Naquela mesma noite, mandei as fotos por e-mail. Daí a pouco chegou um SMS:
Mariana – minha irmã tá desesperada, me mostrou as fotos, não sabe o que fazer.
Eu – ótimo, era o que a gente queria, né?
Mariana – sim, já falta pouco pra você aplicar nela o mesmo tratamento que em mim kkkk
Eu – sim, sua puta. Amanhã não desce, vou aí.
Na manhã seguinte, desci e abri a porta com minhas chaves, fui direto pro quarto da Ana, que tava dormindo pelada. Tirei a pica da calça e passei no rosto dela, como se tivesse pintando, parando nos lábios, nos olhos, perto do nariz, pra ela sentir o cheiro. Ana abriu a boca instintivamente e engoliu a cabeça da pica de uma vez; o calor daquela boca fez minha pica chegar no máximo em segundos. Ana se ajeitou e engoliu meia pica de uma vez, as mãos dela perdidas entre as pernas, e pelo movimento do braço tava se masturbando pra caralho. Ainda não tinha aberto os olhos e já tava chupando pica; esse pensamento me deu uma graça.
Do mesmo jeito que cheguei, fui embora deixando ela toda molhada. Entrei de fininho no quarto da Mariana, repeti a mesma operação que com a Ana, só que a Mariana abriu bem os olhos e, sentando na cama, me agarrou pelos lados da cintura e devorou mais de meia pica de uma só vez.
Eu – puta, fica de quatro que vou comer essa bunda linda que você tem – falei murmurando.
Mariana – passa lubrificante, senão vai doer.
Eu – não vai precisar – e enfiei de uma vez até o fundo da buceta, que quase escorria de tesão. Mariana afundava a cara no travesseiro pra não deixar os gemidos escaparem.
Dei umas várias estocadas, só se ouvia o som dos nossos corpos se chocando. Tirei e enfiei dois dedos até o fundo, Mariana tapou o rosto de novo e um gemido forte e abafado saiu da garganta dela. Com os dedos molhados dos fluidos dela, enfiei no cu dela, devagar; não queria machucar. Parece que minha puta Ela tinha gostado da estimulação anal, porque em poucos minutos teve um orgasmo, só se contorcia; fazia um esforço danado pra não soltar nenhum som.
Enfiei a ponta da pica no cu dela e comecei a forçar a entrada, foi mais fácil do que quando a desvirginei, mas Mariana não disse nada, já tava se acostumando a receber pica no cu. Meti tudo, até minhas bolas baterem na bunda dela, foi de uma só vez, não bruta, mas suave, sem parar. Quando tava tudo dentro, agarrei na cintura dela e apertei com força, não sei o que queria enfiar, se já não sobrava nada.
Comecei com os movimentos, primeiro devagar, até que Mariana começou a rebolar em círculos, me deixando louco com as sensações, literalmente tava remexendo as entranhas dela. Isso atiçou minha putaria e eu me mexi sem dó, fazendo muito barulho, minha respiração ofegante e o choque dos corpos era a única coisa que se ouvia no quarto.
Todos esses sons tiveram o efeito desejado, o de acordar a Marina, que acendeu a luz do criado-mudo e nos viu.
Marina – que... que cê tá fazendo com a minha irmã?
Mariana – o que vai ser? Tá arrombando meu cu, puritana de merda!
Marina – vou contar pra mamãe – e saiu correndo do quarto em direção ao da mãe.
Mariana – te falei que minha irmãzinha era santinha, igual ao meu pai.
Eu – igual a quem??
Mariana – que o cuck hahahahahahahaha
Mariana continuava com aquele movimento enlouquecedor, até que não aguentei mais e soltei uma porra bem gostosa dentro do cu dela.
Mariana – aaaaaaai como eu sinto você, sua porra, tá me queimando viva, aaaahhhhhh que vontade que cê tava de me comer uffff, continua enfiando que eu também já vou gozar.
Fiel ao pedido dela, continuei me mexendo, cravando a pica, enquanto sentia que aos poucos ia perdendo a dureza, até que Mariana teve o orgasmo dela. Dessa vez, gritou bem alto pra todo mundo na casa ouvir.
Desabei na cama, Mariana se deitou do meu lado, os fios da franja grudados na testa. a testa por causa do suor do esforço. Em poucos minutos, Marina e Ana entraram pela porta, as duas com cara de raiva.
Ana – filho da puta, o que você tá fazendo com a minha filha?
Eu – acabei de comer ela e deixar o cu dela bem cheio de porra – falei, igualmente sério.
Marina olhava, meio satisfeita por ter nos dedurado, e pelo canto do olho não perdia detalhe da minha pica, que não tava totalmente mole, queria continuar a festa.
Ana – e você acha bonito me deixar aqui cheia de vontade de transar? Você me prometeu arrombar meu cu também.
A cara de Marina era um poema, os olhos arregalados feito pratos, olhando pra mãe, que, sem se importar que minha pica tinha acabado de estar no cu da filha dela minutos antes, começou a me chupar, tentando reanimar ela.
Marina saiu do choque e falou:
Marina – pe...pera aí, mãe, o que você tá fazendo?
Ana – não tá vendo, filha? Chupando a pica do vizinho, pra depois ele arrombar meu cu, igual arrombou o da sua irmã.
Marina – o que você fez com elas, o que deu pra elas? Essa não pode ser minha mãe. Ela tava vermelha de raiva.
