depois do ato, a conversa prévia e de nos apresentarmos todos os pais uns aos outros, as crianças ficaram na sala, eu, com a mãe, tive que fingir que estava tudo bem, embora já fazia um tempo que estávamos separados, mas fazer o quê, tem que se dar bem mesmo assim.
Fiquei no pátio esperando todos os pais saírem da sala, emocionados, por respeito. E nisso vejo uma garota chegando de bicicleta, e ela entra com a bike no colégio, cumprimenta todas as professoras que estavam por ali, a zeladora, etc., larga a bicicleta, entra na sala dos professores e logo sai com o avental vestido e entra numa das salas. Pela placa na porta, soube que era a do 5º ano. Me chamou a atenção porque achei que ela chegou atrasada, além disso, achei curioso ela vir de bicicleta… Mas fazer o quê, não me pareceu uma gostosa muito chamativa em outro sentido.
Pelo trabalho que tenho, posso buscar o Gonzalo, meu filho, de vez em quando ao meio-dia quando ele sai. Então, na segunda semana, fui buscá-lo e fomos comer, depois levei ele em casa, normal, tudo tranquilo.
Um dia, a mãe me liga dizendo que tinha que sair pra resolver um documento e não ia poder buscá-lo, então me pediu pra ir. Não tive problema, já que no carro estava a vinte minutos de lá, mas como ela avisou meio em cima da hora, ia chegar na hora. Liguei pro colégio e pedi pra me esperarem, que tava chegando. No meio do caminho, começa a cair uma chuvinha bem fina, e com o passar dos minutos foi ficando cada vez mais forte. Questão que quando cheguei no colégio, tava caindo um toró…
Quando tô na porta, vejo que estavam paradas duas pessoas: uma era a zeladora, que tava me esperando pra entregar o Gonzalo, a outra era a professora da bicicleta, obviamente, com a bike na mão, olhando pro céu e rezando pra parar de chover, porque ela ia se molhar toda com a bicicleta…
Notei que ela tava nervosa quando desci pra pegar o Gonzalo, então perguntei como ela tava. Eu ia sair, mas tava caindo um toró.
—Ai! Tomara que dê uma diminuída, senão vou chegar super atrasada — ela disse.
—Onde cê tem que ir? Porque te notei meio nervosa…
—É que eu trabalho em duas escolas — ela falou fazendo biquinho — e se eu sair daqui tarde, chego tarde na outra, mesmo indo de bike, chego no limite.
—E onde fica a outra escola?
—É daqui a umas trinta quadras, mas andando não dá tempo, e não tem nenhum ônibus que passe por aqui e me deixe lá, por isso venho de bicicleta — ela dizia, cada vez mais aflita com a chuva.
Aí criei coragem, porque sou um cara muito tímido, e falei:
— Se quiser, posso te levar de carro, tenho tempo e não me incomoda nada.
— Não, não, fica tranquilo, vou dar um jeito.
— Sério, deixa eu te levar, assim pelo menos você não chega tão tarde.
— Mas e a bicicleta?
A porteira interrompe e fala: — Deixa ela aqui, amanhã você volta e pega…
— Não, não quero incomodar, valeu mesmo assim.
E a porteira de novo: — Ah, vai, menina, fica tranquila, eu guardo e amanhã cê vem buscar, pronto.
— Tá bom, então, certeza que não vou te atrapalhar? — Ela me perguntou.
— Sim, não se preocupa, senão nem teria me oferecido.
— Beleza, valeu.
Abro a porta pro Gonzalo, ele sobe, e ela entra pela outra porta, me mostra o caminho e a gente parte. Na viagem, que não durou mais que dez minutos, a gente conversou sobre coisas normais, tipo a chuva, o tempo e outras bobagens, igual papo de elevador. Chegamos e, antes de descer, ela me agradeceu infinitamente por ter dado carona. Quando ela tava saindo:
— Mas nem sei seu nome… — falei.
— Agustina, e você?
— Leonardo.
— Valeu mesmo, Léo, um dia vou ter que te recompensar por isso…
— Fica tranquila, vai na paz.
Naquele dia continuou chovendo pra caramba, e como a mãe do Gonza atrasou, e muito, ele acabou dormindo comigo, então no dia seguinte eu tinha que levar ele pra escola.
Quando chegamos na escola, vi que a Agustina tava recebendo os alunos na porta, mas quando fui cumprimentar ela, me Sauda com um “oi” seco, cortante, mas tudo bem, como eu não ligava pra ela, a não ser por ser professora, não me incomodei nem nada, então segui minha vida.
Uns meses depois, tive que levar o Gonza de novo, e como se fosse coincidência, ela estava lá de novo recebendo eles na porta. Não esperava que nada especial acontecesse, então cumprimentei o Gonza e virei pra voltar pro carro e ir trabalhar, quando ouvi: — Espera!
Virei e era a Agustina vindo correndo com o braço levantado me acenando. Parei e ela me cumprimentou.
— Me desculpa, preciso te pedir um favor, ontem saí correndo da outra escola e esqueci minhas coisas que tenho que usar aqui, você não pode me dar uma carona rapidinho?
