Minha irmã já tinha um tempinho aprendendo a arte de "colocar unhas". Coisas que nós, homens, nunca entendemos nem reparamos na importância. As mulheres se apegam demais à estética ou ao ideal estético, na minha humilde opinião. Mas tudo bem, minha irmã fazia isso pra ganhar uma grana extra e tava tranquilo.
Um dia, quando cheguei em casa, subindo a escada; tão focado no meu MP3 que nem percebi que tinha alguém no segundo andar, logo depois de subir; ali onde minha irmã tinha sua mesinha pra colocar unhas e seus trecos necessários.
Foi do nada que ouvi uma risada e, da metade da escada, virei pra cima. O que vi foi espetacular. Tava uma amiga da minha irmã, fazendo as unhas. Mas vista de baixo, desse ângulo, era de cair o queixo: uma silhueta definida, de costas, com cintura marcada, mas não exagerada — nem magra nem gorda —, uma linha que se alargava nas nádegas, deixando uma imagem apetitosa e despertando fantasias. Já de cara, o corpo dessa mina era imponentemente sensual — agora, ao imaginar de novo, até começo a ficar de pau duro. Ela usava uma legging rosa e uma blusa branca simples, dava pra ver umas pernas grossas, bem feitas, e o cabelo cobrindo as costas.
Quando cheguei no segundo andar, vi que não era nenhuma amiga conhecida, era uma novata. Cumprimentei educado — olhando o que dava, inclusive de frente uns peitos firmes, mas pequenos — e chutei uns 22 anos no máximo. Ao cumprimentá-la, percebi que ela me encarou firme nos olhos, e os lábios dela curvaram num sorriso de surpresa. Eu não fiz mais nada, deixei elas lá e fui pro meu quarto, que ficava no fim do corredor, virando à esquerda.
Do meu quarto, ouvia o murmúrio da conversa entre elas e as risadas. Liguei a TV, sintonizei num canal qualquer de cultura — dessa vez não era porcaria, tava passando um show do Soda Stereo —, deixei tocando e me joguei na cama um tempo. Tava um calor do inferno, me... Tirei a camisa e me deitei.
Ao som da persiana americana, minha mente ia e vinha pra cima e pra baixo na imagem dessa garota sentada, magrinha, de uma beleza - mais que normal - imponente. Minha mente trabalhava em acariciar seu cabelo ruivo, em sentir seu perfume, em tocar seus lábios, em sentir seus peitos firmes e delicados, em descer pela sua cintura... fiquei de pau duro, sem dúvida. Gustavo cantava e tocava.
Depois de um tempo assim, do nada percebi que não se ouvia mais o murmúrio no corredor, estava tudo em silêncio. Pensei que já deviam ter terminado a sessão de unhas. Continuei vendo o show do Soda que não demoraria a acabar. Depois de um tempo ouvi baterem na minha porta, de leve; só uma batida. Pensei que fosse minha irmã precisando de algo ou perguntando alguma coisa.
Abri a porta.
Era a amiga da minha irmã. Ao perceber que eu estava com o torso nu, ela me olhou rapidamente e fez aquela expressão de surpresa - algo extremamente emocional e difícil de fingir. Eu, que não tinha percebido a situação, fiquei corado e só consegui dizer: desculpa, pensei que...
- Não, desculpa você. - Ela me disse.
Fui pegar a camisa pra me cobrir, mas ela deu um passo pra dentro.
Coloquei a camisa rapidamente.
- Desculpa, é que ligaram pra sua irmã e ela teve que sair por algo, não sei me disse que demoraria e me deixou...
- Te deixou sozinha?
- É, é que ela não terminou de fazer minhas unhas, só fez as da mão esquerda e aí... é chato ficar sozinha lá.
- Tá bom. Entra - eu disse - Quer ver TV?
- Tanto faz, só de estar com alguém já tá bom.
Desocupei uma cadeira e ela sentou ali de frente pra TV. A gente assistiu o que restava do show sem dizer nada. Eu, que estava um pouco atrás dela, percorria ela com o olhar, via aquele peito compacto, imaginava o toque. Descia o olhar pelo abdômen que parecia liso na sua blusinha branca, e descia até onde o quadril dela alargava... - De pau duro, com certeza.
