Olá, amigos e amigas do poringa.net.
Aqui vai mais um dos meus relatos que nunca contei antes.
Isso aconteceu há mais de 8 anos atrás.
Por curiosidade, entrei num desses sites pra conhecer gente. Só pra ver qual era a onda.
Montei um perfil e baixei umas fotos minhas, só restava esperar.
Depois de umas duas semanas. De conversas curtas com gente de muito longe ou que não era o que eu procurava.
Recebi um aviso de que alguém viu meu perfil e resolvi ver quem era.
O rosto dela me parecia familiar.
Ela era uma vizinha que mora na volta da minha casa.
Conhecia de vista, mas nunca tínhamos conversado antes.
Pra testar a onda, agradeci a visita.
Ela em um minuto me respondeu com um "de nada" e "obrigada a você por ver o meu".
Isso me deu abertura pra puxar conversa e ela respondia minhas mensagens.
Falamos um bom tempo e parecia que tínhamos uma boa conexão.
Ela achava muito louco que, sendo vizinhos, estivéssemos nos conhecendo por um site social.
Loucuras da tecnologia.
Ela é uma mulher linda, 38 anos.
Gostosa, com boas curvas.
Esposa dona de casa e mãe de uma menina de 12 anos.
Quando perguntei o que ela procurava ou por que entrou num site que era pra conhecer gente.
Ela foi bem direta e me explicou.
Elena: "A verdade é que não sei o que esperar...
Como toda dona de casa, minha vida era muito rotineira.
Entediante e sem emoções, isso cansa demais.
Uma amiga na mesma situação que eu me recomendou.
Não acho que vou me animar a fazer muito como ela, já que me sentia muito culpada por estar falando com gente pelas costas do marido.
E você, o que procura?"
Eu: "Não era nada de mais conversar e sair um pouco da rotina.
No que eu puder ajudar, tá de boa.
O meu caso é diferente do seu, já que sou solteiro.
Procuro conhecer gente e ver no que dá.
Somos adultos e sabemos que o sexual é o que mais se busca."
Elena: Entendo, sei disso, mas fazer o quê.
Como te falei, não sei se tenho coragem pra tanto.
Mas se minha amizade te servir, tá tudo bem.
Ficou tudo claro, eram 5 da tarde quando nos despedimos, ela não ia mais ficar sozinha e eu tinha que abrir minha oficina.
Quando fechei, tomei um banho e não conseguia tirar aquela mulher da cabeça.
Depois de comer, entrei no site e vi uma mensagem dela me cumprimentando.
Respondi ao oi.
Depois de quase meia hora esperando ela se conectar, pensei que não ia mais entrar.
Lavei os pratos e preparei um café pra ir dormir.
Última olhada no site e ela estava online, e a gente voltou a conversar.
Que surpresa te ver conectada a essa hora, falei.
Perguntei pela família dela, e ela respondeu: "todos dormindo. Sempre fico sozinha a essa hora."
A pergunta óbvia: "E seu marido te deixa sozinha quando sua filha dorme?"
Ela respondeu: "Por incrível que pareça, é assim mesmo.
Ele nunca aproveita esses momentos que a gente tem a sós, e isso é o que mais me irrita nele.
Marido não aproveita esses momentos pra intimidade.
Pior, tenho vários conjuntos de lingerie que comprei pra gente curtir e pra ele me ver não só como esposa, mas não rola nada.
Nem vou falar do sexo. Entediante e rotineiro."
"Não acredito", falei, aproveitando a conversa.
"Uma mulher tão gostosa e com um corpão desse.
Nunca passaria despercebida na minha frente.
Amo mulheres com lingerie bonita que provocam e estimulam o homem.
Que sorte seu marido tem, e que desgraça ele não aproveitar."
Não sei se incomodei ela com o que falei.
Mas, com a desculpa de que era tarde, ela agradeceu pela conversa e pelas coisas lindas que eu disse.
Encerrou a conexão com um beijo de amigo: "Até amanhã."
No outro dia, acordei e abri a oficina como sempre, sem saber se ela estaria online.
Até fiquei tentado a ver se estava ou não.
Ou talvez o que eu falei não tenha agradado.
Na minha cabeça, surgiu: será que ela pensa em mim como eu penso nela?
