Mi hermano la tiene como un caballo

Fala, meu nome é Miriam e vou contar pra vocês o que rolou uma noite com meu irmão e umas amigas… foi o começo de tudo. Tenho 22 anos, corpo normal, magrinha, cabelo liso e comprido castanho e uns peitos bonitos, verdade seja dita, faço bastante sucesso com os caras. Meu irmão Raúl tem 18 anos, deu um estirão danado e é um homenzarrão de 1,85m, corpo atlético porque joga futebol. Tava uma noite em casa com minhas amigas Pili e Nuria, meus pais tinham viajado no fim de semana e a casa era toda minha e do meu irmão, minhas amigas tinham a mesma idade que eu e eram bem parecidas, a real é que nós três éramos aquelas minas patricinhas que tentam estar na moda e querem agradar todo mundo. As três estávamos solteiras na época, a última a entrar na solteirice fui eu, porque meu ex me chifrou com outra. A noite começou abrindo umas pizzas e tomando umas cervejas.

— "Então, minas, um brinde à solteirice!" – falou a Nuria com a cerveja levantada.

— "À solteirice!" – gritaram todas.

— "Que nojo de homem, não dá pra confiar neles" – disse a Pili.

— "É, tá claro que tem que usar e jogar fora, partir pra outro, são uns porcos" – falei eu.

— "Calma, meninas" – disse a Nuria tirando uma caixinha da bolsa – "que hoje a noite vai ser foda com esse presentinho que meu primo Jose me deu" e mostrou a maconha que tava na caixinha.

— "Aí que delícia, hoje a noite vamos ficar muito doidas, bora Miriam, coloca a Mtv pra criar clima" – falou a Pili.

A primeira hora foi de baseado em baseado e cervejinha em cervejinha, as três amigas já tavam meio "altinhas" e não paravam de xingar os homens, principalmente os ex-namorados. A Nuria deu uma pausa e foi no banheiro – "Meninas? Me deixem ausentar uns segundos, vou no banheiro… não acendam outro beck até eu voltar, hein??"

— "Ok, fechado" – responderam.

— "Então Miriam, pois é, a real é que os caras são nojentos, só servem pra foder, e meu ex nem pra isso, por isso cansei dele"
-"Do meu só sinto falta das noites de sexo que a gente tinha, mas ele é muito mulherengo… mas que pauzão ele tem, isso sim" respondi.
-"A verdade é que já faz um tempo que estamos solteiras e eu, pelo menos, não recusava uma trepada."
-"É mana, tu tem toda razão, a gente tem que sair pra aprontar e ver o que a gente pega" falei.
-"Anda Miriam, tira essa Mtv que já tá me enchendo o saco, procura um canal pornô pra gente ficar de sacanagem"
-"Vou ver o que eu acho" e comecei a zapear com o controle até achar um canal pornô onde umas mulheres faziam de juízas com uns caras pelados, pra ver quem tinha o maior e pra eles crescerem iam tocando e fazendo umas coisinhas pra excitar eles.
-"Aí Miriam, aí, olha que paus que esses caras têm, que grandes e grossos, seu ex era assim?"
-"Tá de brincadeira? Bem que ele queria e eu também, o dele é grande, mas igual a esses, esses se dopam hahahaha."
-"Cê acha que um dia a gente vai comer um cara desses com um pauzão gigante?"
-"Porra, espero que sim, pelo menos antes de sossegar, pelo menos uma vez na vida" falei.
-"Meninas, meninas, meninaaaaaaas…." Dizia Nuria vindo a passos rápidos pra sala e balançando a mão pra elas não falarem alto.
-"O que foi, piranha" disse Pili, "quanto tempo você demorou, garota"
-"Aposto que vocês não sabem o que acabei de ver" disse Nuria. "Pois é, não sei se é efeito dos baseados, mas antes de entrar no banheiro, vi que a luz lá dentro tava acesa e me aproximei sem fazer barulho e lá estava seu irmão, Miriam."
-"Uff, que infanticida" disse Pili.
-"O caso é que fiquei lá sem fazer barulho, Raúl tinha acabado de tomar banho, tava de cueca e secando a cabeça com a toalha…"
-"Não me diga que você ficou escondida pra ver meu irmão pelado, Nuria" interrompi.
-"Que nada, que nada… bom, sei lá, pra ver e pronto, o caso é que ele se virou, mas é claro, ela não me viu porque ainda estava com a toalha na cabeça, e eu pude ver ele de frente… amigas!! Que paquete enorme ele tem, impressionante, o cara marca mais que um toureiro. Pili, seu irmão, Miriam, deve ter uma pica monstruosa.

