Olá, amig@s do Poringa.net:
Aqui trago um novo relato, espero que seja do agrado de vocês:
Este é meu relato número 20 e, desta vez, vou ter a ajuda da protagonista para escrevê-lo.
Espero que gostem tanto quanto nós de contar nossa história.
Samanta e eu nos conhecemos há anos; ela é mãe do meu amigo Toni.
Já faz 7 anos que temos uma relação de amizade onde compartilhamos tudo, até a cama.
Ela é uma mulher linda de 50 anos, que não aparenta nada disso.
Viúva há 12 anos.
Tudo começou no aniversário do Toni. Uma festa grandona com amigos e família.
Eu levei minha câmera, como de costume, e tirei fotos do aniversário, como sempre faço.
A festa acabou e cada um foi pra sua casa, inclusive eu.
No dia seguinte, a Samanta me ligou. Me surpreendi porque ela nunca me ligava, ainda mais se o filho não estivesse em casa.
Preocupado se tinha acontecido algo, atendi na hora.
Eu: — Oi, Sami, aconteceu alguma coisa?
Samanta: — Oi, Maury, como você tá? Não aconteceu nada, te assustei?
Só queria te avisar que você esqueceu a câmera de fotos aqui em casa.
Um arrepio percorreu minhas costas, já que não eram só as fotos do aniversário que estavam nela.
Eu: — Desculpa, Sami, ainda tô meio dormindo.
Pensei que tinha acontecido algo, já que você não costuma ligar.
Putz, que cabeça a minha... Bom, daqui a pouco tenho que passar aí.
Aproveito e pego ela, se não te incomodar.
Samanta: — Não, de jeito nenhum, melhor você vir. Ela tá sem bateria, por que você não traz o cabo e a gente baixa as fotos do aniversário no meu computador? O que acha?
Eu: — Beleza, sem problema.
Samanta: — Já comeu? Porque aqui tem comida de sobra e tô sozinha, e odeio comer sozinha.
O Toni foi pra casa da namorada.
Enquanto você baixa as fotos, a gente come e eu vou arrumar a casa, quer?
Eu: — Ok. Sem problema. Daqui a pouco passo aí e te dou uma mão com a bagunça.
Tinha que aproveitar pra baixar as fotos do aniversário sem ela ver as outras fotos.
O caminho inteiro até a casa dela fiquei pensando: como podia ser que não tinha bateria? Se tirei fotos a noite toda e ainda Ela tinha uma carga.
Cheguei em casa e ela abriu o portão de entrada pra mim.
Coisa rara, porque ela nunca deixava meu carro passar da entrada.
Lá, ela me esperava com uma camisa branca que ficava grande nela e um biquíni preto.
Nunca tinha visto ela assim.
Ela estava mais gostosa do que nunca, e eu sempre achei ela uma mulher muito sensual.
Curvas bonitas, uns olhos azuis lindos, pele branca que raramente deixava ver.
Mas por respeito ao meu amigo, nunca falei nem fiz nada pra chamar a atenção dela.
Ela me fez entrar, e eu não conseguia parar de olhar pra ela. Aproveitei pra admirar bem. Como eu disse antes, raramente ela se mostrava.
Ela me deu a câmera e disse: "O computador tá ligado, vou preparar algo pra comer."
"Ok", falei, e me apressei pra baixar as fotos do aniversário, pra não aparecerem as outras que eu tinha.
Ela na cozinha nem olhava o que eu fazia.
Baixei as fotos e rapidamente tirei a câmera. Bem na hora, ela se aproximou com uns sanduíches e perguntou: "Já estão as fotos?"
Suspirei aliviado por saber que ela não tinha visto as fotos transando.
Samanta: "Já estão? Que rápido.
Quero ver, pode?"
"Claro", respondi, enquanto ela sentava num banquinho perto de mim.
Começamos a ver as fotos enquanto comíamos e tomávamos uma cerveja.
Rimos e passamos um tempo legal. Quando as fotos acabaram, ela disse, surpresa: "Já são todas?" E eu respondi que sim.