Eu – olha aqui, Marinha, que parte disso tudo você não entendeu? Eu dou o que elas querem. Sua irmã, eu iniciei nos prazeres do sexo, e sua mãezinha, eu dou o que seu pai nunca deu pra ela, um pouco do prazer que ele sempre negou. Do que você tá se espantando?
Marina – meu pai tem que saber disso.
Eu – bom, aqui tá o telefone, liga pra ele e conta, mas todos os seus amigos vão ver as fotos e o vídeo maravilhoso que eu tenho. Em alguns dias, você vai ser a virgem mais puta do mundo.
Marina – não, você não pode fazer isso comigo.
Ana – por que não? Eu vou dizer que tudo é mentira sua, pra encobrir as putarias que você fez com sua irmã.
Marina – quêeeee?
Eu – já sabe, ou me obedece em tudo ou sua vida acaba. Pelo que conversei com seu pai, ele é bem contra relações homossexuais.
Marina – isso não pode estar acontecendo comigo – disse quase chorando.
Eu – aqui tudo é muito Fácil, tu tem duas opções: ou continuar sendo uma mulher bonita que fica se punhetando escondida, ou se abrir pro prazer do sexo.
Mariana – mana, eu pensava igual a você e agora não consigo ficar sem essa porra gostosa dentro de mim. – disse pegando no meu pau pela base e apertando pra deixar ele pronto pro segundo round.
Eu – vai pro quarto da sua mãe, termino de comer as duas e vou falar com você.
Tinha certeza que com o que ela tinha visto, tinha ficado com tesão, a genética das irmãs não era tão diferente, e se ela é como minha puta diz, que fica se masturbando o dia inteiro, Marina era tão sexual quanto a irmã dela. Ana tava que não aguentava mais, enquanto Mariana me chupava, ela enfiava dois dedos até os nós na própria buceta.
Eu – Mariana, por que você não dá uma ajudinha pra sua mãe? Parece que ela tá precisando, além disso, eu tenho que ir falar com sua irmã.
Mariana, sem dizer nada, soltou meu pau e foi pro lado da mãe dela, com muita suavidade pegou a mão da mãe e tirou da buceta dela, e levou até a boca, chupando todos os sucos que a buceta materna destilava. Os dedos de Mariana já estavam entrando na buceta da mãe dela, enquanto mordia o mamilo dela, Ana se contorceu de prazer. Saí do quarto sem me importar de estar pelado, no quarto de casal estava Marina, chorando:
Eu – pelo que vejo, tu tem duas opções: abrir a boca e virar uma puta, ou simplesmente provar as delícias do sexo, como cê vê, sua irmãzinha e sua mãe tão felizes por terem provado.
Marina – não sei, é muito forte tudo isso, não reconheço nenhuma das duas. – disse mais calma.
Daqui a pouco toca o telefone, era o Manuel que tava chegando, então me vesti, subi pro meu apartamento e fui pro trabalho.
Minha chefe me chamou no escritório dela, tinha outro trabalho importante pra mim, a gente conversou um tempão, depois que terminou, deleguei as tarefas, fiquei na minha por um bom tempo, até que deu a hora de sair.
Cheguei no prédio e cruzei com o Manuel:
Eu – fala Manuel, beleza?
Manuel – de boa, cheguei de viagem meio cansado, mas faz parte do trampo.
Eu – é mesmo, faz uns dias que não te vejo.
A gente se cumprimentou e cada um seguiu seu rumo, entrei no meu apê e lá estava minha putinha me esperando, sem me deixar largar a maleta, ela arrancou minha calça e baixou junto com a cueca, sem me deixar respirar, enfiou meu pau inteiro na boca, dando umas chupadas muito fortes, como se quisesse arrancar ele pela raiz.
Eu – calma, putinha, tá tão desesperada assim?
Mariana – mmmmfff, não temos muito tempo, o corno tá de olho na gente.
Minha putinha não me dava trégua e eu não aguentei muito tempo com aquela chupada de pau que ela tava me dando; segurei a cabeça dela firme com as duas mãos e deixei ela parada, fazendo força, o nariz dela encostou na minha virilha, e comecei a meter na boca dela, o corpo todo tremia, até que vários jatos de porra foram direto pro estômago da Mariana, lágrimas enormes escorriam pelo rosto dela.
Mariana – ufa, que forte, nunca tinha feito assim comigo, custei a engolir, mas gostei, senti a porra enchendo minha barriga.
Eu – putinha, se continuar assim, vai acabar me matando.
Mariana – vou embora, senão o corno vai perguntar por mim.
Naquela tarde/noite na casa dos vizinhos ia ter muita atividade, então a Ana preparou o jantar cedo e deu pro marido dois comprimidinhos pra dormir que ela usava quando o estresse batia. Não passou vinte minutos e o Manuel avisou que ia dormir, mal encostou a cabeça no travesseiro, apagou num sono profundo.
As três mulheres estavam livres pra fazer o que quisessem, sem esperar, foram pro quarto das "meninas".
Mariana – então, irmãzinha, vai fazer o que a gente mandar?
Marina – vocês são umas putas, não vou entrar nesse jogo! – falou bem irritada
Ana – claro que vai, já tá no jogo, ou esqueceu do vídeo de vocês duas? O Juan tem, se a gente não mandar um SMS, Amanhã ela vai falar com seu pai que vocês precisam conversar. Você sabe que seu pai, melhor dizendo, o corno do seu pai confia nele. Se não, como você acha que aquele castrador ia deixar um cara como Juan entrar nessa casa cheia de bucetas?
