Relato de como eu comi minha namorada, a mãe dela e as irmãs dela
OITAVA PARTE: Esperança, o primeiro degrauMajo e eu tínhamos terminado. Era pra sempre e não tinha volta. Já tinha passado um tempão desde que a gente se separou. Mas como eu contei, com o tempo fui reconquistando a confiança dela, pelo menos pra sermos amigos. Pra mim, isso não bastava. Eu sabia que o que aconteceu tornava impossível pensar em voltar, mas Majo era a grande obsessão da minha vida.
Saí com outras, mas na cabeça sempre tinha a ideia de voltar com a Majo. Depois que reconquistei a confiança dela de novo, nunca fui capaz de dar em cima, achava que essa possibilidade tinha morrido.
A obsessão foi tão grande que um dia me veio a ideia de arriscar e tentar, que o resto da minha existência não faria sentido se eu não fosse atrás dela de novo. Mas não podia arriscar de qualquer jeito, tinha que pensar direitinho na forma perfeita de conseguir.
Toda vez que saía com ela e olhava nos olhos dela, tentava encontrar um jeito de fazer isso, mas não me vinha ideia nenhuma.
Uma noite, depois de ir ao cinema, Majo me convidou pra jantar na casa dela. Naquela noite tava um frio danado; saímos do cinema e pegamos um táxi pro apartamento dela. No táxi, fui conversando normal com a Majo, mas no fundo tava puto; o maldito taxista era um velho tarado que ficava olhando sem parar pras pernas da Majo pelo retrovisor. Que vontade de matar aquele filho da puta.
Pobre diabo!
Sentamos pra jantar e continuamos conversando, até o momento, coisas chatas, trabalho. Estando lá, a Esperanza passou indo pra cozinha, tava de pijama, cabelo bagunçado, cara de sono. Cumprimentou, pegou um iogurte na geladeira e saiu.
Parecia algo sem importância, mas não sei por que naquela noite ver o rosto da Esperanza mudou a visão que eu tinha até então das coisas. Por que eu devia ficar obcecado pela Majo? Será que a Esperanza não era praticamente uma cópia dela?
Até pensei que a Esperanza, naquele camisola roxa desbotada, com o cabelo bagunçado e sujo, tinha me parecido gostosa.
Mas não. Eu parei, me Desanimei, caí na real e pensei que a Majo era minha verdadeira obsessão e que me envolver com a irmã mais nova dela só ia piorar as coisas, era dar a facada final em qualquer chance que eu pudesse ter com ela. Mas e se eu mostrasse tudo de bom que eu tenho através de um relacionamento exemplar com a irmã dela? Será que isso não me daria uma chance de tentar?
Era pior não fazer nada. Tava decidido, ia me jogar de cabeça na Esperanza, qualquer coisa podia rolar ali e eu queria descobrir o que esse novo plano me reservava. A partir daquela noite, comecei meu novo objetivo: Esperanza.
Tava complicado, ela ainda tava com o mesmo namorado de anos, o tal do Johnny. Parecia bem apaixonada, mas meu inconsciente me dizia que a Esperanza, no fundo, cogitava ser uma putinha.
Agora eu usava a Majo; toda vez que a gente ia se ver, eu fazia de tudo pra ser na casa dela.
Numa dessas noites que passei no apartamento dela, estávamos eu, Majo, Esperanza, o namorado dela e eu. A gente jantou e depois jogou pôquer. Não apostávamos nada demais; dinheiro, mas bem pouco porque nenhum de nós quatro tava bem de grana, e também era só pra passar o tempo. Bebíamos rum e conversávamos enquanto a Majo acumulava dinheiro, a gente via ela sorrir por causa da puta sorte que ela tava tendo.
Acho que a emoção de ganhar da gente com tanta frequência fez ela beber mais rápido; a Majo já tava bêbada lá pela meia-noite. Bem cedo, porque a ideia era passar um tempão jogando e bebendo. Na real, todo mundo já tava meio alterado pelo álcool, mas a Majo era quem tava pior. O Johnny também tava bem tonto. Sabia que tinha que aproveitar a situação, mas pra isso precisava garantir que o idiota do Johnny ficasse mais bêbado ainda.
A Majo encostou a cara na mesa e apagou ali mesmo. Eu, a Esperanza e o namorado dela continuamos jogando. Eu cobria meu rosto com as cartas e de vez em quando as abaixava pra flertar com a Esperanza. Mas Ela ou não percebia, ou não ligava. Na verdade, o Johnny percebeu mais do que ela, a ponto de chegar uma hora em que explodiu.
