Corriam meus primeiros anos morando sozinho quando aconteceram os eventos pelos quais conheci a cojelona, a putinha do caminhoneiro.
Naquela época, eu morava num apartamento de dois cômodos na rua Lima, e meu trampo com sistemas me exigia várias vezes ao dia, então me mudei pra capital, vindo da quebrada onde sempre morei.
O apê era velhinho, tinha uma sala de jantar bem grandona, uma cozinha separada e dava pra rua. Como morava sozinho, era normal receber visitas constantes dos meus amigos e amigas. Naquela noite, o Matías vinha me visitar com uma gostosa que ele tava comendo na época e a amiga dela.
A mina do Mati era uma morena alta, pelo que ele me contou, uma guerreira na cama, corpo bonito e muita atitude de putona. Quando chegaram, vieram com a amiga dela: uma morena de mais ou menos 1,60, rabão, peitão e uma carinha de doce. Ela era casada, tava há uns anos com um caminhoneiro que deixava ela sozinha por temporadas, e por isso tava passando uns dias na casa da mina do Matías.
O Matías morava num dos andares de cima do prédio onde eu morava, então, com a desculpa de ir buscar um vinho, ele ia levar a morena dele pra dar uma rapidinha. Nisso, ele vem até a cozinha, onde eu tava preparando a comida pros meus três convidados, e me pede camisinha.
— Mano, me passa umas camisinhas aí que vou dar uma triscada na morena.
Eu ri, porque era óbvio que a presença da amiga tava atrapalhando ele de transar de boa. Com toda confiança, dou as chaves do meu armário de jogos e falo: "Pega o que precisar e fecha". O armário de jogos era um móvel pendurado na parede, parecido com um armário de remédios — na verdade, se a pessoa não prestasse atenção, parecia uma prateleira de temperos e enfeites. Mas quando abria, era ali que eu guardava os brinquedos que gosto de ter pra me divertir com as minas que vêm no meu apê não exatamente pra comer.
Claramente, o Mati, na pressa de atender a morena dele, deixou O armário semiaberto, enquanto cozinhava, me pareceu ouvir o barulho das dobradiças do móvel mais privado da minha casa. Saí da cozinha pra ver e lá estava ela, parada com uma mão na porta e com a outra tocando as coisas do móvel. Ainda não conseguia decifrar a cara dela, se era de surpresa ou simplesmente não concebia o que os olhos viam. Deixei ela apreciar as coisas do móvel sem dizer nada, ela parecia estar se transportando pra outro mundo, olhava cada coisa do móvel e, me dando um leve sinal do que passava pela mente dela, mordeu o lábio inferior. Decidi continuar cozinhando pra deixá-la numa posição desconfortável. O jantar foi um jantar normal e, na sobremesa, conversamos como qualquer anfitrião faz com os convidados à mesa. Fui um cavalheiro, óbvio que de vez em quando alguma indireta ia pra aquela moreninha gostosa e curiosa que, sem maldade, invadiu minha intimidade.
Quando, com um pouco de álcool no meio, fomos nos soltando, a moreninha gostosa começou a reclamar do marido, que se sentia negligenciada porque ele passava temporadas no exterior e não dava atenção a ela. Quando ele voltava das viagens, comia ela, mas ela sentia que era só isso, que não podiam brincar, que quando ela se arrumou pra ele, a resposta foi "você se vestiu de puta de cabaré"... o que estragou toda a magia.
A noite passou e, por respeito ou cuidado, não investi nela, e ela, pelo que eu percebia, também não me deu abertura pra falar de outros assuntos além da frustração dela no mundo sexual.
Uns três ou quatro dias depois desse evento, pra minha surpresa, recebi uma mensagem de texto onde, sem dar nomes nem especificações, dizia: "Você é sado?"
Imaginei quem era, mas entrei no jogo dela pra descobrir o que ela queria. Decidi responder com um pouco de malícia pra ver como ela reagia.
"Não, não sou sado, só que às vezes tenho que amarrar minhas amigas pra não destruírem a casa com a quantidade de orgasmos que recebem."
