DÉCIMA QUARTA PARTE: Conhecendo a famíliaDesde aquela noite, eu sentia uma angústia enorme quando estava perto da Majo. Me sentia um merda, um miserável pelo que tinha feito com ela. Mas eu precisava disfarçar, e o melhor jeito era me convencer de que não tinha feito nada. Viver nessa mentira pra tornar minha reação autêntica quando tudo viesse à tona.
Não demorou muitos dias pra fofoca começar no escritório da Majo. Rápido chegou nos ouvidos dela, e ela me questionou. Eu respondi numa boa naquela vez; falei que não fazia ideia do porquê estavam falando aquilo no escritório dela.
E a fofoca foi crescendo tanto que, em um mês, todo mundo na empresa já sabia. A Majo tinha que aguentar ver os colegas cochichando entre si quando ela passava. Óbvio que isso deixava ela muito pilhada, e ela sempre chegava em casa pra encher meu saco.
- Quando uma ou duas pessoas falam, não tem importância, mas quando é todo mundo, acho que alguma razão eles devem ter - disse a Majo, começando a discussão.
- Mas eu também não sei por que o povo fala isso. Fico surpreso e puto. Te falo, se quiser, vou contigo e encaro na cara qualquer um que me acusa... me irrita ter que chegar nesse ponto; que o que os outros falam valha mais do que o que eu te digo, sendo que você supostamente confia em mim. Mas se isso te deixar tranquila, a gente faz assim.
- Minha confiança em você nunca vai ser total, lembra do que você me fez.
- Eu sei, Majo. Mas pensei que, quando a gente resolveu nossa parada, tinha virado página. Eu te jurei lealdade e esperava que você confiasse nisso.
- E até agora eu confiava, mas te falo que isso traz a lembrança de volta e prefiro ser cautelosa dessa vez.
- Entendo, se é isso que te deixa tranquila, a gente faz assim.
Assim que terminei de falar, saí puto da vida com o que a Majo tinha dito.
No dia seguinte, fui ao meio-dia no escritório dela, queria almoçar com ela e aproveitar pra encarar a situação. Entrei na sala dela. Perguntei pra onde ela queria ir, depois falei se podia chamar a Susana no escritório dela. Sem questionar nada, a Majo chamou a Susana e mandou ela vir na hora.
Ela entrou no escritório sem desconfiar de nada; mesmo assim, chegou com uma atitude bem desafiadora. Apesar de saber que a situação que vinha pela frente ia ser tensa e complicada, não consegui deixar de olhar pro corpaço da Susana. Mas claro, bem disfarçado.
— Susana, te chamei porque meu namorado tem algo pra te falar — disse a Majo enquanto fechava a porta.
— Quero que você diga na cara da minha namorada que transou comigo — falei pra Susana, mantendo o olhar fixo no rosto dela.
— Eu transei com você.
— Então você tá mentindo, e não sei por que faz isso…
— Não tô mentindo, transei com você no evento da Akvinta. Foi num banheiro, já esqueceu tão rápido?... achei que você tinha gostado.
— Mas que mentirosa do caralho. Você tá maluca? Te faz feliz foder com nosso relacionamento ou é só pra amargar a vida da Majo?
— Eu adoro esses cínico. Tô pensando aqui se a gente não fode de novo…
— Como assim de novo?... Não comi você e não pretendo nunca. Só tenho olhos pra Majo. Pode insistir que a gente transou, mas é sua palavra contra a minha. Ou você tem como provar que a gente fez isso?
— Fica aí pensando, se bater vontade de fazer de novo, já sabe onde me achar…
Ela se virou e saiu do escritório bem tranquila. No fim da conversa, não sabia em quem a Majo tinha acreditado. Cheguei perto dela pra segurar as mãos dela e falar algo bonito, e a partir daí ver a reação: se ela soltava minhas mãos na hora, se recuava ou se não me deixava falar, sei lá. Me aproximei, peguei as mãos dela nas minhas e fiquei em silêncio por uns segundos, olhando bem nos olhos dela. Ela não parecia estar irritada. Aí falei: "Não sei se você acreditou no que eu disse, se precisar que eu faça algo mais pra você acreditar, é só falar que eu faço." A Majo soltou minhas mãos e me pegou de cara. Depois ela me disse pra entender, que pelo resto da vida seria impossível confiar 100% em mim; me beijou e depois disse que da Susana se esperava qualquer coisa, e que provavelmente ela tinha inventado tudo. Eu concordei com ela, fiquei garantindo que com certeza era assim, que a Susana a odiava tanto que estava disposta a qualquer coisa pra vê-la infeliz.
Me senti vitorioso, tinha escapado dessa vez.
