Quando vimos que o ciclo menstrual dela não veio, preocupados os dois, compramos três testes de farmácia de gravidez pra ter certeza absoluta. Janine fez o teste três dias seguidos e todos deram positivo. Já era certeza que ela tinha engravidado do Modou Mousa. Quando terminamos de fazer o último teste, sentamos na sala em silêncio total. Janine parecia mais distraída e ensimesmada do que preocupada. Ficamos abstratos numa semi-escuridão, um de frente pro outro, sem dizer uma palavra por pelo menos uma hora. Aí Janine levantou de repente e começou a fazer comida como se fosse qualquer outro momento da vida dela. Não tocamos no assunto por três ou quatro dias.
Eu tava extremamente preocupado, tenho que confessar, pelo fato terrível de que minha mulher não só tava grávida de outro cara, mas esse cara era enorme e preto que nem carvão. Nem preciso dizer que todos os conhecidos, amigos e parentes iam perceber na hora o deslize da Janine. E os desconhecidos iam dar risada de mim, pelas minhas costas, ao nos ver, tão brancos, carregando um filho pretíssimo que nem a noite. Então, esperei o momento certo, quando a gente tivesse sozinho e mais calmo em casa, e numa sexta à noite, como quem não quer nada, falei de repente:
— Quando a gente faz isso?
— Quando a gente faz o quê? — Ela respondeu na hora, sabendo perfeitamente do que eu tava falando.
— O que vai ser, Janine... o aborto.
— Não vou fazer aborto nenhum.
— Mas Janine! — Falei exasperado. — Cê tá louca? Como é que a gente vai explicar pros seus pais, pros meus pais, pros nossos amigos, que a gente teve um filho preto?!
— Olha, eu não sei o que você vai falar pra eles, mas razões morais e religiosas me impedem de abortar.
— Mas Janine! Por que você não vai pra puta que pariu?
Completamente transtornado, peguei umas roupas, um dinheiro, joguei tudo dentro de uma bolsa e saí de casa. Tava com tanta raiva que quase nem lembro como cheguei na rua. Razões morais e religiosas! Janine não... Não tinha pisado numa igreja desde o nosso casamento. E falando em moral: como pode falar de moral uma mulher que leva pra casa um negão imenso que acabou de conhecer na mesma noite, com uma pica do tamanho do antebraço dela, que se deixa comer em todas as posições possíveis na própria cama de casamento, e ainda fica bem prenha dele, além de terminar com a buceta toda arrebentada? Totalmente pirado, aluguei um quarto num hotel barato. Não queria ir pra casa dos meus pais pra não ter que dar explicações. Naquela noite tive um pesadelo, que com pequenas variações se repetiu duas noites depois.
Janine e Modou estavam transando de pé, no nosso quarto. Janine estava em cima de um estrado de madeira que permitia compensar a diferença de altura. Estava apoiada na cabeceira da nossa cama, levemente inclinada pra frente, enquanto o negão tinha todo o instrumento imenso dele enterrado na buceta dela, que estava terrivelmente dilatada por causa do tremendo grosso do membro que ela tava engolindo. Era abismal o contraste entre a pele branca da minha mulher e a negrura total do Modou.
O negão metia e tirava violentamente o tronco enorme dele, grunhindo de satisfação, fazendo os imensos testículos dele baterem nas coxas da Janine, e minha mulher gemia, não de dor como quando ficou prenha, mas os dois pareciam muito perto de gozar. Cada vez que o negão avançava, Janine ficava na ponta dos pés, como pra aguentar melhor a estocada. Os dois estavam totalmente nus, exceto por um sutiã preto de bojo que Janine usava. Enquanto Modou a empalava, ele acariciava o corpo todo dela com as mãos enormes, e às vezes, no meio do êxtase, eles se davam as mãos, onde brilhava a nossa aliança de casamento, e Janine rebolava a cintura, enfiando mais ainda na pica dele.
De repente, o negão grunhiu com uma voz grossa e terrível, finalmente gozando, e começou a esporrar dentro do útero receptivo da minha mulher. E Aqui começou o estranho. A cada gozada do esperma fértil do preto, o corpo de Janine começava a se modificar. Primeiro, os peitos começaram a crescer, vazando para fora do sutiã apertado, até que uma das taças não aguentou mais e, com a alça arrebentando pelo aumento de peso e tamanho, caiu, deixando o peito duro, ereto e cheio de porra à mostra. A outra taça teve mais sorte, com o peito saindo por cima, e o sutiã virou uma espécie de cinto, separando o já enorme busto de futura mãe da barriga grávida. Esta crescia a cada gozada do preto num ritmo alucinante, primeiro a pele ficando brilhante, e depois o umbigo saltando para fora. No meio tempo, Janine tinha gozado e gritava obscenidades a plenos pulmões para Modou.
— Olha como você está me deixando com esse seu pauzão! — dizia ela. — Você é um touro e me deixou feita uma vaca prenha! Quem dera meu marido com seu piquininho tivesse me deixado assim!
O tamanho da barriga era tão impressionante, e o peso tão grande, que ela teve que cruzar as mãos por baixo da pança enorme para se manter na posição. Finalmente, nas últimas gozadas, Modou teve que ajudar, com suas mãos enormes, a segurar aquilo, porque ela já não aguentava mais ficar de pé. Quando o preto terminou de encher minha mulher com seu esperma branco e fértil, e com o filho dele, que estava estourando Janine de tão grande, ele começou a tirar o poste, o que levou quase um minuto. Era inacreditável pensar que aquele monstro enorme tinha conseguido caber dentro da minha mulher. Ao tirar completamente, um rio grosso de esperma escorreu da buceta dela.
Assim que Modou se afastou de Janine, ela, ainda ofegante e sem apoio, caiu de costas na cama com a barriga apontando pro teto e as pernas abertas, o que me deixou ver a vagina dela, imensamente dilatada e vermelha pelo troço que tinha aguentado. No fundo do buraco enorme, algo preto apareceu. Era o rebento. de Modou, que lutava para sair do corpo da minha mulher. De repente, os gemidos de prazer de Janine se transformaram em gritos de dor, gemidos dilacerantes de parturiente, enquanto com as duas mãos tentava, como para diminuir a dor, acariciar a ponta da barriga, sem conseguir, por causa do tamanho descomunal.
—Modou, filho da puta! O que você fez comigo? Como me deformou assim? —E você, John, reverendo idiota! Como deixou ele fazer isso comigo?
Aos poucos, no meio dos uivos e insultos que ela dirigia a Modou e a mim, a buceta dela foi aumentando de tamanho, dilatando-se lentamente, dando pra ver cada vez mais a cabeça preta do monstro, até que de repente, a cabeça e o pescoço saíram pra fora, ficando o corpo preso dentro da minha mulher, que continuava gritando.
Então, depois de alguns segundos que pareceram horas, o filho de Modou abriu os olhos, ainda com o corpo enfiado em Janine, e me olhou, que estava bem na frente dele, e me sorriu com deboche. Sorriu com aquele mesmo sorriso malicioso que eu já conhecia do pai dele. —Aqui estou — parecia dizer — ocupando e deformando completamente o corpo da sua linda esposa.
Aí o pesadelo é interrompido, como acontece muitas vezes com esses sonhos violentos, mas eu não acordei, e sim continuei, parecendo um daqueles filmes que falta uma cena no meio.
O que vem depois continua logo após o anterior: Janine estava de barriga pra cima no meio da nossa cama de casal, ainda com o sutiã preto como cinto, e com o filho negríssimo de Modou já parido do lado direito dela, que, preso ao peito grande e branquíssimo dela, mamava com avidez. O contraste de cor era incrível.
Do lado esquerdo, deitado de lado olhando pra ela, estava o próprio Modou, que, imitando o filho, tinha na boca a outra teta da minha mulher, e chupava dela com total descaramento. Pai e filho tinham o queixo atravessado por fios brancos da porra da minha esposa que podiam ser vistas perfeitamente contra a pele escura ao fundo.
Minha mulher, extasiada de prazer pela dupla amamentação, mexia sensualmente os quadris contra a cama, e acariciava com a mão esquerda, onde se via claramente nossa aliança de casamento no dedo anelar, o enorme pau do negro, que, totalmente ereto devido à excitação provocada, tinha adquirido proporções prodigiosas.
