La esposa de mi padre, femdom... suave?

O nome do meu pai é Gastão, essa história começa, pra ter um ponto de partida claro, porque com certeza começa muito antes. Eu tava prestes a fazer 18 anos, morava com minha mãe na época, a Márcia, 38 anos, separada do meu pai, Fabrizio, um homem de 55 anos, italiano de um temperamento bem difícil, fazia dois anos. O último ano que eles viveram juntos foi insuportável pra mim, eles gritavam, brigavam o tempo todo, era um inferno. Umas seis meses atrás, minha mãe começou a trazer os amantes dela pra casa, não são muitos, foram três nesse tempo, todos com a ideia de começar um relacionamento. A Márcia não é nenhuma puta, como ela mesma diz, mas me enche o saco ela trazer os namorados pra cá. Meu pai se juntou com uma mulher de 32 anos, chama Débora, e ela é realmente uma delícia, é fortíssima, elegante, sei lá, não falta nada, no meu gosto. Faz três meses que eles tiveram o primeiro filho, uma menina, a Florença, minha irmã. Meu pai é CEO de uma grande empresa petrolífera mundial, problema de dinheiro ele não tem, mas discutindo com a mamãe ele sempre dizia que ia vender a casa, que ela era uma puta de merda e coisas do tipo. Eu não sei o que rolou entre eles, mas não foi uma das melhores separações que um casamento pode ter. Minha mãe sempre dizia que a Débora era uma puta de merda, que tava com meu pai só porque ligava pra dinheiro, e um monte de outras coisas. Eu defendia ela e minha mãe ficava violenta comigo.
Uma tarde ela ligou pra casa do meu pai e a Débora atendeu, pelo que minha mãe me contou depois de falar, ela ficou chocada. A Débora tinha dito que sempre ouvia o marido dela discutir, que não tinha achado certo se meter, mas se ela não se sentisse ofendida, gostaria de falar com meu pai. Minha mãe ficou cheia de dúvidas, mas o tom da Débora era tão firme e tão cordial que minha mãe aceitou que ela fizesse isso.
Depois de uma semana, meu pai ligou, falou com minha mãe, minha mãe num... Naquele momento, ela sentou numa cadeira. Meu pai tinha depositado todo o dinheiro que devia pra ela, de pensão alimentícia, e disse que em algumas semanas os papéis da escritura da casa iam ficar prontos. Só faltava ele se desculpar e prometer que não iam ter mais problemas daí pra frente. Minha mãe, acho que tava meio deprimida, sem ter com quem brigar, mas com a grana no banco passou rapidinho.

Na sexta do meu aniversário, saí com meus amigos. Eu repeti o terceiro ano e tava cursando o quinto. Saí com meus amigos da sala, muita bebida, putaria, mina gostosa, tudo certo. Quando cheguei em casa, encontrei o namorado atual da minha mãe indo pelado pro banheiro. Ele se desculpou, eu tava bêbado, não falei nada, me joguei na cama e dormi. Minha mãe me acordou no dia seguinte pra gente almoçar junto. Olhei fixo pra ela e falei:

— Eu com você não vou a lugar nenhum... sua puta de merda... que traz teus amigos pra foder em casa...

Tava com dor de cabeça, de ressaca, de mal humor, e tomei um tapa da minha mãe que quase virou meu rosto. Ela quase me deu um murrão. Tava tão furioso que bati com o punho na parede. Depois fui sozinho pro hospital, não quis que ela me acompanhasse. Tinha quebrado dois dedos.

Naquele mesmo dia, minha mãe falou com meu pai. Eles acertaram que eu podia morar com ele. Minha mãe não me queria mais na casa dela. Preparei só uma mochila, queria deixar o máximo de coisas pra trás, começar algo novo.

Na casa do meu pai, fui bem recebido. Deborah disse que esperava que eu me adaptasse às regras daquela família. As primeiras duas semanas foram de muita discussão com meu pai, no jardim, no carro dele me levando pra escola. Uma noite, a gente tava jantando e começou a aumentar o tom. Quando meu pai começou a levantar a voz, Deborah colocou a mão suavemente no braço dele. Ele baixou o tom na hora e pediu desculpas pra esposa, prometeu que não ia acontecer de novo e também se desculpou comigo por ter gritado.