Mariana – o que acontece é que o corno acredita no celibato – disse rindo
Ana pegou o celular e olhou pra Marina.
Ana – E aí, o que a gente faz?
Marina olhava pra elas. Tremia. – O que eu deveria fazer? Não vou deixar o Juan me… estuprar...
Mariana – Claro que não, irmãzinha, não vai precisar, mas você vai entrar no jogo pra garantir que não vai abrir a boca.
Marina – Tá bom, mas nada de transar com o Juan, me dá nojo, e muito menos chupar aquilo!
Ana – Aquilo?
Mariana – O pau dele, a coitada tem dificuldade de falar.
Ana – Kkkk, sim, ok, nada de “aquilo”.
Marina – Prometido?
Mariana – Claro! Como a gente ia deixar você ser comida sem você concordar?
Marina – E agora, o que a gente faz?
Ana – Tira a roupa.
Marina – Pra quê?
A gente vai tirar umas fotos com o celular da sua irmã, todas peladas. Ela vai guardar como garantia, você confia na sua irmã, né?
Marina – Sim, mais ou menos.
Ana – Beleza, todo mundo nu.
As três ficaram peladas num segundo, Marina olhou pras duas nuas, com as bucetinhas molhadas, e devagar tirou a roupa. Quando estavam todas nuas, Mariana tirou umas fotos com o celular e mandou na hora pra mim.
Mariana – Fiquem mais juntas –
Ana passou um braço pelos ombros de Marina e puxou ela, deixando os peitos das duas se tocando.
Ana – agora vocês duas.
Mariana, que tinha ocupado o lugar da mãe, agarrou um peito da irmã e sorriu pra câmera. Marina não sabia onde se meter.
Ana – Beleza, fiquem de cócoras… isso, agora abre as pernas. Nossa, quanta gente pagaria pra ver essas duas bucetas, Marina, a sua tá ficando molhada, olha como brilha na foto.
Marina – não sei como fazer isso parar, mas não consigo me segurar…
Mariana – isso aí O que não se deve fazer é se segurar, no final você acaba frustrada. Olha pra nossa mãe, o tempo que ela levou pra descobrir o prazer do sexo.
Ana – Por homens como seu pai, que são incapazes de ver o quanto você tá gostosa, chupar você e te foder como a mulher deles, e no fim são uns inúteis na cama.
Marina – Foi isso que aconteceu com você? Por isso que deixa o Juan fazer essas coisas?
Ana – Filha, o que o Juan faz comigo não tem nome.
Marina – Mas você teve a gente com o Manuel! Ou não somos filhas dele?
Ana – Sim, sim, somos, mas não é a mesma coisa engravidar do que transar. Você vai descobrir quando ficar na vontade e passar o dia todo no chuveiro enfiando os dedos, igual agora. Aí você vai me ligar e pedir pra eu mandar o Juan.
Marina – Acho que não.
Ana – Você tem um corpo incrível.
Marina – Não sei o que dizer.
Ana – Fala obrigada.
Marina – Obrigada.
Mariana desceu os ombros dela e agarrou um peito. Ana, vendo isso, agarrou o outro. As duas massageavam os seios dela.
Marina suspirava – Não, por favor...
Mariana – Shhh, calma, isso faz parte do trato.
Marina – Mas... eu não...
Mariana – Calma, irmãzinha, não é bom fazer sempre sozinha.
Marina não disse mais nada. As duas mulheres tocavam as partes íntimas dela, coagiam ela, estavam fotografando e ela não podia fazer nada pra evitar.
Ana foi descendo as mãos e passou o polegar, fazendo questão que Marina sentisse a aspereza dele no clitóris. Marina suspirava. Num dado momento, as duas se olharam. Mariana se inclinou e colocou um mamilo na boca. Ana se inclinou e colou a boca na buceta de Marina. Ela deu um sobressalto, mas duas bocas sugando ela era demais. As duas iam bem devagar, não queriam que acabasse ainda. Davam longas lambidas, esticavam os mamilos, amassavam os peitos.
Ana estava se divertindo como uma louca. Enquanto chupava a buceta, enfiava os dedos na própria. A temperatura do quarto subia. Ana também passava a língua no cu de Marina. Ela gemia. um respingo cada vez que eu percebia, mas ela não se mexia, só gemia.
Em uns 10 minutos, a Ana disfarçadamente me mandou um SMS: "Pronta". Sem perder tempo, desci e entrei no apê das minhas putinhas como se fosse minha casa. Entrei no quarto e a Marina estava com o olhar perdido, o prazer que estavam dando era demais pra ela. Ela me olhou com surpresa e medo. Me aproximei, a Mariana e a Ana seguraram as mãos e os tornozelos dela pra que não conseguisse fechar as pernas, eu me aproximei.
Eu – Olha a santinha.
Marina – O que ele tá fazendo aqui?
Ana – Essa puta tá uma delícia, amor, não para de escorrer, olha que buceta bonita que ela tem.
Olhei, acariciei com uma mão, os lábios dela eram muito macios, tava encharcada, entre os fluidos dela e a saliva da Ana…
Mariana – Minha irmãzinha pobre é virgem, amor, temos que resolver isso, né?
Marina – Não, por favor.
Mariana – Sshhh, calma, isso ia acontecer de qualquer jeito, só que você não esperava com quem.
A Ana abaixou minha calça, enfiou meu pau na boca por um segundo, e tirando, colocou bem na entrada da buceta da Marina, foi mexendo até que a ponta tivesse bem no buraquinho dela, sentia o calor saindo da buceta dela.
