita saliva... ver a boca vermelha dela chupando meu pau estava me deixando louco... nunca me mexi... só ficava olhando, bem gostoso... de repente ela abre bem a boca e foi enfiando devagar... fechando os lábios no meu pau... descia e descia... até sentir que estava na garganta... ela com meu pau completamente dentro da boca, botava a língua pra fora como se fosse pegar ar... não aguentei tanta submissão... um fogo violento sacudiu minhas veias de tesão... vê-la de novo tão puta me enlouqueceu... agarrei a cabeça dela, fazendo mais pressão do que ela estava fazendo... o pescoço dela ficou tenso... ela teve duas ou três ânsias, cuspiu meu pau e fez força pra sair porque estava engasgando... soltei e tirei meu pau da boca... o pau todo cheio de baba, e os fios de saliva ligando os lábios dela e meu pau sem se soltar... muita, mas muita baba... o pau todo cuspido... ela abriu a boca procurando o ar que faltou momentos atrás e respirou fundo, tossindo um pouco ao mesmo tempo... eu segurava a cabeça dela enquanto ela recuperava o ar e me olhava... notei aquele olhar de puta safada que tanto sentia falta... lacrimejando por falta de ar...
Eu — Vai... de novo... enfia tudo... puta... como senti falta, puta linda... (falei de um jeito firme e seguro... dominante)... de novo, vai... engole tudo...
Sem que ela agisse, peguei a cabeça dela e, deixando-se levar, ela enfiou devagar e fundo... devagar senti chegar na garganta dela... em segundos o ar começou a faltar de novo... eu fazia forte pressão na boca dela... sentia o nariz dela no meu abdômen... ela teve ânsias de novo, cuspindo de novo... mantive a pressão até sentir a tensão no pescoço dela querendo sair da posição... ela ficava sem ar e se engasgava... eu permitia e de novo ela abria a boca respirando fundo... o pau todo molhado de saliva em forma de espuminha... até as bolas estavam molhadas da saliva que escorria pelo meu corpo... minhas mãos sem largar a cabeça dela... dez... quinze segundos... e enfiei de novo... nunca em toda nossa relação tinha tratado ela assim num boquete... eu estava perversamente excitado em questão de minutos... e ela, puta e submissa... lentamente entrei na boca dela até encostar no fundo... mas não dava mais... foram uns segundos que mantive ela assim enquanto ela tinha ânsias e voltava a babar... tossia mas não saía... a porra percorreu o tronco do pau a toda velocidade... explodindo na porta da garganta dela... o melhor boquete da minha carreira... carregado de morbidez... o mais abusivo e perverso...
Eu - ahahahahahahahahahahahahahhaa... (pressão na cabeça dela... ela querendo abandonar mas eu não permitia)... ahahahahhahahahah... assimiiii... engole a porra, meu amor... você me fez gozar muito rápido... mas lindooo... ahhhhhh
Ao sentir que o pau já não pulsava... parando de gozar... levemente aliviei a pressão para terminar de descarregar no fundo da boca dela... os lábios da Juli ficaram na metade do meu pau... a boca aberta... ela teve várias ânsias de vômito... cuspindo minha porra e a saliva dela em todo meu pau... uma lambança... via como ela respirava fundo... mas com tanta lealdade à sua tarefa que não abandonava meu pau mesmo estando meio engasgada... o sêmen que escorria da boca era abundante... branco e grosso... estava com o pau e as bolas todinhos molhados... lentamente Julieta foi levantando a cabeça e tirando meu pau da boca... me olhou com os olhos cheios de lágrimas pela falta de ar... tinha todos os lábios e o queixo melados... respirou e respirou... nos olhávamos sem falar... eu terminando de gemer e ela recuperando o oxigênio... olhei pra ela esperando suas palavras... a mão dela brincava com a saliva e a porra no meu pau e nas minhas bolas... me olhou...
Juli - ahhhh... adoreiiiii... sofri um pouco mas gostei... não sabe como minha buceta tá molhada, meu amor... me deixa muito excitada você me tratar assim... como uma puta... mas agora você tem que devolver o favor, filho da puta... (já ouvi-la me xingando me dizia que ela estava nos seus melhores dias de vadia)...
Ela se levantou e tirou a calcinha fio-dental e os saltos... sem me deixar recuperar, subiu no sofá e, de pé, abriu as pernas, uma de cada lado da minha cabeça... deixando a boceta inchada na porta da minha boca, me agarrou pelo cabelo e me empurrou pra ela...
Juli- Agora chupa bem minha boceta que eu tô com muito tesão... vai, filho da puta... chupa ela toda que eu não aguento mais... (eu pensei que eu tava excitado, mas a Julieta tava pior)... vai, chupa, chupa...
Juli me agarrava pelo cabelo e esfregava toda a xota na minha cara, movia a quadril me empurrando pra ela... obviamente eu perdi a ereção lentamente, mas sabia que a noite dava pra mais e eu tinha que devolver o favor como ela bem disse... minhas mãos apertaram sua bunda, trazendo sua vagina pra minha boca... abri o máximo que pude a boca e percorri cada parte da sua boceta com a língua... enfiava ela pra dentro... chupava... esticava os lábios vaginais com meus lábios pra fora... chupei ela inteira... ela estava toda molhada...
Juli- aiiii siiim, filho da puta, como você tá comendo minha boceta, por favorrr... (ela nunca parou de me agarrar pelo cabelo e mover o quadril)... come minha boceta assimmmm... aiiii... que vadia que eu me sinto... (enfiei dois dedos na boceta dela enquanto continuava chupando... masturbação e chupada... masturbação e chupada)...
Ouvi a Julieta dizer todo tipo de barbaridade enquanto recebia sexo oral, sem parar de chupar sua boceta, os dedos que entravam e saíam da sua boceta buscaram seu orifício anal... sem preparação nem nada, comecei a enfiá-los no cu... fazendo pressão, enfiei dois dedos inteiros na bunda e os deixei lá enquanto minha língua fazia estragos na sua vagina... ela enlouqueceu... parou de mover o quadril... flexionou levemente as pernas, afastando sua... Buceta na minha boca e de cima ela me olhava... eu comecei a meter e sacar os dedos do seu cu... ela abria a boca mas sem emitir som algum... franzia o nariz... agarrei sua bunda com os dedos por vários minutos, cada vez mais rápido e fundo... Julieta, com apenas caretas no rosto, dizia de tudo... minha mão se movia cada vez mais rápido até que a vejo me agarrar o braço que fazia o trabalho masturbatório... ela me freou e lentamente tirou meus dedos da bunda... tão sujo era o sexo que estávamos tendo que fui recuperando a ereção... me dava muito tesão vê-la assim de novo... tesão demais e para piorar Julieta estava naqueles dias sem limites... desceu do sofá e sem dizer palavra me deu as costas... foi em direção ao sofá onde estava sentada antes... que pedaço de bunda se via... grande e carnuda... apertada naquela peça que só fazia empurrá-la mais para fora, a vejo pegar o que trazia enrolado em uma camiseta... eu continuava sentado e comecei a tocar meu pau semi ereto e todo cheio de sêmen e saliva... muito molhado... comecei a me masturbar de novo... ela me mostra um vibrador dos três que tem em sua coleção... é realístico, cor de pele... 20 cm semi curvado, com testículos e ventosa... ela serve meio copo a mais de uísque e toma de uma vez... novamente a careta pelo álcool...
TESÃÃÃO...
Sem dizer uma palavra, coloca o vibrador no braço do sofá onde ela estava sentada... vira e me dá as costas... coloca um joelho no assento do sofá e a outra perna estendida com o pé apoiado no chão... foi se inclinando aos poucos, deixando-se cair sobre o membro de borracha... de trás observei como introduziu o brinquedo lentamente na buceta... até quase engolir os 20 cm... levou seu torso para frente apoiando-se na elevação do braço do sofá... assim aberta, com o braço do sofá entre suas pernas, via como mexia a bunda devagar... de trás para frente... se pegando no... vibrador... essa atitude deixou meu pau duro como no começo... fazia muito tempo que não tínhamos sexo nesse nível... e foi como um viagra pra mim... tinha minha Julieta de volta em casa... fiquei de pé e me aproximei... apoiei minha mão nas costas dela e indiquei a posição... inclinei bem seu torso pra frente, deixando a bunda bem empinada... seus movimentos eram lentos porque a ventosa não grudava direito no tecido do sofá, então se ela se mexesse mais rápido atrapalharia a penetração... ela não subia e descia, mas enfiava bem fundo e se movia pra frente e pra trás... me agachei, peguei cada nádega com as mãos e abri sua bunda... enfiei o rosto no meio da sua bunda e enquanto ela se fodía devagar com o brinquedo, eu chupava seu cu... ela se mexia bem devagar, curtindo a invasão do nosso amigo da vez... minha língua lambia seu ânus... introduzia só um pouquinho... tirava... apertava forte suas nádegas com minhas mãos, abrindo bem esse cuzão... dava pra ver o buraco do seu cuzinho rosado... lindo... voltei a chupar sua bunda como se fosse a iguaria mais gostosa... dava pra ouvir minha mulher gemendo bem excitada... chupei seu cu por vários minutos, só na lambida e enfiando a língua... Julieta se mexia sempre devagar... com os 20 cm dentro da buceta... curtindo isso que sentíamos tanta falta... ela não falava... só gemia... depois de vários minutos chupando sua bunda, fiquei de pé... o pau bem duro e me deu ainda mais tesão ver que tinha saliva e resto de porra da gozada anterior... andei pra ficar perto do rosto da Juli... ela me viu... apoiou o rosto de lado na parte de cima do braço do sofá, tudo sem parar de foder devagar com o vibrador... olhou pro meu pau duro e molhado bem perto da sua boca e depois olhou nos meus olhos...
