NONA PARTE: Polêmica familiarEsperanza e eu não transávamos no elevador, a gente fodia igual loucos, o elevador balançava de leve com nossos empurrões fortes. A gente não sabia o perigo que corria, ou pelo menos eu não fazia ideia; no elevador tinha uma câmera de segurança. A Esperanza sabia que o vigia do prédio tava nos observando, o que ela nunca imaginou é que o Johnny também tava vendo essa situação.
Eu tinha a Esperanza encostada no espelho do elevador; apoiada com as mãos no espelho, ela rebolava aquela bunda gostosa. A situação me dava muito tesão. Naquela hora eu já tava exausto, mas não ia deixar passar essa.
Eu penetrei ela devagar. De repente, a gente ouviu alguém batendo na porta do elevador.
— Saiam daí, seus filhos da puta!
A Esperanza reconheceu na hora a voz do namorado dela. Ela ficou calada, tentando pensar em como sair dessa, mas o nervosismo dela era tanto que ela travou. Nem vou falar de mim, sabia que a gente tava numa baita enrascada e não tinha como justificar. Peguei minha roupa na hora e comecei a me vestir, a Esperanza fez o mesmo.
O elevador começou a se mover e a gente sabia que faltavam segundos pra encarar essa situação. Assim que a porta abriu, o Johnny partiu pra cima de mim. Bati no espelho que fazia de parede no elevador. Na hora, revidei a agressão. A gente começou a trocar socos ali, a Esperanza tentava separar a gente enquanto gritava "Para, para que eu te explico".
O Johnny tava cego de raiva, o vigia do prédio teve que separar a gente. A Esperanza segurava o Johnny enquanto o vigia me segurava. Ela tentou acalmar o namorado, quis conversar com ele, não sei como ela pretendia explicar, mas enfim, era o que ela tentava. Num momento, ela quis beijar ele, mas ele virou o rosto na hora e disse "Não quero mais ver você, puta, me solta que vou embora". Assim que a Esperanza soltou ele, ele cuspiu nela, virou as costas e foi embora.
A Esperanza começou a chorar desesperada, eu fui tentar consolá-la. Abracei ela e disse pra não se preocupar, que o Johnny não merecia ela. Enxuguei as lágrimas do rosto dela e pedi de novo que se acalmasse, que não sofresse por isso. Finalmente ela saiu do choque, embora ainda estivesse muito triste. Me agradeceu por entender ela e se recusou a me deixar ir pro meu apartamento, dizia que eu não tava em condições de ir pra casa e muito menos naquela hora.
Subimos pela escada e fomos direto pro quarto dela. Rapidamente tirei a roupa e me enfiei debaixo das cobertas, tava morto, queria dormir. A Esperança entrou e queria continuar o que a gente tinha deixado pendente no elevador. Mas eu não queria, queria descansar; no entanto, a Esperança era insistente e não aceitava um não como resposta. Tive que prometer que bem cedo no outro dia a gente acertaria as contas. Ela aceitou, me abraçou e dormiu.
De novo atrasado, saía tarde do trabalho e não tinha tido tempo de comprar um presente pra Esperança. Tinham passado três meses e a Esperança adorava comemorar essas datas. Eu tinha esquecido de comprar algo pra ela de manhã e agora tinha que me apressar pra conseguir antes de ir jantar com ela e a família dela.
Naquela noite a gente ia contar pros pais dela que tava namorando. Claro que tava nervoso, como é que ia explicar que agora queria ser o namorado da irmã da minha ex?
A gente se reuniu pra comer. A cara dos pais da Esperança se encheu de surpresa quando me viram entrar. Engoliram seco e fingiram me receber da maneira mais cordial possível. A Esperança me apresentou pros pais dela com a maior naturalidade possível, como se a situação não fosse absurda.
Os olhos da Mariajosé e do marido dela, Mariano, cravavam fixamente em mim, me intimidavam; vigiavam o intruso. A Esperança não parava de falar sobre como a gente tava levando bem nosso relacionamento. Na verdade parecia um monólogo; eu ficava calado, pensando cada uma das coisas que ia dizer. Os pais dela também ficavam em silêncio, como se esperassem o momento exato pra atacar. Toda vez que faltava alguma coisa, Esperanza se oferecia pra buscar. Eu sempre me oferecia pra acompanhar ela, sabia que não dava pra ficar sentado ali, sozinho, na frente dos pais dela. Na cozinha, falei pra ela que não tava me sentindo bem com aquilo, que o melhor era eu ir pro meu apê. Esperanza me acalmou: "Relaxa, você tá muito tenso. Já vai ver que meus pais vão respeitar a nossa parada quando virem o quanto eu tô apaixonada."