Curiosamente, a barriga da minha mulher continuava como antes do parto, completamente inchada e disforme, embora a buceta dela estivesse agora mais fechada. Como às vezes acontece nos sonhos, algo ou alguém me fez saber, sem que eu perguntasse e sem que realmente me respondessem, que Modou era tão potente, viril e fecundo, que as mulheres que transavam com ele engravidavam, e continuavam grávidas mesmo depois de darem à luz seus filhos.
Parados dos dois lados da cama e atrás da cabeceira, uma porção de gente que eu conhecia observava extasiada a cena anterior, com os olhos fixos no corpo da minha mulher. Entre eles estavam meus pais e meus sogros, meu irmão José com toda a família dele, meu amigo Antônio e a namorada dele, Laura e duas ou três amigas a mais da Janine, e até o vô Henrique e a vó Estela, que morreram já faz mais de dez anos.
Até aquele momento, eu tinha estado como ausente no sonho. Como quando a gente sonha coisas que acontecem com outros, mas nunca aparece no próprio sonho. No entanto, num certo momento, todas essas pessoas levantaram em uníssono o olhar que tinham cravado na minha mulher, e o colocaram em mim, que observava tudo como de fora, mudando a expressão de levemente sorridente para dura e inquisitiva. Depois, todos levantaram o braço direito e, estendendo o indicador, apontaram para mim. Ao me sentir descoberto, comecei a suar e a dar alguns passos para trás. Então, primeiro um, depois outro, mais tarde vários e finalmente todos os presentes, explodiram numa sonora e Risada estrondosa…
Naquele exato momento, ao passar a mão no rosto pra enxugar o suor, toquei minha testa e encontrei duas protuberâncias enormes…
Acordei todo suado e com a cama completamente bagunçada. Tava muito abalado. Passei aqueles poucos dias andando sem rumo durante o dia pra matar o tempo, e à noite, cheio de medo de fechar os olhos e aquele pesadelo da primeira noite voltar.
No fim, meu amor pela Janine e a vontade de rever meu filho David me fizeram decidir voltar pra casa.
Janine me recebeu com um sorriso, como se eu nunca tivesse ido embora. Sem saber nem muito nem pouco o que o futuro nos reservava, comecei a agir como se dentro da minha esposa estivesse crescendo um filho meu, em vez do negócio preto do Modou Mousa. Nas semanas seguintes, como um marido dedicado, acompanhei ela nos exames de praxe, que, claro, confirmaram o estado dela. Nunca mais se tocou no assunto do aborto. Mais algumas semanas passaram, e os primeiros ultrassons nos deram a grande surpresa. O Modou Mousa não tinha plantado no útero fértil da minha mulher um negão enorme. Tinha plantado dois. Minha mulher tava grávida de gêmeos.
Quando recebemos a notícia, enquanto fazia o ultrassom, pareceu que o mundo ia desabar na minha cabeça. Já tava com um cenário complicadíssimo com um filho preto. O que eu ia fazer com dois? Um arrepio terrível subiu pela minha espinha. Olhei pra Janine. Ela tava vidrada no monitor do ultrassom, e eu juraria que, apesar do susto, um sorrisinho tomava conta dos lábios dela. A técnica que fazia o ultrassom, a pedido nosso (na verdade, a pedido da Janine, porque eu tava sem condições de falar uma palavra), nos deu uma baita segurança – que mais tarde outros ultrassons confirmariam – de que minha mulher tava grávida de dois machinhos.
Quando fomos ao obstetra com os resultados do ultrassom, entre orientações e suporte vitamínico, e minerais, ele nos disse antes de irmos, que como a gravidez seria muito volumosa e a Janine era muito pequena, ele recomendava para o futuro próximo e até o parto, o uso de um sutiã armado, até mesmo à noite, para evitar a deformação dos peitos que cresceriam muito, e de uma cinta para grávidas que também deveria usar permanentemente.
Sair do consultório e ir a uma loja de corsetería para comprar três ou quatro sutiãs armados foi algo sem solução de continuidade. Imediatamente depois, ela me arrastou para uma loja de futuras mamães, onde conseguiu também três ou quatro cintas para grávidas, e além disso comprou alguns vestidos. As cintas para grávidas, que eu não conhecia porque minha esposa não as tinha usado na gravidez anterior, são como um shortinho bem justo ao corpo, com uma área bem flexível na parte da frente para acomodar a barriga enorme, e um suporte elástico que fica na parte inferior dela para ajudar a sustentá-la.
Tem um zíper lateral do lado direito para poder tirá-la, principalmente quando a gravidez está avançada (seria muito difícil tirá-la de outra forma por causa da barriga grande), e um zíper inferior que permite a mulher urinar, ou até mesmo transar sem precisar tirá-la. E é aqui que realmente começa nossa história. Porque ao chegar em casa, ela tirou a roupa de rua que estava usando, e ficando pelada, colocou primeiro o sutiã armado, depois a cinta, e finalmente um dos vestidos de grávida que tinha comprado. Esse vestido, assim como todos os que ela tinha adquirido, que vi depois, e os que conseguiria mais tarde, marcavam muito claramente o estado dela. Em particular, este era azul claro, e tinha uma fita azul, que como um cinto alto dava a volta por baixo do busto, e terminava num laço grande que ficava sob os peitos, e que acabava caindo sobre a barriga.
Como todo mundo sabe, quando uma mulher engravida de forma irregular, seja porque não está grávida do marido, mas de outro, ou porque é solteira e não Tem parceiro, ou porque foi estuprada ou foi vítima de incesto e engravidou, tenta adiar ao máximo o momento de contar ao mundo seu estado. Assim, tem mulheres que apertam os peitos e a barriga com faixas, para disfarçar pelo maior tempo possível, e até já teve caso de mulher que deu à luz sem ninguém sequer desconfiar que estava grávida. Isso, claro, teria sido impossível no caso da Janine, por causa do tamanho enorme que a barriga dela ia ficar, o que tornaria impossível esconder depois do quarto mês; de qualquer forma, minha esposa não seguiu esses padrões. Desde aquele dia, começou a usar roupas de grávida, o que me obrigou a adiantar a notícia para parentes e conhecidos. Tive que aguentar com estoicismo os parabéns de todo mundo, e em especial os do meu amigo Antônio, que me soltou quando estávamos sozinhos:
— Parabéns, velho. Você é um puta macho. Que pau enorme tem que ter pra engravidar uma mulher de dois gêmeos homens!
O problema é que, a partir daquele dia, começou um ritual estranho diário. Lá pelas quatro da tarde, todo santo dia, aproveitando o cochilo do nosso filho Davi, minha mulher passava entre quarenta e cinco minutos e uma hora observando as mudanças no corpo dela, num espelho grande que temos no nosso quarto. Assim, ficava na frente dele, primeiro de frente e depois de perfil, acariciando os peitos primeiro e a barriga depois, com um puta prazer. Depois trocava de vestido, colocando outros, pra ver como ficavam à medida que o corpo dela ia se deformando. Finalmente, se despia — fora no banho, essa era a única hora em que fazia isso — e com uma fita métrica de costureira media o diâmetro do busto e da barriga, medidas que anotava meticulosamente num papel, que tinha uma tabelinha onde, dia após dia, ia adicionando linhas.
Essa tabelinha ficava sempre convenientemente ao meu alcance, onde eu podia apreciar claramente (mais claramente conforme o tempo passava) o capricho dos filhos negros que Modou tinha plantado nas entranhas da minha mulher, crescendo, ocupando a barriga dela por completo e chegando a este mundo. Por último, ainda nua, passava um creme especial nos peitos, e outro diferente na barriga. Depois se vestia de novo. Tudo isso ela fazia sempre com a porta do quarto entreaberta pra que eu pudesse vê-la do cômodo ao lado, uma espécie de quarto-biblioteca que temos.
Tinha adquirido também nesses dias – coisa muito incomum nela – o hábito de se pintar pra caralho. Antes nunca se pintava quando tava em casa, só pra sair, e só se arrumava um pouco mais pra ir em alguma festa. Agora se pintava tanto que tinha dias em que parecia uma verdadeira puta.