Não esperava resposta, porque na minha impressão a moreninha era uma histérica gostosa que não era bem cuidada e não fechava. exatamente no tipo de mulher que me agrada. Pra minha surpresa, ela respondeu e o resultado foi uma conversa que, na progressão, foi ficando muito quente. Ela perguntava sobre as esposas, as cordas, os brinquedos e várias coisas que viu no meu armário particular. Com o calor da conversa, comecei a pressionar ela pra me mandar uma foto. Ela falava que não queria me mandar foto porque saberia quem era. Já empolgado no desejo de que ela se arriscasse, respondi:
— Sabri, te vi olhando meu armário. Se você não tem coragem de me falar o que tá rolando, tudo bem, mas a gente não tem 12 anos.
Passou uns 30 minutos até chegar a resposta dela.
— Não sabia que você me viu. É que você é tão sério e ver que tem tudo isso na sua casa me deu muita curiosidade.
Já que tava no jogo, respondi:
— Sabri, quando você quiser, vem aqui e a gente brinca um pouco. De quebra, você estreia toda essa roupa que seu marido não curte te ver vestindo.
Ali a conversa terminou naquela tarde. No fundo, achei que tinha ido longe demais. Mas fazer o quê, ela era só a amiga da namorada de um amigo, e acho que não vai sair contando pra todo mundo o que viu no meu armário secreto.
Naquela noite, enquanto eu me preparava pra ir pra um after, chega uma foto. Dava pra ver a bunda dela jogada na cama e a legenda dizia: "Você acha que precisa me amarrar?
Na hora respondi: "Não seja histérica, só com isso não me convence."
Passou um tempo, eu já tava tomando uns tragos e curtindo o pool na rua Independência, perto da U.A.D.E, e chegou a segunda foto. Nela dava pra ver a silhueta da morena gostosa num corset com as tiras da cinta-liga. A mensagem só dizia: "Quero saber o que suas minas sentem? Me convida?
Nisso ela não hesitou em responder: "Tá bom, mas uma vez que você entrar, vai ser minha e não vai conseguir escapar."
"Ok", respondeu ela. "Vou aí?"
Eu estava a uma quadra de distância, então fui preparar meu apê…
Quando ela chegou, vestia um vestido longo que, numa morena tão gostosa, não dava pra disfarçar aquele rabo redondo que ela tinha. Nos cumprimentamos com um beijo no rosto e subimos. Quando estávamos chegando na porta de casa, abri e falei: "Fica à vontade, vou pegar algo pra beber."
Ela entrou e eu fui. Tinha deixado umas algemas penduradas, prontas pra ela usar, e um bilhete dizendo: "Se você realmente quer brincar, algeme-se sozinha e me espera entregue a mim."
Quando cheguei em casa, ela estava algemada. E, ao se algemar, não conseguia abaixar as mãos; na verdade, tinha que se esforçar pra ficar em pé. Vestia um corset de renda preta, um sutiã que mal prendia os peitos dela e uma linda calcinha fio dental vermelha. As pernas bem torneadas estavam cobertas por meia-calça de rede preta.
Dei uma volta ao redor dela e a imagem era muito mais que erótica. Movi uma das minhas poltronas pra sentar na frente dela. Ela me olhou com uma cara que era uma mistura de medo e entrega. Passei minhas mãos pelo corpo dela, desde as algemas acima da cabeça, os peitos, os quadris, as pernas.
Ela tava claramente excitada. A calcinha fio dental vermelha já não escondia uma auréola daquelas que os fluidos femininos formam quando não conseguem se segurar. Cheguei perto do ouvido dela e, por trás, falei:
— Você queria brincar, agora vai brincar.
Peguei uma mordaça do meu armário, daquelas que têm uma bola pra colocar na boca. Ela não resistiu, se deixou fazer sem reclamar. Depois de amordaçada, coloquei na frente dela uma série de objetos que íamos usar pra brincar. O primeiro brinquedo que peguei era um em formato de borboleta. Mostrei pra ela e falei:
— Isso é um estimulador clitoriano. Agora você vai sentir o que é desejar ser possuída.