Juli- Me dá...? (e abriu levemente a boca... sorrindo só um pouco... com cara de menina safada)...
Sem responder, aproximei meu pau da boca dela e enfiei devagar... entrando e Saindo lentamente da sua boca... apoiei minha mão na sua cabeça, segurando sua boca devagar... tremendamente excitante vê-la chupar um pau duro com restos de porra e saliva... seu rosto imóvel recebia o pau... bem devagar eu metia e tirava da sua boca... no canto dos lábios dela se acumulava saliva e restos de sêmen... tirei o pau... tudo bem lento e sem parar de nos olhar... com meus dedos juntei o que tinha no tronco e nas bolas... mistura de saliva e porra... tudo que pude e sobrava... levei até seus lábios ainda vermelhos... e novamente aproximei meu pau da sua boca... agora a visão era mais perversa... à medida que entrava e saía devagar, sua boca ficava mais encharcada a cada vez... devagar... por alguns minutos fiquei metendo na sua boca lentamente e sem tirar... e ela sem parar de se masturbar com o vibrador... até que tirei e vi seu rosto... estava em chamas... sua boca entreaberta me mostrava a língua e lábios esbranquiçados... com espuminha... ela me olhou...
Juli- Me beija... (com uma voz de puta impressionante)...
Não emiti palavra... inclinei-me sobre seu rosto, aproximando o meu... peguei seu rosto e comecei a beijá-la na boca sem me importar que ela estava com restos do meu sêmen... o tesão era extremo... outro nível... nossas línguas se misturavam ao máximo... eram beijos de boca aberta... nos chupando... podia sentir a viscosidade em nossas bocas e isso me dava mais tesão... parei de beijá-la, afastando-me só um pouco... ela me olhou...
Juli- Me beija, filho da puta... me beija com a boca cheia de porra... me beija toda...
Voltei a beijá-la mais frenético... lambidas por toda a boca e o rosto... agora éramos nós dois que tínhamos o rosto molhado de saliva e restos do meu sêmen... nunca me importei... era sexo na sua versão máxima... nós dois sozinhos nunca havíamos sido tão perversos... tão nojentos... dava pra sentir o clima pesado na sala... ficamos nos beijando assim por minutos, a ponto de nossos rostos ficarem todos molhados... senti o pau muito duro e uma vontade... terrível de penetrar... parei de beijá-la e a olhei...
Eu - Pra bem que esse cu eu vou comer... (fazia meses que não dava no rabo)...
Fui atrás dela... Julieta arqueou bem a bunda e jogou um pouco pra trás... por favor... parecia enorme, redondo, bem carnudo... vê-la por trás toda enfiada nesse traje preto de lycra e só a bunda pelada era tremendo... somado a isso ela nunca tirou os 20 cm da buceta... cuspi na minha mão e passei no buraquinho... aproximei a cabeça do pau na entrada do esfíncter dela... apoiei e fiz pressão... devagar... ela ficou quieta pra permitir a penetração... entrou a cabeça e esperei uns segundos... cuspi mais no meu tronco e lentamente fui enfiando todo o pau no cu da minha mulher até entrar por completo...
Juli - Devagar, por favor... faz devagar...
Me posicionei bem atrás dela... o cu da Juli estava quase no final do braço do sofá... a posição pra penetrar era perfeita... praticamente deitou o torso... minhas pernas semi flexionadas pra ficar na altura... minhas mãos sobre as nádegas dela abrindo bem o cu... podia ver perfeitamente como meu falo penetrava analmente a Julieta... minha Julieta... comecei a comer ela devagar pela bunda... tirando meu pau quase por completo pra voltar a entrar... tudo bem devagar...
Eu - Ahhh... que bem que tô te dando o cuzinho... como sentia falta de comer sua bunda, putinha... (comia ela devagar)...
Juli - Ahh, sei... devagar... sinto perfeitamente assim... ahhh... eu também sentia falta de você me comer pela bunda... ahhh... (tava bêbada e com tesão)...
Eu - Me deixa louco quando você fica assim... bem putinha... sem limites... assim que sempre gostei de você... que você seja bem putinha me encanta... (continuei comendo ela devagar)...
Juli - Você gosta assim?... ahhh... bem putinha você gosta?... (quando ela começa a falar me dá um nó na cabeça)... hoje tô muito putinha... putinha, putinha, putinha...
Eu - Siiiim... bem putinha... você é putinha desde... garota e você vai ser assim a vida toda... sempre gostou de mostrar a bunda e que os caras queiram te comer... e isso eu adoro...(entrando e saindo bem devagarinho... pra não atrapalhar a conversa... a julieta parecia que cada vez que falava empinava mais a bunda)...
Juli- ahahha... siiim...... sempre fui uma puta... e adoro que olhem minha bunda... que queiram me comer... que os caras fiquem de pau duro com minha bunda...
Eu- E você gosta de ter dois paus... por isso trouxe o brinquedo... tava com vontade de ser preenchida por todos os lados... sentiu falta, puta...(continuei penetrando ela devagar)...
Juli- ahhh siim... senti falta disso... me sinto toda preenchida...(ela começou a se mexer devagar... eu fiquei parado e era ela agora que empurrava devagar pra trás)...
Eu- Sente falta do pau do Rober? ou do Daniel?... podemos marcar algo se quiser...
Juli- ahah nãoooo... não sinto falta de nenhum dos dois... sentia falta de me sentir assim tão puta... como agora... que não me importo com nada... só quero que me comam...(como se começasse a se mexer mais rápido)...
Eu- Eu também senti sua falta, puta... e também sinto falta de te ver de quatro montada por outro macho e ver a cara de puta que você faz quando outro pau fode esse cuzão que você tem... ver como eles ficam desesperados pra te comer cada vez mais... te ver assim... bem puta e entregue... de bandeja... que seu pai nem imagina a puta que a filha dele virou... o quanto ela gosta de pau...(a juli já estava enfiando o pau com vontade no cu)... sinto falta de ver como o Daniel te comeu quando você achou que eu tava dormindo... ou quando o Rober te comeu sem eu estar em casa... sinto falta dessa puta... da Juli bem puta... da patricinha fina e bem puta...
Juli- ahhhh... mmmm... nesses dias eles se aproveitaram de mim... eu não queria... e me comeram de verdade, amor... comeram sua mulher pra valer... nesses dias me senti a mulher mais puta de todas... me deixando comer por outros machos... me perdoa, meu amor...(me dizia com uma voz de puta tremenda...)... Yo - Você foi muito puta esses dias... foi longe demais... por isso vou arrebentar sua bunda hoje... por ser vagabunda... você deixou nosso amigo tão excitado que ele acabou arrombando seu cu na nossa cama... até a buceta ele encheu de porra...
Juli - Ahahah, ele me encheu mesmo aquele dia... encheu minha buceta de porra... sua buceta... ele enfiou aquele pau grosso que tem e me encheu de porra... depois me deu pra comer, amor... e eu estava com fome... e você não estava... comi toda aquela porra gostosa que ele tem...
Yo - Que puta que você é... e como eu gosto de você assim... garota sexy e vagabunda... como sinto falta de ver você sendo comida por outro homem... vamos ter que armar alguma coisa... porque você está com vontade de novo... não vai mentir pra mim... coitado do seu pai se visse a menina malcriada como gosta de uma suruba...
Juli - Ahhhhh... meu papai não imagina o quanto eu sou puta... a vagabunda que a menina dele virou... como eu gosto de pau... de porra... ahhh... que tesão que eu estouyy... (a dupla penetração já tinha pegado seu ritmo... foder ela devagar pela bunda tinha dado uma boa dilatação e Julieta já se movia com bom ritmo... e não parava de falar)...
Yo - Sua mãe também não faz ideia... (aí decidi agir e comecei a me mover... não tão rápido... mas constante... entrando e saindo do seu cu... minhas mãos agora em seus quadris)... até seu próprio irmão quer comer essa sua bunda... seu tio Andrés pagaria pra te foder como estou te fodendo agora... vejo como ele olha sua bunda... como olha o cu da sobrinha... com certeza se masturba desde que você era garotinha... se sempre mostrou a bunda demais...
Juli - Ahhahh... é verdadd... meu tio sempre foi um punheteiro... (só de ouvir isso comecei a enfiar no seu cu um pouco mais rápido)... sempre me dizia coisas desde pequena... (não sabia se estava me dizendo só pra dar mais tesão na foda ou se realmente era verdade... mas não importava... ela tinha soltado a língua)...
Yo - Ahhh... conta, puta... me diz o que ele falava... vamos, que gosto de ouvir.....(já estava metendo um pouco mais rápido na bunda dela e ela aguentava e parecia que estava gostando cada vez mais)...
