Com o passar dos dias, chegou de férias um superior do meu marido que, por estar sozinho, ganhou um quarto pra descansar o ano inteiro, bem perto de onde a gente tava, eu, meu marido e meus dois filhos.
Jorge — era assim que ele se chamava — entrou na onda de um costume saudável que, com o tempo, virou rotina: a gente chamava ele pra tomar café da manhã e, às vezes, almoçar junto com a gente.
Meu marido na empresa era um funcionário de apoio, mas não tinha um posto fixo dentro da fábrica, então ele não passava a imagem de um empregado comum, mas sim de alguém do serviço de assistência externa, e não era muito conhecido pelos funcionários da fábrica.
Jorge era uma pessoa muito educada e encantadora, e com o tempo, junto com meus filhos, a gente adorava as piadas e observações espirituosas que ele fazia sobre a vida. Ele tinha um jeito de conversar que transformava qualquer história besta ou simples num conto cheio de graça e boa vontade.
Nunca jantava com a gente, porque provavelmente tava ocupado com suas aventuras sexuais, que davam pra notar nas manhãs seguintes…
Como sempre, depois de comprar os pães doces numa padaria muito boa — porque na pousada o serviço era uma merda — a gente comprava umas tortas fritas quentinhas e croissants, que pra Jorge era o maior prêmio da manhã.
Eu sempre ia buscar Jorge, que nunca deixava a porta trancada. Quando trancava, era porque não queria ser incomodado — um costume esperto que a gente já sabia:
“Tô com alguém, não entra.”
Eu abria a porta e falava: “Anda, Jorge, trouxemos as tortas fritas…” E ele, do banheiro, gritava: “Já vou descer, não demoro.”
II
Tava um dia lindo, solzão, passei no apartamento dele. Eram nove da manhã e tava um calor danado. Bati na porta. Jorge não respondia, então tentei abrir a porta, pensando comigo: "se está trancada, é porque tem alguém com ele". E a porta se abriu.
Foi aí que descobri Jorge deitado, coberto com o lençol e…
Vi uma surpresa de verdade.
O lençol deixava escapar o membro dele, que descansava do mesmo jeito que ele, mas era realmente grande. E me pareceu que, mesmo dormindo como estava, aquele troço tinha um tamanho bem avantajado.
Fiquei olhando porque ele tava profundamente dormindo, e até pensei em tocar nele — que se fosse de noite, no sono pesado dele, ele nem ia perceber. Mas agora só olhei, me virei e fui tomar café.
Meu marido me perguntou por ele, eu disse que tava dormindo, e como me recusei a subir de novo, mandei meu filho mais velho acordá-lo. Quinze minutos depois, Jorge apareceu.
Os dias passaram, e numa manhã de muita chuva, meu marido tinha saído pra visitar a irmã e a cunhada, levando meus dois filhos pra Mar del Plata, a quase duas horas de carro. E sabendo que, por causa dos bens dos pais do meu marido, eu tinha discutido muito e forte com ele, não iria nem queria. Eles saíram pouco antes do café, me dizendo que voltariam pra jantar no hotel.
Quando eles saíram pra voltar só à noite, aconteceu o que eu tanto desejava:
Eu iria na casa do Jorge, que desde o dia que o vi pelado, minha tesa por ele só aumentava a cada dia. E ele sabia que hoje a gente ia tomar café sozinho — ficou sabendo quando meu marido, ao voltar da pescaria, disse que de manhã só eu estaria no café.
E isso tava me deixando louca.
Tomei banho, me depilei ainda mais a buceta, passei perfume no corpo, queria estar gostosa pra ele. Sabia que ele tava sozinho em casa porque essa manhã tava chovendo e ele não ia sair pra lugar nenhum.
Depois, vesti só uma camisa sem sutiã e uma saia curta daquelas que a gente usa na praia, azul, com uma mini tanga preta.
Saí muito excitada pro apartamento dele, esperando. que ninguém me visse, abri a porta sem pensar duas vezes…
Lá estava Jorge, totalmente dormido. Eu já sabia que ele me queria, porque já era óbvio na mesa antes do almoço e, quando meu marido não prestava atenção, ele me olhava como se me desejasse. E várias vezes na praia ele tinha olhado pra minha buceta, como ela marcava com a minha sunga.
Tirei devagar o lençol (ele estava completamente nu) e, sem pensar, levada pelo meu tesão de mulher, me aproximei do pau dele.
Depois de alguns segundos, com minha excitação aumentando, fui encostando meu rosto nele pra sentir o cheiro daquele pau.