E a Majo confiou em mim de novo; confiou porque eu dei motivos pra isso, até chegar o fim de ano. Naquele dezembro, toda a família materna da Majo tinha planejado uma reunião na casa da avó. Uma casa de campo, a algumas horas da cidade. Majo me convidou e eu pensei que era essencial ir e deixar, de uma vez por todas, uma imagem excelente minha na família dela. Já tinha cagado o bastante e era minha última chance de garantir a bênção deles.
Foi difícil estar lá. Com uma família inteira que não era a minha e sabendo que de alguns eu já tinha o desprezo garantido. Era a primeira vez em muito tempo que Majo e eu nos reuníamos com os pais dela e com a Esperanza. A primeira vez desde que tínhamos deixado tudo com a Esperanza.
Claro que, ao chegar, a Esperanza não quis nos cumprimentar. Os pais dela cumprimentaram, mas nunca pararam de me olhar com ódio. Pra minha sorte, a Laura não apareceu por lá. A Karla também não, porque tinha se casado fazia pouco e ido morar no Canadá.
Depois, Majo foi me apresentando pra todas as pessoas da família dela; não vou descrever todas porque eram muitas. Mas teve três mulheres que chamaram muito minha atenção.
Denis, uma mulher de uns 38 ou 40 anos, era uma tia da Majo; a fantasia da família inteira, pelo menos de quem já pensou em cometer um incesto. Era loira, de traços finos, os olhos cor de mel, o corpo dela era um tributo à beleza, aquelas pernas grossas, bem torneadas, aqueles quadris largos mas sem serem deformados, um par de bundas generosas em tamanho, bem redondos e bem moldados, uns peitos grandes e no lugar, quase sempre expostos pela preferência que essa mulher tem por usar decotes. Ver ela sair do banho enrolada numa toalha, ou vê-la de pijama curto de manhã acabando de acordar, me fazia delirar, me esquentava pra caralho.
E aí tinham as primas Villamizar. Helena, de 20 anos, e Jenny, de 18. Eram irmãs e quase idênticas. As duas tinham cabelo cacheado, o da Helena um pouco mais escuro. As duas tinham uns peitos enormes, de coleção. Uns peitos que me faziam desejar que alguma delas, senão as duas, fosse daquelas mulheres liberadas que acham que usar sutiã é opressão. As duas eram magras, a Helena um pouco mais branca que a Jenny. Também combinavam em ter uma figura linda, um corpo que convidava direto a ser pegado pela cintura e percorrido de cima a baixo.
Sabia que tinha que me comportar, que não podia cometer outro erro. Pensava que com o tesão que essas três mulheres me davam, já teria o suficiente pra me divertir com a Majo. Obviamente, a gente tinha que ser discreto se quiséssemos causar uma boa impressão. Lamentava que a Laura e a Karla não estivessem lá, porque eram outra fonte de fantasia.
Durante o jantar, na primeira noite que passamos lá, foi impossível não ficar excitado olhando tantos decotes. Mal levantamos da mesa, levei a Majo pro nosso quarto tentando aliviar o tesão com ela. Mas a Majo dizia pra esperar até mais tarde, quando todo mundo já tivesse dormido. Eu tava que não aguentava mais e beijava o pescoço dela enquanto insistia. Mas a Majo tava firme na decisão, na verdade ela disse pra gente dar uma volta pela cidade e assim passar o tempo. Vendo que não tinha outra opção, aceitei. Entrei no banheiro e joguei um pouco de água fria pra baixar o tesão.
E aí a gente deu o passeio, voltamos e todo mundo já tava dormindo, mas a Majo insistiu de novo que era melhor deixar a trepada pra depois. Disse que tava com vergonha. peso na consciência se alguém nos ouvia, e é que a casa era propícia pra isso; o silêncio era sepulcral durante a noite. Eu tentava entender o que a Majo tava me dizendo, mas me sentia enganado, tava com muito tesão e não aceitava um não como resposta. Majo me convenceu de que o momento perfeito seria no dia seguinte; a gente levantaria cedo e entraria junto no banho. Me resignei e aceitei, afinal de contas, parecia que nada poderia dar errado.
O plano falhou. Acordamos mais ou menos às 10 da manhã e nessa altura já tinha acordado quase todo mundo que tava na casa. Falei pra Majo que de qualquer forma não importava se a gente fizesse naquela hora no chuveiro. Ela disse sem hesitar que não. "Tô totalmente focada em fazer toda a minha família acreditar que o nosso relacionamento vale a pena. Não quero levar puxão de orelha da Esperança ou da minha mãe se nos descobrirem. Tô te falando que a gente vai fazer quando for a hora, mas se não rolar, você tem que entender", disse Majo me fazendo entender que tava disposta a passar a semana inteira sem transar se fosse preciso. Fiquei puto com ela e falei, expliquei que elas teriam que entender que somos um casal e que em certos momentos a gente faz. "Mas não vamos fazer na cara delas, não quero que a Esperança pense que tô provocando", ela disse e saiu do quarto, também tava puta da vida.
