Relato a pedido: Lali Esposito, a puta famosa

Fala, parceiros do poringa, hoje eu tô de volta, depois de um bom tempo, com um post novo. Dessa vez é um conto da Lali Esposito, pedido pelo meu amigo @JuliPaez92. Então, sem mais enrolação, vamos começar esse post dedicado a ele. Um abraço, irmão!Relato a pedido: Lali Esposito, a puta famosaEra um dia comum, eu tava em casa, sozinho, e como era de se esperar, tava me masturbando com as duas mãos. Sempre fui muito punheteiro, mas ultimamente minha safadeza aumentou pra caralho e, por consequência, as punhetas também. O pior de tudo é que já tenho 20 anos e essas punhetas deviam virar umas fodas, e apesar de não ser virgem de jeito nenhum, fazia um tempão que eu não dava uma boa trepada.

Lá estava eu no meu quarto, batendo uma como um campeão. Alguém podia imaginar que eu tava me punhetando igual um louco vendo algum vídeo, mas não era assim. Embora eu tivesse batendo uma como nunca, e com isso quero dizer que tava fazendo com muito tesão, não era um vídeo, e sim fotos de uma gostosa que já fazia anos que me deixava de pau duro só de olhar. Essa gostosa era a Lali Esposito. Sempre tive uma vontade do caralho dela, mas agora que ela cresceu e o corpo dela tá mais que desenvolvido, minha vontade de foder ela igual um louco aumentou de um jeito descomunal. Sempre me orgulhei do tamanho do meu pau, que devia ter entre 18 e 19 cm de comprimento e uns 5 de largura (na grossura eu me saía melhor), mas toda vez que eu batia uma vendo ela, meu pau crescia pelo menos 1 cm a mais e ficava mais duro que um ferro, porque a gostosa me encantava, me encantavam os peitos dela e aquela bunda do caralho que, pelo que dava pra ver, tava faminta de pau. Eu batia uma o dia inteiro imaginando que tava comendo ela bem gostoso, mas tinha bem claro que isso era algo impossível.

Apesar de ter contado que fazia um tempão que eu não dava uma boa trepada, também preciso contar que tenho uma namorada, mas ela quase nunca tá ou não tem vontade de fazer, e de seis meses que tô com ela, a gente transou pouquíssimas vezes, e a verdade é que já tava cansando disso. Mas se tinha uma coisa que eu queria fazer com ela, vou contar. Moro em Buenos Aires, e naquela época a Lali ia tocar na minha cidade. Minha namorada é fã dela, e considerando o que eu contei... Antes, não podia perder a oportunidade e, mesmo me dando um certo tesão, ao mesmo tempo me excitava pra caralho a ideia de poder ver ao vivo e a cores aquela gostosa com quem eu tinha me masturbado tantas vezes. Então decidi surpreender minha namorada comprando dois ingressos pra ir vê-la naquele dia, e ainda comprei com o dinheiro que sobrou dois ingressos VIP pra gente conhecer a Lali pessoalmente. Mostrei tudo pra minha namorada e ela, toda feliz, me agradeceu e me beijou, mas não foi o suficiente pra ganhar um boquete ou transarmos, mas já é alguma coisa.

