Esta é uma história real adaptada como relato.. os nomes foram trocados e partes da história modificadas pra não deixar ela mais chata.
Vamos começar..
Quero contar uma coisa que aconteceu com a gente há alguns anos..
Somos um casal normal do interior do país, com filhos, amigos, uma vida de trabalho e rotina.
Desde que nos conhecemos, tivemos muita química na cama, quando namorávamos tentávamos realizar nossas fantasias e transávamos feito coelhos o dia todo.. O único problema era que minha mulher tinha dificuldade em dar a bunda e isso tinha virado minha obsessão.
Ela é muito gostosa, tem uma bunda redondinha, pra mim perfeita. Há um tempo postei fotos dela no Poringa pra vocês verem.
Costumavam passar meses até que, em alguma data especial, ela deixasse eu entrar por trás, eu passava o maior tempo possível com cremes especiais pra não doer, mas mesmo assim ela reclamava.
Os anos se passaram e nada tinha melhorado em relação à minha obsessão de comer a bundinha dela todo dia.
Numa ocasião, conversando com o Carlos, um amigo de muita confiança, enquanto ele me contava que tinha comido uma mina que pegou num pub, eu falei:
Eu - Cara, você sabe que a Lúcia (esse é o nome da minha mulher) tem dificuldade em dar a bunda. É uma coisa que ela nunca conseguiu se acostumar, muito menos aproveitar..
Carlos - Sério? Com a bunda que ela tem, não acredito, deixa ela comigo que quando eu devolver você não vai ter mais problema haha, mais que isso, ela vai pedir (ele é um sem-vergonha quando fala de outras gostosas, não liga se é parente ou mulher dos outros).
Eu - hahaha cala a boca, idiota, já tentei de tudo e não tem jeito. Parece que ela tem o cu pequeno ou sei lá o que.
(Ele ficou pensando e me disse)
Carlos - Olha, talvez isso te ajude. Um amigo da capital me contou que nos fins de semana ia umas festas de swing onde ele se dedicava a "amolecer" ou dilatar os cus das esposas ou namoradas dos convidados. Tipo um serviço haha e ainda ganhava gorjeta.
Carlos - Parece que ele ia Gente com grana, porque consegui juntar uma boa grana. As festas eram numa casa grande num condomínio fechado. Ele levava uma maca de massagem, luvas descartáveis, cremes, etc. Também uns brinquedos de metal que ele esterilizava com uma máquina especial.
Eu — que estranho, nunca tinha ouvido falar disso. O cara deve ser doido.
Carlos — sim, sim, ele me disse que vão umas gostosas de todas as idades, mas que a maioria que ele atende são jovens, as mais velhas já tinham experiência, parece.
Eu — me passa o número de celular dele pra eu ligar. Tive uma ideia: podemos deixar os meninos com os avós e fazer uma viagenzinha pra conhecer ele.
Carlos — beleza, mas olha, eu faço de graça e você não precisa viajar, hein (ele falou enquanto olhava os contatos do celular e ria).
Ele me passou o número do amigo de Buenos Aires. Liguei no dia seguinte e falei com ele. Disse que o Carlos tinha me passado o contato e que eu precisava que ele desse a "massagem especial" dele na minha mulher.
Muito atencioso, ele respondeu que não fazia mais porque estava namorando, mas que por ser amigo do Carlos ia abrir uma exceção, embora precisasse de máxima discrição pra não ter problemas (pensei: tá me enrolando à toa). Perguntei quanto ia cobrar e ele disse 2 mil pesos, caralho!! Ainda tinha que somar a viagem e pelo menos uma noite de hotel.
Valia a pena o gasto só pra poder comer o cu da minha esposa direto?
Bom, amigos, como vocês podem imaginar, minha obsessão fez com que eu juntasse a grana e confirmasse a data pro cara.
Faltava convencer a minha mulher.
Naquela noite, enquanto jantávamos com a Luci...
Eu — Lu, o que acha de fazermos uma viagenzinha pra Buenos Aires só nós dois e de quebra irmos ver um cara que o Carlos me recomendou? É massagista e especialista em bundas femininas, haha.
Lu — do que você tá falando? Como assim especialista em bundas? Adoraria ir pra Buenos Aires, mas me explica melhor, por favor.
