Fala galera, esse é meu segundo post. Só pra deixar claro, não tem nada a ver com o anterior, porque esse aconteceu semana passada, e o outro foi em agosto do ano passado.
Também preciso avisar que respondo de boa as mensagens, mas não peçam meu Facebook, Skype ou WhatsApp, muito menos fotos, porque uso esse meio só pra me distrair e contar as experiências que rolam comigo.
Vou me apresentar de novo: me chamo Majo, tenho 24 anos. Vou me descrever pra vocês terem uma ideia de como sou:
Tenho 1,82m de altura, olhos castanhos, cabelo ondulado e comprido (até a bunda), peitos médios, bunda grande e firme, corpo meio cheinho — não sou gorda, mas também não sou magra. Gosto de malhar e tenho umas pernas bonitas. Curto piercings: tenho um no lábio, na sobrancelha, nas orelhas e nos mamilos. Também tenho tatuagens, uma no peito esquerdo, e minha pele é morena clara.
Esclarecido isso, vou começar o relato.
Já tinha falado que trabalho como secretária numa universidade, e na quinta-feira da semana passada foi um dia bem puxado. Saio do trampo às 20h da faculdade, mas naquele dia resolvi ficar mais um tempo, porque precisava organizar uns arquivos importantes pra sexta. Então tinha que deixar tudo pronto naquela noite. Tava tão focada em terminar o serviço que nem percebi que era a única pessoa no escritório. O tempo passou e eu continuei firme pra acabar. Umas duas horas depois, vi que já eram 22h30. Nessa hora me assustei, porque o ônibus passa nesse horário. Por sorte, já tava quase terminando o trabalho, então me apressei pra sair dali o mais rápido possível. Saí do escritório às 23h. Não tinha mais ninguém na faculdade, então corri pro ponto pra ver se ainda pegava um ônibus. Quando cheguei lá, encontrei um senhor já de idade, entre uns 45 e 50 anos, bem bonito e magro. Aí perguntei:
Eu — Boa noite, Desculpa, cê sabe se ainda tão passando os ônibus?
Senhor – Não sei, também tô esperando um.
A voz dele me derreteu, era uma voz gostosa, forte e grossa.
Eu – Poxa, bom, só nos resta esperar
Falei sorrindo, o senhor me olhou e soltou um sorriso.
Senhor – Já é tarde pra tu andar sozinha por aqui
Naquele momento eu sabia que ele queria alguma coisa e, verdade, entrei na onda porque a voz dele me derretia.
Eu – Tô saindo do trampo agora, mas acabou ficando tarde pra pegar o ônibus.
Senhor – Pois é, já é tarde, muito tarde, pra não te roubarem ou fazerem coisa pior.
Na hora eu percebi que o senhor queria algo, então entrei na brincadeira.
Eu – Coisa pior? Tipo me estuprar?
E fiquei olhando pra ele com uma carinha de puta e mordi os lábios.
Senhor – Ué, sim, do jeito que cê tá, quem não te daria uma trepadinha?
E naquele momento eu já tava excitada, queria ouvir a voz dele no meu ouvido enquanto a gente transava.
Eu – Ahhh e você me comeria?
Senhor – Seria um puta vacilo se não.
Na hora decidi que queria que aquele senhor me pegasse, me aproximei dele e falei: "Na esquina tem o estacionamento da universidade, não tem ninguém lá, sempre que saio do trampo passo por ali e não tem segurança. Se é verdade o que cê tá dizendo, vai me levar pro estacionamento e a gente vê no que dá, ou cê é só um falador?" O senhor me pegou pela mão, me roubou um beijo e praticamente me arrastou pro estacionamento. Falei pra ele se acalmar, que ninguém ia nos ver.
Eu – Se acalma e senta naquela borda.
Ele sentou numa borda que tinha na parede, eu me aproximei e me abaixei, abri o zíper da calça dele e tirei aquele pedaço de carne dura que tava preso entre as pernas do senhor. Era de bom tamanho, uns 15 a 18 cm, mas o que me surpreendeu é que tava duro igual pedra. Tirei com uma mão e fiquei olhando pra ele, falei: "Com isso cê vai me comer?" O senhor respondeu: "Sim, meu amor, é toda sua." Ao ouvir isso, fiquei toda molhada, aproximei a rola dele do meu rosto, dei umas Beijinhos e coloquei ele na minha boca, enchi aquele pau com muita saliva, o senhor tava adorando, me segurou pela cabeça e enfiou aquela rola de novo na minha boca, chupei ele todinho, já não aguentava mais, precisava que aquele senhor me comesse. Tirei uma camisinha da minha bolsa e antes de colocar o forro, dei outro beijo naquele pedaço de carne. Quando coloquei a camisinha, o senhor me olhou e disse:
Senhor - Nossa, você veio preparada mesmo.
