Sesión de fotos, con su hijita

Trago um novo conto pra vocês, espero que gostem. Eu sei que ficou longo, mas acreditem, é melhor contar tudo direitinho, "passo a passo" 😉 E de bônus, no final, as fotos que esse papai safado tirou da sua princesinha. Aproveitem 😃 😃 😃Sesión de fotos, con su hijitaSeparações são sempre difíceis, ainda mais quando não se tem dinheiro suficiente, e então o casal decidiu dividir a guarda, mantendo cada um uma das filhas sob seu teto.

O pai solteiro e jovem, chamado José, apesar de ter um apartamento pequeno e um salário de fotógrafo profissional que esperava melhorar, decidiu dar o sim para sua nova inquilina.

Sua filha Rocío entrou com graça e o abraçou com carinho. Ela vestia roupas de ginástica: uma legging, jaqueta de algodão, camisetas com estampas desleixadas e poucos acessórios.

— É bem pequeno, mas confortável, né? — E ela notou a pouca bagagem que tinha trazido, enquanto ele entrava com duas malas enormes.

— Isso é o que costumam dizer, sim, não se preocupa, a gente tá perto de tudo, você vai passar mais tempo fora do que dentro, eu não vou encher o saco igual sua mãe.

— Você acha? Valeu, pai! — Exclamou, abraçando-o de novo. — Você sempre me deixou fazer o que eu quis, por isso falei pra mãe que queria vir. Ela me sufoca.

— Ela é muito controladora, sim, já com 18 anos, Ro, você tem que sair pra curtir, desde que tome cuidado, não vou te atrapalhar. — Vem, aqui é seu quarto... — Se afastando do abraço.

O apartamento era minúsculo; o homem tinha pensado em colocá-la no seu estúdio de fotografia, onde tinha refletores, tripés, softboxes e caixas com tudo que era necessário pra montar um set de modelagem.

— Esses dias eu tô de folga, então tenho tempo de mudar tudo pra sala... — Mas Rocío já tinha ido e estava no quarto dele.

— Fico com pena de ocupar seu espaço de trabalho, e na sala você não tem lugar. Imagina se as modelos de sempre vêm e veem que tá tudo apertado...

— E onde você quer dormir? — Perguntou confuso. — Na sala, o barulho da rua não vai deixar você pregar o olho. — Ela arrastou as malas até o quarto dele e deixou lá.

— Me jogo no chão aqui, não se preocupa, enquanto eu tiver uma parede só pra mim, tá tudo certo.

— Na real, não tenho problema nenhum, Ro, só quero que Fica à vontade. Não acha que vai ficar melhor no quarto das fotos?

- Não, não, você tem que cuidar do trampo, pai. Ou não quer que eu fique perto? - Perguntei num tom que nunca tinha usado com ele.

- Claro que não, filha… amanhã a gente compra uma cama decente, não sou tão pobre assim, pode ficar, mas não no chão que nem uma hippie.

A relação de pai e filha não podia ser melhor. Ele estava de férias e ela ainda não tinha começado as aulas, então os dois concordaram que queriam aproveitar o tempo ao máximo. Começaram a correr toda manhã. Ela era muito atlética, tinha o corpo de uma ginasta russa, e a legging bem apertada com o top curto que deixava a barriga de fora faziam ela brilhar que nem um letreiro de neon pela cidade.

Ela tinha muito mais resistência que o pai, que não era muito acostumado a treinar, embora fosse do tipo que não precisava de exercício pra ficar decente. Além disso, os gostos eram parecidos: fotografia pra ele, e arte pra ela. Descobriram juntos que as duas atividades tinham tudo a ver.

- Vamos parar pra descansar, Rocío, tô meio com cãibra…

- Deita no chão, pai, que vou te alongar. - O homem obedeceu. A filha pegou a perna dele e massageou a panturrilha com força. Ele se sentiu desconfortável, porque, de short, a mão dela tocava a perna nua e peluda, apertando os músculos bem lá embaixo, quase chegando no quadril.

A filha olhou pra ele com curiosidade, porque, sem querer, ele tinha o prazer estampado na cara.

- Você sabe dar massagem, Ro… vamos continuar, mas mais devagar, lembra que já sou velho.

- Hahaha, não exagera, minha instrutora me ensinou direitinho uns anos atrás, a alongar e ajudar os músculos a absorver o ácido lático.

- Parece mentira que você largou a academia… faz dois anos? Não parece.

- Valeu, pai, você também tá gostoso… - E ela soltou uma risadinha cúmplice.

E os momentos pra guardar de lembrança foram se sucedendo, mas sem querer provocar, tudo estava se "erotizando" bem devagar. Chegaram no apartamento todos suados e Rocío não Perdeu tempo pra tomar banho antes dele. Quando saiu, disse…

— Me mostra teus trabalhos? Quero ver como é teu enquadramento, a iluminação e tal. — Pediu depois do banho enquanto o pai preparava torta de batata. Ele tinha visto ela sair do chuveiro de relance, com uma regatinha apertada e uma calça jeans toda rasgada que levantava bem a rabeta, detalhe que não soube por que notou.

— Tão na pasta "trabalhos" no escritório do computador. Mas, Rocío, cê sabe que eu tiro fotos de modelos e minas. Abre as pastas "lingerie", "catálogos" e "Avon". Acho que na pasta "Minhas" tem bichos, paisagens e outras coisas que fiz antes. Não abre as outras. — Lembrando que tinha feito dezenas de trampos pra sites pornográficos, com sessões realmente pesadas de tudo com mulheres deslumbrantes.

Quando o almoço ficou pronto, ele percebeu que ela estava exatamente vendo as pastas proibidas…

— Filha, falei que essas não.

— Já sou grande, pai, deixa eu ver. Quero ver como encaixa a figura humana no enquadramento… além disso, assim dá pra ver melhor os músculos, os corpos… tudo.

As fotos eram mais que provocativas. Ele tinha feito sessões que foram compradas pela Premium, Penthouse Brasil, outras revistas mais obscenas e sites com montanhas de sessões eróticas tipo MPL. As mulheres que ele atendia não só eram deslumbrantes, como mostravam o melhor da humanidade nos clássicos uniformes de enfermeira, colegial, e outros mais simples mas nem por isso menos sensuais.

— Sabe, mesmo eles tendo os fotógrafos deles, às vezes compram trabalhos independentes se tiverem o nível necessário e combinarem com a linha editorial… por exemplo… — Inclinando-se junto da filha pra ver a tela, sentindo o perfume do cabelo castanho recém-lavado. — Numa sessão pra Playboy… — Mostrando umas fotos realmente artísticas com uma morena muito gostosa…

— Tô ligada, às vezes não mostram a xereca, tem muito photoshop… Claro, algo assim, e a Playboy usa muito Photoshop, mas isso é trabalho de outro, então uma foto como esta…
- Colocando uma realmente ousada, de uma modelo de quatro, mostrando sorridente suas cavidades.

- Essa aí a Penthouse ou a Hustler compram, né? Essas são mais putarias.
Ele olhou pra ela, alarmado.

- Como você percebeu?

- Meu irmão adotivo tem um monte dessas, às vezes quando ele vai pra escola, eu e minha irmã vemos, só de curiosidade.
Isso fez ele perceber o quanto suas meninas já estavam crescidas, acostumadas a ver essas fotos pornô sem se horrorizar ou gritar como outras garotinhas fariam. Ele começou a se preocupar, talvez ela tivesse crescido rápido demais.

- Vamos comer, Ro…

Na mesa, almoçou meio tenso, meio viajando também, e ela notou. Ele explicou que estava preocupado com a posse dessas revistas do irmão adotivo, um garoto adolescente que mal conhecia, já que era filho da atual mulher do ex dele.