Samanta: "Ah... não, não vale. Eu vi umas fotos lindas que não estão aqui", ela falou.
Eu: "São todas as do aniversário. Acho que não falta nenhuma... baixei todas."
Samanta: "Haha, não tô falando das do aniversário.
Quero ver as outras fotos que você tem. Vamos, eu já vi, mas a bateria acabou. Não seja chato.
Sabe que eu sempre quis fazer essas coisas, mas nunca tive chance."
Eu, vermelho que nem um tomate, perguntei: "Você viu minhas fotos?"
Samanta: "Sim, e gostei muito. É sua namorada? Vocês sempre tiram fotos assim?
Ela é muito bonita. Parabéns.
Espero que não Te incomodar com minhas perguntas. hahaha.
Não sabia onde me enfiar.
Mas expliquei que eu tinha encontros sexuais com mulheres e que, com o consentimento delas, tirava fotos e compartilhava em sites como este, ou guardava só pra mim.
Samanta: que legal... Você tem um site pornô?
Isso me dá muito tesão, pode me mostrar o que você faz?
Mostrei a ela o que eu publicava aqui e em outro site que já não existe mais.
Tinha fotos de duas garotas que, por sorte, ela não conhecia.
Algumas posando e outras transando comigo.
Mostrei a ela os relatos, como eu contava minhas histórias.
Ela adorou os comentários que eu recebia.
Ela, fascinada, comentava as fotos e meus relatos, e eu não conseguia sair do meu espanto ao compartilhar esse entremeio que eu tenho com a mãe do meu amigo.
Quem sabe disso? — ela perguntou curiosa.
Ninguém — falei — nunca contei nada disso pros meus amigos ou pra alguém que me conheça.
Eu morreria de vergonha — respondi.
Bom, agora eu já sei — ela disse com um sorriso safado.
Até porque você não parece tão envergonhado nas fotos.
Por favor, não conta nada disso.
Samanta: Não, meu bem, eu guardo seu segredo.
Será que eu sou muito velha pra aparecer num dos seus relatos?
Eu: Não, para. A gente só precisaria ter uma história primeiro.
Seria uma história inesquecível de se contar.
Você é muito fofo, bebê — ela disse e me deu um beijo na testa.
Levantou os pratos e foi andando pra cozinha.
Eu segui ela e perguntei: qual é o problema?
Com as mulheres que você tem nas fotos.
O que você pode fazer comigo? Sou velha demais.
Talvez uns anos atrás eu topasse, mas não liga pra mim, docinho.
Ela respondeu enquanto largava as coisas na pia.
Peguei ela pela cintura e respondi: você é uma mulher gostosa, não tem nada a invejar de ninguém.
Ela tirou minhas mãos com muito cuidado e delicadeza.
Disse de novo: não liga pra mim, tá? — e se afastou até o computador, onde estavam as garrafas de cerveja.
Dando um gole, me olhou e disse:
Samanta: viu... entre as fotos, a bebida e uma abstinência sexual de anos, me faz falar besteira, nene.
te parabenizo pelo que você faz, mas eu já não tô mais pra isso.
Me aproximei com confiança dela, tirei a garrafa da mão dela e, dando um gole na bebida dela, falei:
Eu: Vamos, Sami. Você não bebeu tanto assim pra falar besteira.
Será que não queria ver mais fotos da minha câmera?
Segurei ela com um braço firme, bem colada em mim. Esfreguei o bico da garrafa na buceta dela.
Ela jogou a cabeça pra trás e se derreteu no meu braço, soltando um gemidinho.
Eu beijei o pescoço dela enquanto continuava brincando com a garrafa.
— Não seja mau, Scalmo — e me beijou com um tesão do caralho.
Já não tinha volta. Nas minhas mãos, sentei ela na mesa do PC.
Enquanto a beijava, desci devagar, parando nos peitos dela e chupando eles com muita suavidade.
Abaixando o sutiã dela, minha língua brincava com os biquinhos delicados.