Juli- ahah ahah....devagar javi.....ahh.....quando eu era pequena ele dizia que eu era muito linda....mas sempre me abraçando ou segurando pela cintura....é mão boba....quando estávamos na piscina ele sempre me olhava...ficava olhando minha bunda toda hora...
Eu- ahh...como isso me deixa excitadooo....sua puta da mãeee...e como ele não ia olhar sua bunda....olha o rabão que você tem filha de puta....com certeza ele bate punheta imaginando te foder....que fode a menina da família...a filha da irmã dele.....(mesmo já enfiando com ritmo ainda não sentia vontade de gozar...e ela parecia gostar de aumentar meu tesão)...
Com esse início de conversa ficamos acho que uns dez minutos...talvez um pouco mais.....mas tudo foi bem devagar....bem aproveitado pelos dois......abrindo a bunda dela aos poucos...
Juli- ahhhhhyyy como você está abrindo minha bunda filho de puta ......por favorrrrr....ahhh.....e sabe amor...?.....às vezes o tio vinha em casa de manhã e eu descia de fio dental para tomar café....não sabe como ele ficava....me comia com os olhos...ficava louco....ahhhh.....se desesperava para me olhar....e eu era tão novinha......ele é um degenerado o tio...
Eu- nãooooo....você é uma filha da puta ....mostrava a bunda de fio dental pro seu tio....vadiaaaa....(aí comecei a meter com um pouco mais de força....).....que puta que você ésss.....te amo assimiiii putaa.....vou arrebentar sua bunda como faz tempo que não arrebento....toma toma toma toma...(o castigo anal tinha começado....comecei a penetrar forte na bunda dela....segurando bem forte seu quadril a enfiava puro pauzão)......toma toma toma...
Juli- ai ai aiiiaiai ai ai aii javiiii aiii mais devagar...brutoooooooo....paraaaaaaa.....(baixei a intensidade um pouco já que ela esticou uma mão para trás para segurar meu braço...sinal para ir mais devagar)...
Eu- ahhh perdooonaaaa.... mas você me deixa com o pau latejando com o que você fala..... tô com o pau ardendo...
Juli- ahaha eu também tô com o pau latejando.... mais um pouco e eu gozo... tô muito excitado e você vai me fazer gozar a qualquer momento..... continua mas não tão forte.... vai vai... me come mas não tão forte..... ahhhhh ahhh.....(eu via que conforme eu a comia ela sentava com força no aparelho de borracha.... ela tava louca... excitada... bêbada... pervertida)...
Eu- Como eu queria ter te visto de garotinha com seu tio..... uma putinha safada que dá pro próprio tio.... você é muito filha da puta.... como você vai se exibir de fio dental na frente dele..... assim de garotinha... garotinha e bem bunduda.... nãooo nãoooo..... que tesão doentio....
Juli- ah ah ah ah.... me come me come me come.... não para... vai que eu vou gozar.... vai vai...... come a putinha da família.... sim sim sim sim vai vai vai... me come.... me imagina de quatro na frente do tio vai... você gosta disso..? você gosta disso filho da puta..? nojento.... pervertido do caralho.... se você gosta então não para.... imagina que você é meu tio andres vai.... e fode a incestuosa da sua sobrinha.......(juli queria que eu a comesse mais devagar mas eu tava apagando fogo com gasolina)...
Eu- ahahahah..... siiiim..... vadiazinha..... olha essa raba que você temmmmm..... sempre quis comer o cu da minha sobrinhaaaa...... ahhh.... você gosta do pau do tio bem enfiado no seu cuuuuu...( não consegui ir devagar.... aumentei a velocidade de novo)....
Juli- ayyyy siiiim tiooooo sempre quis que você me comesse a bundaaaaa..... por isso eu sempre mostrei pra você..... e você nunca comeu...... tira suas vontades vai.... arromba minha bundaaaaaa.....
Aí não consegui suportar tanto tormento psicológico de uma conversa dessas... agarrei ela firme pelos quadris e comecei a comer ela com tudo... até o fundo... tirando e metendo quase o pau todo pra comer ela com toda a extensão do pau... tudo com força e violência... dava pra ouvir o smack smack smack smack das nádegas dela... dava pra ver como as nádegas dela tremiam a cada enfiada minha... eu estava arrebentando aquele cu como fazia tempo que não arrebentava... estava tirando toda minha vontade de comer esse cu... já sentia ele bem dilatado... uma enculada com todas as letras... e nossa conversa fazia os orgasmos ficarem ainda mais próximos... muita tensão e tesão... comi o cu dela com força por uns cinco minutos... que parece pouco mas pra uma enculada bruta é demais...
Juli- ahahahahahha... não paraaaaa vou gozarrrrrrrrrrrrrrrrrr... ahahahhahahahaha... (Juli ficou toda tensa e calou... eu continuei comendo o cu... enquanto ela gozava... e de repente...) ahahahahahhaaahahahahahahhahahah... estouuu tendo um orgasmo brutallllllllllllllllll...
Ouvir que ela estava gozando só de levar rola no cu enlouqueceu meu ser... enquanto o orgasmo dela rolava... não parei de enrabar... mais e mais... e mais... não parei de comer aquele cu... e a vontade também estava chegando em mim... empurrei ela contra o braço do sofá jogando meu corpo sobre o dela... esmagando as nádegas dela com todo meu peso... metendo tudo na bunda... estava quase lá... ouvia o ah ah ah ah ah rápido e ofegante da minha mulher... estava dando uma foda violenta... com tudo que eu tinha... minhas mãos foram por baixo do corpo dela apertando os peitos com força... quase explodindo...
Juli- javiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... paraaaaaaa... você vai me fazer cagarrrrrrrrrrrr... paraaaaaaaa... (eu quase gozando... não conseguia parar... continuei esmagando ela...) ayyyyyy não aguentoooooooooo...
Eu- uf uf uf uf uf uf uf uf... (bufei como um animal... mais algumas enfiadas e o pau explodiu... enfiei tudo lá dentro... o máximo que pude... toda a pressão da minha pelve na bunda dela e gozei... senti me esvaziar como um animal dentro daquele cu lindo... deixei quieto dentro do corpo dela enquanto me... esvaziei... apertei seus peitos e mordi suas costas enquanto terminava de gozar em seu reto)... ahahahahahhahahaha... tô enchendo seu cuuuuuuuuuu...
Fiquei alguns segundos em cima de seu corpo... imóveis os dois... ambos respirando muito ofegantes... tremenda foda que tivemos... fui me levantando lentamente de seu corpo... devagar... olhei sua bunda ainda com meu pau dentro... devagar fui tirando... bem devagar... e no momento em que a cabeça do meu pau saiu de seu cu... um jato de porra branca misturada com um marrom clarinho saiu de seu ânus... tinha deixado aberto com o diâmetro de um cabo de vassoura... tremendo... fiquei parado atrás dela respirando fundo... Juli, com a força que lhe restou, foi se levantando de sua posição enquanto tirava o brinquedo de sua vagina... virou e vi seu rosto... arruinado... todo vermelho... o rosto brilhando de saliva e sêmen... o batom borrado... me olhou...
Juli - Você me matou... mas adorei...
Automaticamente, depois de dizer essas palavras, saiu andando com dificuldade até o banheiro... não dá pra imaginar muito o porquê...
Foi uma noite de recuperação conjugal... sexo do jeito que a gente gosta... renovação... talvez um pouco curta... não ficamos mais de uma hora fodendo... mas extremamente intensa...
CONTINUA........
Ficamos afastados da página por um tempo longo, longuíssimo pra mim (Javi) principalmente, acho que já me conhecem um pouco e sabem que pra mim essa página me reviveu e renovou o sangue no que diz respeito ao sexo. Devo pedir desculpas a todos que nos escreveram e aos quais não respondi na época, sinceramente passaram muitas coisas pela minha cabeça, não estou falando de arrependimento em relação ao vivido com minha mulher, mas sim algo diferente. Depois da última fantasia vivida com Daniel, Julieta fechou com chave e cadeado a porta e a possibilidade de fazer algo novo, muitas conversas nossas e principalmente insistência minha em relação ao tema morriam num NÃO rotundo da minha mulher, principalmente porque ela tinha a ideia fixa de ser mãe. Essa rejeição em relação ao tema tabu me gerou uma espécie de tristeza em relação à página e seguidores, um sentimento de estar sem nada pra oferecer, de estar vazio pra vocês. Juli parou de entrar no Poringa, e eu entrava de vez em quando pra ver alguma mensagem ou outra, mas na hora de responder me pegava uma nostalgia e não conseguia botar os dedos no teclado, seguidores... DESCULPAS E MAIS DESCULPAS.