Eu — vou te contar, hoje falei com um massagista que ajuda casais como a gente a ter sexo anal. mais prazeroso, não sei se é sexólogo ou só massagista, mas veio recomendado e achei uma boa ideia visitar ele. No pior dos casos, se não animarmos, só conhecemos ele e vazamos, o que cê acha?
Lu - humm, acho que você quer que eu acabe comendo o massagista, né? Com certeza é mais uma das suas fantasias.
Eu - não, nada a ver, é um profissional (tentava convencer ela, me fazendo de sério)
Lu - sim, sim, claro. Pode crer. Mas se eu não gostar, ele não vai encostar um fio de cabelo em mim, tá claro?
Eu - fechado.
A viagem foi tranquila, umas 4 horas de carro. Chegamos no hotel que eu tinha reservado pela internet lá pelas 6 da tarde.
Eu tava ansioso, então da garagem do hotel, enquanto a Luci tava no quarto, liguei pro massagista pra combinar o horário. Ele falou pra levar ela umas 11 da noite, que ia estar esperando a gente no consultório dele, e passou o endereço. Meu coração tava a mil por hora!!
Jantamos no próprio hotel cedo. Voltamos pro quarto só pra trocar de roupa; ela vestiu um vestido preto que batia na beirada da bunda, meias bucaneiras cor de pele e um cinta-liga branco combinando com uma tanguinha que enfiava toda na bunda.
Pegamos um táxi. Chegamos 10 minutos antes das 11. Era um apartamento, se não me engano, no bairro da Recoleta. Ele nos atendeu pelo porteiro e convidou a gente pra entrar.
Entramos no lugar, bem decorado, com uns quadros que mostravam cursos que ele tinha feito (com certeza nenhum era de dilatação anal, pensei).
Nos atendeu um cara de uns 40 anos, de boa aparência, com uma espécie de avental. Deu um beijo na Lu e apertou minha mão.
Batemos um papo sobre o trânsito, a noite portenha, besteiras pra criar intimidade.
Num momento, o massagista (M) falou pra Luci:
M - bom, linda, sabe por que seu marido te trouxe aqui?
Lu - ele falou que você ia fazer massagem descontraturante, haha (disse meio tímida, mas dando a entender que sabia)
M - é, algo assim. Vamos começar. então.
M – tira o vestido, por favor, e pode pendurar ali, enquanto apontava o lugar.
Ela tirou o vestido enquanto me olhava, bem vermelha de vergonha.
O massagista arrumava as coisas quando a viu sem o vestido.
M – aaa mas que gostosa você veio vestida.. tira os sapatinhos e deita na maca de bruço, princesa..
Lu – tiro a meia também??
M – não, deixa elas. O cinta-liga a gente vai tirar, mas primeiro deixa eu te ver bem e começar a massagem.
(Eu não sabia onde me enfiar pra ter o melhor ângulo. Num momento o cara percebe que tô nervoso e me fala)
M – dá uma olhada na cozinha do lado, no frigobar tem bebida.. serve o que quiser.
Fui pra cozinha e abri uma latinha de cerveja.
Quando voltei, ele já tava passando um tipo de óleo nas nádegas da Booty. Fazia devagar, como acariciando ela. A música do lugar era suave, clima de relaxamento.
Assim ficou por um bom tempo, acariciava a bunda dela por baixo das ligas, bem até a borda das meias, e voltava a subir. Aos poucos, ia abrindo as pernas dela.
Ela suspirava, eu que conheço ela bem percebi que tava excitada.
M – beleza, garota, vou desabotoar seu cinta-liga pra tirar a calcinha. Você vai ter que me ajudar com as tiras da frente..
Lu – sem responder, começou a desabotoar sozinha, virando de lado, nos dando uma vista linda da bunda dela..
M – Muito bem! vê como levanta essa bunda linda.
A Luci fez isso, e ele tirou a tanga devagar, enquanto ela levantava a bunda (que filha da puta, pensei enquanto via a cena)
Ele continuou a massagem por mais um tempo, mas já mais ousado, abrindo devagar as nádegas dela e passando os dedos suavemente pelo cu, como que testando a reação dela.
M – Luci, você já tá pronta. Olha, o que a gente vai fazer é tentar que não doa mais quando seu marido ou algum "amigo" quiser enfiar por aqui (enquanto apoiava) seu dedo indicador no ânus dela). Pra isso, precisamos dilatar sua bunda o máximo possível, com muito cuidado e paciência. Vai levar um tempo porque tá bem apertadinha.