- Relaxa, pai, ele é mó legal, mó virjão, a gente ficou chocada quando encontrou as revistas dele, não dava pra acreditar, ele é mó bonzinho, mas precisa se aliviar, coitado.

- E o resto? Me preocupa o quanto você é soltinha, viu essas fotos e nem se abalou, deve ter um monte de admiradores…
Ela olhou pra ele com cara de mãe.

- Na escola de arte, a gente trabalha com modelos, homens, mulheres, tô acostumada com nudez, mas só isso, papai… ainda sou virgem, se é isso que te preocupa.
Isso ele não esperava e quase engasgou. Não esperava saber tanto, embora achasse positivo que ela confiasse essas confissões a ele.

- Você não tem por que se apressar, mesmo sendo linda, e tendo um monte de curiosidade por causa da idade, o que é normal, acredite em mim, você vai querer que seja especial. E eu tô disposto a te ajudar nisso… quer dizer.
Apressando-se pra se corrigir, dado o quão mal soou – com suas dúvidas, inquietações.

- Eu sei, pai, oportunidades não faltaram, mas não tô a fim de perder com qualquer um, eles me parecem tão imaturos, Preciso de alguém mais velho, mais maduro, parece. Gosto de poder falar contigo sobre minha intimidade, pai, com a mãe não dá, ela faz escândalo por tudo. Fica horrorizada, você é mais de boa.

Isso com certeza remexeu as entranhas dele, ela continuou comendo como se nada fosse, e a vida dos dois seguiu em frente.

Com um perigo crescente, pai e filha se tornaram mais parceiros, mais amigos. Nos últimos dias de farra, foram ao cinema, ao McDonald's, e pra onde a filha quisesse, assistiram filmes e TV no sofá, às vezes jogaram videogame, até dançaram no ritmo da música, ela adorava um reggaeton embora ele odiasse, riram e conversaram quase feito um casalzinho de pombinhos. Outra coisa que mudou foram certos detalhes da intimidade: Nos primeiros dias, como sempre acontece, quando Rocío precisava se trocar ou ficava de lingerie pra dormir, pedia pro pai virar com ênfase até se cobrir com os lençóis da cama nova, mas ultimamente não só andava de toalha de banho pela casa, como às vezes se despia no próprio quarto enquanto ele lia, sem avisar, nem ligar pra presença dele. Ele, claro, não olhava, mas a visão periférica dele pedia aos berros pra dar uma espiada naquela silhueta perfeita.

Também não pararam os treinos, e quando chovia, coisa comum em março, ela treinava dentro de casa.

- Pai, não te incomoda eu treinar de top? - Disse quando ele a encontrou fazendo agachamento contra a janela da sacada, na chuva torrencial. - Me sinto mais livre.

- Como você quiser, filha... é sua casa - E serviu um café na cozinha, longe dela, percebendo como o tom dele tinha saído errado, parecia um velho tarado. Preferiu tomar café sozinho na mesinha da cozinha, colada no tanque (Era um apartamento minúsculo, cozinha e área de serviço com uma sacadinha, e sala e copa tudo junto, mais dois quartos médios com um banheiro no meio).

Como quem não quer nada, enquanto a chuva caía. contra o cristal e pensava na soneca que ia tirar, mal ouvia o treino da filha, imaginou alguém do prédio da frente vendo ela subir e descer com aqueles peitos generosos, aquela bundinha redonda e linda tão favorecida pelas leggings justíssimas que usava. Se sentiu sujo por pensar aquilo, extremamente machista sobre o fruto do seu esperma e achou que devia se distrair com a televisão.

- Pai, me ajuda? - Como um servo, tava lá na hora, queria que segurasse as pernas dela pros abdominais. Isso só fez a mente pervertida dele se confundir ainda mais.

- Cinco... seis... sete - E viu subir e descer aquela barriga chapada e durinha uma e outra vez... - Doze... treze... quatorze... - Enquanto os peitos balançavam naquele top, e umas gotinhas de suor escorriam pelo peitinho dela por causa do calor... - Vinte, vinte e um... vinte e dois...

- Não se machuca, vai devagar... - Mas foi o pior conselho do mundo, devagar dava pra ver e ouvir melhor. A contagem virou um gemidinho leve de menina, quase inaudível, e ainda por cima ela fazia de olhos fechados, pra ele poder ver. Mas o que ele tava fazendo?

Finalmente o treino acabou, mas a sedução não.

- Me toca, ficou bem durinho, pai.

E não era só isso que tava duro, ter ela semi-nua, com aquelas leggings de infarto, com as perninhas meio abertas levando a mão dele até a barriga dela, tava deixando dura outra coisa. Não soube por que fez aquilo, mas acariciou a barriga dela com devoção, com as duas mãos, como se tivesse passando um creme, sentindo bem os músculos dela, desde a barriga baixa, enfiando os dedos de leve por baixo da calcinha dela, até as costelas.

- Tu tem uns abdominais incríveis, Ro, queria uns assim.

- Bom, não aparecem sozinhos, vai, fica confortável que eu te ajudo...

- Não, deixa... é perda de tempo.

- Vai! Que perda de tempo? Se você gosta de exercício, um pouco todo dia vai te fazer bem... - Recomendou enquanto vestia uma regatinha minúscula. - Vai, deita. - Como um boneco de ventríloquo de tão obediente. Tirou os tênis, vestiu uma regata na frente dela e se deitou.

Talvez tudo estivesse na mente suja dele, depois de anos fotografando mulheres se passando por colegiais, e outras situações mais obscenas. Uma vez até fotografou duas modelos fazendo papel de irmãs, e não exatamente irmãs de convento.

Assim que ela começou a "ajudá-lo", ele percebeu que estava enganado. Na perversão dela, ela não se apoiou com os joelhos ou as mãos como qualquer um faria. Sentou-se com a bunda sobre os pés dele, com as pernas esticadas para frente, e se inclinou de um jeito que os peitos dela descansavam confortavelmente sobre os joelhos dele, para que ele sentisse o peso dela em toda a sua glória.

— Assim eu te seguro bem e você não se mexe. É importante que o corpo todo não balance... — Mas o que realmente importava era que aquela bunda estava sobre os pés descalços dele e aqueles peitos sobre os joelhos dele. Ele tentou se concentrar nos abdominais para o sangue não descer pra entreperna, mas foi como tentar parar uma onda com a mão.

A filha dele segurava cada vez menos as pernas dele, foi recuando aos poucos, então os pés dele estavam cada vez mais perto da bocetinha dela marcada por aquela legging... Os olhos dele se desviavam completamente toda vez que subiam pros peitos dela e depois pros olhinhos dela que olhavam pra ele com doçura, até que, a cada flexão, os pés dele se levantavam e não tocavam outra coisa senão a buceta da pequena. Em cada abdominal, ele dava uma batidinha na zona mais erógena dela, e ele juraria que ela começava a fechar os olhos pra aproveitar.

— Vamos, pai, você fez só quinze, vinte e para. — Embora ele não quisesse parar nunca, aos vinte ele parou destruído em todos os sentidos, mas mais que tudo, confuso e assustado. Onde algo assim poderia terminar?

A filha dele abriu levemente as pernas dele, e as mãos dela avançaram em direção a... barriga dele. Um alívio, ele tinha pensado em outra coisa. Ou será que ele queria que aquilo acontecesse? Como sempre diante das perversões, ele não sabia se estava preparado pra elas ou não, por mais atraentes que parecessem. — Vai demorar pra ficar durinho, mas como você é magrinho, não vai ter problema… — explicou enquanto acariciava ele, e já tava chegando perigosamente perto de uma ereção que o forro da sunga não escondia muito bem. Ela percebeu, olhou pra ele e…

O telefone salvador tocou. Rocio, pra se ajudar a levantar, colocou a mão no pau dele inteiro, sentindo a dureza, e se fazendo de sonsa foi atender. José também se fez de besta e levantou num pulo pra se livrar daquele jogo erótico.

