http://www.poringa.net/posts/relatos/2858937/La-pendeja-ninera-y-prostituta.htmlNo sábado passado, a Jennifer me perguntou se podia vir em casa à noite, e eu disse que sim, sem problema. Ela chegou às 8 da noite, nos beijamos e começamos a tomar cerveja. Mais tarde comemos algo e eu tomei uma pastilhinha de viagra. Por volta das 10 da noite, fomos pro meu quarto e eu me despi. Ela foi se despindo devagar, eu tirei os sapatos dela e massageei um pouco seus pés. Quando estávamos os dois pelados, eu chupei um pouco seus peitinhos de gostosa e depois nos beijamos com muita paixão. Deitei na cama, ela agarrou meu pau e deixou ele duro na hora. Ela chupou com muita intensidade e vontade, a gostosa devorava meu pau. Uns minutos depois, pedi pra gente começar a transar, então ela foi procurar uma camisinha na bolsa, mas não achou nenhuma. Me perguntou se eu tinha, mas eu também não tinha. Ela continuou me masturbando com as mãos pra não perder a ereção e perguntou: "E agora, o que a gente faz?" Eu respondi que podíamos nos virar sem penetração. Ela perguntou: "Topa me comer o cu? Tenho lubrificante." Eu disse que nunca tinha comido um cu, mas que topava. Ela confirmou: "Sério? Então vem comer." Ela pegou lubrificante da bolsa e passou em todo meu pau. Depois, ficou de quatro e disse: "Primeiro vai colocando devagar, depois eu aviso e você mete mais forte." Penetrei aos poucos, primeiro a cabeça sumiu dentro do seu cu até entrar tudo. Comecei a comer ela devagar e enquanto enfiava os dedos na sua buceta. É lindo o sexo anal, é uma delícia, muito apertado e dá mais prazer. Depois de alguns minutos de penetração lenta, ela falou: "Agora, se quiser, me come mais forte." Obedeci e fui comendo ela cada vez mais rápido. Ela começou a gemer, um pouco de dor e acho que um pouco de prazer. Em um momento perguntei: "Você gosta mesmo de sexo anal? Se não, fala que a gente para." Ela respondeu, entre gemidos: "Sim, eu gosto, não se preocupa, adoro que... Me fizeram o cu. Continuei metendo forte por vários minutos, era enorme o prazer que sentia por ter o pau dentro da bunda dela. Depois de uns minutos ela quis mudar de posição porque estava cansando de ficar de quatro. Ela me pediu que deitasse, ela subiu em cima de mim de costas, ou seja, eu via as costas e o cu dela, e enfiou meu pau de novo no cu dela. Ela começou a se mexer devagar e me perguntou: "Tá gostando assim, gostosa? Se não, a gente muda." Eu respondi: "Tudo que envolva transar com você me encanta." Depois ela começou a se mexer mais rápido, e de vez em quando meu pau saía do cu dela e então eu guiava de volta pra dentro. Era mortal ver como a bunda dela engolia meu pau. Por volta das onze e meia da noite ela disse: "Vai terminando porque não aguento mais, você vai me arrebentar o cu." Eu pedi que ela ficasse de quatro de novo pra eu acabar. Jennifer deitou na cama e me disse: "Abre minhas nádegas e mete, como tá mais apertado você goza com certeza." Com ela deitada, abri suas nádegas e enfiei no cu. Ela soltou uns gritos de dor e me disse: "Vai, filho da puta, goza logo!" Penetrei por alguns minutos e gozei dentro da bunda dela. Assim que terminei ela disse: "Finalmente terminou, safado, gostou de fazer meu cu?" Ainda com meu pau dentro dela respondi: "Sim, adorei, muito gostoso." Assim que tirei, fomos pro banheiro, ela sentou no vaso pra tirar minha porra do ânus e eu entrei no banho pra limpar meu pau porque estava um pouco marrom. Enquanto ela estava sentada no vaso e eu limpava meu pau, ela disse: "Com meus clientes é melhor entregar o cu porque faço eles gozarem quase na hora, com você não." Rimos, saí do banho e ela terminou de limpar o cu e depois lavou as mãos. Depois de nos higienizarmos, voltamos pra cama e ficamos vendo um filme abraçados. Ela dormiu e depois eu também. No domingo acordei cedo, fui à padaria comprar uns Fiz uns pães doces e depois preparei o mate. Ela se levantou às nove e meia da manhã, aí a gente começou a tomar mate e comer os pães. Ela só comeu dois porque quer cuidar da figura. Enquanto tomávamos café da manhã, lembrei que meus filhos viriam almoçar, então contei pra ela. Ela entendeu e disse que não tinha problema em ir embora. Me perguntou se podia voltar à noite e eu respondi que sim, que podia vir quando quisesse, desde que eu não estivesse com alguém. Tomamos mais uns mates e ela comentou que à tarde tinha um cliente marcado