- "Porra" disse a Pili "então aquele pivete é bem dotado?"

- "Isso é culpa dos baseados, amiga" eu falei "mas meu irmão é um pirralho"

- "Pois juro pra vocês que o volume na cueca era gigante, nunca vi nada igual, imagina como deve ser quando ele fica duro, hein? Tô convencida de que ele tem maior que aqueles atores pornô"

- "É, e um chifre" eu falei "aquele idiota com 17 anos como vai ter igual um daqueles atores pornô? Cê não vê como eles têm… porra, que duros que são, hahahaha"

Nisso, Raúl saiu do banheiro e, sem dizer nada, entrou no quarto dele.

- "Meu irmão é muito pirralho, meninas, agora mesmo vai passar horas jogando videogame"

- "Miriam" disse a Nuria "eu sei o que vi, não é efeito do baseado, seu irmão é um superdotado, não sei por que vocês não acreditam em mim, me irrita essa desconfiança de vocês… anda, chama ele e a gente convida pra uma cervejinha"

- "Cê tá louca" eu falei "que que meu irmão tem a ver aqui com a gente?"

- "É, vai" disse a Pili "deixa o guri vir, vamos ver se a gente convence ele a mostrar a piroca, hahahahaha, aí a gente vê uma pica"

- "Isso aí, deixa ele mostrar e, se for verdade, vocês me pagam as próximas bebedeiras"

- "Ah é?" eu falei "e como a gente faz pra ele mostrar? Como eu falo pra ele? Vocês são umas… Raúllllllllllllllllllll!!!!!" chamei meu irmão aos berros.

Momentos depois, Raúl apareceu com uma camiseta e um short de esporte. "Fala, pestinha, o que você quer… anda, mas o que vocês tão vendo?? Hahaha, que doideira"

- "Já viu, anão" eu falei, era assim que a gente se chamava "nada, a Nuria disse que como a gente tem tanta cerveja, se você quer tomar uma"

"Uma cerveja com vocês? E o que mais? Desde quando você me considera, pestinha? Passo, passo, tô no videogame"

- "Já falei pra vocês, meninas" respondi "meu irmão é muito criança Ainda é um pirralho."

— "Raul" — disse Nuria — "se quiser, pode fumar um baseado também, a gente convida."

— "Nuria!!!" — gritei dando um tapa na bunda dela.

— "Mas, piranha, cê acha que eu nunca provei um beck? Cê viaja, tia. Por um baseadinho eu fico de boa, hahaha."

Acenderam mais dois baseados: um pro Raul, que não quis dividir com elas, e outro pras três. E assim os minutos foram passando, e elas acenderam mais um baseadinho, e Raul também tomou umas duas cervejas.

— "Ô, minas, que merda de viadagem vocês tão vendo? Não tem algum esporte num canal gringo?"

— "Qual é, mano" — disse Pili — "a gente tá na festa e quer ver um filme pornô, pra ver umas pirocas que não existem no mundo real."

— "É porque" — interrompeu Nuria — "essas pirocas dos filmes pornô são de borracha, certeza, não existem, né Raul? Você, no máximo, deve ter metade do tamanho daqueles caras."

— "E você já sabe, tronca, olha a tia. Eu tenho o dobro do tamanho desses viadinhos, pra você ficar sabendo."

— "É, e mais o quê, anão?" — falei — "com essa magrelice que você tem, o que você vai ter aí? Para de falar merda, você tá falando com mulheres feitas e direitas, não com as criancinhas das suas amigas."

— "É, então pergunta pra alguma das minhas amigas como eu sou. Já sei que seus namorados também eram meio bichas, principalmente o seu, maninha, mas não me mete no mesmo saco."

— "Ô, anão, meu ex pode ser muitas coisas, mas era bem dotado e sabia usar."

— "Seu ex vai na minha academia, maninha, e tem uma piroca do tamanho de uma salsichinha, não me enche o saco, por favor!"

— "Hahahaha" — riram todas.

Nós quatro já estávamos bem chapados, vermelhos e felizes. Aí Nuria disse: — "Então vai, mano, mostra logo essa porra pra gente ver se é grande mesmo."

— "Olha essa, não é boba nem nada" — disse meu irmão.