Nossa vida de março pra cá foi a vida de um casal totalmente tradicional, mesmo que pareça estranho pra muitos. Os dias se consumiram em trabalhar e trabalhar. Em abril começamos com os estudos prévios pra nossa tarefa de sermos pais, os quais deram positivos, ambos estamos saudáveis e na corrida pra procriar. Fizemos os deveres correspondentes em maio, junho e julho mas sem chegar ao objetivo, coisa que deixou Julieta um tanto irritada. Se a conhecessem entenderiam do que falo, Juli é tremendamente impaciente, demais, se quer algo quer já... como se fosse uma menina de 15 anos, talvez ingênua apesar de ter passado dos trinta anos, pensando que em poucos meses já ia engravidar. Produto desse presente, as conversas com a doutora se As palavras da médica eram constantes, especialmente para a Juli, sempre as mesmas... e se repetiam... "Julieta... você tem que ser paciente... você e seu marido são compatíveis e saudáveis... é preciso dedicar o tempo que for necessário... os nervos e os baixos astrais jogam contra... quando menos esperar, você vai engravidar... há casais que engravidam rápido e outros que não..." e todas essas coisas. Esse assunto tinha a Juli com a ideia fixa, era normal eu chegar do trabalho e encontrar minha sogra tomando mate e falando sempre do mesmo assunto com a filha. Pra ser sincero e não ficar chato... minha sogra foi a melhor psicóloga que minha mulher poderia ter... incontáveis cuias de mate compartilhadas com a filha até que mais ou menos a convenceu de que isso poderia levar um tempão, mas que ela não devia esperar com tanta ansiedade... porque se não aparecem as duas risquinhas no teste, isso dá uma deprê, o estresse do trabalho também influencia e coisas assim... a busca não podia ser obsessiva... pelo contrário... paciente, e repito de novo... se conhecessem a Juli, saberiam que não é fácil conseguir isso com ela.
É bom esclarecer que em maio recebi algumas mensagens de texto do Daniel, dando oi e perguntando como iam as coisas, obviamente o cara estava jogando a isca pra ver se pescava, mas eu ficava mais pra baixo sabendo o quão distante isso estava, coisa que eu deixei claro pra ele, informando que entraria em contato se tivesse alguma novidade boa, ele entendeu nosso presente e me mandou os melhores desejos.
Julieta, nesses poucos meses de busca, tinha perdido pouco a pouco o ânimo de sempre, aquela frescura e alegria que a caracterizavam iam se consumindo com o passar dos dias, ela estava sempre pensativa e com um humor não tão cordial, a ideia fixa 24 horas por dia, quase não ia mais pra academia, não tinha vontade de sair, cara de cu com frequência, a intimidade... o sexo tinha virado uma merda... monótono e sempre nas mesmas posições... gozava de um jeito que pra ela Ela era a indicada para dar maiores chances de engravidar... uma verdadeira droga... e não digo isso porque eu não queira ser pai... mas porque percebi que esse assunto e a impaciência da minha mulher tinham transformado minha Julieta em questão de meses... essa impaciência acho que é o maior defeito dela e estava gerando uma espécie de depressão, até tinha começado a tomar uns remédios para conseguir pegar no sono já que esse probleminha não a deixava dormir, vocês vão dizer que ela foi dramática demais, bom sim... não se enganem. Tudo isso levou a que discutíssemos por qualquer bobagem, o copo estava transbordando. Poderia escrever uma história inteira sobre esse tema, mas resumo em um parágrafo o problema de casal que nos causou essa mudança emocional da minha mulher, eu me sentia sobrecarregado, estava com os ovos apertados como nunca, ao mesmo tempo triste por vê-la assim, e sem saber como resolver o problema, que na verdade não era problema, era só questão de tempo e perseverança, mas algo tão simples era uma tarefa difícil na hora de fazer a Juli entender, ela sempre dizia.... "estou bem... estou tranquila"... obviamente seu rosto e suas ações não demonstravam o que suas palavras diziam.
O que resultou de tudo isso..... mês de Agosto, chegar uma tarde do trabalho e encontrá-la me esperando com o chimarrão para conversar... ela me disse que tinha conversado muito com a mãe dela, sou testemunha disso... foram meses (minha sogra a tinha criado com puro mimo e era ela mesma que sabia como lidar com a filha) que ela tinha pensado muito no assunto e tinha tomado uma decisão...... os pontos mais importantes dessa conversa:
1) Íamos suspender a busca por um tempo, pela razão de que ela queria se recuperar emocionalmente, a mãe dela fez com que ela entrasse na razão de que essa primeira tentativa estava sendo levada pelo caminho errado, tudo devido aos seus nervos e falta de paciência, que ela devia recuperar sua vida habitual, clarear a cabeça, e que se ela estivesse bem.... a gravidez ia chegar quando eu menos esperasse. Ela voltaria a tomar pílulas anticoncepcionais por um tempo.
2) Sua vida profissional chegaria ao fim em dezembro deste ano, ela me disse que pararia de trabalhar para se dedicar exclusivamente a si mesma, à casa, e a dar mais tempo ao casal. Economicamente falando, embora não sejamos milionários, também não temos necessidade de que ela trabalhe, então dei o ok em relação a tudo que ela me disse, afinal, naquele ponto, a única coisa que eu queria era recuperar a Julieta que sempre conheci.
3) Depois que ela parar de trabalhar, boas férias para descansar, nos distrair, recuperar o casal alegre que sempre fomos, e depois de tudo isso voltar ao tema da gravidez, mas de uma perspectiva diferente, com muito mais calma e perseverança... sem prazos.
Para ser sincero, pra mim tanto fazia. Desde que começamos a tentar, sempre fui consciente de que isso poderia levar tempo. Se dependesse de mim, não teria interrompido a busca, mas a Julieta não estava encarando da mesma forma, então achei que a decisão dela foi acertada sobre o assunto. O inverno foi cruel, somado ao abandono da Julieta nos meses anteriores, resultou em ela ganhar alguns quilinhos. Ela não se cuida na alimentação... mas sempre compensou esse descuido com muita atividade física, nada alarmante também... mas dava pra ver um certo excesso na sua figura comparando com a do último verão... uma barriga um pouco evidente... quadris mais largos... bunda gordinha. No dia seguinte àquela conversa, a Julieta começou sua recuperação e, como era de esperar, fez do jeito que caracteriza sua personalidade... a mil por hora. Voltou à academia de segunda a sexta, dieta furiosa, cabeleireiro, salão de beleza... etc etc... todo o arsenal de ferramentas que ela costuma usar quando quer melhorar sua aparência física... para completar sua recuperação emocional... algo que caracteriza todas as Mulheres... sair para comprar de maneira violenta e compulsiva... roupas... sapatos... bolsas... bijuterias... de tudo. Por um lado, eu ficava feliz de vê-la daquele jeito, mas por outro, fazia o cartão de crédito tremer, o que às vezes me fazia sentir como o ator "Marcos" do conhecido comercial do Banco Galicia.
Começamos a sair para jantar nos fins de semana, nos reunir com amigos (incluindo o Rober e sua esposa Carolina) ou ir até a casa dos meus sogros (onde sempre tinha algum convidado diferente aos sábados à noite), como era nosso costume e quase uma tradição. Retomamos a vida à qual estávamos acostumados e que gostávamos. Aos poucos, a Juli foi recuperando seu ânimo habitual. Não foi do dia para a noite, foi gradual, mas o fato de focar nela mesma a ajudou muito a dissipar aquele mau humor que ela tinha. Já no mês de setembro, Julieta era minha Julieta de novo. Ela não tocou mais no assunto da gravidez. No trabalho dela, já estavam cientes de que a Juli deixaria seu cargo no fim do ano. Ela, nos momentos em que estávamos juntos, não parava de planejar coisas para quando fosse apenas dona de casa e me contava tudo. Até teve a ideia de reformar a cozinha da nossa casa (ela falaria com os pais dela pedindo um empréstimo) e o quincho no quintal, o que me fascinou pela ideia. Não sei se já contei em relatos anteriores, mas já temos casa própria, modesta e nada luxuosa, mas espaçosa e com um fundo e quintal generosos, na zona sul da Grande Buenos Aires.
Vê-la daquele jeito tão ativa me encantou. Julieta foi recuperando sua fisionomia, perdeu uns quilos. Embora não tivesse o corpo de quando era adolescente, eliminou aqueles pequenos pneuzinhos na barriga... afinou o quadril... estilizou um pouco as pernas... e, obviamente, a bunda ficou linda.
Aos poucos, fomos retomando nosso tesouro... o sexo foi mudando em relação aos meses anteriores... voltaram a aparecer as lingeries... os brinquedos e ver pornô de vez em quando. Tudo estava voltando à normalidade. Feliz.
Dia da primavera, caiu na quarta, então propus à minha rainha comemorarmos no sábado 24, jantar só nós dois em algum restaurante de caba. Naquele sábado fomos jantar, um jantar bem romântico digamos, eu de jeans, sapatos, camisa branca e um blazer esportivo, julieta com um jeans azul justo que apertava lindamente a bunda dela, sandália de salto, uma camisinha justa um pouco decotada e um casaquinho de verão, lábios vermelhos como eu gosto, cabelo solto liso e com franja, linda demais. O jantar foi como uma espécie de renovação, conversamos o tempo todo... nos olhávamos nos olhos... rimos... nos beijamos... muito amor... a conversa focou basicamente na recuperação emocional dela, falamos muito sobre como a busca tão obsessiva tinha afetado o casal... e ambos concordamos que a ideia central era sermos quem sempre fomos e depois tudo chegaria na hora certa... via minha mulher voltando a ser ela mesma e me apaixonava mais... como era de se esperar bebemos bastante vinho em umas três horas que ficamos no lugar... várias garrafas desfilaram pela nossa mesa e como de costume vi a juli com seu sorriso clássico de quem já passou da conta... não queríamos sobremesa... convidei-a para ir a alguma balada ou bar para continuar a noite... mas a juli me interrompeu... eram apenas pouco depois da uma da madrugada... os dois estávamos bem alegres pela bebida...