Deitei pra dormir de novo, não tinha nada pra fazer naquele povoado, então o melhor era dormir. Acordei quase às 4 da tarde. Fui na cozinha pegar um copo d'água e lá encontrei o Juan Pablo, um tio da Majo. Ele me disse que todo mundo tinha saído e que ele tinha ficado em casa porque tava se sentindo meio doente.
Terminei de beber a água e subi de volta pro quarto pra continuar dormindo. Antes de deitar de novo, fui no banheiro e tava ocupado. Bati na porta pra ver se era o Juan Pablo, se tava bem e se ia demorar muito; mas não foi ele quem respondeu. Ao ouvir uma voz de Mulher, eu fiquei calado e não bati na porta de novo.
O Juan Pablo tinha me falado que todo mundo tinha ido embora, menos ele, mas parecia que mais alguém tinha ficado. Na hora, bateu uma vontade enorme de descobrir quem estava no banheiro. Veio na minha cabeça a imagem da Denis, da Helena ou da Jenny. Só de pensar que uma delas estava lá embaixo do chuveiro já me deixava com um tesão absurdo.
Corri pro meu quarto e comecei a procurar um espelho nas bolsas e nas malas da Majo. Achei um rapidinho e voltei correndo pro banheiro. Bem devagar, deslizei ele por baixo da porta pra poder espiar lá dentro.
E não é que minha fantasia se realizou? Era a Helena que estava tomando banho. O box não deixava ver o corpo dela com clareza, mas dava pra apreciar a silhueta toda molhada. Eu queria ver em alta definição as gotas escorrendo por aquele corpo gostoso. Tava completamente excitado, pensei em bater uma punheta enquanto via ela se lavar, não corria muito risco, afinal de contas tava sozinho na casa. Resolvi esperar ela terminar o banho e sair do box, tava obcecado em ver aquele corpo. Era arriscado deixar o espelho debaixo da porta quando ela saísse do chuveiro, mas eu tava disposto a arriscar tudo.
Tava totalmente focado em ver ela pelo espelho quando, de repente, senti alguém pegar no meu ombro. Me deu um pânico danado; hesitei em virar a cabeça, custou um monte fazer isso. Esperando o pior, virei a cabeça devagar pra ver quem era. Era a Jenny, a irmã dela. Antes que eu conseguisse falar qualquer coisa, ela disse: “Levanta”. Enquanto eu me levantava, ela não parava de olhar pra minha virilha.
— Cê gosta da minha irmã?
— Bom, cê tá vendo…
— Vem…
Ela pegou na minha mão e me levou pro meu quarto. Fechou a porta e disse: “Ela sempre come eles primeiro. Cê é namorado da Majo, né?... De qualquer forma, tô vendo que cê tá pronto pra fazer ela de corna. Já tinha te descartado porque achei que eram casados ou algo assim, mas vejo que não. Quero ganhar da minha irmã dessa vez… Cê me acha mais gostosa que ela? Pelo menos te atraio?”.
Não respondi nada ao monólogo da Jenny, só me aproximei dela e comecei a beijá-la, segurando com força aqueles peitões enormes por cima da blusa dela. Apertava eles um contra o outro. A gente se beijava com paixão e nossa respiração foi ficando ofegante sem a gente perceber. Dava pra ver que eu não era o único com um tesão reprimido; ela, sem pensar muito, enfiou a mão por dentro da minha calça e começou a acariciar meu pau. Pegava ele na mão e acariciava, de vez em quando balançava.
Sem dar tempo pra nada, fui tirando a blusa dela e soltando o sutiã, e a gente começou a se despir apressadamente. E assim que vi ela pelada, foi impossível segurar a vontade de comer a buceta dela. Fazia tempo que não ficava com uma de 18, e tava morrendo de vontade de chupar aquela buceta. Deslizava minha língua na buceta dela enquanto brincava delicadamente com um dedo lá dentro. Jenny me segurava forte pela cabeça e empurrava pra baixo. A buceta dela tava muito quente, e isso só aumentava minha excitação. Depois trocamos de papéis, foi ela quem começou a chupar meu pau. Tava meio cauteloso porque ela usava aparelho e era muito novinha, então pensei que podia me machucar. Mas a Jenny tinha muita técnica. O boquete dela durou uns dois minutos, aí ela tirou meu pau da boca e enfiou entre os peitos dela. Começou a se mexer e perguntava: “Cê tá gostando?”.
