Viemos daquihttp://www.poringa.net/posts/relatos/2887766/Cojiendo-a-mis-amigos-3era-parte.htmlAbri os olhos e vi a claridade do sol entrando pela janela. Senti o calor e meu suor se misturando com o da pele dela apertada contra a minha. O ventilador não dava conta de amenizar o torpor. Minha cabeça doía, sentia um zumbido distante, meus olhos pesavam. Um cheiro misturado de suor e fluidos corporais me invadia. Acima de tudo, o aroma da buceta da Belén tinha grudado no meu rosto desde a noite anterior.
Com o pensamento um pouco mais claro, comecei a reconhecer o alarme do meu celular que tocava sem parar. Naquele mesmo instante, entendi que era quarta-feira e que eu deveria estar trabalhando. Me levantei apressado, mas tonto. Não conseguia ficar em pé direito e, desesperado, procurava o telefone que não parava de cuspir a maldita música do Poison que escolhi como toque num dos meus proverbiais ataques de burrice.
Finalmente encontrei. Era a Caren, minha colega de trabalho. Atendi. Minha voz era de outro mundo, não precisava ser fingida.
— Tá bem, Leo? —
— Oi, sim. Acordei com uma baita descompostura. Não consigo nem levantar, Caren. Desculpa não ter avisado, mas tava me sentindo um lixo... —
— O Figueredo tá puto da vida, amanhã traz atestado sim ou sim, senão ele te suspende. —
— Valeu, Caren. Fala pra ele que amanhã sem falta vou com o atestado. Agora vou deitar porque não aguento mais. Acho que até peguei febre. —
— Cê tá bem sozinho? Quer que eu passe mais tarde e te ajude com alguma coisa? Chama a emergência. —
— Tudo bem, eu me viro, sem drama. Valeu mesmo. Te amo, parceira! —
— Se cuida, cara. —
Desliguei e joguei o celular na cama. Betina nem se mexeu com a conversa. Dormia de bruços, com a boca aberta e os cabelos espalhados tapando o rosto. Com as pernas um pouco abertas, me oferecia o lindo espetáculo da bunda dela. Lembrei do meu pau abrindo ela e comecei a ficar duro. Ao mesmo tempo, a cabeça começou a doer, então optei por pensar em outras coisas.
Em como, por exemplo, não sabia o que tinha acontecido com os outros visitantes da... noite e eu nem fazia ideia de como eles tinham saído.
Nu, abri a porta do quarto e um cheiro de limpeza me invadiu. Aroma de líquido de limpeza de chão misturado com água sanitária. Parecia que alguém tinha passado o pano há não mais de meia hora. A mesa estava limpa, assim como as cadeiras arrumadas ao redor dela. No sofá, dormia de lado a Belén. Nua, na sua redondez linda, parecia uma escultura de Bottero pós-punk. Com tatuagens nos braços e na coxa. Com uma mão debaixo da bochecha, eu a vi e gostei. Parei um tempo pra olhar os peitos dela. Aqueles mamilos escuros e não muito grandes que se mexiam com a respiração. As pernas redondas, os pés grossos mas bem formados me esquentaram um pouco. Gostei que ela tinha pintado as unhas de cores diferentes.
Olhei ao redor. Vi a porta do quintal aberta. Saí.
Lá fora, tava um calor do caralho. Na sombra da única árvore da minha casa, a Perfídia estava sentada numa espreguiçadeira. Vestida só com uma calcinha branca e calçando coturnos, fumava um baseado olhando pro céu. Acenei pra ela com a mão e peguei outra cadeira, coloquei do lado dela e sentei. Ela estendeu o braço me oferecendo fumar.
— Quer?
— Não, valeu, não fumo.
— Faz bem.
Joguei a espreguiçadeira pra trás e me recostei pra olhar o céu igual ela. Entre o torpor, o cansaço e a ressaca, aquele pedacinho de sombra me dava uma paz tranquila. Ficamos calados uns minutos. Lá longe, dava pra ouvir o barulho de milhares de carros passando na avenida que fica a duas quadras. Uns cachorros latiam mais perto. Era um verão de lascar, mas assim a gente tava bem. Nus e mal acordados.