Mas te garanto que quando terminar, vai ficar bem dilatada e não vai mais doer ou incomodar..
Lu - bom, você é o especialista (disse rindo). Vou precisar voltar outra vez ou com uma sessão só já fico de boa?
M - vai depender da frequência das suas relações anais, mas vou recomendar uns brinquedos sexuais pra manter o ânus dilatado que vão te ajudar. Vamos começar.
Ele calçou umas luvas descartáveis que tirou de uma caixa. Passou creme nos dedos e começou a massagear o ânus da Luci. Primeiro as bordas. Até enfiar a ponta de um dos dedos, fazendo círculos, tentando abrir a portinha da rabeta dela.
Ela ficou em silêncio. Só se ouvia a música. Ele passou um tempão enfiando o dedo cada vez mais fundo. Metia e tirava.
Quando enfiou o segundo dedo, ela reclamou um pouco.
M - tá doendo, gostosa?
Lu - incomoda, mas quase nada..
M - fica tranquila que é só até o analgésico em creme que passei fazer efeito. Relaxa que a gente acabou de começar..
Pediu pra ela levantar a bunda e colocou um travesseiro pra deixar bem empinada. Aproveitou pra abrir as pernas dela e continuou enfiando os dedos.
Eu sentei num sofá que tava do lado pra esperar. Não sei bem quanto tempo passou quando ouvi ele dizer:
M - Luci, você tá se comportando muito bem, já são 3 dedos que enfio até o fundo e entram suave, então vamos pro próximo nível (ele tira uma espécie de plug de borracha com uma mangueira e uma bombinha, igual as que usam pra medir pressão. Lava com sabão numa pia que tava a uns metros).
M - vamos ver se a gente consegue enfiar esse brinquedo (falou enquanto dava um tapa na bunda dela)
Começou a enfiar devagar, a bundinha tava meio dilatada, então entrou fácil até o final. Só ficou Fora a base e a mangueira.
Imediatamente começou a bombar. Não contei, mas acho que foram umas 3 ou 4 vezes, até ela reclamar e ele parar.
M – Vamos esperar um pouco pra você se acostumar (enquanto acariciava as pernas dela com a outra mão).
Continua...
Vamos começar..
Quero contar uma coisa que aconteceu com a gente há alguns anos..
Somos um casal normal do interior do país, com filhos, amigos, uma vida de trabalho e rotina.
Desde que nos conhecemos, tivemos muita química na cama, quando namorávamos tentávamos realizar nossas fantasias e transávamos feito coelhos o dia todo.. O único problema era que minha mulher tinha dificuldade em dar a bunda e isso tinha virado minha obsessão.
Ela é muito gostosa, tem uma bunda redondinha, pra mim perfeita. Há um tempo postei fotos dela no Poringa pra vocês verem.
Costumavam passar meses até que, em alguma data especial, ela deixasse eu entrar por trás, eu passava o maior tempo possível com cremes especiais pra não doer, mas mesmo assim ela reclamava.
Os anos se passaram e nada tinha melhorado em relação à minha obsessão de comer a bundinha dela todo dia.
Numa ocasião, conversando com o Carlos, um amigo de muita confiança, enquanto ele me contava que tinha comido uma mina que pegou num pub, eu falei:
Eu - Cara, você sabe que a Lúcia (esse é o nome da minha mulher) tem dificuldade em dar a bunda. É uma coisa que ela nunca conseguiu se acostumar, muito menos aproveitar..
Carlos - Sério? Com a bunda que ela tem, não acredito, deixa ela comigo que quando eu devolver você não vai ter mais problema haha, mais que isso, ela vai pedir (ele é um sem-vergonha quando fala de outras gostosas, não liga se é parente ou mulher dos outros).
Eu - hahaha cala a boca, idiota, já tentei de tudo e não tem jeito. Parece que ela tem o cu pequeno ou sei lá o que.
(Ele ficou pensando e me disse)
Carlos - Olha, talvez isso te ajude. Um amigo da capital me contou que nos fins de semana ia umas festas de swing onde ele se dedicava a "amolecer" ou dilatar os cus das esposas ou namoradas dos convidados. Tipo um serviço haha e ainda ganhava gorjeta.
Carlos - Parece que ele ia Gente com grana, porque consegui juntar uma boa grana. As festas eram numa casa grande num condomínio fechado. Ele levava uma maca de massagem, luvas descartáveis, cremes, etc. Também uns brinquedos de metal que ele esterilizava com uma máquina especial.