Não precisei responder; o líquido pré-seminal que saía do meu pau denunciava meu tesão danado. Jenny parou, foi até o lugar onde a calça dela tinha caído e pegou uma camisinha, colocou em mim e se deitou na cama abrindo as pernas. De novo tava cara a cara com aquela buceta deliciosa. Sem dar tempo pra nada, me aproximei e penetrei ela. Ainda tenho vivo na memória como aquela buceta ardia e Gemido que a Jenny soltou na hora da penetração. Comecei me movendo devagar, mas não durou muito porque Jenny pedia direto pra eu meter forte. Quando ela apertava minhas nádegas e me empurrava contra ela, minha excitação crescia e minha vontade de penetrá-la com força aumentava. Fui acelerando sem piedade, ficando louco ao ver os peitos dela balançando pra cima e pra baixo. De vez em quando eu agarrava eles com força, apertava entre minhas mãos e de repente olhava pra bunda dela; aquela bundinha pequena, mas bem redondinha e definida, e então levava minhas mãos pra lá. E voltava a ideia de ter aqueles peitos incríveis nas minhas mãos; e eu ficava confuso, sem conseguir decidir onde colocar as mãos. Ela esticava os lábios como quem queria me beijar, e bem na hora que eu me aproximava pra corresponder, virava o rosto. Essas provocações faziam aumentar minha vontade de comê-la com tudo. Chegou a hora em que senti que ia gozar, mas queria continuar; Jenny era uma sensação na cama.
Tive que parar. Deixei ela de lado por um momento e me deitei na cama. Ela se aproximou de mim e montou em cima. Sentir ela rebolando as cadeirinhas pequenas em cima de mim, com meu pau dentro dela, me fazia delirar. Depois começou a dar pulinhos em cima de mim, os peitos dela balançavam no mesmo ritmo até eu prender eles entre minhas mãos.
Jenny quase não gemia, mas quando gemia, despertava em mim a vontade de gozar; na real, eu tinha que me segurar, me esforçava pra caralho pra aguentar o máximo de tempo possível. Minhas mãos continuavam apertando os peitos dela e descobri que enquanto eu fizesse isso, o risco de gozar era iminente. Então peguei ela pela bunda e guiei os movimentos dela com minhas mãos. Aos poucos fui subindo minhas mãos até colocá-las nas costas dela e empurrei ela pra baixo, contra mim. Os peitos dela se espremiam contra meu peito; ela se sacudia em cima de mim com movimentos curtos, mas muito rápidos. A buceta dela era tão quente e o jeito dela de transar era tão bom que por um momento Pensei em tirar a camisinha e sentir ela no pelo, mas ainda bem que não fiz. Só bastou ela colocar os peitos na minha cara por uns 30 segundos pra provocar uma gozada que parecia não ter fim. Ela percebeu que eu tava gozando e por isso começou a rebolar com mais força, me olhando na cara enquanto eu sentia um orgasmo inesquecível e me dizia: "fala que você gostou".
Eu não falei nada, não tava em condições, ainda tentava voltar à realidade, sair daquele estado de prazer absoluto e paz. Fiquei olhando pra cara dela por uns segundos, ela tava corada; depois beijei ela.
Jenny se jogou na cama e disse: "que gostoso que é depois de transar, fico sempre tão relaxadinha...".
Levantei da cama e comecei a me vestir, de vez em quando parava pra beijar ela e garantir que isso ia rolar de novo. Ficava insistindo que ela tinha me marcado pra sempre, que essa tinha sido uma foda inesquecível e que a gente devia repetir em qualquer outra ocasião. Ela ainda pelada na cama me disse: "fica tranquilo que vai rolar de novo e da próxima vez vai ser melhor...Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram alterados pra proteger a identidade das pessoas.
Quem quiser fotos da protagonista desse relato é só me avisar.
DÉCIMA QUINTA PARTE: As irmãs VillamizarDepois de transar com a Jenny, a tesão não passou, na verdade eu tava com muito mais vontade de fazer de novo. De noite, já com a Majo na cama, quis ser carinhoso com ela, beijei ela por um tempão e depois insinuei que queria meter. Mas de novo ela insistiu pra eu esquecer isso, que a gente tinha que se comportar. Aí pensei que no dia seguinte ia dar uma surpresa pra Majo que ia fazer ela mudar de ideia de vez…
Twitter: @felodel2016
Não demorou muitos dias pra fofoca começar no escritório da Majo. Rápido chegou nos ouvidos dela, e ela me questionou. Eu respondi numa boa naquela vez; falei que não fazia ideia do porquê estavam falando aquilo no escritório dela.