- Para de dar em cima da minha namorada, ele disse, se levantando e balançando o copo de rum.
- Calma, amor, você tá bêbado, só coisa da sua cabeça, falou Esperanza tentando acalmá-lo.
Eu não respondi nada, só fiquei encarando ele. Quando ele sentou, falei pra ele ficar tranquilo, que a bebida tava fazendo ele pensar coisas que não eram, e que não tinha motivo pra estragar o bom momento que a gente tava passando.
Continuei dando em cima da Esperanza, mas ela continuava me ignorando. Já tinha sacado, naquela noite não ia rolar nada, essa mina não ia me dar atenção. Vendo que a Majo já tinha dormido e tendo fracassado no meu objetivo, me resignei, levantei da mesa e me despedi. A Esperanza se ofereceu pra me acompanhar até o elevador, já que a Majo tava dormindo. Chamamos o Johnny pra ir junto, pra ele não ficar sozinho lá, mas ele tava tão bêbado que já não conseguia nem se levantar.
Caminhamos pelo corredor escuro e chamamos o elevador. Quando a porta abriu, empurrei a Esperanza pra dentro, ela bateu na parede do elevador. Me joguei nela e beijei. Ela se assustou, mas não resistiu. No começo, só tava receptiva, beijava mas não usava as mãos pra nada. Segurei a cabeça dela com força e a gente se beijou por um tempão; a porta do elevador já tinha fechado e ele ficou parado ali. Eu beijava ela com paixão, minhas mãos desceram cheias de confiança pelas costas dela, pela cintura, e ali pararam um pouco.
A Esperanza não tava resistindo a nada até aquele momento, na verdade, tava se animando aos poucos. As mãos dela puxavam meu rosto pro dela. Ela cravava as unhas no meu pescoço enquanto a gente se comia de beijo. Não demorou muito e minhas mãos já estavam nas bundas dela, girando sobre elas, apertando; tinha passado tanto tempo que eu tinha esquecido da bundinha gostosa da Esperanza, aquela bunda pequena mas bem redondinha de novo nas minhas mãos. Aquela Pernas longas e finas se enrolando em mim de novo.
Era fato que a Esperança também tinha ficado com o tesão. Eu passava minhas mãos nos peitos dela, na bunda dela, na buceta dela, por cima e por baixo da roupa dela. Vendo que a Esperança topava qualquer coisa que rolasse no elevador, não perdi tempo pensando nas coisas, simplesmente fazia. Comecei a chupar aquela buceta deliciosa dela.
Também tinha esquecido que a Esperança era daquelas mulheres que esquentam a buceta rapidinho. Finalmente lembrei, que buceta linda essa mina tinha e eu tinha desperdiçado tanto tempo.
De novo eu tinha nas mãos aqueles peitos de coleção. Tava tirando a calcinha fio dental dela quando o elevador começou a descer. Porra de sorte a minha! Alguém tinha chamado o elevador bem na hora que eu ia comer a Esperança.
Tava decidido que ninguém ia foder essa oportunidade. Então apertei o botão pra parar o elevador. A Esperança só deu um sorrisinho quando viu o que eu fiz; continuamos nos beijando e nos tocando. Sem perceber, estávamos pelados. Eu esfregava meu pau na buceta dela, sem penetrar, enquanto beijava ela. Como ardia!
Não aguentei mais, levantei ela e meti. Assim que aconteceu, a Esperança respirou fundo, um pequeno espasmo. A Esperança me deixava louco, enquanto eu comia ela, ela me puxava pelo cabelo levantando minha cara pra ficar olhando na dela; o olhar dela ficava fixo no meu rosto. Eu apreciava cada careta dela. Tentava me inclinar um pouco pra beijar os peitos dela, mas ela puxava minha cabeça de volta pra cima na hora.
Aos poucos fomos acelerando; a boquinha dela se abria levemente fazendo uma cara clara de prazer no rosto dela e de vez em quando soltava uns gemidos quentes. Quando sabia que não ia segurar o grito forte, puxava minha cara rapidinho pra dela pra eu devorar aqueles lábios carnudos.
Chegou uma hora que o ritmo tava tão intenso que ela deixou o corpo cair. Sobre meu tronco, ela soltou minha cabeça e me agarrou com força na bunda; cravava as unhas nas minhas nádegas. Eu a sacudia como uma louca em cima de mim. Os peitos dela se esfregavam e pulavam contra o meu peito. Senti que não aguentava mais, então soltei ela, tirei meu pau e gozei na barriga dela. A gente se olhava com cumplicidade, com um sorriso de satisfação e alegria mútua, talvez também um pouco de incredulidade.