Ela de repente Virei e ela me pegou olhando pra ela de um jeito lascivo. Me senti mal, mas era inevitável. Fiquei corado e olhei pra fora, pela varanda. Me senti burro e envergonhado, sempre fui assim, meio tímido e muito sem graça.
Depois de um tempo, ela olhou pra mim e sorriu ao fazer isso. Eu retribuí.
Como ninguém falava nada, ela quebrou o silêncio – e que bom que fez isso!
– Ei...
– Hã... – respondi distraído.
– Gostou?
– Hã... é.
– Vi que você me olhou.
– Desculpa, é que...
– Sim ou não? – Ela disse, enquanto passava a língua levemente nos lábios e me encarava fixamente.
– Bom, seria sim. Digo, SIM... bom, é.
– Relaxa, não tem problema. É só que eu vi você fazendo isso e gostei. Sabe?
– Bom, é inevitável olhar pra você. É estranho, ter você aqui no meu quarto assim... sabe, desculpa, é... não sei. É... – sem dúvida não sabia o que dizer nem fazer, ela deu o passo certo.
– Eu gosto de me sentir desejada, saber que agrado alguém... é um elogio, pô, você não gosta de sentir isso?
– Bom, não sei... nunca aconteceu comigo, acho.
– Como assim? Você é bonitão... com certeza tem mais de uma por aí que você desperta alguma coisa.
– Você acha? – Respondi com a voz meio embargada.
– Bom, eu gosto de você... e quando te vi sem camisa, gostei mais ainda.
– Nossa! – Fiquei todo corado.
– Me deixa ver de novo?
– Mas que isso! – Foi o que consegui dizer.
– Vai, só um pouquinho, vai.
Eu levantei um pouco a camisa, só um pouquinho, e ela disse:
– Tira ela toda, vai, vai.
Eu obedeci e, pelo visto, os papéis tinham sido definidos: ela pedia, eu cumpria. Sem pensar que a gente iria mais longe, aceitei.
Quando tirei a camisa, ela mordeu um pouco o lábio de baixo, isso me excitou. E ela percorria meu peito e meu abdômen com o olhar.
– Fica de pé.
Eu fiquei de pé... ela levou a mão direita – a que ainda não tinha unhas – até a virilha. Isso me re-excitou.
– Dá uma volta.
Eu dei uma volta, ela lambeu os lábios e baixou o olhar, parou no botão do jeans e depois voltou pro meu... olhos. Eu, que estava de pé e ela sentada quase de frente para mim, vi que seus mamilos começavam a ficar um pouco eretos, marcando na blusinha mesmo através do sutiã que ela usava. Isso era algo extremamente excitante para mim.
-Mmm, como não gostar disso?
Eu fiquei corado.
Ela tocou um dos seios e me perguntou, com uma voz baixinha e suave: -Quer ver?
Eu queria ver, mas tinha medo pela minha irmã, ela podia chegar e nos descobrir. Ela levantou um pouco a blusa, enquanto mordiscava o lábio e me perguntou de novo: -Quer ver, me diz?
E eu respondi com o pouco ar que saiu de mim: -Sim.
-Eh... gostou? -Ela me perguntou enquanto levantava a blusa e fazia um som gutural felino. Algo extremamente sensual.
Eu só balancei a cabeça. Vi como ela colocou a blusa em cima dos peitos, pequenos, que estavam dentro de um sutiã branco bem fino; dava para ver a textura do mamilo através do tecido, já durinho. Ao ver isso, tive a ereção mais dura da minha vida, soube que queria ver mais... sem dúvida.
Ela riu um pouco, suave e sensual, e viu como eu já estava todo quente e bobo por ela. Ela estava gostando, com certeza.
-Você gosta dos meus seios?
-Sim... siim - eu disse.
-Quer vê-los? -Ela me perguntou enquanto tocava o sutiã com a mão, quase como se fosse tirar o mamilo para fora, mas não o fez.
Eu, que já estava superexcitado, balancei a cabeça.
-Vai, mas desabotoça a calça - ela me disse...
Eu, de novo no meu papel submisso, comecei a desabotoçar o jeans enquanto ela levava as mãos para trás para desabrochar o sutiã. Então as duas alças que se ajustavam atrás caíram para os lados, o sutiã afrouxou completamente e eu parei de ver os mamilos marcados. Eu baixava o zíper da minha calça lentamente. O pau ereto dentro da minha cueca começou a aparecer um pouco, marcando firme, e dava para notar detalhes através do tecido.
