Bom, era um daqueles dias em que a gente acorda pegando fogo... como sempre, fui trabalhar de busão e de legging (combinação explosiva). Na volta, o busão tava lotado, então fui em pé e rebolava a raba porque, naquele dia em especial, tava com vontade de me mostrar, de ser notada — e foi o que aconteceu. Numa quadra, ele sobe: um policial com o uniforme impecável (sou louca por policiais). Ele era moreno, 1,80m. Assim que vi, empinei mais a bunda pra ele ver, e ele viu. Na hora que me notou, veio pra trás de mim. Me posicionei estrategicamente na frente pra ele roçar o volume enorme nas minhas coxas. Era inacreditável como ele ficava duro a cada roçada. Não dava pra deixar passar, e deixei claro que queria mais, me apoiando cada vez mais nele.
Mais umas quadras daquele roçar maravilhoso e decidi descer numa praça perto, dando abertura pra ele me seguir e ver no que dava. Desci e senti que ele desceu atrás de mim. Tava louca pra sentir ele perto, então parei num banco como se fosse arrumar a legging, e ele parou. Me cumprimentou educadamente e disse: — Não acredito na raba violenta que você tem, despertou a fera em mim. Eu sorri, achei ele bonito, mas também muito convencido. A gente conversou um pouco e ele me "convidou" pra conhecer a fera dele atrás de uma árvore (não sou de fazer essas coisas, mas o volume, o uniforme e a beleza dele me excitavam). Aceitei e, atrás de uma árvore, rolou: ele baixou minha legging até os joelhos enquanto beijava minha nuca, dizendo: — Quero sentir a umidade da sua buceta, quero fazê-la vibrar com a minha fera. Achei que era só presunção, mas quando senti aquele pau enorme, grosso e cabeçudo, soube que ia gritar — e muito. Assim que senti a cabeça dele entre as pernas, quis gritar de prazer, mas ele tapou minha boca e disse: — Shhh, quer que o mundo todo saiba que você é uma puta? Não aguentava tanto prazer, só sussurrei pra ele meter mais forte e com mais vontade, mais estocadas e mais prazer. Dava pra ouvir a respiração acelerada dele enquanto me puxava o cabelo pra trás. Eu, só gritava e sussurrava, implorando por mais. prazer, mas pau grosso e suculento.
Me mandou preparar a raba que ia deixar todo o leite morno na raba, mas eu não queria que acabasse nunca, implorei por mais e ele me atendeu, continuou me dando mais e mais atrás de uma árvore numa praça às dez da noite, não podia acreditar no que tava fazendo, o quão puta eu tinha me tornado, um desconhecido me comendo numa praça suja, mas era esse conjunto todo que me dava mais prazer, mais tesão, mais vontade de que não acabasse, mas aquele policial não aguentou e derramou o leite dele na minha raba.
Assim, toda melada, subi minha legging, o tira me agradeceu e foi embora, eu voltei a pegar aquele ônibus esperando uma nova aventura.
Mais umas quadras daquele roçar maravilhoso e decidi descer numa praça perto, dando abertura pra ele me seguir e ver no que dava. Desci e senti que ele desceu atrás de mim. Tava louca pra sentir ele perto, então parei num banco como se fosse arrumar a legging, e ele parou. Me cumprimentou educadamente e disse: — Não acredito na raba violenta que você tem, despertou a fera em mim. Eu sorri, achei ele bonito, mas também muito convencido. A gente conversou um pouco e ele me "convidou" pra conhecer a fera dele atrás de uma árvore (não sou de fazer essas coisas, mas o volume, o uniforme e a beleza dele me excitavam). Aceitei e, atrás de uma árvore, rolou: ele baixou minha legging até os joelhos enquanto beijava minha nuca, dizendo: — Quero sentir a umidade da sua buceta, quero fazê-la vibrar com a minha fera. Achei que era só presunção, mas quando senti aquele pau enorme, grosso e cabeçudo, soube que ia gritar — e muito. Assim que senti a cabeça dele entre as pernas, quis gritar de prazer, mas ele tapou minha boca e disse: — Shhh, quer que o mundo todo saiba que você é uma puta? Não aguentava tanto prazer, só sussurrei pra ele meter mais forte e com mais vontade, mais estocadas e mais prazer. Dava pra ouvir a respiração acelerada dele enquanto me puxava o cabelo pra trás. Eu, só gritava e sussurrava, implorando por mais. prazer, mas pau grosso e suculento.
Me mandou preparar a raba que ia deixar todo o leite morno na raba, mas eu não queria que acabasse nunca, implorei por mais e ele me atendeu, continuou me dando mais e mais atrás de uma árvore numa praça às dez da noite, não podia acreditar no que tava fazendo, o quão puta eu tinha me tornado, um desconhecido me comendo numa praça suja, mas era esse conjunto todo que me dava mais prazer, mais tesão, mais vontade de que não acabasse, mas aquele policial não aguentou e derramou o leite dele na minha raba.
Assim, toda melada, subi minha legging, o tira me agradeceu e foi embora, eu voltei a pegar aquele ônibus esperando uma nova aventura.
3 comentários - Tudo pode rolar num ônibus