Eu só fiquei olhando pra ele, tirei a calcinha fio dental e levantei a saia.
Eu - Vai me comer ou quer esperar o busão?
Nisso, o senhor se levantou, ficou atrás de mim e me encostou na parede, isso me excitou pra caralho, abriu minhas pernas e com aquela voz linda me disse:
Senhor - Depois disso, você vai implorar pra nunca encontrar um busão.
Nisso, ele começou a meter a rola, deslizou super fácil porque com aquela voz eu já tava muito molhada, ele começou a me comer devagar, parecia que não tava com pressa de gozar e isso foi o melhor, porque eu aproveitava cada minuto daquela foda, ele enfiava a rola até o fundo e deixava lá por um tempo, eu só conseguia gemer de prazer, mas parece que o senhor não gostou disso e colocou minha calcinha fio dental na minha boca pra eu não fazer nenhum som de prazer, isso me deixou mais excitada a ponto de ter um orgasmo muito gostoso, ele passava as mãos por todo o meu corpo e sempre parava nos meus peitos, espremia como se tivesse me ordenhando, nisso eu não aguentei mais, tirei a calcinha da boca e falei que queria sentar naquela rola, ele me ignorou e começou a bombar mais rápido, eu só me apoiei na parede pra aproveitar aquela foda deliciosa, podia sentir meus sucos escorrendo pelas minhas pernas, nisso ele começou a puxar meu cabelo e enfiava a rola até o fundo enquanto tapava minha boca com a mão pra eu não gritar ou gemer, e assim ficamos uns 5 minutos até ele falar vou gozar, tirou a rola de dentro de mim, tirou a camisinha e encheu minha bunda de porra, foi uma foda muito gostosa, o senhor sentou na borda e eu com a boca limpei as gotas de porra que ficaram no pau dele, tinha um gosto muito bom, ele parecia estar curtindo, eu fiquei encantada, guardei o pau dele de volta na calça e me ajeitei a roupa, saímos do estacionamento e nisso passou um táxi, parei ele, me despedi do senhor com um beijo na boca e falei, pega uma lembrancinha, e dei minha calcinha fio dental pra ele. Entrei no táxi e deixei aquele senhor que me comeu pra trás.
Também preciso avisar que respondo de boa as mensagens, mas não peçam meu Facebook, Skype ou WhatsApp, muito menos fotos, porque uso esse meio só pra me distrair e contar as experiências que rolam comigo.
Vou me apresentar de novo: me chamo Majo, tenho 24 anos. Vou me descrever pra vocês terem uma ideia de como sou:
Tenho 1,82m de altura, olhos castanhos, cabelo ondulado e comprido (até a bunda), peitos médios, bunda grande e firme, corpo meio cheinho — não sou gorda, mas também não sou magra. Gosto de malhar e tenho umas pernas bonitas. Curto piercings: tenho um no lábio, na sobrancelha, nas orelhas e nos mamilos. Também tenho tatuagens, uma no peito esquerdo, e minha pele é morena clara.
Esclarecido isso, vou começar o relato.
Já tinha falado que trabalho como secretária numa universidade, e na quinta-feira da semana passada foi um dia bem puxado. Saio do trampo às 20h da faculdade, mas naquele dia resolvi ficar mais um tempo, porque precisava organizar uns arquivos importantes pra sexta. Então tinha que deixar tudo pronto naquela noite. Tava tão focada em terminar o serviço que nem percebi que era a única pessoa no escritório. O tempo passou e eu continuei firme pra acabar. Umas duas horas depois, vi que já eram 22h30. Nessa hora me assustei, porque o ônibus passa nesse horário. Por sorte, já tava quase terminando o trabalho, então me apressei pra sair dali o mais rápido possível. Saí do escritório às 23h. Não tinha mais ninguém na faculdade, então corri pro ponto pra ver se ainda pegava um ônibus. Quando cheguei lá, encontrei um senhor já de idade, entre uns 45 e 50 anos, bem bonito e magro. Aí perguntei:
Eu — Boa noite, Desculpa, cê sabe se ainda tão passando os ônibus?
Senhor – Não sei, também tô esperando um.
A voz dele me derreteu, era uma voz gostosa, forte e grossa.
Eu – Poxa, bom, só nos resta esperar
Falei sorrindo, o senhor me olhou e soltou um sorriso.
Senhor – Já é tarde pra tu andar sozinha por aqui
Naquele momento eu sabia que ele queria alguma coisa e, verdade, entrei na onda porque a voz dele me derretia.