— "Bom, Raul" — disse Pili — "você fala muito, mas a gente, se não ver o material, não acredita."

— "Eu tô nem aí se vocês acreditam ou não, minas. Vocês já tão molhadas por causa do filme, dá pra ver."

— "Já falei pra vocês Ei, meninas" — eu disse — "o anão fala muito, mas aposto que tem uma bolinha lá, hahahaha"

— "Bom, Raúl" — disse Nuria — "Por acaso você tá com vergonha porque sua irmã tá aqui? Ela já viu muita coisa, não se preocupa"

— "Não te incomoda, né, Miriam?" — disse Pili

— "Pra mim, ele faz o que quiser, o anão. Quem tá envergonhado é ele, não é como se eu fosse desmaiar"

— "Porra, minas, vocês são um saco, quanto tempo tão sem ficar com um cara?"

— "Ele tá com vergonha por sua causa, Miriam, hahahaha" — disse Pili — "E se sua irmã for embora? Você vai mostrar pra gente? Vai lááá"

— "Ei" — eu disse — "Por que eu tenho que ir embora? É minha casa. Ah, Raúl, por favor, não fica com vergonha por minha causa, isso é besteira. Dá o gosto pra elas e cala a boca delas, não sei que mosca mordeu elas com você, se você é só um moleque"

— "Vai, garoto" — disse Nuria — "Sua irmã não liga, quero ver se é verdade que você tem uma igual a de um ator pornô"

— "Beleza, lá vai" — disse Raúl e ficou só de cueca.

— "Tão vendo, meninas?" — disse Nuria

— "Porra, que bolsa enorme você tem aí dentro, garoto" — disse Pili.

Eu fiquei com um meio sorriso olhando o pacote do meu irmão, que pacote escondido naquela cueca.

— "Vai, cara, não deixa barato, agora só falta abaixar a cueca" — disse Nuria

Raúl abaixou a cueca, deixando uma rola em estado de descanso enorme, as veias marcadas e uma cabecinha completamente exposta e grossa. Nós três ficamos mudas, eu não conseguia acreditar, meu irmão ali na nossa frente pelado. Eu tentava manter a calma, diferente das minhas duas amigas que estavam morrendo de rir.

— "Beleza, minas, vou sentar no sofá, vocês já viram" — e ele sentou no sofá, colocando uma almofada por cima pra se cobrir.

— "Ei, Raúl" — disse Nuria — "assim não vale, anda, dá mais um trago... bate uma pra gente ver como é grande"

— "Tá bom, vai" — disse Raúl — "lá vai" — e jogou a almofada no chão e começou a se masturbar devagar. A rola cresceu um pouco, mas não muito... "Isso é por causa do baseado, porra" — disse Raúl — "se alguma de vocês quiser bater uma pra mim, eu fico duro mais rápido"

— "Olha que esperto o anão" — eu disse.

— "Eu mesma faço isso" — disse Nuria, que estava Ela se jogou no sofá e sentou à direita de Raul.

— "Porra" — disse Pili.

— "Que loucura, minas…" — falei — "Enfim, isso aí tem que ver direito, não quero perder nenhum detalhe." — e sentei à esquerda do meu irmão, com a Pili sentada no chão na frente, alucinada.

Núria pegou na piroca do meu irmão e começou a masturbá-lo devagar, com movimentos lentos pra cima e pra baixo. Eu não perdia um detalhe ali do lado do meu irmão, até me ajeitei no sofá e coloquei meu braço direito no ombro esquerdo dele. Passaram uns dois minutos e meu irmão, que tava no sétimo céu, respirava com uns gemidinhos enquanto a piroca dele já tinha atingido o tamanho máximo.

— "Mas que porra de piroca" — disse Pili — "É impossível crescer mais!"

— "É muito grande, anão" — falei pro meu irmão — "Como você faz pra esconder e não aparecer?"

— "É uma loucura" — dizia Núria enquanto continuava masturbando — "Eu subestimei na minha imaginação, é muito maior do que eu pensava, a maior que já vi na vida, se é que minhas duas mãos cabem e sobra piroca!! Olha, olha, e como é quente, que sensação."

— "Eu também quero" — disse Pili e começou a tocar nas bolas dele e na base da piroca. Agora as duas estavam masturbando meu irmão e, por incrível que pareça, a piroca cresceu um pouco mais.