E a fofoca foi crescendo tanto que, em um mês, todo mundo na empresa já sabia. A Majo tinha que aguentar ver os colegas cochichando entre si quando ela passava. Óbvio que isso deixava ela muito pilhada, e ela sempre chegava em casa pra encher meu saco.
- Quando uma ou duas pessoas falam, não tem importância, mas quando é todo mundo, acho que alguma razão eles devem ter - disse a Majo, começando a discussão.
- Mas eu também não sei por que o povo fala isso. Fico surpreso e puto. Te falo, se quiser, vou contigo e encaro na cara qualquer um que me acusa... me irrita ter que chegar nesse ponto; que o que os outros falam valha mais do que o que eu te digo, sendo que você supostamente confia em mim. Mas se isso te deixar tranquila, a gente faz assim.
- Minha confiança em você nunca vai ser total, lembra do que você me fez.
- Eu sei, Majo. Mas pensei que, quando a gente resolveu nossa parada, tinha virado página. Eu te jurei lealdade e esperava que você confiasse nisso.
- E até agora eu confiava, mas te falo que isso traz a lembrança de volta e prefiro ser cautelosa dessa vez.
- Entendo, se é isso que te deixa tranquila, a gente faz assim.
Assim que terminei de falar, saí puto da vida com o que a Majo tinha dito.
No dia seguinte, fui ao meio-dia no escritório dela, queria almoçar com ela e aproveitar pra encarar a situação. Entrei na sala dela. Perguntei pra onde ela queria ir, depois falei se podia chamar a Susana no escritório dela. Sem questionar nada, a Majo chamou a Susana e mandou ela vir na hora.
Ela entrou no escritório sem desconfiar de nada; mesmo assim, chegou com uma atitude bem desafiadora. Apesar de saber que a situação que vinha pela frente ia ser tensa e complicada, não consegui deixar de olhar pro corpaço da Susana. Mas claro, bem disfarçado.
— Susana, te chamei porque meu namorado tem algo pra te falar — disse a Majo enquanto fechava a porta.
— Quero que você diga na cara da minha namorada que transou comigo — falei pra Susana, mantendo o olhar fixo no rosto dela.
— Eu transei com você.
— Então você tá mentindo, e não sei por que faz isso…
— Não tô mentindo, transei com você no evento da Akvinta. Foi num banheiro, já esqueceu tão rápido?... achei que você tinha gostado.
— Mas que mentirosa do caralho. Você tá maluca? Te faz feliz foder com nosso relacionamento ou é só pra amargar a vida da Majo?
— Eu adoro esses cínico. Tô pensando aqui se a gente não fode de novo…
— Como assim de novo?... Não comi você e não pretendo nunca. Só tenho olhos pra Majo. Pode insistir que a gente transou, mas é sua palavra contra a minha. Ou você tem como provar que a gente fez isso?
— Fica aí pensando, se bater vontade de fazer de novo, já sabe onde me achar…
Ela se virou e saiu do escritório bem tranquila. No fim da conversa, não sabia em quem a Majo tinha acreditado. Cheguei perto dela pra segurar as mãos dela e falar algo bonito, e a partir daí ver a reação: se ela soltava minhas mãos na hora, se recuava ou se não me deixava falar, sei lá. Me aproximei, peguei as mãos dela nas minhas e fiquei em silêncio por uns segundos, olhando bem nos olhos dela. Ela não parecia estar irritada. Aí falei: "Não sei se você acreditou no que eu disse, se precisar que eu faça algo mais pra você acreditar, é só falar que eu faço." A Majo soltou minhas mãos e me pegou de cara. Depois ela me disse pra entender, que pelo resto da vida seria impossível confiar 100% em mim; me beijou e depois disse que da Susana se esperava qualquer coisa, e que provavelmente ela tinha inventado tudo. Eu concordei com ela, fiquei garantindo que com certeza era assim, que a Susana a odiava tanto que estava disposta a qualquer coisa pra vê-la infeliz.
Me senti vitorioso, tinha escapado dessa vez.
E a Majo confiou em mim de novo; confiou porque eu dei motivos pra isso, até chegar o fim de ano. Naquele dezembro, toda a família materna da Majo tinha planejado uma reunião na casa da avó. Uma casa de campo, a algumas horas da cidade. Majo me convidou e eu pensei que era essencial ir e deixar, de uma vez por todas, uma imagem excelente minha na família dela. Já tinha cagado o bastante e era minha última chance de garantir a bênção deles.