Ainda lembro do dia que mudou tudo. Mudou nossa vida (já bem complicada, por sinal), nossa relação de casal, e cada um de nós mesmos, de um jeito complexo e brutal. Como todos os dias até aquele momento, ela tava se olhando no espelho de frente e de perfil, se tocando toda, experimentando o quinto ou sexto vestido do dia, que aparentemente gostava mais, porque insinuava mais a barriga protuberante, e eu como sempre, olhava pela porta entreaberta, quando de repente, ela cravou os olhos em mim através do espelho – normalmente me ignorava –, se virou, abriu a porta completamente, me pegou pelos dois pulsos, colocou uma das minhas mãos nos peitos dela já bem aumentados, e a outra na barriga inchada, e fazendo com esta última movimentos circulares bem lentos e amplos, me obrigou a acariciá-la por inteiro enquanto me dizia:
– Olha, corno manso, como esse bruto garanhão preto tá inflando a sua mulherzinha gostosa.
Não sei o que outros homens fariam no meu lugar. Muitos, talvez a maioria, teriam dado um soco nela, ou no mínimo um tapa, e teriam ido embora de casa. Alguns teriam feito isso. Ignorando o tapa ou o soco. Meu caso foi completamente diferente. Eu tive uma ereção violenta. Bom, dizer violenta no meu caso é exagero, mas a questão é que fazia tempo que não me sentia tão excitado. Peguei ela pelo braço e joguei, vestida do jeito que estava, em cima da cama – ela deixou fazer com um sorriso no rosto – desabotoei como pude o zíper inferior da cinta para grávidas, e meti nela.
E foi nesse momento que levei outro susto. Eu não transava com a Janine há mais de três meses (desde antes do que aconteceu com o Modou), mas como comentei em algum momento, embora antes a gente transasse só duas ou três vezes por mês, eram bem intensas, porque, apesar de eu ter um pau minúsculo, a buceta da Janine era muito apertada e os dois gozavam pra caralho. Quem escreveu os livros de anatomia que dizem que depois de uma transa a buceta da mulher volta ao normal, não conhecia o imenso, o bestial pau do Modou. Ele tinha estragado minha mulher pra sempre. Agora, eu mal conseguia, me esforçando pra caralho, tocar todas as paredes internas dela com meu pau ao mesmo tempo. De agora em diante, a Janine só ia gozar com um Extra Grande. E eu era só um Infra Pequeno.
– Você não vai achar que depois de ter levado aquele monstro preto eu vou sentir alguma coisa com você, vai? – Ela me disse com um sorriso enquanto eu bombeava como dava. – Não respondi.
Uns dois minutos depois, mesmo assim, eu tava gozando umas gotas de porra dentro da minha mulher. Deitei do lado dela enquanto me acalmava, e ela aproveitou pra fechar o zíper da cinta de novo.
– Por que você me chamou de cuck? – falei na lata. Ela me olhou como uma mãe olha pra um filho pequeno quando ele faz uma travessura ou fala uma besteira. – Lembra, John – ela começou, me encarando – quando eu ainda tava estudando psicologia, e um dia te contei sobre sádicos e masoquistas? Respondi que não lembrava, mas que se ela tava dizendo, devia ser verdade. — Lembro a você — continuou — que um sádico é uma pessoa que sente prazer em causar dor no outro (muitas vezes no parceiro), e que um masoquista é aquele que sente prazer em sofrer, ou seja, sentindo dor física. Então, pelo menos sexualmente falando, casais formados por um sádico e um masoquista costumam ser um sucesso.
— Sim. Eu sabia disso — falei.
— E é aí que entra o cuck. O cuck é um tipo especial de masoquista, geralmente aplicado aos homens, que não sente prazer com dor física, mas sim com dor moral. Dói ver a mulher dele com um homem muito mais potente e bem-dotado sexualmente do que ele, dói ainda mais vê-los na cama enquanto o macho a fura e chega a lugares dentro da mulher dele que ele só alcançaria com a imaginação, fazendo ela gozar igual uma égua no cio, e, como ápice, dói se ela engravidar dele, porque vai lembrar do caso extraconjugal pelo resto da vida. E como dói, e ele é no fundo um masoquista, é que isso lhe causa um imenso prazer. Não sei se o que acabei de descrever te soa familiar…
— …
— No dia que conheci o Modou no African Food, quase mandei ele definitivamente pastar quando a gente tinha trocado só duas ou três frases, e de repente te vejo escondido sem jeito atrás de uma coluna. O que qualquer marido que se preze teria feito? Teria se aproximado, esclarecido a situação e tudo teria terminado ali. Mas você não. No fundo, você queria que algo rolasse, e por isso não interrompeu a parada. E deixou que eu fosse dançar com ele, e que ele me apalpasse toda. E a verdade é que você gostou que aquilo acontecesse. E quando o animal do Modou me levou pra casa porque a Laura me deixou na mão, não dava pra acreditar que você continuava se escondendo pra ver como tudo ia prosseguir. Que você se escondesse em casa porque tinha certeza de que eu ia entrar com o preto. E sabe de uma coisa? Entrei com ele totalmente decidida. Tinha certeza, claro, que se ele me penetrasse naquele dia, uma besta daquelas ia me engravidar, mas ainda assim achava que você ia interromper a ação em algum momento. Mas não. Você gozava com tudo que acontecia e por isso não queria aparecer. E sabe de mais uma coisa? Eu estava decidida a engravidar do preto se você não interviesse. Sabe por quê? Porque te amo com toda a alma e quero fazer você gozar na sua dor. Sim. Você adivinhou. Você é corno. E eu sou sádica. Então enganei o Modou o tempo todo. Não ia dizer: – Vai, me engravida, bruto garanhão preto, que é isso que eu quero. – Claro que não. Me fiz de pobrezinha mulher casada que é seduzida, destruída e depois abandonada, com a barriga bem cheia de sêmen pra que o marido sustente o filho dessa relação.
Até rasguei sua camisinha com minhas unhas na frente do nariz dele e ele nem percebeu! (Te confesso que ia ser impossível colocar mesmo; já vi poste de telefone menor). Se você parasse a ação, então era porque não tava disposto a chegar até esse ponto, e hoje eu estaria com a barriga lisa, e não inchada igual uma buceta, bem como me vê, grávida do que serão dois imensos filhos pretos. Mas não. Você deixou que ele me comesse em todas as posições que quis, e que finalmente me enchesse com seu fértil esperma de preto. E sabe de mais uma coisa? Eu queria estar grávida. Adoro estar grávida depois de ter sido penetrada e destruída por um garanhão desses, assim como vou adorar xingar o Modou enquanto estouro dando à luz os filhos dele! – Mas Janine! – protestei. – Se você queria engravidar, por que não pediu pra mim te engravidar? Por que não tivemos outro filho?
Ela me olhou então com os olhos mais doces que já vi e disse:
– Pra começar, te falei que adorava que aquele animal me penetrasse, me destruindo, e me deixando grávida. Te falei que queria parir os filhos dele enquanto xingava ele, não falei nada de cuidar de crianças. – Eu olhei pra ela com curiosidade. Pra mim, todas essas coisas vinham juntas. De qualquer forma, eu via que a Janine tava gozando, dando vazão ao sadismo dela, guardado talvez por muito tempo.