Uma tarde, quando cheguei da escola, ele tava... na cozinha fazendo um sanduíche, e a Deborah apareceu com a filha dela no colo, não tinha nada na parte de cima, dois peitos impressionantes, naturais, bem durinhos e cheios, uma saia em baixo, sentou na sala de jantar pra amamentar a bebê, eu olhava pro outro peito e ficava louco, me cocei um pouco no volume, mas sem me masturbar, ficava maluco com aqueles peitos. Depois ela trocou a bebê de peito e passava creme no outro, eu morria de vontade de bater uma, mas não era hora nem lugar. Ela depois se levantou e levou a menina pro quarto dela, já dormia sozinha, apareceu na cozinha, tinha colocado uma camiseta, mas sem sutiã.
— Te vi me espiando da cozinha...
— Desculpa, não quis olhar...
— Claro que quis... seria estranho se não quisesse... mas tem jeito de olhar pra uma mulher... parece que não te ensinaram modos... eu vou cuidar disso... — Saiu da cozinha rebolando a bunda, me pareceu que exageradamente, fui pro banheiro e com dois toques, meu pau cuspiu jatos de porra, achei que ia ficar maluco. Naquela noite no jantar, fiquei em silêncio, me sentia desconfortável, não sabia o que ia acontecer, se ela ia contar algo pro meu pai, se eu teria que arrumar um lugar pra morar. Não aconteceu nada, só que num momento eu ia responder aumentando o tom pro meu pai, e ela me olhou firme, baixei na hora o tom e me desculpei.
No dia seguinte à tarde, tava no meu quarto depois da escola e bateram na porta, era ela, sim, pode entrar.
— Vou dar o peito pra neném... me parece um bom momento pra você começar a ser educado... te espero na sala... vem pelado... — não sabia o que fazer, parecia uma loucura, era a esposa do meu pai, ao mesmo tempo o tom dela era tão firme, tão seguro. E o corpo dela, uau, mas o que ela queria de mim? Naquele momento só sentia a dureza do meu pau, me despi e fui pra sala. Ela apareceu depois, tinha a saia do dia anterior e um sutiã branco de renda, os mamilos apareciam por baixo e eu ficava louco, trouxe uma almofada, vermelha, com Formato de coração, bem largo, que dizia "te amo". Ela jogou no chão na minha frente e falou:
— Ajoelha aí... não quero que você machuque seus joelhos... — Ela foi andando até o quarto e voltou com umas algemas. Eram de sex shop, mas imobilizavam de verdade. Mandou eu colocar as mãos pra trás e me algemou. Saiu da sala e foi buscar a bebê, que tinha acabado de começar a chorar. Trouxe ela no moisés, apoiou perto dela, que sentou no sofá de dois lugares. Ela se levantou e, me olhando, tirou o sutiã.
— Seu olhar tá duro demais... é ótimo que você esteja com vontade... mas não é assim que se olha uma dama... — Tentei olhar mais calmo, senti que meu olhar já não era de um garanhão pronto pra pular na presa. — Assim tá melhor... — Pegou a bebê e sentou, começando a amamentar.
— Tá gostando do que vê...? — disse, acariciando o peito que estava de fora.
— Tô adorando...
— Não precisa falar nesse tom de babão... sua dureza já me mostra que você gosta...
— O que você vai fazer com a escola...? — A pergunta me tirou do contexto, não parecia ser o momento. Ela trocou a bebê de peito e começou a passar creme no outro. Meu pau dava pulinhos no ar.
— Com a escola...? Sei lá...
— Eu sei sim... você tem que passar em todas as matérias... é importante começar a se preparar... e mais uma coisa... não quero ouvir você levantando a voz pro seu pai de novo... — Ela me olhou séria e, com cara de perversa, mordeu o lábio inferior enquanto se acariciava o peito. Meu pau continuava pulando no ar. — Entendeu?
— Sim, senhora...
— Não me chama de senhora... pode me chamar de Debi ou de ama... o que te der mais tesão... entendeu...?
— Sim, Debi... — falei num tom que fez ela rir gostoso. Terminou de dar de mamar pra bebê e levou ela no moisés até o quarto. Voltou pra sala, tinha vestido uma camiseta. Parou na frente do sofá e, de costas pra mim, colocou as mãos por baixo da saia e, bem sensual, foi tirando a calcinha. thong, ela veio na minha direção, antes de me soltar falou com um tom firme, nem pense em me tocar, soltou minhas mãos, me deu a thong dela e disse:
—Vai no banheiro se masturbar... pode usar minha thong... ainda está morna... — e foi andando sensualmente pro quarto dela, fechando a porta por dentro. Enchi a thong dela de porra e deixei lá à vista, fui pro meu quarto tirar um cochilo, me sentia bagunçado e não sabia como ia olhar pro meu pai, ao mesmo tempo esperava ansioso pra ver o que podia rolar.