Um cheiro salgado bateu no meu rosto e, quase sem perceber, fui abrindo a boca e aproximando aquele pau dos meus lábios. Meu coração começou a disparar.
Peguei suavemente o pau dele com uma mão e comecei a lamber a ponta, saboreando, percorrendo, explorando.
Com a outra mão livre, enfiei por baixo da minha calcinha fio dental, sentindo minha umidade, acariciando meu clitóris. Às vezes devagar, às vezes de forma selvagem. Eu tava muito excitada, mas num momento…
Abri minha boca e tentei enfiar a cabeça primeiro, babando ele e indo um pouco mais fundo a cada vez.
Continuei no meu ritmo, com minha língua percorrendo o pau dele naquela manhã, enquanto com a outra mão eu me dava um prazer inimaginável pra mim, sobre a minha buceta.
Eu tava me masturbando enquanto enfiava o pau inteiro na minha boca, pensando um pouco no que tava fazendo, consciente de que Jorge tava imóvel, se fazendo de dormido…
E ele sabia que se continuasse assim, ele gozaria em pouco tempo, e eu terminaria de me masturbar até ter um orgasmo merecido.
E aí teria acabado tudo, mas eu já tava tão excitada que decidi acalmar minha vontade de pau.
Naquela manhã, eu tava disposta a tudo.
Jorge, depois de um tempo, me olhou e, satisfeito, me jogou de costas na cama enquanto eu curtia um boquete gostoso. Chupei o pau dele com minha boca por mais de dez minutos, sentia aquela cabeça chegando na minha garganta, passando pela minha língua, eu mordia ele bem de leve… devagar e colocando uma cara de puta safada; fiz de tudo com minha boca enquanto me esfregava na minha buceta ainda coberta de roupa.
Ao mesmo tempo, senti a coisa mais gostosa do mundo.
Ele tinha gozado.
Todo aquele porra quente enchendo minha boca e comecei a me esfregar mais rápido para gozar saboreando aquela porra gostosa, e sim, eu gozei.
Junto com ele, poucos segundos depois de ele gozar, eu gozei me contorcendo com toda a porra dele na minha boca. Minha gozada foi longa e quente porque senti aquele calor tão peculiar das mulheres quando se derrama na buceta e fica na minha calcinha.
Eu, junto com o último espasmo da minha buceta, saboreei toda a porra dele dentro do meu corpo, engolindo tudo.
E acho que é mais…
Sim, saboreei cada gota como uma puta insaciável.
Nunca tinha feito isso com meu marido.
Ao mesmo tempo, ele me disse:
amor, te desejei tanto, vai fundo, acentuando ainda mais: vai, se despacha que quero te fazer amor…
Me despi na hora (ele parecia não entender nada, mas também não fazia nada para parar, era natural ter uma mulher gostosa à disposição, então ele só continuava olhando enquanto eu estava dando pra ele).
Joguei o lençol da cama, pra falar a verdade, joguei no chão…
Dei um beijo na boca dele e falei:
Vamos, Jorge, me come que não aguento mais, te desejo, amor, sou sua.
O pau dele começou a reagir e a ficar cada vez mais duro, se destacando ainda mais aos meus olhos surpresos ao ver aquele pau.
O pau dele tinha um tamanho considerável, era mais grosso que o do meu marido e quando ficou duro, eu vi como nunca tinha visto um pau:
Era grosso e cheio de veias, com uma cabeça vermelha muito mais impressionante que a do meu esposo.
Ele me olhou nos olhos e disse:
Agora você vai saber o que é ser comida por um homem gostoso como eu.
Sim, Jorge, me dá tudo, o que você quiser.
Ele levantou minhas pernas e colocou nos ombros dele, e se jogou com todo o peso.
Devagar, Jorge, mete devagar e terminei a frase quando ele já tinha o pau dele até o fundo. Começou a me foder com toda força até gozar
Me comeu de todas as maneiras possíveis, fez de mim
Usa a palavra: buceta
Que renascesse no prazer, me comia devagar, enfiando toda aquela porra em mim, me dando um formigamento de prazer e até dor do sexo que deixava meus mamilos duríssimos, sabia foder, esse cara, sem dúvida, me teve pelo tempo que quis e assim que eu disse:
"Acaba, Jorge, love, me vem, vou te encher de fluxo de tesão, essa cock love, dale, acaba..." ele falou num momento em que recebia todo o gozo dele dentro de mim
Ainda ficou um tempo se mexendo, e eu acabei todo movimento
Estava pela primeira vez com o gozo dele dentro de mim, porque não usava camisinha e eu...
Deixei
Passaram uns segundos e eu gozei.
Minutos depois, quando terminamos de nos beijar, ainda estava fervendo.