Ela só gemeu: -Ohhh mmm, que delícia! - e de novo surgiu sua expressão de prazer/surpresa.
Ela levantou o sutiã aos poucos, tapando os mamilos com as mãos, tirou-o por Ele segurou minha cabeça com uma mão - com a outra se cobria - e jogou para mim. Eu peguei no ar e senti sua textura macia, aproximei do nariz e cheirei... ela pareceu gostar. Enquanto eu fazia isso, ela descobriu os mamilos e me deixou vê-los ali, durinhos, firmes, tinham formato de biquinho e eram escuros mas rosados.
Ela fez um gesto com o dedo para que eu me aproximasse. Com a calça jeans ainda vestida, mas aberta, me aproximei dela em dois ou três passos. Ela, me tendo perto e com minha pélvis quase em seu rosto - ela estava sentada - agarrou meu pau com firmeza com a mão direita.
Gemeu de novo.
- Mmm siii ii- a voz falhava. Eu deixei que ela me tocasse e levei minhas mãos à cabeça enquanto olhava para cima, sentia como ela apertava e puxava suavemente. Depois senti algo úmido no meu pau, baixei o olhar e vi que ela estava passando a língua na minha glande por cima da cueca! Então quis pegar sua cabeça com minhas mãos e empurrar para que ela o colocasse na boca, mas ao invés disso resisti ao impulso e levei uma mão ao seu pescoço e a outra ao seu peito. Acariciei. Ela gemia.
Ela retirou a língua do meu pau e um filete de líquido pré-seminal ficou pendurado entre sua língua e meu pau ainda dentro da cueca, ou seja, o filete atravessava a cueca.
Baixei minhas calças completamente e ela se levantou, deu a volta e se ajoelhou na cadeira, dando-me as costas. Sua bunda... meu Deus! Sua bunda era linda, cheia, firme...
Eu a abracei, com uma mão passei até seus seios, com a outra a apertei contra mim e encostei meu pau em suas nádegas - ela gemeu ao notar e se recostou em mim - enquanto beijava seu pescoço. Enquanto fazíamos isso, ela recuava a pélvis em minha direção em pequenos agachamentos para sentir meu pau, aumentando meus desejos de penetrá-la.
- Me fode... fo... mmm fofo. Me fode. - ela finalmente me disse.
- Quer me sentir dentro? - Perguntei enquanto encostava firmemente minha pélvis em suas nádegas.
- Siii sim sim... - ela disse - assim me fode assim, por trás... Tira minha legging e a calcinha e enfia assim.
Agarrei firme suas nádegas com as mãos e desci sua legging devagar, depois a calcinha de lycra, dobrei na cadeira e vi sua bucetinha molhada. Passei minha mão por ela.
Ela gemeu e pediu de novo — Enfia logo… antes que sua irmã volte. Eu abaixei minha cueca e coloquei meu pau na beirada da sua xota. Ela mesma sentou e foi enfiando… devagar. Mesmo estando atrás, pude ver como ela fechava os olhos e franzia a boca de prazer. Ainda não estava toda dentro quando ela colocou a mão nas minhas pernas, como me indicando para parar, que era só até ali. Parei. Ela começou a rebolinar pra frente e pra trás. Eu beijava seu pescoço e seu rosto.
Depois de alguns minutos, senti sua buceta se apertando e se abrindo… ela começou a gemer mais alto. Gozou com um grito e um tremor no corpo todo. Eu, que estava quase gozando, continuei me mexendo, mas ela me empurrou, tirou meu pau e rapidamente se virou, sentou na cadeira e começou a me chupar. Só duas ou três chupadas e senti todo meu pau vibrar pra gozar. Saíram três jatos violentos de porra, um dentro da boca dela — ela gemeu de prazer e surpresa ao sentir a potência — outro no rosto dela e escorreu pra baixo, e mais um nos peitos dela, e um quarto fio de porra que saiu enquanto ela me espremia e lambia todo meu pau.
Rápido, nos limpamos, nos beijamos, ela vestiu a roupa. E foi fazer as unhas. Depois de um tempo, soube que minha irmã tinha dito pra ela que eu era muito tímido e que, de certa forma, minha irmã mesma tinha sugerido deixar a gente um tempo sozinho pra ela tomar a iniciativa comigo. Eu gostava dela, ela gostava de mim, só precisava de um empurrãozinho, né?
