Viúva gostosa madura

Olá, amigos, a história que vou contar pra vocês é real e aconteceu comigo há duas semanas. Meu nome é Franchesco, sou de porte normal, 1,85m, sempre fui de malhar, então meu corpo é meio definido. Por causa do trabalho, fui morar em Nápoles, tenho casa própria, mas o ruim é que não tem garagem. Então, perguntando pros meus novos vizinhos sobre uma garagem pra alugar, me recomendaram uma que fica a duas ruas da minha casa.

A dona se chama Flora e é viúva há quase 5 anos. Ela tem 47 anos, porte normal, e como se veste com vestidos longos, parece séria. Tem peitos grandes e redondos, apesar da idade, pernas de dar água na boca e um quadril que muita mina queria ter. Ela tem uma filha mãe solteira (meio gordinha) com um moleque de 7 anos que é um terror.

Sinceramente, não passava pela minha cabeça ter algo com Flora. A história é que todo mês lavo meu carro na garagem. Aliás, Flora tem um Fusca que estaciona do lado do meu carro, e às vezes, quando tô lavando, ela chega do trabalho (é secretária de um advogado) e a gente fica batendo papo sobre coisas do dia a dia. Como já tinha uma certa intimidade com Flora, um dia a gente falou de uma vizinha que tava saindo com um moleque (ela com 45 e ele com 20). Flora disse que não achava certo, porque a vizinha era muito velha pro garoto. Eu respondi que, se eles se curtiam, não tinha nada de errado e era super normal. Flora respondeu: "Lá ela, que gosta de se meter em encrenca..."