Foi difícil estar lá. Com uma família inteira que não era a minha e sabendo que de alguns eu já tinha o desprezo garantido. Era a primeira vez em muito tempo que Majo e eu nos reuníamos com os pais dela e com a Esperanza. A primeira vez desde que tínhamos deixado tudo com a Esperanza.
Claro que, ao chegar, a Esperanza não quis nos cumprimentar. Os pais dela cumprimentaram, mas nunca pararam de me olhar com ódio. Pra minha sorte, a Laura não apareceu por lá. A Karla também não, porque tinha se casado fazia pouco e ido morar no Canadá.
Depois, Majo foi me apresentando pra todas as pessoas da família dela; não vou descrever todas porque eram muitas. Mas teve três mulheres que chamaram muito minha atenção.
Denis, uma mulher de uns 38 ou 40 anos, era uma tia da Majo; a fantasia da família inteira, pelo menos de quem já pensou em cometer um incesto. Era loira, de traços finos, os olhos cor de mel, o corpo dela era um tributo à beleza, aquelas pernas grossas, bem torneadas, aqueles quadris largos mas sem serem deformados, um par de bundas generosas em tamanho, bem redondos e bem moldados, uns peitos grandes e no lugar, quase sempre expostos pela preferência que essa mulher tem por usar decotes. Ver ela sair do banho enrolada numa toalha, ou vê-la de pijama curto de manhã acabando de acordar, me fazia delirar, me esquentava pra caralho.
E aí tinham as primas Villamizar. Helena, de 20 anos, e Jenny, de 18. Eram irmãs e quase idênticas. As duas tinham cabelo cacheado, o da Helena um pouco mais escuro. As duas tinham uns peitos enormes, de coleção. Uns peitos que me faziam desejar que alguma delas, senão as duas, fosse daquelas mulheres liberadas que acham que usar sutiã é opressão. As duas eram magras, a Helena um pouco mais branca que a Jenny. Também combinavam em ter uma figura linda, um corpo que convidava direto a ser pegado pela cintura e percorrido de cima a baixo.
Sabia que tinha que me comportar, que não podia cometer outro erro. Pensava que com o tesão que essas três mulheres me davam, já teria o suficiente pra me divertir com a Majo. Obviamente, a gente tinha que ser discreto se quiséssemos causar uma boa impressão. Lamentava que a Laura e a Karla não estivessem lá, porque eram outra fonte de fantasia.
Durante o jantar, na primeira noite que passamos lá, foi impossível não ficar excitado olhando tantos decotes. Mal levantamos da mesa, levei a Majo pro nosso quarto tentando aliviar o tesão com ela. Mas a Majo dizia pra esperar até mais tarde, quando todo mundo já tivesse dormido. Eu tava que não aguentava mais e beijava o pescoço dela enquanto insistia. Mas a Majo tava firme na decisão, na verdade ela disse pra gente dar uma volta pela cidade e assim passar o tempo. Vendo que não tinha outra opção, aceitei. Entrei no banheiro e joguei um pouco de água fria pra baixar o tesão.
E aí a gente deu o passeio, voltamos e todo mundo já tava dormindo, mas a Majo insistiu de novo que era melhor deixar a trepada pra depois. Disse que tava com vergonha. peso na consciência se alguém nos ouvia, e é que a casa era propícia pra isso; o silêncio era sepulcral durante a noite. Eu tentava entender o que a Majo tava me dizendo, mas me sentia enganado, tava com muito tesão e não aceitava um não como resposta. Majo me convenceu de que o momento perfeito seria no dia seguinte; a gente levantaria cedo e entraria junto no banho. Me resignei e aceitei, afinal de contas, parecia que nada poderia dar errado.
O plano falhou. Acordamos mais ou menos às 10 da manhã e nessa altura já tinha acordado quase todo mundo que tava na casa. Falei pra Majo que de qualquer forma não importava se a gente fizesse naquela hora no chuveiro. Ela disse sem hesitar que não. "Tô totalmente focada em fazer toda a minha família acreditar que o nosso relacionamento vale a pena. Não quero levar puxão de orelha da Esperança ou da minha mãe se nos descobrirem. Tô te falando que a gente vai fazer quando for a hora, mas se não rolar, você tem que entender", disse Majo me fazendo entender que tava disposta a passar a semana inteira sem transar se fosse preciso. Fiquei puto com ela e falei, expliquei que elas teriam que entender que somos um casal e que em certos momentos a gente faz. "Mas não vamos fazer na cara delas, não quero que a Esperança pense que tô provocando", ela disse e saiu do quarto, também tava puta da vida.