Eu – Olha, não posso deixar você sair daqui sabendo o que sabe.
Marina – Mas você tem as fotos, a Mariana tem, deixa ela te dar, não tô nem aí.
Mariana – Hahaha, fotos? Dar pra ele? Eram pra isso, idiota, e vê aquilo ali em cima da estante? É uma câmera de vídeo, gravamos tudo, e o que vamos gravar agora.
Marina – O que vocês vão gravar?
Mariana – Sua desvirginada.
Marina – Não!
Mariana – Calma, a minha também tá, é pro álbum de família, já te contamos.
Empurrei um pouco, a cabeça do meu pau entrou na buceta dela, ela arregalou os olhos, mais um empurrão e cheguei no hímem dela. Ela tentava se afastar, mas não conseguia.
Eu – Sshhh, quieta, putinha, se você se mexer pro lado errado, vai romper. Comecei a tirar e botar meu pau devagar, parando bem no limite. Mariana e Ana voltaram a chupar os peitos delas, e Ana se masturbava encostada. Marina estava excitada, balançava a cabeça negando, mas a buceta dela soltava líquido sem parar.
Olhei pra ela, segurei a cintura dela e tirei meu pau.
Eu – Olha pra mim!
Eu – Te faço a mesma proposta que fiz pra sua irmã: se quiser, a gente para por aqui. Você ainda é virgem, e tudo que eu tenho fica como garantia pra você não falar nada. Mas se quiser que eu te desvirgue, me pede.
Ela me olhava, segurando a respiração.
Marina – Eu não devia, mas é tão gostoso.
Me posicionei e passei o pau inteiro no clitóris dela, me mexendo como se já tivesse metendo.
Eu – E aí?
Marina – Mete logo, não aguento mais, ahhh, vai.
Enfiei o pau na entrada e empurrei, cheguei no hímem. Ela sentiu a pressão naquela barreira.
Eu – Continuo?
Marina – Siiiiiiiiim, ahhhhhhh.
Fiz mais força e a buceta dela cedeu. Marina fechou os olhos com força. Fiquei parado um instante, esperando ela abrir os olhos. Quando abriu, empurrei tudo pra dentro. Ela soltou um gemido longo. Mariana e Ana chupavam os peitos da minha nova putinha, levando ela ao primeiro orgasmo com um pau.
Eu – Já é minha putinha!
Apertava os peitos dela, metia com força, tirava o pau e enfiava de novo. Ela suspirava, duas lágrimas escorreram dos olhos, mas tava excitada. Continuei comendo ela por uns minutos. Mariana e Ana sussurravam no ouvido dela.
Mariana – Já é uma putinha, irmãzinha!
Ana – Isso, a putinha do dono.
Mariana – Quem diria que você era tão puta!
Marina – Vo... Vocês me obrigaram... ahhhhhh, não aguento mais.
Eu – Quê isso? Te obrigaram? Se você mesma tá se empurrando sozinha. Olha pra você, se enfiando no meu pau até o talo.
Marina olhou pra baixo e viu que era ela mesma que tava se movendo pra frente e pra trás. Meu pau tinha uns restinhos de sangue, mas a quantidade de lubrificação que ela soltava... se dissolvia. Continuava se movendo, até que não aguentou mais, levantou as pernas e as cruzou nas minhas costas, me puxando pra dentro e enfiando meu estilete até o fundo, me abraçou e, colocando a cabeça no meu ombro, me mordeu pra abafar o orgasmo dela.
Nos momentos de maior prazer, a dor aumenta, então a mordida que ela me deu me deixou à beira do meu próprio gozo. Tirei de dentro da Marina e a Ana, num movimento muito rápido, colocou na boca dela e me deu longos chupões.
Meu gozo foi tão intenso que minhas pernas ficaram tremendo. Olhei pra Ana e ela me leu como um livro aberto, se levantou, pegou a filha pelos lados do rosto e deu um beijão nela, pra passar toda a minha semente pra recém-inaugurada putinha.
Marina arregalou os olhos e tentou se afastar, mas a Ana a obrigou a ficar. Quando a Ana se separou, tapou a boca dela.
Ana – Não, minha filha, esse elixir não é pra cuspir, é pra tomar, tudo, não desperdiça, olha que eu fiz um puta esforço pra te dar e não engolir eu mesma.
Mariana – Vai, burra, engole, vai ver que gostoso que é.
Marina – Mmmmmmmm mmmmmmmmmmmm
Eu – Ana, solta ela, é decisão dela. Se ela cuspir, vou ter que castigar ela; agora, se escolher engolir, vai ganhar um prêmio.
Como eu imaginava, Marina cuspiu e, com o braço, limpou a boca. Me olhava, mas não com ódio nos olhos, e sim com um pouco de medo.
Eu – Bom, você tomou sua decisão, então amanhã à tarde você vai lá em casa pra receber seu castigo.
Marina – Pe... Mas eu... É que...
Mariana – Cala a boca, burra, como é que você teve a coragem de jogar fora?
Ana – Que desperdício – e se abaixou pra, com a mão, juntar o máximo que pôde do chão e engolir – que delícia.
Eu – Bom, meninas, vou deixar vocês. Nos vemos amanhã, putinha.
Dei um beijo em cada uma. Marina, surpreendentemente, respondeu, então aproveitei pra enfiar minha língua na boca dela. Já tava mais dócil a nova putinha. Cheguei no meu apartamento e ele tava literalmente destruído; então dormir não me custou nada………
Mariana – minha irmã tá desesperada, me mostrou as fotos, não sabe o que fazer.