– Lembra, John, que passamos cinco anos fazendo tratamento pra eu engravidar? —Sim. Claro que lembro. —Lembra que no final fizeram um estudo super complicado na gente? —Sim, claro. —Lembra que fui eu buscar o resultado um dia depois do trabalho? —Não. Disso não lembro. —Pois bem. Pra resumir, no estudo dizia que você era mais estéril que uma pedra. Que não conseguia me engravidar, nem nenhuma outra mulher deste planeta, por mais que tentasse. Um arrepio percorreu minhas costas. —Mas eu queria um filho com uma loucura. E nada de inseminação artificial com sêmen de vidro. Isso é pra gado. Lembra que pouco depois eu tive um congresso de psicologia numa cidade distante (não lembro qual te falei), que ia durar uma semana? —Hmm, acho que lembro… —Menti pra você. Naquela mesma noite fui a um bar de solteiros e solteiras, e lá conheci um tal de Pedro, um cara muito parecido com você. Altura parecida, cor de pele e olhos parecidos, porte parecido… até era bonito. Fomos pra um hotel e ficamos cinco dias sem sair. Por sorte pro Pedro, a semelhança com você terminava onde eu te falei. Ah, não. Claro que não tinha um pau descomunal como o do Modou. Não. Também não era a sua miniatura. Era um pinto normal. Mas o cara era absolutamente incansável. Perdi a conta de quantas vezes ele me comia por dia. Além disso, era um mestre na cama. Me fez gozar igual uma louca em todas as posições, mesmo que no começo eu não quisesse fazer. Foi impossível não ter vários orgasmos em cada encontro. Pra você ter uma ideia, ele empurrava pra dentro da minha buceta com o pau o sêmen que tinha depositado ali uns minutos antes, na transa anterior, e que tinha escapado pra fora. Tive sorte. Era daqueles caras que não usam camisinha nem se pagarem. Eu disse, claro, que me cuidava, e que não tinha problema. Em algum momento ele quis fazer anal e eu recusei. Claro, não queria desperdiçar esperma. Quando a gente se despediu, ele me confessou Com certa culpa por ter cinco filhos, e que sua mulher estava grávida do sexto, de sete meses e de cama, em repouso. Ele não aguentou e saiu para procurar uma mulher… eu. Não o culpo. Um macho como ele se mostrou ser, não pode ficar tanto tempo sem uma mulher. Nos despedimos e nunca mais nos vimos. Mas eu voltei pra casa com minha buceta terrivelmente dolorida pela bagunça que sofri e com David nas minhas entranhas… Depois veio a mentira de te fazer usar camisinha pra não me “engravidar” de novo…
Muitas crônicas policiais começaram assim. O marido corneado descobre que sua mulher está grávida de outro, e que pra piorar, seu filhinho do coração, de dois anos, não é dele, mas sim que sua mulher o concebeu se rolando com outro cara, e que ele jamais terá filhos com ninguém, já que é totalmente estéril. Então, pega uma arma de uma gaveta e dá cinco tiros à queima-roupa na sua mulher – a maioria na barriga – e depois de matá-la, se suicida. Ou pegando uma faca de cozinha comprida, atravessa sua barriga a facadas, como se quisesse eliminar primeiro o pecado que cresce dentro dela, antes de matá-la. Ou em países nórdicos, que são mais frios, e os homens menos temperamentais e mais fleumáticos, talvez um bom tapa ou um pano na cara da mulher, um belo portão ao ir embora pra sempre, e na manhã seguinte a carta registrada com o início do pedido de divórcio por adultério…
Nada disso aconteceu comigo. Tive outra ereção, o que no meu caso, duas com poucos minutos de diferença é uma grande novidade. Deitei Janine de novo na cama, coisa que ela deixou fazer sem resistência, desabotoei novamente a cinta, penetrei ela de novo, e alguns minutos depois depositava minhas quatro gotas de sêmen de praxe, dentro dela. Sem fazer ela gozar nada, é claro. No entanto, ela parecia super feliz.
A partir daquele dia nossa relação mudou completamente. Cada um de nós conheceu perfeitamente bem o papel que tinha no casal e nos Nós nos adaptamos e moldamos perfeitamente. Não exagero se disser que foi quase como nascer de novo. Ou pelo menos começar com um casal totalmente novo. Meu amor por Janine e David não só não diminuiu, como ficou muito mais intenso desde então, porque sei que tudo que foi feito foi por amor a mim. Como era de se esperar, a partir daquele dia, ela sempre tomou a dianteira, me diminuindo sempre que podia na minha masculinidade e me comparando sexualmente com Modou e às vezes com os outros homens, comparação na qual eu sempre perdia por vários corpos. Isso nos fazia gozar intensamente os dois, e às vezes terminava em uma relação sexual. Um momento geralmente propício pra isso era o do famoso ritual. Essa prática não só não desapareceu, como eu comecei a participar ativamente dela, levando em conta, pelas palavras dela, que eu era o principal responsável pelo estado dela. Assim, a partir daquele dia, eu ficava com ela na frente do espelho, dando minhas opiniões sobre a roupa que ela ia experimentando, as cores, os laços, tudo.
— Olha, Janine, esse vestidinho marca perfeitamente bem sua barriga e seus peitos. Olha como fica bom em você. — E eu me adiantava pra alisar uma ruga formada sobre a barriga, que já estava proeminente, ou sugerir encurtar mais as alças do sutiã, pra levantar mais o busto e destacar mais, ou usar tal ou tal número de cinta para grávidas, número que aumentava cada vez mais rápido, conforme as semanas passavam.
— Logo não vai ter roupa que me sirva, grávida como estou de Modou. Olha. Já quase não cabe essa cinta, e olha que comprei faz duas semanas. E o vestido? Olha como faz uma campainha na frente! Já não tem pano que dê! Quando vi aquela porra preta enorme e aqueles testículos enormes, devia imaginar que ia acabar nesse estado… — E ela acariciava bem devagar a barriga e os peitos, enquanto em mim surgia uma ereção. Então eu a jogava na cama e a penetrava. Ao terminar, a despia. Custava cada Cada vez mais difícil tirar a cinta dela. Teria sido impossível sem o fecho lateral, mas mesmo assim era complicado.
– O que você acha, hein? – Ela me dizia então. – Olha que barriga que enfiaram na sua esposa do coração! Quase não consegue me despir, hein? corno impotente! Então, eu pegava a fita métrica, media os seios, a barriga e anotava na tabelinha. Os números cresciam dia após dia, e cada vez mais rápido.
– Logo você vai ter que me medir com aquelas fitas que usam na construção, porque essa fita métrica já era! Não aguenta mais muito não! – Aí eu começava a passar o creme, primeiro nos peitos, devagar, e depois na barriga, com movimentos circulares, coisa que levava mais tempo e creme a cada dia.
– John, da próxima vez que comprar o creme de barriga, traz aquele que vem em pote de cinco quilos! Depois, bem devagar, eu começava a vestir ela de novo. – Pensar que debaixo dessa pele tão branca – ela dizia apontando a barriga enquanto eu colocava o sutiã – tem dois monstros tão pretos e tão malvados quanto o pai deles. Quase consigo ver eles, pulando por aí, engravidando mulheres casadas.
Eram comuns nossos passeios a pé pelo bairro. A gente andava umas quadras até o parque, e depois voltava. No começo íamos de mãos dadas, feito dois adolescentes. Mais pra frente, a partir do sexto mês, comecei a segurar ela pela cintura – ou pelo que restava dela – porque ela começou a andar com as duas mãos cruzadas debaixo da barriga, pra segurar melhor, apesar da cinta, que claro, ela usava.
Às vezes, eu ouvia sem querer os comentários que alguns vizinhos faziam quando a gente passava. Por exemplo, uma vez que depois de um dos nossos passeios habituais voltávamos pra casa, passamos na frente de umas vizinhas de uns treze ou catorze anos que brincavam na calçada.
– Que pedaço de pau esse cara deve ter! Olha como deixou a mulher dele! – Disse uma pra outra, quase num sussurro, toda admirada, olhando a barriga da Janine. – Você tá ficando famoso no o bairro, graças ao Modou. – Minha mulher sussurrou no meu ouvido. Mal chegamos, já transamos.
A partir do sétimo mês, ela começou a mandar fazer roupa sob medida com uma costureira. Dizia que não tinha vestido de loja de grávida que servisse nela. Tenho que concordar. A barriga dela, abrigando as duas bestas negras do Modou, já não cabia em vestidos de grávida comuns. A partir desse mês, comecei a ter outros problemas. A barriga dela era tão grande que, quando íamos transar – sempre de frente, porque era o único jeito de eu conseguir tocar todas as paredes da buceta dela ao mesmo tempo –, eu quase não conseguia chegar nela por causa do tamanho pequeno do meu pau e da distância que eu tinha que manter do corpo dela.
– Os filhos do Modou não querem que você me meta mais. – Ela dizia. – Eles já estão grandes e acho que estão sentindo falta do pai. E eu também sinto falta dele. Ou pelo menos sinto falta de uma parte dele. – Falou com um sorriso malicioso. – Vamos ter que arrumar algo novo pra você, John. Assim não dá pra continuar. – Ela disse.