Os dois ali, em silêncio, ofegantes, se olhando sem dizer uma palavra; Esperanza se aproximou e me beijou com carinho. Foi um beijo longo e intenso. Ainda pelados, sentamos no chão, continuamos abraçados e nos beijando. Parecia que os dois tinham ficado satisfeitos, com uma imensa sensação de paz. Ela remexeu minhas calças, pegou um cigarro e acendeu enquanto me abraçava e ficava em silêncio.
Quebrei o silêncio para saber como a gente ia sair dali. Já fazia um tempinho que a gente tinha parado o elevador e ninguém tinha percebido, pelo menos ninguém tinha vindo tentar nos tirar de lá.
A gente se vestiu e começou a gritar, tentando encontrar alguém que quisesse nos tirar dali. Mas era muito tarde, ninguém nos ouvia. Não sabíamos até quando ficaríamos ali. A gente se resignou e conversou por um tempinho. Depois, Esperanza decidiu que a melhor forma de passar o tempo era transar de novo. Ela se jogou em cima de mim e começou a me dar um boquete sensacional, um boquete com aqueles lábios carnudos e aquela língua inquieta e habilidosa.
Não fazíamos ideia de que horas eram. Esperanza não tinha trazido o celular e o meu tinha descarregado. Achamos que devia ser umas quatro da manhã, tínhamos um bom tempo para transar como manda o figurino, com toda a tranquilidade do mundo.
Dessa vez, Esperanza montou em mim e começou a se sacudir em cima. Essa mina era uma sensação se mexendo. De novo, a gente se divertiu pra caralho, só que não imaginávamos que alguém estava nos observando enquanto a gente fazia aquilo...Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram modificados pra proteger a identidade das pessoas.
Quem quiser fotos da protagonista dessa história é só me avisar.
NONA PARTE: Polêmica familiar
Eu e a Esperanza não subíamos no elevador, a gente transava igual louca no elevador que balançava com nossos empurrões fortes. A gente não sabia do perigo que corria, ou pelo menos eu não fazia ideia; no elevador tinha uma câmera de segurança. A Esperanza sabia que o vigia do prédio tava de olho na gente, mas o que ela nunca imaginou é que o Johnny também tava vendo tudo aquilo...
Twitter: @felodel2016
OITAVA PARTE: Esperança, o primeiro degrauMajo e eu tínhamos terminado. Era pra sempre e não tinha volta. Já tinha passado um tempão desde que a gente se separou. Mas como eu contei, com o tempo fui reconquistando a confiança dela, pelo menos pra sermos amigos. Pra mim, isso não bastava. Eu sabia que o que aconteceu tornava impossível pensar em voltar, mas Majo era a grande obsessão da minha vida.
Saí com outras, mas na cabeça sempre tinha a ideia de voltar com a Majo. Depois que reconquistei a confiança dela de novo, nunca fui capaz de dar em cima, achava que essa possibilidade tinha morrido.
A obsessão foi tão grande que um dia me veio a ideia de arriscar e tentar, que o resto da minha existência não faria sentido se eu não fosse atrás dela de novo. Mas não podia arriscar de qualquer jeito, tinha que pensar direitinho na forma perfeita de conseguir.
Toda vez que saía com ela e olhava nos olhos dela, tentava encontrar um jeito de fazer isso, mas não me vinha ideia nenhuma.
Uma noite, depois de ir ao cinema, Majo me convidou pra jantar na casa dela. Naquela noite tava um frio danado; saímos do cinema e pegamos um táxi pro apartamento dela. No táxi, fui conversando normal com a Majo, mas no fundo tava puto; o maldito taxista era um velho tarado que ficava olhando sem parar pras pernas da Majo pelo retrovisor. Que vontade de matar aquele filho da puta.
Pobre diabo!
Sentamos pra jantar e continuamos conversando, até o momento, coisas chatas, trabalho. Estando lá, a Esperanza passou indo pra cozinha, tava de pijama, cabelo bagunçado, cara de sono. Cumprimentou, pegou um iogurte na geladeira e saiu.
Parecia algo sem importância, mas não sei por que naquela noite ver o rosto da Esperanza mudou a visão que eu tinha até então das coisas. Por que eu devia ficar obcecado pela Majo? Será que a Esperanza não era praticamente uma cópia dela?
Até pensei que a Esperanza, naquele camisola roxa desbotada, com o cabelo bagunçado e sujo, tinha me parecido gostosa.