— "Esse é meu limite, minas" — disse Raul — "Exatamente 26 cm, agora vocês sabem que tenho maior que os viadinhos dos filmes pornô… ficou sem saber o que dizer, hein irmãzinha? A do seu ex é anã perto disso, hahahaha"

— "Bom, a verdade é que sim, cuzão, tenho que admitir que você tem uma gigante, isso não vou negar."

— "Ei, Miriam, por que você não toca também?" — disse Núria — "Vai, mina, aproveita a chance que tá propícia, outro dia não vamos estar tão doidas assim… amanhã você vai se arrepender" — disse também Pili.

Dava pra ver que os efeitos dos baseados estavam batendo em todo mundo. Não acreditava que minhas amigas estavam me falando com toda naturalidade pra eu tocar nele. A pica do meu irmão já foi um baita choque ver o que tava rolando, e olha, eu tava muito excitada.

— "Pra vocês não falarem que eu sou o cagão" — disse meu irmão — "A cagona é essa putinha aí, hahaha"

— "Mas que porra é essa, mano, tu viaja, se eu quiser eu toco e pronto, mas é que você vai gostar tanto que não vai viver sem isso e eu não tô afim" — respondi.

— "Vai, Miriam" — disse a Nuria, que não tinha parado de masturbar o Raul nem um segundo — "Se seu irmão não se importa, vai, estica a mão e toca nele, tá uma delícia, duríssimo e bem quente"

— "Não é que eu tenha vergonha, o problema é que ele é meu irmão, mina, vocês sabem que pra mim tocar uma pica é super normal"

— "Então toca, irmãzinha, hahaha, no fundo você tem medo da monstruosidade que eu tenho aqui, fica tranquila que não morde" — disse um Raul super tarado.

— "Se não é vergonha, então o que é?" — disse a Pili — "Eu nunca toquei em nada igual, a Nuria também não, assume, Miriam, que você também não, e talvez nunca mais tenha essa chance, vai, não fica com vergonha, caralho, se joga, mulher!"

— "Pô, eu não tô com vergonha, porra, será que não tô aqui vendo a putaria toda? É que sei lá"

— "Deixem minha pica em paz, minas" — disse o Raul, que tava bem doidão — "Tá na cara que você tá com vergonha, irmãzinha, você gosta é de pica pequena igual a do seu ex, hahaha, isso é grande demais pra você, hahaha"

— "Então, Miriam, saiba que a gente sempre vai se gabar de ter tocado numa pica gigante e você só de ter visto, hahahaha, vai, esquece que ele é seu irmão mais novo e pega essa pica, toca nela, Miriam, bate uma punheta nele" — as duas amigas zoavam.

— "Vocês são chatas pra caralho" — falei puta — "Se vocês tão tão preocupadas que eu toque, fiquem tranquilas que eu vou tocar, e você, anão, não se empolga que uma mina gostosa como eu tocar em você é só pra calar a boca dessas duas de uma vez"

— "Vai, irmãzinha… aproveita de mim, olha como meu pau lindo tá te olhando, ele até te cumprimenta, hahaha" — disse o Raul.

— "Você é doido, seu cagão, mas beleza, vou dar o gostinho pra vocês Todo mundo, se prepara, bicho" falei rindo. E então, enquanto continuava apoiada com meu braço direito no ombro esquerdo do meu irmão, estendi minha mão esquerda até pousá-la na pica do meu irmão, senti ela bem quente e logo fechei minha mão para agarrar bem a pica dele.

"Caramba Raul, você tem ela grande, maior do que eu pensava, até custa fechar a mão, que forte hahaha... e vocês, minas, parem de rachar o cu de rir, tão vendo como não fiquei com vergonha? Como eu me atrevo? A verdade é que a pica tá uma delícia, que não suba à cabeça os elogios, pestinha" falei satisfeita.

"Bom, muito bem" disse Pili "mas bate uma pra ele, que vai encolher o coitado"

"Você tá se achando a gostosa, mas vai ser você que vai fazer eu perder a tesão, irmãzinha, muito mal, muito mal"

"Que esperto, você quer que eu te faça uma punheta, né? Mas que cara!! Quer que eu te bata uma? Sério? Bom, então vou te fazer uma siririca, que não digam que também fico com vergonha, mas pra isso é melhor eu trocar de mão" e deslizei a esquerda até as coxas dele e com a direita comecei a bater uma pra pica do meu irmão, fiz bem devagar e do jeito que meu ex gostava e assim a pica voltou ao seu estado máximo.