Ao chupar e morder de leve, descobri que era uma das zonas erógenas dela.
Ela acariciava minha cabeça e puxava meu cabelo.
Desci um pouco mais pra brincar com o umbigo dela. Ela ficava louca.
Já não precisava fazer mais nada, só penetrar ela já tava bom.
Mas não ia perder a chance de saborear aquele manjar todo melado pra mim.
E não me arrependo.
Ela tinha preparado aquilo pra mim.
Enquanto me esperava, ela se preparou, deixando bem depiladinha e macia pra mim.
Dava pra ver que tinha feito fazia pouco tempo, sem nenhum fio de pelo.
Ela decidiu isso depois de ver as fotos das minas que eu tinha na câmera.
Não dava pra desperdiçar aquela delícia, com toda a dedicação e preparação pro meu prazer.
Lambi e chupei como se fosse um doce de laranja.
Ela, com os gemidos que ecoavam pela casa toda, agradecia minha dedicação em tudo que eu fazia.
Minha língua em ponta separava os lábios da buceta dela e fazia círculos pequenos no clitóris.
Depois, com a língua bem larga, lambia de cima pra baixo, enfiava minha língua naquela buceta. tesão.
Seus gemidos e espasmos me deixavam louco.
Também lambi seu cuzinho apertado, que se contraía e relaxava cada vez que eu passava do rabo pra buceta dela.
Meu pau duro feito uma lança queria se enfiar naquela bucetinha delicada.
Então cravei meus dedos nas nádegas dela e levantei ela pra sentar em cima de mim.
Ela se ajeitou enquanto meu pau se posicionava e procurava o buraquinho daquela buceta lubrificada.
Ela foi descendo devagar. Se sentia empalada pelo meu pauzão comprido e cabeçudo.
Dava pra sentir meu pau abrindo a bucetinha apertada dela.
Ela respirava e gemia, e soltava gemidos de dor, o que me deixava ainda mais excitado.
Samanta: "Por favor... devagar... ai...
Seu pau é grande e faz tempo que não dou... ai... uf... ai..."
Enquanto meu pau moldava aquela buceta, ela gozava uma atrás da outra em todas as posições que eu colocava ela.
Aproveitando os orgasmos dela, eu comia com gosto.
Era só prazer pra ela. Aos poucos, a bucetinha dela se acostumava com o tamanho do meu pau.
Ela me sentou no sofá da sala e começou a chupar meu pau.
O prazer que ela me dava era algo incrível.
A língua dela fazia maravilhas, percorrendo meu pau venoso.
De baixo pra cima, brincando na minha cabeça inchada de tesão.
A língua dela brincava com o furinho uretral, o que me dava muito prazer.
Samanta: "Derrama todo seu leite na minha boca, amor...
Hum... quero tomar seu leite... bebe, me alimenta... hum...
É isso que eu quero, gostoso, você vai me dar?"
Ela começou a chupar com vontade de tirar tudo que meu pau tinha dentro.
Me deixei levar enquanto aproveitava tanto prazer.
Soltei um gemido de gozo que ecoou na sala e deixei sair.
Uma quantidade enorme de leite que jorrava e ela engolia com desespero.
Não desperdiçou nadinha.
Depois de deixar meu pau bem limpinho.
Pegou a cerveja e deu um gole à minha saúde.
Rimos e aproveitamos a tarde enquanto arrumávamos um pouco a bagunça da casa.
Entre as coisas da festa, encontramos a máscara. Disse: "olha o que eu encontrei."
Fodemos de novo outra vez.
Ela com a máscara e eu com a câmera na mão.
Transamos por umas duas horas e foi incrível ver como essa mulher curtia minha pica.
Mas no próximo eu conto muito mais.
Continua...
Aqui deixo a lembrança daquele encontro.

Pd: espero que vocês gostem e espero muitos comentários pra eu compartilhar com essa mulher incrível.
Se curtir, vem a segunda parte.
Abraços: Maury-solo-yo.