Juli- Não quero sair, amor... vamos pra casa que tô com vontade de brincar... (me olhando nos olhos e sorrindo)...
Eu- Gostei da ideia, hein... (olhando nos olhos dela)... e me diz... com o que você quer brincar...?
Juli- mmmm... de ser malvada... hahaha... (olhei para ela por alguns segundos pensando)... faz tempo que não brincamos diferente... e eu fiquei pensando e me vieram umas ideias hahaha...
Eu- Você está dizendo... (antes que eu pudesse articular palavra ela me interrompeu... obviamente me conhecia)...
Juli- shhh... eu disse de ser malvada com você, tá... hahah... não comece a viajar... haha... te conheço ...porco... Eu - haha... para aí... o que você tá dizendo... nem me deixou falar haha... Juli - haha bobo... só tô esclarecendo isso... porque sei que você logo sai voando pra qualquer lado... vamos pra casa... eu fico linda pra você e a gente brinca... aproveita que tô me sentindo meio hot... haha Eu - Não se fala mais nada... peço a conta e vamos embora... Terminamos a garrafa de vinho, pagamos e fomos direto pra casa. Assim que entramos, fui direto pro meu barzinho... antes tirei o paletó e coloquei uma música, Julieta entrou no quarto me dizendo pra esperar na sala e baixei a persiana da janela que dava pra rua. Servi dois copos de uísque pra esquentar bem a noite, deixei a garrafa na mesinha de centro e esperei sentado no sofá, já estava excitado só de saber que íamos retomar o sexo que a gente adora... tomei dois goles... acendi um cigarro e esperei... uns dez minutos se passaram até que senti Julieta se aproximando por trás... o barulho dos passados de salto me entregou, não virei a cabeça, só esperei ela aparecer... sua imagem surgiu na minha vista... ela andou até ficar na minha frente... girou no próprio eixo pra me mostrar a roupa e me perguntou... Juli - Gostou...?.. (me perguntou com semblante sério e voz de puta)... Mesmo já conhecendo a roupa, fazia muito tempo que não a via usando e sinceramente adorei, um dos seus catsuits preto inteiriço... todo o corpo coberto de lycra e renda, abertura na área íntima na frente e atrás, mas ela trazia uma calcinha fina cobrindo a bunda e a buceta, os peitos nus saíam apertados por um buraco no tecido, a boca bem vermelha e o cabelo preso num coque... gostosona pra caralho... ela trazia na mão algo embrulhado numa camiseta que não consegui distinguir o que era... Eu - A-DO-REI... gira de novo... quero ver sua bunda... (ela girou e, sem se arquear, só parada me presenteou com alguns segundos da bunda em primeiro plano... só as nádegas ao ar, divididas pela fina tela do fio dental... embora ela tivesse emagrecido, sua bunda estava um pouco mais proeminente do que no último verão... duas nádegas grandes e redondas engoliam completamente o tecido da sua calcinha... sem estar caída... sua bunda vence a gravidade por goleada... um cuzão da (use a palavra: buceta) da piranha... como eu sentia falta daquela bunda vestida assim... que rabão você tem, meu amor... (me tocando o pau por cima da calça... estávamos bem bêbados os dois)...
Olhei o copo que tinha servido para ela, ela o pegou da mesinha que estava a meio metro das minhas pernas e bebeu metade de uma só vez... fez aquela careta típica quando bebidas fortes queimam a garganta... soltou um aaaahhhjjj assimilando o poder do álcool... ela se aproximou da poltrona que estava na minha frente e largou o que tinha na mão... sentou... abriu as pernas me encarando fixamente nos olhos... eu permaneci calado... me tocando o pau e tomando pequenos goles... eu gostava de vê-la agir sem falar... ela aproximou o copo da boca, pôs a língua para fora e de maneira sensual percorreu a borda do copo sem parar de me olhar... o pau estava duro o suficiente para quebrar nozes... ela inclinou a cabeça para trás e bebeu até a última gota... deixou o copo na mesa e me encarou...
Juli - Mostra o pau... se toca me olhando... e eu me toco para você...
Em dois segundos me despi completamente... ficando totalmente nu na frente dela... sentei novamente e, com as pernas abertas, comecei a me masturbar sem falar... só a olhava nos olhos... puxava bem a pele do pau para trás e mostrava bem a cabeça... como se estivesse oferecendo para ela... ela abria a boca... apoiou as costas no encosto da poltrona, abriu bem as pernas... puxou o fio dental para o lado e começou a se massagear a (use a palavra: buceta) perfeitamente depilada... tudo sem parar de me olhar... nós dois estávamos nos masturbando sem falar... nos encarando a uns dois metros de distância... distância... como se fôssemos adolescentes, curtíamos uma masturbação tremenda... foi assim que fizemos por vários minutos... mais de dez... lentamente nos dávamos prazer visual recíproco... dava pra ver a umidade da sua buceta... o brilho da lubrificação... era enorme a tesão que sentíamos os dois... esses jogos tinham ficado enterrados há meses e retomar era lindamente perverso... sempre fomos punheteiros os dois desde moleques... me sentia de novo um cara... esses minutos de masturbação aumentavam meu tesão a passos gigantes, fazia muito tempo que não curtia isso que tanto gosto e nós gostamos... sentia que só de me tocar ia gozar a qualquer momento, muita tensão inchava a cabeça do meu pau, a roupa pornô da minha mulher piorava as coisas... a safadeza da minha cabeça se comunicou com minha mão direita e a velocidade da minha punheta aumentou... estava me masturbando rápido... olhei a mão da Juli que em círculos também aumentava a velocidade sobre seu clitóris... cerca de quinze minutos foram demais pro meu primeiro gozo...
Eu - ahhhh... vou gozar a qualquer momento... (sem me mexer e olhando nos olhos dela)...
Julieta ao me ouvir parou de se masturbar, se levantou e se aproximou. Eu não mudei de postura... só parei minha masturbação pra ver o que ela queria fazer... ela se agachou... joelhos no chão e se colocando entre minhas pernas agarrou meu pau com a mão começando a lamber... sua mão direita puxou a pele do meu pau bem pra trás... ao máximo... expondo bem a glande a ponto de me fazer doer... tinha o pau que me explodia... me olhando nos olhos manteve a pele sempre pra trás e sua língua não parava de lamber meu pau... sua língua subia e descia da cabeça da minha rola... enfiava a cabeça na boca e chupava pra depois voltar a lamber... estava me fazendo um sexo oral tremendo... dos melhores... usava muita saliva... ver a boca vermelha dela chupando meu pau estava me deixando louco... nunca me mexi... só ficava olhando, bem gostoso... de repente ela abre bem a boca e foi enfiando devagar... fechando os lábios no meu pau... descia e descia... até sentir que estava na garganta... ela com meu pau completamente dentro da boca, botava a língua pra fora como se fosse pegar ar... não aguentei tanta submissão... um fogo violento sacudiu minhas veias de tesão... vê-la de novo tão puta me enlouqueceu... agarrei a cabeça dela, fazendo mais pressão do que ela estava fazendo... o pescoço dela ficou tenso... ela teve duas ou três ânsias, cuspiu meu pau e fez força pra sair porque estava engasgando... soltei e tirei meu pau da boca... o pau todo cheio de baba, e os fios de saliva ligando os lábios dela e meu pau sem se soltar... muita, mas muita baba... o pau todo cuspido... ela abriu a boca procurando o ar que faltou momentos atrás e respirou fundo, tossindo um pouco ao mesmo tempo... eu segurava a cabeça dela enquanto ela recuperava o ar e me olhava... notei aquele olhar de puta safada que tanto sentia falta... lacrimejando por falta de ar...
Eu — Vai... de novo... enfia tudo... puta... como senti falta, puta linda... (falei de um jeito firme e seguro... dominante)... de novo, vai... engole tudo...
Sem que ela agisse, peguei a cabeça dela e, deixando-se levar, ela enfiou devagar e fundo... devagar senti chegar na garganta dela... em segundos o ar começou a faltar de novo... eu fazia forte pressão na boca dela... sentia o nariz dela no meu abdômen... ela teve ânsias de novo, cuspindo de novo... mantive a pressão até sentir a tensão no pescoço dela querendo sair da posição... ela ficava sem ar e se engasgava... eu permitia e de novo ela abria a boca respirando fundo... o pau todo molhado de saliva em forma de espuminha... até as bolas estavam molhadas da saliva que escorria pelo meu corpo... minhas mãos sem largar a cabeça dela... dez... quinze segundos... e enfiei de novo... nunca em toda nossa relação tinha tratado ela assim num boquete... eu estava perversamente excitado em questão de minutos... e ela, puta e submissa... lentamente entrei na boca dela até encostar no fundo... mas não dava mais... foram uns segundos que mantive ela assim enquanto ela tinha ânsias e voltava a babar... tossia mas não saía... a porra percorreu o tronco do pau a toda velocidade... explodindo na porta da garganta dela... o melhor boquete da minha carreira... carregado de morbidez... o mais abusivo e perverso...