Eu – ótimo, era o que a gente queria, né?
Mariana – sim, já falta pouco pra você aplicar nela o mesmo tratamento que em mim kkkk
Eu – sim, sua puta. Amanhã não desce, vou aí.
Na manhã seguinte, desci e abri a porta com minhas chaves, fui direto pro quarto da Ana, que tava dormindo pelada. Tirei a pica da calça e passei no rosto dela, como se tivesse pintando, parando nos lábios, nos olhos, perto do nariz, pra ela sentir o cheiro. Ana abriu a boca instintivamente e engoliu a cabeça da pica de uma vez; o calor daquela boca fez minha pica chegar no máximo em segundos. Ana se ajeitou e engoliu meia pica de uma vez, as mãos dela perdidas entre as pernas, e pelo movimento do braço tava se masturbando pra caralho. Ainda não tinha aberto os olhos e já tava chupando pica; esse pensamento me deu uma graça.
Do mesmo jeito que cheguei, fui embora deixando ela toda molhada. Entrei de fininho no quarto da Mariana, repeti a mesma operação que com a Ana, só que a Mariana abriu bem os olhos e, sentando na cama, me agarrou pelos lados da cintura e devorou mais de meia pica de uma só vez.
Eu – puta, fica de quatro que vou comer essa bunda linda que você tem – falei murmurando.
Mariana – passa lubrificante, senão vai doer.
Eu – não vai precisar – e enfiei de uma vez até o fundo da buceta, que quase escorria de tesão. Mariana afundava a cara no travesseiro pra não deixar os gemidos escaparem.
Dei umas várias estocadas, só se ouvia o som dos nossos corpos se chocando. Tirei e enfiei dois dedos até o fundo, Mariana tapou o rosto de novo e um gemido forte e abafado saiu da garganta dela. Com os dedos molhados dos fluidos dela, enfiei no cu dela, devagar; não queria machucar. Parece que minha puta Ela tinha gostado da estimulação anal, porque em poucos minutos teve um orgasmo, só se contorcia; fazia um esforço danado pra não soltar nenhum som.
Enfiei a ponta da pica no cu dela e comecei a forçar a entrada, foi mais fácil do que quando a desvirginei, mas Mariana não disse nada, já tava se acostumando a receber pica no cu. Meti tudo, até minhas bolas baterem na bunda dela, foi de uma só vez, não bruta, mas suave, sem parar. Quando tava tudo dentro, agarrei na cintura dela e apertei com força, não sei o que queria enfiar, se já não sobrava nada.
Comecei com os movimentos, primeiro devagar, até que Mariana começou a rebolar em círculos, me deixando louco com as sensações, literalmente tava remexendo as entranhas dela. Isso atiçou minha putaria e eu me mexi sem dó, fazendo muito barulho, minha respiração ofegante e o choque dos corpos era a única coisa que se ouvia no quarto.
Todos esses sons tiveram o efeito desejado, o de acordar a Marina, que acendeu a luz do criado-mudo e nos viu.
Marina – que... que cê tá fazendo com a minha irmã?
Mariana – o que vai ser? Tá arrombando meu cu, puritana de merda!
Marina – vou contar pra mamãe – e saiu correndo do quarto em direção ao da mãe.
Mariana – te falei que minha irmãzinha era santinha, igual ao meu pai.
Eu – igual a quem??
Mariana – que o cuck hahahahahahahaha
Mariana continuava com aquele movimento enlouquecedor, até que não aguentei mais e soltei uma porra bem gostosa dentro do cu dela.
Mariana – aaaaaaai como eu sinto você, sua porra, tá me queimando viva, aaaahhhhhh que vontade que cê tava de me comer uffff, continua enfiando que eu também já vou gozar.
Fiel ao pedido dela, continuei me mexendo, cravando a pica, enquanto sentia que aos poucos ia perdendo a dureza, até que Mariana teve o orgasmo dela. Dessa vez, gritou bem alto pra todo mundo na casa ouvir.
Desabei na cama, Mariana se deitou do meu lado, os fios da franja grudados na testa. a testa por causa do suor do esforço. Em poucos minutos, Marina e Ana entraram pela porta, as duas com cara de raiva.
Ana – filho da puta, o que você tá fazendo com a minha filha?
Eu – acabei de comer ela e deixar o cu dela bem cheio de porra – falei, igualmente sério.
Marina olhava, meio satisfeita por ter nos dedurado, e pelo canto do olho não perdia detalhe da minha pica, que não tava totalmente mole, queria continuar a festa.
Ana – e você acha bonito me deixar aqui cheia de vontade de transar? Você me prometeu arrombar meu cu também.
A cara de Marina era um poema, os olhos arregalados feito pratos, olhando pra mãe, que, sem se importar que minha pica tinha acabado de estar no cu da filha dela minutos antes, começou a me chupar, tentando reanimar ela.
Marina saiu do choque e falou:
Marina – pe...pera aí, mãe, o que você tá fazendo?
Ana – não tá vendo, filha? Chupando a pica do vizinho, pra depois ele arrombar meu cu, igual arrombou o da sua irmã.
Marina – o que você fez com elas, o que deu pra elas? Essa não pode ser minha mãe. Ela tava vermelha de raiva.
