La Cross sumisa del electricista 2: humillación y sorpresa

O link daprimeira parte. Beijinhos.

No dia seguinte ao meu primeiro encontro com Oscar, o eletricista, minha mulher me disse meio de passagem:

— Gabriel, o eletricista ligou. Combinei com ele de passar amanhã pra pegar o dinheiro do conserto, umas 5. Que cara desligado, né? Esquecer de cobrar...

As horas anteriores tinham sido uma bagunça de confusão, êxtase e preocupação, tudo junto. O comentário da Carla, minha mulher, me tirou um pouco desse estado. Murmurei alguma coisa, mas na minha cabeça veio a imagem do Oscar saindo de casa enquanto eu abria a porta de calcinha e com a cara cheia de porra, como se tivessem jogado um balde de água. E sim, ele tinha ido embora sem me cobrar o conserto da luz, pelo menos em dinheiro.

Também respirei aliviado, porque naquela hora de segunda eu não ia estar em casa. Não precisava cruzar com ele de novo, uma ideia que me causava um turbilhão de sensações, com doses iguais de vergonha e tesão.

Claramente, Oscar tinha encerrado nosso encontro ali e não tinha intenção de me usar de novo como "Camila".

Chegou a segunda, o cara passou, cobrou o dinheiro dele e nada aconteceu que a Carla achasse digno de comentário.

Oscar ficou como a lembrança mais excitante da minha vida e por semanas foi o objeto de todas as minhas punhetas. E estava tudo bem. Mas pouco mais de um mês depois do nosso encontro, ele apareceu de novo. Eu estava numa tarde sozinho em casa, tomando um café bem relaxado, com a Carla na academia, quando o telefone tocou e eu ouvi a voz dele:

— Alô... Camila

— Oi...oi...olá — consegui responder depois de vários segundos e com um fio de voz

— Espero que você esteja bem, putinha. Te falei que ia te usar de novo, mas deixei passar um tempinho pra resolver uns rolos que surgiram. Mas já era, já te coloquei na agenda pra arrebentar essa buceta toda do jeito que eu quiser.

— Sentiu minha falta?

— Ahn...s...s...sim

— Imaginava... E me diz, bateu muita punheta nessas semanas que eu não apareci?

— Sim, muita

— Bem, bem, você tem que se soltar mais, Cami, já te Falei na primeira vez: quero que você não fale mais baixo, me fale as coisas direito. Vou perguntar de novo: com o que você bateu punheta?

— Sim, sim... é... com o que você fez comigo na outra vez... e também imaginando o que mais você vai fazer comigo.

— Muitas coisas, Cami, muitas coisas. Aliás, vamos começar amanhã. Vamos ver, é terça-feira. Você fica sozinha à tarde?

— Sim, depois das 6. Por coincidência, a Carla tinha me avisado que ia se encontrar com as amigas pra jantar e ir ao cinema, então não ia voltar antes da meia-noite.

— Beleza, perfeito, Cami. Amanhã nesse horário eu tô aí. Mas duas coisas antes. Primeira: amanhã você me recebe toda depilada, hein? Nenhum pelo, nada, como uma boa mocinha. E segunda: quero que você esteja com uma roupinha bonita. Não uma calcinha e só. E bem maquiada também. Se produza bem pra receber seu macho, me ouviu direito?

Eu disse que sim, mas quando ia reclamar porque não sabia o que falar pra Carla quando ela me visse depilada, o Oscar me cortou.

Eu tava explodindo de tesão. Um pouco de medo também, claro, mas o que eu sentia mesmo era putaria. Me forcei a me acalmar um pouco e pensei em alguma desculpa pra dar pra Carla pra poder me depilar.

Finalmente, quando ela voltou pra casa, inventei uma visita ao dermatologista por uma coceira que não existia e falei que ele tinha me passado um creme e recomendado tirar todos os pelinhos, que também não eram tantos. Ela levou na esportiva, como se fosse algo sem importância, então naquela mesma noite me depilei me sentindo a Camila, o mais caprichada que pude.