— Horácio e Rober foram embora faz tempo? — perguntei quebrando o silêncio calmo que nos cercava.
— Horácio faz uma hora mais ou menos, ficou comigo limpando a bagunça. O Rober foi embora quando ainda era noite.
— Não precisava limpar não — falei, todo educado.
— Precisa sim, cara — ela disse meio irritada. — É que vocês não têm Não ouvi nada aí dentro?
Não tinha ouvido nada além dos gemidos deles transando antes de cair no sono profundo. Mas não era nada parecido com um desastre como eu estava imaginando.
- Sério? É que vocês têm um sono de pedra!
Pedi pra ela me contar. Fiquei muito intrigado com o que tinha rolado.
A questão é que, depois que todo mundo gozou, começaram a beber uísque e fernet e a jogar dados. Tão bêbados que começaram a apostar. A prenda era que quem perdesse tinha que levar a pica do Rober no cu.
Perfidia me disse que quem tava pior era a Belén, que a mistura tinha caído pesado e ela ria sem parar, muito bêbada.
O negócio é que a Belén perdeu, e todo mundo, incluindo o Rober, obrigou ela a cumprir a prenda.
Parece que ela ficou de quatro no chão da sala, o Horacio foi o encarregado de preparar o Rober chupando ele, e a Perfidia foi abrindo o cu dela com os dedos cheios de gel. Quando tudo tava pronto, o Rober foi enfiando o pauzão no cu dela até as bolas. Ela não tava muito ligada no que tava rolando até sentir que o intestino dela pregou uma peça e pediu pelo amor de Deus pro Rober tirar. Quando ele tirou, parece que saiu do corpo da Belén aquilo que não devia sair, direto no corpo do DJ, que teve uma espécie de ataque de nervos. A Belén, por sua vez, quando percebeu o que tinha acontecido, começou a chorar desesperada.
A histeria geral durou uns minutos. O Rober tomou um banho e foi embora sem dizer uma palavra. A Belén ficou dormindo a bebedeira um tempo depois que acalmaram ela e limparam tudo entre o Horacio e a espanhola, que ficaram sozinhos na hora de arrumar, passar pano e limpar de novo a bagunça que tinha rolado.
Quando tudo tava no lugar, o Horacio foi embora e a Perfidia foi pro quintal fumar um baseado igual o Calamaro, e foi aí que eu entrei em cena.
Achei a situação engraçada. Ela se contagiou e a gente começou a dar risada por uns minutos.
Uma Depois que nos acalmamos, começamos a bater um papo. Ela me disse que era basca, que o nome verdadeiro dela era Aines e que tinha vindo pra Argentina atrás de uma mina que conheceu em Barcelona e que já não via mais. Disse que trabalhava como tradutora freelancer. Eu gostava do tom de voz dela, meio rouco, e do sotaque ibérico. Não era muito peituda, mas tinha seu valor. As pernas longas dela eram bem torneadas e eu curtia, ficava até meio excitado, que ela usava coturnos.
Num momento, ela me olhou com cara séria e falou:
— Não quero ser chata, mas me faz um favor?
— Claro, o quê? — respondi, curioso.
— É que a noite foi muito boa, mas terminou mal, e agora que relaxei e tô conversando contigo...
— O que foi, me conta.
— Me deu vontade, se você quiser, de você chupar minha buceta — disse abrindo as pernas e puxando a calcinha pro lado. Eu tava com dor de cabeça, mas a buceta rosada e lisinha dela me chamava pra lamber com gosto.
Me abaixei na frente dela e comecei a percorrer os lábios dela com a língua. Ela se jogou pra trás, aproveitando. A buceta dela cheirava maravilhosamente bem, apesar da foda da noite. Claramente também tinha tomado banho. Encontrei o clitóris dela na hora. Era enorme e rosado. Saía do prepúcio pequeno dela com vontade. Lambi ele e depois comecei a chupar como se fosse uma piroquinha. Ela beliscava os próprios mamilos com a cabeça jogada pra trás. Começou a se mexer, toda tesuda. Agarrou minha cabeça, me empurrando contra ela. A excitação dela era evidente. Continuei acelerando o ritmo até fazer ela gozar. Ficou dura por um instante e depois se soltou, aliviada e sorrindo de prazer.