— Beleza, então, mas e o bom dia, não?
— É, desculpa, bom dia.
Subimos no carro e eu, como da outra vez ela não tinha me cumprimentado mas agora tava pedindo um favor, fiz um pouco de ofendido, respondia seco pra tudo que ela perguntava ou comentava.
Chegamos na outra escola, ela desceu, e cinco minutos depois voltou, subiu no carro e arrancamos.
— Fizemos super rápido — ela disse.
— É.
— A gente podia passar na minha casa e te ofereço um café.
Fiquei pensando e falei: — Não tava com pressa? Não tem que dar aula?
— Tô, mas acabei de lembrar que hoje é terça e os meninos têm aula de tecnologia no primeiro horário e música no segundo, então a gente tem tempo pra tomar um café.
Como não me convenceu muito, ela insistiu:
— Vai, deixa eu te oferecer um café, pelo menos me deixa agradecer pelo outro dia e por hoje.
Achei justo, então aceitei o convite e fomos pra casa dela.
No caminho, ela comentou que mora sozinha há um tempo, desde que decidiu se independentizar, depois de terminar com o namorado que teve por cinco anos. Assim, ela me contou que mora sozinha há dois anos, e só aí fiquei sabendo que ela tem 27. Chegamos, ela tirou a chave da bolsa e abriu a porta. É um corredor comprido, com cinco apartamentos, e ela mora no último. Ela entrou e eu entrei atrás, fechando a porta. Acabei de olhar pra ela pela primeira vez de um jeito diferente da professora que ela era até então. Lembro que a primeira coisa que notei é que ela é uma garota meio avoada, e que se vestia meio estilo hippie, aí fechou de vez o fato de andar de bicicleta. Ela tava usando uma calça daquelas de boca larga, mas solta, não apertada, uma camiseta, e um pulôver daqueles com uns desenhos meio estranhos que os hippies usam. Cabelo castanho claro e olhos pretos, não era uma mulher muito chamativa, ainda mais com calças folgadas e roupas largas. Uma jovem normal, digamos.
Entramos no apê e a primeira coisa que ela me fala é pra desculpar a bagunça, mas que nunca tem tempo de fazer nada, chega super cansada, tem que fazer coisas pras duas escolas e às vezes nem come.
Ela vai pra cozinha e põe o café pra fazer. Como dentro de casa tava um pouco mais quente, tira o pulôver e fica só de camiseta. Como eu já imaginava, não era uma garota muito voluptuosa, digamos. Começamos a conversar e ela pergunta minha idade:
— Eu tenho 33.
— Ah, olha, te achava mais novo.
— Bom, valeu.
— Me desculpa pelo bagunço, olha o estado da minha casa, não tenho tempo nem de arrumar a cama.
A verdade é que era um apê pequeno, daqueles antigos, com uma cozinha, um banheiro, um quarto, o tanque embaixo da escada que vai pro terraço e o quintal usado como sala de jantar, pelo que dava pra ver o quarto dela bem fácil.
— Sério, não esquenta, entendo que uma garota que mora sozinha e trabalha quase o dia todo não tem tempo nem vontade de ficar arrumando nada.
— É, a verdade é bem essa.
— Pelo estado da sua cama, parece que ontem à noite teve guerra — falo, quase sem acreditar que consegui soltar aquilo, na hora fico todo vermelho de vergonha pelo que falei.
— Nada, quem dera.
— Kkkk.
— Sério, desde que me separei não sei o que é ter uma guerra, e olha que já faz dois anos que moro sozinha.
— Bom, mas pretendentes não devem te faltar, digo, você é uma mina gostosa— falo pra tentar animar ela um pouco, já que ela me disse isso muito angustiada
— é, sei lá, não, não sei, hahaha— ela ri enquanto ficava vermelha— é que é difícil achar o que a gente quer
— é, mas se divertir você pode se divertir do mesmo jeito…
— é, mas é difícil pra mim, fiquei cinco anos num relacionamento muito intenso, e é difícil voltar a confiar e tal… olha, você é um dos poucos caras que já entrou na minha casa, além dos meus amigos
Essa confissão me quebrou, e fiquei pensando, isso é bom ou é ruim? Como não achei a resposta, falei pra mim mesmo, vamos tentar fazer isso ser bom…
— bom, mas então, faz tempo que não rola nada?
— aaaah, faz tempo— ela responde da cozinha enquanto prepara o café.
Levanto da cadeira onde tava na mesa da sala, vou até a cozinha, e bem devagar abraço ela por trás
— coitadinha… Posso fazer alguma coisa pra te ajudar?
— não, sei lá, acho que é normal
— posso te fazer uma pergunta então?
— fala— aí ela se vira e ficamos de frente um pro outro
— por que você me chamou pra tomar café?
Ela não responde, me olha fixo nos olhos, e depois de três segundos que pareciam uma eternidade, passa os braços no meu pescoço e se pendura em mim, me dando um beijo de lascar.