De repente, falei:
"Vou ao banheiro, Jorge, me lavar"
Tentei me levantar, mas ele não deixou.
"Anda, vem deitar aqui comigo"
"Espera, vou me lavar"
"Não, fica assim, cheia do meu gozo"
Ele não me deixou levantar, me segurou pela cintura e se acomodou na minha frente, me fazendo carinho no pescoço e nos ombros.
Pouco depois, umas meia hora, me acordou da minha sonolência, quando percebi que ele estava sobre meus peitos, lambendo com maestria, e eu estava ficando com tesão de novo.
"Neném, seja boazinha com o papai e chupa ele."
Eu não fiz questão de fingir. O pau dele estava molhado com meus fluidos e saber disso não me incomodou nada.
E fui chupando o gozo dele junto com meu fluxo de tesão daquela cock que começava a ficar imensa.
Fiz a melhor mamada que pude, e nunca chupei um homem daquele jeito, enfiando o máximo que conseguia na boca.
Fiquei assim um tempo até que ele ficou duro como nunca tinha acontecido com meu marido.
Não demorou muito para ele me posicionar de novo, pronto para me dar a fodida que eu merecia.
Ele meteu de uma vez e, sem mais nem menos, começou a me foder com força, eu gemendo sem controle.
"Si, buceta, me dá mais, mais, me fode, me fode"
As estocadas dele eram brutais, parecia que íamos quebrar a cama.
Toma, puta, toma.
Me fez virar e me ajeitar de quatro, com os joelhos e as mãos na cama, e me beliscava as nádegas com força, me rebolava do jeito que queria, colocava a mão inteira na minha buceta molhada, e pegava tudo, era gostoso ser apalpada assim como uma puta.
Vai, você é minha puta, quero que você meta sozinha.
Os desejos dele eram ordens, ajustei meus joelhos pra deixar na altura da minha buceta e me empurrei pra trás, onde eu gostei, naquela posição sentia ele me preenchendo por completo, meu marido nunca tinha feito assim, dava pra ver que aquele cara estava me comendo sabendo como tratar uma mulher bem gostosa na cama.
Eu mesma fui pegando o ritmo, enquanto Jorge me segurava pelos quadris e empurrava com força, sentia minhas nádegas batendo nas bolas dele a cada estocada.
— Assim, assim, papai, continua, me come como aquelas putas que você pega, vai, que eu tô muito tesuda com você, Jorge…
Que pau que eu tô mamando, vai Jorge, mais, me dá mais, que eu adoro.
Ele colocou uma mão no meu pescoço, me empurrando contra a cama, sem parar de me foder, e com a outra mão começou a separar minhas bandas do cu.
— Já te comeram no cu alguma vez?
— Não, não, meu marido tentou há dois meses, de verdade tentou…
— Só entrou um pouco porque doía e eu não tava tão quente como agora, sugeri…
— Ele só colocou a cabeça e entrou um pouco
— E não conseguiu, por isso desistiu.
— Vou te arrebentar essa bunda, puta — ele avisou.
A ideia me excitava e ao mesmo tempo me dava um pouco de medo, embora meu marido não tivesse estreado meu cu por completo, sempre gostei da ideia de ter um pau no cu, mesmo que minha amiga tivesse dito que no começo dói, mas se o cara é habilidoso, a dor vira prazer rapidinho…
Eu já tinha brincado com meu cu
Fiz com um aparelho que comprei num sex shop de Liniers
Com um aparelho que eu tinha escondido em casa
Fazia isso à tarde, quando tava cheia de tesão nas minhas sessões de Sozinho, em casa.
III
De repente, Jorge tirou a pica da minha buceta e me levantou da cama, dizendo: Agora, apoia a cabeça no travesseiro e levanta essa raba, céu.
— Você vai me fazer doer, amor.
— Não, se doer eu tiro, mas hoje você vai engolir tudo, céu…
E ele passava o pau dele pela minha bunda, espalhando os sucos por todo o meu cu, enquanto as mãos dele tentavam ir dilatando.
Aí, só com a saliva dele, começou a meter a ponta.
— Jorge, céu, faz com cuidado, que tá doendo.
E ela tentou ajudar ele, porque queria que aquele homem arrombasse o cu dela…
Sim, ela desejava e queria aquilo.
Então eu comecei a me endireitar, mas Jorge segurou meu pescoço, ele curtia ter o controle, e eu, submissa, deixei ele fazer.
Aos poucos, fui sentindo meu cu alargar e o pau dele entrar cada vez mais fundo.
— Tá doendo, Jorge — eu implorava, mas ele continuava.