Bem nessa hora, a Belén apareceu na porta. Depois percebi que ela já tava vendo tudo antes.
Ela fez umas reclamações pra Perfídia sobre por que tinha deixado ela sozinha, que se sentia mal e queria ir embora. A espanhola me deu um selinho, pedindo desculpas por não poder ficar comigo. Se vestiram rápido e saíram ligeiras, rumo a algum lugar desconhecido.
Fiquei largado no sofá, que cheirava a fluidos da Belén. Minha ressaca era mais forte que o tesão, então nem liguei de não gozar. Fiquei de boa e dormi.
Acordei com a campainha tocando. Insistente. Olhei o relógio na parede, eram 4 e 20 da tarde. Achei que era algum dos visitantes que tinha esquecido alguma coisa. Levantei pelado e, perto da porta, perguntei quem era.
— Caren, Leo. —
Caren! Minha colega de trabalho tinha vindo me ver. Falei pra ela esperar e saí correndo pro quarto pra me vestir. Betina continuava dormindo pelada e linda na cama. Peguei a primeira roupa que achei e me apressei pra abrir a porta. Lá estava ela. Uma mulher que na época tinha uns 45 anos bem conservados. Era bem alta, muito morena e peituda. Levantei o olhar porque os saltos a deixavam ainda mais alta. Ela sorriu pra mim, trazia umas sacolas.
Falei pra ela entrar. Tentei explicar a real situação. A gente não costumava mentir um pro outro. Ela entendeu, disse que já imaginava que tinha rolado algo assim e que tinha conseguido o tal certificado com um médico amigo dela. Numa das sacolas, trouxe uns salgados. Pediu pra eu preparar um tereré. Lembrei da Betina dormindo no meu quarto, mas não importava. Se ela acordasse, com certeza se juntaria a nós.
Convidei ela pro quintal pra bater um papo na sombra da árvore.
A relação com a Caren naquela época era como se fôssemos tia e sobrinho. Ela curtia minhas histórias de jovem e eu recorria a ela quando tinha dúvidas ou só pra desabafar se algo acontecia. Sentia que ela era minha amigona.
Comecei a contar o que tinha rolado naquela noite louca. Ela não acreditava e soltava uma gargalhada a cada acontecimento estranho. Eu via os peitões enormes dela balançando por baixo da camiseta branca fina que ela usava. Via no brilho dos olhos dela que a história mexia com ela. Adorava vê-la rir.
Até que, num momento, a Betina apareceu no quintal completamente pelada. Quando viu que era a Caren, ficou paralisada olhando pra gente. Uns segundos depois, saiu correndo de volta pra dentro. Eu fui atrás dela, que estava tinha entrado no quarto. Entrei e fechei a porta atrás de mim.
— Cê é burrão, por que não me avisou que tinha alguém? Idiota!
— Desculpa, você tava dormindo e não quis te acordar. É a Caren, minha colega de trabalho. Veio me trazer um certificado. Já vai embora. Espera aí, não se veste ainda — falei porque ela começava a colocar o vestidinho.
— Sério? Quer guerra ainda?
— Sim, e você?
— Acordei meio quente... — disse com um sorriso safado.
Saí do quarto. A Caren já tinha pegado todas as coisas dela e esperava do lado da porta. Disse que ia embora, que me deixava tranquilo. Pedia desculpas pra menina. Falei pra ela não se preocupar e agradeci pelo certificado. Abri a porta pra ela, ela me sorriu e disse pra eu me cuidar. Naquele momento ficamos nos olhando. Ela tinha o olhar fixo nos meus lábios. Largou as bolsas no chão e num movimento rápido me agarrou pela nuca e me deu um beijo louco na boca. Senti a língua dela entrar dentro de mim com paixão contida. A respiração excitada dela me apertava contra ela nas suas ânsias quentes. Depois me soltou e, limpando o batom que ficou nos meus lábios com o polegar da mão direita, me disse:
— Vai, come a pibita que é mó gostosa. E lava essa cara que tu tem um cheiro de buceta que mata. — Pegou as bolsas e saiu pra rua.