Voltamos pra mesa, servimos umas bebidas e sentamos de novo. Esperanza começou a tagarelar de novo e a se mostrar toda gostosa e carinhosa comigo enquanto a gente jantava. Mas Mariajosé não aguentou mais, interrompeu.
— O que a Majo vai pensar quando ver isso? — respondeu a mulher puta da vida.
— Sei lá. Talvez que a irmã dela também pode se apaixonar — respondeu Esperanza num tom firme e desafiador.
— Pelo ex-namorado dela? Mas o que passa na cabeça de vocês?
— Mãe… Você sabe que nessas coisas a gente não escolhe…
Era uma chantagem absurda da Esperanza, quase na frente do pai dela ela contou o que rolou. A mãe dela ficou em silêncio.
Nisso, a porta abriu e a Majo entrou. Fechou a porta e foi andando procurando os pais pra cumprimentar. Nos encontrou na sala de jantar e ficou paralisada na moldura da porta. A mãe dela levantou e cumprimentou ela, pegou na mão dela: "Vem, vem, que a Esperanza tá apresentando o namorado dela pra gente."
Majo ficou olhando fixo pra gente, os olhos dela eram uma bola de fogo; o rosto dela continuava paralisado. Sem fazer nenhuma expressão. Ficou em silêncio por uns segundos, virou as costas e falou: "Tenham uma boa noite." Virou e foi embora.
Vendo como as coisas estavam, decidi levantar e pedir licença pra todo mundo. Ninguém se opôs.
Peguei o elevador e enquanto descia, ia quebrando a cabeça, pensando no que tinha acabado de rolar. Subi no carro e meu celular tocou. Chegou uma mensagem da Esperanza: "Você caiu bem pra eles ;)"
Passaram uns dois meses desde aquela noite, durante esse tempo fiquei sempre pensando que essa tinha sido a facada final em qualquer chance com a Majo. Toda vez que eu ia na casa dela pra me encontrar com a Esperanza, ela deixava bem claro. A indiferença e o ódio dela eram nítidos. Mas um dia, saindo do escritório pra almoçar, tomei um susto. Fiquei pasmo. Chegou uma mensagem da Majo me convidando pro aniversário dela. Não entendi nada.
A semana acabou. Lá estava eu naquele sábado à tarde, sentado no sofá do meu apê vendo Spotlight com a Esperanza; horas antes de ir pra casa dela no aniversário da irmã. Jantamos, depois nos arrumamos pra ir pra festa da Majo, enquanto isso a gente bebia um pouco pra chegar meio bêbado.
A saia curta que a Esperanza tava usando era uma coisa incrível. As pernas dela estavam provocantes, mas muito provocantes mesmo com aquela saia. Me deixou com muito tesão ver ela daquele jeito, na real deu vontade de meter uma transa antes de sair. Me segurei, porque sabia que no apê dela e numa festa ia ser muito melhor. Mas era difícil segurar porque, além de gostosa do jeito que ela tava, a atitude de puta dela era quase impossível de resistir.
Quando descemos no elevador, ela foi beijando meu pescoço, essa mulher tinha uma fascinação por elevador que não dava pra acreditar. Mas dessa vez a viagem foi curta, claro, foi longa o suficiente pra Esperanza me causar uma ereção. Assim que a porta abriu, ela disse: "Ah, esqueci, a gente tem que passar na Gaby".
Gabriela é a melhor amiga dela, aquela que se conhecem até o talo. Uma mina meio antipática, mas que é uma gostosa.
Depois que pegamos ela, fomos pro apê da Esperanza. Tocamos a campainha e a Majo foi quem abriu a porta. Ela sorria enquanto abraçava um cara e nos dava as boas-vindas. Cumprimentou a gente, perguntou como estávamos e convidou pra ficar à vontade e curtir.
Eu tava estupefato, não tava processando. Tinha que disfarçar porque tava com a Esperanza, mas era impossível. Antes que eu pudesse reagir, a Majo apareceu de novo com o namorado dela, Apresento pra vocês o Javi, meu namorado." Apertei a mão daquele infeliz e sorri hipocritamente enquanto pensava em como ia foder a vida dele.
Tava difícil me recompor. Fui pegar uma bebida pra ver se conseguia esquecer aquilo. Dançava com a Esperança enquanto olhava de canto pra Majo. O bundão se esfregava nela enquanto dançavam.