Eu - ahahahahahahahahahahahahahhaa... (pressão na cabeça dela... ela querendo abandonar mas eu não permitia)... ahahahahhahahahah... assimiiii... engole a porra, meu amor... você me fez gozar muito rápido... mas lindooo... ahhhhhh
Ao sentir que o pau já não pulsava... parando de gozar... levemente aliviei a pressão para terminar de descarregar no fundo da boca dela... os lábios da Juli ficaram na metade do meu pau... a boca aberta... ela teve várias ânsias de vômito... cuspindo minha porra e a saliva dela em todo meu pau... uma lambança... via como ela respirava fundo... mas com tanta lealdade à sua tarefa que não abandonava meu pau mesmo estando meio engasgada... o sêmen que escorria da boca era abundante... branco e grosso... estava com o pau e as bolas todinhos molhados... lentamente Julieta foi levantando a cabeça e tirando meu pau da boca... me olhou com os olhos cheios de lágrimas pela falta de ar... tinha todos os lábios e o queixo melados... respirou e respirou... nos olhávamos sem falar... eu terminando de gemer e ela recuperando o oxigênio... olhei pra ela esperando suas palavras... a mão dela brincava com a saliva e a porra no meu pau e nas minhas bolas... me olhou...
Juli - ahhhh... adoreiiiii... sofri um pouco mas gostei... não sabe como minha buceta tá molhada, meu amor... me deixa muito excitada você me tratar assim... como uma puta... mas agora você tem que devolver o favor, filho da puta... (já ouvi-la me xingando me dizia que ela estava nos seus melhores dias de vadia)...
Ela se levantou e tirou a calcinha fio-dental e os saltos... sem me deixar recuperar, subiu no sofá e, de pé, abriu as pernas, uma de cada lado da minha cabeça... deixando a boceta inchada na porta da minha boca, me agarrou pelo cabelo e me empurrou pra ela...
Juli- Agora chupa bem minha boceta que eu tô com muito tesão... vai, filho da puta... chupa ela toda que eu não aguento mais... (eu pensei que eu tava excitado, mas a Julieta tava pior)... vai, chupa, chupa...
Juli me agarrava pelo cabelo e esfregava toda a xota na minha cara, movia a quadril me empurrando pra ela... obviamente eu perdi a ereção lentamente, mas sabia que a noite dava pra mais e eu tinha que devolver o favor como ela bem disse... minhas mãos apertaram sua bunda, trazendo sua vagina pra minha boca... abri o máximo que pude a boca e percorri cada parte da sua boceta com a língua... enfiava ela pra dentro... chupava... esticava os lábios vaginais com meus lábios pra fora... chupei ela inteira... ela estava toda molhada...
Juli- aiiii siiim, filho da puta, como você tá comendo minha boceta, por favorrr... (ela nunca parou de me agarrar pelo cabelo e mover o quadril)... come minha boceta assimmmm... aiiii... que vadia que eu me sinto... (enfiei dois dedos na boceta dela enquanto continuava chupando... masturbação e chupada... masturbação e chupada)...
Ouvi a Julieta dizer todo tipo de barbaridade enquanto recebia sexo oral, sem parar de chupar sua boceta, os dedos que entravam e saíam da sua boceta buscaram seu orifício anal... sem preparação nem nada, comecei a enfiá-los no cu... fazendo pressão, enfiei dois dedos inteiros na bunda e os deixei lá enquanto minha língua fazia estragos na sua vagina... ela enlouqueceu... parou de mover o quadril... flexionou levemente as pernas, afastando sua... Buceta na minha boca e de cima ela me olhava... eu comecei a meter e sacar os dedos do seu cu... ela abria a boca mas sem emitir som algum... franzia o nariz... agarrei sua bunda com os dedos por vários minutos, cada vez mais rápido e fundo... Julieta, com apenas caretas no rosto, dizia de tudo... minha mão se movia cada vez mais rápido até que a vejo me agarrar o braço que fazia o trabalho masturbatório... ela me freou e lentamente tirou meus dedos da bunda... tão sujo era o sexo que estávamos tendo que fui recuperando a ereção... me dava muito tesão vê-la assim de novo... tesão demais e para piorar Julieta estava naqueles dias sem limites... desceu do sofá e sem dizer palavra me deu as costas... foi em direção ao sofá onde estava sentada antes... que pedaço de bunda se via... grande e carnuda... apertada naquela peça que só fazia empurrá-la mais para fora, a vejo pegar o que trazia enrolado em uma camiseta... eu continuava sentado e comecei a tocar meu pau semi ereto e todo cheio de sêmen e saliva... muito molhado... comecei a me masturbar de novo... ela me mostra um vibrador dos três que tem em sua coleção... é realístico, cor de pele... 20 cm semi curvado, com testículos e ventosa... ela serve meio copo a mais de uísque e toma de uma vez... novamente a careta pelo álcool...
TESÃÃÃO...
Sem dizer uma palavra, coloca o vibrador no braço do sofá onde ela estava sentada... vira e me dá as costas... coloca um joelho no assento do sofá e a outra perna estendida com o pé apoiado no chão... foi se inclinando aos poucos, deixando-se cair sobre o membro de borracha... de trás observei como introduziu o brinquedo lentamente na buceta... até quase engolir os 20 cm... levou seu torso para frente apoiando-se na elevação do braço do sofá... assim aberta, com o braço do sofá entre suas pernas, via como mexia a bunda devagar... de trás para frente... se pegando no... vibrador... essa atitude deixou meu pau duro como no começo... fazia muito tempo que não tínhamos sexo nesse nível... e foi como um viagra pra mim... tinha minha Julieta de volta em casa... fiquei de pé e me aproximei... apoiei minha mão nas costas dela e indiquei a posição... inclinei bem seu torso pra frente, deixando a bunda bem empinada... seus movimentos eram lentos porque a ventosa não grudava direito no tecido do sofá, então se ela se mexesse mais rápido atrapalharia a penetração... ela não subia e descia, mas enfiava bem fundo e se movia pra frente e pra trás... me agachei, peguei cada nádega com as mãos e abri sua bunda... enfiei o rosto no meio da sua bunda e enquanto ela se fodía devagar com o brinquedo, eu chupava seu cu... ela se mexia bem devagar, curtindo a invasão do nosso amigo da vez... minha língua lambia seu ânus... introduzia só um pouquinho... tirava... apertava forte suas nádegas com minhas mãos, abrindo bem esse cuzão... dava pra ver o buraco do seu cuzinho rosado... lindo... voltei a chupar sua bunda como se fosse a iguaria mais gostosa... dava pra ouvir minha mulher gemendo bem excitada... chupei seu cu por vários minutos, só na lambida e enfiando a língua... Julieta se mexia sempre devagar... com os 20 cm dentro da buceta... curtindo isso que sentíamos tanta falta... ela não falava... só gemia... depois de vários minutos chupando sua bunda, fiquei de pé... o pau bem duro e me deu ainda mais tesão ver que tinha saliva e resto de porra da gozada anterior... andei pra ficar perto do rosto da Juli... ela me viu... apoiou o rosto de lado na parte de cima do braço do sofá, tudo sem parar de foder devagar com o vibrador... olhou pro meu pau duro e molhado bem perto da sua boca e depois olhou nos meus olhos...
Juli- Me dá...? (e abriu levemente a boca... sorrindo só um pouco... com cara de menina safada)...
Sem responder, aproximei meu pau da boca dela e enfiei devagar... entrando e Saindo lentamente da sua boca... apoiei minha mão na sua cabeça, segurando sua boca devagar... tremendamente excitante vê-la chupar um pau duro com restos de porra e saliva... seu rosto imóvel recebia o pau... bem devagar eu metia e tirava da sua boca... no canto dos lábios dela se acumulava saliva e restos de sêmen... tirei o pau... tudo bem lento e sem parar de nos olhar... com meus dedos juntei o que tinha no tronco e nas bolas... mistura de saliva e porra... tudo que pude e sobrava... levei até seus lábios ainda vermelhos... e novamente aproximei meu pau da sua boca... agora a visão era mais perversa... à medida que entrava e saía devagar, sua boca ficava mais encharcada a cada vez... devagar... por alguns minutos fiquei metendo na sua boca lentamente e sem tirar... e ela sem parar de se masturbar com o vibrador... até que tirei e vi seu rosto... estava em chamas... sua boca entreaberta me mostrava a língua e lábios esbranquiçados... com espuminha... ela me olhou...
Juli- Me beija... (com uma voz de puta impressionante)...
Não emiti palavra... inclinei-me sobre seu rosto, aproximando o meu... peguei seu rosto e comecei a beijá-la na boca sem me importar que ela estava com restos do meu sêmen... o tesão era extremo... outro nível... nossas línguas se misturavam ao máximo... eram beijos de boca aberta... nos chupando... podia sentir a viscosidade em nossas bocas e isso me dava mais tesão... parei de beijá-la, afastando-me só um pouco... ela me olhou...
Juli- Me beija, filho da puta... me beija com a boca cheia de porra... me beija toda...