Tudo era tão estranho naquele dia...
Fiquei parado, como petrificado, vendo ela ir embora pela rua. O sol iluminava ela entre as árvores e o calor continuava insuportável.
Fui pro banheiro e lavei o rosto com sabão. Me olhei no espelho e falei:
— O que que tá rolando hoje? — como se não entendesse.
Entrei no quarto e a Betina estava pelada, jogada na cama.
Virando de lado, bateu três vezes no colchão com a palma da mão, como quem chama um bicho.
— Vem, tira tudo.
Me despi e deitei de barriga pra cima do lado dela. Começou a beijar meu pescoço e a orelha. Senti a pica endurecer no mínimo contato. Seguiu pelo peito e os mamilos, nos que parou um pouco. O sangue ferveu de tesão sentindo a pele dela na minha no meio do calor infernal. O suor dela e o meu misturados naquela puta quentura gostosa. Foi descendo e lambendo minha barriga até chegar na rola. Não parou muito, só meteu na boca e começou a chupar com gosto, me encarando. Peguei uma camisinha do criado-mudo (a última que tinha), entreguei pra ela e pedi pra me comer. Ela colocou, montou em cima e começou a me foder com vontade. Agarrei os peitos dela com as mãos e comecei a chupar. Ela se mexia em cima de mim, enfiando e tirando a rola da buceta dela e acelerando o ritmo. Nossa respiração aumentava, junto com o calor que a gente tava sentindo. Larguei os peitos. Agarrei a nuca dela com as duas mãos e comecei a bombar eu mesmo, olhando nos olhos dela. Gozamos juntos num suspiro longo pra caralho. Ela caiu do meu lado, ofegante. Depois de uns minutos que a gente se acalmou, ela falou:
- Tô morrendo de fome. Tomo um banho e vamos comer uma pizza?
- Fechou. – Falei, dando um selinho nela. Sabia que ia ficar com ela por um bom tempo.
Com o pensamento um pouco mais claro, comecei a reconhecer o alarme do meu celular que tocava sem parar. Naquele mesmo instante, entendi que era quarta-feira e que eu deveria estar trabalhando. Me levantei apressado, mas tonto. Não conseguia ficar em pé direito e, desesperado, procurava o telefone que não parava de cuspir a maldita música do Poison que escolhi como toque num dos meus proverbiais ataques de burrice.
Finalmente encontrei. Era a Caren, minha colega de trabalho. Atendi. Minha voz era de outro mundo, não precisava ser fingida.
— Tá bem, Leo? —
— Oi, sim. Acordei com uma baita descompostura. Não consigo nem levantar, Caren. Desculpa não ter avisado, mas tava me sentindo um lixo... —
— O Figueredo tá puto da vida, amanhã traz atestado sim ou sim, senão ele te suspende. —
— Valeu, Caren. Fala pra ele que amanhã sem falta vou com o atestado. Agora vou deitar porque não aguento mais. Acho que até peguei febre. —
— Cê tá bem sozinho? Quer que eu passe mais tarde e te ajude com alguma coisa? Chama a emergência. —
— Tudo bem, eu me viro, sem drama. Valeu mesmo. Te amo, parceira! —
— Se cuida, cara. —
Desliguei e joguei o celular na cama. Betina nem se mexeu com a conversa. Dormia de bruços, com a boca aberta e os cabelos espalhados tapando o rosto. Com as pernas um pouco abertas, me oferecia o lindo espetáculo da bunda dela. Lembrei do meu pau abrindo ela e comecei a ficar duro. Ao mesmo tempo, a cabeça começou a doer, então optei por pensar em outras coisas.
Em como, por exemplo, não sabia o que tinha acontecido com os outros visitantes da... noite e eu nem fazia ideia de como eles tinham saído.