A partir daí, a gente não se soltou por uns dez minutos, só dando espaço pra respirar, e voltando a se devorar, com beijos molhados, quentes, com muita língua, e eu acariciando as costas quentinhas dela com minhas mãos frias. Isso faz ela ter arrepios e a pele se arrepiar, dando um suspiro fundo, ela não me soltava, e fechando os olhos bem forte, curtia o prazer daquele beijo. Eu saio da boca dela, e sem parar de acariciar as costas dela por baixo da camiseta, começo a descer e beijar o pescoço dela, enquanto ela respira fundo, cada vez mais, levando a mão pro meu cabelo, me acariciando com as unhas. Eu vou até o fecho do sutiã dela e solto. É aí que ela me beija de novo na boca e, do jeito que a gente tava, sem Soltar pra nada, a gente vai pro quarto. Mal passamos pela porta, ela me encurrala contra a parede e, se movendo bem devagarinho enquanto continuamos nos beijando, começa a suspirar. Eu, com minhas mãos ainda frias, passo elas por baixo do sutiã dela e, chegando nos peitos, envolvo eles completamente com minhas mãos, enquanto beijo o pescoço dela de novo. O frio e a excitação fazem os mamilos dela ficarem duros, o que me leva a beliscar eles de leve, fazendo com que dessa vez os suspiros sejam de boca bem aberta. Isso me dá o sinal de que ela tava gostando, então eu assumo o controle e, virando, coloco ela contra a parede, beijando agora a orelha dela, e levando minha mão direita pra suas costas enquanto com a esquerda continuo acariciando e beliscando o peito dela. Ela suspirava cada vez mais, e até se dobrava e se contorcia de tesão, então eu levanto minhas mãos por baixo da camiseta dela, tirando ela, e na sequência tiro também o sutiã dela, deixando os peitos dela no ar. Aí eu posso contemplar a beleza do torso dela, uns peitos médios, macios, molinhos mas no lugar certo, e uns mamilos pequenos, rosadinhos e bem durinhos. A gente se olha e se devora de novo violentamente. O roçar do peito dela contra o meu é gostoso, por isso continuo pressionando ela contra a parede, apoiando meu peito no dela, descendo minhas mãos pelas costas dela, chegando na bunda dela. Ela, com as mãos, tenta tirar minha camiseta, eu me afasto pra ela conseguir, e quando termina, ela me empurra pra trás, fazendo com que eu acabe sentando na beirada da cama. Olho nos olhos dela, e noto um olhar de gata no cio, apontando a cabeça pra baixo, mas sem desviar o olhar, ela leva as mãos pro cinto da minha calça e desabotoa. Eu apoio as mãos na cama dela, e levanto levemente a pélvis pra que assim ela consiga o que queria: tirar minha calça. Ao mesmo tempo, ela tira a cueca que eu tava usando, deixando tudo no meu tornozelo, já que meus tênis ainda estavam no lugar. Quando termina isso, só aí ela foca o olhar na minha pica, que, graças a tudo que rolou até agora, já tava quase no talo. Ela pega com a mão de leve e começa a subir e descer por todo o comprimento, bem devagar, fazendo eu soltar um suspiro dessa vez. Na sequência, abrindo as pernas, ela monta em cima de mim, sem parar de me punhetar e voltando a se beijar. Eu seguro ela pelas costas, apertando contra meu peito, a entreperna dela roça na minha pica, e minhas mãos vão direto pra bunda dela, enquanto minha boca parte pros peitos dela. Beijo eles com paixão enquanto agora, com as mãos, ela aperta minha cabeça, fazendo a gente se unir num só. Ela tá prestes a explodir, dá pra sentir, dá pra perceber no ar. Eu seguro ela pela cintura e levanto ela, pra num puxão arrancar a calça dela. Ela fica parada na minha frente, com cara de inocente, feito uma novinha, se escondendo os peitos com os braços, me encarando. Ela só tá vestida com a calcinha fio dental, branquinha, de algodão, me dando um visual bem meigo, mas quando eu chego um pouco perto e arranco ela pra baixo, deixando a nudez dela na minha vista e querendo parar pra beijar ela, a mulher fogosa volta de dentro dela, me empurra de novo, me fazendo sentar, e agora com as duas mãos pega minha pica, se ajoelhando e me punhetando apertando bem forte, cuspi nela pra lubrificar, e eu, de tanta excitação, jogo minha cabeça pra trás, apoiando meus cotovelos na cama, fico à mercê dela. Fecho os olhos e sinto, bem de leve, algo quente e de textura meio áspera começando a se esfregar na cabeça da pica. Abro os olhos e vejo ela, com minha pica entre as mãos, a língua pra fora, passando na minha glande, e aquele olhar de safada, como se me desafiasse. Deixo ela continuar com o que tá fazendo, e assim como começou com a língua na cabecinha inchada, ela começa a lamber como se fosse um sorvete todo o comprimento da minha pica, até que, de repente, de uma só vez, ela engole minha pica, se engasgando, chegando até a garganta dela. Ela molha. bem, com a saliva dela, entra e sai num ritmo calmo, molhando tudo direitinho, e tirando ela da boca, desce