e depois vinha pra cá. Perguntei que tipo de cliente (pode ser tipo babá ou prostituta), ela riu e respondeu que era um homem que ela tinha que transar. Perguntei se ela gostava de fazer isso e ela disse que sim, porque gosta de sexo e dinheiro, mas tem alguns clientes que ela não curte muito. Antes das onze da manhã ela foi embora e eu fiquei preparando tudo pra quando meus filhos chegassem. Passei o meio-dia e a tarde com minha família, e por volta das sete da noite Jennifer me mandou uma mensagem perguntando se podia vir. Respondi na hora que sim, que podia. Ela chegou por volta das sete e meia, entrou e me perguntou se podia tomar banho porque vinha de estar com um cliente. Eu disse que claro que podia tomar banho, então ela foi pro banheiro e eu fui pegar uma toalha pra ela. Quando peguei a toalha e fui pro banheiro, ela já estava pelada, e disse: "Desculpa, é que o porco gozou nas minhas tetas e na barriga e não pude tomar banho no hotel." Eu falei que não tinha nenhum problema, que tomasse banho tranquila e a deixei sozinha no banheiro. Fui pra sala e depois de alguns minutos ela saiu do banheiro secando o cabelo. Perguntei se queria tomar vinho e ela disse que sim. Abri um vinho e começamos a conversar e beber vinho. Comentei como tinha sido meu dia com a família e ela me contou o que fez. Conversamos um bom tempo, depois comemos algo e fomos pra cama. Ela deitou e eu comecei a fazer massagem nela. Massageei os pés dela e pernas, enquanto massageava seus pés ela me disse que eu era o primeiro homem a tratá-la assim. Eu não conseguia acreditar e perguntei: Como é que te tratam? Ela respondeu que os outros homens só querem foder, que só querem gozar e pronto. Eu disse que ia tratá-la como uma rainha porque ela merecia. Beijei-a e ela disse: Que bom e lindo que você é. Continuei fazendo massagens pelo corpo e depois de um tempo ela perguntou: Quer transar? Respondi: Não, você já teve demais por hoje, descanse. Ela insistiu e disse que não tinha problema e que pelo menos me fazia um boquete. Deitei-me e ela começou a brincar com meu pau, demorou um pouco para ele ficar duro. Mas depois de muito esforço ele finalmente endureceu, ela continuou chupando com toda vontade. Em um momento ela perguntou: Gosta de como eu chupo, vovô? Eu, cheio de prazer, respondi: Sim, linda, você é muito boa, sabe chupar mesmo. Ela continuou me fazendo o boquete até que não aguentei mais e gozei na sua boquinha. Foi lindo, gozar na boca dela, depois ela engoliu minha porra e disse: Que quentinha que está sua porra. Ela continuou chupando e beijando um pouco enquanto a ereção ia diminuindo. Depois deitou ao meu lado e ficamos conversando abraçados na cama, colocamos um filme na televisão e fui adormecendo.
Na segunda-feira de manhã acordei cedo, deixei-a dormir, deixei um jogo de chaves na mesa da sala para que ela pudesse sair quando acordasse e fui trabalhar. Na segunda à tarde ela me mandou uma mensagem dizendo que outro dia me devolvia as chaves. Na quarta-feira voltei para casa às 6 da tarde, quando cheguei estava a Jenniger, veio me devolver as chaves. Ela me cumprimentou, nos beijamos, perguntou como eu tinha passado. Ficamos tomando mate e ela comentou que às 7 tinha um cliente que a buscava na esquina. Conversamos um pouco enquanto tomávamos mate e às 7 menos um quarto fomos para a porta. Fiz companhia enquanto ela esperava seu cliente, quando o cliente chegou no carro dele, a gente se beijou e ele foi trabalhar. Cada vez a gente se vê mais e aí estamos pensando em assumir o namoro.
Na segunda-feira de manhã acordei cedo, deixei-a dormir, deixei um jogo de chaves na mesa da sala para que ela pudesse sair quando acordasse e fui trabalhar. Na segunda à tarde ela me mandou uma mensagem dizendo que outro dia me devolvia as chaves. Na quarta-feira voltei para casa às 6 da tarde, quando cheguei estava a Jenniger, veio me devolver as chaves. Ela me cumprimentou, nos beijamos, perguntou como eu tinha passado. Ficamos tomando mate e ela comentou que às 7 tinha um cliente que a buscava na esquina. Conversamos um pouco enquanto tomávamos mate e às 7 menos um quarto fomos para a porta. Fiz companhia enquanto ela esperava seu cliente, quando o cliente chegou no carro dele, a gente se beijou e ele foi trabalhar. Cada vez a gente se vê mais e aí estamos pensando em assumir o namoro.
3 comentários - La pendeja niñera y prostituta 2