Puxei a parte da frente da calcinha fio dental dela, encaixei o brinquedo na calcinha, liguei no modo mais rápido e deixei agir por uns minutos. O olhar dela começou a se perder, e de vez em quando as pernas fraquejavam, deixando ela pendurada pelas algemas.
Ela me olhava, e dava pra ver uns fios de baba escorrendo da boca dela, enquanto os gemidos saíam, ora suaves, ora intensos, abafados pela mordaça. Eu sentei na poltrona na frente dela e, esperando a excitação terminar de entregar ela pra mim, peguei um dilatador anal. Mostrei pra ela, e os olhos dela se arregalaram. Claramente sabia o que era e o que vinha pela frente — ou melhor, por trás…
Ela continuava se contorcendo por causa do estimulador. Comecei a beijar o pescoço dela, um pouco pra distrair e outro pouco pra ela esquecer o que a esperava. Quando ela relaxou e só gemia, puxei o fio da calcinha dela e o dilatador começou a entrar suave, devagar, mas inevitavelmente chegou ao fundo. Eu via as mãos dela se agarrando nas algemas e sentia aquele gemido entre o prazer e a dor. prazer e dor… continuei beijando o pescoço dela por um bom tempo, acariciando os peitos dela e sentindo ela gemer igual uma loba, até que quando olhei pra ela, dava pra ver uma linha de líquido escorrendo pelas coxas dela, sinal de que tava pronta, no ponto de ser liberada.
Me afastei dela e soltei as algemas dos ganchos, e ela caiu de joelhos no chão. Não ligou pra queda nem nada, foi direto liberar meu pau da calça e, como uma desesperada, tirou a mordaça.
— Você é um filho da puta, Léo — foi a única coisa que saiu da boca dela.
E assim, de joelhos, se jogou pra me fazer um boquete de um jeito desenfreado, no sofá onde eu tinha me instalado confortavelmente. Quando me recomponho no meio do êxtase, notei que ela mesma começava a mexer na parte de trás o dilatador que eu tinha colocado nela, e de vez em quando, na desesperação do boquete, dava pra ouvir um engasgo ou a tosse na voz dela.
Assim continuou até que tomou a primeira dose de porra da noite. O jato foi tão forte que ela ficou tossindo no chão, se recompondo. Eu olhava pra ela em êxtase, ainda com o estimulador e o dilatador no corpo dela, e meu corpo não teve tempo de parar — já tava com o pau duro de novo. Foi aí que peguei outro par de algemas e algemei ela pelas costas, igual criminosa, e levei ela pro sofá, deixando a bunda dela exposta. Tirei o dilatador, que era bem mais fino que meu pau, e a voz dela começou a se ouvir.
— Não seja filho da puta, por aí não, não seja filho da puta, Léo, que eu não dou isso — mas foi em vão. A cabeça do pau se encaixou na entrada do cu, já no ponto, e devagar foi entrando. Era uma bunda tão linda que a cena parecia em câmera lenta. Ela abafava o grito mordendo o travesseiro, e inevitavelmente a enfiada tinha começado e não ia parar até as nádegas dela e meus quadris se chocarem. Além da excitação, era um cu apertado, protegido por duas nádegas jovens e decorado por baixo por uma buceta de lábios longos e escorrendo fluidos.
A primeira estocada tinha passado. e simplesmente aquele buraquinho estreito foi se adaptando ao invasor, e as reclamações de dor se transformaram em:
- Enche ele, não me nega meu leite, filha da puta.
E de vez em quando tirava ele por completo e enfiava de novo pra curtir o uivo da loba que acabava de ser domada, e nela só ficou o clamor por ser preenchida e como prêmio recebeu a segunda dose de esperma da noite, ficando largada no sofá, pingando porra de um macho que não era o marido dela, me olhando desafiadora.
