Fodi minha namorada, a mãe e as irmãs dela (Capítulo 17)

DÉCIMA SÉTIMA PARTE: Reencontro surpreendenteEu tinha plena consciência de que o que aconteceu com Mariajosé foi só fruto de um ataque de raiva. Sabia perfeitamente que não ia se repetir. Passaria o resto do ano esperando a Majo voltar pra gente transar de novo. Ia ser foda, mas era um compromisso firme.
Mariajosé não veio mais me procurar depois do que rolou naquela noite; na verdade, a atitude dela foi mudando: foi corrigindo aquele comportamento hostil, provocador e abusivo, embora de vez em quando deixasse escapar aquela criatura odiosa que morava dentro dela.

Nessa época em que a Majo não estava, eu tinha adotado uma rotina pros domingos; na real, aprendi a curtir minha solidão: amava acordar tarde, depois sair pra um parque, fumar um baseado e ler um livro bom. Depois, almoçar com algum amigo e passar o resto da tarde vendo futebol.

Mas num domingo no fim de novembro, a Mariajosé me estragou o dia desde cedo. Ela tinha pegado minha gilete pra se depilar. Senti nojo assim que encontrei; a miserável não tinha sido capaz de limpar. Tava cheia daqueles pelos crespos e grossos encravados.

Imediatamente fui reclamar, mas a sem-vergonha insistia que era só uma gilete. Pra mim, a gilete tava pouco me fodendo, mas a Mariajosé não entendia que minha irritação era pela atitude abusiva dela. De qualquer forma, não quis prolongar a discussão com ela; não ia estragar o dia por culpa dela.

Tava na sala bolando um baseado quando, de repente, a Majo chegou. Apareceu ali, sem aviso, me pegando completamente de surpresa. Não acreditava que finalmente chegava o dia que eu tava esperando, dois meses antes do previsto.

Levantei na hora e fui até ela, abracei e beijei desesperadamente. Depois peguei a mala dela e coloquei pra dentro. A Majo bateu a porta com força e se jogou em cima de mim; me beijou apaixonadamente por um bom tempo. Me agarrava forte pelo cabelo e esfregava o corpo dela no meu. Foi me empurrando até a gente cair no sofá; a gente não parava de Nos beijando. Majo começou a me pedir pra comer ela naquele instante. Com total desespero, beijei o peito dela, com muita pressa e um pouco de atrapalhação consegui tirar a camisa dela. Beijava os seios dela como se isso matasse minha sede. Passava a mão com força na buceta dela por cima da roupa, não era nada delicado, na verdade fazia com uma certa agressividade. Mas não deu muito tempo pra preliminares; Majo insistia pra eu meter naquele momento.

Puxei a calça dela de uma vez, tirei a minha no meio do desespero. Sem dar tempo pra nada, puxei a calcinha fio dental dela pro lado e penetrei fundo. Era incrível, não acreditava que tinha passado tanto tempo sem sentir aquela buceta, quase tinha esquecido do tamanho, da temperatura, da umidade.

Sacudia ela com força, Majo me abraçava com braços e pernas e me obrigava a sempre meter até o fundo. As sacudidas eram fortes, o impacto dos nossos corpos fazia um barulho infernal; Majo respirava pesado e de vez em quando gemia sem vergonha. Na verdade, não ligava de pedir aos gritos pra eu continuar comendo ela duro.

Depois virei ela e comecei a comer de quatro. Segurei firme nos quadris dela e de novo comecei a sacudir o corpo dela com meus empurrões brutais. Majo gemia alto, com certeza a mãe dela tava ouvindo tudo. A qualquer momento podia chegar e estragar o momento. Mas acho que a gente tava tão focado em transar que tava pouco se fodendo. Deitei meu corpo sobre o dela e comecei a agarrar os peitos dela. Apertava eles entre minhas mãos enquanto meus movimentos iam ficando mais fortes. "Me segura pelos quadris e me sacode que nem agora".

Foi impossível resistir ao pedido dela; segurei ela pelos quadris de novo e me mexia num ritmo que aos poucos aumentava a intensidade. A excitação cresceu tanto que a gente começou a se mover que nem dois coelhos desesperados. Na hora de gozar, Majo gemia sem parar. Foi um orgasmo Longuíssimo e mal terminei, deixei meu corpo cair sobre o dela. Respirava ofegante enquanto me deitava nas costas dela. Sentia o coração dela batendo rápido; nós dois estávamos exaustos, mas absolutamente relaxados por ter transado de novo.

Mas aquele momento de serenidade sumiu de repente quando a Majo me perguntou se eu estava usando camisinha.

— Pra que vou usar camisinha se você tem DIU?
— Mandei tirar. Te contei, não lembra?
— Não.
— Te mandei mensagem. Nunca ouviu?
— Que mensagem? Nunca chegou nada pra mim.
— Então olha direito no celular, porque tenho certeza que te mandei.

Sempre fiquei de olho no celular, ainda mais na época que a Majo tava fora de casa. Tinha certeza que não tinha recebido nada. Cheguei a pensar que talvez fosse uma brincadeira de mau gosto da Majo, mas ela parecia séria naquele momento.

— E por que você tirou?
— Me incomodava, bagunçava meu ciclo menstrual, e como eu tava longe e sabia que não ia transar, resolvi tirar. De qualquer forma, não se preocupa, não tô ovulando. O que me entristece mesmo é que você não ouviu minha mensagem.
Este relato es 99% real. Los nombres de los personajes y algunas situaciones fueron modificadas para proteger la identidad de las personas.

Si les gustó, comenten y compartan. Los que quieran ver imágenes de las que han protagonizado esta historia en sus 17 primeros capítulos pueden hacerlo en este enlace:

https://drive.google.com/open?id=0BzIXFgP_TRXNY1dxMU12QzB5UUU



DÉCIMA OITAVA PARTE: Tolerância, eu quero tolerânciaInfelizmente, a volta da Majo não foi o que eu esperava. Depois daquela foda incrível, começaram as brigas, não passávamos um dia sem discutir, e com a mãe dela no nosso apartamento, as coisas só pioraram. Pra completar as más notícias, a Majo me falou que o cálculo dela tinha falhado, ela tava grávida…

6 comentários - Fodi minha namorada, a mãe e as irmãs dela (Capítulo 17)

A alguien mas le parece que estos relatos son aburridos ya ? Ademas de cortos , parece que se quedaron sin imaginacion.
bebu_rc -1
Dale man, te sigo desde el primer relato, ponele mas ondaaaaa igual esta bueno
Fiuu que cosas, mal por los pleitos entre ambos, bien por el súper reencuentro, darte cuenta que esa mujer te esperó para volver a coger es algo único
Excelente relato me gustaría pedirte las fotos del enlace y si tienes mas me encantaría verlas
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Gaspargarciaj@gmail.com