J.R. 2016
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Um dia, quando cheguei em casa, subindo a escada; tão focado no meu MP3 que nem percebi que tinha alguém no segundo andar, logo depois de subir; ali onde minha irmã tinha sua mesinha pra colocar unhas e seus trecos necessários.
Foi do nada que ouvi uma risada e, da metade da escada, virei pra cima. O que vi foi espetacular. Tava uma amiga da minha irmã, fazendo as unhas. Mas vista de baixo, desse ângulo, era de cair o queixo: uma silhueta definida, de costas, com cintura marcada, mas não exagerada — nem magra nem gorda —, uma linha que se alargava nas nádegas, deixando uma imagem apetitosa e despertando fantasias. Já de cara, o corpo dessa mina era imponentemente sensual — agora, ao imaginar de novo, até começo a ficar de pau duro. Ela usava uma legging rosa e uma blusa branca simples, dava pra ver umas pernas grossas, bem feitas, e o cabelo cobrindo as costas.
Quando cheguei no segundo andar, vi que não era nenhuma amiga conhecida, era uma novata. Cumprimentei educado — olhando o que dava, inclusive de frente uns peitos firmes, mas pequenos — e chutei uns 22 anos no máximo. Ao cumprimentá-la, percebi que ela me encarou firme nos olhos, e os lábios dela curvaram num sorriso de surpresa. Eu não fiz mais nada, deixei elas lá e fui pro meu quarto, que ficava no fim do corredor, virando à esquerda.
Do meu quarto, ouvia o murmúrio da conversa entre elas e as risadas. Liguei a TV, sintonizei num canal qualquer de cultura — dessa vez não era porcaria, tava passando um show do Soda Stereo —, deixei tocando e me joguei na cama um tempo. Tava um calor do inferno, me... Tirei a camisa e me deitei.
Ao som da persiana americana, minha mente ia e vinha pra cima e pra baixo na imagem dessa garota sentada, magrinha, de uma beleza - mais que normal - imponente. Minha mente trabalhava em acariciar seu cabelo ruivo, em sentir seu perfume, em tocar seus lábios, em sentir seus peitos firmes e delicados, em descer pela sua cintura... fiquei de pau duro, sem dúvida. Gustavo cantava e tocava.
Depois de um tempo assim, do nada percebi que não se ouvia mais o murmúrio no corredor, estava tudo em silêncio. Pensei que já deviam ter terminado a sessão de unhas. Continuei vendo o show do Soda que não demoraria a acabar. Depois de um tempo ouvi baterem na minha porta, de leve; só uma batida. Pensei que fosse minha irmã precisando de algo ou perguntando alguma coisa.
Abri a porta.
Era a amiga da minha irmã. Ao perceber que eu estava com o torso nu, ela me olhou rapidamente e fez aquela expressão de surpresa - algo extremamente emocional e difícil de fingir. Eu, que não tinha percebido a situação, fiquei corado e só consegui dizer: desculpa, pensei que...
- Não, desculpa você. - Ela me disse.
Fui pegar a camisa pra me cobrir, mas ela deu um passo pra dentro.
Coloquei a camisa rapidamente.
- Desculpa, é que ligaram pra sua irmã e ela teve que sair por algo, não sei me disse que demoraria e me deixou...
- Te deixou sozinha?
- É, é que ela não terminou de fazer minhas unhas, só fez as da mão esquerda e aí... é chato ficar sozinha lá.
- Tá bom. Entra - eu disse - Quer ver TV?
- Tanto faz, só de estar com alguém já tá bom.
Desocupei uma cadeira e ela sentou ali de frente pra TV. A gente assistiu o que restava do show sem dizer nada. Eu, que estava um pouco atrás dela, percorria ela com o olhar, via aquele peito compacto, imaginava o toque. Descia o olhar pelo abdômen que parecia liso na sua blusinha branca, e descia até onde o quadril dela alargava... - De pau duro, com certeza.
Ela de repente Virei e ela me pegou olhando pra ela de um jeito lascivo. Me senti mal, mas era inevitável. Fiquei corado e olhei pra fora, pela varanda. Me senti burro e envergonhado, sempre fui assim, meio tímido e muito sem graça.