Chegou o dia do show, fui me arrumar na casa da minha namorada pra sairmos juntos. Mesmo tentando na hora que cheguei na casa dela, não consegui comer ela, e contando aquele dia já eram três semanas sem sexo. Terminamos de nos preparar e, como não tenho carro, tivemos que ir no carro do pai dela. Não demoramos muito pra chegar, o lugar estava lotado, porque a Lali é muito popular aqui na Argentina. Nos acomodamos nos nossos lugares e cerca de uma hora depois o show começou, no qual eu não prestei muita atenção, já que não gosto da música dela. No entanto, mantive meus olhos grudados nas tetas deliciosas dela a noite inteira e também na bunda firme dela. Ela se mexia como uma verdadeira puta no palco, eu amava. Ela era ainda mais linda ao vivo e as tetas pareciam ainda maiores. Tentei me segurar, mas depois de alguns minutos meu pau começou a ficar duro e firme. Não sabia o que tava rolando comigo, tava mais duro do que nunca e começava a aparecer. Minha namorada não tava prestando muita atenção em mim porque tava super concentrada no show. Aproveitando isso de um jeito muito, mas muito discreto, sem ninguém ver, comecei a massagear meu pau sem tirar da calça e sem desgrudar os olhos da bunda incrível da Lali. Meu pau parecia uma lança e dava pra ver de longe que eu tava muito excitado, se não fosse porque a maioria tava gritando e pulando igual doida. Mesmo assim, minha namorada, num Momento de lucidez, viro pra me ver e se deparou com meu pau durasso e minha mão massageando ela com tudo, e ainda por cima fazia isso olhando pra Lali. Furiosa, me deu um tapa na cara e na sequência falou -VOCÊ É UM PUNHETEIRO! Foi pro caralho, me deixou na mão sem carro e até sem grana. Naquele momento parei de fazer o que tava fazendo e comecei a pensar: se não tinha dinheiro nem carro, não dava pra voltar pra casa a não ser a pé. Mas aí pensei comigo mesmo, já que paguei a entrada e os ingressos VIP e ainda por cima custaram caro, por que não aproveitar? E de quebra conhecer a Lali pessoalmente. Então segui com meu trabalhinho manual que ia durar até o show acabar. Felizmente, dessa vez ninguém me viu. O show terminou e o pessoal começou a ir embora. Apesar de ter me masturbado por um bom tempo, não consegui gozar e, por isso, meu pau continuava duro igual a um pedaço de pau. Assim que a área esvaziou, fui até onde ficava o suposto camarim da tão cobiçada pelo meu pau. E como era de se esperar, uma fila interminável onde eu era o último. Não tive escolha a não ser esperar e, até lá, meu pau voltou ao normal, mais ou menos.

Depois de uma longa espera, chegou minha vez. Tava na frente de uma porta branca com uma placa escrito "Lali". Na frente dela, dois seguranças com cara de mau, do lado dos quais eu parecia um frango, mesmo eu estando em boa forma física. Eles logo perguntaram friamente pelo meu passe e, sem dizer nada, entreguei. Eles se afastaram e um deles abriu a porta pra mim. Entrei, e não tinha ninguém. Mas não demorei pra ir direto pros sofás que tinham lá e sentar. Esperei alguns minutos, nervoso, muito nervoso. E depois de uns 5 minutos, ela apareceu. Queria morrer... Não acreditava. Cara a cara, ela era uma gostosa, os peitos dela eram perfeitos. Tava vestida um pouco mais confortável do que no show, porque tava usando uma daquelas camisetas. soltas brancas, que chegavam até acima do umbigo e umas calças justas que destacavam bem as pernas dela, e a bunda dela. Meu pau começou a querer ficar duro. E começou tudo.
-Oi, como você tá??. ela disse
-Oi Lali, como você vai?, haha tô meio nervoso, me desculpa
-hahaha, não esquenta, como você se chama?
-Marcos, haha
-Que estranho, quase nunca vem homens pedir autógrafos, haha
-É, haha na verdade, vim com minha namorada mas ela foi embora
-Tá bem, você tem uma folha ou algo onde eu possa assinar?
Rapidamente peguei um caderno que por sorte tinha na mochila e entreguei pra ela, ela tirou uma caneta e apoiou o caderno numa mesinha que estava ao lado do sofá onde eu estava sentado, e pra assinar ela teve que se abaixar um pouco, colocando a bunda firme dela na frente dos meus olhos de punheteiro. Era incrível, vocês não têm ideia da vontade que eu tinha de agarrar ela por trás, rasgar a legging dela e foder ela bem, bem forte. Meu pau, ao ter uma bunda tão gostosa na frente dele, não demorou pra ficar duro, mas não só duro, e sim maior do que o normal, era a vez que eu tava mais excitado, e começava a aparecer. Lali terminou de assinar a folha de papel, e rindo um pouco me entregou, mas quando se virou pra me olhar, ela pôde, obviamente, notar o volume exagerado que tinha na minha calça, e eu mais nervoso do que nunca. Ela fez uma cara de brava, e gritou comigo
-Nãooo, você é um degenerado, cara
Naquele momento, algo ardeu dentro de mim, ela ia furiosa em direção à porta onde estavam os seguranças, obviamente pra contar o que tinha acontecido, mas eu a segurei na hora, tapando a boca dela com a mão, enquanto com a outra abraçava a cintura dela, como era óbvio ela reagiu nervosa e tentando se soltar, mas eu me mantive firme e ela não conseguiu, não demorou muito pra ela começar a gritar, mas o grito saía abafado pela minha mão. Por outro lado, eu me sentia meio nervoso e pressionado, embora ao mesmo tempo mais tesudo que uma panela, tentava acalmá-la (apesar de que isso foi impossível)
- shhh, shhh cala a boca puta
- mmmmmm, mmm
dizia ela nervosa
- agora vou te foder, como ninguém fez antes, me ouviu?
- mmmmm
- E você vai adorar, tenho a pica dura por sua culpa, puta!
abaixei um pouquinho, só de leve a legging apertada que ela usava, e consegui ver um pedaço daquela bunda deliciosa, não podia acreditar, era a melhor que já tinha visto na vida, parecia pressionada pela legging,
- Mmmmm, mas que bunda que você tem, puta, é pra mim?
não respondeu nada, tava nervosa mas ao mesmo tempo triste
- Te fiz uma pergunta, puta, me responde
depois de uns minutos ela respondeu
- mmmhm
enquanto fazia o gesto de concordar com a cabeça, com o rosto triste
- Assim que eu gosto, bem óbvio
minha pica já não aguentava mais, tava muito dura, não dava pra esperar, então me decidi. meti minha mão direita por dentro da calcinha apertada dela, e comecei a apertar forte tanto na buceta dela quanto no cu, meu dedo não entrava, só brincava com essas duas partes, ela tava obviamente muito nervosa, mas não liguei. tirei minha mão da calcinha dela e sem tirar da calça, comecei a esfregar minha pica duríssima entre as duas nádegas dela, onde inevitavelmente soltei vários gemidos de prazer
- aaaaah siiiim, assiiim, que bundão gostosooo, meu deus Lali, ideal pra fazer isso.
ela ficou calada
- agora quero que você faça sozinha
no começo não obedeceu, ficou parada.
- falei pra você fazer sozinha, puta, não ouviu?
em seguida dei um baita tapa na bunda dela, que fez ela soltar um gritinho baixinho e quase sem som. Imediatamente ela começou a fazer o que mandei, devagar mas sem parar, o que me fazia delirar de prazer e gemir que nem um sem-vergonha.
- aaaai que gostoso que você faz, putinha, assim que eu gosto, continua, puta
a gatinha não parava, fazia e fazia, e pra falar a verdade eu tava adorando, era o melhor prazer que tinha sentido em anos. Depois de uns minutos resolvi meter aquela pica enorme na Bucetinha de puta. E experimentar na própria pele como era sentir meu pau entre aqueles lábios criados com o único propósito de mamar feito uma lobinha no cio. Então separei minha protuberância daquelas nádegas trabalhadas e falei:

- Ajoelha!

Naquele momento, tive que descobrir a boquinha dela, então ela podia perfeitamente gritar e fazer os seguranças me expulsarem e ainda me prenderem por assédio. Mas naquela altura, eu não ligava mais pra nada, tava muito excitado, e o fato de comer a puta gulosa de pau da Lali me dominava. Pra minha surpresa, quando descobri a boquinha dela, ela não disse absolutamente nada. Depois da ordem que eu tinha dado, a puta obedeceu, se ajoelhou e a carinha de vadia acabada ficou bem na frente da minha protuberância. Ela me olhou nos olhos com cara de preocupação, e eu respondi:

- E o que você tá esperando? Tira meu pau da calça.

Ela olhou pra protuberância, pegou meu cinto e soltou. Meu pau por baixo da calça formava um volume enorme que, pelo visto, tava deixando o apetite sexual da Lali doida. Ela, enquanto tirava meu cinto, não desgrudava os olhos do meu pau. Tirou o cinto e, na mesma hora, baixou minha calça, deixando eu só de cueca. Com minha boxer cinza, meu pau parecia ainda maior, e a Lali ficou ainda mais surpresa do que já tava. Mordendo meu lábio inferior pra tentar segurar meu desejo sexual, levei minha mão direita direto pra minha boxer, onde comecei a acariciar bem devagar meu pau extremamente duro. Depois disso, falei:

- Agora você vai ver o que é um pau de verdade.

Ela, enquanto isso, esperava ansiosa que eu mostrasse meu pau, ajoelhada e me olhando fixo com carinha de puta faminta de porra.

- Você quer, puta?

Ela, sem demora, fez que sim com a cabeça e, assim que fez, eu falei:

- Então toma!