Aqui trago um novo relato, espero que seja do agrado de vocês:
Este é meu relato número 20 e, desta vez, vou ter a ajuda da protagonista para escrevê-lo.
Espero que gostem tanto quanto nós de contar nossa história.
Samanta e eu nos conhecemos há anos; ela é mãe do meu amigo Toni.
Já faz 7 anos que temos uma relação de amizade onde compartilhamos tudo, até a cama.
Ela é uma mulher linda de 50 anos, que não aparenta nada disso.
Viúva há 12 anos.
Tudo começou no aniversário do Toni. Uma festa grandona com amigos e família.
Eu levei minha câmera, como de costume, e tirei fotos do aniversário, como sempre faço.
A festa acabou e cada um foi pra sua casa, inclusive eu.
No dia seguinte, a Samanta me ligou. Me surpreendi porque ela nunca me ligava, ainda mais se o filho não estivesse em casa.
Preocupado se tinha acontecido algo, atendi na hora.
Eu: — Oi, Sami, aconteceu alguma coisa?
Samanta: — Oi, Maury, como você tá? Não aconteceu nada, te assustei?
Só queria te avisar que você esqueceu a câmera de fotos aqui em casa.
Um arrepio percorreu minhas costas, já que não eram só as fotos do aniversário que estavam nela.
Eu: — Desculpa, Sami, ainda tô meio dormindo.
Pensei que tinha acontecido algo, já que você não costuma ligar.
Putz, que cabeça a minha... Bom, daqui a pouco tenho que passar aí.
Aproveito e pego ela, se não te incomodar.
Samanta: — Não, de jeito nenhum, melhor você vir. Ela tá sem bateria, por que você não traz o cabo e a gente baixa as fotos do aniversário no meu computador? O que acha?
Eu: — Beleza, sem problema.
Samanta: — Já comeu? Porque aqui tem comida de sobra e tô sozinha, e odeio comer sozinha.
O Toni foi pra casa da namorada.
Enquanto você baixa as fotos, a gente come e eu vou arrumar a casa, quer?
Eu: — Ok. Sem problema. Daqui a pouco passo aí e te dou uma mão com a bagunça.
Tinha que aproveitar pra baixar as fotos do aniversário sem ela ver as outras fotos.
O caminho inteiro até a casa dela fiquei pensando: como podia ser que não tinha bateria? Se tirei fotos a noite toda e ainda Ela tinha uma carga.
Cheguei em casa e ela abriu o portão de entrada pra mim.
Coisa rara, porque ela nunca deixava meu carro passar da entrada.
Lá, ela me esperava com uma camisa branca que ficava grande nela e um biquíni preto.
Nunca tinha visto ela assim.
Ela estava mais gostosa do que nunca, e eu sempre achei ela uma mulher muito sensual.
Curvas bonitas, uns olhos azuis lindos, pele branca que raramente deixava ver.
Mas por respeito ao meu amigo, nunca falei nem fiz nada pra chamar a atenção dela.
Ela me fez entrar, e eu não conseguia parar de olhar pra ela. Aproveitei pra admirar bem. Como eu disse antes, raramente ela se mostrava.
Ela me deu a câmera e disse: "O computador tá ligado, vou preparar algo pra comer."
"Ok", falei, e me apressei pra baixar as fotos do aniversário, pra não aparecerem as outras que eu tinha.
Ela na cozinha nem olhava o que eu fazia.
Baixei as fotos e rapidamente tirei a câmera. Bem na hora, ela se aproximou com uns sanduíches e perguntou: "Já estão as fotos?"
Suspirei aliviado por saber que ela não tinha visto as fotos transando.
Samanta: "Já estão? Que rápido.
Quero ver, pode?"
"Claro", respondi, enquanto ela sentava num banquinho perto de mim.
Começamos a ver as fotos enquanto comíamos e tomávamos uma cerveja.
Rimos e passamos um tempo legal. Quando as fotos acabaram, ela disse, surpresa: "Já são todas?" E eu respondi que sim.