Deitei pra dormir de novo, não tinha nada pra fazer naquele povoado, então o melhor era dormir. Acordei quase às 4 da tarde. Fui na cozinha pegar um copo d'água e lá encontrei o Juan Pablo, um tio da Majo. Ele me disse que todo mundo tinha saído e que ele tinha ficado em casa porque tava se sentindo meio doente.
Terminei de beber a água e subi de volta pro quarto pra continuar dormindo. Antes de deitar de novo, fui no banheiro e tava ocupado. Bati na porta pra ver se era o Juan Pablo, se tava bem e se ia demorar muito; mas não foi ele quem respondeu. Ao ouvir uma voz de Mulher, eu fiquei calado e não bati na porta de novo.
O Juan Pablo tinha me falado que todo mundo tinha ido embora, menos ele, mas parecia que mais alguém tinha ficado. Na hora, bateu uma vontade enorme de descobrir quem estava no banheiro. Veio na minha cabeça a imagem da Denis, da Helena ou da Jenny. Só de pensar que uma delas estava lá embaixo do chuveiro já me deixava com um tesão absurdo.
Corri pro meu quarto e comecei a procurar um espelho nas bolsas e nas malas da Majo. Achei um rapidinho e voltei correndo pro banheiro. Bem devagar, deslizei ele por baixo da porta pra poder espiar lá dentro.
E não é que minha fantasia se realizou? Era a Helena que estava tomando banho. O box não deixava ver o corpo dela com clareza, mas dava pra apreciar a silhueta toda molhada. Eu queria ver em alta definição as gotas escorrendo por aquele corpo gostoso. Tava completamente excitado, pensei em bater uma punheta enquanto via ela se lavar, não corria muito risco, afinal de contas tava sozinho na casa. Resolvi esperar ela terminar o banho e sair do box, tava obcecado em ver aquele corpo. Era arriscado deixar o espelho debaixo da porta quando ela saísse do chuveiro, mas eu tava disposto a arriscar tudo.
Tava totalmente focado em ver ela pelo espelho quando, de repente, senti alguém pegar no meu ombro. Me deu um pânico danado; hesitei em virar a cabeça, custou um monte fazer isso. Esperando o pior, virei a cabeça devagar pra ver quem era. Era a Jenny, a irmã dela. Antes que eu conseguisse falar qualquer coisa, ela disse: “Levanta”. Enquanto eu me levantava, ela não parava de olhar pra minha virilha.
— Cê gosta da minha irmã?
— Bom, cê tá vendo…
— Vem…
Ela pegou na minha mão e me levou pro meu quarto. Fechou a porta e disse: “Ela sempre come eles primeiro. Cê é namorado da Majo, né?... De qualquer forma, tô vendo que cê tá pronto pra fazer ela de corna. Já tinha te descartado porque achei que eram casados ou algo assim, mas vejo que não. Quero ganhar da minha irmã dessa vez… Cê me acha mais gostosa que ela? Pelo menos te atraio?”.
Não respondi nada ao monólogo da Jenny, só me aproximei dela e comecei a beijá-la, segurando com força aqueles peitões enormes por cima da blusa dela. Apertava eles um contra o outro. A gente se beijava com paixão e nossa respiração foi ficando ofegante sem a gente perceber. Dava pra ver que eu não era o único com um tesão reprimido; ela, sem pensar muito, enfiou a mão por dentro da minha calça e começou a acariciar meu pau. Pegava ele na mão e acariciava, de vez em quando balançava.
Sem dar tempo pra nada, fui tirando a blusa dela e soltando o sutiã, e a gente começou a se despir apressadamente. E assim que vi ela pelada, foi impossível segurar a vontade de comer a buceta dela. Fazia tempo que não ficava com uma de 18, e tava morrendo de vontade de chupar aquela buceta. Deslizava minha língua na buceta dela enquanto brincava delicadamente com um dedo lá dentro. Jenny me segurava forte pela cabeça e empurrava pra baixo. A buceta dela tava muito quente, e isso só aumentava minha excitação. Depois trocamos de papéis, foi ela quem começou a chupar meu pau. Tava meio cauteloso porque ela usava aparelho e era muito novinha, então pensei que podia me machucar. Mas a Jenny tinha muita técnica. O boquete dela durou uns dois minutos, aí ela tirou meu pau da boca e enfiou entre os peitos dela. Começou a se mexer e perguntava: “Cê tá gostando?”.