Depois de um tempo, ela olhou pra mim e sorriu ao fazer isso. Eu retribuí.
Como ninguém falava nada, ela quebrou o silêncio – e que bom que fez isso!
– Ei...
– Hã... – respondi distraído.
– Gostou?
– Hã... é.
– Vi que você me olhou.
– Desculpa, é que...
– Sim ou não? – Ela disse, enquanto passava a língua levemente nos lábios e me encarava fixamente.
– Bom, seria sim. Digo, SIM... bom, é.
– Relaxa, não tem problema. É só que eu vi você fazendo isso e gostei. Sabe?
– Bom, é inevitável olhar pra você. É estranho, ter você aqui no meu quarto assim... sabe, desculpa, é... não sei. É... – sem dúvida não sabia o que dizer nem fazer, ela deu o passo certo.
– Eu gosto de me sentir desejada, saber que agrado alguém... é um elogio, pô, você não gosta de sentir isso?
– Bom, não sei... nunca aconteceu comigo, acho.
– Como assim? Você é bonitão... com certeza tem mais de uma por aí que você desperta alguma coisa.
– Você acha? – Respondi com a voz meio embargada.
– Bom, eu gosto de você... e quando te vi sem camisa, gostei mais ainda.
– Nossa! – Fiquei todo corado.
– Me deixa ver de novo?
– Mas que isso! – Foi o que consegui dizer.
– Vai, só um pouquinho, vai.
Eu levantei um pouco a camisa, só um pouquinho, e ela disse:
– Tira ela toda, vai, vai.
Eu obedeci e, pelo visto, os papéis tinham sido definidos: ela pedia, eu cumpria. Sem pensar que a gente iria mais longe, aceitei.
Quando tirei a camisa, ela mordeu um pouco o lábio de baixo, isso me excitou. E ela percorria meu peito e meu abdômen com o olhar.
– Fica de pé.
Eu fiquei de pé... ela levou a mão direita – a que ainda não tinha unhas – até a virilha. Isso me re-excitou.
– Dá uma volta.
Eu dei uma volta, ela lambeu os lábios e baixou o olhar, parou no botão do jeans e depois voltou pro meu... olhos. Eu, que estava de pé e ela sentada quase de frente para mim, vi que seus mamilos começavam a ficar um pouco eretos, marcando na blusinha mesmo através do sutiã que ela usava. Isso era algo extremamente excitante para mim.
-Mmm, como não gostar disso?
Eu fiquei corado.
Ela tocou um dos seios e me perguntou, com uma voz baixinha e suave: -Quer ver?
Eu queria ver, mas tinha medo pela minha irmã, ela podia chegar e nos descobrir. Ela levantou um pouco a blusa, enquanto mordiscava o lábio e me perguntou de novo: -Quer ver, me diz?
E eu respondi com o pouco ar que saiu de mim: -Sim.
-Eh... gostou? -Ela me perguntou enquanto levantava a blusa e fazia um som gutural felino. Algo extremamente sensual.
Eu só balancei a cabeça. Vi como ela colocou a blusa em cima dos peitos, pequenos, que estavam dentro de um sutiã branco bem fino; dava para ver a textura do mamilo através do tecido, já durinho. Ao ver isso, tive a ereção mais dura da minha vida, soube que queria ver mais... sem dúvida.
Ela riu um pouco, suave e sensual, e viu como eu já estava todo quente e bobo por ela. Ela estava gostando, com certeza.
-Você gosta dos meus seios?
-Sim... siim - eu disse.
-Quer vê-los? -Ela me perguntou enquanto tocava o sutiã com a mão, quase como se fosse tirar o mamilo para fora, mas não o fez.
Eu, que já estava superexcitado, balancei a cabeça.
-Vai, mas desabotoça a calça - ela me disse...
Eu, de novo no meu papel submisso, comecei a desabotoçar o jeans enquanto ela levava as mãos para trás para desabrochar o sutiã. Então as duas alças que se ajustavam atrás caíram para os lados, o sutiã afrouxou completamente e eu parei de ver os mamilos marcados. Eu baixava o zíper da minha calça lentamente. O pau ereto dentro da minha cueca começou a aparecer um pouco, marcando firme, e dava para notar detalhes através do tecido.
Ela só gemeu: -Ohhh mmm, que delícia! - e de novo surgiu sua expressão de prazer/surpresa.
