Com o Andrés, a gente tem um código desde que viramos amigos de punheta há 3 anos. A gente se fala pelo Skype, quando a gente se vê online e, como moramos perto, combinamos de nos encontrar. Se a gente não se vê no Skype, como já somos amigos da vida, a gente se manda mensagem no celular sem frases comprometedoras.
O Andrés sempre foi o amigo de punheta perfeito. Nem ele sabia que ia desenvolver tanto gosto por esse tipo de punheta que a gente faz. Ele é magro, pratica surfe como esporte e disciplina. Viaja pro mar toda sexta e fica os fins de semana lá pra treinar. Ou seja, o Andrés é mais que atlético, ele é magro, definido naturalmente pelo esporte, tem quase dois metros e é um gostoso de pele dourada pelo sol, filho de imigrantes ucranianos divinos. O que eu gosto nele, além do físico, é que ele é um cara muito bom, tem gosto por música e é super educado e respeitoso. Sempre, em qualquer circunstância.
Quanto à rola que ele tem, vou contar que é uma rola muito bonita, reta, uns 18 cm, não muito grossa, mas nada fina. A rola dele tem duas qualidades:
1. Penduram dois ovos gigantes, tipo as bolinhas maiores que a gente usa pra jogar "bolita" (jogo vintage de criança de colégio).
2. A porra dele escorre pré-gozo como nunca vi na vida. É uma máquina de soltar fios de porra. Às vezes, quando a gente se fala de manhã no trampo, ele me diz: "puta, já moldei a calça de tanto falar contigo". E me manda uma foto da auréola de gozo que faz na calça. Olha, isso é algo que ele sofre. Quando acontece, ele não tem escolha a não ser tirar a camisa por cima da calça pra esconder a mancha.
Eu e o Andrés começamos a nos ver sob o lema "fazer uma punheta cruzada". Foi assim, mas a gente desenvolveu umas punhetas pelados, muito legais, a gente se esfrega com a cueca até sentir ele se molhar. Depois, a gente costuma deitar de lado e, tranquilamente, acaricia as bolas um do outro por vários minutos. A gente passa as mãos pelas pernas, a rabeta, as bolas, subimos pro tronco. E repetimos. Definimos essas punhetas como bem tântricas. Não vamos direto pra masturbação em si ou pra gozar em si. Das carícias passamos pros apertões de pau. É agarrar as picas e apertar e soltar. Vemos como as cabeças incham. Eu vejo como escorre e escorre o pré-gozo e me excita pra caralho.
Nunca nos beijamos, é nosso código, não por nada, mas é assim. Às vezes, se estamos quase, damos uma chupadinha rápida... porque não aguentamos.
Quando escorre bastante na barriga dele, porque tudo isso que conto é deitados de barriga pra cima, eu molho meus dedos no pré-gozo e passo no anel do cu dele, e isso deixa ele louco. Depois de várias vezes fazendo isso e respirando e perguntando como estamos. Estranhamente, nosso mecanismo de punheta continua em nos abraçar forte e apertar os dois de frente. Como se apertando contra o corpo do outro. Fazemos isso de frente e fazemos de conchinha. Mas nunca transamos. É apertar.
Nossa sessão de punheta sempre termina com a gente gozando jorros de porra juntos, mas dentro de uma camisinha porque ele odeia sujar. Ponto contra, mas eu o quero porque é meu amigo.
Andrés e eu somos amigos de punheta, de amizade colorida. Ele tem a namorada dele e eu a minha, mas nós dois nos sentimos muito satisfeitos com esse tipo de punheta. Isso nos relaxa, tira a tesão, e nós dois dizemos que somos doentes porque nem transar nos relaxa tanto.
Ontem, Andrés me chamou no Skype. Não tava online. Me mandou mensagem. Li tarde. Respondi pra gente se ver, mas a namorada dele já tinha chegado. "Tô mal. Me sinto com tesão e quero o nosso rolê", ele disse, "mas minha namorada já chegou".
"Ok", respondi. E fiquei com tesão igual uma piranha.