Uns dias depois, ela me chamou pro nosso quarto. Tava completamente pelada, o que me surpreendeu pra caralho, porque tirar a roupa dela era minha função. Agora que eu a via de pé e de longe, sem nada, até eu, que tava acostumado a vê-la todo dia, fiquei chocado. Os peitos dela eram enormes, duros e empinados, com certeza já cheios de leite. O tamanho dos sutiãs tinha aumentado tanto durante a gravidez que eu já tinha perdido a conta. Mesmo assim, os peitos dela eram duas protuberâncias pequenas do lado da barriga imensa, que ela apoiava num banquinho pra não cair pra frente. Parecia que ia estourar a qualquer momento.
– John, tenho dois presentes pra você. – Ela disse. – Como nós dois já sabemos, minha buceta já não é mais pra você. Ficou grande demais, e vou deixar ela pra homens de verdade, que me façam gozar e me engravidem se eu quiser. Além disso, você quase não consegue gozar com ela também. Então, eu te dou de presente minha outra entrada – disse, com um gesto por demás expressivo — que vai ser exclusividade sua. — Há anos eu tentava convencê-la disso e ela nunca tinha querido, então foi um momento de grande felicidade pra mim. — Esse presente você vai poder pegar agora. — Ela disse, deitando-se de lado na cama (não havia outra posição possível por causa da barriga enorme). Devo dizer que pela primeira vez na vida, o tamanho do meu pau foi uma vantagem pra mim. Dizem que as primeiras relações anais são duras e difíceis, e que é difícil gozar com elas. Não foi esse o caso. Nós dois conseguimos ter um orgasmo na primeira. Estávamos felizes pra caralho.
— O segundo presente — ela disse uns minutos depois, quando terminamos — é que eu decidi procurar o Modou, porque como te falei, nós três precisamos do pai. E o presente é que quando ele me penetrar, você vai poder ficar do lado olhando. Talvez até eu me anime pra uma dupla penetração, assim você evita ter que ficar se masturbando. O que você acha?
— Mas Janine! Olha o estado que você tá! Você acha que vai caber agora a pica toda daquele cara? Não tem espaço aí dentro pra ela! Vai te arrebentar!
— Deixa comigo. — Ela disse, muito segura de si. — Amanhã vamos no African Food. Vou deixar o David com meus pais.
No dia seguinte, pela primeira vez em muito tempo, ela se vestiu sozinha sem que eu estivesse presente, e depois me chamou. Quase caí de susto. Ela tinha vestido um dos vestidos feitos sob medida. Era totalmente branco, com exceção de um pequeno laço azul claro abaixo do busto que terminava caindo sobre a barriga, mas o que mais impressionava era que, perto da parte da frente da barriga, tinha dois enormes laços pretos, um de cada lado, que cobriam boa parte da ponta da sua barriga gigante. Além disso, ela tinha se maquiado com muito capricho. Tinha um monte de rímel ao redor dos olhos. Se não fosse pelo estado dela, qualquer um pensaria que ela vendia seus encantos em hotéis baratos.
— Ficou claro o que os laços representam, né? — perguntou.
—Pra mim tá bem claro.
—Por enquanto é nosso segredo. Logo a gente divide com o Modou.
Fomos de carro até o African Food. Quando chegamos, bastou um olhar pra encontrar o Modou. O tamanho absurdo daquela besta fazia ele ser difícil de passar despercebido. Ele tava num intervalo musical, no bar, conversando bem íntimo com uma loira esbelta e escultural. Modou tava cochichando no ouvido dela, e a loira sorria. Não tive dúvida sobre as intenções do negão quando vi um anel de casada brilhando no dedo anelar da mulher. Minha esposa se aproximou decidida dos dois — eu vinha um pouco atrás — e disse:
— Modou!
O negão e a loira se separaram, e minha mulher aproveitou pra meter a barriga enorme entre eles. Os dois olharam pra ela, surpresos.
— Olha, — disse minha mulher, virando pra loira e passando a mão na barriga — se eu não tivesse dado bola pra esse cara uns meses atrás, hoje eu tava com a barriga lisinha, e não virada nessa baleia encalhada que você tá vendo.
A mulher ficou vermelha que nem pimentão e, sem dizer uma palavra, saiu de perto. Modou olhou pra Janine de cara fechada. Claramente não lembrava dela.
— Eu sou tipo a sua número dezessete, mas na verdade sou a dezessete e dezoito, porque você me engravidou de gêmeos, e esse aqui é meu marido. — Ela afastou o corpo imponente que tava entre o negão e eu, e pela primeira vez Modou reparou em mim. De repente, ele deu um pulo pra trás, achando que eu vinha cobrar satisfação, e esperou eu sacar um revólver ou uma faca pra atacar ele.
— Fica tranquilo. Meu marido é um cuck de respeito, e curtiu essa gravidez muito mais do que eu, que tô há meses arrastando essa barriga, e muito mais também do que você curtiu no dia que se encarregou de fazer ela crescer. Ele não vai te machucar. Só queremos relembrar os velhos tempos, especialmente o dia que você encheu minhas entranhas, mas dessa vez meu marido quer participar. Que tal?
Cinco minutos depois, a gente já tava no carro, voltando pra casa. Chegamos logo em seguida, e dez minutos mais tarde já tava no quarto. A Janine sentou com dificuldade na cama, abriu a braguilha do Modou e tirou aquele pedaço espetacular de carne morena. Quando começou a acariciar, o sabre ficou duro e começou a crescer. Minha mulher colocou na boca e começou um boquete. O membro incrível não parava de aumentar; não só a ponta mal cabia na Janine, como ela tinha que fazer um esforço danado pra separar as mandíbulas e deixar aquela grossura passar pela boca. Naquela hora, já tinha o comprimento do antebraço da minha esposa.
Num certo momento, ela tirou da boca, pegou um vidrinho de vaselina na gaveta e começou a passar, da ponta até a raiz, o que levou um tempinho, pelo tamanho do negócio.
— Dessa vez quero gozar. Não quero que me destrua. — Você, corno — falou, virando pra mim. — Monta em mim por trás.
Aí, ela se deitou de lado na cama, igual a gente tinha feito no dia anterior, e eu, já todo excitado com essa preparação toda, penetrei ela. Depois a gente foi se mexendo com muita dificuldade por causa da barriga dela, até que eu fiquei embaixo e ela em cima, penetrada por mim por trás, com a buceta exposta pro preto, que tava com o membro enorme e brilhando por causa da vaselina que a Janine tinha passado. Tenho que dizer: vendo uma ferramenta daquelas, nunca teria acreditado que aquela besta tinha conseguido possuir minha esposa, se não fosse porque os resultados tavam bem na cara e tinham deformado minha mulher. O preto apontou o sabre pra buceta da Janine (eu já não via nada porque ela tava tampando minha visão), e num certo momento ouviu-se:
— Aaahhhhggggg! — gritou minha esposa, como se fosse desmaiar.
O preto começou a entrada lenta, mas implacável, no corpo da minha mulher.
— Ooohhh! — O Modou avançava sem parar.
Eu não via nada, mas comecei a sentir o monstro com meu próprio pau. À medida que entrava, fazia mais pressão no meu pau, já que preenchia o pouco espaço que ainda restava dentro da minha esposa. Finalmente, a pressão foi tão grande que me expulsou do cu da minha mulher. Fiquei então de lado, depois de conseguir sair debaixo dela, e observei, já de fora, toda a operação. O negão já tinha enfiado tudo, e estava bombando cada vez mais rápido. A pele da barriga da Janine brilhava pra caralho, estava esticadíssima, parecia um balão prestes a estourar. As bolas do negão eram duas bolas de bilhar imensas que batiam a cada estocada nas coxas da minha mulher.
— Vai! Mostra pro corno impotente do meu maridinho como se faz pra engravidar uma mulher! Como se deixa ela virada numa vaca bem prenha! Claro, ele não tem nada pendurado entre as pernas pra aprender muita coisa! — E enquanto o negão fodia ela selvagemente, ela pegou minha mão e começou a passar pela barriga dela, me obrigando a acariciar. — Olha como crescem os males que o Modou plantou nas minhas entranhas! Aprende, corno, porque você também é responsável por eu estar assim!