Nu, abri a porta do quarto e um cheiro de limpeza me invadiu. Aroma de líquido de limpeza de chão misturado com água sanitária. Parecia que alguém tinha passado o pano há não mais de meia hora. A mesa estava limpa, assim como as cadeiras arrumadas ao redor dela. No sofá, dormia de lado a Belén. Nua, na sua redondez linda, parecia uma escultura de Bottero pós-punk. Com tatuagens nos braços e na coxa. Com uma mão debaixo da bochecha, eu a vi e gostei. Parei um tempo pra olhar os peitos dela. Aqueles mamilos escuros e não muito grandes que se mexiam com a respiração. As pernas redondas, os pés grossos mas bem formados me esquentaram um pouco. Gostei que ela tinha pintado as unhas de cores diferentes.
Olhei ao redor. Vi a porta do quintal aberta. Saí.
Lá fora, tava um calor do caralho. Na sombra da única árvore da minha casa, a Perfídia estava sentada numa espreguiçadeira. Vestida só com uma calcinha branca e calçando coturnos, fumava um baseado olhando pro céu. Acenei pra ela com a mão e peguei outra cadeira, coloquei do lado dela e sentei. Ela estendeu o braço me oferecendo fumar.
— Quer?
— Não, valeu, não fumo.
— Faz bem.
Joguei a espreguiçadeira pra trás e me recostei pra olhar o céu igual ela. Entre o torpor, o cansaço e a ressaca, aquele pedacinho de sombra me dava uma paz tranquila. Ficamos calados uns minutos. Lá longe, dava pra ouvir o barulho de milhares de carros passando na avenida que fica a duas quadras. Uns cachorros latiam mais perto. Era um verão de lascar, mas assim a gente tava bem. Nus e mal acordados.
— Horácio e Rober foram embora faz tempo? — perguntei quebrando o silêncio calmo que nos cercava.
— Horácio faz uma hora mais ou menos, ficou comigo limpando a bagunça. O Rober foi embora quando ainda era noite.
— Não precisava limpar não — falei, todo educado.
— Precisa sim, cara — ela disse meio irritada. — É que vocês não têm Não ouvi nada aí dentro?
Não tinha ouvido nada além dos gemidos deles transando antes de cair no sono profundo. Mas não era nada parecido com um desastre como eu estava imaginando.
- Sério? É que vocês têm um sono de pedra!
Pedi pra ela me contar. Fiquei muito intrigado com o que tinha rolado.
A questão é que, depois que todo mundo gozou, começaram a beber uísque e fernet e a jogar dados. Tão bêbados que começaram a apostar. A prenda era que quem perdesse tinha que levar a pica do Rober no cu.
Perfidia me disse que quem tava pior era a Belén, que a mistura tinha caído pesado e ela ria sem parar, muito bêbada.
O negócio é que a Belén perdeu, e todo mundo, incluindo o Rober, obrigou ela a cumprir a prenda.
Parece que ela ficou de quatro no chão da sala, o Horacio foi o encarregado de preparar o Rober chupando ele, e a Perfidia foi abrindo o cu dela com os dedos cheios de gel. Quando tudo tava pronto, o Rober foi enfiando o pauzão no cu dela até as bolas. Ela não tava muito ligada no que tava rolando até sentir que o intestino dela pregou uma peça e pediu pelo amor de Deus pro Rober tirar. Quando ele tirou, parece que saiu do corpo da Belén aquilo que não devia sair, direto no corpo do DJ, que teve uma espécie de ataque de nervos. A Belén, por sua vez, quando percebeu o que tinha acontecido, começou a chorar desesperada.
A histeria geral durou uns minutos. O Rober tomou um banho e foi embora sem dizer uma palavra. A Belén ficou dormindo a bebedeira um tempo depois que acalmaram ela e limparam tudo entre o Horacio e a espanhola, que ficaram sozinhos na hora de arrumar, passar pano e limpar de novo a bagunça que tinha rolado.