Voltei pra minha rotina. Enquanto estou deitado debaixo de um carro ajustando a caixa de câmbio.
Corto minha concentração, os barulhos de uns saltos chamam minha atenção.
Ao sair de baixo do carro pra ver quem era. Minha surpresa aumentava cada vez mais enquanto eu saía de baixo do carro.
Fui descobrindo ela aos poucos.
Pra meu espanto, era ela, com um vestido longo que realçava a sua figura.
Ela trazia nas mãos um pacote de facturas.
Nós dois, por um tempo, ficamos sem saber como reagir.
Nos cumprimentamos com um beijo tímido na bochecha.
Elena: Oi, desculpa ter vindo sem avisar, mas como não te vi online.
Além disso, vou tirar a página porque tem muita gente sem noção e não gosto disso.
Pensei que seria uma boa ideia, depois de levar minha filha pra escola, passar pra te visitar e tomar uns mates com você.
Sei lá, não tô atrapalhando, né?
Eu: Claro que não... Já tô quase terminando enquanto a água esquenta.
Fica à vontade, termino de ajustar e já saio.
Nunca na vida ajustei tudo tão rápido hahaha.
Dava pra ver que ela estava nervosa, olhando tudo.
Lavei minhas mãos e começaram os mates.
Entre brincadeiras e conversas, parecíamos amigos de infância.
Isso se repetiu por vários dias, e nossa amizade ficava cada vez mais calorosa e carinhosa.
Numa quinta-feira, 11 de abril, era o aniversário dela.
Ao chegar na minha oficina, como sempre.
Ela levou um baita susto, não imaginava que eu lembraria.
Recebi ela com um feliz aniversário, bem arrumado e com um bolinho nas mãos.
Elena: Não acredito... você lembrou...
Você é um amor...
Eu: Como esquecer, amiga...
Eu também...
Com os olhos cheios de lágrimas, ela veio até mim e me beijou intensamente.
Isso foi o começo de tudo.
Fechei a oficina e fomos pra minha casa.
Ao entrar, deixamos o bolo pra depois e nos beijamos de novo como da primeira vez.
A luxúria nos envolveu.
Ela se deixou levar pela paixão, e que melhor momento do que no aniversário dela? aniversário.
Comemorar com seu melhor amigo.
Ela não era a única surpresa, também tinha uma surpresa pra mim.
Soltando o laço das costas, deixou o vestido cair e exibia um lindo body azul, com meias pretas e cinta-liga.
Que destacava o corpo dela e ficava lindo nela.
Nos beijamos de novo, minhas mãos tocavam o corpo dela e aquela bunda gostosa, grande e firme.
Meu pau tava durasso e pronto pra ser devorado por aquela mulher gostosa.
Ela me despia sem parar de me beijar.
Me deixou pelado na frente dela.
Os olhos dela cravaram na minha pica ereta.
Ela se aproximou e pegou com carinho nas mãos.
Se ajoelhou devagar. Ficou admirando o pau duro do amigo.
Com suavidade, toca e olha sem fazer barulho.
Toca minhas bolas e brinca com elas. Me olhando, disse:
Elena: Nunca imaginei o tamanho do teu pau.
Como é que tu fica sozinho... Amigo... Mmmm...
Cara, juro que nunca vi um tão grande...
Eu: Feliz aniversário, amiga, é todo teu...
Aproveita...
Sem perder tempo, chupava e lambia, saboreando cada centímetro do meu pau duro e cheio de veias.
Eu ajudava com umas estocadas leves pra ela enfiar o mais fundo possível.
Enquanto isso, tocava os peitos dela e não conseguia parar de ver aquela mulher gostosa chupando e saboreando meu pau com desespero.
Pegando na mão dela e deixando um rastro de roupa pela sala, levei ela pro meu quarto.
Deitei ela na cama e, abrindo as pernas dela, vi pela primeira vez a pussy da minha amiga.
Sem pressa ao ver tamanho tesão. Tomei meu tempo.
Acariciei a pussy dela, pequena e carnuda, sem nenhum pelo.
Passei minha língua pelos lábios doces da buceta dela e comecei a chupar aquela pussy.
Por ser casada e mãe, não imaginava que ela fosse tão apertada.
Ela se arrepiou e começou a gemer, primeiro docemente e depois como uma puta no cio.