Esperança bebeu tanto que ficou bêbada, agora sim que eu ia me ferrar. Cuidar da Esperança enquanto via a Majo ali esfregando na minha cara o novo namorado dela. A raiva corria nas minhas veias e pensei em vazar. Mas a Majo e o namorado dela foram se afastando na surdina, sumindo dos olhos de todo mundo ali. Sabia que aquele filho da puta ia comer ela. Tinha que fazer alguma coisa, mas tava cego de rancor. Não me vinha nada na cabeça.
Levantei e fui até onde a Gabriela tava. Ela batia papo com um grupo de gente quando agarrei o braço dela, virei ela e comecei a beijar. Ela não teve tempo de reagir. O beijo foi curto e quando terminou, falei: "Desculpa, vou levar minha namorada. Temos coisas pra resolver."
Puxei a Gabriela enquanto ela reclamava: "O que cê tá fazendo?" Fiquei em silêncio enquanto levava ela até o sofá onde a Esperança tava passando o porre. Quando chegamos lá, falei: "Ela sempre faz a mesma merda comigo. Cansei. Dessa vez você cuida dela, pra isso que serve ser a melhor amiga. Vou embora, hoje você fica de olho nela."
- Pera, pera. Como cê vai nos deixar na mão? – disse a Gabriela, tentando me impedir de ir.
- Tô de saco cheio. E agora vem a parte boa. Ela vai tentar pegar o primeiro que aparecer, respondi, fingindo que ia chorar, todo derrotado.
De verdade que ela ficou com pena, porque a primeira coisa que fez depois dessas palavras foi se aproximar e me beijar. Sabia que não podia ficar ali, tinha muita gente que me conhecia, que conhecia a Esperança, e podia dar merda.
Conhecia a casa como a palma da mão, então peguei a Gabriela pela mão e levei ela pro quarto da Esperança. Quando Entramos, ouvimos uns gemidos. Era a Majo no quarto dela, do lado do da Esperança, transando com o namorado. Isso me deixou ainda mais excitado.
Comecei a beijar a Gabriela sem controle. Passava minhas mãos por aquelas pernas finas e bem torneadas, por aquela bunda bem desenhada. Ela me beijava e passava as mãos intensamente no meu peito. Levantei o vestidinho curto dela, mas ela se adiantou. Foi descendo enquanto beijava meu peito e minha barriga. Desabotoou o cinto e a calça com uma agilidade impressionante. Depois puxou tudo de uma vez, como se fosse profissional em tirar roupa dos outros. Pegou meu pau com as mãos e deslizou devagar pela boca dela. Aquela linguinha brincalhona batia loucamente na cabeça do meu membro. Os lábios fininhos dela deslizavam cada vez mais rápido no meu pau totalmente duro. Não vou mentir, não era a melhor técnica do mundo, mas não era ruim. Não aguentei mais, precisava sentir aquela bunda gostosa nas minhas mãos de novo. Peguei ela pelo rosto, firme mas com cuidado pra não machucar, e puxei. Ela ficou de pé de novo.
Dois segundos depois, agarrei ela com força pela bunda, comecei a beijar, levantei e encostei ela na porta do quarto. Puxei a calcinha fio dental dela pro lado e meti. Desde o começo, com força. Ela sorria, mostrando o aparelho nos dentes, enquanto eu deslizava na bucetinha apertada dela. Com a mão direita me abraçava, se mexendo entre a parede e meu corpo. Os movimentos dela eram um mistério: tava rebolando devagar quando do nada começava a se sacudir com tudo; depois parava, fazia movimentos circulares enquanto a outra mão ficava levantada, fechando o punho.
Enquanto me beijava, mordia meus lábios e ficava com eles presos na boca dela. Essa mina era sensacional. Pedia pra eu meter mais forte enquanto gemia sem nenhum pudor. Eu já tava quase no limite. Já fazia um tempão, minhas pernas tremiam de aguentar o peso dela, além de que eu tava quase gozando. De repente, a Gabriela me Surpreendeu, ou melhor, nós dois nos surpreendemos. A amiga gostosa da minha namorada enfiou o dedo no meu cu, eu apertei as nádegas e naquele momento comecei a gozar. Imediatamente soltei ela e me desvencilhei. Ela bateu a cabeça na porta enquanto caía no chão. O tombo que levou não era o único motivo pra reclamar de mim.
— Mas o que você fez, imbecil? Gozou em mim?