Mas não. Eu parei, me Desanimei, caí na real e pensei que a Majo era minha verdadeira obsessão e que me envolver com a irmã mais nova dela só ia piorar as coisas, era dar a facada final em qualquer chance que eu pudesse ter com ela. Mas e se eu mostrasse tudo de bom que eu tenho através de um relacionamento exemplar com a irmã dela? Será que isso não me daria uma chance de tentar?
Era pior não fazer nada. Tava decidido, ia me jogar de cabeça na Esperanza, qualquer coisa podia rolar ali e eu queria descobrir o que esse novo plano me reservava. A partir daquela noite, comecei meu novo objetivo: Esperanza.
Tava complicado, ela ainda tava com o mesmo namorado de anos, o tal do Johnny. Parecia bem apaixonada, mas meu inconsciente me dizia que a Esperanza, no fundo, cogitava ser uma putinha.
Agora eu usava a Majo; toda vez que a gente ia se ver, eu fazia de tudo pra ser na casa dela.
Numa dessas noites que passei no apartamento dela, estávamos eu, Majo, Esperanza, o namorado dela e eu. A gente jantou e depois jogou pôquer. Não apostávamos nada demais; dinheiro, mas bem pouco porque nenhum de nós quatro tava bem de grana, e também era só pra passar o tempo. Bebíamos rum e conversávamos enquanto a Majo acumulava dinheiro, a gente via ela sorrir por causa da puta sorte que ela tava tendo.
Acho que a emoção de ganhar da gente com tanta frequência fez ela beber mais rápido; a Majo já tava bêbada lá pela meia-noite. Bem cedo, porque a ideia era passar um tempão jogando e bebendo. Na real, todo mundo já tava meio alterado pelo álcool, mas a Majo era quem tava pior. O Johnny também tava bem tonto. Sabia que tinha que aproveitar a situação, mas pra isso precisava garantir que o idiota do Johnny ficasse mais bêbado ainda.
A Majo encostou a cara na mesa e apagou ali mesmo. Eu, a Esperanza e o namorado dela continuamos jogando. Eu cobria meu rosto com as cartas e de vez em quando as abaixava pra flertar com a Esperanza. Mas Ela ou não percebia, ou não ligava. Na verdade, o Johnny percebeu mais do que ela, a ponto de chegar uma hora em que explodiu.
- Para de dar em cima da minha namorada, ele disse, se levantando e balançando o copo de rum.
- Calma, amor, você tá bêbado, só coisa da sua cabeça, falou Esperanza tentando acalmá-lo.
Eu não respondi nada, só fiquei encarando ele. Quando ele sentou, falei pra ele ficar tranquilo, que a bebida tava fazendo ele pensar coisas que não eram, e que não tinha motivo pra estragar o bom momento que a gente tava passando.
Continuei dando em cima da Esperanza, mas ela continuava me ignorando. Já tinha sacado, naquela noite não ia rolar nada, essa mina não ia me dar atenção. Vendo que a Majo já tinha dormido e tendo fracassado no meu objetivo, me resignei, levantei da mesa e me despedi. A Esperanza se ofereceu pra me acompanhar até o elevador, já que a Majo tava dormindo. Chamamos o Johnny pra ir junto, pra ele não ficar sozinho lá, mas ele tava tão bêbado que já não conseguia nem se levantar.
Caminhamos pelo corredor escuro e chamamos o elevador. Quando a porta abriu, empurrei a Esperanza pra dentro, ela bateu na parede do elevador. Me joguei nela e beijei. Ela se assustou, mas não resistiu. No começo, só tava receptiva, beijava mas não usava as mãos pra nada. Segurei a cabeça dela com força e a gente se beijou por um tempão; a porta do elevador já tinha fechado e ele ficou parado ali. Eu beijava ela com paixão, minhas mãos desceram cheias de confiança pelas costas dela, pela cintura, e ali pararam um pouco.
A Esperanza não tava resistindo a nada até aquele momento, na verdade, tava se animando aos poucos. As mãos dela puxavam meu rosto pro dela. Ela cravava as unhas no meu pescoço enquanto a gente se comia de beijo. Não demorou muito e minhas mãos já estavam nas bundas dela, girando sobre elas, apertando; tinha passado tanto tempo que eu tinha esquecido da bundinha gostosa da Esperanza, aquela bunda pequena mas bem redondinha de novo nas minhas mãos. Aquela Pernas longas e finas se enrolando em mim de novo.
Era fato que a Esperança também tinha ficado com o tesão. Eu passava minhas mãos nos peitos dela, na bunda dela, na buceta dela, por cima e por baixo da roupa dela. Vendo que a Esperança topava qualquer coisa que rolasse no elevador, não perdi tempo pensando nas coisas, simplesmente fazia. Comecei a chupar aquela buceta deliciosa dela.