Não passou de três minutos até eu sentir a barriga dele contra minhas nádegas.
— Agora sim, puta, vou te foder como você merece.
Dito isso, ele começou a me comer do jeito dele, sem piedade. Eu gemia primeiro, depois gritava. O pau dele tava me rasgando, e eu sentia um ardor danado na minha raba.
Ele metia e tirava, ou enfiava tudo e puxava meu cabelo, me empurrando contra ele, e depois tirava o pau do meu cu de uma vez.
Nunca ninguém tinha me fodido daquele jeito. Ele fez de tudo comigo, e no fim eu aceitava toda aquela brincadeira do demônio com meu cu, que pulsava.
— Tá gostando, puta? — ele dizia.
— Sim, amor, arromba todo meu cu, amor, é teu — mesmo com lágrimas caindo.
Mesmo assim, eu tava decidida a ir até o fim.
Tentei relaxar e comecei a me masturbar com uma mão.
Segurando minha cintura, as estocadas dele me empurravam pra frente. Ele enfiou minha cabeça no travesseiro pra abafar os gritos, e eu fiquei com a bunda pra cima. Dali, eu via em detalhes como ele e o pau dele entravam com violência no meu cu.
Nas últimas investidas, ele tirou o pau e apontou de lá pra minha cara, gotas de porra Escorreu pela cara toda e nos lençóis.
Me manteve naquela posição até ter certeza de que tinha gozado tudo o que tinha.
Levantei e fui me lavar.
Ele ficou no quarto dele me olhando pela fresta da porta. Entrei no chuveiro sem fechar a porta e, depois de um enxágue rápido, me apareci na porta e, com um sorriso safado, falei:
— Não vem, Jorge? A água tá uma delícia…
Nas horas seguintes, ele me manteve presa no quarto dele, não me deixou sair nem me vestir. Fiquei lá, pelada, e ele me tocando o corpo todo do jeito que queria (o que se repetiu nas outras vezes que ficamos juntos, mas já na capital federal). Ainda deu tempo pra mais duas fodas, embora não tão brutais quanto as primeiras, antes de eu ir pro meu quarto.
— Jorge — falei ao sair —, lembra que agora a gente tá junto nessa.
No dia seguinte, bem cedo, quando saí pra comprar pão, vi Jorge indo embora de carro.
Quando meu marido foi buscar as coisas pra ir pra praia, um porteiro me entregou uma carta. "É só pra senhora", ele disse.
Era um "até logo" cheio de cuidados, um telefone particular e o endereço dele na região de Belgrano.
A relação de amantes entre Jorge e aquela mulher não durou mais do que cinco ou seis vezes, até que ela dissesse que estava grávida — e que ele, Jorge, tinha sido o responsável.
Jorge assumiu a direção da empresa em junho, um mês depois da morte do pai dele em maio, e eu já estava com três meses de gravidez.
Jorge promoveu o marido dela ao cargo de supervisor, com um bom salário, e, por um acordo entre os dois amantes, escondido do marido, depositava numa conta poupança dela quantias de dinheiro pra que ela não tivesse problemas financeiros com a gravidez.
E ela aceitou, calada, aquele dinheiro…
Infelizmente, antes do filho nascer, Jorge sumiu da vida dela, porque ela se recusou, sistematicamente, a morar com ele — o que, na verdade, a apavorava, já que Jorge tinha mudado muito. Pela situação dela na empresa e pelos comentários dos operários:
A fábrica ia mal sob a direção dela.
Ela não queria começar uma vida nova com mais ninguém, ainda mais passando por cima da dor dos filhos e do marido, por causa de uma putaria de um verão longo.
De algum jeito, teve que manter a situação atual, onde na barriga dela estava o fruto de um verão que jamais seria tão maravilhoso, porque ela amava o Jorge de verdade, aqueles meses de amante ao lado dele.
Então, teve que se acostumar com o comum de uma família de classe média e sofrida, cheia de dilemas e apertos financeiros, como todo o país.
E foi assim: ela se recusou sistematicamente umas três vezes a atender os chamados do Jorge em casa.
Conta-se...
...que o Jorge, num momento, exigiu que ela fosse morar com ele, largando o marido....
E até me conta que ela quase disse pro marido:
Esse filho não é seu, é do Jorge.
Mas ela sempre descartou o Jorge, como se ironicamente soubesse que, num tempo não muito longo, ele se afastaria dela...
O Jorge, com o tempo e diante das dificuldades econômicas do país, vendeu a parte dele e mandou, por um mensageiro, uma carta de demissão, faltando um mês pra ela dar à luz o filho dela.