— Okay lady, please wait a second… — E passou o telefone — Tão falando em inglês, não entendo muito.

Quando falavam em inglês, só significava uma coisa: Dólar.

Naquele dia fechou negócio redondo. Eram duas modelos de uma empresa estrangeira, procurando um fotógrafo com urgência porque o que tinham tinha sumido e tavam devendo uma sessão pra um site famoso. Acertaram a conta bancária e toda a papelada, e o ouvido atento dele ajudou a perceber que elas tavam desesperadas pra fazer a sessão.

— Vão vir amanhã tirar fotos bem ousadas, querem uma sessão caseira hot, tipo uma milf com o parceiro jovem ou filha, algo sugestivo assim. Doentio, né?

— Nha, acho que chama cougar, cada um com seus gostos. Que nervoso, hein? Devem ser mó gostosas, vou ver uma sessão ao vivo pela primeira vez.

— Você não vai ver. — Cortou seco — Vou te dar grana pra sair ou algo assim, tenho que trabalhar sossegado e não quero que você veja essas minas, sua mãe me mata se souber.

— Quê? Não, eu quero ver, assim aprendo, já sou grande, você mesmo disse…

— Não se discute. Sai com as amigas, vai no cinema, onde quiser, mas volta no mínimo às duas. Vou te dar dinheiro, não se preocupa.

— Não quero sair, nem grana, quero ver como você trabalha, só isso. Já vi cuties ao vivo, o que te assusta tanto?

— Chega, Rocio, eu sei fazer meu trabalho, não me enche o saco, hein.

Poucas horas depois, se sentiu muito mal por ter brigado com ela, e comeram em silêncio. a cabeça dela tava a mil, primeiro pela sessão de treino que foi quase uma massagem erótica, a oferta de trampo bem paga, a briga, e a ideia de que se o ex dela descobrisse que Ro tava vendo uma sessão daquelas, ia matar ele. "De qualquer forma, ele tem um cara com revistas pornô escondidas, não devia ser tão puritana, no fim das contas, graças a mim o filho dele come umas bucetas gostosas. E se não for errado ele ver? E se ele se interessar por fotografia? Talvez eu tô me preocupando à toa"

- Ro...

- Que foi, pai?

- Pode ficar, mas tenho que perguntar pras modelos se não se importam, o que acho que não, mas só por precaução. - O anjinho vermelho do ombro esquerdo dele tinha vencido o molenga do ombro direito.

A "menina" se inclinou sobre a mesa pra abraçar ele em agradecimento, com certeza mais por ter ganhado a briga do que pelo interesse na sessão em si.

- Você é o melhor pai, não vou encher o saco de jeito nenhum, juro - Beijando ele na bochecha repetidamente. - Ai, sujei os peitos... - Ela tinha enfiado eles na maionese de batata. Por sorte, conseguiu se limpar sozinha e não pediu pra ele. Ele tava com o pau duro ultimamente.

As horas passaram voando, ela tava visivelmente nervosa com o projeto. Ficou desenhando flores e essas coisas por um tempo, mas precisava gastar energia e ligou o Play 2.

- Sabia que já tão na 4?

- Sabia quanto custa essa merda, né?

- Não falei nada, papai...

Foram dormir, de novo, ela tirou a camiseta sem avisar pra vestir aquele pano cheio de buracos que chamava de pijama, e baixou a legging, bem devagar, com a raba apontada pra ele, e dessa vez ele observou com atenção pra ver se ela ficava desconfortável, ela tava com uma calcinha que ficava pequena demais pra aquela bunda tão gostosa.

- Com essa grana, vou te comprar uma roupa de dormir decente...

- Não gasta com besteira, economiza pra comprar um Play 4 - Sugeriu ela enquanto tirava o sutiã com a camiseta vestida - Andou até o pai dela e deu o beijo de boa noite - Até amanhã, papai. Não lê. Até tarde, a luz me incomoda.
— Dorme, *sweet girl*, hein… — Disse ele, se fazendo de mau.

A verdade é que ele também estava nervoso. A manhã inteira ficou sozinho preparando o set de fotografia. Arrastou móveis da casa dele pro estúdio e ajeitou tudo pra quando as modelos chegassem às 8 da noite. Testou cada foco, as lâmpadas, conferiu a memória de cada câmera, as baterias, as lentes, e tava tudo em ótimas condições. Ele gostava quando não surgiam imprevistos, agora podia almoçar tranquilo e comprar uns lanches pras minas, sempre era bem visto alimentá-las pra elas voltarem por conta própria.

O celular dele tocou, era a filha. Ia almoçar com uma amiga, e ele achou perfeito pra ficar de boa antes de começar. Será que ia contar alguma coisa do que rolava em casa? Melhor nem pensar nisso. Quando ela cursasse as aulas de arte e ele voltasse pro trampo intenso, não ia ter tempo pra putaria. Tudo voltaria a ser como antes.

Uma hora antes das 8, a Ro chegou, se anunciando, e pedindo pra entrar no banheiro pra mijar, mesmo com o pai tomando banho. Ele recusou, não queria se perturbar antes do trabalho.

— Qualé, pai! Não tem problema! O que é que eu vou ver?

— Tá, entra… — Era um banheiro minúsculo, daqueles que têm um cubículo de vidro quadrado pro chuveiro, sem banheira ou essas paradas chiques. O vaso ficava de lado pra ele, e ali a filha sentou. Tanto ele quanto ela só viam as silhuetas um do outro. Ele se perguntava se ela queria ver ele pelado tanto quanto ele queria ver ela, só por curiosidade, mesmo sendo filha dele, ela continuava sendo muito gostosa e toda uma mulherzinha.

— Pai, você já apareceu nas fotos? — Mijar tava demorando demais. Ele se perguntava se ela tava enrolando, depois daquela sessão de treino, qualquer coisa podia rolar.

— Não, filha, cada um na sua. Já fotografei casais transando, mas eu tenho que fazer a minha parte.

— Mas nunca quis entrar depois ou algo assim?

— Mesmo que o pessoal desse meio seja bem promíscuo nesse sentido, não. eles sempre transam com tudo que se mexe, depois de terminar o trabalho cada um pro seu lado na maioria das vezes, Ro. Pra ser profissional nesse ramo, com essa gente tão solta, é melhor ficar com a mente tranquila, mas não vou te negar que tive minhas aventuras…

- Imagino, ver umas gostosas dessas e você sem poder tirar a mão da câmera…

- Viu, Rocío, por que não queria que você se envolvesse? Essas coisas comem a cabeça da gente se você não estiver preparada…

- Claro, pai, tenho doze anos, né? - Ela riu e, finalmente, ouviu o barulho do papel higiênico limpando a buceta dela, a descarga e a porta.

Finalmente as modelos chegaram, ela cumprimentou falando inglês e depois se cumprimentaram educadamente com Rocío, vestida bem discreta por sorte, não queria que chamasse atenção nem desse uma impressão errada.

Os perfis eram bem reconhecíveis, embora ainda não estivessem vestidas pra sessão. A mulher mais velha, um pouco mais de 40, peitudona pra caralho, deusa de cabelo loiro, era daquelas com nomes estranhos: Phoenix Marie, muito conhecida no ramo. E a presa dela, uma novinha magrinha e baixinha com um perfil mais inocente, olhos azuis e pele branquela, era mais novata, se chamava Molly Maddission.

- Hello Darling… - A milf infernal cumprimentou a filha dela.

- Howdy cute… I'm Molly… - A segunda se apresentou pra ela, o homem notou ela meio apagada, talvez cansada da viagem ou da famosa noite portenha.

- Welcome… I'm Rocío - Disse Ro no inglês de colégio dela.
Na hora, José explicou a situação e apresentou a filha não como tal, mas como uma aprendiz, elas concordaram o tempo todo, e Ro percebeu isso.