Também tinha esquecido que a Esperança era daquelas mulheres que esquentam a buceta rapidinho. Finalmente lembrei, que buceta linda essa mina tinha e eu tinha desperdiçado tanto tempo.
De novo eu tinha nas mãos aqueles peitos de coleção. Tava tirando a calcinha fio dental dela quando o elevador começou a descer. Porra de sorte a minha! Alguém tinha chamado o elevador bem na hora que eu ia comer a Esperança.
Tava decidido que ninguém ia foder essa oportunidade. Então apertei o botão pra parar o elevador. A Esperança só deu um sorrisinho quando viu o que eu fiz; continuamos nos beijando e nos tocando. Sem perceber, estávamos pelados. Eu esfregava meu pau na buceta dela, sem penetrar, enquanto beijava ela. Como ardia!
Não aguentei mais, levantei ela e meti. Assim que aconteceu, a Esperança respirou fundo, um pequeno espasmo. A Esperança me deixava louco, enquanto eu comia ela, ela me puxava pelo cabelo levantando minha cara pra ficar olhando na dela; o olhar dela ficava fixo no meu rosto. Eu apreciava cada careta dela. Tentava me inclinar um pouco pra beijar os peitos dela, mas ela puxava minha cabeça de volta pra cima na hora.
Aos poucos fomos acelerando; a boquinha dela se abria levemente fazendo uma cara clara de prazer no rosto dela e de vez em quando soltava uns gemidos quentes. Quando sabia que não ia segurar o grito forte, puxava minha cara rapidinho pra dela pra eu devorar aqueles lábios carnudos.
Chegou uma hora que o ritmo tava tão intenso que ela deixou o corpo cair. Sobre meu tronco, ela soltou minha cabeça e me agarrou com força na bunda; cravava as unhas nas minhas nádegas. Eu a sacudia como uma louca em cima de mim. Os peitos dela se esfregavam e pulavam contra o meu peito. Senti que não aguentava mais, então soltei ela, tirei meu pau e gozei na barriga dela. A gente se olhava com cumplicidade, com um sorriso de satisfação e alegria mútua, talvez também um pouco de incredulidade.
Os dois ali, em silêncio, ofegantes, se olhando sem dizer uma palavra; Esperanza se aproximou e me beijou com carinho. Foi um beijo longo e intenso. Ainda pelados, sentamos no chão, continuamos abraçados e nos beijando. Parecia que os dois tinham ficado satisfeitos, com uma imensa sensação de paz. Ela remexeu minhas calças, pegou um cigarro e acendeu enquanto me abraçava e ficava em silêncio.
Quebrei o silêncio para saber como a gente ia sair dali. Já fazia um tempinho que a gente tinha parado o elevador e ninguém tinha percebido, pelo menos ninguém tinha vindo tentar nos tirar de lá.
A gente se vestiu e começou a gritar, tentando encontrar alguém que quisesse nos tirar dali. Mas era muito tarde, ninguém nos ouvia. Não sabíamos até quando ficaríamos ali. A gente se resignou e conversou por um tempinho. Depois, Esperanza decidiu que a melhor forma de passar o tempo era transar de novo. Ela se jogou em cima de mim e começou a me dar um boquete sensacional, um boquete com aqueles lábios carnudos e aquela língua inquieta e habilidosa.
Não fazíamos ideia de que horas eram. Esperanza não tinha trazido o celular e o meu tinha descarregado. Achamos que devia ser umas quatro da manhã, tínhamos um bom tempo para transar como manda o figurino, com toda a tranquilidade do mundo.
Dessa vez, Esperanza montou em mim e começou a se sacudir em cima. Essa mina era uma sensação se mexendo. De novo, a gente se divertiu pra caralho, só que não imaginávamos que alguém estava nos observando enquanto a gente fazia aquilo...Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram modificados pra proteger a identidade das pessoas.
Quem quiser fotos da protagonista dessa história é só me avisar.
NONA PARTE: Polêmica familiar
Eu e a Esperanza não subíamos no elevador, a gente transava igual louca no elevador que balançava com nossos empurrões fortes. A gente não sabia do perigo que corria, ou pelo menos eu não fazia ideia; no elevador tinha uma câmera de segurança. A Esperanza sabia que o vigia do prédio tava de olho na gente, mas o que ela nunca imaginou é que o Johnny também tava vendo tudo aquilo...
Twitter: @felodel2016
7 comentários - Cogí con mi novia, su madre y sus hermanas (Capítulo 8)