Voltei a beijá-la mais frenético... lambidas por toda a boca e o rosto... agora éramos nós dois que tínhamos o rosto molhado de saliva e restos do meu sêmen... nunca me importei... era sexo na sua versão máxima... nós dois sozinhos nunca havíamos sido tão perversos... tão nojentos... dava pra sentir o clima pesado na sala... ficamos nos beijando assim por minutos, a ponto de nossos rostos ficarem todos molhados... senti o pau muito duro e uma vontade... terrível de penetrar... parei de beijá-la e a olhei...
Eu - Pra bem que esse cu eu vou comer... (fazia meses que não dava no rabo)...
Fui atrás dela... Julieta arqueou bem a bunda e jogou um pouco pra trás... por favor... parecia enorme, redondo, bem carnudo... vê-la por trás toda enfiada nesse traje preto de lycra e só a bunda pelada era tremendo... somado a isso ela nunca tirou os 20 cm da buceta... cuspi na minha mão e passei no buraquinho... aproximei a cabeça do pau na entrada do esfíncter dela... apoiei e fiz pressão... devagar... ela ficou quieta pra permitir a penetração... entrou a cabeça e esperei uns segundos... cuspi mais no meu tronco e lentamente fui enfiando todo o pau no cu da minha mulher até entrar por completo...
Juli - Devagar, por favor... faz devagar...
Me posicionei bem atrás dela... o cu da Juli estava quase no final do braço do sofá... a posição pra penetrar era perfeita... praticamente deitou o torso... minhas pernas semi flexionadas pra ficar na altura... minhas mãos sobre as nádegas dela abrindo bem o cu... podia ver perfeitamente como meu falo penetrava analmente a Julieta... minha Julieta... comecei a comer ela devagar pela bunda... tirando meu pau quase por completo pra voltar a entrar... tudo bem devagar...
Eu - Ahhh... que bem que tô te dando o cuzinho... como sentia falta de comer sua bunda, putinha... (comia ela devagar)...
Juli - Ahh, sei... devagar... sinto perfeitamente assim... ahhh... eu também sentia falta de você me comer pela bunda... ahhh... (tava bêbada e com tesão)...
Eu - Me deixa louco quando você fica assim... bem putinha... sem limites... assim que sempre gostei de você... que você seja bem putinha me encanta... (continuei comendo ela devagar)...
Juli - Você gosta assim?... ahhh... bem putinha você gosta?... (quando ela começa a falar me dá um nó na cabeça)... hoje tô muito putinha... putinha, putinha, putinha...
Eu - Siiiim... bem putinha... você é putinha desde... garota e você vai ser assim a vida toda... sempre gostou de mostrar a bunda e que os caras queiram te comer... e isso eu adoro...(entrando e saindo bem devagarinho... pra não atrapalhar a conversa... a julieta parecia que cada vez que falava empinava mais a bunda)...
Juli- ahahha... siiim...... sempre fui uma puta... e adoro que olhem minha bunda... que queiram me comer... que os caras fiquem de pau duro com minha bunda...
Eu- E você gosta de ter dois paus... por isso trouxe o brinquedo... tava com vontade de ser preenchida por todos os lados... sentiu falta, puta...(continuei penetrando ela devagar)...
Juli- ahhh siim... senti falta disso... me sinto toda preenchida...(ela começou a se mexer devagar... eu fiquei parado e era ela agora que empurrava devagar pra trás)...
Eu- Sente falta do pau do Rober? ou do Daniel?... podemos marcar algo se quiser...
Juli- ahah nãoooo... não sinto falta de nenhum dos dois... sentia falta de me sentir assim tão puta... como agora... que não me importo com nada... só quero que me comam...(como se começasse a se mexer mais rápido)...
Eu- Eu também senti sua falta, puta... e também sinto falta de te ver de quatro montada por outro macho e ver a cara de puta que você faz quando outro pau fode esse cuzão que você tem... ver como eles ficam desesperados pra te comer cada vez mais... te ver assim... bem puta e entregue... de bandeja... que seu pai nem imagina a puta que a filha dele virou... o quanto ela gosta de pau...(a juli já estava enfiando o pau com vontade no cu)... sinto falta de ver como o Daniel te comeu quando você achou que eu tava dormindo... ou quando o Rober te comeu sem eu estar em casa... sinto falta dessa puta... da Juli bem puta... da patricinha fina e bem puta...
Juli- ahhhh... mmmm... nesses dias eles se aproveitaram de mim... eu não queria... e me comeram de verdade, amor... comeram sua mulher pra valer... nesses dias me senti a mulher mais puta de todas... me deixando comer por outros machos... me perdoa, meu amor...(me dizia com uma voz de puta tremenda...)... Yo - Você foi muito puta esses dias... foi longe demais... por isso vou arrebentar sua bunda hoje... por ser vagabunda... você deixou nosso amigo tão excitado que ele acabou arrombando seu cu na nossa cama... até a buceta ele encheu de porra...
Juli - Ahahah, ele me encheu mesmo aquele dia... encheu minha buceta de porra... sua buceta... ele enfiou aquele pau grosso que tem e me encheu de porra... depois me deu pra comer, amor... e eu estava com fome... e você não estava... comi toda aquela porra gostosa que ele tem...
Yo - Que puta que você é... e como eu gosto de você assim... garota sexy e vagabunda... como sinto falta de ver você sendo comida por outro homem... vamos ter que armar alguma coisa... porque você está com vontade de novo... não vai mentir pra mim... coitado do seu pai se visse a menina malcriada como gosta de uma suruba...
Juli - Ahhhhh... meu papai não imagina o quanto eu sou puta... a vagabunda que a menina dele virou... como eu gosto de pau... de porra... ahhh... que tesão que eu estouyy... (a dupla penetração já tinha pegado seu ritmo... foder ela devagar pela bunda tinha dado uma boa dilatação e Julieta já se movia com bom ritmo... e não parava de falar)...
Yo - Sua mãe também não faz ideia... (aí decidi agir e comecei a me mover... não tão rápido... mas constante... entrando e saindo do seu cu... minhas mãos agora em seus quadris)... até seu próprio irmão quer comer essa sua bunda... seu tio Andrés pagaria pra te foder como estou te fodendo agora... vejo como ele olha sua bunda... como olha o cu da sobrinha... com certeza se masturba desde que você era garotinha... se sempre mostrou a bunda demais...
Juli - Ahhahh... é verdadd... meu tio sempre foi um punheteiro... (só de ouvir isso comecei a enfiar no seu cu um pouco mais rápido)... sempre me dizia coisas desde pequena... (não sabia se estava me dizendo só pra dar mais tesão na foda ou se realmente era verdade... mas não importava... ela tinha soltado a língua)...
Yo - Ahhh... conta, puta... me diz o que ele falava... vamos, que gosto de ouvir.....(já estava metendo um pouco mais rápido na bunda dela e ela aguentava e parecia que estava gostando cada vez mais)...
Juli- ahah ahah....devagar javi.....ahh.....quando eu era pequena ele dizia que eu era muito linda....mas sempre me abraçando ou segurando pela cintura....é mão boba....quando estávamos na piscina ele sempre me olhava...ficava olhando minha bunda toda hora...
Eu- ahh...como isso me deixa excitadooo....sua puta da mãeee...e como ele não ia olhar sua bunda....olha o rabão que você tem filha de puta....com certeza ele bate punheta imaginando te foder....que fode a menina da família...a filha da irmã dele.....(mesmo já enfiando com ritmo ainda não sentia vontade de gozar...e ela parecia gostar de aumentar meu tesão)...
Com esse início de conversa ficamos acho que uns dez minutos...talvez um pouco mais.....mas tudo foi bem devagar....bem aproveitado pelos dois......abrindo a bunda dela aos poucos...
Juli- ahhhhhyyy como você está abrindo minha bunda filho de puta ......por favorrrrr....ahhh.....e sabe amor...?.....às vezes o tio vinha em casa de manhã e eu descia de fio dental para tomar café....não sabe como ele ficava....me comia com os olhos...ficava louco....ahhhh.....se desesperava para me olhar....e eu era tão novinha......ele é um degenerado o tio...
Eu- nãooooo....você é uma filha da puta ....mostrava a bunda de fio dental pro seu tio....vadiaaaa....(aí comecei a meter com um pouco mais de força....).....que puta que você ésss.....te amo assimiiii putaa.....vou arrebentar sua bunda como faz tempo que não arrebento....toma toma toma toma...(o castigo anal tinha começado....comecei a penetrar forte na bunda dela....segurando bem forte seu quadril a enfiava puro pauzão)......toma toma toma...
Juli- ai ai aiiiaiai ai ai aii javiiii aiii mais devagar...brutoooooooo....paraaaaaaa.....(baixei a intensidade um pouco já que ela esticou uma mão para trás para segurar meu braço...sinal para ir mais devagar)...
Eu- ahhh perdooonaaaa.... mas você me deixa com o pau latejando com o que você fala..... tô com o pau ardendo...
Juli- ahaha eu também tô com o pau latejando.... mais um pouco e eu gozo... tô muito excitado e você vai me fazer gozar a qualquer momento..... continua mas não tão forte.... vai vai... me come mas não tão forte..... ahhhhh ahhh.....(eu via que conforme eu a comia ela sentava com força no aparelho de borracha.... ela tava louca... excitada... bêbada... pervertida)...