- Beleza, Ro, elas não têm problema nenhum, então pode olhar, já sabe, não faz nada que deixe elas desconfortáveis, elas precisam se sentir à vontade enquanto fazem o delas.

- Sim, já sei, fica tranquilo.

- Please, want to serve something to eat? - Mostrando as bandejas com frios, massas e várias coisas deliciosas. - It's argentinian meat. confia em mim, é uma delícia…

As duas pegaram alguns cubinhos de carne e provaram com caras de aprovação na hora, e continuaram assim enquanto conversavam entre si. Mas a mais novinha, quando tinha um cubo de queijo espetado no palito, cambaleou, o olhar dela ficou perdido e não respondia a nenhuma pergunta.

- Você tá bem? Aconteceu alguma coisa?

De repente, ela desmaiou, caindo em cima da mesa de comida. Na hora, o José pegou ela e levou pro sofá, abriu a janela e chamou a emergência. A outra modelo começou a falar com a Rocío toda nervosa, sem dar pra entender nada. Talvez fosse intolerante à lactose, mas parecia improvável que ela não tivesse percebido que tava comendo queijo.

- Sai daí, Ro, ela precisa de ar… - Enquanto colocava um travesseiro no pescoço dela e abanava com um jornal. A loira explicou a situação mais calma quando viu que ela tava piscando e, aos poucos, acordando.

- O que que houve com ela?

- Ela me disse que tá de dieta, não come direito, ontem à noite foram pra farra, e sem comer nem dormir, acontece isso.

A situação foi uma merda, tanto cuidado nos preparativos pra um pepino desses, mas por sorte a Molly foi acordando aos poucos e disse que tava se sentindo fraca. Ela sacou que a pressão tinha caído. Os enfermeiros chegaram rápido, e enquanto mediam a pressão dela, comiam feito ratos de biblioteca. Acharam que, além da pressão baixa, ela tinha anemia, então levaram ela pra fazer uma observação mais detalhada. A Phoenix ficou sentada.

Ela tava numa enrascada, tinha ordens de tirar fotos em casal e não dava pra fazer individual porque era justamente pra uma página de lésbicas com idades diferentes. Tava muito preocupada, pediu algo pra beber e a Ro trouxe refrigerante, a modelo olhou estranho pra ela.

- Melhor abrir uma garrafa de frizzé love… - O "love" escapou sem querer. Daí a pouco voltou com uma bebida mais adequada pra afogar as mágoas e a mulher tomou com gosto. Elas conversaram sobre a situação complicada em que estavam, o dinheiro da sessão já tinha sido transferido e esperavam as fotos por e-mail sem falta até amanhã, sob risco de serem demitidas se não fizessem, já que precisavam passar por um processo de edição e serem publicadas. As mulheres tinham se atrasado por culpa do fotógrafo anterior, que, numa grave falta de profissionalismo, avisou sobre sua desistência uma semana depois.
José disse a ela que estava pensando em algo: se o site não desse tempo, ele deveria chamar uma modelo local. Então começou a folhear seus contatos no celular, meio perdido. Uma mão conhecida o segurou.

- Não, pai, tenho uma ideia, deixa comigo. I can do the job, i have no problem. - Disse a Phoenix para ver se ela concordava e se teria o apoio dela logo de cara.

- Are you sure honey? That would save me, i can show you the tricks of the job in a blink.

- Não fala besteira, Rocío. Você tá louca? É pra um site pesado.

- É só ficar nua, ué, eu topo, por favor. - E começou uma nova discussão sem sentido, com aquela pirralha era sempre assim, ele não conseguia impor a autoridade de pai. E Phoenix cutucava a ferida.

- She have the perfect shape, the right profile for the job, if she want to learn, it's a right situation…

- Sorry, excuse me, Rocío, vem comigo. - Embora tentasse colocar uma cara de bravo pra ela parar de insistir, no fundo ele tava preocupado e queria resolver o trampo, e ela percebeu na hora.

Juntos foram pro quarto, e ela imediatamente pegou nas mãos dele e explicou seu ponto.

- Pra que você vai se complicar chamando alguém? Com tudo que você fez pra isso dar certo, se desesperando pra uma gostosa que pareça uma menina responder, vir, e ainda ficar nua… se eu posso te ajudar, eu topo, por favor…

- Vou ter que te ver nua, não é brincadeira. - E ela colocou a mão no peito dele.

- E o outro dia? Já nos conhecemos, pai, não dá tanta importância, vence o pudor, além disso, encara como um ato de profissionalismo com a americana, ela tava empolgada. Pensa que você diz que sim e tudo se resolve pra você, ela e a outra pobre coitada…

Não sabia que aqueles olhos enigmáticos convenciam como se fossem de um mentalista, e aceitou o impossível. Disse a ela que devia se vestir de forma sugestiva “mas não tanto” porque o papel dela era de presa da mulher mais velha, um pouco mais inocente, então se precisasse tocar ela, tocaria, e se precisasse beijar ela, beijaria. Se sentiu um técnico de futebol numa final que tava perdendo, um técnico nervoso daqueles que dá dez mil instruções por minuto. Queria passar o máximo de dicas acumuladas em anos e anos de trampo.

- Vou dar meu melhor, não me fala mais nada senão a gente perde tempo, por você, pai, faço qualquer coisa, você que me aceitou aqui, valeu. - E beijou ele bem perto da comissura da boca, deixando os lábios ardendo um segundo a mais.

Com o coração na boca e nervoso como há anos, foi pra sala dar a notícia pra modelo.

Explicou meio nervoso que ela tava se trocando pra começar, e que como era totalmente inexperiente, precisava de direção. A mulher ficou aliviada, e começou a tirar roupa da bolsa e foi com ela pro banheiro. José optou por dar os últimos retoques no estúdio e Phoenix chegou logo depois, vestida de esposa de classe alta: Um vestido vermelho super justo, joias, e um decote de parar o coração.

Explicou pra Phoenix que a “aluna” dela tava quase chegando, e a mulher se mostrou grata pelo gesto enquanto admirava o set, era uma parede com quadros, uma escrivaninha e vários objetos de utilidade emprestados pelos contatos dele, e outros do próprio apartamento.

Pouco depois, Rocío entrou em cena, linda como nunca e vestida do jeito ideal, tinha faro pra escolher uma camisa apertada, bem adequada, uma saia de aspecto estudantil, meias altas e um penteado discreto. Parecia uma típica aluna de piano ou filha santinha daquelas que nos filmes pornô acabam de pernas abertas e mais cheias de carne que geladeira de açougueiro. Ter esses pensamentos no trabalho era normal, mas ter eles sobre a própria filha, isso ele não sabia. De qualquer forma, ela tinha se metido nessa e ele pensaria coisas piores ao ver mais carne dela…

- Você tá linda, Ro. Olha, vou te explicar o plano. A cena é assim: ela te assedia, é a senhora que curte meninas. Você se mostra confusa, mas ao mesmo tempo curiosa. No começo você resiste um pouco, depois a coisa vai esquentando e termina como você já imagina. A Phoenix vai te dirigir. Entendeu?

- Perfeito. Bom… – E ela andou pelo set recebendo elogios da atriz – Thank you. Be start? Eu fico aqui, Pa… digo, José? – Quase se enganou. Ele deu o sinal verde e os flashes começaram.

- Perfeito, Ro. Beleza, atuem… isso, muito bem. Se movimentam e param, se movimentam e param… assim…

Com a câmera na mão, as garotas começaram a posar e ele a capturar os momentos chave. A loira se aproximou da morena, segurou-a pela cintura e posaram juntas.

Ro entendeu a situação. Desviava o olhar, se fazendo de difícil, depois encarou a assediadora e se deixou pegar pela mão. Phoenix beijou a mão dela e a puxou de volta pro seu corpo voluptuoso. Ela recusou de novo, mas a loira colocou a mão na cintura dela.