Elena: Mmm... Ai meu Deus... Mmm
Adoro... Que gostoso você chupa...
Mmm... Isso, chupa gostoso... Adoro, o idiota do meu marido não faz isso comigo.
Faz anos que não sinto um prazer assim. Me dá mais, por favor.
Desesperada, ela me agarrava pela cabeça e enfiava minha cara na pussy dela.
Enquanto se contorcia de prazer.
Vou gozar, ai meu Deus (tô gozando)
Eu continuei chupando e enfiando os dedos, comendo ela assim num ritmo gostoso.
Elena: Ai... Pelo amor de Deus... Isso, mmm...
Não aguento mais, não seja ruim e mete a cock em mim, por favor.
Com o rosto vermelho de tesão e ofegante depois do primeiro orgasmo, ela continuava pedindo cock.
Subi em cima dela e comecei a penetrar.
A pussy linda dela se abria pra minha cock, e isso fazia ela tremer mais e mais.
Soltando outro orgasmo ao se sentir bem empalada.
A única preocupação dela não era a gente não ter camisinha.
Era que eu não gozasse rápido e ela ficasse com vontade de mais.
Gozei, tirei de cima dela, e ela subiu em mim, se empalando devagar sozinha e começou a cavalgar.
Descansa e tenta relaxar, só não goza, por favor. Quero te aproveitar mais. Com a melhor cara de puta safada.
Calma, eu aguento e vou gozar quando você pedir. respondi.
Não só aproveitava aquela pussy quente subindo e descendo.
Mas também via minha amiguinha gozar e gemir como uma louca. Ver o corpo nu dela e os Belas tetas quicando no ritmo do sexo.
Era uma imagem inesquecível.
Quando ela se satisfez e ficou exausta, me passou o controle.
Comi ela uma vez atrás da outra, provocando orgasmos em cada posição possível.
Coisa que amo: fugir das duas posições chatas do marido dela.
Quando a coloquei de quatro, ela me deu liberdade pra gozar quando quisesse, sem problemas, já que ela se cuidava.
Ela não esperava que eu abrisse as nádegas dela e chupasse a buceta e o cu também — isso a deixava em chamas.
Pegando fogo, ela curtia minha língua fuçando a buceta e o cu dela ao mesmo tempo.
Quanto mais eu comia ela, mais puta ela ficava.
Sem pedir permissão e puxando meu pau encharcado da buceta dela.
Com determinação e sem hesitar, coloquei a cabeça do meu pau no cu delicado dela.
Esperando um "não" como resposta, só senti que ela suspirou e arqueou a cintura.
Só escutei um "devagar, amor..."
Tive que fazer um esforço danado pra conseguir enfiar.
Mas como ela não era virgem, foi mais fácil, mas no final foi entrando bem devagar.
Ela gemia, reclamava, mas pelos movimentos dela, soube que tava gostando.
Os gemidos dela eram sensacionais. Ela curtia cada estocada.
Elena: Mmm... Quanto tempo que não sinto essa dor tão gostosa...
Ufs... é tão tasty...
Nunca pensei que aguentaria essa sua pica enorme e tô amando, ai...
Aquela bunda era minha. Eu aproveitava e comi por um bom tempo.
Tanto que ela já não aguentava mais.
Até que gozei inundando a bunda apertada dela com meu esperma grosso.
Com a pica mole, continuei comendo ela.
Até que não deu mais.
Ficamos deitados conversando. Ela sempre quis que isso acontecesse, por isso veio vestida assim.
Foi incrível pra nós dois e finalmente rolou.
Aquele dia foi inesquecível pra ela e ela ainda me lembra disso.
Como ela sempre diz, foi o melhor aniversário dela.
Já que naquela manhã ela me fez gozar quatro vezes.
Ela curtiu meu gozo em todos os buracos dela e em todos os cantos da casa.
Por anos, ela aguenta um sexo sem graça com o marido e um sexo do jeito que ela gosta comigo.
Mas bom, isso é outra história.
CONTINUA...
PS: ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM.
AGUARDO SEUS COMENTÁRIOS E VOTOS.
OBRIGADO, MAURI-SOLO-YO.
Aqui vai mais um dos meus relatos que nunca contei antes.
Isso aconteceu há mais de 8 anos atrás.