Samanta: "Ah... não, não vale. Eu vi umas fotos lindas que não estão aqui", ela falou.
Eu: "São todas as do aniversário. Acho que não falta nenhuma... baixei todas."
Samanta: "Haha, não tô falando das do aniversário.
Quero ver as outras fotos que você tem. Vamos, eu já vi, mas a bateria acabou. Não seja chato.
Sabe que eu sempre quis fazer essas coisas, mas nunca tive chance."
Eu, vermelho que nem um tomate, perguntei: "Você viu minhas fotos?"
Samanta: "Sim, e gostei muito. É sua namorada? Vocês sempre tiram fotos assim?
Ela é muito bonita. Parabéns.
Espero que não Te incomodar com minhas perguntas. hahaha.
Não sabia onde me enfiar.
Mas expliquei que eu tinha encontros sexuais com mulheres e que, com o consentimento delas, tirava fotos e compartilhava em sites como este, ou guardava só pra mim.
Samanta: que legal... Você tem um site pornô?
Isso me dá muito tesão, pode me mostrar o que você faz?
Mostrei a ela o que eu publicava aqui e em outro site que já não existe mais.
Tinha fotos de duas garotas que, por sorte, ela não conhecia.
Algumas posando e outras transando comigo.
Mostrei a ela os relatos, como eu contava minhas histórias.
Ela adorou os comentários que eu recebia.
Ela, fascinada, comentava as fotos e meus relatos, e eu não conseguia sair do meu espanto ao compartilhar esse entremeio que eu tenho com a mãe do meu amigo.
Quem sabe disso? — ela perguntou curiosa.
Ninguém — falei — nunca contei nada disso pros meus amigos ou pra alguém que me conheça.
Eu morreria de vergonha — respondi.
Bom, agora eu já sei — ela disse com um sorriso safado.
Até porque você não parece tão envergonhado nas fotos.
Por favor, não conta nada disso.
Samanta: Não, meu bem, eu guardo seu segredo.
Será que eu sou muito velha pra aparecer num dos seus relatos?
Eu: Não, para. A gente só precisaria ter uma história primeiro.
Seria uma história inesquecível de se contar.
Você é muito fofo, bebê — ela disse e me deu um beijo na testa.
Levantou os pratos e foi andando pra cozinha.
Eu segui ela e perguntei: qual é o problema?
Com as mulheres que você tem nas fotos.
O que você pode fazer comigo? Sou velha demais.
Talvez uns anos atrás eu topasse, mas não liga pra mim, docinho.
Ela respondeu enquanto largava as coisas na pia.
Peguei ela pela cintura e respondi: você é uma mulher gostosa, não tem nada a invejar de ninguém.
Ela tirou minhas mãos com muito cuidado e delicadeza.
Disse de novo: não liga pra mim, tá? — e se afastou até o computador, onde estavam as garrafas de cerveja.
Dando um gole, me olhou e disse:
Samanta: viu... entre as fotos, a bebida e uma abstinência sexual de anos, me faz falar besteira, nene.
te parabenizo pelo que você faz, mas eu já não tô mais pra isso.
Me aproximei com confiança dela, tirei a garrafa da mão dela e, dando um gole na bebida dela, falei:
Eu: Vamos, Sami. Você não bebeu tanto assim pra falar besteira.
Será que não queria ver mais fotos da minha câmera?
Segurei ela com um braço firme, bem colada em mim. Esfreguei o bico da garrafa na buceta dela.
Ela jogou a cabeça pra trás e se derreteu no meu braço, soltando um gemidinho.
Eu beijei o pescoço dela enquanto continuava brincando com a garrafa.
— Não seja mau, Scalmo — e me beijou com um tesão do caralho.
Já não tinha volta. Nas minhas mãos, sentei ela na mesa do PC.
Enquanto a beijava, desci devagar, parando nos peitos dela e chupando eles com muita suavidade.
Abaixando o sutiã dela, minha língua brincava com os biquinhos delicados.
