Bom dia, pessoal! Hoje vou contar uma história real que me contaram e que a gente viveu na pele. Pra não ficar enrolando, vamos começar, beleza?
Há algumas semanas, uma menina safada começou a me visitar no escritório. Ela tem um corpão, 1,65m de altura, ex-ginasta olímpica — então já dá pra imaginar como é o corpo dela. Acontece que, desde que comecei a trabalhar nessa empresa, minha colega de departamento também entrou. Com o tempo, e como as visitas no escritório não são muito restritas, acabei conhecendo quem, até uns dias atrás, eu achava que era a irmã da minha colega. Desde que me apresentaram essa gostosa, ela me chamou muita atenção. Uma vez, por causa do trabalho, saí pra almoçar com ela (aliás, ela é universitária e a faculdade fica bem pertinho do escritório), já que a irmã dela estava numa reunião de trabalho.
Bom, já saí do assunto. Acontece que, com o início do novo semestre, ela começou a me visitar e a me frequentar no escritório ou nas ruas perto da faculdade e do trabalho. Comecei a ajudar com alguns trabalhos e a deixar ela usar um PC pra fazer as tarefas da faculdade. Isso, no começo, gerou uma relação legal, e ela me contou que, na verdade, não é irmã da minha colega — na verdade, é filha da irmã da minha colega, mas a mãe dela a deixou com os avós (pais da minha colega) desde bebê. Nossa amizade foi tão longe que a gente começou a trocar carícias, no meu escritório ou quando a gente se encontrava depois da aula dela e do meu trabalho.
No dia menos esperado, começou como sempre: de manhã, eu mando uma mensagem no WhatsApp pra ela acordar (mesmo eu ainda estando na cama com minha esposa — outro detalhe que a gente comenta depois), e falo que a gente se vê daqui a pouco no escritório pra tomar café. Como eu levanto pra preparar o café, ir pra academia e dar café da manhã pra minha esposa, então não... Não me custa nada fazer mais um prato.
EU: Levanta, já tá na hora de ir pra aula, Upa!!
Ela: Já levantei e tomei banho.
Eu: Levo um sanduíche pra você?
Ela: Sim 🙂.
.....
.....
.....
Mais ou menos 10:30 ela chega no meu cubículo, ela se veste bem nerd, mas isso não importa com o corpo que ela tem de ginasta olímpica (esporte que praticava dos 10 anos até começar a faculdade), tomamos café da manhã e ela me pediu um PC pra fazer alguns trabalhos da escola pra mais tarde, topei e deixei o meu com ela enquanto fazia outras coisas.
Me senti muito fofoqueiro, mas como qualquer chefe da idade dela, naveguei até o Facebook dela, e aí começou uma enxurrada de mensagens entre ela e um cara com cara de batata... prestei um pouco de atenção no que ela tava fazendo (ela não dizia nada), só via como ela respondia e ela não percebia, de repente chega uma mensagem do cara marcando um encontro em menos de 15 minutos fora da faculdade, e ela topou, mas o impressionante de ver aquela conversa foi que o cara disse então, se a gente se vê... pra você me estuprar do jeito que você gosta, ela respondeu com um sticker de um Snoopy Maquiavélico.....
Ela saiu correndo deixando toda a papelada da escola no escritório... topei...
Depois de 2 longas horas ela voltou, como se nada tivesse acontecido... me disse que era um ex-namorado e que só queria passar tempo com ele porque o pai dele o expulsou de casa por fofocas ruins (e da irmã dela, minha colega)... e assim passamos o resto do tempo... ela não voltou mais pra aula e foi comigo, convidei ela pra dar uma carona até a casa dela, já que fica no meu caminho.
Conversando no caminho comecei com minhas sacanagens, falando como ela e o cara tinham trocado mensagens no Facebook, eu tava ligado e com tesão também, queria meter o pau todo nela. Afinal, já sabia que ela curtia esse negócio de sexo sem compromisso.