Passou quase uma semana tranquila, eu não levantei mais a voz falando com meu pai, ficava olhando pra Deborah sempre que podia, me impressionava como ela tava forte, mas olhava do jeito que ela tinha mandado, com desejo, mas também com uma espécie de respeito. Aquela semana foi um porre, ela não tinha falado nada de novo, não rolava nada e eu tava cada vez mais tarado. Na segunda, quando voltei da escola, ela tava sentada no sofá só de lingerie, meia arrastão e salto alto.

—Tava te esperando... a menina já comeu... vai se pelar e vem... e traz o almofadão... deixei no teu quarto... — eu me ajoelhei no mesmo lugar da outra vez. Ela se levantou, andou sensual se exibindo pra mim. — Como vai a escola...? — perguntou enquanto caminhava pela sala.

—Bem, tirei um oito e dois noves... só fiquei com uma matéria baixa...
—Muito bem... te parabenizo... — chegou perto de mim. — Quero que você se masturbe pra mim... bem devagar pra aproveitar... mas nem pense em me tocar com nenhuma parte do teu corpo... entendeu?
—Sim, Deby...
—Pode me chamar de ama também...
—Sim, ama... — e ela soltou uma risada que parecia de outra pessoa, muito mais sádica, mais perversa, parou na minha frente e abriu um pouco as pernas, baixou a thong e deixou a coisinha dela na altura do meu rosto... chegou mais perto...

—Sente o cheiro da minha buceta... por enquanto é mais que suficiente... vai, bate uma... você vai me dar toda a sua porra... hein...?
—Sim, ama...
—Você gosta da minha... Cheirinho...
- Você é uma delícia... - virei pra trás e ela me deu um tapa forte na bunda.
- Em situações como essa, não quero que me trate por "você"... nunca... tá claro?
- Sim, Deby...
Ela se posicionou de novo na minha frente.
- Vai, quero seu gozo espalhado pela sala toda... você vai explodir muito, hein... hein?
- Sim, minha dona, sim!!! - falei enquanto meu pau jorrava leite.
- Muito bem... depois deixa tudo bem limpo... ainda não achei um jeito de te chamar... "cachorrinho" não me agrada muito... é muito humilhante...
- Como a senhora quiser tá bom, dona!!!
- Ha ha... que grato você se mostrou... - ela foi andando de forma sensual pro quarto dela - a calcinha fio-dental joga no cesto da roupa suja... não bate punheta com ela...

Passou quase um mês sem novidades, a Deborah tinha começado a sair mais, eu não sabia nada das atividades dela, mas ela ia com a filha e geralmente não ficava em casa. Me deram o boletim e meu pai me parabenizou, todas as minhas médias estavam altas, não tinha nenhuma matéria baixa. Quando terminamos de comer, a Deborah me disse:
- Vou dar uma trepada com seu pai... vou deixar a porta do quarto aberta com o abajur aceso... se quiser olhar, tem minha permissão... seja discreto... parabéns pelas notas - falou e me deu um beijo na bochecha.