E ela nunca mais soube da vida do Jorge.
GGC
Almagro
Argentina
-2016-
Jorge — era assim que ele se chamava — entrou na onda de um costume saudável que, com o tempo, virou rotina: a gente chamava ele pra tomar café da manhã e, às vezes, almoçar junto com a gente.
Meu marido na empresa era um funcionário de apoio, mas não tinha um posto fixo dentro da fábrica, então ele não passava a imagem de um empregado comum, mas sim de alguém do serviço de assistência externa, e não era muito conhecido pelos funcionários da fábrica.
Jorge era uma pessoa muito educada e encantadora, e com o tempo, junto com meus filhos, a gente adorava as piadas e observações espirituosas que ele fazia sobre a vida. Ele tinha um jeito de conversar que transformava qualquer história besta ou simples num conto cheio de graça e boa vontade.
Nunca jantava com a gente, porque provavelmente tava ocupado com suas aventuras sexuais, que davam pra notar nas manhãs seguintes…
Como sempre, depois de comprar os pães doces numa padaria muito boa — porque na pousada o serviço era uma merda — a gente comprava umas tortas fritas quentinhas e croissants, que pra Jorge era o maior prêmio da manhã.
Eu sempre ia buscar Jorge, que nunca deixava a porta trancada. Quando trancava, era porque não queria ser incomodado — um costume esperto que a gente já sabia:
“Tô com alguém, não entra.”
Eu abria a porta e falava: “Anda, Jorge, trouxemos as tortas fritas…” E ele, do banheiro, gritava: “Já vou descer, não demoro.”
II
Tava um dia lindo, solzão, passei no apartamento dele. Eram nove da manhã e tava um calor danado. Bati na porta. Jorge não respondia, então tentei abrir a porta, pensando comigo: "se está trancada, é porque tem alguém com ele". E a porta se abriu.
Foi aí que descobri Jorge deitado, coberto com o lençol e…
Vi uma surpresa de verdade.
O lençol deixava escapar o membro dele, que descansava do mesmo jeito que ele, mas era realmente grande. E me pareceu que, mesmo dormindo como estava, aquele troço tinha um tamanho bem avantajado.
Fiquei olhando porque ele tava profundamente dormindo, e até pensei em tocar nele — que se fosse de noite, no sono pesado dele, ele nem ia perceber. Mas agora só olhei, me virei e fui tomar café.
Meu marido me perguntou por ele, eu disse que tava dormindo, e como me recusei a subir de novo, mandei meu filho mais velho acordá-lo. Quinze minutos depois, Jorge apareceu.
Os dias passaram, e numa manhã de muita chuva, meu marido tinha saído pra visitar a irmã e a cunhada, levando meus dois filhos pra Mar del Plata, a quase duas horas de carro. E sabendo que, por causa dos bens dos pais do meu marido, eu tinha discutido muito e forte com ele, não iria nem queria. Eles saíram pouco antes do café, me dizendo que voltariam pra jantar no hotel.
Quando eles saíram pra voltar só à noite, aconteceu o que eu tanto desejava:
Eu iria na casa do Jorge, que desde o dia que o vi pelado, minha tesa por ele só aumentava a cada dia. E ele sabia que hoje a gente ia tomar café sozinho — ficou sabendo quando meu marido, ao voltar da pescaria, disse que de manhã só eu estaria no café.
E isso tava me deixando louca.
Tomei banho, me depilei ainda mais a buceta, passei perfume no corpo, queria estar gostosa pra ele. Sabia que ele tava sozinho em casa porque essa manhã tava chovendo e ele não ia sair pra lugar nenhum.
Depois, vesti só uma camisa sem sutiã e uma saia curta daquelas que a gente usa na praia, azul, com uma mini tanga preta.
Saí muito excitada pro apartamento dele, esperando. que ninguém me visse, abri a porta sem pensar duas vezes…
Lá estava Jorge, totalmente dormido. Eu já sabia que ele me queria, porque já era óbvio na mesa antes do almoço e, quando meu marido não prestava atenção, ele me olhava como se me desejasse. E várias vezes na praia ele tinha olhado pra minha buceta, como ela marcava com a minha sunga.
Tirei devagar o lençol (ele estava completamente nu) e, sem pensar, levada pelo meu tesão de mulher, me aproximei do pau dele.
Depois de alguns segundos, com minha excitação aumentando, fui encostando meu rosto nele pra sentir o cheiro daquele pau.
Um cheiro salgado bateu no meu rosto e, quase sem perceber, fui abrindo a boca e aproximando aquele pau dos meus lábios. Meu coração começou a disparar.