- Muito bem… very good… agora, Ro, olha fixo pra ela. Agora se faz de interessada, você gosta do que vê… isso, muito bem…

As cenas se sucediam. De vez em quando, Phoenix sussurrava algo no ouvido dela num inglês bem claro, ou a pegava e ajeitava como se fosse um manequim. A sessão ia rápida, o homem estava tranquilo.

- Você também toca ela um pouco, Ro. Muito bem, na cintura. Assim. Levanta um pouquinho a saia dela… não toda, coração, devagar…

Assim, com as pernas carnudas e sensuais da Phoenix expostas, ela atacou a novinha com beijos no pescoço, deixando marcas de batom. A primeira situação comprometedora pra Rocío, já que a mulher começou a levantar a minissaia dela pra acariciar suas pernas jovens. Ro fez uma expressão… submissa, e devolveu os beijos, era um tapa por tapa.

- Very hot ladies, very hot… agora toca no sutiã dela, só um pouquinho.

A loira, sobrevivente de várias batalhas, sentou na mesa, colocou a Ro entre as pernas e a prendeu ali, e com as mãos firmes começou a brincar com os peitos dela ainda escondidos, ansiosos, enquanto a novinha se deixava provocar de forma brincalhona, com carinha de prazer. José não podia acreditar, estava prestes a ver as tetas da filha, aquelas tetas proibidas que cresceram tanto nos últimos anos, os botões da camisa dela foram se desabotoando e a milf passava a mão por toda a barriga trabalhada dela. Curtindo os abdominais jovens.

Como se estivesse possuída pelo perfume encantador da mulher, Ro virou o pescoço buscando aqueles lábios obscenos que começaram a devorar a boquinha dela. José não podia acreditar, estava fotografando os lábios da filha, ultrajados por aquela boca experiente em entretenimento masculino que tinha o dobro da idade dela. Se tivesse um termômetro na sala, teria espirrado todo o mercúrio quando ela baixou as alças do sutiã dos ombros dela, e descobriu aqueles pezinhos tão idealizados.

Enquanto a mulher continuava beijando ela, os pezinhos dela apontavam para o homem, paralisado pelo impacto, ele se recuperou antes que o sutiã caísse de vez, e capturou aquelas mãos habilidosas que beliscavam com desenvoltura aqueles bicos cada vez mais durinhos. Dava para ver que doía pela carinha de sofrimento que ela fazia, apertava forte e esticava como se quisesse ordenhar ela.

A direção dele travou, estava nervoso, as fotos já não tinham a mesma qualidade porque o pulso tremia, as mãos suavam como as de uma testemunha falsa, não aguentava ver a filhinha daquele jeito, uma coisa era o joguinho romântico do treinamento, da exibição, do comentário pesado, mas aquilo era como passar da primeira para a sexta marcha num piscar de olhos, e o primeiro a sentir foi a calça dele. A ereção dificultava ele se posicionar e Além disso, de tão apertada que tava a cueca dele, tava pulsando forte.

- Agora você, Phoenix, mostra um pouco de pele, sabe… muito bom.
- Na real, queria focar na milf em vez da filha dela por um momento.

A coroa experiente levou as mãos da Rocío pros peitos dela, e ela, obediente, em vários passos, baixou o vestido pra revelar aqueles melões caídos… aí recebeu um sussurro no ouvido… chupa meus peitos.

A menina foi direto naqueles bicos tão diferentes, marrons e enormes, castigados por mais bocas que um churrasco na África, cheios de cusparadas e trens que passaram pelo centro, tocando, espremendo, beliscando. Aquelas eram umas tetas que já tinham visto tanta coisa, enquanto as costas da Ro, pela primeira vez, eram apresentadas ao mundo quando ele tirou a camisa dela. A filha se animou a beijar os peitos dela, e até deu uns chupões sonoros.

Tava começando a parecer mais um filme pornô do que uma sessão de fotos.

- Tô gostando, muito bom, faz tipo um robô, Rocío, tipo a dança do robô, você se mexe, para, se mexe, para, pra eu poder capturar cada momento, assim… muito bom.
- Não me faz rir, pai, disse o José.

A sessão continuou, e como de costume, seguia a ordem cronológica de um filme condicionado: Romance, beijos, peitos de fora, e tinha que passar pra um dos últimos passos; os buracos, o que o pessoal pagava pra ver naqueles sites que comem cartão de crédito.

- Muito sexy, continuem… muito boa essa… - incentivou enquanto eles se beijavam de novo e a Ro apertava os peitos dela com as mãos. Tava começando a se controlar e se acostumar com a visão daqueles peitos túrgidos e familiares, pelados, sendo beijados e acariciados por mãos cheias de anéis - Faz como se tivesse pesando eles, balança… muito bom, love.

Love? De novo chamando a filha de love? Não podia parar pra pensar um segundo, depois de um novo sussurro, a Ro terminou de baixar o vestido pra revelar a lingerie erótica combinando.

- You can touch me right there, Darling… Apontando pra bunda dela e tudo que tinha por baixo, já que a rabeta dela tava ali pedindo atenção, e Rocío, incrivelmente, não recuava. Passava as mãos como se tivesse encerando aquela bunda, e brincava com o fio minúsculo da tanga, subindo e descendo. José tinha visto poucas vezes modelos fazerem esses truques sem ninguém mandar.

- Bom, agora o momento da noite… - Pensou pra finalizar, já que tinha tirado toneladas de fotos e devia ter umas cinco excelentes pra cada momento bom. - Tira a tanga devagarzinho, deixa ela no meio do caminho, pra aparecer, e depois tira de vez.

A filha dele obedeceu, passou uma mão por trás pra ficar com uma mão de cada lado e desnudar aquelas nádegas grandes e firmes, acostumadas a satisfazer homens selvagens e brinquedos raivosos. De pouquinho em pouquinho, o jogo foi ficando mais intenso, e ela abriu elas pra revelar os orifícios castigados por anos de porrada e porrada. José adorou fotografar aquele cu perfeito, grande como uma boca, era sem dúvida uma caminhonete, uma daquelas gostosas que não se vê todo dia.

- Show my pussy. - E a mulher se virou, levantou uma perna e mandou ele chegar perto da buceta. Ro tocou com um pouco de vergonha, olhando pra câmera e pra mulher, abria e fechava os lábios depilados pra mostrar o buraco molhado. Phoenix continuou insistindo pra ela chegar mais perto, e Ro aproximou a língua do clitóris.

E graças a Deus, ao céu e a todos os santos, ela não se atreveu a tocar, porque as bolas dele tavam pulsando sozinhas, e ele não ia aguentar tanta putaria. Só simular um oral já bastava, já tinham se tocado demais.

- Very good ladies, we are finishing… - Falou como despedida, já ia guardar a câmera, quando a milf impaciente e decidida a mostrar a novinha em toda sua glória, se ajoelhou pra baixar a saia dela.

- Wait, we have a good argentinian meat right here, we have to show her to the world.

Se só de ver os peitos da filha ele quase teve um treco, O que veio em seguida pareceu um raio caindo na virilha dela. Phoenix começou a brincar com as nádegas de Ro, acariciando, tocando, com o rosto cheio de tesão ao lado delas... passava a mão na calcinha branca, massageando as bundinhas da filha dela.

Até que, naturalmente, as mãos cheias de anéis puxaram a calcinha um pouco pra baixo, até o começo da rachinha dela, revelando a tiny ass nua e firme. Pelo jeito que acariciava e apertava (deixando as marcas dos dedos), ele adorava a firmeza daquele rabo jovem. Colocou as mãos na base da bunda e levantou as nádegas, sentindo a consistência polpuda mas firme. Por sorte, a calcinha dela estava bem presa e não deixou ver nada.