Não precisei responder; o líquido pré-seminal que saía do meu pau denunciava meu tesão danado. Jenny parou, foi até o lugar onde a calça dela tinha caído e pegou uma camisinha, colocou em mim e se deitou na cama abrindo as pernas. De novo tava cara a cara com aquela buceta deliciosa. Sem dar tempo pra nada, me aproximei e penetrei ela. Ainda tenho vivo na memória como aquela buceta ardia e Gemido que a Jenny soltou na hora da penetração. Comecei me movendo devagar, mas não durou muito porque Jenny pedia direto pra eu meter forte. Quando ela apertava minhas nádegas e me empurrava contra ela, minha excitação crescia e minha vontade de penetrá-la com força aumentava. Fui acelerando sem piedade, ficando louco ao ver os peitos dela balançando pra cima e pra baixo. De vez em quando eu agarrava eles com força, apertava entre minhas mãos e de repente olhava pra bunda dela; aquela bundinha pequena, mas bem redondinha e definida, e então levava minhas mãos pra lá. E voltava a ideia de ter aqueles peitos incríveis nas minhas mãos; e eu ficava confuso, sem conseguir decidir onde colocar as mãos. Ela esticava os lábios como quem queria me beijar, e bem na hora que eu me aproximava pra corresponder, virava o rosto. Essas provocações faziam aumentar minha vontade de comê-la com tudo. Chegou a hora em que senti que ia gozar, mas queria continuar; Jenny era uma sensação na cama.
Tive que parar. Deixei ela de lado por um momento e me deitei na cama. Ela se aproximou de mim e montou em cima. Sentir ela rebolando as cadeirinhas pequenas em cima de mim, com meu pau dentro dela, me fazia delirar. Depois começou a dar pulinhos em cima de mim, os peitos dela balançavam no mesmo ritmo até eu prender eles entre minhas mãos.
Jenny quase não gemia, mas quando gemia, despertava em mim a vontade de gozar; na real, eu tinha que me segurar, me esforçava pra caralho pra aguentar o máximo de tempo possível. Minhas mãos continuavam apertando os peitos dela e descobri que enquanto eu fizesse isso, o risco de gozar era iminente. Então peguei ela pela bunda e guiei os movimentos dela com minhas mãos. Aos poucos fui subindo minhas mãos até colocá-las nas costas dela e empurrei ela pra baixo, contra mim. Os peitos dela se espremiam contra meu peito; ela se sacudia em cima de mim com movimentos curtos, mas muito rápidos. A buceta dela era tão quente e o jeito dela de transar era tão bom que por um momento Pensei em tirar a camisinha e sentir ela no pelo, mas ainda bem que não fiz. Só bastou ela colocar os peitos na minha cara por uns 30 segundos pra provocar uma gozada que parecia não ter fim. Ela percebeu que eu tava gozando e por isso começou a rebolar com mais força, me olhando na cara enquanto eu sentia um orgasmo inesquecível e me dizia: "fala que você gostou".
Eu não falei nada, não tava em condições, ainda tentava voltar à realidade, sair daquele estado de prazer absoluto e paz. Fiquei olhando pra cara dela por uns segundos, ela tava corada; depois beijei ela.
Jenny se jogou na cama e disse: "que gostoso que é depois de transar, fico sempre tão relaxadinha...".
Levantei da cama e comecei a me vestir, de vez em quando parava pra beijar ela e garantir que isso ia rolar de novo. Ficava insistindo que ela tinha me marcado pra sempre, que essa tinha sido uma foda inesquecível e que a gente devia repetir em qualquer outra ocasião. Ela ainda pelada na cama me disse: "fica tranquilo que vai rolar de novo e da próxima vez vai ser melhor...Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram alterados pra proteger a identidade das pessoas.
Quem quiser fotos da protagonista desse relato é só me avisar.
DÉCIMA QUINTA PARTE: As irmãs VillamizarDepois de transar com a Jenny, a tesão não passou, na verdade eu tava com muito mais vontade de fazer de novo. De noite, já com a Majo na cama, quis ser carinhoso com ela, beijei ela por um tempão e depois insinuei que queria meter. Mas de novo ela insistiu pra eu esquecer isso, que a gente tinha que se comportar. Aí pensei que no dia seguinte ia dar uma surpresa pra Majo que ia fazer ela mudar de ideia de vez…
Twitter: @felodel2016
49 comentários - Cogí con mi novia, su madre y sus hermanas (Capítulo 14)
Disfrútalas!
Seguro está bien escrito tu correo?
En el correo me rebotan los mensajes que te envío...
Espero el próximo, genio
superpocholo@yahoo.com.ar
pelao_xd_13@hotmail.es
Saludos!!
Saludos!!
Las fotos las tenés en un rato en el correo
matibustamantejunin@gmail.com
Espero con mucha emoción el proximo capitulo
Ya te las envié
Gracias
Saludos!!
GuZman0522@hotmail.com
henrysharp77@gmail.com
Mi correo es enzocastellan777@gmail.com