Ela mostrou um pouco de tesão, mas recusou... chegando na casa dela, ela desce do carro e se despede com um beijo que senti que arrancava minha garganta. NADA!! aconteceu naquela tarde.
No dia seguinte, tudo se repetiu igual, só que agora ela usava um lindo vestido pin-up roxo com bolinhas brancas, costas abertas e sapatilhas. Comecei com carícias no joelho dela e, aos poucos, fui subindo a mão até quase chegar na buceta dela. Ela recusou, mas continuamos com as carícias cada vez mais quentes e, aos poucos, ela foi cedendo. Em menos de 15 minutos, estávamos tomando café da manhã e ela chupando meus dedos por cima da calcinha... Chegou a hora de ir pra aula, mas ela estava muito molhada e a buceta dela exalava um cheiro gostoso e forte, então ela saiu correndo pro banheiro se limpar. Voltou e me perguntou se podia deixar algo guardado comigo, e colocou numa das gavetas da minha escrivaninha. Disse: "Não vai olhar o que é até eu ir embora, e nem fica fuçando na gaveta..." Ela foi embora, não fiz nada... Voltou 2 horas depois, suando porque tava calor e ela teve que subir as escadas. Viu que eu tinha obedecido o aviso dela. E me perguntou: "Por que você é tão bonzinho?" Lá no fundo pensei: "Bonzinho eu? Se eu fosse bonzinho, não estaria pensando em meter com força numa guria quase 10 anos mais nova que eu, e ainda casado." Respondi: "Ué, você me pediu um favor e eu fiz..."
Quando terminei de responder, ela se abaixou, abriu a gaveta, mas ao se abaixar fez tão rápido que o vestido voou e me deixou ver a bunda dela, rosada, e notei que ela não tava de calcinha. Quando se levantou, colocou no teclado do meu PC a calcinha dela, que cheirava deliciosamente azedo e tinha uma mancha amarela de todos os sucos que eu consegui tirar dela.
Peguei a calcinha na mão e ela ainda estava úmida... Ela diz: "Acho que você mereceu, por ser tão educado e bonzinho." Tirou a calcinha da minha mão e colocou direto no meu nariz pra eu cheirar, e de repente sentou no meu colo... Imediatamente sentiu que eu tava com o pau 100% duro e ereto. Começou a se esfregar, o que fez o vestido sair de entre nós, e minhas pernas ficaram cobertas pelo vestido. Ela sem calcinha, esfregando a buceta na minha calça... comecei a sentir calor e ela ficou toda corada, fechava os olhos e mordia os lábios... TUDO EM SILÊNCIO... a melhor parte era aquela sensação de poder ser descobertos.
Ela continuou assim por uns 10 minutos e depois devorou minha boca, me levando pro chão da sala, pegou minhas chaves e trancou o cubículo, levantou o vestido e em 1,2 e 3 me tirou o pau e começou a chupar como se nunca tivesse comido, não aguentei muito e comecei a jorrar na boca dela, no rosto, no vestido, no chão da sala e até os olhos enchi de porra.
Ela se levanta e fala: Era isso que você queria?
Respondi SIM e mais, ela ficou de quatro e comecei a meter devagarzinho e tampava a boca dela com a mão pra ela não gritar... era tanta excitação dos dois que em só 5 minutos gozamos juntos, deixei mais porra na bunda e na xota sem nem perguntar... ela começou a enfiar um dedo no cu e isso fez eu não perder a ereção, ajudei um pouco com meus dedos e depois com o pau, ela nem sentiu a diferença mas eu fiz ela gritar, gozei metendo forte e até uma chuva dourada molhou a sala, quanto mais eu metia, mais jatos saíam dela... GRITAVA e ninguém nos ouvia, pelo menos a gente achava. Porque era hora do almoço... e só eu fiquei porque prefiro comida caseira.
Saímos da sala, nos despedimos com um beijo, ela foi embora e eu ganhei uma gozada, outra gozada, uma calcinha suja que ainda guardo na gaveta e um boquete todo dia dela, que ainda me visita.