Peguei suavemente o pau dele com uma mão e comecei a lamber a ponta, saboreando, percorrendo, explorando.
Com a outra mão livre, enfiei por baixo da minha calcinha fio dental, sentindo minha umidade, acariciando meu clitóris. Às vezes devagar, às vezes de forma selvagem. Eu tava muito excitada, mas num momento…
Abri minha boca e tentei enfiar a cabeça primeiro, babando ele e indo um pouco mais fundo a cada vez.
Continuei no meu ritmo, com minha língua percorrendo o pau dele naquela manhã, enquanto com a outra mão eu me dava um prazer inimaginável pra mim, sobre a minha buceta.
Eu tava me masturbando enquanto enfiava o pau inteiro na minha boca, pensando um pouco no que tava fazendo, consciente de que Jorge tava imóvel, se fazendo de dormido…
E ele sabia que se continuasse assim, ele gozaria em pouco tempo, e eu terminaria de me masturbar até ter um orgasmo merecido.
E aí teria acabado tudo, mas eu já tava tão excitada que decidi acalmar minha vontade de pau.
Naquela manhã, eu tava disposta a tudo.
Jorge, depois de um tempo, me olhou e, satisfeito, me jogou de costas na cama enquanto eu curtia um boquete gostoso. Chupei o pau dele com minha boca por mais de dez minutos, sentia aquela cabeça chegando na minha garganta, passando pela minha língua, eu mordia ele bem de leve… devagar e colocando uma cara de puta safada; fiz de tudo com minha boca enquanto me esfregava na minha buceta ainda coberta de roupa.
Ao mesmo tempo, senti a coisa mais gostosa do mundo.
Ele tinha gozado.
Todo aquele porra quente enchendo minha boca e comecei a me esfregar mais rápido para gozar saboreando aquela porra gostosa, e sim, eu gozei.
Junto com ele, poucos segundos depois de ele gozar, eu gozei me contorcendo com toda a porra dele na minha boca. Minha gozada foi longa e quente porque senti aquele calor tão peculiar das mulheres quando se derrama na buceta e fica na minha calcinha.
Eu, junto com o último espasmo da minha buceta, saboreei toda a porra dele dentro do meu corpo, engolindo tudo.
E acho que é mais…
Sim, saboreei cada gota como uma puta insaciável.
Nunca tinha feito isso com meu marido.
Ao mesmo tempo, ele me disse:
amor, te desejei tanto, vai fundo, acentuando ainda mais: vai, se despacha que quero te fazer amor…
Me despi na hora (ele parecia não entender nada, mas também não fazia nada para parar, era natural ter uma mulher gostosa à disposição, então ele só continuava olhando enquanto eu estava dando pra ele).
Joguei o lençol da cama, pra falar a verdade, joguei no chão…
Dei um beijo na boca dele e falei:
Vamos, Jorge, me come que não aguento mais, te desejo, amor, sou sua.
O pau dele começou a reagir e a ficar cada vez mais duro, se destacando ainda mais aos meus olhos surpresos ao ver aquele pau.
O pau dele tinha um tamanho considerável, era mais grosso que o do meu marido e quando ficou duro, eu vi como nunca tinha visto um pau:
Era grosso e cheio de veias, com uma cabeça vermelha muito mais impressionante que a do meu esposo.
Ele me olhou nos olhos e disse:
Agora você vai saber o que é ser comida por um homem gostoso como eu.
Sim, Jorge, me dá tudo, o que você quiser.
Ele levantou minhas pernas e colocou nos ombros dele, e se jogou com todo o peso.
Devagar, Jorge, mete devagar e terminei a frase quando ele já tinha o pau dele até o fundo. Começou a me foder com toda força até gozar
Me comeu de todas as maneiras possíveis, fez de mim
Usa a palavra: buceta
Que renascesse no prazer, me comia devagar, enfiando toda aquela porra em mim, me dando um formigamento de prazer e até dor do sexo que deixava meus mamilos duríssimos, sabia foder, esse cara, sem dúvida, me teve pelo tempo que quis e assim que eu disse:
"Acaba, Jorge, love, me vem, vou te encher de fluxo de tesão, essa cock love, dale, acaba..." ele falou num momento em que recebia todo o gozo dele dentro de mim
Ainda ficou um tempo se mexendo, e eu acabei todo movimento
Estava pela primeira vez com o gozo dele dentro de mim, porque não usava camisinha e eu...
Deixei
Passaram uns segundos e eu gozei.
Minutos depois, quando terminamos de nos beijar, ainda estava fervendo.
De repente, falei:
"Vou ao banheiro, Jorge, me lavar"
Tentei me levantar, mas ele não deixou.