devagar pelo tronco até as bolas, brinca um pouco, e sobe de novo pra engolir tudo que conseguir. Me deixa louco, ela fica louca, me dá arrepio, ela tira e começa um ritmo frenético, eu seguro ela pela nuca com uma das mãos e acompanho o ritmo dela, de vez em quando aperto pra deixar minha porra dentro da boca dela, enquanto ela brinca com a língua. Ela é muito habilidosa, parece que não faz tanto tempo que não tem uma alegria, mas numa dessas entradas e saídas, ela roça com os lábios, e aí me mostra que perdeu a prática. Me recupero, sento na cama, seguro ela pelas axilas e num movimento só deito ela de barriga pra cima na cama. Não pretendo ser doce, a putaria dos dois não merece. Começo beijando bem quente e molhado o pescoço dela, desço pelo peito, paro num e no outro, brinco com os bicos, chupando, mordiscando, molhando e chupando de novo os peitos dela, continuo descendo pela barriguinha, brinco um pouco no umbigo, e chego finalmente no meu objetivo. A pussy rosadinha dela é linda, depiladinha, fechadinha, quente, molhada, o cheiro me enlouquece, é uma mulher no cio, se contorce enquanto eu me aproximo com meus beijos pela pélvis dela. Ela abre as pernas me recebendo, sem mais prelúdio mergulho no sexo dela, e minha língua começa a brincar. Ela abre mais as pernas, minha língua passa pelo comprimento da pussy, ela suspira, e abrindo caminho pelos lábios vaginais dela encontro toda a excitação dela, a pussy molhada dela me faz saber que tá a mil, minhas mãos sobem e pegam os peitos dela, enquanto minha boca chupa suavemente o botãozinho do prazer. Aperto os bicos dela com as mãos enquanto faço o mesmo com o clitóris dela com a boca, aí é quando ela se contorce de prazer e pega minha cabeça, empurrando contra o anel dela, e me inunda a cara com os sucos dela, enquanto os gemidos abafados dela me fazem Saber que ela chega ao orgasmo. Diminuímos um pouco o ritmo, mas continuo brincando lá embaixo. Ela pega meu rosto, me levanta um pouco e ficamos ela sentada e eu quase ajoelhado na frente dela, nos beijando. Não sei como nem de onde tira, mas nas mãos dela aparece uma camisinha. Com meu pau duro, ela coloca fácil e na sequência me diz com voz rouca:
— Me come! Quero sentir você dentro! Me faz gozar!
Sem demora, deito ela de novo na cama e coloco a ponta do meu pau na entrada da bocetinha dela. Empurro devagar e ela fecha os olhos. Aí percebo que, depois de dois anos sem receber nada no buraco dela, ela é quase virgem de novo. O tesão dos dois me obriga a comê-la com força, e é isso que eu faço. Em menos de um segundo, com um único empurrão, abrindo caminho por aquela bocetinha apertada, meu pau entra até o fundo. Sinto que com a ponta toco algo, olho pra ela e vejo que os olhos estão bem fechados, e ela solta um suspiro que a deixa sem ar. A buceta aperta meu pau o máximo que pode, mas meu ritmo, que começa suave, em dez segundos vira avassalador. Começo a bombar como se fosse a última vez que fosse transar na vida, e ela se mexe junto. Não demora muito pra ela chegar a um orgasmo de novo. Ela me olha com um sorriso no rosto e me beija de novo. Levanto as pernas dela e coloco nos meus ombros, empurro fazendo a penetração ser bem profunda, ela solta um suspiro longo e abafado. Mas agora é minha vez. Saio, levanto, pego ela pela cintura, viro ela, fica de bruços, deitada na cama. Abro um pouco as pernas dela e direciono meu pau, duro como uma rocha, pra dentro da buceta, molhada pela porra abundante dela. Empurro e faço entrar. Uma vez dentro, fecho as pernas dela, passo as minhas por fora das dela e me deito sobre ela, meu peito contra as costas dela, respiro na nuca dela. Ela, com o rosto contra o travesseiro, só consegue gemer e soluçar. Com uma mão pego um peito, com a outra... Acaricio o clitóris dela, enquanto bombeio devagar mas no ritmo, beijo o pescoço dela, mordo de leve a orelha e passo a língua, e no ouvido, com voz suave mas quente, quase sussurrando, pergunto: — cê gosta, putinha?
Ela não consegue responder, só continua gemendo e respirando cada vez mais forte.
— Eu adoro — falo — e se prepara que vou gozar dentro de você.
— Vai, goza dentro de mim, mas não para que eu também vou gozar.
Aumento o ritmo, minha mão aperta o peito dela, a outra acelera no clitóris, e meu pau entra e sai num ritmo feroz, sinto ele roçando nas paredes da buceta dela, minha pélvis se prensa contra a bunda dela e assim chegamos num orgasmo que nenhum dos dois imaginava, barulhento mas não, a gente grita mas são suspiros, gozamos juntos, ela treme com o clímax, eu sopro no ouvido dela. Olho pro rosto dela e vejo lágrimas escorrendo dos olhos.
— Tá bem? — pergunto.
— Tô, perfeita.
— E por que cê tá chorando?
— Porque foi o melhor orgasmo da minha vida, nunca gozei assim.
Beijo ela, seco as lágrimas, e ficamos um instante assim.