Eu – Tô saindo do trampo agora, mas acabou ficando tarde pra pegar o ônibus.
Senhor – Pois é, já é tarde, muito tarde, pra não te roubarem ou fazerem coisa pior.
Na hora eu percebi que o senhor queria algo, então entrei na brincadeira.
Eu – Coisa pior? Tipo me estuprar?
E fiquei olhando pra ele com uma carinha de puta e mordi os lábios.
Senhor – Ué, sim, do jeito que cê tá, quem não te daria uma trepadinha?
E naquele momento eu já tava excitada, queria ouvir a voz dele no meu ouvido enquanto a gente transava.
Eu – Ahhh e você me comeria?
Senhor – Seria um puta vacilo se não.
Na hora decidi que queria que aquele senhor me pegasse, me aproximei dele e falei: "Na esquina tem o estacionamento da universidade, não tem ninguém lá, sempre que saio do trampo passo por ali e não tem segurança. Se é verdade o que cê tá dizendo, vai me levar pro estacionamento e a gente vê no que dá, ou cê é só um falador?" O senhor me pegou pela mão, me roubou um beijo e praticamente me arrastou pro estacionamento. Falei pra ele se acalmar, que ninguém ia nos ver.
Eu – Se acalma e senta naquela borda.
Ele sentou numa borda que tinha na parede, eu me aproximei e me abaixei, abri o zíper da calça dele e tirei aquele pedaço de carne dura que tava preso entre as pernas do senhor. Era de bom tamanho, uns 15 a 18 cm, mas o que me surpreendeu é que tava duro igual pedra. Tirei com uma mão e fiquei olhando pra ele, falei: "Com isso cê vai me comer?" O senhor respondeu: "Sim, meu amor, é toda sua." Ao ouvir isso, fiquei toda molhada, aproximei a rola dele do meu rosto, dei umas Beijinhos e coloquei ele na minha boca, enchi aquele pau com muita saliva, o senhor tava adorando, me segurou pela cabeça e enfiou aquela rola de novo na minha boca, chupei ele todinho, já não aguentava mais, precisava que aquele senhor me comesse. Tirei uma camisinha da minha bolsa e antes de colocar o forro, dei outro beijo naquele pedaço de carne. Quando coloquei a camisinha, o senhor me olhou e disse:
Senhor - Nossa, você veio preparada mesmo.
Eu só fiquei olhando pra ele, tirei a calcinha fio dental e levantei a saia.
Eu - Vai me comer ou quer esperar o busão?
Nisso, o senhor se levantou, ficou atrás de mim e me encostou na parede, isso me excitou pra caralho, abriu minhas pernas e com aquela voz linda me disse:
Senhor - Depois disso, você vai implorar pra nunca encontrar um busão.
Nisso, ele começou a meter a rola, deslizou super fácil porque com aquela voz eu já tava muito molhada, ele começou a me comer devagar, parecia que não tava com pressa de gozar e isso foi o melhor, porque eu aproveitava cada minuto daquela foda, ele enfiava a rola até o fundo e deixava lá por um tempo, eu só conseguia gemer de prazer, mas parece que o senhor não gostou disso e colocou minha calcinha fio dental na minha boca pra eu não fazer nenhum som de prazer, isso me deixou mais excitada a ponto de ter um orgasmo muito gostoso, ele passava as mãos por todo o meu corpo e sempre parava nos meus peitos, espremia como se tivesse me ordenhando, nisso eu não aguentei mais, tirei a calcinha da boca e falei que queria sentar naquela rola, ele me ignorou e começou a bombar mais rápido, eu só me apoiei na parede pra aproveitar aquela foda deliciosa, podia sentir meus sucos escorrendo pelas minhas pernas, nisso ele começou a puxar meu cabelo e enfiava a rola até o fundo enquanto tapava minha boca com a mão pra eu não gritar ou gemer, e assim ficamos uns 5 minutos até ele falar vou gozar, tirou a rola de dentro de mim, tirou a camisinha e encheu minha bunda de porra, foi uma foda muito gostosa, o senhor sentou na borda e eu com a boca limpei as gotas de porra que ficaram no pau dele, tinha um gosto muito bom, ele parecia estar curtindo, eu fiquei encantada, guardei o pau dele de volta na calça e me ajeitei a roupa, saímos do estacionamento e nisso passou um táxi, parei ele, me despedi do senhor com um beijo na boca e falei, pega uma lembrancinha, e dei minha calcinha fio dental pra ele. Entrei no táxi e deixei aquele senhor que me comeu pra trás.
5 comentários - Na parada do busão
Es mi punto de vista, quizas me equivoco. Beso