— Um pouco, consegui me soltar, mas deve ter escapado um pouco — falei, tentando me desculpar.
— Vai tomar no cu.
Ela ajeitou o vestido, abriu a porta e foi embora. Me vesti e fui rápido pro banheiro jogar água no rosto. Pra esfriar a cabeça.
Tava de volta na sala, onde todo mundo estava. Esperanza ainda lá, largada no sofá; Majo ainda, agora um pouco mais corada, dançando com o namorado. O alívio e a satisfação dela eram evidentes. Inacreditável!
Ainda não conseguia me livrar da raiva.
Me aproximei da Esperanza pra tentar acordá-la. Queria convencê-la a ir pro meu apê. "Vamos, você já tá muito bêbada", falava enquanto acariciava o rosto e o cabelo dela. Mas ela se recusava a levantar, dizia que ia se recuperar em cinco minutos. No fim, ela tinha razão, não foram cinco minutos, foi mais meia hora; mas ela se levantou e continuou dançando.
Vendo que a Esperanza tava bêbada e que os desejos carnais dela nunca ficam totalmente satisfeitos, aproveitei e comecei a passar a mão nela ali mesmo, enquanto dançávamos. Beijei o pescoço dela, perto dos peitos, e chegou uma hora que ela esquentou tanto que tive que levar ela. Me deu muito tesão transar de novo no quarto da Majo, então a gente se trancou lá. Bom, trancar é modo de dizer, só fechamos a porta mas não colocamos o seguro.
Deixei ela cair na cama, levantei um pouco a saia dela e comecei a esfregar por cima da calcinha. Beijava a virilha dela, lambia devagar, de cima pra baixo, usando a buceta como a borda proibida; proibida por enquanto. Ela me agarrava com força pelo cabeça. Meu rosto sentia o calor da buceta dela. Tirei a calcinha dela e comecei a chupar aquela buceta gostosa. A Esperanza esticava os braços por cima da cabeça, deixando eu fazer o que quisesse.
Penetrei devagar. Puxei a blusa dela bruscamente e os peitos dela ficaram à mostra. Apertava eles com as minhas mãos enquanto metia com força nela. A Esperanza soltava gemidos altos, parecia não se importar com nada. As pernas dela se encolhiam, me envolvendo pelos braços enquanto eu sacudia ela contra a cama. Ela reclinava a cabeça e fechava os olhinhos enquanto soltava uns gemidos de puro prazer.
Virei ela, ficou de quatro e meti de novo. De novo bem devagar, e aos poucos fui aumentando o ritmo. Chegou uma hora que a loucura era tanta que agarrei ela pelos ombros e puxei, ela ficou de joelhos mas agora o corpo dela estava reto, de costas pra mim. Com a outra mão agarrei o cabelo dela e comecei a meter com muita força. Nessa hora entrou um clarão de luz rápido no quarto. A Majo abriu a porta e ficou com aquela cena na frente dos olhos dela.
A Esperanza e eu percebemos na hora a presença da Majo, mas o descontrole era tanto que não conseguimos parar. O ritmo estava tão intenso naquele momento que, antes da Majo falar qualquer coisa, eu já estava tirando o pau e gozando nas costas da Esperanza.
A Majo bateu a porta quando fechou. Saiu sem dizer uma palavra, cheia de raiva. Pela primeira vez na noite eu me senti aliviado. Tinha descoberto o segredo para desestabilizar a Majo. Tinha que comer a irmã dela na frente dela sempre que pudesse, até chegar uma hora que a Majo não aguentasse mais, até ela ficar tão confusa com aquilo que o inconsciente dela a levasse a fazer uma loucura.Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram modificados pra proteger a identidade das pessoas.
Espero que vocês tenham gostado da nona parte dessa série. Em breve vem, quem sabe, a melhor parte da história, então fiquem ligados, comentem e compartilhem se curtem os relatos. Quem quiser fotos das protagonistas desse relato é só me avisar.
DÉCIMA PARTE: Um passeio em famíliaMinha estratégia já estava definida. Coloquei em prática. Tratei de comer a Esperança toda vez que visitava ela no apartamento. Obviamente, com a Majo no quarto ao lado ou em qualquer outro canto da casa, mas que desse pra ouvir o que a gente fazia.