Ela levantou o sutiã aos poucos, tapando os mamilos com as mãos, tirou-o por Ele segurou minha cabeça com uma mão - com a outra se cobria - e jogou para mim. Eu peguei no ar e senti sua textura macia, aproximei do nariz e cheirei... ela pareceu gostar. Enquanto eu fazia isso, ela descobriu os mamilos e me deixou vê-los ali, durinhos, firmes, tinham formato de biquinho e eram escuros mas rosados.
Ela fez um gesto com o dedo para que eu me aproximasse. Com a calça jeans ainda vestida, mas aberta, me aproximei dela em dois ou três passos. Ela, me tendo perto e com minha pélvis quase em seu rosto - ela estava sentada - agarrou meu pau com firmeza com a mão direita.
Gemeu de novo.
- Mmm siii ii- a voz falhava. Eu deixei que ela me tocasse e levei minhas mãos à cabeça enquanto olhava para cima, sentia como ela apertava e puxava suavemente. Depois senti algo úmido no meu pau, baixei o olhar e vi que ela estava passando a língua na minha glande por cima da cueca! Então quis pegar sua cabeça com minhas mãos e empurrar para que ela o colocasse na boca, mas ao invés disso resisti ao impulso e levei uma mão ao seu pescoço e a outra ao seu peito. Acariciei. Ela gemia.
Ela retirou a língua do meu pau e um filete de líquido pré-seminal ficou pendurado entre sua língua e meu pau ainda dentro da cueca, ou seja, o filete atravessava a cueca.
Baixei minhas calças completamente e ela se levantou, deu a volta e se ajoelhou na cadeira, dando-me as costas. Sua bunda... meu Deus! Sua bunda era linda, cheia, firme...
Eu a abracei, com uma mão passei até seus seios, com a outra a apertei contra mim e encostei meu pau em suas nádegas - ela gemeu ao notar e se recostou em mim - enquanto beijava seu pescoço. Enquanto fazíamos isso, ela recuava a pélvis em minha direção em pequenos agachamentos para sentir meu pau, aumentando meus desejos de penetrá-la.
- Me fode... fo... mmm fofo. Me fode. - ela finalmente me disse.
- Quer me sentir dentro? - Perguntei enquanto encostava firmemente minha pélvis em suas nádegas.
- Siii sim sim... - ela disse - assim me fode assim, por trás... Tira minha legging e a calcinha e enfia assim.
Agarrei firme suas nádegas com as mãos e desci sua legging devagar, depois a calcinha de lycra, dobrei na cadeira e vi sua bucetinha molhada. Passei minha mão por ela.
Ela gemeu e pediu de novo — Enfia logo… antes que sua irmã volte. Eu abaixei minha cueca e coloquei meu pau na beirada da sua xota. Ela mesma sentou e foi enfiando… devagar. Mesmo estando atrás, pude ver como ela fechava os olhos e franzia a boca de prazer. Ainda não estava toda dentro quando ela colocou a mão nas minhas pernas, como me indicando para parar, que era só até ali. Parei. Ela começou a rebolinar pra frente e pra trás. Eu beijava seu pescoço e seu rosto.
Depois de alguns minutos, senti sua buceta se apertando e se abrindo… ela começou a gemer mais alto. Gozou com um grito e um tremor no corpo todo. Eu, que estava quase gozando, continuei me mexendo, mas ela me empurrou, tirou meu pau e rapidamente se virou, sentou na cadeira e começou a me chupar. Só duas ou três chupadas e senti todo meu pau vibrar pra gozar. Saíram três jatos violentos de porra, um dentro da boca dela — ela gemeu de prazer e surpresa ao sentir a potência — outro no rosto dela e escorreu pra baixo, e mais um nos peitos dela, e um quarto fio de porra que saiu enquanto ela me espremia e lambia todo meu pau.
Rápido, nos limpamos, nos beijamos, ela vestiu a roupa. E foi fazer as unhas. Depois de um tempo, soube que minha irmã tinha dito pra ela que eu era muito tímido e que, de certa forma, minha irmã mesma tinha sugerido deixar a gente um tempo sozinho pra ela tomar a iniciativa comigo. Eu gostava dela, ela gostava de mim, só precisava de um empurrãozinho, né?
J.R. 2016
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