Depois disso, baixei minha boxer, deixando meu pau duro à mostra. Até eu fiquei impressionado. Ele parecia muito maior do que de costume. A carinha de surpresa que a Lali fez foi impagável e me deixou muito mais tesudo do que eu já tava. Parecia uma pedra de tão dura que tava. O tronco era bem comprido, mas o que mais se destacava na minha pica era a minha cabeça. Era enorme. Ao mesmo tempo que eu abaixava a cueca, levei minha mão direita pro tronco do meu pau, onde, devagar e sem perder um gemido, comecei a me esfregar lenta mas gostosamente, me hipnotizando com a carinha de puta arrombada da Lali, que olhava fixo pro meu pau sem tirar os olhos.
— Tá aqui, sua puta! (eu falava entre gemidos), cê gosta?
Ela não respondeu nada, ficou quietinha, mas sem parar de olhar fixo pro meu pau. Depois de uns minutos, ela assentiu com a cabeça, me olhando nos olhos.
— Me responde! (sem tirar a mão do meu pau) cê gosta?
Na hora, ela me olhou nos olhos de baixo pra cima e disse:
— Sim, eu gosto.
— Que bom, então.
Peguei os cabelos da nuca dela, olhei nos olhos dela e ela me olhou de volta, e eu falei, soltando um pouco da minha fúria sexual:
— Chupa! sozinha...
Soltei a cabeça dela e na hora ela começou. Pegou meu pau duro com a mão direita, me olhou fixo nos olhos e começou a subir e descer ao longo do meu pau inteiro. Eu tava delirando de prazer. Tinha virado o dia mais feliz da minha vida, tava gozando igual um deus. Ela mexia a mãozinha quente ao longo do meu pau inteiro de um jeito impressionante, parecia que tinha nascido pra isso. Isso vinha acompanhado dos meus gemidos constantes, que ficavam cada vez mais altos e claros, e daquele olhar de gatinha sedenta que me quebrava tanto. Fechei os olhos e me entreguei pra aproveitar. A mão dela era incrível. Com um pouco de medo, e deixando a mãozinha dela na base do meu pau suculento, ela se atreveu a começar. Aproximou os lábios tão desejados de uma profissional do boquete, pintados com um batom vermelho que me excitava pra caralho, na pontinha da minha cabeçona, onde, sem parar de me olhar, me deu um beijinho que me fez alucinar de prazer. Seguido de Isso, ela me deu um beijo mais importante na cabeça inteira do meu pau, como se estivesse beijando uma boca, só que não era uma boca, era a cabeça de um pau, ela beijou com muita paixão, pra minha surpresa. Eu, por minha vez, delirava de prazer, era a melhor coisa que eu já tinha vivido até aquele momento, estava recebendo um beijo gostoso no pau da Lali Esposito, que chupava e chupava com os olhinhos fechados e com uma paixão e tesão impressionantes, passava a boquinha vermelhinha e quentinha pela minha glande sem nenhum disfarce, enquanto meus gemidos não paravam de aumentar. Sem dúvida, tudo que se dizia sobre os lábios dela era verdade, esses labinhos foram feitos para o boquete, foram feitos para chupar bem o pau, e por sorte, dessa vez era o meu. Ela chupava e chupava, beijava meu pau, a cabeça do meu pau, com os olhinhos fechados, seus lábios vermelhos me deixavam louco. Num momento, ela para de beijar minha glande, tira a linguinha e na hora começa a passar devagar, mas deliciosamente, por toda a cabeça do meu pau, eu não aguentava mais, ia morrer de um infarto. Ela para de chupar minha glande e começa a passar a linguinha toda pela parte de baixo da haste do meu pau, passou da cabeça até a base, tinha o pau todo banhado na saliva da Lali, uma saliva quentinha que me envolvia em fogo, descia e subia com a linguinha toda várias vezes no meu pau, eu já ia explodir, amava como ela fazia.
— Aaaaah, chupa minhas bolas, puta!
Na hora, peguei meu pau com a mão direita, deixando minhas duas bolas à mostra pra ela, sem complicação, poder chupá-las. Ao mesmo tempo, comecei a bater uma punheta desenfreadamente, tendo como inspiração aquela carinha de gatinha que já mencionei várias vezes. Ela, sem pensar duas vezes, se aproximou das minhas bolas e começou a chupá-las devagar, parecia que gostava do ritmo lento. Ela colocava uma na boca, chupava bem bem, e depois soltava pra chupar a outra, depois saía e, com lambidas, chupava as duas juntas, enquanto sem Falta me olhava nos olhos com uma carinha meio sorridente, eu enquanto me masturbava ou soltava meu pau pra ele ficar balançando na cara dela enquanto ela chupava minhas bolas. Peguei ela pelo cabelo de novo, separei ela das minhas bolas e, olhando nos olhos dela, falei:
— Agora quero que você engula ele inteiro até o fundo.
Ela assentiu. Pegou meu pau com uma mão e começou a ação, primeiro enfiou minha glande na boquinha dela, o que já dá um trabalhão. Me olhou nos olhos com cara de preocupação e começou a forçar pra ir mais longe, enfiou a boquinha até a metade do meu pauzão, e eu, do meu lado, derretia de prazer e falava umas coisas tipo:
— Vai, vai! Aaah! Assim que eu gosto! Que você seja uma gatinha obediente, vai, continua chupando!
Com as mãozinhas brincalhonas, ela se agarrou nas minhas pernas pra se segurar e continuar chupando como a putinha que era. Os engasgos vieram inevitáveis, porque, claro, meu pau não entrava inteiro naquela boquinha head master que ela tanto se gabava. Mas eu não ia ficar na vontade, queria que meu pau inteiro entrasse na boca dela, não tava nem aí se custasse ou não, mas meu pau tinha que ficar todinho, mas todinho banhado na saliva daquela head master nata. Depois de alguns segundos, Lali tirou a boca do meu pau e me olhou, falando:
— Não consigo, é grande demais.
— Tenta de novo.
E assim ela fez, enfiou minha glande grande de novo na boca dela, onde se empolgou de novo e começou a brincar com ela, e depois de um tempo voltou com o "dever" dela. Chegou onde tinha parado da última vez e, me olhando com cara de puta, falou:
— Nãããooo côôônsigoo colooocaaar tuuudoo na boca.
— Vai entrar, sim.
Em seguida, peguei a nuca dela e, com um pouco de violência, decidi pressionar pra ela chegar até o final do meu pau, pra conseguir chupar ele todinho. Custou, mas consegui, os engasgos dela vieram de novo inevitáveis, e com a mãozinha ela batia na minha perna pra eu deixar ela sair, mas era tanto prazer que eu estava vivendo naquela época, que sinceramente, tô nem aí. Minha pica toda tinha sido comida pela puta barata da Lali, ela engoliu até o fundo, o narizinho frio dela batia no meu pelo pubiano, e a carinha de puta desesperada dela me hipnotizava ainda mais do que já tava naquele momento. Meus gemidos eram impressionantes
- aaaaaaaah assim putaaa, que puta que você é, gosta da pica, gosta muito da porra da rola
a saliva dela finalmente tava na minha pica toda, escorria, e era tão lindooo, tão excitante. Resolvi tirar ela de lá. Aí ela respondeu
- você é um filho da puta!
enquanto tentava recuperar o fôlego. Eu, peguei minha pica, e comecei a bater de leve na carinha dela com ela, aí falei
- Cala a boca!
coloquei minha pica de volta na boca dela e empurrei de uma vez até o fundo, de novo. Só que dessa vez não deixei ela lá. Sem soltar a cabecinha dela, movia ela ao longo de toda minha pica, subia e descia com a boquinha quente dela, head master, por toda minha pica, ela me olhava com raiva, mas isso me excitava ainda mais e por outro lado eu não tava nem aí, apertei ela de volta no final da minha pica onde ficou uns segundos e depois soltei, ela me olhou com raiva de novo e falou
- Você é um idiota!, disse enquanto tossia
- sim sim, o que você quiser
esfreguei minha pica por uns segundos enquanto olhava pra ela. Queria foder ela, queria destruir ela, que ela nunca mais esquecesse de mim. Parei de esfregar minha pica e me abaixei pra pegar ela, levantei ela na minha frente e instantaneamente, virei ela de costas, deixando aquele rabo redondo de pêssego na minha frente, era a bunda perfeita, redondinha e bem trabalhada na academia, dá pra ver que a mina gostava de malhar o rabo. Dei um tapa bem forte nela
- aaaai o que você tá fazendo
não falei nada, com uma mão eu batia uma e com a outra acariciava a bundinha dela, apertava com força ou até dava tapas. Tirei minha mão da minha pica e levei pra bundinha linda dela, e com as duas ao mesmo tempo, acariciava a bunda inteira. Peguei firme na calça dela com as duas mãos, e com toda minha Força, eu rasguei, deixando um buraco que mostrava perfeitamente a bundinha trabalhada dela e a tanga, que me deixava tão louco.