Por curiosidade, entrei num desses sites pra conhecer gente. Só pra ver qual era a onda.
Montei um perfil e baixei umas fotos minhas, só restava esperar.
Depois de umas duas semanas. De conversas curtas com gente de muito longe ou que não era o que eu procurava.
Recebi um aviso de que alguém viu meu perfil e resolvi ver quem era.
O rosto dela me parecia familiar.
Ela era uma vizinha que mora na volta da minha casa.
Conhecia de vista, mas nunca tínhamos conversado antes.
Pra testar a onda, agradeci a visita.
Ela em um minuto me respondeu com um "de nada" e "obrigada a você por ver o meu".
Isso me deu abertura pra puxar conversa e ela respondia minhas mensagens.
Falamos um bom tempo e parecia que tínhamos uma boa conexão.
Ela achava muito louco que, sendo vizinhos, estivéssemos nos conhecendo por um site social.
Loucuras da tecnologia.
Ela é uma mulher linda, 38 anos.
Gostosa, com boas curvas.
Esposa dona de casa e mãe de uma menina de 12 anos.
Quando perguntei o que ela procurava ou por que entrou num site que era pra conhecer gente.
Ela foi bem direta e me explicou.
Elena: "A verdade é que não sei o que esperar...
Como toda dona de casa, minha vida era muito rotineira.
Entediante e sem emoções, isso cansa demais.
Uma amiga na mesma situação que eu me recomendou.
Não acho que vou me animar a fazer muito como ela, já que me sentia muito culpada por estar falando com gente pelas costas do marido.
E você, o que procura?"
Eu: "Não era nada de mais conversar e sair um pouco da rotina.
No que eu puder ajudar, tá de boa.
O meu caso é diferente do seu, já que sou solteiro.
Procuro conhecer gente e ver no que dá.
Somos adultos e sabemos que o sexual é o que mais se busca."
Elena: Entendo, sei disso, mas fazer o quê.
Como te falei, não sei se tenho coragem pra tanto.
Mas se minha amizade te servir, tá tudo bem.
Ficou tudo claro, eram 5 da tarde quando nos despedimos, ela não ia mais ficar sozinha e eu tinha que abrir minha oficina.
Quando fechei, tomei um banho e não conseguia tirar aquela mulher da cabeça.
Depois de comer, entrei no site e vi uma mensagem dela me cumprimentando.
Respondi ao oi.
Depois de quase meia hora esperando ela se conectar, pensei que não ia mais entrar.
Lavei os pratos e preparei um café pra ir dormir.
Última olhada no site e ela estava online, e a gente voltou a conversar.
Que surpresa te ver conectada a essa hora, falei.
Perguntei pela família dela, e ela respondeu: "todos dormindo. Sempre fico sozinha a essa hora."
A pergunta óbvia: "E seu marido te deixa sozinha quando sua filha dorme?"
Ela respondeu: "Por incrível que pareça, é assim mesmo.
Ele nunca aproveita esses momentos que a gente tem a sós, e isso é o que mais me irrita nele.
Marido não aproveita esses momentos pra intimidade.
Pior, tenho vários conjuntos de lingerie que comprei pra gente curtir e pra ele me ver não só como esposa, mas não rola nada.
Nem vou falar do sexo. Entediante e rotineiro."
"Não acredito", falei, aproveitando a conversa.
"Uma mulher tão gostosa e com um corpão desse.
Nunca passaria despercebida na minha frente.
Amo mulheres com lingerie bonita que provocam e estimulam o homem.
Que sorte seu marido tem, e que desgraça ele não aproveitar."
Não sei se incomodei ela com o que falei.
Mas, com a desculpa de que era tarde, ela agradeceu pela conversa e pelas coisas lindas que eu disse.
Encerrou a conexão com um beijo de amigo: "Até amanhã."
No outro dia, acordei e abri a oficina como sempre, sem saber se ela estaria online.
Até fiquei tentado a ver se estava ou não.
Ou talvez o que eu falei não tenha agradado.
Na minha cabeça, surgiu: será que ela pensa em mim como eu penso nela?
Voltei pra minha rotina. Enquanto estou deitado debaixo de um carro ajustando a caixa de câmbio.
Corto minha concentração, os barulhos de uns saltos chamam minha atenção.