O tempo passou e chegou aquela época gostosa em que todo mundo fica coçando o saco. Semana Santa. Eu, como não sou crente, encaro como um tempo pra relaxar, descansar e, se possível, dar uma trepada. E pra essa ocasião, com certeza ia ser possível. A Esperança tava me convidando pra um passeio com a família toda durante essa semana e eu, claro, não ia recusar o convite tentador…
Twitter: @felodel2016
Eu tinha a Esperanza encostada no espelho do elevador; apoiada com as mãos no espelho, ela rebolava aquela bunda gostosa. A situação me dava muito tesão. Naquela hora eu já tava exausto, mas não ia deixar passar essa.
Eu penetrei ela devagar. De repente, a gente ouviu alguém batendo na porta do elevador.
— Saiam daí, seus filhos da puta!
A Esperanza reconheceu na hora a voz do namorado dela. Ela ficou calada, tentando pensar em como sair dessa, mas o nervosismo dela era tanto que ela travou. Nem vou falar de mim, sabia que a gente tava numa baita enrascada e não tinha como justificar. Peguei minha roupa na hora e comecei a me vestir, a Esperanza fez o mesmo.
O elevador começou a se mover e a gente sabia que faltavam segundos pra encarar essa situação. Assim que a porta abriu, o Johnny partiu pra cima de mim. Bati no espelho que fazia de parede no elevador. Na hora, revidei a agressão. A gente começou a trocar socos ali, a Esperanza tentava separar a gente enquanto gritava "Para, para que eu te explico".
O Johnny tava cego de raiva, o vigia do prédio teve que separar a gente. A Esperanza segurava o Johnny enquanto o vigia me segurava. Ela tentou acalmar o namorado, quis conversar com ele, não sei como ela pretendia explicar, mas enfim, era o que ela tentava. Num momento, ela quis beijar ele, mas ele virou o rosto na hora e disse "Não quero mais ver você, puta, me solta que vou embora". Assim que a Esperanza soltou ele, ele cuspiu nela, virou as costas e foi embora.
A Esperanza começou a chorar desesperada, eu fui tentar consolá-la. Abracei ela e disse pra não se preocupar, que o Johnny não merecia ela. Enxuguei as lágrimas do rosto dela e pedi de novo que se acalmasse, que não sofresse por isso. Finalmente ela saiu do choque, embora ainda estivesse muito triste. Me agradeceu por entender ela e se recusou a me deixar ir pro meu apartamento, dizia que eu não tava em condições de ir pra casa e muito menos naquela hora.
Subimos pela escada e fomos direto pro quarto dela. Rapidamente tirei a roupa e me enfiei debaixo das cobertas, tava morto, queria dormir. A Esperança entrou e queria continuar o que a gente tinha deixado pendente no elevador. Mas eu não queria, queria descansar; no entanto, a Esperança era insistente e não aceitava um não como resposta. Tive que prometer que bem cedo no outro dia a gente acertaria as contas. Ela aceitou, me abraçou e dormiu.
De novo atrasado, saía tarde do trabalho e não tinha tido tempo de comprar um presente pra Esperança. Tinham passado três meses e a Esperança adorava comemorar essas datas. Eu tinha esquecido de comprar algo pra ela de manhã e agora tinha que me apressar pra conseguir antes de ir jantar com ela e a família dela.
Naquela noite a gente ia contar pros pais dela que tava namorando. Claro que tava nervoso, como é que ia explicar que agora queria ser o namorado da irmã da minha ex?
A gente se reuniu pra comer. A cara dos pais da Esperança se encheu de surpresa quando me viram entrar. Engoliram seco e fingiram me receber da maneira mais cordial possível. A Esperança me apresentou pros pais dela com a maior naturalidade possível, como se a situação não fosse absurda.
Os olhos da Mariajosé e do marido dela, Mariano, cravavam fixamente em mim, me intimidavam; vigiavam o intruso. A Esperança não parava de falar sobre como a gente tava levando bem nosso relacionamento. Na verdade parecia um monólogo; eu ficava calado, pensando cada uma das coisas que ia dizer. Os pais dela também ficavam em silêncio, como se esperassem o momento exato pra atacar. Toda vez que faltava alguma coisa, Esperanza se oferecia pra buscar. Eu sempre me oferecia pra acompanhar ela, sabia que não dava pra ficar sentado ali, sozinho, na frente dos pais dela. Na cozinha, falei pra ela que não tava me sentindo bem com aquilo, que o melhor era eu ir pro meu apê. Esperanza me acalmou: "Relaxa, você tá muito tenso. Já vai ver que meus pais vão respeitar a nossa parada quando virem o quanto eu tô apaixonada."