Eu não sabia o que fazer, realmente me impressionava ver meu pai pelado, mas queria ver a Deborah. Esperei um tempo no meu quarto, não conseguia dormir, saí pra sala sem fazer barulho. Quando vi ela, quase fiquei louco, ela montando em cima do meu pai, que estava algemado na cabeceira da cama, de barriga pra cima, ela montando nele, com o conjunto de meia-liga, os saltos altos e os peitos de fora, que ela aproximava de vez em quando da boca do meu pai pra ele chupar. Não sei quanto tempo passou, pra mim foi uma eternidade, num momento ela pareceu gozar porque esticou a cabeça pra cima e abriu a garganta como se soltasse um gemido profundo, mas sem deixar o som sair, não olhava pro meu pai enquanto tinha o orgasmo, depois... Ela saiu de cima dele, fiquei impressionado em ver meu pai nu pela primeira vez, principalmente com o amiguinho dele duro. Ela se aproximou da porta do quarto e a fechou, entendi que o show tinha acabado. Fui ao banheiro e me aliviei, achei que ia enlouquecer, as imagens das tetas da Debi balançando estavam gravadas na minha cabeça.

No dia seguinte voltei correndo da escola, morria de vontade de falar com ela, que me perguntasse, que me dissesse o que fazer, o que esperava de mim. Infelizmente ela não estava. Fui estudar e depois dormi um pouco. Eles chegaram perto da hora do jantar, vieram os três juntos. Deborah estava com um vestido justo, dava pra ver a tanguinha que se enfiava naquela bunda gostosa. Olhei pra ela como um selvagem, mas logo baixei os olhos quase com vergonha. Debi percebia tudo. Ela pôs a mesa, tinham comprado comida pronta.

Depois do jantar, ela me pediu se eu podia lavar a louça. Acho que pediu porque meu pai estava na frente, senão teria mandado diretamente. Eles foram pro quarto. Joguei os restos de comida e coloquei os pratos na pia. Daí a pouco veio a Debi, sentou numa cadeira.
— Gostou do que viu ontem à noite?
— A senhora é linda, Debi...
— Tá aprendendo rápido... gosto que você saiba quando não me tratar por "você" e que tenha baixado o olhar tão rápido depois daquele olhar selvagem pra minha bunda...
— Tento, patroa...
— É um bom garoto... vou intensificar sua educação... você é um bom material...
— Obrigado, patroa...
— Tira a roupa da cintura pra baixo... quero me masturbar olhando pra sua bunda...
Me virei e olhei pra ela, e meu pai?
— Seu pai tá algemado me esperando... além disso, seu pai não se mete onde eu tô quando tô com outro homem, mesmo que seja o filho dele... e se se meter, aceita o castigo — ela se levantou, tirou o vestido, ficando de lingerie.
— Gostou? — disse dando uma volta bem devagar.
— A senhora é linda...
— Tira a roupa e fica de bunda pra cima apoiado na mesa. Ela se posicionou do meu lado, senti um tapa forte nas minhas nádegas, e depois vieram mais. vários mais, cada vez mais fortes, que doíam e ao mesmo tempo me excitavam, nunca tinha me tocado antes.
– Tava indo bem... vou perguntar de novo... você gostou de mim?
– A senhora é linda, ama...
– Muito bem, continua lavando os pratos... não olha pra mim...
Ela sentou na cadeira e começou a se acariciar por cima da tanga.
– Que bunda gostosa você tem... ainda não é hora de eu te tocar...
Depois de um tempo, ela se levantou.
– Vou me deitar, vou deixar minha tanga pra você bater uma... não se vira, – ela se despiu completamente. Apoiou os peitos nas minhas costas e encostou a pélvis na minha bunda. Disse no meu ouvido:
– Na nossa intimidade, vou te chamar de piquitinho... na sua idade, todo mundo se acha um garanhão, mas são uns pobres piquitinhos... – ela mordiscou minha orelha e sussurrou:
– Descansa... piquitinho... e deixa seu gozo na minha tanga...
Eu me virei, ela ia nua andando pro quarto dela. Peguei a tanga dela e enchi de porra, larguei no banheiro e fui dormir.
A partir do dia seguinte, todo dia quando voltava da escola, eu me despia e ficava de joelhos na almofada. Ela me fazia bater uma e segurar quando tava perto de gozar. Tinha me falado que quando fosse mijar, cortasse o jato no meio da mijada, que isso ia me ajudar a me segurar, e realmente funcionou. Às vezes ficava uma hora parando quando tava perto e recomeçando. Ela tava sempre ou nua ou de lingerie, passando creme às vezes, sem nem olhar pra mim. Devem ter sido uns três meses dessa rotina. Aos sábados, ela deixava a porta do quarto aberta pra eu poder ver ela transando com meu pai, mas sempre em algum momento fechava a porta. Com o tempo, percebi que tava tudo bem eu tratar ela por "você" se não tivéssemos num jogo sexual ou eu não estivesse excitado.
Um dia, contei que devia estar notando uma mudança em mim, as garotas me davam mais atenção, quase me seguiam. Ela disse que ainda não era hora de ficar com as garotas, porque com o que eu tinha aprendido, ia me achar um fodão. Reporonga, e ia esquecendo que era um pobre pijita.