Quando tudo tava no lugar, o Horacio foi embora e a Perfidia foi pro quintal fumar um baseado igual o Calamaro, e foi aí que eu entrei em cena.
Achei a situação engraçada. Ela se contagiou e a gente começou a dar risada por uns minutos.
Uma Depois que nos acalmamos, começamos a bater um papo. Ela me disse que era basca, que o nome verdadeiro dela era Aines e que tinha vindo pra Argentina atrás de uma mina que conheceu em Barcelona e que já não via mais. Disse que trabalhava como tradutora freelancer. Eu gostava do tom de voz dela, meio rouco, e do sotaque ibérico. Não era muito peituda, mas tinha seu valor. As pernas longas dela eram bem torneadas e eu curtia, ficava até meio excitado, que ela usava coturnos.
Num momento, ela me olhou com cara séria e falou:
— Não quero ser chata, mas me faz um favor?
— Claro, o quê? — respondi, curioso.
— É que a noite foi muito boa, mas terminou mal, e agora que relaxei e tô conversando contigo...
— O que foi, me conta.
— Me deu vontade, se você quiser, de você chupar minha buceta — disse abrindo as pernas e puxando a calcinha pro lado. Eu tava com dor de cabeça, mas a buceta rosada e lisinha dela me chamava pra lamber com gosto.
Me abaixei na frente dela e comecei a percorrer os lábios dela com a língua. Ela se jogou pra trás, aproveitando. A buceta dela cheirava maravilhosamente bem, apesar da foda da noite. Claramente também tinha tomado banho. Encontrei o clitóris dela na hora. Era enorme e rosado. Saía do prepúcio pequeno dela com vontade. Lambi ele e depois comecei a chupar como se fosse uma piroquinha. Ela beliscava os próprios mamilos com a cabeça jogada pra trás. Começou a se mexer, toda tesuda. Agarrou minha cabeça, me empurrando contra ela. A excitação dela era evidente. Continuei acelerando o ritmo até fazer ela gozar. Ficou dura por um instante e depois se soltou, aliviada e sorrindo de prazer.
Bem nessa hora, a Belén apareceu na porta. Depois percebi que ela já tava vendo tudo antes.
Ela fez umas reclamações pra Perfídia sobre por que tinha deixado ela sozinha, que se sentia mal e queria ir embora. A espanhola me deu um selinho, pedindo desculpas por não poder ficar comigo. Se vestiram rápido e saíram ligeiras, rumo a algum lugar desconhecido.
Fiquei largado no sofá, que cheirava a fluidos da Belén. Minha ressaca era mais forte que o tesão, então nem liguei de não gozar. Fiquei de boa e dormi.
Acordei com a campainha tocando. Insistente. Olhei o relógio na parede, eram 4 e 20 da tarde. Achei que era algum dos visitantes que tinha esquecido alguma coisa. Levantei pelado e, perto da porta, perguntei quem era.
— Caren, Leo. —
Caren! Minha colega de trabalho tinha vindo me ver. Falei pra ela esperar e saí correndo pro quarto pra me vestir. Betina continuava dormindo pelada e linda na cama. Peguei a primeira roupa que achei e me apressei pra abrir a porta. Lá estava ela. Uma mulher que na época tinha uns 45 anos bem conservados. Era bem alta, muito morena e peituda. Levantei o olhar porque os saltos a deixavam ainda mais alta. Ela sorriu pra mim, trazia umas sacolas.
Falei pra ela entrar. Tentei explicar a real situação. A gente não costumava mentir um pro outro. Ela entendeu, disse que já imaginava que tinha rolado algo assim e que tinha conseguido o tal certificado com um médico amigo dela. Numa das sacolas, trouxe uns salgados. Pediu pra eu preparar um tereré. Lembrei da Betina dormindo no meu quarto, mas não importava. Se ela acordasse, com certeza se juntaria a nós.
Convidei ela pro quintal pra bater um papo na sombra da árvore.
A relação com a Caren naquela época era como se fôssemos tia e sobrinho. Ela curtia minhas histórias de jovem e eu recorria a ela quando tinha dúvidas ou só pra desabafar se algo acontecia. Sentia que ela era minha amigona.