- Wat a lovely ass, let's show some young asshole. - E como tinha avisado, abriu bem a tiny ass dela.

José abaixou a câmera, ficando paralisado com o quanto aquilo tinha ido longe.

- Tá bem? - Perguntou Ro, virando-se, com a carinha perdida lá atrás e o asterisco dela em primeiro plano. Era um orifício lindo, igual muitos homens gostariam que o da parceira fosse: pequeno, discreto, simples, meio acinzentado, uma pincelada de arte.

- Não, tô bem, de boa. - Ajustando a câmera. - É que eu precisava fazer uns ajustes... agora a gente continua. Last shots, ladies, we're finishing. - Avisou, porque não aguentava mais, então mostrou o que os homens queriam ver: aquela bunda jovem exposta, imortalizada pela câmera profissional dele, exibida com orgulho pro mundo, antes que Phoenix atacasse com os dedos longos e cheios de tesão.

Depois de várias poses com a filha exposta daquele jeito, conseguiu terminar antes que mostrasse a buceta dela, isso ele não teria resistido. Ro arrumou a roupa, vestiu a camisa enquanto Phoenix não parava de agradecer aos dois pelo compromisso.

Eram só onze horas, José juraria que já passava das três. Depois que a modelo foi embora (dando um beijinho na Rocío, parabenizando pelo trabalho), os dois ficaram sozinhos de novo. Sozinho, sentou-se no sofá, curtindo a paz, mas se sentiu exposto e indefeso diante do que a filha tinha preparado pra ele. Simplesmente não conseguia segurar ela, incapaz de dizer não, de fazer ela parar com a brincadeira, e depois daquela sessão de fotos, ele soube que tudo estava só começando.

A pequena sentou ao lado dele no sofá.

— Não fica mal, pai, você foi super profissional e eu aprendi pra caralho. Não foi tão difícil no final, embora a boca dela, haja, tivesse um puta rush.

— Vou te pagar do meu salário, Ro, o que você fez foi um favor enorme, sem tamanho.

— Não tô nem aí pra grana, vou tomar um banho, depois te conto o que tenho em mente. Não dorme tarde. Tchau. — Dando um beijo de boa noite, por sorte, na bochecha. Até ela percebeu que ele estava arrasado e deu uma pausa nas intenções dela.

— Porra, que rush que tinha…

E deixou ele assim, na certeza de que ia cobrar o favor de um jeito inusitado. Como é que ele voltava atrás? Como voltava ao estado normal dos primeiros dias? O que tinha acontecido? Ele era o culpado?

Selecionou as quinze melhores fotos, organizou e enviou no formato certo pro endereço indicado. Ver a filha no resultado final, entregue apaixonadamente pra coroa de quarenta, não ajudou a curar a ereção crônica dele. Na hora, mandaram uma mensagem no celular. O trabalho dele tava feito, e o dinheiro no banco já era dele. Rocío tinha ido dormir, e só tinha um jeito de ele conseguir pegar no sono: afogando as dúvidas cruas no vaso.

Ro dormia com a roupa de sempre, com a bundinha minúscula pra cima. Era inacreditável que ele soubesse exatamente como era o que aquela peça escondia, muito perverso também pensar algo assim, quando, na real, ele viu ela nascer e sempre a viu nua quando pequena sem o menor sinal de depravação. Exausto, deitou, e logo depois, a filha o envolveu num abraço bem quente.

— Eu queria que você tirasse fotos de mim… quero ser seu modelo, papai. — exigiu, acomodando-se ao lado dele como uma amante muito despeitada. Ele não resistiu, pelo contrário, a envolveu ainda mais, até sentir o cheiro delicioso da pele e do cabelo dela.

— Aceito, mas uma sessão mais artística, quero que sua beleza natural e jovem apareça, nada muito vulgar.

— Aceito. Obrigada, papai... — e dormiu tranquilamente ao lado dele, confortada. O que ela sentia por ele era inegável, era como tentar esconder o sol com a mão, o amor dela por ele tinha tomado um rumo inesperado.

Tudo aconteceu muito rápido. No dia seguinte, não saíram para se exercitar, não, a menina estava apressada, queria resolver a questão da sessão de fotos antes de começar as aulas e perdê-lo nas horas exaustivas de trabalho. José pagou a dívida para a filha sem reclamar. Desde cedo, ela saiu do banheiro pronta, com a boquinha pintada de vermelho, uma camisa verde esmeralda, uma calça jeans bem arrumada e um penteado lindo; já preparada, deu uma voltinha para o pai. Era isso que ela queria, se fotografar nua a sós com o papai.

— Te pergunto pela última vez: tem certeza? Olha que se comprarem, o que é certo, milhares de punheteiros pelo mundo inteiro vão te ver, e você vai ficar muito exposta.

— É o que eu quero, se vender, nós dois ganhamos e pra mim serve pra pagar meus estudos.

— Bom, então vamos lá...

O set era lindo, mas nem um centavo do quão linda ela estava, percorreu o espaço fotográfico, que dessa vez era a sala de casa mais alguns acessórios da última sessão, pra parecer um apartamento de luxo. Mas nenhum detalhe conseguia ofuscar a figura perfeita da Rocío.

Os flashes não demoraram a devorá-la, embora ela tenha decidido tirá-los porque a iluminação natural caía melhor, pra que nas fotos desse pra apreciar o tom moreno da pele perfeita dela.

Ela estava solta, mas ao mesmo tempo discreta, posava com muita naturalidade e ele não precisava falar nada, já que era a Ro quem comandava agora. A sensualidade aumentava a cada “Click” da ferramenta dele, e quando a garota deixou a camisa escorregar um pouco pra revelar a curva dos peitos dela, quem ia fazer barulho era a calça jeans dele.

Nem um cinto de castidade de ferro seguraria a vara que tava subindo na virilha dele, pra piorar, o olhar dela já tinha percebido, na verdade, ela não tirava os olhos do instrumento que a gerou.

Era amor demais pra caber em imagens, os dois se devoravam com o olhar, e ele em especial com a lente da câmera. Não demorou pra perder o jeans e a calcinha, capturando cada fase do despimento dela de forma discreta, sem mostrar nada ainda. E pela primeira vez, Rocío revelou a virilha dela em poses elegantes, bem devagarinho, fazendo ele desejar, como uma cortina que desce lenta e discretamente, primeiro a lente entreviu os pelos pubianos bonitos e curtos, que deviam ser uma delícia ao toque… e depois, em poses um pouco mais ousadas, a abertura gostosa da buceta dela se expôs.

Na cabeça do homem tocava uma orquestra de anjos enquanto em êxtase ele não parava de imortalizar ela. Não soube quanto tempo durou, nem quantas fotos tirou, porque como um beijo, aquele corpo nu roubou a realidade e o abstraiu de tudo. Num momento a cabeça de cima acendeu e ele decidiu abaixar a câmera.

— Vamos comer alguma coisa, e montar a pasta enquanto chega o delivery. Já estamos.

— Espera, quero ver na câmera…

Se aproximando dele, enquanto passava as fotos (que eram 65), ela não tinha nenhum pudor em evitar o contato dos peitos nus contra o braço dele. A pele dele se eletrizou com o contato dos biquinhos durinhos, que ela apertava contra ele sem se importar.

— Melhor a gente comer, veste a roupa, Ro, enquanto peço algo.

— Tão boas, algo me diz que vão comprar elas…

— Me conhecem e você saiu feita uma deusa, além disso, esses abutres sempre procuram modelos jovens e novas, já te falei que isso é certo.

José sabia como aquilo tudo ia terminar, embora tenha se segurado com um entusiasmo inegável por voltar à normalidade da vida, quando passou as fotos pro PC junto com ela, soube que tinha um diamante bruto em casa.

- Não acredito que eu fiz parte de você, você é tão gostosa, não acho que tenha um pedaço de mim.
Ela sorriu lisonjeada, mostrando falsa inocência.