Aí tirei as algemas e ela tirou a calcinha suja dos fluidos dela e meus, me olhou, me beijou na boca e com uma mão começou a estimular o soldado que acabou de terminar a batalha. Olhei pra ele e imediatamente ela se ajoelhou, eu senti aquela dor que dá quando chupam depois de uma boa foda, isso me excitou ainda mais até deixar o soldado ferido de pé de novo. Foi aí que ela montou em mim pensando que ia ter o controle, a gente ficou transando por muito tempo, ela já tinha gozado umas quatro vezes quando tirei ela de cima de mim, fui no meu armário de brinquedos e peguei um vibrador, com cuidado coloquei na buceta dela que se abriu que nem flor e ela baixou as defesas, se deixou comer pela pica de borracha pensando que era isso que eu queria. Aí coloquei as pernas dela nos meus ombros, aumentei a velocidade do vibrador e ela só gemia, até que sentiu as pernas dela subindo e ali ficou com um vibrador na buceta e uma pica bem dura apontando pro cu dela, nem tentou resistir, me olhou nos olhos e me deu um gemido entre reclamação a cada estocada na dupla penetração, depois gozou um orgasmo mais forte que já me deram, a ponto de eu ter que jogar fora as almofadas daquele sofá pela quantidade de fluido que saiu daquela mulher que parecia entrar num coma orgásmico depois de uma violação daquelas.
A noite passou, e nos encontrou abraçados, no outro dia depois de uma sessão tão violenta de sexo anal ela andava como quem tem dor na coluna, mas só de me ver... Sorria.
Ela foi pra casa dela de táxi, ainda andando com certa dificuldade e me dando aquela sensação que só o Super-Homem deve sentir. Na noite seguinte, recebi a mensagem dela.
- Obrigado por me fazer redescobrir o sexo, agora tenho que me recompor até meu marido voltar..
- Quando ele for embora de novo, quero que você continue me mostrando seus brinquedos
E foi assim que a dona de casa, esposa do caminhoneiro, se tornou uma amante do sexo com outro macho, que jamais a amaria, que jamais a sustentaria, que não lhe daria filhos. Mas que estaria sempre lá pra quando ela quisesse lembrar da primeira noite de submissão dela.
Leo avtr.
O relato é verídico e deixo umas fotos da moça em questão.

Naquela época, eu morava num apartamento de dois cômodos na rua Lima, e meu trampo com sistemas me exigia várias vezes ao dia, então me mudei pra capital, vindo da quebrada onde sempre morei.
O apê era velhinho, tinha uma sala de jantar bem grandona, uma cozinha separada e dava pra rua. Como morava sozinho, era normal receber visitas constantes dos meus amigos e amigas. Naquela noite, o Matías vinha me visitar com uma gostosa que ele tava comendo na época e a amiga dela.
A mina do Mati era uma morena alta, pelo que ele me contou, uma guerreira na cama, corpo bonito e muita atitude de putona. Quando chegaram, vieram com a amiga dela: uma morena de mais ou menos 1,60, rabão, peitão e uma carinha de doce. Ela era casada, tava há uns anos com um caminhoneiro que deixava ela sozinha por temporadas, e por isso tava passando uns dias na casa da mina do Matías.
O Matías morava num dos andares de cima do prédio onde eu morava, então, com a desculpa de ir buscar um vinho, ele ia levar a morena dele pra dar uma rapidinha. Nisso, ele vem até a cozinha, onde eu tava preparando a comida pros meus três convidados, e me pede camisinha.
— Mano, me passa umas camisinhas aí que vou dar uma triscada na morena.
Eu ri, porque era óbvio que a presença da amiga tava atrapalhando ele de transar de boa. Com toda confiança, dou as chaves do meu armário de jogos e falo: "Pega o que precisar e fecha". O armário de jogos era um móvel pendurado na parede, parecido com um armário de remédios — na verdade, se a pessoa não prestasse atenção, parecia uma prateleira de temperos e enfeites. Mas quando abria, era ali que eu guardava os brinquedos que gosto de ter pra me divertir com as minas que vêm no meu apê não exatamente pra comer.