Comecei a contar o que tinha rolado naquela noite louca. Ela não acreditava e soltava uma gargalhada a cada acontecimento estranho. Eu via os peitões enormes dela balançando por baixo da camiseta branca fina que ela usava. Via no brilho dos olhos dela que a história mexia com ela. Adorava vê-la rir.
Até que, num momento, a Betina apareceu no quintal completamente pelada. Quando viu que era a Caren, ficou paralisada olhando pra gente. Uns segundos depois, saiu correndo de volta pra dentro. Eu fui atrás dela, que estava tinha entrado no quarto. Entrei e fechei a porta atrás de mim.
— Cê é burrão, por que não me avisou que tinha alguém? Idiota!
— Desculpa, você tava dormindo e não quis te acordar. É a Caren, minha colega de trabalho. Veio me trazer um certificado. Já vai embora. Espera aí, não se veste ainda — falei porque ela começava a colocar o vestidinho.
— Sério? Quer guerra ainda?
— Sim, e você?
— Acordei meio quente... — disse com um sorriso safado.
Saí do quarto. A Caren já tinha pegado todas as coisas dela e esperava do lado da porta. Disse que ia embora, que me deixava tranquilo. Pedia desculpas pra menina. Falei pra ela não se preocupar e agradeci pelo certificado. Abri a porta pra ela, ela me sorriu e disse pra eu me cuidar. Naquele momento ficamos nos olhando. Ela tinha o olhar fixo nos meus lábios. Largou as bolsas no chão e num movimento rápido me agarrou pela nuca e me deu um beijo louco na boca. Senti a língua dela entrar dentro de mim com paixão contida. A respiração excitada dela me apertava contra ela nas suas ânsias quentes. Depois me soltou e, limpando o batom que ficou nos meus lábios com o polegar da mão direita, me disse:
— Vai, come a pibita que é mó gostosa. E lava essa cara que tu tem um cheiro de buceta que mata. — Pegou as bolsas e saiu pra rua.
Tudo era tão estranho naquele dia...
Fiquei parado, como petrificado, vendo ela ir embora pela rua. O sol iluminava ela entre as árvores e o calor continuava insuportável.
Fui pro banheiro e lavei o rosto com sabão. Me olhei no espelho e falei:
— O que que tá rolando hoje? — como se não entendesse.
Entrei no quarto e a Betina estava pelada, jogada na cama.
Virando de lado, bateu três vezes no colchão com a palma da mão, como quem chama um bicho.
— Vem, tira tudo.
Me despi e deitei de barriga pra cima do lado dela. Começou a beijar meu pescoço e a orelha. Senti a pica endurecer no mínimo contato. Seguiu pelo peito e os mamilos, nos que parou um pouco. O sangue ferveu de tesão sentindo a pele dela na minha no meio do calor infernal. O suor dela e o meu misturados naquela puta quentura gostosa. Foi descendo e lambendo minha barriga até chegar na rola. Não parou muito, só meteu na boca e começou a chupar com gosto, me encarando. Peguei uma camisinha do criado-mudo (a última que tinha), entreguei pra ela e pedi pra me comer. Ela colocou, montou em cima e começou a me foder com vontade. Agarrei os peitos dela com as mãos e comecei a chupar. Ela se mexia em cima de mim, enfiando e tirando a rola da buceta dela e acelerando o ritmo. Nossa respiração aumentava, junto com o calor que a gente tava sentindo. Larguei os peitos. Agarrei a nuca dela com as duas mãos e comecei a bombar eu mesmo, olhando nos olhos dela. Gozamos juntos num suspiro longo pra caralho. Ela caiu do meu lado, ofegante. Depois de uns minutos que a gente se acalmou, ela falou:
- Tô morrendo de fome. Tomo um banho e vamos comer uma pizza?
- Fechou. – Falei, dando um selinho nela. Sabia que ia ficar com ela por um bom tempo.
4 comentários - Fudendo meus amigos. 4ª parte.
Buen relato, ya nos contarás la continuación