Há algumas semanas, uma menina safada começou a me visitar no escritório. Ela tem um corpão, 1,65m de altura, ex-ginasta olímpica — então já dá pra imaginar como é o corpo dela. Acontece que, desde que comecei a trabalhar nessa empresa, minha colega de departamento também entrou. Com o tempo, e como as visitas no escritório não são muito restritas, acabei conhecendo quem, até uns dias atrás, eu achava que era a irmã da minha colega. Desde que me apresentaram essa gostosa, ela me chamou muita atenção. Uma vez, por causa do trabalho, saí pra almoçar com ela (aliás, ela é universitária e a faculdade fica bem pertinho do escritório), já que a irmã dela estava numa reunião de trabalho.
Bom, já saí do assunto. Acontece que, com o início do novo semestre, ela começou a me visitar e a me frequentar no escritório ou nas ruas perto da faculdade e do trabalho. Comecei a ajudar com alguns trabalhos e a deixar ela usar um PC pra fazer as tarefas da faculdade. Isso, no começo, gerou uma relação legal, e ela me contou que, na verdade, não é irmã da minha colega — na verdade, é filha da irmã da minha colega, mas a mãe dela a deixou com os avós (pais da minha colega) desde bebê. Nossa amizade foi tão longe que a gente começou a trocar carícias, no meu escritório ou quando a gente se encontrava depois da aula dela e do meu trabalho.
No dia menos esperado, começou como sempre: de manhã, eu mando uma mensagem no WhatsApp pra ela acordar (mesmo eu ainda estando na cama com minha esposa — outro detalhe que a gente comenta depois), e falo que a gente se vê daqui a pouco no escritório pra tomar café. Como eu levanto pra preparar o café, ir pra academia e dar café da manhã pra minha esposa, então não... Não me custa nada fazer mais um prato.
EU: Levanta, já tá na hora de ir pra aula, Upa!!
Ela: Já levantei e tomei banho.
Eu: Levo um sanduíche pra você?
Ela: Sim 🙂.
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Mais ou menos 10:30 ela chega no meu cubículo, ela se veste bem nerd, mas isso não importa com o corpo que ela tem de ginasta olímpica (esporte que praticava dos 10 anos até começar a faculdade), tomamos café da manhã e ela me pediu um PC pra fazer alguns trabalhos da escola pra mais tarde, topei e deixei o meu com ela enquanto fazia outras coisas.
Me senti muito fofoqueiro, mas como qualquer chefe da idade dela, naveguei até o Facebook dela, e aí começou uma enxurrada de mensagens entre ela e um cara com cara de batata... prestei um pouco de atenção no que ela tava fazendo (ela não dizia nada), só via como ela respondia e ela não percebia, de repente chega uma mensagem do cara marcando um encontro em menos de 15 minutos fora da faculdade, e ela topou, mas o impressionante de ver aquela conversa foi que o cara disse então, se a gente se vê... pra você me estuprar do jeito que você gosta, ela respondeu com um sticker de um Snoopy Maquiavélico.....
Ela saiu correndo deixando toda a papelada da escola no escritório... topei...
Depois de 2 longas horas ela voltou, como se nada tivesse acontecido... me disse que era um ex-namorado e que só queria passar tempo com ele porque o pai dele o expulsou de casa por fofocas ruins (e da irmã dela, minha colega)... e assim passamos o resto do tempo... ela não voltou mais pra aula e foi comigo, convidei ela pra dar uma carona até a casa dela, já que fica no meu caminho.
Conversando no caminho comecei com minhas sacanagens, falando como ela e o cara tinham trocado mensagens no Facebook, eu tava ligado e com tesão também, queria meter o pau todo nela. Afinal, já sabia que ela curtia esse negócio de sexo sem compromisso.
Ela mostrou um pouco de tesão, mas recusou... chegando na casa dela, ela desce do carro e se despede com um beijo que senti que arrancava minha garganta. NADA!! aconteceu naquela tarde.