Voltamos pra mesa, servimos umas bebidas e sentamos de novo. Esperanza começou a tagarelar de novo e a se mostrar toda gostosa e carinhosa comigo enquanto a gente jantava. Mas Mariajosé não aguentou mais, interrompeu.
— O que a Majo vai pensar quando ver isso? — respondeu a mulher puta da vida.
— Sei lá. Talvez que a irmã dela também pode se apaixonar — respondeu Esperanza num tom firme e desafiador.
— Pelo ex-namorado dela? Mas o que passa na cabeça de vocês?
— Mãe… Você sabe que nessas coisas a gente não escolhe…
Era uma chantagem absurda da Esperanza, quase na frente do pai dela ela contou o que rolou. A mãe dela ficou em silêncio.
Nisso, a porta abriu e a Majo entrou. Fechou a porta e foi andando procurando os pais pra cumprimentar. Nos encontrou na sala de jantar e ficou paralisada na moldura da porta. A mãe dela levantou e cumprimentou ela, pegou na mão dela: "Vem, vem, que a Esperanza tá apresentando o namorado dela pra gente."
Majo ficou olhando fixo pra gente, os olhos dela eram uma bola de fogo; o rosto dela continuava paralisado. Sem fazer nenhuma expressão. Ficou em silêncio por uns segundos, virou as costas e falou: "Tenham uma boa noite." Virou e foi embora.
Vendo como as coisas estavam, decidi levantar e pedir licença pra todo mundo. Ninguém se opôs.
Peguei o elevador e enquanto descia, ia quebrando a cabeça, pensando no que tinha acabado de rolar. Subi no carro e meu celular tocou. Chegou uma mensagem da Esperanza: "Você caiu bem pra eles ;)"
Passaram uns dois meses desde aquela noite, durante esse tempo fiquei sempre pensando que essa tinha sido a facada final em qualquer chance com a Majo. Toda vez que eu ia na casa dela pra me encontrar com a Esperanza, ela deixava bem claro. A indiferença e o ódio dela eram nítidos. Mas um dia, saindo do escritório pra almoçar, tomei um susto. Fiquei pasmo. Chegou uma mensagem da Majo me convidando pro aniversário dela. Não entendi nada.
A semana acabou. Lá estava eu naquele sábado à tarde, sentado no sofá do meu apê vendo Spotlight com a Esperanza; horas antes de ir pra casa dela no aniversário da irmã. Jantamos, depois nos arrumamos pra ir pra festa da Majo, enquanto isso a gente bebia um pouco pra chegar meio bêbado.
A saia curta que a Esperanza tava usando era uma coisa incrível. As pernas dela estavam provocantes, mas muito provocantes mesmo com aquela saia. Me deixou com muito tesão ver ela daquele jeito, na real deu vontade de meter uma transa antes de sair. Me segurei, porque sabia que no apê dela e numa festa ia ser muito melhor. Mas era difícil segurar porque, além de gostosa do jeito que ela tava, a atitude de puta dela era quase impossível de resistir.
Quando descemos no elevador, ela foi beijando meu pescoço, essa mulher tinha uma fascinação por elevador que não dava pra acreditar. Mas dessa vez a viagem foi curta, claro, foi longa o suficiente pra Esperanza me causar uma ereção. Assim que a porta abriu, ela disse: "Ah, esqueci, a gente tem que passar na Gaby".
Gabriela é a melhor amiga dela, aquela que se conhecem até o talo. Uma mina meio antipática, mas que é uma gostosa.
Depois que pegamos ela, fomos pro apê da Esperanza. Tocamos a campainha e a Majo foi quem abriu a porta. Ela sorria enquanto abraçava um cara e nos dava as boas-vindas. Cumprimentou a gente, perguntou como estávamos e convidou pra ficar à vontade e curtir.
Eu tava estupefato, não tava processando. Tinha que disfarçar porque tava com a Esperanza, mas era impossível. Antes que eu pudesse reagir, a Majo apareceu de novo com o namorado dela, Apresento pra vocês o Javi, meu namorado." Apertei a mão daquele infeliz e sorri hipocritamente enquanto pensava em como ia foder a vida dele.
Tava difícil me recompor. Fui pegar uma bebida pra ver se conseguia esquecer aquilo. Dançava com a Esperança enquanto olhava de canto pra Majo. O bundão se esfregava nela enquanto dançavam.