— Que que você tá fazendo, idiota?! Essa calça custa caríssimo!
— Cara vai sair a operação que você vai ter que fazer depois que eu te foder, puta!
— Você é um babaca.

Coloquei minhas duas mãos de volta e comecei a acariciar a bunda redonda dela de novo, tava muito excitado. Peguei meu pau com uma mão e com a outra puxei a tanga pro lado, e depois disso, abri as duas nádegas dela, e ali estava: a buceta deliciosa dela, rosadinha e bem depilada, era esplêndida, e me deixava com muito tesão. Agarrei ela pela cintura e coloquei de quatro no sofá, ficando atrás dela. Era incrível, parecia que ela tinha sido feita única e exclusivamente pra foder. Tava na minha frente, de quatro, a bunda redonda dela me fazia delirar, me dava muito tesão. Ela, por sua vez, percebendo isso, arqueava as costinhas, empinando ainda mais a bundinha. Era uma puta, uma chupadora de paus profissional, se segurando nos dois braços.

— Agora você vai ver o que é foder com um pau de verdade.

Com força, coloquei uma mão na cintura dela e com a outra aproximei meu pau excitado da buceta faminta dela, onde esfreguei por um bom tempo. A Lali não conseguiu evitar alguns gemidos, e obviamente eu também não. Agarrei com força a base da minha piroca e, depois de um longo suspiro de prazer, decidi meter minha cabeça na buceta dela. Sem dúvida, a melhor coisa que eu tinha feito sexualmente na vida. A buceta dela, por dentro, tinha um calor que me envolvia, e era como se sugasse meu membro. Da minha parte, eu gemi, o prazer me matava. Ela, do lado dela, não conseguiu evitar um gritinho de dor-prazer. Com minha cabeça dentro da buceta quente dela, me acomodei bem no sofá e falei:

— Toma, piranha!!

Em seguida, me impulsionando com muita força, meti de uma vez meu pau inteiro, todinho na vagina dela. Ela gritou de dor, mas do meu lado era tão gostoso, era um prazer sem igual, meu pau tava envolto em fogo. -Aaaaaaay filho da puta!, ela dizia enquanto mordia com força uma das almofadas do sofá pra aguentar a dor
-Cala a boca, puta!
-Mas pelo menos lubrifica
Assim fiz, tirei minha pica, e cuspi nela, depois espalhei a saliva por todo o meu pau e quando tava bem lubrificado meti de novo. Levantei a cabecinha dela e em seguida tampei a boca dela, pra não gritar, continuava com a pica toda dentro da buceta dela, assim que coloquei a mão na boca dela, comecei a meter, ia e voltava com muita força, de forma rápida e constante, bombeava e bombeava sem parar nem um segundo, e fazia tudo de forma contínua, enquanto obviamente gemia e com minhas mãos segurava os lábios carnudos da Lali, que parecia não aguentar mais a dor. Minhas mãos tampavam a boquinha dela, mas ainda dava pra ouvir alguns gemidos, alguns murmúrios de dor. Ao mesmo tempo, a carinha dela entregava tudo, ela fechava os olhos com força enquanto eu metia cada vez mais forte, parecia que eu nunca ia cansar, bombeava na buceta dela minha pica longa e grossa sem parar. Fiquei assim por um bom tempo, soltando gemidos e gritos de esforço e frases que me deixavam com muito tesão, tipo:
-Você gosta da pica, lobinha arrombada, gosta? Dá pra ver que você ama pica grande e grossa
Ao mesmo tempo, minha cara mostrava a força com que eu tava comendo ela. Depois de um tempão, tirei minha pica da buceta dela, me ajeitei bem, e tirei a mão da boquinha dela, ela só suspirou, suspirou de prazer, sem esperar muito, coloquei minha pica de novo na buceta dela, mas dessa vez peguei ela pelo cabelo, peguei com muita força. Comecei a meter, mas dessa vez de um jeito mais devagar, puxava o cabelo dela com muita força, e ela respondia com gemidos certeiros. Conforme o tempo passava, eu recuperava a força com que tava comendo ela antes, até chegar num ponto em que tava comendo ela tão forte ou mais forte do que já tava pra frente, coloquei todas as minhas forças naquela foda, puxava com força o cabelo da Lali, enquanto, ao mesmo tempo, movia meu quadril com força pra conseguir enfiar com potência meu pau na buceta dela. Tanto meus gemidos quanto os da Lali ficaram cada vez mais fortes, até chegar num ponto em que não dava mais pra disfarçar nada. Lali fez de novo aquela carinha de que não aguentava meu pau, e era verdade, ela não tava tankando como eu tava comendo ela, e a cara dela denunciava. Depois de alguns segundos, soltei o cabelo dela e agarrei as duas mãos dela, puxando elas pra trás, e me apoiei nelas pra continuar comendo ela, com cada vez mais intensidade. Minha intenção era destruir ela de um jeito que ela me pedisse pra comer ela de novo outra hora, queria que aquela fosse a foda ou a experiência da vida dela. Depois de ficar um bom tempo assim, metendo e tirando meu pau grosso da buceta dela, enquanto ela tava de quatro com a coluna arqueadinha, falei:
- Vadia, quero te foder de pé
Ela não disse nada, eu tirei meu pau da vagina quente dela e levantei do sofá, agarrei ela pelo braço e com força levantei ela, virei ela rapidinho. Tirei a calça dela e, assim, de pé como a gente tava, mandei ela arquear mais um pouco a coluna e novamente meti meu pau viciante na buceta dela. E, exatamente como tava fazendo, continuei metendo forte, enquanto gemia e falava umas coisas, ela no começo só gemia, mas depois de um tempo começou a participar mais, falava umas coisas tipo:
- Vai! Me come mais forte!, mais fundo, vai!
É óbvio que isso me deixava com muito mais tesão e me inspirava a meter mais forte, a arrebentar ela. Eu gemia, ela ofegava, era uma coisa totalmente sem disfarce, e como era de se esperar, depois de um tempo, os seguranças ficaram preocupados
- Tá tudo bem, Mariana?
Eu caguei de medo, se a Lali falasse alguma coisa pra eles era o meu fim, eu ia preso com certeza, mas por algum motivo isso não me parou, continuei metendo com a mesma potência. Pra minha surpresa, Lali, entre gemidos, disse
—Não, ah, não se preocupem, tô bem