Conforme a frequência das bombadas aumentava, os dois iam ficando mais excitados. Graças à vaselina, minha esposa tava se acabando de gostoso, e não sentia tanta dor como da primeira vez. Também é verdade que da primeira vez o negão tinha desvirginado ela (eu, como histórico sexual da Janine, obviamente não conto), e já tendo adaptado ela ao tamanho dele, mesmo que parcialmente, a coisa pra minha esposa agora era mais prazer do que sofrimento.
— Vai, cavalão! Vai! Continua inflando a sua gostosa! Me engravida tanto que eu não consiga mais andar até parir seus filhos! Que meu maridinho corno se vire pra me carregar de um lado pro outro! Se não serve pra mais nada! Se prepara, corno, pra me ajudar a carregar a barriga que o Modou tá me fazendo!
Finalmente, o negão chegou ao orgasmo e começou a gozar dentro da minha esposa. A Janine gozou durante as primeiras descargas do negrão.
—Quando eu der à luz teus filhos, quero que me engravide de novo, e que me deixe ainda mais gorda!! Mostra pro meu maridinho o que é um macho de verdade!! Me mantém sempre bem cheinha, que o corno esqueça completamente da época em que tinha uma mulherzinha de cintura fina e peito de boneca! Quero ter sempre uma barriga e uns peitos de mulher cheia do seu homem, do seu garanhão!
Isso e outras coisas Janine disse durante o clímax, até ir se acalmando. Modou começou a tirar a pica enorme da buceta da minha esposa, coisa que foi bem mais rápida do que quando a engravidou por causa da lubrificação intensa. Finalmente, poucos minutos depois, os três estávamos deitados de costas na cama (eu com um espacinho bem pequeno, pra ser sincero).
—Modou, quero que reconheça esses filhos que vou parir como teus. Não quero criar mais crianças. Só gosto de ficar grávida. Pode mandar eles pra Nigéria com algum parente teu… — O negrão hesitou por um momento, e logo depois sorriu com aquela expressão maliciosa que todo mundo conhecia. —Tá bom — disse com a voz grossa. —Eu cuido disso.
Preferi não pensar muito onde essas crianças iam parar nas mãos de algum “parente” do Modou, mas tive a sensação de que ele tinha acabado de ter uma ideia de negócio daquelas, e que a partir daquele momento ia redobrar os esforços pra engravidar mulheres brancas e depois ficar com o “produto” gerado. O que também ficou claro pra mim é que eu tinha que convencer nossos pais, parentes e amigos de que os bebês tinham nascido mortos por causa de algum problema no parto.
Escolhi uma clínica longe da nossa cidade pra Janine dar à luz os filhos do Modou, e que não tivesse nenhum conhecido por perto durante os nascimentos. Usei como desculpa algum problema burocrático com o plano de saúde que me impedia de procurar uma mais adequada. O último mês foi bem complicado. Janine praticamente não conseguia se mexer. Tinha que ficar longas horas do dia deitada de de costas na cama. Os movimentos dela eram lentos, e só dentro de casa e pra comer ou ir ao banheiro. Eu, como marido devoto, continuava passando os cremes nos peitos e na barriga dela. Era um trabalhão conseguir tirar a cinta de grávida pra despir ela. E muito mais difícil era colocar de novo. Era quase impossível encaixar os dois lados do zíper lateral, simplesmente porque minha mulher já não cabia mais ali. Nas últimas duas semanas, o ritual do espelho também parou, não tanto porque ela já quase não conseguia ficar em pé, mas porque não tinha mais roupa que servisse nela.
— Isso é inacreditável — ela me dizia — Nunca na minha vida pensei que podia ocupar tanto espaço. Tô feita um balão gigante. — E ela acariciava a barriga até onde conseguia. — Esse filho da puta preto do Modou Moussa é um garanhão sem igual.
Quando as primeiras dores começaram, corremos pra clínica. É notável a sensação de respeito pelo marido que o tamanho da barriga da esposa prestes a dar à luz causa nos outros. Ou pelo menos, foi o que me pareceu. As enfermeiras se desdobravam pra me atender. Quando levaram ela pra sala de parto, dei um baita beijo e desejei muita sorte. Apesar da porta dupla, dava pra ouvir o tempo todo os xingamentos da minha esposa contra o Modou, e muito raramente, contra mim.
— Modou!! Seu filho da puta reverendo!! Olha as bolas de carne preta que eu tenho aqui dentro por causa da sua pica!! Tão me destruindo ao sair!! Não aguento mais!! John, seu otário e corno!!! Por que você deixou o preto fazer isso comigo?
Depois do parto, claramente marcado pelo choro forte dos filhos do Modou, um primeiro e o outro minutos depois, saíram duas enfermeiras pra me avisar que minha esposa "e os filhos dela, senhor", estavam bem. As duas trocavam olhares cúmplices, e não conseguiam segurar o riso. Falaram bem devagar as palavras "os filhos dela".
Quando finalmente vi a Janine de novo, já livre daquela carga impressionante, ela me recebeu com um sorriso. —Corno manso, não se preocupa, logo eu tô grávida de novo. — Foi tudo que ela me disse. Depois, deram um por um os bebês pra ela amamentar. Acho que eram mais pretos que o pai, e pra mim, indistinguíveis. Quando perguntaram pra Janine o nome dos dois, ela disse que "isso o pai ia decidir quando visse eles". Comigo ali, a situação foi hilária pras enfermeiras, que saíram antes da risada explodir no quarto. Lá de dentro, eu ouvia elas rirem no corredor.
— É a primeira vez que vejo isso em todos os meus anos aqui! — dizia uma — Esse cara é um idiota.
— Não. É um cuck raiz. — entrava a outra.
Assim ficaram, vários minutos aos berros, sem decidir em que categoria eu me encaixava, até que de repente, apareceu o Modou com um buquê de flores, e as duas se calaram. Durante o tempo que ele ficou, se desdobraram pra atender ele, como tinham feito comigo antes do parto. Me ignoraram por completo. Modou deu um beijo na boca da minha mulher, e a parabenizou calorosamente, e depois de um tempo disse que ia iniciar os trâmites pra reconhecer os filhos. Dois ou três dias depois, quando a gente tava saindo da clínica, ele veio com uma mulher preta imensa, de uns trinta anos, que apresentou como irmã dele, e já tendo reconhecido os filhos, minha mulher aceitou a entrega legal, que foi feita sem nenhum problema. Foi tudo tão suave no processo, que me faz pensar que não deve ser tão incomum essa parada, apesar do que as enfermeiras falaram. Pelo visto, o mundo tá cheio de corno feliz.
Já faz seis meses do nascimento dos filhos do Modou e da minha esposa. Janine já se recuperou da gravidez e do parto. Apesar do médico ter dito que é bom esperar pelo menos um ano a um ano e meio pra ter outro, minha mulher não vê a hora de estar grávida de novo. Eu também não. A gente sente falta da barriga enorme dela, do ritual na frente do espelho, das caminhadas no parque sob o olhar inquisidor dos Vizinhos, as experiências novas dia após dia enquanto o corpo dela se deforma, os vestidos novos de futura mamãe e os que já não servem mais. Os sutiãs enormes armados e as cintas para grávidas. Os laços gigantescos. Enfim, tudo. Esta noite temos um convidado para o jantar. Bom, não só para o jantar. O Modou não se contenta só com uma boa comida. Ele gosta principalmente da sobremesa. E como a Janine está ovulando agora, é a pudinzada que faltava.
— Olha como eu tô agora — ela me dizia à tarde enquanto estava de lingerie; um conjunto branco de renda lindo que comprou especialmente pra ocasião. — porque daqui a uns meses, dessa cinturinha e desse peito você vai lembrar só por foto. Hoje à noite o preto Modou Mousa vai estrear esse conjuntinho em mim, e amanhã já vou estar engordando, bem prenha, como tem que ser.
Eu, mal vejo a hora do ato rolar, do esperma fértil e grosso do preto se encontrar dentro da minha mulher, engravidando ela, deformando ela, transformando ela numa vaca, numa gostosa, numa baleia, ou no que ela quiser ser. E eu, sou o homem mais feliz do mundo. Porque sei que tudo que acontece, é por amor a mim.