Ao sair de baixo do carro pra ver quem era. Minha surpresa aumentava cada vez mais enquanto eu saía de baixo do carro.
Fui descobrindo ela aos poucos.
Pra meu espanto, era ela, com um vestido longo que realçava a sua figura.
Ela trazia nas mãos um pacote de facturas.
Nós dois, por um tempo, ficamos sem saber como reagir.
Nos cumprimentamos com um beijo tímido na bochecha.
Elena: Oi, desculpa ter vindo sem avisar, mas como não te vi online.
Além disso, vou tirar a página porque tem muita gente sem noção e não gosto disso.
Pensei que seria uma boa ideia, depois de levar minha filha pra escola, passar pra te visitar e tomar uns mates com você.
Sei lá, não tô atrapalhando, né?
Eu: Claro que não... Já tô quase terminando enquanto a água esquenta.
Fica à vontade, termino de ajustar e já saio.
Nunca na vida ajustei tudo tão rápido hahaha.
Dava pra ver que ela estava nervosa, olhando tudo.
Lavei minhas mãos e começaram os mates.
Entre brincadeiras e conversas, parecíamos amigos de infância.
Isso se repetiu por vários dias, e nossa amizade ficava cada vez mais calorosa e carinhosa.
Numa quinta-feira, 11 de abril, era o aniversário dela.
Ao chegar na minha oficina, como sempre.
Ela levou um baita susto, não imaginava que eu lembraria.
Recebi ela com um feliz aniversário, bem arrumado e com um bolinho nas mãos.
Elena: Não acredito... você lembrou...
Você é um amor...
Eu: Como esquecer, amiga...
Eu também...
Com os olhos cheios de lágrimas, ela veio até mim e me beijou intensamente.
Isso foi o começo de tudo.
Fechei a oficina e fomos pra minha casa.
Ao entrar, deixamos o bolo pra depois e nos beijamos de novo como da primeira vez.
A luxúria nos envolveu.
Ela se deixou levar pela paixão, e que melhor momento do que no aniversário dela? aniversário.
Comemorar com seu melhor amigo.
Ela não era a única surpresa, também tinha uma surpresa pra mim.
Soltando o laço das costas, deixou o vestido cair e exibia um lindo body azul, com meias pretas e cinta-liga.
Que destacava o corpo dela e ficava lindo nela.
Nos beijamos de novo, minhas mãos tocavam o corpo dela e aquela bunda gostosa, grande e firme.
Meu pau tava durasso e pronto pra ser devorado por aquela mulher gostosa.
Ela me despia sem parar de me beijar.
Me deixou pelado na frente dela.
Os olhos dela cravaram na minha pica ereta.
Ela se aproximou e pegou com carinho nas mãos.
Se ajoelhou devagar. Ficou admirando o pau duro do amigo.
Com suavidade, toca e olha sem fazer barulho.
Toca minhas bolas e brinca com elas. Me olhando, disse:
Elena: Nunca imaginei o tamanho do teu pau.
Como é que tu fica sozinho... Amigo... Mmmm...
Cara, juro que nunca vi um tão grande...
Eu: Feliz aniversário, amiga, é todo teu...
Aproveita...
Sem perder tempo, chupava e lambia, saboreando cada centímetro do meu pau duro e cheio de veias.
Eu ajudava com umas estocadas leves pra ela enfiar o mais fundo possível.
Enquanto isso, tocava os peitos dela e não conseguia parar de ver aquela mulher gostosa chupando e saboreando meu pau com desespero.
Pegando na mão dela e deixando um rastro de roupa pela sala, levei ela pro meu quarto. Deitei ela na cama e, abrindo as pernas dela, vi pela primeira vez a pussy da minha amiga.
Sem pressa ao ver tamanho tesão. Tomei meu tempo.
Acariciei a pussy dela, pequena e carnuda, sem nenhum pelo.
Passei minha língua pelos lábios doces da buceta dela e comecei a chupar aquela pussy.
Por ser casada e mãe, não imaginava que ela fosse tão apertada.
Ela se arrepiou e começou a gemer, primeiro docemente e depois como uma puta no cio.
Elena: Mmm... Ai meu Deus... Mmm
Adoro... Que gostoso você chupa...
Mmm... Isso, chupa gostoso... Adoro, o idiota do meu marido não faz isso comigo.
