Minha namorada e eu decidimos ir um fim de semana pra montanha, onde tinha neve, pra ela poder ver, já que nunca tinha visto. Fizemos as reservas e preparamos as malas.
O melhor era ir de trem à noite, pra dormir e chegar de manhã, aproveitando o dia. Subimos no trem e fomos pro compartimento que era nosso, pra 4 pessoas, duas camas de cada lado, com seus beliches. No começo, estávamos sozinhos e isso era bom. Deixamos as malas e fomos pro bar comer algo. Quando voltamos, tinha um cara de uns 45 anos ocupando uma das camas de baixo. Fiquei decepcionado, porque a intimidade que a gente podia ter tinha ido embora, mas minha namorada não tirava os olhos dele — o cara era alto, atlético, parecia estar em boa forma.
Decidimos dormir. Ela queria ficar embaixo, porque tinha medo de cair do beliche. Subi, apagamos as luzes e tentamos dormir. A única luz que entrava era da lua, dava pra ver um pouco o compartimento. Depois de um tempo, minha namorada subiu na minha cama, deitou do meu lado e começou a me beijar. Eu acariciava o corpo dela. Ela desabotoou minha calça e começou a passar a mão na minha rola. Fiquei com um tesão do caralho, sabendo que tinha alguém ali e que a gente podia ser pego.
Tirei a blusa dela e, como ela não tava de sutiã, comecei a chupar os peitos dela. Ela desceu até minha rola e começou a chupar. Aproveitei pra tirar minha roupa e ficar mais à vontade, e ela fez o mesmo. Ficamos os dois pelados, abraçados e nos beijando. Ela virou de barriga pra cima, eu lambi a buceta dela. Fiquei um tempão nisso, ouvia ela gemer e isso me excitava ainda mais, pensando que o outro cara podia ouvir. Subi até os peitos dela e, enquanto chupava, comecei a penetrar devagar. Eu subia e descia, enquanto ela se mexia e gemia. Olhei pro lado onde o cara tava e notei que ele tava se masturbando debaixo do lençol. Então decidi colocar ela de quatro e meter no cu dela, pra ele poder ver melhor a cena. O cara ia ser espetacular, vendo a gente fodendo. Ficamos uns dez minutos e ela já queria tomar as rédeas, subiu em cima de mim e começou a rebolar gostoso. Olhei pro cara e ele já tava batendo uma sem o lençol por cima, dava pra ver a pica dele inteira, com a calça meio arriada, ele tava com uma bela tranca. Depois de uns 15 minutos, nós dois gozamos, nos abraçamos e nos beijamos, aí ela desceu pra cama dela, toda pelada. O cara devia estar alucinando com aquele espetáculo.
Eu fingi que tava dormindo, mas tentava olhar pra ver o que ia rolar depois. Via o cara olhando pra minha mina, batendo uma sem disfarçar. Acho que ela não se cobriu e devia estar toda pelada pra ele ver. Fiquei um tempão observando pra ver o que acontecia, mas o sono bateu e acabei dormindo.
Depois de um tempo, um barulho me acordou. Olhei pra baixo e vi minha mina pelada chupando a pica do desconhecido. Ele já tinha tirado toda a roupa, com a calça no chão, e acho que o barulho dela caindo no chão foi o que me acordou.
Fiquei observando pra ver como a situação ia continuar. Eu tava super excitado. Ela continuava chupando ele. Como eu disse, ele tava com uma bela tranca, mas com a mamada que ela deu, ficou ainda mais dura e grossa. Com aquela pica, ela já queria meter pra dentro. O cara pegou um camisinha entre as coisas dele, colocou, e ela rapidinho montou em cima dele. Ela foi devagar e suave, mas o cara levantou um pouco o corpo e enfiou de uma vez. Ela soltou um gemido entre prazer e dor, e realmente não ligaram se eu tinha ouvido. Ela começou a se mexer como uma louca, a cavalgar como se estivesse num cavalo selvagem. Eu vendo como ela fodia, gozei rápido, mas longe de parar, ela continuou firme e eu segui observando.
Depois de uns dez minutos, ele colocou ela de quatro e começou a meter por trás. Eu fiquei pensando que se ele enfiasse no cu, ia machucar ela. Não demorou nada pra ele enfiar no cu. No começo ela foi devagar, mas não demorou nada pra meter com tudo. Ela sentiu dor, deu pra perceber pelo grito que soltou. Rapidamente os dois olharam pra mim e, na hora, fingi que tava dormindo. Esperei uns segundos e, quando ouvi ela gemer, abri os olhos de novo. Ela tava de quatro, rebolando a bunda, se acabando de gostoso, e ele por trás metendo forte, cada vez mais rápido. Dava pra ouvir os tapas na bunda dela e ela gemendo cada vez mais.
Depois de um tempo, ele levantou, ficou de pé na frente dela, tirou a camisinha e colocou a pica na boca dela. Ela começou a chupar e não demorou nada pra ele gozar na boca dela. Um pouco de porra escorreu nos peitos dela, e ela passou a mão no corpo todo, como se fosse um creme. Eles se beijaram, ela foi pra cama dela dormir, ele se vestiu e também foi dormir. Eu, com o que vi, acabei gozando de novo.