Esperança bebeu tanto que ficou bêbada, agora sim que eu ia me ferrar. Cuidar da Esperança enquanto via a Majo ali esfregando na minha cara o novo namorado dela. A raiva corria nas minhas veias e pensei em vazar. Mas a Majo e o namorado dela foram se afastando na surdina, sumindo dos olhos de todo mundo ali. Sabia que aquele filho da puta ia comer ela. Tinha que fazer alguma coisa, mas tava cego de rancor. Não me vinha nada na cabeça.
Levantei e fui até onde a Gabriela tava. Ela batia papo com um grupo de gente quando agarrei o braço dela, virei ela e comecei a beijar. Ela não teve tempo de reagir. O beijo foi curto e quando terminou, falei: "Desculpa, vou levar minha namorada. Temos coisas pra resolver."
Puxei a Gabriela enquanto ela reclamava: "O que cê tá fazendo?" Fiquei em silêncio enquanto levava ela até o sofá onde a Esperança tava passando o porre. Quando chegamos lá, falei: "Ela sempre faz a mesma merda comigo. Cansei. Dessa vez você cuida dela, pra isso que serve ser a melhor amiga. Vou embora, hoje você fica de olho nela."
- Pera, pera. Como cê vai nos deixar na mão? – disse a Gabriela, tentando me impedir de ir.
- Tô de saco cheio. E agora vem a parte boa. Ela vai tentar pegar o primeiro que aparecer, respondi, fingindo que ia chorar, todo derrotado.
De verdade que ela ficou com pena, porque a primeira coisa que fez depois dessas palavras foi se aproximar e me beijar. Sabia que não podia ficar ali, tinha muita gente que me conhecia, que conhecia a Esperança, e podia dar merda.
Conhecia a casa como a palma da mão, então peguei a Gabriela pela mão e levei ela pro quarto da Esperança. Quando Entramos, ouvimos uns gemidos. Era a Majo no quarto dela, do lado do da Esperança, transando com o namorado. Isso me deixou ainda mais excitado.
Comecei a beijar a Gabriela sem controle. Passava minhas mãos por aquelas pernas finas e bem torneadas, por aquela bunda bem desenhada. Ela me beijava e passava as mãos intensamente no meu peito. Levantei o vestidinho curto dela, mas ela se adiantou. Foi descendo enquanto beijava meu peito e minha barriga. Desabotoou o cinto e a calça com uma agilidade impressionante. Depois puxou tudo de uma vez, como se fosse profissional em tirar roupa dos outros. Pegou meu pau com as mãos e deslizou devagar pela boca dela. Aquela linguinha brincalhona batia loucamente na cabeça do meu membro. Os lábios fininhos dela deslizavam cada vez mais rápido no meu pau totalmente duro. Não vou mentir, não era a melhor técnica do mundo, mas não era ruim. Não aguentei mais, precisava sentir aquela bunda gostosa nas minhas mãos de novo. Peguei ela pelo rosto, firme mas com cuidado pra não machucar, e puxei. Ela ficou de pé de novo.
Dois segundos depois, agarrei ela com força pela bunda, comecei a beijar, levantei e encostei ela na porta do quarto. Puxei a calcinha fio dental dela pro lado e meti. Desde o começo, com força. Ela sorria, mostrando o aparelho nos dentes, enquanto eu deslizava na bucetinha apertada dela. Com a mão direita me abraçava, se mexendo entre a parede e meu corpo. Os movimentos dela eram um mistério: tava rebolando devagar quando do nada começava a se sacudir com tudo; depois parava, fazia movimentos circulares enquanto a outra mão ficava levantada, fechando o punho.
Enquanto me beijava, mordia meus lábios e ficava com eles presos na boca dela. Essa mina era sensacional. Pedia pra eu meter mais forte enquanto gemia sem nenhum pudor. Eu já tava quase no limite. Já fazia um tempão, minhas pernas tremiam de aguentar o peso dela, além de que eu tava quase gozando. De repente, a Gabriela me Surpreendeu, ou melhor, nós dois nos surpreendemos. A amiga gostosa da minha namorada enfiou o dedo no meu cu, eu apertei as nádegas e naquele momento comecei a gozar. Imediatamente soltei ela e me desvencilhei. Ela bateu a cabeça na porta enquanto caía no chão. O tombo que levou não era o único motivo pra reclamar de mim.
— Mas o que você fez, imbecil? Gozou em mim?
— Um pouco, consegui me soltar, mas deve ter escapado um pouco — falei, tentando me desculpar.
— Vai tomar no cu.
Ela ajeitou o vestido, abriu a porta e foi embora. Me vesti e fui rápido pro banheiro jogar água no rosto. Pra esfriar a cabeça.