Claramente, o Mati, na pressa de atender a morena dele, deixou O armário semiaberto, enquanto cozinhava, me pareceu ouvir o barulho das dobradiças do móvel mais privado da minha casa. Saí da cozinha pra ver e lá estava ela, parada com uma mão na porta e com a outra tocando as coisas do móvel. Ainda não conseguia decifrar a cara dela, se era de surpresa ou simplesmente não concebia o que os olhos viam. Deixei ela apreciar as coisas do móvel sem dizer nada, ela parecia estar se transportando pra outro mundo, olhava cada coisa do móvel e, me dando um leve sinal do que passava pela mente dela, mordeu o lábio inferior. Decidi continuar cozinhando pra deixá-la numa posição desconfortável. O jantar foi um jantar normal e, na sobremesa, conversamos como qualquer anfitrião faz com os convidados à mesa. Fui um cavalheiro, óbvio que de vez em quando alguma indireta ia pra aquela moreninha gostosa e curiosa que, sem maldade, invadiu minha intimidade.
Quando, com um pouco de álcool no meio, fomos nos soltando, a moreninha gostosa começou a reclamar do marido, que se sentia negligenciada porque ele passava temporadas no exterior e não dava atenção a ela. Quando ele voltava das viagens, comia ela, mas ela sentia que era só isso, que não podiam brincar, que quando ela se arrumou pra ele, a resposta foi "você se vestiu de puta de cabaré"... o que estragou toda a magia.
A noite passou e, por respeito ou cuidado, não investi nela, e ela, pelo que eu percebia, também não me deu abertura pra falar de outros assuntos além da frustração dela no mundo sexual.
Uns três ou quatro dias depois desse evento, pra minha surpresa, recebi uma mensagem de texto onde, sem dar nomes nem especificações, dizia: "Você é sado?"
Imaginei quem era, mas entrei no jogo dela pra descobrir o que ela queria. Decidi responder com um pouco de malícia pra ver como ela reagia.
"Não, não sou sado, só que às vezes tenho que amarrar minhas amigas pra não destruírem a casa com a quantidade de orgasmos que recebem."
Não esperava resposta, porque na minha impressão a moreninha era uma histérica gostosa que não era bem cuidada e não fechava. exatamente no tipo de mulher que me agrada. Pra minha surpresa, ela respondeu e o resultado foi uma conversa que, na progressão, foi ficando muito quente. Ela perguntava sobre as esposas, as cordas, os brinquedos e várias coisas que viu no meu armário particular. Com o calor da conversa, comecei a pressionar ela pra me mandar uma foto. Ela falava que não queria me mandar foto porque saberia quem era. Já empolgado no desejo de que ela se arriscasse, respondi:
— Sabri, te vi olhando meu armário. Se você não tem coragem de me falar o que tá rolando, tudo bem, mas a gente não tem 12 anos.
Passou uns 30 minutos até chegar a resposta dela.
— Não sabia que você me viu. É que você é tão sério e ver que tem tudo isso na sua casa me deu muita curiosidade.
Já que tava no jogo, respondi:
— Sabri, quando você quiser, vem aqui e a gente brinca um pouco. De quebra, você estreia toda essa roupa que seu marido não curte te ver vestindo.
Ali a conversa terminou naquela tarde. No fundo, achei que tinha ido longe demais. Mas fazer o quê, ela era só a amiga da namorada de um amigo, e acho que não vai sair contando pra todo mundo o que viu no meu armário secreto.
Naquela noite, enquanto eu me preparava pra ir pra um after, chega uma foto. Dava pra ver a bunda dela jogada na cama e a legenda dizia: "Você acha que precisa me amarrar?
Na hora respondi: "Não seja histérica, só com isso não me convence." Passou um tempo, eu já tava tomando uns tragos e curtindo o pool na rua Independência, perto da U.A.D.E, e chegou a segunda foto. Nela dava pra ver a silhueta da morena gostosa num corset com as tiras da cinta-liga. A mensagem só dizia: "Quero saber o que suas minas sentem? Me convida?
Nisso ela não hesitou em responder: "Tá bom, mas uma vez que você entrar, vai ser minha e não vai conseguir escapar." "Ok", respondeu ela. "Vou aí?"