Eu tava extremamente preocupado, tenho que confessar, pelo fato terrível de que minha mulher não só tava grávida de outro cara, mas esse cara era enorme e preto que nem carvão. Nem preciso dizer que todos os conhecidos, amigos e parentes iam perceber na hora o deslize da Janine. E os desconhecidos iam dar risada de mim, pelas minhas costas, ao nos ver, tão brancos, carregando um filho pretíssimo que nem a noite. Então, esperei o momento certo, quando a gente tivesse sozinho e mais calmo em casa, e numa sexta à noite, como quem não quer nada, falei de repente:
— Quando a gente faz isso?
— Quando a gente faz o quê? — Ela respondeu na hora, sabendo perfeitamente do que eu tava falando.
— O que vai ser, Janine... o aborto.
— Não vou fazer aborto nenhum.
— Mas Janine! — Falei exasperado. — Cê tá louca? Como é que a gente vai explicar pros seus pais, pros meus pais, pros nossos amigos, que a gente teve um filho preto?!
— Olha, eu não sei o que você vai falar pra eles, mas razões morais e religiosas me impedem de abortar.
— Mas Janine! Por que você não vai pra puta que pariu?
Completamente transtornado, peguei umas roupas, um dinheiro, joguei tudo dentro de uma bolsa e saí de casa. Tava com tanta raiva que quase nem lembro como cheguei na rua. Razões morais e religiosas! Janine não... Não tinha pisado numa igreja desde o nosso casamento. E falando em moral: como pode falar de moral uma mulher que leva pra casa um negão imenso que acabou de conhecer na mesma noite, com uma pica do tamanho do antebraço dela, que se deixa comer em todas as posições possíveis na própria cama de casamento, e ainda fica bem prenha dele, além de terminar com a buceta toda arrebentada? Totalmente pirado, aluguei um quarto num hotel barato. Não queria ir pra casa dos meus pais pra não ter que dar explicações. Naquela noite tive um pesadelo, que com pequenas variações se repetiu duas noites depois.
Janine e Modou estavam transando de pé, no nosso quarto. Janine estava em cima de um estrado de madeira que permitia compensar a diferença de altura. Estava apoiada na cabeceira da nossa cama, levemente inclinada pra frente, enquanto o negão tinha todo o instrumento imenso dele enterrado na buceta dela, que estava terrivelmente dilatada por causa do tremendo grosso do membro que ela tava engolindo. Era abismal o contraste entre a pele branca da minha mulher e a negrura total do Modou.
O negão metia e tirava violentamente o tronco enorme dele, grunhindo de satisfação, fazendo os imensos testículos dele baterem nas coxas da Janine, e minha mulher gemia, não de dor como quando ficou prenha, mas os dois pareciam muito perto de gozar. Cada vez que o negão avançava, Janine ficava na ponta dos pés, como pra aguentar melhor a estocada. Os dois estavam totalmente nus, exceto por um sutiã preto de bojo que Janine usava. Enquanto Modou a empalava, ele acariciava o corpo todo dela com as mãos enormes, e às vezes, no meio do êxtase, eles se davam as mãos, onde brilhava a nossa aliança de casamento, e Janine rebolava a cintura, enfiando mais ainda na pica dele.
De repente, o negão grunhiu com uma voz grossa e terrível, finalmente gozando, e começou a esporrar dentro do útero receptivo da minha mulher. E Aqui começou o estranho. A cada gozada do esperma fértil do preto, o corpo de Janine começava a se modificar. Primeiro, os peitos começaram a crescer, vazando para fora do sutiã apertado, até que uma das taças não aguentou mais e, com a alça arrebentando pelo aumento de peso e tamanho, caiu, deixando o peito duro, ereto e cheio de porra à mostra. A outra taça teve mais sorte, com o peito saindo por cima, e o sutiã virou uma espécie de cinto, separando o já enorme busto de futura mãe da barriga grávida. Esta crescia a cada gozada do preto num ritmo alucinante, primeiro a pele ficando brilhante, e depois o umbigo saltando para fora. No meio tempo, Janine tinha gozado e gritava obscenidades a plenos pulmões para Modou.
— Olha como você está me deixando com esse seu pauzão! — dizia ela. — Você é um touro e me deixou feita uma vaca prenha! Quem dera meu marido com seu piquininho tivesse me deixado assim!
O tamanho da barriga era tão impressionante, e o peso tão grande, que ela teve que cruzar as mãos por baixo da pança enorme para se manter na posição. Finalmente, nas últimas gozadas, Modou teve que ajudar, com suas mãos enormes, a segurar aquilo, porque ela já não aguentava mais ficar de pé. Quando o preto terminou de encher minha mulher com seu esperma branco e fértil, e com o filho dele, que estava estourando Janine de tão grande, ele começou a tirar o poste, o que levou quase um minuto. Era inacreditável pensar que aquele monstro enorme tinha conseguido caber dentro da minha mulher. Ao tirar completamente, um rio grosso de esperma escorreu da buceta dela.
Assim que Modou se afastou de Janine, ela, ainda ofegante e sem apoio, caiu de costas na cama com a barriga apontando pro teto e as pernas abertas, o que me deixou ver a vagina dela, imensamente dilatada e vermelha pelo troço que tinha aguentado. No fundo do buraco enorme, algo preto apareceu. Era o rebento. de Modou, que lutava para sair do corpo da minha mulher. De repente, os gemidos de prazer de Janine se transformaram em gritos de dor, gemidos dilacerantes de parturiente, enquanto com as duas mãos tentava, como para diminuir a dor, acariciar a ponta da barriga, sem conseguir, por causa do tamanho descomunal.
—Modou, filho da puta! O que você fez comigo? Como me deformou assim? —E você, John, reverendo idiota! Como deixou ele fazer isso comigo?
Aos poucos, no meio dos uivos e insultos que ela dirigia a Modou e a mim, a buceta dela foi aumentando de tamanho, dilatando-se lentamente, dando pra ver cada vez mais a cabeça preta do monstro, até que de repente, a cabeça e o pescoço saíram pra fora, ficando o corpo preso dentro da minha mulher, que continuava gritando.
Então, depois de alguns segundos que pareceram horas, o filho de Modou abriu os olhos, ainda com o corpo enfiado em Janine, e me olhou, que estava bem na frente dele, e me sorriu com deboche. Sorriu com aquele mesmo sorriso malicioso que eu já conhecia do pai dele. —Aqui estou — parecia dizer — ocupando e deformando completamente o corpo da sua linda esposa.
Aí o pesadelo é interrompido, como acontece muitas vezes com esses sonhos violentos, mas eu não acordei, e sim continuei, parecendo um daqueles filmes que falta uma cena no meio.
O que vem depois continua logo após o anterior: Janine estava de barriga pra cima no meio da nossa cama de casal, ainda com o sutiã preto como cinto, e com o filho negríssimo de Modou já parido do lado direito dela, que, preso ao peito grande e branquíssimo dela, mamava com avidez. O contraste de cor era incrível.
Do lado esquerdo, deitado de lado olhando pra ela, estava o próprio Modou, que, imitando o filho, tinha na boca a outra teta da minha mulher, e chupava dela com total descaramento. Pai e filho tinham o queixo atravessado por fios brancos da porra da minha esposa que podiam ser vistas perfeitamente contra a pele escura ao fundo.
Minha mulher, extasiada de prazer pela dupla amamentação, mexia sensualmente os quadris contra a cama, e acariciava com a mão esquerda, onde se via claramente nossa aliança de casamento no dedo anelar, o enorme pau do negro, que, totalmente ereto devido à excitação provocada, tinha adquirido proporções prodigiosas.
Curiosamente, a barriga da minha mulher continuava como antes do parto, completamente inchada e disforme, embora a buceta dela estivesse agora mais fechada. Como às vezes acontece nos sonhos, algo ou alguém me fez saber, sem que eu perguntasse e sem que realmente me respondessem, que Modou era tão potente, viril e fecundo, que as mulheres que transavam com ele engravidavam, e continuavam grávidas mesmo depois de darem à luz seus filhos.
Parados dos dois lados da cama e atrás da cabeceira, uma porção de gente que eu conhecia observava extasiada a cena anterior, com os olhos fixos no corpo da minha mulher. Entre eles estavam meus pais e meus sogros, meu irmão José com toda a família dele, meu amigo Antônio e a namorada dele, Laura e duas ou três amigas a mais da Janine, e até o vô Henrique e a vó Estela, que morreram já faz mais de dez anos.