Demorei pra caralho pra pegar no sono e me concentrar no dia seguinte até dar 6 horas. Nessa hora, a Carla se despediu pra encontrar as amigas e me confirmou que não ia chegar até depois da meia-noite. Assim que ela fechou a porta, corri pro quarto e tirei do armário um body preto, de renda, com decote, que a Carla não usava há mil anos e tava impecável. Coloquei ele com umas meias de liga, também. negras, e me dediquei a me maquiar. A verdade é que me saí muito bem, apesar da falta de prática, de tanto ver a Carla. Passei uma base bem feita, uma sombra escura metalizada nos olhos, delineei as duas pálpebras e usei um batom pastel e brilhante. Quando terminei, me olhei no espelho e minha cara de puta saiu do quadro. Eu tinha me transformado numa puta divina.

Não tive tempo de escolher os sapatos porque a campainha tocou. Espiei pelo olho mágico como da primeira vez que ele veio e vi de novo o Oscar, parado impaciente do outro lado. Abri meio trêmula e deixei ele entrar, me escondendo atrás da porta. Fechei e fiquei dura, olhando pro chão.

— Oi, Camila, que linda você ficou hoje, puta, vejo que estamos melhorando muito —

Ele deixou uma bolsa na mesa e começou a acariciar meus braços. Depois girou ao meu redor com a mão passando pela cintura e desceu até minha bunda, mal roçando com os dedos. Aí parou na minha frente e puxou um a um os fios da rede do meu body. Depois mandou eu me ajoelhar e colocou a palma da mão aberta perto da minha boca. Sem o Oscar dizer nada, comecei a lamber a mão dele, como uma putinha que recebe o dono. Eu já tava a mil e o Oscar nem tinha começado.

— Já me lembro que você lambia muito bem, Camila... e como toda puta, você fica confortável de joelhos. É sua posição natural, né?

— Sim, me sinto muito bem assim — respondi. Então ele me pegou pela nuca e colocou minha cara colada na calça dele, e eu sentia o pau dele na minha bochecha.

— E assim, como você se sente? Melhor?

— Muito melhor — respondi.

Oscar desabotoou o cinto e deixou a calça cair. De novo apertou minha cara, agora contra a cueca dele e a dureza do pau mais perto.

— E agora?

— Quase perfeita — respondi.

— Acho que agora você vai se sentir perfeita — ele disse, e tirou o pau pra meter direto na minha boca.

Ter ele de novo em contato com minha língua foi maravilhoso, e sem frescura comecei a chupar com gosto, movendo a cabeça pra frente e pra trás. Frenética, igual uma faminta.

Oscar me deixou fazer por um tempo, acariciando minha cabeça como se fosse condescendente comigo. Depois me puxou pra fora e me fez levantar. Me virou com as mãos firmes e encostou a pica na minha bunda. Um gemido escapou de mim e Oscar riu.

Ele deslizou devagar a borda do body bem na altura do meu buraquinho e apoiou a ponta do dedo indicador bem ali.

— Hoje vamos explorar aqui, Camila. Vamos ver se, além de uma boqueteira excelente, você também é um buraquinho que vale a pena. Mas primeiro me diz o que você é...

Eu já tinha sacado que Oscar gostava que falassem muito com ele, cheio de enfeites. E eu adorava isso, então respondi devagar, entre sussurros.

— Sou sua putinha, seu brinquedo. Uma boca e uma bunda pra usar. Uma puta que gosta de ser usada e largada, suja. Uma vadiazinha que só pensa na sua pica, o tempo todo, até nos sonhos.

Ele pareceu satisfeito com isso porque me empurrou pro quarto, eu andando na frente, pra rebolar a bunda sabendo que ele tava olhando.

— Vamos fazer rapidinho porque tenho coisas pra fazer, mas isso tá só começando, Camila, você já vai entender por quê — disse quando chegamos no quarto. — Agora, sua vadiazinha, fica de quatro, olhando pro criado-mudo. Assim, perfeito. Vou pegar uma coisa que deixei na bolsa. Enquanto isso, me conta o que você vai fazer comigo, mas fala alto pra eu ouvir.

— Você vai meter a pica bem no meu cu.

— Não tô te ouvindo — disse Oscar da sala, começando a remexer a bolsa atrás de alguma coisa.