"Porra Raul, tão bem que eu faço a punheta? Tão vendo, minas? Quem sabe, sabe, hahaha, olha como eu deixei ele, irmãozinho, pra depois você falar, abre mais um pouco as pernas e vê" meu irmão me obedeceu, eu queria que minhas amigas vissem que eu era uma máquina com os caras, as mulheres sempre competem entre si e no fundo nos invejamos e eu quis deixar claro que nisso eu era melhor que elas. Subi minha mão esquerda até as bolas dele e enquanto as massageava, com o dedo indicador também ficava tocando o buraco do cu dele bem superficialmente, com a mão direita continuava masturbando ele, já percorrendo toda a pica com meus movimentos, entre eles, muitas vezes ao subir a mão, tocava a cabecinha com meus dedos, não tem dúvida de que meu irmão ficou louco e soltou um suspiro de satisfação.

"Mas não goza, hein, Raul?" eu falei "não seja porco".

A Pili foi um instante pegar o Ipod pra tirar fotos – "Meninas, vou tirar umas fotos pra que as outras acreditem na gente, elas vão morrer de inveja quando verem um pau desse tamanho"

"Ei, ei, mas sem mostrar meu rosto" falou o Raul.

"Exato" respondi "só faltava todo mundo ver como eu punho meu próprio irmão".

"Anda, Pili" o Raul falou de novo "Me dá o Ipod que eu tiro as fotos, suas amigas vão morrer de inveja hahahaha".

Meu irmão começou a tirar fotos, como ele adorava se exibir com o pau, ficou de pé e a piroca perpendicular ao corpo parecia ainda mais enorme, tava dura pra caralho. A gente foi posando as três, uma por uma segurando o pau, e também as três juntas colocamos nossas palmas uma do lado da outra e o Raul apoiou o pau em cima, sobrava pra todo lado. Numa dessas, a gente brincou que a Pili puxava meu irmão pra ela pela costa e eu agarrada no pau dele com as duas mãos, puxava pra mim, foi muito divertido. Com o efeito da maconha, tudo era risada e putaria, a gente até fazia poses de palhaça com o pau do meu irmão. Continuou assim até o Raul propor o seguinte:

"Ô minas, por que a gente não brinca de eu passar chantilly no pau e vocês meterem na boca pra ver até onde entra? Quem ficar com mais chantilly perde, e a vencedora ganha 20 reais das outras duas".

"Siiiiiiim, yujuuuuuuuu" falou a Nuria pulando na sala "eu consigo meter esse pau inteiro na boca, certeza".

"É uma merda" respondeu a Pili "eu ganho na certa, sou mais alta que vocês e isso me dá vantagem. Aliás, Miriam, você vai participar?? Hahahahaha".

"Minha irmã? Essa perde na certa, só chupou o pau do ex dela hahahaha".

"Fala sério" respondi "você me faz punheta e quer que eu te chupe, né?"

"Não, irmãzinha, não é pra chupar, é só pra ver quem consegue enfiar mais".

"Tá bom, mas eu vou por último".

O Raul meteu na Nuria e a coitada quase vomitou, mal conseguiu enfiou a pontinha e mais um pouco, teve que desistir na hora por causa de um ataque de tosse e a Pili se saiu melhor, entrou um pouco mais da metade, a tia aproveitou e lambeu o que pôde, fazendo um boquete daqueles depois que medimos as distâncias. Agora era minha vez, sentei no sofá e "Vem cá, anão, mete pra dentro" Raúl foi enfiando e que enorme, mal passava a ponta, mas no final fiquei em segundo.

"Porra com o anão" falei "Que cock do caralho, mano, não passou da metade, que loucura, que experiência, traz ela aqui que vou continuar batendo uma pra você não broxar" e continuei a masturbação, a cock continuava duríssima e agora com o leite estava muito mais lubrificada e era uma delícia tocar nela assim.

"Você manda bem, mana,"

"É, mas não se acostuma, hoje é especial"

A Nuria baixou a calça e tirou a calcinha, tava molhadíssima.

"Quero que você meta em mim, Raúl, quero saber como é ter essa sua cock dentro de mim."

"Sai pra lá, mana, vou foder sua amiga" e dito e feito, Raúl enfiou a ponta na entrada da buceta da Nuria e foi empurrando devagar até meter uma boa parte, a buceta tão lubrificada da minha amiga ajudou pra caralho no serviço, a Nuria não parava de gritar de prazer.