Assim continuava minha educação. Depois de uns quinze dias, ela achou que era hora de passar para outra etapa. Agora, me fazia ajoelhar na frente da bucetinha dela, completamente nu. Cada vez ela aproximava mais, enquanto me explicava como chupar. Quando eu me empolgava demais e perdia a noção do que estava acontecendo com ela, ela tinha uma varinha de vime com a qual me dava um tapinha nas nádegas para me avisar. Às vezes, eu estava muito perto de gozar, de tanta excitação que isso me causava, e ela parava e me deixava ajoelhado ao lado do sofá.

— Você precisa aprender a se controlar mais... não pode ser que você vá gozar chupando a buceta de uma mulher... parece que a única coisa que importa é o seu prazer... assim não vamos bem, pijita... você vai ter que voltar à masturbação... mas agora vou começar a fazer isso por você...

Ficou nisso. Claro que era inverno e eles iam viajar os três, e eu teria que ir para a casa da mamãe até eles voltarem. Minha mãe queria passar o máximo de tempo possível comigo. Antes de ir embora, Deborah veio ao meu quarto falar comigo:

— Adoraria que você viesse conosco, mas sua mãe quer passar um tempo com você...

— Ela me enche o saco...

— Olha, pijita... — quando ela me chamava assim, eu entendia qual era o jogo, nada de intimidade ou confiança. — Assim que voltarmos, vou ligar para sua mãe. Mais vale que ela esteja mais do que feliz com você... nem pense em levantar a voz ou algo parecido... e peça desculpas a ela por ter sido tão grosso... está claro?

— Claríssimo, ama...

— Te amo muito, — disse ela, me dando um beijinho no canto dos lábios.

Me masturbei antes de ir para a casa da mamãe.

10 comentários - La esposa de mi padre, femdom... suave?

Me gusto mucho tu relato, espero la segunda parte!
gracias, me alegro que te guste
Se ve q viene bueno este...
ojala, gracias x comentar
que hermos relato seguilo por favor gracias
tratamos, siempre tratamos,,. gracias x comentar
muy bueno amigo, espero continuacion
Gracias me alegro que te guste
bueno y bien escrito...mis felicitaciones...
Gracias x comentar y me alegro que te gustó
Disfruté mucho leyendolo, imagino que habrá continuación. Te dejé mis 10 de hoy y esperando... 😀.
Dale, espero tener un rato para escribir, gracias
Muy bueno!!, que bien relatado y excitante!! Espero la segunda!!
Gracias, me alegro que te gusto, gracias x comentar
muy buen relato dejo 10
esperamos continuacion.
Gracias x comentar, me alegro que les gusto
muy bueno...!! de a poquito lo va bajando al escalón que le corresponde...ja!!