— VOCÊ VAI METER A PICA BEM NO MEU CU.

— Ainda não tô ouvindo direito.

— VOCÊ VAI METER ESSA PICA DURA BEM DENTRO DO MEU CU!! — Tive que gritar.

Oscar voltou se acabando de rir, com um lubrificante na mão.

— Os vizinhos vão te ouvir, Cami. Será que você ia gostar disso? De todo mundo saber o quanto você é puta e o quanto ama uma pica? Vai, bem devagar e bem sensual, descendo o body até as coxas. Quero que fique onde termina. as meias, que você apoie a cabeça no travesseiro e me ofereça essa bunda minúscula do jeito que você gosta.

Eu desci o body bem devagar, me abaixei e com as duas mãos estiquei as nádegas pra que o Oscar pudesse ver o buraquinho que eu nunca tinha usado, mas que já era dele.

Me surpreendi quando o Oscar contornou a cama de casal, chegou até o criado-mudo e deixou o celular dele lá, como se estivesse pronto pra filmar, me focando.

— Fica tranquila, Camila, a gente vai registrar esse momento importante pra qualquer mocinha: ter a primeira pica no cu. Vou gravar, depois passo o vídeo pra você e eu vou apagar a minha cópia. Tá claro?

Eu concordei, meio desconfiada, e o Oscar se ajeitou na cama atrás de mim. Passou um pouco de lubrificante na minha bunda e começou a massagear de leve, a abrir meu cu de um jeito delicioso. Eu já tava completamente excitada, e no menor roçado ia gozar.

— Agora olha pra câmera e conta como você se chamava antes e como se chama agora — disse o Oscar enquanto começava a enfiar devagar um dedo primeiro, e depois dois, no meu cu dilatado.

— Antes eu me chamava Gabriel e agora sou a Camila, sua putinha — falei olhando pro celular, sem conseguir evitar as caras de prazer pelo que o Oscar tava fazendo com a mão.

— Muito bem, e explica o que você me deixa fazer com você.

— Tudo o que você quiser — falei, me entregando pra câmera.

— Eu quero de tudo, mas vamos por partes... O que eu ainda não fiz com você que você quer que eu faça? — disse o Oscar, que já tava enfiando três dedos na minha bunda e me abraçando de conchinha até me levar pro céu. Eu comecei a me soltar.

— Quero que você goze na minha boca. Provar seu leite e sentir descendo pela garganta. Quero que você goze na minha roupa e eu sair assim na rua. Ou lamber seu gozo do chão. Quero que você me coma de quatro assim ou com meus pés nos seus ombros, pra você ver minha cara quando mete. Quero que você mije e cuspa em mim, que me surre, que me faça rastejar no chão até chegar na sua pica. Quero que você me amarre. Quero que você me Você enfiou coisas na minha buceta pra sua diversão. Quero ficar puta igual ninguém.

As últimas duas ou três frases eu já falei entrecortadas pelos gemidos. Oscar se levantou, veio na minha frente com o pau durasso e me ofereceu uma camisinha.

— Com a boca, puta — foi tudo que ele disse.

Então o celular filmou também como eu coloquei a camisinha no Oscar com a boca. E minha falta de jeito, porque nunca tinha feito aquilo, mas o tesão me fez dar um jeito.

Oscar voltou pra cama, colocou a ponta do pau na minha buceta, me segurou pelo ombro e simplesmente meteu.

Eu tinha lubrificado tão bem e estava tão disposta a deixar entrar o que tivesse que entrar que ele encheu minha buceta de pau na hora, sem dor, com um prazer que eu nunca tinha sentido.

Depois que ele ficou bem dentro, deu umas palmadas em cada bunda e começou a me montar entre meus gemidos cada vez mais altos. Eu me desandei, pedi mais, pedi mais fundo, pedi pra ele nunca tirar, pedi pra ele meter mais forte, meter com tudo, me fazer de puta dele.

— Vou te dar um prêmio pelo bem que tá essa sua bunda. Pode escolher. Onde você quer a porra? — disse o Oscar numa hora.