A gente levanta, se veste, sai, entra no carro, deixo ela na escola, e nos despedimos como pai de aluno e professora.
Fiquei no pátio esperando todos os pais saírem da sala, emocionados, por respeito. E nisso vejo uma garota chegando de bicicleta, e ela entra com a bike no colégio, cumprimenta todas as professoras que estavam por ali, a zeladora, etc., larga a bicicleta, entra na sala dos professores e logo sai com o avental vestido e entra numa das salas. Pela placa na porta, soube que era a do 5º ano. Me chamou a atenção porque achei que ela chegou atrasada, além disso, achei curioso ela vir de bicicleta… Mas fazer o quê, não me pareceu uma gostosa muito chamativa em outro sentido.
Pelo trabalho que tenho, posso buscar o Gonzalo, meu filho, de vez em quando ao meio-dia quando ele sai. Então, na segunda semana, fui buscá-lo e fomos comer, depois levei ele em casa, normal, tudo tranquilo.
Um dia, a mãe me liga dizendo que tinha que sair pra resolver um documento e não ia poder buscá-lo, então me pediu pra ir. Não tive problema, já que no carro estava a vinte minutos de lá, mas como ela avisou meio em cima da hora, ia chegar na hora. Liguei pro colégio e pedi pra me esperarem, que tava chegando. No meio do caminho, começa a cair uma chuvinha bem fina, e com o passar dos minutos foi ficando cada vez mais forte. Questão que quando cheguei no colégio, tava caindo um toró…
Quando tô na porta, vejo que estavam paradas duas pessoas: uma era a zeladora, que tava me esperando pra entregar o Gonzalo, a outra era a professora da bicicleta, obviamente, com a bike na mão, olhando pro céu e rezando pra parar de chover, porque ela ia se molhar toda com a bicicleta…
Notei que ela tava nervosa quando desci pra pegar o Gonzalo, então perguntei como ela tava. Eu ia sair, mas tava caindo um toró.
—Ai! Tomara que dê uma diminuída, senão vou chegar super atrasada — ela disse.
—Onde cê tem que ir? Porque te notei meio nervosa…
—É que eu trabalho em duas escolas — ela falou fazendo biquinho — e se eu sair daqui tarde, chego tarde na outra, mesmo indo de bike, chego no limite.
—E onde fica a outra escola?
—É daqui a umas trinta quadras, mas andando não dá tempo, e não tem nenhum ônibus que passe por aqui e me deixe lá, por isso venho de bicicleta — ela dizia, cada vez mais aflita com a chuva.
Aí criei coragem, porque sou um cara muito tímido, e falei:
— Se quiser, posso te levar de carro, tenho tempo e não me incomoda nada.
— Não, não, fica tranquilo, vou dar um jeito.
— Sério, deixa eu te levar, assim pelo menos você não chega tão tarde.
— Mas e a bicicleta?
A porteira interrompe e fala: — Deixa ela aqui, amanhã você volta e pega…
— Não, não quero incomodar, valeu mesmo assim.
E a porteira de novo: — Ah, vai, menina, fica tranquila, eu guardo e amanhã cê vem buscar, pronto.
— Tá bom, então, certeza que não vou te atrapalhar? — Ela me perguntou.
— Sim, não se preocupa, senão nem teria me oferecido.
— Beleza, valeu.
Abro a porta pro Gonzalo, ele sobe, e ela entra pela outra porta, me mostra o caminho e a gente parte. Na viagem, que não durou mais que dez minutos, a gente conversou sobre coisas normais, tipo a chuva, o tempo e outras bobagens, igual papo de elevador. Chegamos e, antes de descer, ela me agradeceu infinitamente por ter dado carona. Quando ela tava saindo:
— Mas nem sei seu nome… — falei.
— Agustina, e você?
— Leonardo.
— Valeu mesmo, Léo, um dia vou ter que te recompensar por isso…
— Fica tranquila, vai na paz.
Naquele dia continuou chovendo pra caramba, e como a mãe do Gonza atrasou, e muito, ele acabou dormindo comigo, então no dia seguinte eu tinha que levar ele pra escola.
Quando chegamos na escola, vi que a Agustina tava recebendo os alunos na porta, mas quando fui cumprimentar ela, me Sauda com um “oi” seco, cortante, mas tudo bem, como eu não ligava pra ela, a não ser por ser professora, não me incomodei nem nada, então segui minha vida.
Uns meses depois, tive que levar o Gonza de novo, e como se fosse coincidência, ela estava lá de novo recebendo eles na porta. Não esperava que nada especial acontecesse, então cumprimentei o Gonza e virei pra voltar pro carro e ir trabalhar, quando ouvi: — Espera!
Virei e era a Agustina vindo correndo com o braço levantado me acenando. Parei e ela me cumprimentou.
— Me desculpa, preciso te pedir um favor, ontem saí correndo da outra escola e esqueci minhas coisas que tenho que usar aqui, você não pode me dar uma carona rapidinho?
— Beleza, então, mas e o bom dia, não?
— É, desculpa, bom dia.
Subimos no carro e eu, como da outra vez ela não tinha me cumprimentado mas agora tava pedindo um favor, fiz um pouco de ofendido, respondia seco pra tudo que ela perguntava ou comentava.