De manhã, acordamos como se nada tivesse acontecido, disfarçando, nos despedimos. Já tínhamos chegado no nosso destino.
O melhor era ir de trem à noite, pra dormir e chegar de manhã, aproveitando o dia. Subimos no trem e fomos pro compartimento que era nosso, pra 4 pessoas, duas camas de cada lado, com seus beliches. No começo, estávamos sozinhos e isso era bom. Deixamos as malas e fomos pro bar comer algo. Quando voltamos, tinha um cara de uns 45 anos ocupando uma das camas de baixo. Fiquei decepcionado, porque a intimidade que a gente podia ter tinha ido embora, mas minha namorada não tirava os olhos dele — o cara era alto, atlético, parecia estar em boa forma.
Decidimos dormir. Ela queria ficar embaixo, porque tinha medo de cair do beliche. Subi, apagamos as luzes e tentamos dormir. A única luz que entrava era da lua, dava pra ver um pouco o compartimento. Depois de um tempo, minha namorada subiu na minha cama, deitou do meu lado e começou a me beijar. Eu acariciava o corpo dela. Ela desabotoou minha calça e começou a passar a mão na minha rola. Fiquei com um tesão do caralho, sabendo que tinha alguém ali e que a gente podia ser pego.
Tirei a blusa dela e, como ela não tava de sutiã, comecei a chupar os peitos dela. Ela desceu até minha rola e começou a chupar. Aproveitei pra tirar minha roupa e ficar mais à vontade, e ela fez o mesmo. Ficamos os dois pelados, abraçados e nos beijando. Ela virou de barriga pra cima, eu lambi a buceta dela. Fiquei um tempão nisso, ouvia ela gemer e isso me excitava ainda mais, pensando que o outro cara podia ouvir. Subi até os peitos dela e, enquanto chupava, comecei a penetrar devagar. Eu subia e descia, enquanto ela se mexia e gemia. Olhei pro lado onde o cara tava e notei que ele tava se masturbando debaixo do lençol. Então decidi colocar ela de quatro e meter no cu dela, pra ele poder ver melhor a cena. O cara ia ser espetacular, vendo a gente fodendo. Ficamos uns dez minutos e ela já queria tomar as rédeas, subiu em cima de mim e começou a rebolar gostoso. Olhei pro cara e ele já tava batendo uma sem o lençol por cima, dava pra ver a pica dele inteira, com a calça meio arriada, ele tava com uma bela tranca. Depois de uns 15 minutos, nós dois gozamos, nos abraçamos e nos beijamos, aí ela desceu pra cama dela, toda pelada. O cara devia estar alucinando com aquele espetáculo.
Eu fingi que tava dormindo, mas tentava olhar pra ver o que ia rolar depois. Via o cara olhando pra minha mina, batendo uma sem disfarçar. Acho que ela não se cobriu e devia estar toda pelada pra ele ver. Fiquei um tempão observando pra ver o que acontecia, mas o sono bateu e acabei dormindo.
Depois de um tempo, um barulho me acordou. Olhei pra baixo e vi minha mina pelada chupando a pica do desconhecido. Ele já tinha tirado toda a roupa, com a calça no chão, e acho que o barulho dela caindo no chão foi o que me acordou.
Fiquei observando pra ver como a situação ia continuar. Eu tava super excitado. Ela continuava chupando ele. Como eu disse, ele tava com uma bela tranca, mas com a mamada que ela deu, ficou ainda mais dura e grossa. Com aquela pica, ela já queria meter pra dentro. O cara pegou um camisinha entre as coisas dele, colocou, e ela rapidinho montou em cima dele. Ela foi devagar e suave, mas o cara levantou um pouco o corpo e enfiou de uma vez. Ela soltou um gemido entre prazer e dor, e realmente não ligaram se eu tinha ouvido. Ela começou a se mexer como uma louca, a cavalgar como se estivesse num cavalo selvagem. Eu vendo como ela fodia, gozei rápido, mas longe de parar, ela continuou firme e eu segui observando.
Depois de uns dez minutos, ele colocou ela de quatro e começou a meter por trás. Eu fiquei pensando que se ele enfiasse no cu, ia machucar ela. Não demorou nada pra ele enfiar no cu. No começo ela foi devagar, mas não demorou nada pra meter com tudo. Ela sentiu dor, deu pra perceber pelo grito que soltou. Rapidamente os dois olharam pra mim e, na hora, fingi que tava dormindo. Esperei uns segundos e, quando ouvi ela gemer, abri os olhos de novo. Ela tava de quatro, rebolando a bunda, se acabando de gostoso, e ele por trás metendo forte, cada vez mais rápido. Dava pra ouvir os tapas na bunda dela e ela gemendo cada vez mais.
Depois de um tempo, ele levantou, ficou de pé na frente dela, tirou a camisinha e colocou a pica na boca dela. Ela começou a chupar e não demorou nada pra ele gozar na boca dela. Um pouco de porra escorreu nos peitos dela, e ela passou a mão no corpo todo, como se fosse um creme. Eles se beijaram, ela foi pra cama dela dormir, ele se vestiu e também foi dormir. Eu, com o que vi, acabei gozando de novo.
De manhã, acordamos como se nada tivesse acontecido, disfarçando, nos despedimos. Já tínhamos chegado no nosso destino.
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