Era óbvio que os seguranças sabiam o que tava rolando, mas por sorte não interferiram, e eu pude continuar aproveitando a melhor foda da minha vida. Continuei comendo ela de pé, com as mãos nos ombros dela. Falei:
—Tira a camiseta!

Ela, sem hesitar e enquanto eu continuava comendo ela, obedeceu e tirou a camiseta, ficando só de sutiã.
—Quero ver seus peitos! Já!

Ela soltou o sutiã e deixou os peitos à mostra, nem preciso dizer que eram os melhores que eu já tinha visto até então. Coloquei as mãos nos peitos dela e me apoiei neles pra continuar macetando ela, enquanto metia cada vez mais forte, e tanto eu quanto ela gemíamos sem parar, massageando aqueles peitos únicos. Depois de alguns minutos, tirei meu pau, virei ela e ficamos de frente um pro outro, apontei pro meu pau duro e falei:
—Faz uma punheta pra mim

Ela me olhou com uma carinha de safada e, sem pensar duas vezes, colocou a mão no meu pau e começou a bater uma pra mim, devagar mas constante. Eu olhei nos olhos dela e depois me joguei naqueles peitos, que tavam me matando, e comecei a chupar eles, chupei tudo enquanto ela não parava de me masturbar. O ritmo lento que ela começou foi ficando cada vez mais rápido, ela tava excitadíssima, dava pra perceber. Enquanto ela batia uma, eu chupava os peitos e o pescoço dela, e a respiração dela começou a acelerar, e cedo ou tarde os gemidos voltaram. Ao mesmo tempo, enfiei um dedinho na buceta dela, enfiando e tirando devagar. Eu também gemia. Me afastei dos peitos dela e dei um beijo bem quente, tirei a mão da buceta dela e fui pro sofá, onde me sentei. Ela se aproximou, ajoelhada, me olhando nos olhos, enquanto eu me masturbava.
—Quero que você use seus peitos