"Anda, vem deitar aqui comigo"
"Espera, vou me lavar"
"Não, fica assim, cheia do meu gozo"
Ele não me deixou levantar, me segurou pela cintura e se acomodou na minha frente, me fazendo carinho no pescoço e nos ombros.
Pouco depois, umas meia hora, me acordou da minha sonolência, quando percebi que ele estava sobre meus peitos, lambendo com maestria, e eu estava ficando com tesão de novo.
"Neném, seja boazinha com o papai e chupa ele."
Eu não fiz questão de fingir. O pau dele estava molhado com meus fluidos e saber disso não me incomodou nada.
E fui chupando o gozo dele junto com meu fluxo de tesão daquela cock que começava a ficar imensa.
Fiz a melhor mamada que pude, e nunca chupei um homem daquele jeito, enfiando o máximo que conseguia na boca.
Fiquei assim um tempo até que ele ficou duro como nunca tinha acontecido com meu marido.
Não demorou muito para ele me posicionar de novo, pronto para me dar a fodida que eu merecia.
Ele meteu de uma vez e, sem mais nem menos, começou a me foder com força, eu gemendo sem controle.
"Si, buceta, me dá mais, mais, me fode, me fode"
As estocadas dele eram brutais, parecia que íamos quebrar a cama.
Toma, puta, toma.
Me fez virar e me ajeitar de quatro, com os joelhos e as mãos na cama, e me beliscava as nádegas com força, me rebolava do jeito que queria, colocava a mão inteira na minha buceta molhada, e pegava tudo, era gostoso ser apalpada assim como uma puta.
Vai, você é minha puta, quero que você meta sozinha.
Os desejos dele eram ordens, ajustei meus joelhos pra deixar na altura da minha buceta e me empurrei pra trás, onde eu gostei, naquela posição sentia ele me preenchendo por completo, meu marido nunca tinha feito assim, dava pra ver que aquele cara estava me comendo sabendo como tratar uma mulher bem gostosa na cama.
Eu mesma fui pegando o ritmo, enquanto Jorge me segurava pelos quadris e empurrava com força, sentia minhas nádegas batendo nas bolas dele a cada estocada.
— Assim, assim, papai, continua, me come como aquelas putas que você pega, vai, que eu tô muito tesuda com você, Jorge…
Que pau que eu tô mamando, vai Jorge, mais, me dá mais, que eu adoro.
Ele colocou uma mão no meu pescoço, me empurrando contra a cama, sem parar de me foder, e com a outra mão começou a separar minhas bandas do cu.
— Já te comeram no cu alguma vez?
— Não, não, meu marido tentou há dois meses, de verdade tentou…
— Só entrou um pouco porque doía e eu não tava tão quente como agora, sugeri…
— Ele só colocou a cabeça e entrou um pouco
— E não conseguiu, por isso desistiu.
— Vou te arrebentar essa bunda, puta — ele avisou.
A ideia me excitava e ao mesmo tempo me dava um pouco de medo, embora meu marido não tivesse estreado meu cu por completo, sempre gostei da ideia de ter um pau no cu, mesmo que minha amiga tivesse dito que no começo dói, mas se o cara é habilidoso, a dor vira prazer rapidinho…
Eu já tinha brincado com meu cu
Fiz com um aparelho que comprei num sex shop de Liniers
Com um aparelho que eu tinha escondido em casa
Fazia isso à tarde, quando tava cheia de tesão nas minhas sessões de Sozinho, em casa.
III
De repente, Jorge tirou a pica da minha buceta e me levantou da cama, dizendo: Agora, apoia a cabeça no travesseiro e levanta essa raba, céu.
— Você vai me fazer doer, amor.
— Não, se doer eu tiro, mas hoje você vai engolir tudo, céu…
E ele passava o pau dele pela minha bunda, espalhando os sucos por todo o meu cu, enquanto as mãos dele tentavam ir dilatando.
Aí, só com a saliva dele, começou a meter a ponta.
— Jorge, céu, faz com cuidado, que tá doendo.
E ela tentou ajudar ele, porque queria que aquele homem arrombasse o cu dela…
Sim, ela desejava e queria aquilo.
Então eu comecei a me endireitar, mas Jorge segurou meu pescoço, ele curtia ter o controle, e eu, submissa, deixei ele fazer.
Aos poucos, fui sentindo meu cu alargar e o pau dele entrar cada vez mais fundo.
— Tá doendo, Jorge — eu implorava, mas ele continuava.
Não passou de três minutos até eu sentir a barriga dele contra minhas nádegas.
— Agora sim, puta, vou te foder como você merece.