A conversa terminou por aí. Um dia, a filha dela (28 anos) me convidou pra festa de aniversário do filho. Fui por obrigação. A festa rolou normal, e depois continuou pros adultos (aqui primeiro é a festa das crianças e depois os adultos continuam...). Durante a festa, Flora me perguntou: "O que achou da minha filha? O que você acha dela?" E um monte de coisa assim, mas eu disse que já tinha minha apaixonado (só pra sair da enrascada), e pra ver a reação dela, falei que minha namorada era 10 anos mais velha que eu. A Flora me olhou e disse: "você é muito novo pra ela". Respondi: "eu sei, mas eu gosto dela".
Numa parte da festa, a Flora me puxou pra dançar, me tirando da roda de amigos onde eu tava. Meus amigos falaram: "aproveita a tia, hein". Eu levei na brincadeira.
No meio da dança, a Flora, que já tava meio alta, parecia uma garota nova pelo jeito que se mexia. Nessa altura da festa, quase todo mundo já tava bêbado. A filha dela tava dormindo num sofá, e quase todas as mulheres faziam piadas de putaria sobre qualquer coisa e mais um monte de brincadeiras.
Quando colocaram música de lambada, quase ninguém tava dançando, então eu puxei a Flora pra dançar e o resto do povo foi atrás. No meio da dança, como eu já tava meio de porre, segurava a Flora firme pela cintura, e ela se encostava em mim tentando acompanhar o passo. Com a fricção dos nossos corpos, meu pau começou a acordar, e a Flora percebeu, mas fingiu que não tava vendo. Eu enfiava minha coxa entre as pernas dela pra ela sentir mais, e dava pra notar (pela diferença de altura) como os peitos dela (meio molinhos) roçavam no meu peito. Isso me deixava a mil por hora, até que a música acabou e começou uma balada. A Flora falou pra gente descansar, mas eu segurei ela pela cintura e encostei ela mais em mim, e continuamos dançando. Meu pau lutava pra sair da calça. De vez em quando, sem ninguém perceber, eu passava a mão na bunda dela rapidinho, e ela dizia: "cuidado com essas mãos, me respeita mais". Mas eu já não conseguia parar, e meu pau batia na altura da barriga dela, e ela falava: "teu amigo tá acordando essa noite", e ria. Quando a música acabou, cada um foi pro seu canto, e eu continuei com o pau duro igual a um mastro de ferro. Aí fui pro jardim e encontrei umas minas. Comecei a conversar com uma garota que tinha fama de ser fácil e, no fim da festa, levei ela pra uma balada. e depois terminamos na minha casa transando, eu pensava na Flora, como seria na cama
Uns dias depois encontrei a Flora de novo e ela, super de boa, falou: e aí, festa foi boa, né? Respondi: foi, hein, foi movimentada, né? Flora riu e a gente se despediu
Eu pensava que ela devia lembrar de algo, pelo olhar safado que me deu
Já tava começando a ter ideias na cabeça de comer a Flora, então comecei a pensar num jeito de fazer isso, e a oportunidade apareceu uma noite quando eu tava guardando meu carro e vi a Flora chegando com o carro dela, triste. Depois de estacionar, puxei conversa e ela disse que a filha tinha viajado por 3 dias com o filho e que ela tava sozinha em casa com a empregada. Eu pensei: agora ou nunca. Contei uma mentirinha, que tinha brigado com minha namorada e que a gente tinha terminado
Me fiz de vítima e a Flora falou que outra mulher ia aparecer, pra eu não me preocupar. Como tava frio, chamei ela pra entrar no meu carro pra conversar mais sossegado, e ela topou. Sempre guardo uma garrafa de rum no carro (sempre tem que estar preparado, né?). Falei pra gente tomar um gole, e a Flora disse que só um. Bom, falei que dois pra esquentar o frio...
ela riu. A gente continuou conversando e bebendo até que notei que a Flora tava meio bêbada e perguntei: Flora, não pensa em ter um compromisso de novo? Ela disse que já era muito velha pra isso. Falei que não, que ela era muito gostosa. Ela me olhou e sorriu...
meu pau pareceu ouvir isso e começou a endurecer. Aos poucos, durante a conversa, fui me aproximando dela e coloquei minha mão na coxa dela. A Flora reagiu e falou: Raul, que isso, me respeita, além disso você é muito novo. Respondi que idade não era problema, e enquanto continuava passando a mão na coxa dela, dizia que ela era muito gostosa. A Flora falou que o álcool já tinha subido à cabeça e que eu não sabia o que tava dizendo. Eu continuei esfregando a coxa dela e desci a mão até o joelho, enfiando a mão por baixo da saia dela. A Flora tentava me afastar, e com a outra mão... Segurei a mão dela e coloquei em cima do meu pau, e ela tentava se soltar, mas quase não oferecia resistência. Continuei subindo minha mão, acariciando a parte interna das coxas dela, e Flora começou a dar pequenos suspiros entrecortados com gemidos. Quando cheguei na buceta dela, ela deu um suspiro longo e disse: "Continua, Raul, já faz uns 5 anos que ninguém me toca ali." Com minha mão, toquei a buceta dela por cima da calcinha e notei que estava molhadíssima. Continuei acariciando por cima da calcinha e, quando enfiei um dedo na buceta dela, parecia um vulcão de tão quente que estava, e comecei a brincar com o clitóris dela. Ela já tinha se entregado e, com as mãos, puxou meu pau duríssimo e começou a acariciar. Eu estava no céu. Depois, com a outra mão, subi por baixo da jaqueta dela e comecei a apertar os peitos dela por cima do sutiã, e notei que estavam bem conservados. Flora me disse: "Me faz tua, quero sentir você dentro, por favor." A esse pedido, não me fiz de rogado e, levantando a saia dela, puxei ela pra mim. Não conseguia penetrar, parecia virgem de tão apertada que era, apesar da idade dela. Flora disse: "Devagar, por favor." Eu já tava louco e lubrifiquei a ponta do meu pau e enfiei de uma vez. Flora deu um grito e me arranhou as costas. Fiquei imóvel um momento, aproveitando aquele momento, sentindo o quanto ela era apertada, parecia uma luva de seda apertando meu pau, e comecei o vai e vem, furioso até poder gozar dentro dela. Ela me beijava, quase mordendo meus lábios.