Eu – olha aqui, Marinha, que parte disso tudo você não entendeu? Eu dou o que elas querem. Sua irmã, eu iniciei nos prazeres do sexo, e sua mãezinha, eu dou o que seu pai nunca deu pra ela, um pouco do prazer que ele sempre negou. Do que você tá se espantando?
Marina – meu pai tem que saber disso.
Eu – bom, aqui tá o telefone, liga pra ele e conta, mas todos os seus amigos vão ver as fotos e o vídeo maravilhoso que eu tenho. Em alguns dias, você vai ser a virgem mais puta do mundo.
Marina – não, você não pode fazer isso comigo.
Ana – por que não? Eu vou dizer que tudo é mentira sua, pra encobrir as putarias que você fez com sua irmã.
Marina – quêeeee?
Eu – já sabe, ou me obedece em tudo ou sua vida acaba. Pelo que conversei com seu pai, ele é bem contra relações homossexuais.
Marina – isso não pode estar acontecendo comigo – disse quase chorando.
Eu – aqui tudo é muito Fácil, tu tem duas opções: ou continuar sendo uma mulher bonita que fica se punhetando escondida, ou se abrir pro prazer do sexo.
Mariana – mana, eu pensava igual a você e agora não consigo ficar sem essa porra gostosa dentro de mim. – disse pegando no meu pau pela base e apertando pra deixar ele pronto pro segundo round.
Eu – vai pro quarto da sua mãe, termino de comer as duas e vou falar com você.
Tinha certeza que com o que ela tinha visto, tinha ficado com tesão, a genética das irmãs não era tão diferente, e se ela é como minha puta diz, que fica se masturbando o dia inteiro, Marina era tão sexual quanto a irmã dela. Ana tava que não aguentava mais, enquanto Mariana me chupava, ela enfiava dois dedos até os nós na própria buceta.
Eu – Mariana, por que você não dá uma ajudinha pra sua mãe? Parece que ela tá precisando, além disso, eu tenho que ir falar com sua irmã.
Mariana, sem dizer nada, soltou meu pau e foi pro lado da mãe dela, com muita suavidade pegou a mão da mãe e tirou da buceta dela, e levou até a boca, chupando todos os sucos que a buceta materna destilava. Os dedos de Mariana já estavam entrando na buceta da mãe dela, enquanto mordia o mamilo dela, Ana se contorceu de prazer. Saí do quarto sem me importar de estar pelado, no quarto de casal estava Marina, chorando:
Eu – pelo que vejo, tu tem duas opções: abrir a boca e virar uma puta, ou simplesmente provar as delícias do sexo, como cê vê, sua irmãzinha e sua mãe tão felizes por terem provado.
Marina – não sei, é muito forte tudo isso, não reconheço nenhuma das duas. – disse mais calma.
Daqui a pouco toca o telefone, era o Manuel que tava chegando, então me vesti, subi pro meu apartamento e fui pro trabalho.
Minha chefe me chamou no escritório dela, tinha outro trabalho importante pra mim, a gente conversou um tempão, depois que terminou, deleguei as tarefas, fiquei na minha por um bom tempo, até que deu a hora de sair.
Cheguei no prédio e cruzei com o Manuel:
Eu – fala Manuel, beleza?
Manuel – de boa, cheguei de viagem meio cansado, mas faz parte do trampo.
Eu – é mesmo, faz uns dias que não te vejo.
A gente se cumprimentou e cada um seguiu seu rumo, entrei no meu apê e lá estava minha putinha me esperando, sem me deixar largar a maleta, ela arrancou minha calça e baixou junto com a cueca, sem me deixar respirar, enfiou meu pau inteiro na boca, dando umas chupadas muito fortes, como se quisesse arrancar ele pela raiz.
Eu – calma, putinha, tá tão desesperada assim?
Mariana – mmmmfff, não temos muito tempo, o corno tá de olho na gente.
Minha putinha não me dava trégua e eu não aguentei muito tempo com aquela chupada de pau que ela tava me dando; segurei a cabeça dela firme com as duas mãos e deixei ela parada, fazendo força, o nariz dela encostou na minha virilha, e comecei a meter na boca dela, o corpo todo tremia, até que vários jatos de porra foram direto pro estômago da Mariana, lágrimas enormes escorriam pelo rosto dela.
Mariana – ufa, que forte, nunca tinha feito assim comigo, custei a engolir, mas gostei, senti a porra enchendo minha barriga.
Eu – putinha, se continuar assim, vai acabar me matando.
Mariana – vou embora, senão o corno vai perguntar por mim.
Naquela tarde/noite na casa dos vizinhos ia ter muita atividade, então a Ana preparou o jantar cedo e deu pro marido dois comprimidinhos pra dormir que ela usava quando o estresse batia. Não passou vinte minutos e o Manuel avisou que ia dormir, mal encostou a cabeça no travesseiro, apagou num sono profundo.
As três mulheres estavam livres pra fazer o que quisessem, sem esperar, foram pro quarto das "meninas".
Mariana – então, irmãzinha, vai fazer o que a gente mandar?
Marina – vocês são umas putas, não vou entrar nesse jogo! – falou bem irritada
Ana – claro que vai, já tá no jogo, ou esqueceu do vídeo de vocês duas? O Juan tem, se a gente não mandar um SMS, Amanhã ela vai falar com seu pai que vocês precisam conversar. Você sabe que seu pai, melhor dizendo, o corno do seu pai confia nele. Se não, como você acha que aquele castrador ia deixar um cara como Juan entrar nessa casa cheia de bucetas?