Dito isso, ele começou a me comer do jeito dele, sem piedade. Eu gemia primeiro, depois gritava. O pau dele tava me rasgando, e eu sentia um ardor danado na minha raba.
Ele metia e tirava, ou enfiava tudo e puxava meu cabelo, me empurrando contra ele, e depois tirava o pau do meu cu de uma vez.
Nunca ninguém tinha me fodido daquele jeito. Ele fez de tudo comigo, e no fim eu aceitava toda aquela brincadeira do demônio com meu cu, que pulsava.
— Tá gostando, puta? — ele dizia.
— Sim, amor, arromba todo meu cu, amor, é teu — mesmo com lágrimas caindo.
Mesmo assim, eu tava decidida a ir até o fim.
Tentei relaxar e comecei a me masturbar com uma mão.
Segurando minha cintura, as estocadas dele me empurravam pra frente. Ele enfiou minha cabeça no travesseiro pra abafar os gritos, e eu fiquei com a bunda pra cima. Dali, eu via em detalhes como ele e o pau dele entravam com violência no meu cu.
Nas últimas investidas, ele tirou o pau e apontou de lá pra minha cara, gotas de porra Escorreu pela cara toda e nos lençóis.
Me manteve naquela posição até ter certeza de que tinha gozado tudo o que tinha.
Levantei e fui me lavar.
Ele ficou no quarto dele me olhando pela fresta da porta. Entrei no chuveiro sem fechar a porta e, depois de um enxágue rápido, me apareci na porta e, com um sorriso safado, falei:
— Não vem, Jorge? A água tá uma delícia…
Nas horas seguintes, ele me manteve presa no quarto dele, não me deixou sair nem me vestir. Fiquei lá, pelada, e ele me tocando o corpo todo do jeito que queria (o que se repetiu nas outras vezes que ficamos juntos, mas já na capital federal). Ainda deu tempo pra mais duas fodas, embora não tão brutais quanto as primeiras, antes de eu ir pro meu quarto.
— Jorge — falei ao sair —, lembra que agora a gente tá junto nessa.
No dia seguinte, bem cedo, quando saí pra comprar pão, vi Jorge indo embora de carro.
Quando meu marido foi buscar as coisas pra ir pra praia, um porteiro me entregou uma carta. "É só pra senhora", ele disse.
Era um "até logo" cheio de cuidados, um telefone particular e o endereço dele na região de Belgrano.
A relação de amantes entre Jorge e aquela mulher não durou mais do que cinco ou seis vezes, até que ela dissesse que estava grávida — e que ele, Jorge, tinha sido o responsável.
Jorge assumiu a direção da empresa em junho, um mês depois da morte do pai dele em maio, e eu já estava com três meses de gravidez.
Jorge promoveu o marido dela ao cargo de supervisor, com um bom salário, e, por um acordo entre os dois amantes, escondido do marido, depositava numa conta poupança dela quantias de dinheiro pra que ela não tivesse problemas financeiros com a gravidez.
E ela aceitou, calada, aquele dinheiro…
Infelizmente, antes do filho nascer, Jorge sumiu da vida dela, porque ela se recusou, sistematicamente, a morar com ele — o que, na verdade, a apavorava, já que Jorge tinha mudado muito. Pela situação dela na empresa e pelos comentários dos operários:
A fábrica ia mal sob a direção dela.
Ela não queria começar uma vida nova com mais ninguém, ainda mais passando por cima da dor dos filhos e do marido, por causa de uma putaria de um verão longo.
De algum jeito, teve que manter a situação atual, onde na barriga dela estava o fruto de um verão que jamais seria tão maravilhoso, porque ela amava o Jorge de verdade, aqueles meses de amante ao lado dele.
Então, teve que se acostumar com o comum de uma família de classe média e sofrida, cheia de dilemas e apertos financeiros, como todo o país.
E foi assim: ela se recusou sistematicamente umas três vezes a atender os chamados do Jorge em casa.
Conta-se...
...que o Jorge, num momento, exigiu que ela fosse morar com ele, largando o marido....
E até me conta que ela quase disse pro marido:
Esse filho não é seu, é do Jorge.
Mas ela sempre descartou o Jorge, como se ironicamente soubesse que, num tempo não muito longo, ele se afastaria dela...
O Jorge, com o tempo e diante das dificuldades econômicas do país, vendeu a parte dele e mandou, por um mensageiro, uma carta de demissão, faltando um mês pra ela dar à luz o filho dela.
E ela nunca mais soube da vida do Jorge.
GGC
Almagro
Argentina
-2016-
4 comentários - una mañana de veraneo