Eu estava a uma quadra de distância, então fui preparar meu apê…
Quando ela chegou, vestia um vestido longo que, numa morena tão gostosa, não dava pra disfarçar aquele rabo redondo que ela tinha. Nos cumprimentamos com um beijo no rosto e subimos. Quando estávamos chegando na porta de casa, abri e falei: "Fica à vontade, vou pegar algo pra beber."
Ela entrou e eu fui. Tinha deixado umas algemas penduradas, prontas pra ela usar, e um bilhete dizendo: "Se você realmente quer brincar, algeme-se sozinha e me espera entregue a mim."
Quando cheguei em casa, ela estava algemada. E, ao se algemar, não conseguia abaixar as mãos; na verdade, tinha que se esforçar pra ficar em pé. Vestia um corset de renda preta, um sutiã que mal prendia os peitos dela e uma linda calcinha fio dental vermelha. As pernas bem torneadas estavam cobertas por meia-calça de rede preta.
Dei uma volta ao redor dela e a imagem era muito mais que erótica. Movi uma das minhas poltronas pra sentar na frente dela. Ela me olhou com uma cara que era uma mistura de medo e entrega. Passei minhas mãos pelo corpo dela, desde as algemas acima da cabeça, os peitos, os quadris, as pernas.Ela tava claramente excitada. A calcinha fio dental vermelha já não escondia uma auréola daquelas que os fluidos femininos formam quando não conseguem se segurar. Cheguei perto do ouvido dela e, por trás, falei:
— Você queria brincar, agora vai brincar.
Peguei uma mordaça do meu armário, daquelas que têm uma bola pra colocar na boca. Ela não resistiu, se deixou fazer sem reclamar. Depois de amordaçada, coloquei na frente dela uma série de objetos que íamos usar pra brincar. O primeiro brinquedo que peguei era um em formato de borboleta. Mostrei pra ela e falei:
— Isso é um estimulador clitoriano. Agora você vai sentir o que é desejar ser possuída.
Puxei a parte da frente da calcinha fio dental dela, encaixei o brinquedo na calcinha, liguei no modo mais rápido e deixei agir por uns minutos. O olhar dela começou a se perder, e de vez em quando as pernas fraquejavam, deixando ela pendurada pelas algemas.
Ela me olhava, e dava pra ver uns fios de baba escorrendo da boca dela, enquanto os gemidos saíam, ora suaves, ora intensos, abafados pela mordaça. Eu sentei na poltrona na frente dela e, esperando a excitação terminar de entregar ela pra mim, peguei um dilatador anal. Mostrei pra ela, e os olhos dela se arregalaram. Claramente sabia o que era e o que vinha pela frente — ou melhor, por trás…
Ela continuava se contorcendo por causa do estimulador. Comecei a beijar o pescoço dela, um pouco pra distrair e outro pouco pra ela esquecer o que a esperava. Quando ela relaxou e só gemia, puxei o fio da calcinha dela e o dilatador começou a entrar suave, devagar, mas inevitavelmente chegou ao fundo. Eu via as mãos dela se agarrando nas algemas e sentia aquele gemido entre o prazer e a dor. prazer e dor… continuei beijando o pescoço dela por um bom tempo, acariciando os peitos dela e sentindo ela gemer igual uma loba, até que quando olhei pra ela, dava pra ver uma linha de líquido escorrendo pelas coxas dela, sinal de que tava pronta, no ponto de ser liberada.
Me afastei dela e soltei as algemas dos ganchos, e ela caiu de joelhos no chão. Não ligou pra queda nem nada, foi direto liberar meu pau da calça e, como uma desesperada, tirou a mordaça.
— Você é um filho da puta, Léo — foi a única coisa que saiu da boca dela.
E assim, de joelhos, se jogou pra me fazer um boquete de um jeito desenfreado, no sofá onde eu tinha me instalado confortavelmente. Quando me recomponho no meio do êxtase, notei que ela mesma começava a mexer na parte de trás o dilatador que eu tinha colocado nela, e de vez em quando, na desesperação do boquete, dava pra ouvir um engasgo ou a tosse na voz dela.