Ela não reclamou e colocou meu pau no meio dos dois peitos dela. Mesmo sendo grandes, não eram grandes o suficiente pra envolver ele todo, mas já era mais que suficiente pra mim. Ela subia e descia por todo o meu pau usando seus peitos, enquanto me olhava com aquela cara de gatinha e eu gemia sem parar
— Aaaah, assim vai, que peitos lindos, puta, vai, continua. Usa sua boquinha
e foi assim, ela começou a usar a boca, enquanto os peitos subiam e desciam, lambia minha glande grossa ou dava uns beijinhos
— Aai sim, que filha da puta que você é
ela tirou os peitos do meu pau e se levantou, eu fiquei no sofá sem parar de me mastigar nem um segundo, tava pegando fogo. Peguei meu pau firme, parei ela, e a Lali sentou nele, ficando cara a cara, e assim começou a pular em cima dele rápido enquanto os peitos balançavam, era algo incrível, Lali pulando no meu pau
— Assim? assim que você gosta, filho da puta? cê gosta? me fala
— Sim, adoro, puta, continua pulando
eu me entreguei ao prazer enquanto ela pulava fazendo todo o trabalho
— Cê gosta de ser comido assim, né? Filho da puta! aaah
— sim, adoro
ficamos nessa posição por mais alguns minutos, sem dúvida algo incrível, depois ela saiu, e eu levantei, ela sentou e colocou as perninhas trabalhadas nos meus ombros, assim mesmo, eu coloquei meu pau duro na buceta dela e entrei metendo com tudo, no começo só olhei nos olhos dela, depois beijava com luxúria. Ela gemia pra caralho,
— Aaaaah Aaay mais forte, aaay sim vai que eu adoro
eu bombava e bombava sem parar, e de repente
— Aaaah aí vem seu leitinho!
Tirei meu pau e comecei a bater uma rapidão, com tudo, enquanto olhava nos olhos dela e ela me olhava com uma cara de gatinha sedenta de porra
— Quer meu leite? aah? quer que eu te dê meu leite, gatinha?
— Mmm, sim, me dá tudinho (ela me esperava com a linguinha de fora)
— Aaaah ahhh tomaaaa!
depois de bater uma por um bom tempo, meu pau soltou uma quantidade impressionante de porra grossa toda pra Lali, que saiu com muita potência e em quantidades que nem eu imaginava. Meu semen quentinho caiu da buceta dela, passando pela barriga, os peitos, e partes do rostinho e boca, chegando até a testa, meu gemido de prazer foi impressionante, Segundos depois de ter gozado, ela ainda suspirava de prazer, a línguinha e os lábios de head master dela estavam lambuzados com meu esperma grosso, ela tava com uma cara de choque danada e na hora cuspiu tudo e tentou limpar um pouco da porra toda que tinha na carinha dela, eu enquanto isso continuava me masturbando, tinha sido o melhor sexo da minha vida, de longe, e esperava que o dela também fosse.
— Gozou pra caralho!
— É que com uma cutie foda como você, uff, você é incrível
— Você também, aliás
— Limpa minha pica, ficou um pouco de porra
Ela obedeceu, e colocou minha glande na boca, chupando tudo até deixar brilhando
— Não te incomodei com o que fiz?
— No começo sim, mas depois lembrei que tava prestes a realizar uma das minhas fantasias sexuais, e além disso, quando vi o tamanho da sua pica, esqueci de tudo
— Valeu, quando você quiser
— Me passa seu whatsapp, quero repetir outra hora
E foi assim, passei meu whatsapp, e até hoje a gente continua em contato, sem dúvida a melhor cutie pra foder, de longe... (POST DEDICADO À @JuliPaez92)
Muito obrigado por ter visto o post até o fim, se você gostou e quer ver mais posts desse tipo, começa a me seguir e deixa uns pontos, se gostou demais coloca nos favoritos, lembra que sou novo no poringa e quero crescer nessa rede social, se tiver alguma sugestão pra mim, por favor me fala na caixa de comentários, se quiser que eu faça um post específico, igual a esse, pode colocar nos comentários ou me mandar uma mensagem privada que com certeza vou ler, bom, rapaziada e cumpanheiros poringa boys, foi isso, a gente se vê no próximo post! e como sempre digo, "comentar não custa nada e ajuda muito". Valeu. COMENTA A VAGABUNDA QUE TE PARIU!
Argentina[/urlAqui esta a traducao para o p

10 comentários - Relato a pedido: Lali Esposito, a puta famosa

Ivan_FB +2
Decime que esto es posta, y te hago mi nuevo idolo..
Lamentablemente no, es solo ficcion
crack muy muy buen relato soy fans de los relatos con famosas! jaja y muy bueno tengo experiencia leyendo relatos jaja y te pongo un 10! por favor uno de este estilo con jesica cirio que sea a si forzada humillada violada de este estilo por fans o en boliche de villeros una cosa a si jaja
GENIO, DONDE HAY MAS RELATOS DEL ESTILO
MattQ
Muy bueno, dejo +10. Hay chance de una parte 2?