É por isso que quero ter outro amigo de punheta como ele. Meus requisitos são sempre os mesmos. Zona, físico, zero drogas e ideia do que é uma amizade.
Abraços!
O Andrés sempre foi o amigo de punheta perfeito. Nem ele sabia que ia desenvolver tanto gosto por esse tipo de punheta que a gente faz. Ele é magro, pratica surfe como esporte e disciplina. Viaja pro mar toda sexta e fica os fins de semana lá pra treinar. Ou seja, o Andrés é mais que atlético, ele é magro, definido naturalmente pelo esporte, tem quase dois metros e é um gostoso de pele dourada pelo sol, filho de imigrantes ucranianos divinos. O que eu gosto nele, além do físico, é que ele é um cara muito bom, tem gosto por música e é super educado e respeitoso. Sempre, em qualquer circunstância.
Quanto à rola que ele tem, vou contar que é uma rola muito bonita, reta, uns 18 cm, não muito grossa, mas nada fina. A rola dele tem duas qualidades:
1. Penduram dois ovos gigantes, tipo as bolinhas maiores que a gente usa pra jogar "bolita" (jogo vintage de criança de colégio).
2. A porra dele escorre pré-gozo como nunca vi na vida. É uma máquina de soltar fios de porra. Às vezes, quando a gente se fala de manhã no trampo, ele me diz: "puta, já moldei a calça de tanto falar contigo". E me manda uma foto da auréola de gozo que faz na calça. Olha, isso é algo que ele sofre. Quando acontece, ele não tem escolha a não ser tirar a camisa por cima da calça pra esconder a mancha.
Eu e o Andrés começamos a nos ver sob o lema "fazer uma punheta cruzada". Foi assim, mas a gente desenvolveu umas punhetas pelados, muito legais, a gente se esfrega com a cueca até sentir ele se molhar. Depois, a gente costuma deitar de lado e, tranquilamente, acaricia as bolas um do outro por vários minutos. A gente passa as mãos pelas pernas, a rabeta, as bolas, subimos pro tronco. E repetimos. Definimos essas punhetas como bem tântricas. Não vamos direto pra masturbação em si ou pra gozar em si. Das carícias passamos pros apertões de pau. É agarrar as picas e apertar e soltar. Vemos como as cabeças incham. Eu vejo como escorre e escorre o pré-gozo e me excita pra caralho.
Nunca nos beijamos, é nosso código, não por nada, mas é assim. Às vezes, se estamos quase, damos uma chupadinha rápida... porque não aguentamos.
Quando escorre bastante na barriga dele, porque tudo isso que conto é deitados de barriga pra cima, eu molho meus dedos no pré-gozo e passo no anel do cu dele, e isso deixa ele louco. Depois de várias vezes fazendo isso e respirando e perguntando como estamos. Estranhamente, nosso mecanismo de punheta continua em nos abraçar forte e apertar os dois de frente. Como se apertando contra o corpo do outro. Fazemos isso de frente e fazemos de conchinha. Mas nunca transamos. É apertar.
Nossa sessão de punheta sempre termina com a gente gozando jorros de porra juntos, mas dentro de uma camisinha porque ele odeia sujar. Ponto contra, mas eu o quero porque é meu amigo.
Andrés e eu somos amigos de punheta, de amizade colorida. Ele tem a namorada dele e eu a minha, mas nós dois nos sentimos muito satisfeitos com esse tipo de punheta. Isso nos relaxa, tira a tesão, e nós dois dizemos que somos doentes porque nem transar nos relaxa tanto.
Ontem, Andrés me chamou no Skype. Não tava online. Me mandou mensagem. Li tarde. Respondi pra gente se ver, mas a namorada dele já tinha chegado. "Tô mal. Me sinto com tesão e quero o nosso rolê", ele disse, "mas minha namorada já chegou".
"Ok", respondi. E fiquei com tesão igual uma piranha.
É por isso que quero ter outro amigo de punheta como ele. Meus requisitos são sempre os mesmos. Zona, físico, zero drogas e ideia do que é uma amizade.
Abraços!
14 comentários - Mi amigo de pajas
Soy de Palermo... Paja Friend!
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