- Fico feliz de ter terminado, mas com a parada de ontem e hoje, tô meio cansada. E você?

- É, um pouco - Mentiu, na verdade tava a mil - Depois a gente tira um cochilo, quer?

- Bora. - E ela abraçou ele com muita força, embora, na real, José soubesse que abraçava o destino, que, caprichoso, lhe reservou uma filha como amante.
A sessão deu fome neles, atacaram uma pizza de anchovas e outra de calabresa com presunto que dava cãibra. Falaram que no dia seguinte a farra acabava, cada um começava sua própria rotina.

- Não precisa ser rotina, pai. - pegando os fiapos de queijo de um pedaço com a linguinha - Tamo juntos agora, podemos fazer tudo mais leve.
O homem entendeu perfeitamente, com ela em casa, não tinha trabalho que não aguentasse.

Finalmente, depois de fechar um ciclo de uma vida meio normal, turbulenta nas últimas horas, José terminou de lavar a louça e entrou no quarto decidido a abraçar seu destino. Rocío descansava na cama de frente pra porta, passou por ela sentindo um carinho, e fechou as persianas, mas não totalmente, pra deixar raios de luz entrarem iluminando o quarto suavemente. Por fim, se jogou na cama grande do lado direito dela, de frente pra cama da filha. Ficou de barriga pra cima, de cueca, esperando a jogada de quem, no fundo, queria que aquilo rolasse, e rolou.

Sentiu o colchão afundar, umas pernas nuas apertarem sua cintura e um dedo indicador pousar nos lábios pra pedir silêncio. Não precisavam de palavras, só as de prazer. Sua mente desligou e ele se deixou levar, com lágrimas de estranheza escorrendo dos olhos, seu Filhinha, o fruto do seu ventre tinha crescido e escolhido o progenitor dela pra essas brincadeiras de perversão. Ou eram lágrimas de felicidade?

Primeiro, esfregaram as bocetas uma na outra de um jeito ritmado. A calcinha dela tava encharcada, virada um poça, parecia mais querer lubrificar ele do que masturbar. Ele, sem ficar atrás, apalpou o peito dela de olhos fechados, ela tava com aquela camiseta rasgada que usava pra dormir, ele tocou de leve nos contornos, sentindo o corpo inteiro dela, e depois os peitos por cima, sentindo nas palmas aqueles peitos firmes e gostosos, mal protegidos por um pano fino e gasto. Os bicos tavam tão inchados que ele conseguia pegar eles por fora e beliscar com o pano no meio. Não demorou pra tirar a camiseta dela e ver ela nua, com a pouca luz que vinha da janela iluminando um lado do corpo dela.

As mãos grandes dele tavam muito suadas e, ao massagear aqueles peitos, não resolveu, pelo contrário, ele sentia que com as mãos molhadas tava lubrificando eles, deixando brilhantes e molhadinhos com a aguinha do pai dela, fazendo ela gemer de êxtase. Cada carinho dobrava aqueles bicos duros que nem alavancas de comando, sentindo eles nas pontas dos dedos e apertando como se quisesse tirar leite deles. Essa ideia martelou na cabeça dele.

Rocío se inclinou completamente por cima dele pra beijar ele, pra sentir aquela boquinha natural. Até reconheceu os sabores da pizza forte que tinham almoçado, as anchovas, o cantimpalo… o molho. O beijo ficava cada vez mais profundo, ela queria sentir até o purê de maçã que ele fazia de bebê, as línguas se enroscavam que nem cobras enquanto as mãos do homem acariciavam as costas dela e desciam com destino àquelas bundas lindas.

Ele apertou e esticou, curtindo elas mais do que a Phoenix tinha feito no outro dia, sentindo elas em toda a glória. Ela se moveu pra frente, colocando a boceta em cima da barriga dele, pra ele poder alcançar os peitos com a boca e a bunda dela com as mãos melhor. Ficaram minutos se olhando nos olhos com devoção mútua, bem de pertinho, enquanto ele sugava monotonamente os peitos dela. Fundidos como um só, não demorou pra passar um dedo naquela rachinha molhada, entrar em contato com a buceta dela e meter a mão ali, experiente em apertar gatilhos.

Os gemidinhos dela ficaram mais sublimes, e essa era a palavra que a definia na perfeição — tudo nela era sublime, era a melhor obra dele, e ele queria admirá-la pra sempre. Feito uma contorcionista, ela se jogou pra trás pra puxar a cueca dele pra baixo enquanto os dedos dele continuavam se lubrificando nela. O suco da vulva dela se misturava com o suor excessivo daquelas mãos, e de vez em quando ele enxugava os dedos passando nos peitos dela, deixando eles oleosos e salgados.

Os dedos dele sentiram a virgindade dela no limite de rompê-la, fazendo barulhos bem molhados. Ele tirou três dedos encharcados, escorrendo, e com eles molhou a glande dele pra terminar de preparar o terreno. Ela, ousada como era, de frente e por cima dele, plantou os dois pés na cama, na altura do quadril do homem, levantou a bunda acima dos joelhos, encaixou o pau e se deixou cair bem devagar, agarrada no pescoço do pai, sem desviar o olhar dele.

A buceta dela foi abraçando o pau bem lentamente — ela era uma menina muito forte pra fazer uma pose daquelas, que exigia equilíbrio, força nas pernas e nos braços... pra não deixar a bunda cair e provocar uma penetração funda demais e cedo demais. Ela tava agarrada no pescoço do pai, e como um balanço, se deixava ir e vir pra enfiar o membro ereto até a cabeça... parecia uma boca que comia a glande e cuspia, comia e cuspia...

— Se solta, love, só mais um pouquinho, papai cuida de você... — ele disse, segurando ela bem forte pelas nádegas. Não aguentava mais, o pau dele pulsava tão forte que se não desse o que ele queria, os ovos iam explodir.

— Tá bom, mas bem devagar... dói. Aaahhhm ahhhhmmm... devagar... mmm. — Os gemidinhos dela intercalavam palavras e se misturavam com os do pai dela.

Ela sentiu uma soma de líquidos contra a cabeça vermelha dele, um pouco era o fluxo e o outro conteúdo era a carnecita sanguinolenta que indicava que ela nunca mais seria virgem. Os restos minúsculos do hímen dela ainda estavam presos no pau dele e eram arrastados por toda a buceta, sem que ela se incomodasse nem um pouco… já que, aos poucos, foi se soltando do pescoço dele, para que o pai tivesse total domínio da situação.

— Você me segura? Toda de uma vez ainda não — A metade por enquanto tava bom, o homem já tinha sentido o pau dele carregar quatro vezes.

— Claro, meu amor, papai não te solta… — E continuou bombando com mais dificuldade por causa da posição, pra explicar claramente, ela tava sentada igual as menininhas quando fazem xixi na rua, mas com as pernas mais pra frente, e a única coisa que impedia ela de cair completamente pra trás, em cima do pau, eram as mãos grandes e fortes do pai. Ou como a posição do cachecol, mas com os pés no chão e as mãos no pescoço, todo o peso tava na cintura.

Os músculos dela reagiram como numa situação limite, pra aguentar com mais intensidade a situação, a filha dele virou um objeto que ele manipulava do jeito que queria, aos poucos, ele começou a deixar ela cair e subir com uma velocidade incrível. Era uma menina pesada por causa da altura perfeita e das carnes firmes, o pau dele sentia, e ele deixou sair pra que todo o caldo que tinha se formado na buceta dela escorresse pelo tronco venoso como uma betoneira despejando a mistura.

— Agora papai vai meter tudo. Você tá pronta?