Tava de volta na sala, onde todo mundo estava. Esperanza ainda lá, largada no sofá; Majo ainda, agora um pouco mais corada, dançando com o namorado. O alívio e a satisfação dela eram evidentes. Inacreditável!
Ainda não conseguia me livrar da raiva.
Me aproximei da Esperanza pra tentar acordá-la. Queria convencê-la a ir pro meu apê. "Vamos, você já tá muito bêbada", falava enquanto acariciava o rosto e o cabelo dela. Mas ela se recusava a levantar, dizia que ia se recuperar em cinco minutos. No fim, ela tinha razão, não foram cinco minutos, foi mais meia hora; mas ela se levantou e continuou dançando.
Vendo que a Esperanza tava bêbada e que os desejos carnais dela nunca ficam totalmente satisfeitos, aproveitei e comecei a passar a mão nela ali mesmo, enquanto dançávamos. Beijei o pescoço dela, perto dos peitos, e chegou uma hora que ela esquentou tanto que tive que levar ela. Me deu muito tesão transar de novo no quarto da Majo, então a gente se trancou lá. Bom, trancar é modo de dizer, só fechamos a porta mas não colocamos o seguro.
Deixei ela cair na cama, levantei um pouco a saia dela e comecei a esfregar por cima da calcinha. Beijava a virilha dela, lambia devagar, de cima pra baixo, usando a buceta como a borda proibida; proibida por enquanto. Ela me agarrava com força pelo cabeça. Meu rosto sentia o calor da buceta dela. Tirei a calcinha dela e comecei a chupar aquela buceta gostosa. A Esperanza esticava os braços por cima da cabeça, deixando eu fazer o que quisesse.
Penetrei devagar. Puxei a blusa dela bruscamente e os peitos dela ficaram à mostra. Apertava eles com as minhas mãos enquanto metia com força nela. A Esperanza soltava gemidos altos, parecia não se importar com nada. As pernas dela se encolhiam, me envolvendo pelos braços enquanto eu sacudia ela contra a cama. Ela reclinava a cabeça e fechava os olhinhos enquanto soltava uns gemidos de puro prazer.
Virei ela, ficou de quatro e meti de novo. De novo bem devagar, e aos poucos fui aumentando o ritmo. Chegou uma hora que a loucura era tanta que agarrei ela pelos ombros e puxei, ela ficou de joelhos mas agora o corpo dela estava reto, de costas pra mim. Com a outra mão agarrei o cabelo dela e comecei a meter com muita força. Nessa hora entrou um clarão de luz rápido no quarto. A Majo abriu a porta e ficou com aquela cena na frente dos olhos dela.
A Esperanza e eu percebemos na hora a presença da Majo, mas o descontrole era tanto que não conseguimos parar. O ritmo estava tão intenso naquele momento que, antes da Majo falar qualquer coisa, eu já estava tirando o pau e gozando nas costas da Esperanza.
A Majo bateu a porta quando fechou. Saiu sem dizer uma palavra, cheia de raiva. Pela primeira vez na noite eu me senti aliviado. Tinha descoberto o segredo para desestabilizar a Majo. Tinha que comer a irmã dela na frente dela sempre que pudesse, até chegar uma hora que a Majo não aguentasse mais, até ela ficar tão confusa com aquilo que o inconsciente dela a levasse a fazer uma loucura.Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram modificados pra proteger a identidade das pessoas.
Espero que vocês tenham gostado da nona parte dessa série. Em breve vem, quem sabe, a melhor parte da história, então fiquem ligados, comentem e compartilhem se curtem os relatos. Quem quiser fotos das protagonistas desse relato é só me avisar.
DÉCIMA PARTE: Um passeio em famíliaMinha estratégia já estava definida. Coloquei em prática. Tratei de comer a Esperança toda vez que visitava ela no apartamento. Obviamente, com a Majo no quarto ao lado ou em qualquer outro canto da casa, mas que desse pra ouvir o que a gente fazia.
O tempo passou e chegou aquela época gostosa em que todo mundo fica coçando o saco. Semana Santa. Eu, como não sou crente, encaro como um tempo pra relaxar, descansar e, se possível, dar uma trepada. E pra essa ocasião, com certeza ia ser possível. A Esperança tava me convidando pra um passeio com a família toda durante essa semana e eu, claro, não ia recusar o convite tentador…
Twitter: @felodel2016
4 comentários - Cogí con mi novia, su madre y sus hermanas (Capítulo 9)
Va punto