"Uauuuuuuuuuu minas, que loucura, ha ha… porraaaaaaaa, siiiiiim isso eu nunca vivi na vida, na vida, vou ter um orgasmo……… aaaaaahhhh, Pili, você tem que provar, nunca sentiu isso com toda certeza…"

A Pili não demorou pra reagir "Miriam, desculpa, é seu irmão e tal, mas quero sentir essa cock" e abriu as pernas no chão pro meu irmão repetir a operação, eu não acreditava, em um segundo molhei minha calcinha completamente, tava excitadíssima, não podia acreditar, mas entre o barato e ver meu irmão comendo minhas amigas fiquei a mil, a Nuria que tava exausta mal conseguia falar sem respirar a cada dois segundos.

"Miriam, acabei de viver a experiência de sexo da minha vida,… Você tem que deixar ele te Manas… vocês têm que viver isso"

"Porra, que vadias vocês são, justo o cara com a maior pica que já vimos é meu irmão!! Que merda" rosnei de raiva "Não podia ser outro, não, tinha que ser meu irmão e claro eu fico na vontade e depois vocês se gabando da experiência… me diz, é tão bom assim?"

"É uma loucura, Miriam, ele te fode, te fode mesmo, de verdade, você vai alucinar"

"É que me dá uma raiva!!" respondi "Por que eu tenho que ficar na vontade?... Raúl, Raúl, Raúllll, mano, agora em mim, vai" falei com raiva, não podia perder a chance, era meu irmão sim, mas tava muito excitada e se minhas amigas tinham provado aquela pica, eu também queria provar.

"Quê, irmãzinha?" disse Raúl "Agora sim que você passou dos limites, quer que eu meta?"

"Mete logo, porra" disse a Nuria "A Pili já tá quase desmaiada, e sua irmã quer"

"Sim, mano, quero ver como é ser fodida pela sua pica, você tem uma de cavalo e eu tô muito molhada, se eu secar não vai entrar… vai, porraaaaa!!"

"Beleza, vai, mas que loucura" Raúl colocou a ponta da cabeça dele e começou a esfregar por toda a minha fenda.

"Vai, anão, devagarzinho, vai empurrando, vai…" e já tava metendo, a sensação superou todas as minhas expectativas, que prazer do caralho, fechei os olhos e decidi me deixar levar "Vai Raúl, agora mais forte, mais forte" e meu irmão foi metendo cada vez mais forte, pra surpresa das minhas amigas, a pica dele entrou inteirinha em mim.

"Porra, Miriam" disse meu irmão "É a primeira vez que meto inteira numa mina"

"TÁ VENDO, ESTÚPIDO?" falei entre gemidos "Sou a melhor fodendo, vai, continua, continua, continua que eu vou gozar…"

"Eu também tô quase…"

"Então goza dentro, quero sentir todo o seu leite dentro de mim"

Raúl gozou dentro de mim, foi tanta quantidade que começou a escorrer enquanto ele continuava metendo. Quando ele tirou a pica, saiu um jorrinho imenso de leite quente da minha buceta e eu fiquei super aliviada, a melhor foda da minha vida, sem dúvida.

Raúl, que ainda tava com gás, começou de novo… a se masturbar como um possesso e gozou dentro de uma taça de vinho, e mesmo sendo a segunda gozada, encheu ela bem…

"Bem, meninas" disse meu irmão "que tal brindarem por mim com um shot do meu yummy cum?"

Minhas amigas disseram sim em meio segundo.

"Vai, maninho, eu também vou brindar por você, você já não é mais um pirralho, amanhã quando a ressaca passar a gente vai se arrepender"

"É, e nem uma palavra pra mamãe... bom, eu te mataria, eu sou o caçula hahahaha"

Pili e Nuria beberam a parte delas de porra na hora e saborearam… "Vai, Miriam, agora você"

"Já vou, já vou…" peguei o shot e de uma vez enfiei na boca, achei estranho tomar a porra do meu irmão, mas tava gostoso.

"Que noite do caralho, amanhã não quero nem pensar, anão, não vou saber o que te dizer"

"Eu também não, maninha, que vergonha quando a lombra passar"

"Escutem" disse a Nuria "vocês são tão filhos da puta que com certeza vão foder mais vezes hahahaha"

"Não seja porca" falei pra ela "O de hoje foi muito estranho, enfim, não ia ficar na vontade, né?? Hahahaha

8 comentários - Mi hermano la tiene como un caballo

mixmar
Me lei todo como una peli porno gallega, me cague de risa