Assim continuou até que tomou a primeira dose de porra da noite. O jato foi tão forte que ela ficou tossindo no chão, se recompondo. Eu olhava pra ela em êxtase, ainda com o estimulador e o dilatador no corpo dela, e meu corpo não teve tempo de parar — já tava com o pau duro de novo. Foi aí que peguei outro par de algemas e algemei ela pelas costas, igual criminosa, e levei ela pro sofá, deixando a bunda dela exposta. Tirei o dilatador, que era bem mais fino que meu pau, e a voz dela começou a se ouvir.
— Não seja filho da puta, por aí não, não seja filho da puta, Léo, que eu não dou isso — mas foi em vão. A cabeça do pau se encaixou na entrada do cu, já no ponto, e devagar foi entrando. Era uma bunda tão linda que a cena parecia em câmera lenta. Ela abafava o grito mordendo o travesseiro, e inevitavelmente a enfiada tinha começado e não ia parar até as nádegas dela e meus quadris se chocarem. Além da excitação, era um cu apertado, protegido por duas nádegas jovens e decorado por baixo por uma buceta de lábios longos e escorrendo fluidos.
A primeira estocada tinha passado. e simplesmente aquele buraquinho estreito foi se adaptando ao invasor, e as reclamações de dor se transformaram em:
- Enche ele, não me nega meu leite, filha da puta.
E de vez em quando tirava ele por completo e enfiava de novo pra curtir o uivo da loba que acabava de ser domada, e nela só ficou o clamor por ser preenchida e como prêmio recebeu a segunda dose de esperma da noite, ficando largada no sofá, pingando porra de um macho que não era o marido dela, me olhando desafiadora.
Aí tirei as algemas e ela tirou a calcinha suja dos fluidos dela e meus, me olhou, me beijou na boca e com uma mão começou a estimular o soldado que acabou de terminar a batalha. Olhei pra ele e imediatamente ela se ajoelhou, eu senti aquela dor que dá quando chupam depois de uma boa foda, isso me excitou ainda mais até deixar o soldado ferido de pé de novo. Foi aí que ela montou em mim pensando que ia ter o controle, a gente ficou transando por muito tempo, ela já tinha gozado umas quatro vezes quando tirei ela de cima de mim, fui no meu armário de brinquedos e peguei um vibrador, com cuidado coloquei na buceta dela que se abriu que nem flor e ela baixou as defesas, se deixou comer pela pica de borracha pensando que era isso que eu queria. Aí coloquei as pernas dela nos meus ombros, aumentei a velocidade do vibrador e ela só gemia, até que sentiu as pernas dela subindo e ali ficou com um vibrador na buceta e uma pica bem dura apontando pro cu dela, nem tentou resistir, me olhou nos olhos e me deu um gemido entre reclamação a cada estocada na dupla penetração, depois gozou um orgasmo mais forte que já me deram, a ponto de eu ter que jogar fora as almofadas daquele sofá pela quantidade de fluido que saiu daquela mulher que parecia entrar num coma orgásmico depois de uma violação daquelas.
A noite passou, e nos encontrou abraçados, no outro dia depois de uma sessão tão violenta de sexo anal ela andava como quem tem dor na coluna, mas só de me ver... Sorria.
Ela foi pra casa dela de táxi, ainda andando com certa dificuldade e me dando aquela sensação que só o Super-Homem deve sentir. Na noite seguinte, recebi a mensagem dela.
- Obrigado por me fazer redescobrir o sexo, agora tenho que me recompor até meu marido voltar..
- Quando ele for embora de novo, quero que você continue me mostrando seus brinquedos
E foi assim que a dona de casa, esposa do caminhoneiro, se tornou uma amante do sexo com outro macho, que jamais a amaria, que jamais a sustentaria, que não lhe daria filhos. Mas que estaria sempre lá pra quando ela quisesse lembrar da primeira noite de submissão dela.
Leo avtr.
O relato é verídico e deixo umas fotos da moça em questão.


12 comentários - A mulher do caminhoneiro
Un genio....