Ela disse pra continuar na casa dela. Entramos na surdina pra empregada não perceber. Quando chegamos no quarto dela, tomamos banho separados porque Flora tinha vergonha de fazer junto. Quando ela terminou de se lavar, eu entrei no chuveiro e ela disse: "Demora um pouco pra me dar tempo de me arrumar."
Quando saí do chuveiro, só me cobri com uma toalha. Quando cheguei onde ela tava, vi que ela estava debaixo dos lençóis. Descobri ela, e Flora tapou o rosto com as mãos, disse que tava com um pouco de vergonha. Tirei os lençóis e tirei a toalha e falei pra ela: "Me olha, Flora". Ela tirou as mãos do rosto e viu meu pau ereto, começou a passar a mão nele. Ela tava sentada na beirada da cama e eu de pé do lado. Falei: "Chupa ele pra mim, por favor, meu amor". Ela disse que nunca tinha feito aquilo e que não sabia como. Falei: "Chupa como se fosse um sorvete". Flora soltou uma risadinha nervosa e começou a chupar enquanto segurava minhas bolas. Depois de um tempo, deitei ela na cama e vi ela por inteiro: ela tava com um sutiã preto e uma calcinha grande da mesma cor, que contrastava com a pele morena dela. A calcinha marcava a entrada da buceta dela e os pelos pubianos saíam por um lado. Comecei a acariciar as pernas dela, beijando e lambendo. Depois passei pros peitos dela, tirei o sutiã e notei os peitos grandes e redondos. Chupei eles como se fosse um bebê, dando umas mordidinhas suaves enquanto Flora se revirava na cama. Enfiei uma mão dentro da calcinha dela, brincando com os pelos pubianos ásperos, parecia uma selva. Quando cheguei na virilha dela, lambi a buceta por cima da calcinha. Logo tirei a calcinha e ela tapou o rosto e falou: "Pelo amor de Deeeeeus aaahhhhh". Devagar, tirei a calcinha enquanto beijava as coxas dela, e vi um clitóris bem grande saindo dos lábios vaginais, que já tavam inchados e semiabertos, esperando o pedaço de pau. Comecei a lamber o clitóris e acariciar os lábios vaginais com os dedos. Com a outra mão, passava a mão na bunda dela e toquei a entrada do cu. Flora deu um pulo de susto e falou: "Aí não me toca, meu amor, que nunca fiz por trás, porque meu marido não gostava e dizia que só doente mental faz por ali". Respondi que eu tava doente, mas de amor. Aí Flora se entregou de novo e eu continuei chupando a buceta dela até que ela, com as mãos, me empurrava pra dentro da buceta dela, como se quisesse me meter dentro dela. Até que nisso... Arqueio as costas e ela deu um grito de prazer, e na minha cara espirraram os sucos vaginais dela, que chupei desesperado. Enfiei um dedo no cu dela e outro na buceta, e ela gozou de novo. Passaram uns minutos até ela se recuperar, e eu me deitei por cima dela. Meu pau entrou sem problema nenhum, porque a buceta dela estava toda encharcada e molhada. Comecei a meter como um louco. Flora levantou as pernas por cima de mim, depois eu levantei as pernas dela até os meus ombros e continuei metendo. Sentia o interior da buceta dela se contraindo, e ela gozou de novo, mas dessa vez senti como se Flora estivesse se mijando — eram os sucos internos dela batendo na ponta do meu pau. Flora me pediu: "Me dá um tempo pra me recuperar." Eu parei, fiquei imóvel dentro dela. Depois de alguns momentos, tirei o pau e coloquei ela de joelhos na beira da cama. Flora disse que pelo cu não, que ia doer muito. Falei: "Com amor não dói", e fiz ela chupar meu pau manchado com os fluidos dela. Parece que isso excitou ela, porque sozinha se ajoelhou e me entregou o cu. Não me fiz de rogado: beijei a entrada do ânus dela, fiz um beijo negro por uns 10 minutos. Quando tentei enfiar um dedo, Flora apertou o cu como se quisesse me parar. Com um dedo, peguei um pouco dos sucos vaginais dela e passei na ponta do meu pau, e comecei a enfiar a cabeça. Flora tremia de excitação. Quando senti que uma parte do meu pau entrou, enfiei de uma vez. Flora gritou: "Você vai me destruir! Tira, por favor! Tá queimando! Aaaahhhhh... Não, por favorrrrr!" Isso me excitou tanto que comecei uma metida e tirada violenta sem parar, enquanto com a outra mão acariciava o clitóris e a buceta dela. Dava pra sentir como o cu dela tentava expulsar o intruso, que era meu pau. Depois de alguns minutos, gozei dentro do cu dela. Flora, naqueles instantes, também gozou e se jogou na cama, e eu por cima, tentando recuperar o fôlego, mas sem tirar o pau do cu dela, no final quando eu tirei meu pau do cu dela pude ver que estava manchado com umas gotas de sangue do cu virgem dela, fiz ela chupar meu pau do jeito que tava, Flora sem nenhum problema fez isso e depois nos beijamos e dormimos. No dia seguinte bem cedo transamos de novo.
Assim passamos o resto dos dias que a filha dela estava viajando, agora sempre que podemos transamos em lugares diferentes.
Dá pra dizer que somos amantes.
Espero que tenham gostado desse relato que é verdadeiro.
Me despeço e logo conto como peguei a filha dela.

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