Ao chupar e morder de leve, descobri que era uma das zonas erógenas dela.
Ela acariciava minha cabeça e puxava meu cabelo.
Desci um pouco mais pra brincar com o umbigo dela. Ela ficava louca.
Já não precisava fazer mais nada, só penetrar ela já tava bom.
Mas não ia perder a chance de saborear aquele manjar todo melado pra mim.
E não me arrependo.
Ela tinha preparado aquilo pra mim.
Enquanto me esperava, ela se preparou, deixando bem depiladinha e macia pra mim.
Dava pra ver que tinha feito fazia pouco tempo, sem nenhum fio de pelo.
Ela decidiu isso depois de ver as fotos das minas que eu tinha na câmera.
Não dava pra desperdiçar aquela delícia, com toda a dedicação e preparação pro meu prazer.
Lambi e chupei como se fosse um doce de laranja.
Ela, com os gemidos que ecoavam pela casa toda, agradecia minha dedicação em tudo que eu fazia.
Minha língua em ponta separava os lábios da buceta dela e fazia círculos pequenos no clitóris.
Depois, com a língua bem larga, lambia de cima pra baixo, enfiava minha língua naquela buceta. tesão.
Seus gemidos e espasmos me deixavam louco.
Também lambi seu cuzinho apertado, que se contraía e relaxava cada vez que eu passava do rabo pra buceta dela.
Meu pau duro feito uma lança queria se enfiar naquela bucetinha delicada.
Então cravei meus dedos nas nádegas dela e levantei ela pra sentar em cima de mim.
Ela se ajeitou enquanto meu pau se posicionava e procurava o buraquinho daquela buceta lubrificada.
Ela foi descendo devagar. Se sentia empalada pelo meu pauzão comprido e cabeçudo.
Dava pra sentir meu pau abrindo a bucetinha apertada dela.
Ela respirava e gemia, e soltava gemidos de dor, o que me deixava ainda mais excitado.
Samanta: "Por favor... devagar... ai...
Seu pau é grande e faz tempo que não dou... ai... uf... ai..."
Enquanto meu pau moldava aquela buceta, ela gozava uma atrás da outra em todas as posições que eu colocava ela.
Aproveitando os orgasmos dela, eu comia com gosto.
Era só prazer pra ela. Aos poucos, a bucetinha dela se acostumava com o tamanho do meu pau.
Ela me sentou no sofá da sala e começou a chupar meu pau.
O prazer que ela me dava era algo incrível.
A língua dela fazia maravilhas, percorrendo meu pau venoso.
De baixo pra cima, brincando na minha cabeça inchada de tesão.
A língua dela brincava com o furinho uretral, o que me dava muito prazer.
Samanta: "Derrama todo seu leite na minha boca, amor...
Hum... quero tomar seu leite... bebe, me alimenta... hum...
É isso que eu quero, gostoso, você vai me dar?"
Ela começou a chupar com vontade de tirar tudo que meu pau tinha dentro.
Me deixei levar enquanto aproveitava tanto prazer.
Soltei um gemido de gozo que ecoou na sala e deixei sair.
Uma quantidade enorme de leite que jorrava e ela engolia com desespero.
Não desperdiçou nadinha.
Depois de deixar meu pau bem limpinho.
Pegou a cerveja e deu um gole à minha saúde.
Rimos e aproveitamos a tarde enquanto arrumávamos um pouco a bagunça da casa.
Entre as coisas da festa, encontramos a máscara. Disse: "olha o que eu encontrei."
Fodemos de novo outra vez.
Ela com a máscara e eu com a câmera na mão.
Transamos por umas duas horas e foi incrível ver como essa mulher curtia minha pica.
Mas no próximo eu conto muito mais.
Continua...
Aqui deixo a lembrança daquele encontro.


Pd: espero que vocês gostem e espero muitos comentários pra eu compartilhar com essa mulher incrível. Se curtir, vem a segunda parte.
Abraços: Maury-solo-yo.
11 comentários - Samanta, a mãe gostosa do meu amigo