Chegamos na outra escola, ela desceu, e cinco minutos depois voltou, subiu no carro e arrancamos.
— Fizemos super rápido — ela disse.
— É.
— A gente podia passar na minha casa e te ofereço um café.
Fiquei pensando e falei: — Não tava com pressa? Não tem que dar aula?
— Tô, mas acabei de lembrar que hoje é terça e os meninos têm aula de tecnologia no primeiro horário e música no segundo, então a gente tem tempo pra tomar um café.
Como não me convenceu muito, ela insistiu:
— Vai, deixa eu te oferecer um café, pelo menos me deixa agradecer pelo outro dia e por hoje.
Achei justo, então aceitei o convite e fomos pra casa dela.
No caminho, ela comentou que mora sozinha há um tempo, desde que decidiu se independentizar, depois de terminar com o namorado que teve por cinco anos. Assim, ela me contou que mora sozinha há dois anos, e só aí fiquei sabendo que ela tem 27. Chegamos, ela tirou a chave da bolsa e abriu a porta. É um corredor comprido, com cinco apartamentos, e ela mora no último. Ela entrou e eu entrei atrás, fechando a porta. Acabei de olhar pra ela pela primeira vez de um jeito diferente da professora que ela era até então. Lembro que a primeira coisa que notei é que ela é uma garota meio avoada, e que se vestia meio estilo hippie, aí fechou de vez o fato de andar de bicicleta. Ela tava usando uma calça daquelas de boca larga, mas solta, não apertada, uma camiseta, e um pulôver daqueles com uns desenhos meio estranhos que os hippies usam. Cabelo castanho claro e olhos pretos, não era uma mulher muito chamativa, ainda mais com calças folgadas e roupas largas. Uma jovem normal, digamos.
Entramos no apê e a primeira coisa que ela me fala é pra desculpar a bagunça, mas que nunca tem tempo de fazer nada, chega super cansada, tem que fazer coisas pras duas escolas e às vezes nem come.
Ela vai pra cozinha e põe o café pra fazer. Como dentro de casa tava um pouco mais quente, tira o pulôver e fica só de camiseta. Como eu já imaginava, não era uma garota muito voluptuosa, digamos. Começamos a conversar e ela pergunta minha idade:
— Eu tenho 33.
— Ah, olha, te achava mais novo.
— Bom, valeu.
— Me desculpa pelo bagunço, olha o estado da minha casa, não tenho tempo nem de arrumar a cama.
A verdade é que era um apê pequeno, daqueles antigos, com uma cozinha, um banheiro, um quarto, o tanque embaixo da escada que vai pro terraço e o quintal usado como sala de jantar, pelo que dava pra ver o quarto dela bem fácil.
— Sério, não esquenta, entendo que uma garota que mora sozinha e trabalha quase o dia todo não tem tempo nem vontade de ficar arrumando nada.
— É, a verdade é bem essa.
— Pelo estado da sua cama, parece que ontem à noite teve guerra — falo, quase sem acreditar que consegui soltar aquilo, na hora fico todo vermelho de vergonha pelo que falei.
— Nada, quem dera.
— Kkkk.
— Sério, desde que me separei não sei o que é ter uma guerra, e olha que já faz dois anos que moro sozinha.
— Bom, mas pretendentes não devem te faltar, digo, você é uma mina gostosa— falo pra tentar animar ela um pouco, já que ela me disse isso muito angustiada
— é, sei lá, não, não sei, hahaha— ela ri enquanto ficava vermelha— é que é difícil achar o que a gente quer
— é, mas se divertir você pode se divertir do mesmo jeito…
— é, mas é difícil pra mim, fiquei cinco anos num relacionamento muito intenso, e é difícil voltar a confiar e tal… olha, você é um dos poucos caras que já entrou na minha casa, além dos meus amigos
Essa confissão me quebrou, e fiquei pensando, isso é bom ou é ruim? Como não achei a resposta, falei pra mim mesmo, vamos tentar fazer isso ser bom…
— bom, mas então, faz tempo que não rola nada?
— aaaah, faz tempo— ela responde da cozinha enquanto prepara o café.
Levanto da cadeira onde tava na mesa da sala, vou até a cozinha, e bem devagar abraço ela por trás
— coitadinha… Posso fazer alguma coisa pra te ajudar?
— não, sei lá, acho que é normal
— posso te fazer uma pergunta então?
— fala— aí ela se vira e ficamos de frente um pro outro
— por que você me chamou pra tomar café?
Ela não responde, me olha fixo nos olhos, e depois de três segundos que pareciam uma eternidade, passa os braços no meu pescoço e se pendura em mim, me dando um beijo de lascar.