Mariana – o que acontece é que o corno acredita no celibato – disse rindo
Ana pegou o celular e olhou pra Marina.
Ana – E aí, o que a gente faz?
Marina olhava pra elas. Tremia. – O que eu deveria fazer? Não vou deixar o Juan me… estuprar...
Mariana – Claro que não, irmãzinha, não vai precisar, mas você vai entrar no jogo pra garantir que não vai abrir a boca.
Marina – Tá bom, mas nada de transar com o Juan, me dá nojo, e muito menos chupar aquilo!
Ana – Aquilo?
Mariana – O pau dele, a coitada tem dificuldade de falar.
Ana – Kkkk, sim, ok, nada de “aquilo”.
Marina – Prometido?
Mariana – Claro! Como a gente ia deixar você ser comida sem você concordar?
Marina – E agora, o que a gente faz?
Ana – Tira a roupa.
Marina – Pra quê?
A gente vai tirar umas fotos com o celular da sua irmã, todas peladas. Ela vai guardar como garantia, você confia na sua irmã, né?
Marina – Sim, mais ou menos.
Ana – Beleza, todo mundo nu.
As três ficaram peladas num segundo, Marina olhou pras duas nuas, com as bucetinhas molhadas, e devagar tirou a roupa. Quando estavam todas nuas, Mariana tirou umas fotos com o celular e mandou na hora pra mim.
Mariana – Fiquem mais juntas –
Ana passou um braço pelos ombros de Marina e puxou ela, deixando os peitos das duas se tocando.
Ana – agora vocês duas.
Mariana, que tinha ocupado o lugar da mãe, agarrou um peito da irmã e sorriu pra câmera. Marina não sabia onde se meter.
Ana – Beleza, fiquem de cócoras… isso, agora abre as pernas. Nossa, quanta gente pagaria pra ver essas duas bucetas, Marina, a sua tá ficando molhada, olha como brilha na foto.
Marina – não sei como fazer isso parar, mas não consigo me segurar…
Mariana – isso aí O que não se deve fazer é se segurar, no final você acaba frustrada. Olha pra nossa mãe, o tempo que ela levou pra descobrir o prazer do sexo.
Ana – Por homens como seu pai, que são incapazes de ver o quanto você tá gostosa, chupar você e te foder como a mulher deles, e no fim são uns inúteis na cama.
Marina – Foi isso que aconteceu com você? Por isso que deixa o Juan fazer essas coisas?
Ana – Filha, o que o Juan faz comigo não tem nome.
Marina – Mas você teve a gente com o Manuel! Ou não somos filhas dele?
Ana – Sim, sim, somos, mas não é a mesma coisa engravidar do que transar. Você vai descobrir quando ficar na vontade e passar o dia todo no chuveiro enfiando os dedos, igual agora. Aí você vai me ligar e pedir pra eu mandar o Juan.
Marina – Acho que não.
Ana – Você tem um corpo incrível.
Marina – Não sei o que dizer.
Ana – Fala obrigada.
Marina – Obrigada.
Mariana desceu os ombros dela e agarrou um peito. Ana, vendo isso, agarrou o outro. As duas massageavam os seios dela.
Marina suspirava – Não, por favor...
Mariana – Shhh, calma, isso faz parte do trato.
Marina – Mas... eu não...
Mariana – Calma, irmãzinha, não é bom fazer sempre sozinha.
Marina não disse mais nada. As duas mulheres tocavam as partes íntimas dela, coagiam ela, estavam fotografando e ela não podia fazer nada pra evitar.
Ana foi descendo as mãos e passou o polegar, fazendo questão que Marina sentisse a aspereza dele no clitóris. Marina suspirava. Num dado momento, as duas se olharam. Mariana se inclinou e colocou um mamilo na boca. Ana se inclinou e colou a boca na buceta de Marina. Ela deu um sobressalto, mas duas bocas sugando ela era demais. As duas iam bem devagar, não queriam que acabasse ainda. Davam longas lambidas, esticavam os mamilos, amassavam os peitos.
Ana estava se divertindo como uma louca. Enquanto chupava a buceta, enfiava os dedos na própria. A temperatura do quarto subia. Ana também passava a língua no cu de Marina. Ela gemia. um respingo cada vez que eu percebia, mas ela não se mexia, só gemia.
Em uns 10 minutos, a Ana disfarçadamente me mandou um SMS: "Pronta". Sem perder tempo, desci e entrei no apê das minhas putinhas como se fosse minha casa. Entrei no quarto e a Marina estava com o olhar perdido, o prazer que estavam dando era demais pra ela. Ela me olhou com surpresa e medo. Me aproximei, a Mariana e a Ana seguraram as mãos e os tornozelos dela pra que não conseguisse fechar as pernas, eu me aproximei.
Eu – Olha a santinha.
Marina – O que ele tá fazendo aqui?
Ana – Essa puta tá uma delícia, amor, não para de escorrer, olha que buceta bonita que ela tem.
Olhei, acariciei com uma mão, os lábios dela eram muito macios, tava encharcada, entre os fluidos dela e a saliva da Ana…
Mariana – Minha irmãzinha pobre é virgem, amor, temos que resolver isso, né?
Marina – Não, por favor.
Mariana – Sshhh, calma, isso ia acontecer de qualquer jeito, só que você não esperava com quem.
A Ana abaixou minha calça, enfiou meu pau na boca por um segundo, e tirando, colocou bem na entrada da buceta da Marina, foi mexendo até que a ponta tivesse bem no buraquinho dela, sentia o calor saindo da buceta dela.