— Na boca! Por favor, na boca, eu imploro! — respondi.

Oscar tirou o pau da minha buceta e com um tapinha mandou eu virar, igual os cavaleiros fazem com as éguas. Obedeci, tirei a camisinha e enfiei aquele pau gordo e suado na minha boca. Sentir o gosto dele de novo me compensou pelo vazio que tinha deixado na minha buceta. Chupei e chupei até sentir uns três ou quatro jatos que foram direto na minha garganta.

— Mmmmhhh, mmmmhhh — não conseguia parar enquanto saboreava o gozo do Oscar como se fosse o sorvete mais gostoso.

Oscar se deitou e me deixou continuar lambendo e limpando o pau dele. Ficamos assim uns minutos até ele pegar o celular que tinha ficado no criado-mudo e discar uns números. Depois mostrou pra mim.

— Reconhece esse número, Cami?

Era o número do celular do Carla, minha esposa. Eu, que estava tão satisfeito e submisso limpando a pica dele, me levantei assustado.

— Calma, calma. Você continua limpando aí com a linguinha que eu quero dar uma ligadinha pra sua esposa. Conheço ela de quando combinamos de vir buscar o dinheiro, lembra? Vou colocar no viva-voz pra você ouvir também, mas não para de lamber, tranquilo, tá? Não tem problema.

Oscar me fez vestir o body de novo com tapinhas pra me acalmar e empurrou minha cabeça pra entreperna dele, pra eu continuar lambendo a pica dele. Então ligou pro número da Carla.

— Alô — disse a voz da minha esposa do alto-falante do celular.

— Alô, putinha, já tô quase terminando o serviço que eu tinha. Cê tá pronta?

Fiquei de boca aberta segurando a pica do Oscar, sem acreditar. Oscar fez sinal pra eu continuar, com um sorrisão no rosto.

— Quando você mandar, papai, eu vou. Tô na casa das minhas amigas, mas é só falar que a gente se encontra já. É pra depois ir pro cinema com elas, então a gente tem tempo.

— Beleza, vamos nos encontrar daqui meia hora no café que fica na esquina do hotel. Tomamos alguma coisa lá e depois vamos.

— E se a gente for direto, papai? Tô com muita vontade, faz uma semana que você não mete, nem sabe como eu tô.

— É muito de putinha se encontrar direto no hotel, hahaha.

— É que você tá me transformando numa puta danada.

— E falta aprender muita coisa, bebê. Então, daqui meia hora na porta do hotel. Beijinhos.

— Beijos. E um especial na ponta dessa pica linda, hehe.

Oscar desligou e me encarou, se divertindo por ter tido essa conversa com minha esposa enquanto eu limpava a pica dele. Minha cara tava vermelha de vergonha. Finalmente, Oscar disse:

— Tô comendo ela faz um mês. Uma fera a sua mulherzinha, uma gostosa. Comi ela na primeira vez que vim buscar o dinheiro do acordo, e depois duas ou três vezes por semana. Sua esposa é bem porca, bem cabeçuda. Ela adora muito a pica. E parece que adora a minha, principalmente.

Eu concordei sem ousar olhar nos olhos do Oscar. E ele completou:

– Adoro como isso vai ficar divertido, não acha?

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Obrigado por ler e, se te fiz passar um bom momento, adoraria que me contassem. Me excita muito escrever, mas mais ainda saber que dei, pelo menos, um mínimo momento de tesão pra alguém. Beijinhos 🙂

7 comentários - La Cross sumisa del electricista 2: humillación y sorpresa

Uf, estoy al puro palo. Van puntos. Me recalentó tu relato
Graciassss... 🙂
Busnisimo.lo leimos juntos y terminamos en la cama....cuando quieras nos juntamos con vos y el electricista.....
Linda idea, les hago de mucamita cuando quieran...
uuuu se me reparo con esto...muy cvaliente...
van p
muy bueno..!!
GIEGUI
Ojalá ese electricista viniera a mi casa
Mmmm... a la noche voy a leer esto...
GIEGUI
Es lo que nos gustaría que nos pase a las de closet
Asi yo quiero estar con mi novia siendo las putitas de un buen macho