A partir daí, a gente não se soltou por uns dez minutos, só dando espaço pra respirar, e voltando a se devorar, com beijos molhados, quentes, com muita língua, e eu acariciando as costas quentinhas dela com minhas mãos frias. Isso faz ela ter arrepios e a pele se arrepiar, dando um suspiro fundo, ela não me soltava, e fechando os olhos bem forte, curtia o prazer daquele beijo. Eu saio da boca dela, e sem parar de acariciar as costas dela por baixo da camiseta, começo a descer e beijar o pescoço dela, enquanto ela respira fundo, cada vez mais, levando a mão pro meu cabelo, me acariciando com as unhas. Eu vou até o fecho do sutiã dela e solto. É aí que ela me beija de novo na boca e, do jeito que a gente tava, sem Soltar pra nada, a gente vai pro quarto. Mal passamos pela porta, ela me encurrala contra a parede e, se movendo bem devagarinho enquanto continuamos nos beijando, começa a suspirar. Eu, com minhas mãos ainda frias, passo elas por baixo do sutiã dela e, chegando nos peitos, envolvo eles completamente com minhas mãos, enquanto beijo o pescoço dela de novo. O frio e a excitação fazem os mamilos dela ficarem duros, o que me leva a beliscar eles de leve, fazendo com que dessa vez os suspiros sejam de boca bem aberta. Isso me dá o sinal de que ela tava gostando, então eu assumo o controle e, virando, coloco ela contra a parede, beijando agora a orelha dela, e levando minha mão direita pra suas costas enquanto com a esquerda continuo acariciando e beliscando o peito dela. Ela suspirava cada vez mais, e até se dobrava e se contorcia de tesão, então eu levanto minhas mãos por baixo da camiseta dela, tirando ela, e na sequência tiro também o sutiã dela, deixando os peitos dela no ar. Aí eu posso contemplar a beleza do torso dela, uns peitos médios, macios, molinhos mas no lugar certo, e uns mamilos pequenos, rosadinhos e bem durinhos. A gente se olha e se devora de novo violentamente. O roçar do peito dela contra o meu é gostoso, por isso continuo pressionando ela contra a parede, apoiando meu peito no dela, descendo minhas mãos pelas costas dela, chegando na bunda dela. Ela, com as mãos, tenta tirar minha camiseta, eu me afasto pra ela conseguir, e quando termina, ela me empurra pra trás, fazendo com que eu acabe sentando na beirada da cama. Olho nos olhos dela, e noto um olhar de gata no cio, apontando a cabeça pra baixo, mas sem desviar o olhar, ela leva as mãos pro cinto da minha calça e desabotoa. Eu apoio as mãos na cama dela, e levanto levemente a pélvis pra que assim ela consiga o que queria: tirar minha calça. Ao mesmo tempo, ela tira a cueca que eu tava usando, deixando tudo no meu tornozelo, já que meus tênis ainda estavam no lugar. Quando termina isso, só aí ela foca o olhar na minha pica, que, graças a tudo que rolou até agora, já tava quase no talo. Ela pega com a mão de leve e começa a subir e descer por todo o comprimento, bem devagar, fazendo eu soltar um suspiro dessa vez. Na sequência, abrindo as pernas, ela monta em cima de mim, sem parar de me punhetar e voltando a se beijar. Eu seguro ela pelas costas, apertando contra meu peito, a entreperna dela roça na minha pica, e minhas mãos vão direto pra bunda dela, enquanto minha boca parte pros peitos dela. Beijo eles com paixão enquanto agora, com as mãos, ela aperta minha cabeça, fazendo a gente se unir num só. Ela tá prestes a explodir, dá pra sentir, dá pra perceber no ar. Eu seguro ela pela cintura e levanto ela, pra num puxão arrancar a calça dela. Ela fica parada na minha frente, com cara de inocente, feito uma novinha, se escondendo os peitos com os braços, me encarando. Ela só tá vestida com a calcinha fio dental, branquinha, de algodão, me dando um visual bem meigo, mas quando eu chego um pouco perto e arranco ela pra baixo, deixando a nudez dela na minha vista e querendo parar pra beijar ela, a mulher fogosa volta de dentro dela, me empurra de novo, me fazendo sentar, e agora com as duas mãos pega minha pica, se ajoelhando e me punhetando apertando bem forte, cuspi nela pra lubrificar, e eu, de tanta excitação, jogo minha cabeça pra trás, apoiando meus cotovelos na cama, fico à mercê dela. Fecho os olhos e sinto, bem de leve, algo quente e de textura meio áspera começando a se esfregar na cabeça da pica. Abro os olhos e vejo ela, com minha pica entre as mãos, a língua pra fora, passando na minha glande, e aquele olhar de safada, como se me desafiasse. Deixo ela continuar com o que tá fazendo, e assim como começou com a língua na cabecinha inchada, ela começa a lamber como se fosse um sorvete todo o comprimento da minha pica, até que, de repente, de uma só vez, ela engole minha pica, se engasgando, chegando até a garganta dela. Ela molha. bem, com a saliva dela, entra e sai num ritmo calmo, molhando tudo direitinho, e tirando ela da boca, desce devagar pelo tronco até as bolas, brinca um pouco, e sobe de novo pra engolir tudo que conseguir. Me deixa louco, ela fica louca, me dá arrepio, ela