Eu – Olha, não posso deixar você sair daqui sabendo o que sabe.
Marina – Mas você tem as fotos, a Mariana tem, deixa ela te dar, não tô nem aí.
Mariana – Hahaha, fotos? Dar pra ele? Eram pra isso, idiota, e vê aquilo ali em cima da estante? É uma câmera de vídeo, gravamos tudo, e o que vamos gravar agora.
Marina – O que vocês vão gravar?
Mariana – Sua desvirginada.
Marina – Não!
Mariana – Calma, a minha também tá, é pro álbum de família, já te contamos.
Empurrei um pouco, a cabeça do meu pau entrou na buceta dela, ela arregalou os olhos, mais um empurrão e cheguei no hímem dela. Ela tentava se afastar, mas não conseguia.
Eu – Sshhh, quieta, putinha, se você se mexer pro lado errado, vai romper. Comecei a tirar e botar meu pau devagar, parando bem no limite. Mariana e Ana voltaram a chupar os peitos delas, e Ana se masturbava encostada. Marina estava excitada, balançava a cabeça negando, mas a buceta dela soltava líquido sem parar.
Olhei pra ela, segurei a cintura dela e tirei meu pau.
Eu – Olha pra mim!
Eu – Te faço a mesma proposta que fiz pra sua irmã: se quiser, a gente para por aqui. Você ainda é virgem, e tudo que eu tenho fica como garantia pra você não falar nada. Mas se quiser que eu te desvirgue, me pede.
Ela me olhava, segurando a respiração.
Marina – Eu não devia, mas é tão gostoso.
Me posicionei e passei o pau inteiro no clitóris dela, me mexendo como se já tivesse metendo.
Eu – E aí?
Marina – Mete logo, não aguento mais, ahhh, vai.
Enfiei o pau na entrada e empurrei, cheguei no hímem. Ela sentiu a pressão naquela barreira.
Eu – Continuo?
Marina – Siiiiiiiiim, ahhhhhhh.
Fiz mais força e a buceta dela cedeu. Marina fechou os olhos com força. Fiquei parado um instante, esperando ela abrir os olhos. Quando abriu, empurrei tudo pra dentro. Ela soltou um gemido longo. Mariana e Ana chupavam os peitos da minha nova putinha, levando ela ao primeiro orgasmo com um pau.
Eu – Já é minha putinha!
Apertava os peitos dela, metia com força, tirava o pau e enfiava de novo. Ela suspirava, duas lágrimas escorreram dos olhos, mas tava excitada. Continuei comendo ela por uns minutos. Mariana e Ana sussurravam no ouvido dela.
Mariana – Já é uma putinha, irmãzinha!
Ana – Isso, a putinha do dono.
Mariana – Quem diria que você era tão puta!
Marina – Vo... Vocês me obrigaram... ahhhhhh, não aguento mais.
Eu – Quê isso? Te obrigaram? Se você mesma tá se empurrando sozinha. Olha pra você, se enfiando no meu pau até o talo.
Marina olhou pra baixo e viu que era ela mesma que tava se movendo pra frente e pra trás. Meu pau tinha uns restinhos de sangue, mas a quantidade de lubrificação que ela soltava... se dissolvia. Continuava se movendo, até que não aguentou mais, levantou as pernas e as cruzou nas minhas costas, me puxando pra dentro e enfiando meu estilete até o fundo, me abraçou e, colocando a cabeça no meu ombro, me mordeu pra abafar o orgasmo dela.
Nos momentos de maior prazer, a dor aumenta, então a mordida que ela me deu me deixou à beira do meu próprio gozo. Tirei de dentro da Marina e a Ana, num movimento muito rápido, colocou na boca dela e me deu longos chupões.
Meu gozo foi tão intenso que minhas pernas ficaram tremendo. Olhei pra Ana e ela me leu como um livro aberto, se levantou, pegou a filha pelos lados do rosto e deu um beijão nela, pra passar toda a minha semente pra recém-inaugurada putinha.
Marina arregalou os olhos e tentou se afastar, mas a Ana a obrigou a ficar. Quando a Ana se separou, tapou a boca dela.
Ana – Não, minha filha, esse elixir não é pra cuspir, é pra tomar, tudo, não desperdiça, olha que eu fiz um puta esforço pra te dar e não engolir eu mesma.
Mariana – Vai, burra, engole, vai ver que gostoso que é.
Marina – Mmmmmmmm mmmmmmmmmmmm
Eu – Ana, solta ela, é decisão dela. Se ela cuspir, vou ter que castigar ela; agora, se escolher engolir, vai ganhar um prêmio.
Como eu imaginava, Marina cuspiu e, com o braço, limpou a boca. Me olhava, mas não com ódio nos olhos, e sim com um pouco de medo.
Eu – Bom, você tomou sua decisão, então amanhã à tarde você vai lá em casa pra receber seu castigo.
Marina – Pe... Mas eu... É que...
Mariana – Cala a boca, burra, como é que você teve a coragem de jogar fora?
Ana – Que desperdício – e se abaixou pra, com a mão, juntar o máximo que pôde do chão e engolir – que delícia.
Eu – Bom, meninas, vou deixar vocês. Nos vemos amanhã, putinha.
Dei um beijo em cada uma. Marina, surpreendentemente, respondeu, então aproveitei pra enfiar minha língua na boca dela. Já tava mais dócil a nova putinha. Cheguei no meu apartamento e ele tava literalmente destruído; então dormir não me custou nada………
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