Faz anos que não sinto um prazer assim. Me dá mais, por favor.
Desesperada, ela me agarrava pela cabeça e enfiava minha cara na pussy dela.
Enquanto se contorcia de prazer.
Vou gozar, ai meu Deus (tô gozando)
Eu continuei chupando e enfiando os dedos, comendo ela assim num ritmo gostoso.
Elena: Ai... Pelo amor de Deus... Isso, mmm...
Não aguento mais, não seja ruim e mete a cock em mim, por favor.
Com o rosto vermelho de tesão e ofegante depois do primeiro orgasmo, ela continuava pedindo cock.
Subi em cima dela e comecei a penetrar.
A pussy linda dela se abria pra minha cock, e isso fazia ela tremer mais e mais.
Soltando outro orgasmo ao se sentir bem empalada.
A única preocupação dela não era a gente não ter camisinha.
Era que eu não gozasse rápido e ela ficasse com vontade de mais.
Gozei, tirei de cima dela, e ela subiu em mim, se empalando devagar sozinha e começou a cavalgar.
Descansa e tenta relaxar, só não goza, por favor. Quero te aproveitar mais. Com a melhor cara de puta safada.
Calma, eu aguento e vou gozar quando você pedir. respondi.
Não só aproveitava aquela pussy quente subindo e descendo.
Mas também via minha amiguinha gozar e gemir como uma louca. Ver o corpo nu dela e os Belas tetas quicando no ritmo do sexo.
Era uma imagem inesquecível.
Quando ela se satisfez e ficou exausta, me passou o controle.
Comi ela uma vez atrás da outra, provocando orgasmos em cada posição possível.
Coisa que amo: fugir das duas posições chatas do marido dela.
Quando a coloquei de quatro, ela me deu liberdade pra gozar quando quisesse, sem problemas, já que ela se cuidava.
Ela não esperava que eu abrisse as nádegas dela e chupasse a buceta e o cu também — isso a deixava em chamas.
Pegando fogo, ela curtia minha língua fuçando a buceta e o cu dela ao mesmo tempo.
Quanto mais eu comia ela, mais puta ela ficava.
Sem pedir permissão e puxando meu pau encharcado da buceta dela. Com determinação e sem hesitar, coloquei a cabeça do meu pau no cu delicado dela.
Esperando um "não" como resposta, só senti que ela suspirou e arqueou a cintura. Só escutei um "devagar, amor..."
Tive que fazer um esforço danado pra conseguir enfiar.
Mas como ela não era virgem, foi mais fácil, mas no final foi entrando bem devagar.
Ela gemia, reclamava, mas pelos movimentos dela, soube que tava gostando.
Os gemidos dela eram sensacionais. Ela curtia cada estocada.
Elena: Mmm... Quanto tempo que não sinto essa dor tão gostosa...
Ufs... é tão tasty...
Nunca pensei que aguentaria essa sua pica enorme e tô amando, ai...
Aquela bunda era minha. Eu aproveitava e comi por um bom tempo.
Tanto que ela já não aguentava mais.
Até que gozei inundando a bunda apertada dela com meu esperma grosso.
Com a pica mole, continuei comendo ela.
Até que não deu mais.
Ficamos deitados conversando. Ela sempre quis que isso acontecesse, por isso veio vestida assim.
Foi incrível pra nós dois e finalmente rolou.
Aquele dia foi inesquecível pra ela e ela ainda me lembra disso.
Como ela sempre diz, foi o melhor aniversário dela.
Já que naquela manhã ela me fez gozar quatro vezes.
Ela curtiu meu gozo em todos os buracos dela e em todos os cantos da casa.
Por anos, ela aguenta um sexo sem graça com o marido e um sexo do jeito que ela gosta comigo.
Mas bom, isso é outra história.
CONTINUA...
PS: ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM.
AGUARDO SEUS COMENTÁRIOS E VOTOS.
OBRIGADO, MAURI-SOLO-YO.
7 comentários - Elena mi vecina caliente.. con fotos
Escribilos en Word y después copialos.
Ssludos
eso si, por favor si escribis otro cuida los horrores de ortografia, porque me quedaron doliendo los ojos,... jajaja. Un abrazo y segui contando mas,...
Hermoso el orto de tu vecina!