No dia seguinte, tudo se repetiu igual, só que agora ela usava um lindo vestido pin-up roxo com bolinhas brancas, costas abertas e sapatilhas. Comecei com carícias no joelho dela e, aos poucos, fui subindo a mão até quase chegar na buceta dela. Ela recusou, mas continuamos com as carícias cada vez mais quentes e, aos poucos, ela foi cedendo. Em menos de 15 minutos, estávamos tomando café da manhã e ela chupando meus dedos por cima da calcinha... Chegou a hora de ir pra aula, mas ela estava muito molhada e a buceta dela exalava um cheiro gostoso e forte, então ela saiu correndo pro banheiro se limpar. Voltou e me perguntou se podia deixar algo guardado comigo, e colocou numa das gavetas da minha escrivaninha. Disse: "Não vai olhar o que é até eu ir embora, e nem fica fuçando na gaveta..." Ela foi embora, não fiz nada... Voltou 2 horas depois, suando porque tava calor e ela teve que subir as escadas. Viu que eu tinha obedecido o aviso dela. E me perguntou: "Por que você é tão bonzinho?" Lá no fundo pensei: "Bonzinho eu? Se eu fosse bonzinho, não estaria pensando em meter com força numa guria quase 10 anos mais nova que eu, e ainda casado." Respondi: "Ué, você me pediu um favor e eu fiz..."
Quando terminei de responder, ela se abaixou, abriu a gaveta, mas ao se abaixar fez tão rápido que o vestido voou e me deixou ver a bunda dela, rosada, e notei que ela não tava de calcinha. Quando se levantou, colocou no teclado do meu PC a calcinha dela, que cheirava deliciosamente azedo e tinha uma mancha amarela de todos os sucos que eu consegui tirar dela.
Peguei a calcinha na mão e ela ainda estava úmida... Ela diz: "Acho que você mereceu, por ser tão educado e bonzinho." Tirou a calcinha da minha mão e colocou direto no meu nariz pra eu cheirar, e de repente sentou no meu colo... Imediatamente sentiu que eu tava com o pau 100% duro e ereto. Começou a se esfregar, o que fez o vestido sair de entre nós, e minhas pernas ficaram cobertas pelo vestido. Ela sem calcinha, esfregando a buceta na minha calça... comecei a sentir calor e ela ficou toda corada, fechava os olhos e mordia os lábios... TUDO EM SILÊNCIO... a melhor parte era aquela sensação de poder ser descobertos.
Ela continuou assim por uns 10 minutos e depois devorou minha boca, me levando pro chão da sala, pegou minhas chaves e trancou o cubículo, levantou o vestido e em 1,2 e 3 me tirou o pau e começou a chupar como se nunca tivesse comido, não aguentei muito e comecei a jorrar na boca dela, no rosto, no vestido, no chão da sala e até os olhos enchi de porra.
Ela se levanta e fala: Era isso que você queria?
Respondi SIM e mais, ela ficou de quatro e comecei a meter devagarzinho e tampava a boca dela com a mão pra ela não gritar... era tanta excitação dos dois que em só 5 minutos gozamos juntos, deixei mais porra na bunda e na xota sem nem perguntar... ela começou a enfiar um dedo no cu e isso fez eu não perder a ereção, ajudei um pouco com meus dedos e depois com o pau, ela nem sentiu a diferença mas eu fiz ela gritar, gozei metendo forte e até uma chuva dourada molhou a sala, quanto mais eu metia, mais jatos saíam dela... GRITAVA e ninguém nos ouvia, pelo menos a gente achava. Porque era hora do almoço... e só eu fiquei porque prefiro comida caseira.
Saímos da sala, nos despedimos com um beijo, ela foi embora e eu ganhei uma gozada, outra gozada, uma calcinha suja que ainda guardo na gaveta e um boquete todo dia dela, que ainda me visita.
1 comentários - La pseudo-hermana de mi compañera de trabajo