Eu — que estranho, nunca tinha ouvido falar disso. O cara deve ser doido.
Carlos — sim, sim, ele me disse que vão umas gostosas de todas as idades, mas que a maioria que ele atende são jovens, as mais velhas já tinham experiência, parece.
Eu — me passa o número de celular dele pra eu ligar. Tive uma ideia: podemos deixar os meninos com os avós e fazer uma viagenzinha pra conhecer ele.
Carlos — beleza, mas olha, eu faço de graça e você não precisa viajar, hein (ele falou enquanto olhava os contatos do celular e ria).
Ele me passou o número do amigo de Buenos Aires. Liguei no dia seguinte e falei com ele. Disse que o Carlos tinha me passado o contato e que eu precisava que ele desse a "massagem especial" dele na minha mulher.
Muito atencioso, ele respondeu que não fazia mais porque estava namorando, mas que por ser amigo do Carlos ia abrir uma exceção, embora precisasse de máxima discrição pra não ter problemas (pensei: tá me enrolando à toa). Perguntei quanto ia cobrar e ele disse 2 mil pesos, caralho!! Ainda tinha que somar a viagem e pelo menos uma noite de hotel.
Valia a pena o gasto só pra poder comer o cu da minha esposa direto?
Bom, amigos, como vocês podem imaginar, minha obsessão fez com que eu juntasse a grana e confirmasse a data pro cara.
Faltava convencer a minha mulher.
Naquela noite, enquanto jantávamos com a Luci...
Eu — Lu, o que acha de fazermos uma viagenzinha pra Buenos Aires só nós dois e de quebra irmos ver um cara que o Carlos me recomendou? É massagista e especialista em bundas femininas, haha.
Lu — do que você tá falando? Como assim especialista em bundas? Adoraria ir pra Buenos Aires, mas me explica melhor, por favor.
Eu — vou te contar, hoje falei com um massagista que ajuda casais como a gente a ter sexo anal. mais prazeroso, não sei se é sexólogo ou só massagista, mas veio recomendado e achei uma boa ideia visitar ele. No pior dos casos, se não animarmos, só conhecemos ele e vazamos, o que cê acha?
Lu - humm, acho que você quer que eu acabe comendo o massagista, né? Com certeza é mais uma das suas fantasias.
Eu - não, nada a ver, é um profissional (tentava convencer ela, me fazendo de sério)
Lu - sim, sim, claro. Pode crer. Mas se eu não gostar, ele não vai encostar um fio de cabelo em mim, tá claro?
Eu - fechado.
A viagem foi tranquila, umas 4 horas de carro. Chegamos no hotel que eu tinha reservado pela internet lá pelas 6 da tarde.
Eu tava ansioso, então da garagem do hotel, enquanto a Luci tava no quarto, liguei pro massagista pra combinar o horário. Ele falou pra levar ela umas 11 da noite, que ia estar esperando a gente no consultório dele, e passou o endereço. Meu coração tava a mil por hora!!
Jantamos no próprio hotel cedo. Voltamos pro quarto só pra trocar de roupa; ela vestiu um vestido preto que batia na beirada da bunda, meias bucaneiras cor de pele e um cinta-liga branco combinando com uma tanguinha que enfiava toda na bunda.
Pegamos um táxi. Chegamos 10 minutos antes das 11. Era um apartamento, se não me engano, no bairro da Recoleta. Ele nos atendeu pelo porteiro e convidou a gente pra entrar.
Entramos no lugar, bem decorado, com uns quadros que mostravam cursos que ele tinha feito (com certeza nenhum era de dilatação anal, pensei).
Nos atendeu um cara de uns 40 anos, de boa aparência, com uma espécie de avental. Deu um beijo na Lu e apertou minha mão.
Batemos um papo sobre o trânsito, a noite portenha, besteiras pra criar intimidade.
Num momento, o massagista (M) falou pra Luci:
M - bom, linda, sabe por que seu marido te trouxe aqui?
Lu - ele falou que você ia fazer massagem descontraturante, haha (disse meio tímida, mas dando a entender que sabia)
M - é, algo assim. Vamos começar. então.
M – tira o vestido, por favor, e pode pendurar ali, enquanto apontava o lugar.
Ela tirou o vestido enquanto me olhava, bem vermelha de vergonha.
O massagista arrumava as coisas quando a viu sem o vestido.