tira e começa um ritmo frenético, eu seguro ela pela nuca com uma das mãos e acompanho o ritmo dela, de vez em quando aperto pra deixar minha porra dentro da boca dela, enquanto ela brinca com a língua. Ela é muito habilidosa, parece que não faz tanto tempo que não tem uma alegria, mas numa dessas entradas e saídas, ela roça com os lábios, e aí me mostra que perdeu a prática. Me recupero, sento na cama, seguro ela pelas axilas e num movimento só deito ela de barriga pra cima na cama. Não pretendo ser doce, a putaria dos dois não merece. Começo beijando bem quente e molhado o pescoço dela, desço pelo peito, paro num e no outro, brinco com os bicos, chupando, mordiscando, molhando e chupando de novo os peitos dela, continuo descendo pela barriguinha, brinco um pouco no umbigo, e chego finalmente no meu objetivo. A pussy rosadinha dela é linda, depiladinha, fechadinha, quente, molhada, o cheiro me enlouquece, é uma mulher no cio, se contorce enquanto eu me aproximo com meus beijos pela pélvis dela. Ela abre as pernas me recebendo, sem mais prelúdio mergulho no sexo dela, e minha língua começa a brincar. Ela abre mais as pernas, minha língua passa pelo comprimento da pussy, ela suspira, e abrindo caminho pelos lábios vaginais dela encontro toda a excitação dela, a pussy molhada dela me faz saber que tá a mil, minhas mãos sobem e pegam os peitos dela, enquanto minha boca chupa suavemente o botãozinho do prazer. Aperto os bicos dela com as mãos enquanto faço o mesmo com o clitóris dela com a boca, aí é quando ela se contorce de prazer e pega minha cabeça, empurrando contra o anel dela, e me inunda a cara com os sucos dela, enquanto os gemidos abafados dela me fazem Saber que ela chega ao orgasmo. Diminuímos um pouco o ritmo, mas continuo brincando lá embaixo. Ela pega meu rosto, me levanta um pouco e ficamos ela sentada e eu quase ajoelhado na frente dela, nos beijando. Não sei como nem de onde tira, mas nas mãos dela aparece uma camisinha. Com meu pau duro, ela coloca fácil e na sequência me diz com voz rouca:
— Me come! Quero sentir você dentro! Me faz gozar!
Sem demora, deito ela de novo na cama e coloco a ponta do meu pau na entrada da bocetinha dela. Empurro devagar e ela fecha os olhos. Aí percebo que, depois de dois anos sem receber nada no buraco dela, ela é quase virgem de novo. O tesão dos dois me obriga a comê-la com força, e é isso que eu faço. Em menos de um segundo, com um único empurrão, abrindo caminho por aquela bocetinha apertada, meu pau entra até o fundo. Sinto que com a ponta toco algo, olho pra ela e vejo que os olhos estão bem fechados, e ela solta um suspiro que a deixa sem ar. A buceta aperta meu pau o máximo que pode, mas meu ritmo, que começa suave, em dez segundos vira avassalador. Começo a bombar como se fosse a última vez que fosse transar na vida, e ela se mexe junto. Não demora muito pra ela chegar a um orgasmo de novo. Ela me olha com um sorriso no rosto e me beija de novo. Levanto as pernas dela e coloco nos meus ombros, empurro fazendo a penetração ser bem profunda, ela solta um suspiro longo e abafado. Mas agora é minha vez. Saio, levanto, pego ela pela cintura, viro ela, fica de bruços, deitada na cama. Abro um pouco as pernas dela e direciono meu pau, duro como uma rocha, pra dentro da buceta, molhada pela porra abundante dela. Empurro e faço entrar. Uma vez dentro, fecho as pernas dela, passo as minhas por fora das dela e me deito sobre ela, meu peito contra as costas dela, respiro na nuca dela. Ela, com o rosto contra o travesseiro, só consegue gemer e soluçar. Com uma mão pego um peito, com a outra... Acaricio o clitóris dela, enquanto bombeio devagar mas no ritmo, beijo o pescoço dela, mordo de leve a orelha e passo a língua, e no ouvido, com voz suave mas quente, quase sussurrando, pergunto: — cê gosta, putinha?
Ela não consegue responder, só continua gemendo e respirando cada vez mais forte.
— Eu adoro — falo — e se prepara que vou gozar dentro de você.
— Vai, goza dentro de mim, mas não para que eu também vou gozar.
Aumento o ritmo, minha mão aperta o peito dela, a outra acelera no clitóris, e meu pau entra e sai num ritmo feroz, sinto ele roçando nas paredes da buceta dela, minha pélvis se prensa contra a bunda dela e assim chegamos num orgasmo que nenhum dos dois imaginava, barulhento mas não, a gente grita mas são suspiros, gozamos juntos, ela treme com o clímax, eu sopro no ouvido dela. Olho pro rosto dela e vejo lágrimas escorrendo dos olhos.
— Tá bem? — pergunto.
— Tô, perfeita.
— E por que cê tá chorando?
— Porque foi o melhor orgasmo da minha vida, nunca gozei assim.
Beijo ela, seco as lágrimas, e ficamos um instante assim.
A gente levanta, se veste, sai, entra no carro, deixo ela na escola, e nos despedimos como pai de aluno e professora.
17 comentários - Meu filho começou a creche
Muy buena historia y el relato excelente !!!
Gracias por compartir :+1:
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
Gran relato!!