Eu- Como eu queria ter te visto de garotinha com seu tio..... uma putinha safada que dá pro próprio tio.... você é muito filha da puta.... como você vai se exibir de fio dental na frente dele..... assim de garotinha... garotinha e bem bunduda.... nãooo nãoooo..... que tesão doentio....
Juli- ah ah ah ah.... me come me come me come.... não para... vai que eu vou gozar.... vai vai...... come a putinha da família.... sim sim sim sim vai vai vai... me come.... me imagina de quatro na frente do tio vai... você gosta disso..? você gosta disso filho da puta..? nojento.... pervertido do caralho.... se você gosta então não para.... imagina que você é meu tio andres vai.... e fode a incestuosa da sua sobrinha.......(juli queria que eu a comesse mais devagar mas eu tava apagando fogo com gasolina)...
Eu- ahahahah..... siiiim..... vadiazinha..... olha essa raba que você temmmmm..... sempre quis comer o cu da minha sobrinhaaaa...... ahhh.... você gosta do pau do tio bem enfiado no seu cuuuuu...( não consegui ir devagar.... aumentei a velocidade de novo)....
Juli- ayyyy siiiim tiooooo sempre quis que você me comesse a bundaaaaa..... por isso eu sempre mostrei pra você..... e você nunca comeu...... tira suas vontades vai.... arromba minha bundaaaaaa.....
Aí não consegui suportar tanto tormento psicológico de uma conversa dessas... agarrei ela firme pelos quadris e comecei a comer ela com tudo... até o fundo... tirando e metendo quase o pau todo pra comer ela com toda a extensão do pau... tudo com força e violência... dava pra ouvir o smack smack smack smack das nádegas dela... dava pra ver como as nádegas dela tremiam a cada enfiada minha... eu estava arrebentando aquele cu como fazia tempo que não arrebentava... estava tirando toda minha vontade de comer esse cu... já sentia ele bem dilatado... uma enculada com todas as letras... e nossa conversa fazia os orgasmos ficarem ainda mais próximos... muita tensão e tesão... comi o cu dela com força por uns cinco minutos... que parece pouco mas pra uma enculada bruta é demais...
Juli- ahahahahahha... não paraaaaa vou gozarrrrrrrrrrrrrrrrrr... ahahahhahahahaha... (Juli ficou toda tensa e calou... eu continuei comendo o cu... enquanto ela gozava... e de repente...) ahahahahahhaaahahahahahahhahahah... estouuu tendo um orgasmo brutallllllllllllllllll...
Ouvir que ela estava gozando só de levar rola no cu enlouqueceu meu ser... enquanto o orgasmo dela rolava... não parei de enrabar... mais e mais... e mais... não parei de comer aquele cu... e a vontade também estava chegando em mim... empurrei ela contra o braço do sofá jogando meu corpo sobre o dela... esmagando as nádegas dela com todo meu peso... metendo tudo na bunda... estava quase lá... ouvia o ah ah ah ah ah rápido e ofegante da minha mulher... estava dando uma foda violenta... com tudo que eu tinha... minhas mãos foram por baixo do corpo dela apertando os peitos com força... quase explodindo...
Juli- javiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... paraaaaaaa... você vai me fazer cagarrrrrrrrrrrr... paraaaaaaaa... (eu quase gozando... não conseguia parar... continuei esmagando ela...) ayyyyyy não aguentoooooooooo...
Eu- uf uf uf uf uf uf uf uf... (bufei como um animal... mais algumas enfiadas e o pau explodiu... enfiei tudo lá dentro... o máximo que pude... toda a pressão da minha pelve na bunda dela e gozei... senti me esvaziar como um animal dentro daquele cu lindo... deixei quieto dentro do corpo dela enquanto me... esvaziei... apertei seus peitos e mordi suas costas enquanto terminava de gozar em seu reto)... ahahahahahhahahaha... tô enchendo seu cuuuuuuuuuu...
Fiquei alguns segundos em cima de seu corpo... imóveis os dois... ambos respirando muito ofegantes... tremenda foda que tivemos... fui me levantando lentamente de seu corpo... devagar... olhei sua bunda ainda com meu pau dentro... devagar fui tirando... bem devagar... e no momento em que a cabeça do meu pau saiu de seu cu... um jato de porra branca misturada com um marrom clarinho saiu de seu ânus... tinha deixado aberto com o diâmetro de um cabo de vassoura... tremendo... fiquei parado atrás dela respirando fundo... Juli, com a força que lhe restou, foi se levantando de sua posição enquanto tirava o brinquedo de sua vagina... virou e vi seu rosto... arruinado... todo vermelho... o rosto brilhando de saliva e sêmen... o batom borrado... me olhou...
Juli - Você me matou... mas adorei...
Automaticamente, depois de dizer essas palavras, saiu andando com dificuldade até o banheiro... não dá pra imaginar muito o porquê...
Foi uma noite de recuperação conjugal... sexo do jeito que a gente gosta... renovação... talvez um pouco curta... não ficamos mais de uma hora fodendo... mas extremamente intensa...
CONTINUA........
28 comentários - Cornudo. El origen XXV. Vicious.
Abrir esta entrega fue de lo más interesante en mucho tiempo ya que todos los días entraba un rato a Poringa! para ver si habían publicado, también les dejaba algún mensaje en el último estado que escribieron. Fue muy larga la espera, inclusive pensé que así, como todo lo bueno se termina, y de esto puedo mencionar muchas cosas, como por ejemplo el fútbol, soy de Boca y creanme que me duele en el alma ver a los muertos que hoy juegan en el club, extraño las épocas doradas, a Palermo, al Guille, Román, Bianchi... todo se termina. Lo mismo pensé con esto, por que además creo que lo bueno de la vida, cada vez es menor a las cosas malas que suceden. Re colgado todo lo que comenté recién, debe ser por la hora, o tal vez por que todavía no caigo de volverlos a leer. Pero les decía que leerlos es maravilloso, es exquisito la narración, cosa que lo hace sobresaliente alado de otros relatos de otros usuarios.
Son maravillosos chicos, ver la barra de desplazamiento bien arriba y muy lejos de llegar a la parte inferior de la ventana me produció que se me ponga dura, así de una, en mi cabeza sabía que tenían mucho para contar, no importa si hablaban de todo, menos de sexo, de igual manera era importante, saber que volvieron. Ustedes dan felicidad, alegría, morbo a mil, pero también incentivan, con mi mujer ya incursionamos en el mundo cuckold, nos alejamos ahora por que tuvimos nuestro bebé, pero es hora de volver, y todo gracias a ustedes que me clarifican todo, cada día entiendo mejor esto. Y por eso es que ella tiene un casamiento, en un mes, en una ciudad cercana a la nuestra, se casa una amiga. Va a viajar ella solita, se va a alquilar un Hotel. Y lo más jugoso de todo es que estamos charlando con un viejo amigo de trios y de cuernos para que se encuentre con ella en el hotel. No voy a decir más nada por que ustedes ya entienden de esto, además quería contarle mi impresión sobre este nuevo relato de ustedes. Agradezco por el tiempo que se tomaron como pareja, son ideales, hicieron que más de un usuario como yo, leyera y releyera los relatos anteriores, muy exquisito todo. Gracias una vez más. Y sepan que amé la parte en que ella decide que lo mejor sería tomarse todo con calma, lo del bebé llegaría en algún momento, y que no hay que desesperarse. Calma Juli, no hay apuro, va a llegar, te lo aseguro yo que tengo un bebé de 1 año y 4 meses. Hoy día, la vida es muy estresante, algo de eso debe ser que no te deja quedar embarazada, pero va a llegar, paciencia. Como dije antes, amé cuando hizo click en la cabeza de Juli y retomo su vida, la de cuidarse como mujer, su cuerpo, su mente, todo... volvieron a tener sexo como debe ser, fuerte, cachondo, pero con el agregado de ser más asqueroso que antes, más chancho, con palabras justas pero muy calientes a la vez... todo esto hace que se puedan ir al reverendo carajo, que para ser sincero, ya se fueron mil veces, pero que importa irse una vez más, eso sí... les doy un consejo... o les imploro mejor... vayanse aun más al carajo, bien al fondo, la vida es una sola, hay que vivir este día y todos los días como el último. Saludos a Rober, a Daniel, pero en esta entrega me gustaría estrecharle la mano al tío de Juli, nada más. Ir por la calle y saludarlo y que el tipo no entienda nada. Se vienen historias muy calientes supongo, ojalá esto siga para rato. Aunque en un lugar muy oscuro de mi corazón, sigo pensando, que lo bueno de la vida, siempre tiene un final, se termina, ojalá me equivoque esta vez. Besos Juli, Javi... son lo más. Les paso una foto por privado! Y si me pueden dar algún consejo para ver como puede ir vestida mi mujer al casamiento y todo lo referido, se los voy a agradecer, los chats calientes en el Facebook entre ella y el corneador ya arrancaron. Besitos!
Se animará Juli a volver a sentirse putita, bien putita... ? Habrá un nuevo afortunado tal vez?
La historia con el tío me hace acordar a una amiga que de pendeja vivió algo parecido, y un fin de año después de brindar mucho terminó en la cama con la mini levantada, colita parada y el tío estrenándole el asterisco dándole como poseído...
Saludos Javi, mándale saludos a July 🙂
Abrazo