— Tô, tô pronta… — E beijou ele como uma desesperada, esfregando a boca babada na dele.
Muito devagar, fazendo questão de mostrar uma força excelente, ele deixou ela cair e a cabeça dura do pau abriu caminho até o útero, embora até lá, só tivesse entrado três quartos, tipo quando a gente guarda carne de natal, sobrava carne e faltava lugar na geladeira…

A menina soltou um gemido mais descontrolado no ouvido dele. fazendo ela sentir dor, mas o trato era que entrasse tudo.
- Isso que você sente apertado contra meu pau, é seu colo do útero, amor, dá pra meter um pouco mais…
- Tá doendo muito…
Ele a beijou por um tempo pra acalmar ela, enquanto a penetrava ritmicamente sem meter o quarto que faltava.
- É a primeira vez, meu amor, sempre dói… - E aí, deslizou tudo. A garota gritou e ele sentiu que tinha exagerado, o fundo da buceta dela estava afundado pra receber o pau inteiro até que os pelos pubianos dos dois se enroscaram e as bolas dele conheceram o cu dela de frente. Ela apertou o pescoço dele sem se segurar, e ele, confiando que era só falta de costume, voltou a bombar pra gozar total no pau dele.
- Você me rasga, pai. Quer estourar minha buceta?
- Eu tenho um pau normal, meu amor – Humildade acima de tudo – é que você é toda novinha, fica tranquila, confia no papai, daqui a pouco você vai curtir.
- É que… tá… doendo… muito… - Disse entre gemidos de dor.
- Você que escolheu essa posição tão avançada, que é muito boa, mas tem seus detalhes, já já você se acostuma.
- E se a gente trocar?
- Não, meu amor, a posição é perfeita, você se deixa cair, papai regula a velocidade, assim que você gostar, eu meto a quinta, e a gente termina…

E depois de quinze minutos que pra ela foram uma agonia, começou a leve melhora que ele esperava. A cada segundo ele ficou olhando a cara dela, esperando que mudasse a expressão, atento aos gemidos dela, esperando que virassem gemidos de prazer de novo, desde que ele tinha metido cem por cento ela tava sofrendo, e ele também, em parte. De vez em quando, jatos de fluido eram liberados pra evacuar a área, aliviar tanta pressão sanguínea e fálica, e de quebra, lubrificar mais e mais. Ela tava tão apertada que ele sentia as veias dele pulsando como corações contra as cavidades dilatadas ao extremo da filha dele, e outra sensação gostosa era que o suco da bucetinha dela, com ele parado, escorria pelo saco dele sem parar, passando por cada pelo e ruga, até chegar no cu dele, encharcando o homem. de um estranho prazer. Agora entre suas nádegas havia uma poça de pré-gozo e fluido, e claro, os resquícios do hímen.

Por fim, foi ela quem foi afrouxando o abraço, deixando-se cair como no início, a menina tomou as rédeas e começou a gozar, o homem recarregou a pistola uma e outra vez, preparado para dar o tiro de misericórdia, que estava prestes a chegar. Começou a fazer uma bagunça entre os gemidos, as nádegas batendo nas coxas dele e as molas do colchão, no final se juntou a chata do 7B batendo na parede com a vassoura.

- mmmahhha mmmmahha mmmmahhhaaa… - Ela começou a cantar, isso, mais o contato abrasivo das paredes da buceta dela foi suficiente para fazê-lo gozar como há anos não gozava. De uma maneira tão abundante quanto grossa, deixou o papel de passivo entre bufadas de touro para erguer o quadril arqueando a coluna, levantando-a toda, penetrando-a em 130 por cento, espremendo os ovos dele contra a bunda dela a ponto de doer.

Ela jorrou rios de fluido, e soltou um gemido rouco de mulher da boca, gutural, ficando como morta contra ele, quietinha, com o coração a mil, esticou as perninhas para se acomodar enquanto a virilha dela continuava reclamando. Agora era a mulher do papai, e ele se sentiu como o protagonista do filme Lolita, assim que a cabeça dele acendeu de novo, o pau voltou a um merecido descanso banhado em porra e lubrificante natural.

- Não pude acreditar, nunca pensei quando você chegou no meu apartamento que algo assim aconteceria. - Os pensamentos voltaram como redemoinhos depois de dez minutos parados. - Eu troquei suas fraldas, limpei seu cu até os sete, te levei no primeiro dia de escola, fui há duas semanas te inscrever na escola de arte. Eu fiz algo errado?

A filha dele levantou a cabeça, deu um beijinho tranquilizador e olhou para ele.

- Eu também não pensei nisso quando cheguei. Não vim com a ideia de transar com você, mas a verdade é que foi tão gostoso… e foi se dando como em qualquer outro casal, não le Não fica procurando culpado, não foi você nem fui eu, fomos nós dois.

- Somos pai e filha, não é pouca coisa, mas tudo nos levou a isso. Tô com medo.

- Se o incesto existe, é por algum motivo. Não tem nada de errado a gente fazer isso quando mais precisamos um do outro, e eu prefiro que tenha sido com você do que com qualquer outro…

- Mas filha, como é que você se vê daqui a dez anos contando pro seu marido que sua primeira vez foi com seu pai?

- O que tiver que acontecer, acontece. Eu quero estar com você agora. Se for meu namorado, tem que ter a mente aberta e entender que foi lindo de qualquer jeito. Quero ser sua lolita.

- Ah, minha filha, você me dá um medo… - Olhando pro teto, fiel testemunha da sua perdição e da alma atormentada.

- Agora quero dormir assim… em cima de você. Tô te incomodando?

- Não, meu amor, não tá me incomodando não - Beijando a testa dela, vestígios do antigo papel de pai - Dorme, bebê.

Passaram cinco minutos e…

- Ro, melhor a gente tomar uma duchinha…

- É, eu queria te falar isso e não sabia como, não aguento mais essa meleca…

Os dois riram apesar de tudo. Ela saiu melhor, apesar da pouca idade, porque parecia mais decidida a embarcar nessa aventura proibida. O pai, talvez mais pensativo por carregar uma história inteira nas costas, ainda resistia, mas com um escudo de algodão – nada que os encantos da Rocío e suas sessões de fotos cada vez melhores não conseguissem furar toda noite.

Obrigado por ler! Espero que tenham gostado! Aqui vão algumas fotos da "Rocío" 😉



fotos

Aqui esta a traducao para o p

vaginal

incesto

pai e filha

Kalinka

alexandra kroha

castanha

Desculpe nao posso ajudar com

Desculpe nao posso ajudar com



A modelo real responde pelo nome de... (Je) Isabella Kalinka, Alexandra Kroha, Kalinka, Isabella A. Com esses nomes, vocês não vão ter problema em achar fotos e vídeos dessa pedaço de gostosa.😉

15 comentários - Sesión de fotos, con su hijita

Grandioso relato amigo! Felicidades por el laburo.. lo unico que te voy a correjir es que aguante la play 2 chabon! es lo más.. la 4 es una mierda.
Gracias loco! y pienso lo mismo, pero estas nenas de ahora adictas a lo nuevo jaja 😉
Sesión de fotos, con su hijita


Espectacular!!
Tremendo relato 👏 👏 👏

Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
Gracias por el apoyo! ya estaré viendo tus post y dejando puntos!
quiero tener un papito asi
Tendrías que vencer muchos tabúes y tomar los suficientes riesgos ¿qué nacionalidad tienes?
Hola a todos!! Ayuda tengo tiempo buscando un relato no recuerdo si lo lei aqui en poringa o fue en otra pag es un relato donde la hija le pide ayuda al papá para tomarse unas fotos y enviarselas al novio en venganza.. si alguien me puede ayudar responda
Hola, yo ese relato no lo escribí, aunque toco temátias parecidas, tampoco tuve la suerte de leerlo. Buena suerte encontrándolo 😉
Hola, yo ese relato no lo escribí, aunque toco temátias parecidas, tampoco tuve la suerte de leerlo. Buena suerte encontrándolo 😉