M – aaa mas que gostosa você veio vestida.. tira os sapatinhos e deita na maca de bruço, princesa..
Lu – tiro a meia também??
M – não, deixa elas. O cinta-liga a gente vai tirar, mas primeiro deixa eu te ver bem e começar a massagem.
(Eu não sabia onde me enfiar pra ter o melhor ângulo. Num momento o cara percebe que tô nervoso e me fala)
M – dá uma olhada na cozinha do lado, no frigobar tem bebida.. serve o que quiser.
Fui pra cozinha e abri uma latinha de cerveja.
Quando voltei, ele já tava passando um tipo de óleo nas nádegas da Booty. Fazia devagar, como acariciando ela. A música do lugar era suave, clima de relaxamento.
Assim ficou por um bom tempo, acariciava a bunda dela por baixo das ligas, bem até a borda das meias, e voltava a subir. Aos poucos, ia abrindo as pernas dela.
Ela suspirava, eu que conheço ela bem percebi que tava excitada.
M – beleza, garota, vou desabotoar seu cinta-liga pra tirar a calcinha. Você vai ter que me ajudar com as tiras da frente..
Lu – sem responder, começou a desabotoar sozinha, virando de lado, nos dando uma vista linda da bunda dela..
M – Muito bem! vê como levanta essa bunda linda.
A Luci fez isso, e ele tirou a tanga devagar, enquanto ela levantava a bunda (que filha da puta, pensei enquanto via a cena)
Ele continuou a massagem por mais um tempo, mas já mais ousado, abrindo devagar as nádegas dela e passando os dedos suavemente pelo cu, como que testando a reação dela.
M – Luci, você já tá pronta. Olha, o que a gente vai fazer é tentar que não doa mais quando seu marido ou algum "amigo" quiser enfiar por aqui (enquanto apoiava) seu dedo indicador no ânus dela). Pra isso, precisamos dilatar sua bunda o máximo possível, com muito cuidado e paciência. Vai levar um tempo porque tá bem apertadinha.
Mas te garanto que quando terminar, vai ficar bem dilatada e não vai mais doer ou incomodar..
Lu - bom, você é o especialista (disse rindo). Vou precisar voltar outra vez ou com uma sessão só já fico de boa?
M - vai depender da frequência das suas relações anais, mas vou recomendar uns brinquedos sexuais pra manter o ânus dilatado que vão te ajudar. Vamos começar.
Ele calçou umas luvas descartáveis que tirou de uma caixa. Passou creme nos dedos e começou a massagear o ânus da Luci. Primeiro as bordas. Até enfiar a ponta de um dos dedos, fazendo círculos, tentando abrir a portinha da rabeta dela.
Ela ficou em silêncio. Só se ouvia a música. Ele passou um tempão enfiando o dedo cada vez mais fundo. Metia e tirava.
Quando enfiou o segundo dedo, ela reclamou um pouco.
M - tá doendo, gostosa?
Lu - incomoda, mas quase nada..
M - fica tranquila que é só até o analgésico em creme que passei fazer efeito. Relaxa que a gente acabou de começar..
Pediu pra ela levantar a bunda e colocou um travesseiro pra deixar bem empinada. Aproveitou pra abrir as pernas dela e continuou enfiando os dedos.
Eu sentei num sofá que tava do lado pra esperar. Não sei bem quanto tempo passou quando ouvi ele dizer:
M - Luci, você tá se comportando muito bem, já são 3 dedos que enfio até o fundo e entram suave, então vamos pro próximo nível (ele tira uma espécie de plug de borracha com uma mangueira e uma bombinha, igual as que usam pra medir pressão. Lava com sabão numa pia que tava a uns metros).
M - vamos ver se a gente consegue enfiar esse brinquedo (falou enquanto dava um tapa na bunda dela)
Começou a enfiar devagar, a bundinha tava meio dilatada, então entrou fácil até o final. Só ficou Fora a base e a mangueira.
Imediatamente começou a bombar. Não contei, mas acho que foram umas 3 ou 4 vezes, até ela reclamar e ele parar.
M – Vamos esperar um pouco pra você se acostumar (enquanto acariciava as pernas dela com a outra mão).
Continua...
8 comentários - Obsessão pela buceta da minha mulher - Parte 1 de 2
Llego a los 40 seguidores y la subo.
Gracias por los puntos y los comentarios.
Me alegro mucho que les haya gustado.
saludos.