Até aquele momento, eu tinha estado como ausente no sonho. Como quando a gente sonha coisas que acontecem com outros, mas nunca aparece no próprio sonho. No entanto, num certo momento, todas essas pessoas levantaram em uníssono o olhar que tinham cravado na minha mulher, e o colocaram em mim, que observava tudo como de fora, mudando a expressão de levemente sorridente para dura e inquisitiva. Depois, todos levantaram o braço direito e, estendendo o indicador, apontaram para mim. Ao me sentir descoberto, comecei a suar e a dar alguns passos para trás. Então, primeiro um, depois outro, mais tarde vários e finalmente todos os presentes, explodiram numa sonora e Risada estrondosa…
Naquele exato momento, ao passar a mão no rosto pra enxugar o suor, toquei minha testa e encontrei duas protuberâncias enormes…
Acordei todo suado e com a cama completamente bagunçada. Tava muito abalado. Passei aqueles poucos dias andando sem rumo durante o dia pra matar o tempo, e à noite, cheio de medo de fechar os olhos e aquele pesadelo da primeira noite voltar.
No fim, meu amor pela Janine e a vontade de rever meu filho David me fizeram decidir voltar pra casa.
Janine me recebeu com um sorriso, como se eu nunca tivesse ido embora. Sem saber nem muito nem pouco o que o futuro nos reservava, comecei a agir como se dentro da minha esposa estivesse crescendo um filho meu, em vez do negócio preto do Modou Mousa. Nas semanas seguintes, como um marido dedicado, acompanhei ela nos exames de praxe, que, claro, confirmaram o estado dela. Nunca mais se tocou no assunto do aborto. Mais algumas semanas passaram, e os primeiros ultrassons nos deram a grande surpresa. O Modou Mousa não tinha plantado no útero fértil da minha mulher um negão enorme. Tinha plantado dois. Minha mulher tava grávida de gêmeos.
Quando recebemos a notícia, enquanto fazia o ultrassom, pareceu que o mundo ia desabar na minha cabeça. Já tava com um cenário complicadíssimo com um filho preto. O que eu ia fazer com dois? Um arrepio terrível subiu pela minha espinha. Olhei pra Janine. Ela tava vidrada no monitor do ultrassom, e eu juraria que, apesar do susto, um sorrisinho tomava conta dos lábios dela. A técnica que fazia o ultrassom, a pedido nosso (na verdade, a pedido da Janine, porque eu tava sem condições de falar uma palavra), nos deu uma baita segurança – que mais tarde outros ultrassons confirmariam – de que minha mulher tava grávida de dois machinhos.
Quando fomos ao obstetra com os resultados do ultrassom, entre orientações e suporte vitamínico, e minerais, ele nos disse antes de irmos, que como a gravidez seria muito volumosa e a Janine era muito pequena, ele recomendava para o futuro próximo e até o parto, o uso de um sutiã armado, até mesmo à noite, para evitar a deformação dos peitos que cresceriam muito, e de uma cinta para grávidas que também deveria usar permanentemente.
Sair do consultório e ir a uma loja de corsetería para comprar três ou quatro sutiãs armados foi algo sem solução de continuidade. Imediatamente depois, ela me arrastou para uma loja de futuras mamães, onde conseguiu também três ou quatro cintas para grávidas, e além disso comprou alguns vestidos. As cintas para grávidas, que eu não conhecia porque minha esposa não as tinha usado na gravidez anterior, são como um shortinho bem justo ao corpo, com uma área bem flexível na parte da frente para acomodar a barriga enorme, e um suporte elástico que fica na parte inferior dela para ajudar a sustentá-la.
Tem um zíper lateral do lado direito para poder tirá-la, principalmente quando a gravidez está avançada (seria muito difícil tirá-la de outra forma por causa da barriga grande), e um zíper inferior que permite a mulher urinar, ou até mesmo transar sem precisar tirá-la. E é aqui que realmente começa nossa história. Porque ao chegar em casa, ela tirou a roupa de rua que estava usando, e ficando pelada, colocou primeiro o sutiã armado, depois a cinta, e finalmente um dos vestidos de grávida que tinha comprado. Esse vestido, assim como todos os que ela tinha adquirido, que vi depois, e os que conseguiria mais tarde, marcavam muito claramente o estado dela. Em particular, este era azul claro, e tinha uma fita azul, que como um cinto alto dava a volta por baixo do busto, e terminava num laço grande que ficava sob os peitos, e que acabava caindo sobre a barriga.
Como todo mundo sabe, quando uma mulher engravida de forma irregular, seja porque não está grávida do marido, mas de outro, ou porque é solteira e não Tem parceiro, ou porque foi estuprada ou foi vítima de incesto e engravidou, tenta adiar ao máximo o momento de contar ao mundo seu estado. Assim, tem mulheres que apertam os peitos e a barriga com faixas, para disfarçar pelo maior tempo possível, e até já teve caso de mulher que deu à luz sem ninguém sequer desconfiar que estava grávida. Isso, claro, teria sido impossível no caso da Janine, por causa do tamanho enorme que a barriga dela ia ficar, o que tornaria impossível esconder depois do quarto mês; de qualquer forma, minha esposa não seguiu esses padrões. Desde aquele dia, começou a usar roupas de grávida, o que me obrigou a adiantar a notícia para parentes e conhecidos. Tive que aguentar com estoicismo os parabéns de todo mundo, e em especial os do meu amigo Antônio, que me soltou quando estávamos sozinhos:
— Parabéns, velho. Você é um puta macho. Que pau enorme tem que ter pra engravidar uma mulher de dois gêmeos homens!
O problema é que, a partir daquele dia, começou um ritual estranho diário. Lá pelas quatro da tarde, todo santo dia, aproveitando o cochilo do nosso filho Davi, minha mulher passava entre quarenta e cinco minutos e uma hora observando as mudanças no corpo dela, num espelho grande que temos no nosso quarto. Assim, ficava na frente dele, primeiro de frente e depois de perfil, acariciando os peitos primeiro e a barriga depois, com um puta prazer. Depois trocava de vestido, colocando outros, pra ver como ficavam à medida que o corpo dela ia se deformando. Finalmente, se despia — fora no banho, essa era a única hora em que fazia isso — e com uma fita métrica de costureira media o diâmetro do busto e da barriga, medidas que anotava meticulosamente num papel, que tinha uma tabelinha onde, dia após dia, ia adicionando linhas.
Essa tabelinha ficava sempre convenientemente ao meu alcance, onde eu podia apreciar claramente (mais claramente conforme o tempo passava) o capricho dos filhos negros que Modou tinha plantado nas entranhas da minha mulher, crescendo, ocupando a barriga dela por completo e chegando a este mundo. Por último, ainda nua, passava um creme especial nos peitos, e outro diferente na barriga. Depois se vestia de novo. Tudo isso ela fazia sempre com a porta do quarto entreaberta pra que eu pudesse vê-la do cômodo ao lado, uma espécie de quarto-biblioteca que temos.
Tinha adquirido também nesses dias – coisa muito incomum nela – o hábito de se pintar pra caralho. Antes nunca se pintava quando tava em casa, só pra sair, e só se arrumava um pouco mais pra ir em alguma festa. Agora se pintava tanto que tinha dias em que parecia uma verdadeira puta.
Ainda lembro do dia que mudou tudo. Mudou nossa vida (já bem complicada, por sinal), nossa relação de casal, e cada um de nós mesmos, de um jeito complexo e brutal. Como todos os dias até aquele momento, ela tava se olhando no espelho de frente e de perfil, se tocando toda, experimentando o quinto ou sexto vestido do dia, que aparentemente gostava mais, porque insinuava mais a barriga protuberante, e eu como sempre, olhava pela porta entreaberta, quando de repente, ela cravou os olhos em mim através do espelho – normalmente me ignorava –, se virou, abriu a porta completamente, me pegou pelos dois pulsos, colocou uma das minhas mãos nos peitos dela já bem aumentados, e a outra na barriga inchada, e fazendo com esta última movimentos circulares bem lentos e amplos, me obrigou a acariciá-la por inteiro enquanto me dizia:
– Olha, corno manso, como esse bruto garanhão preto tá inflando a sua mulherzinha gostosa.
Não sei o que outros homens fariam no meu lugar. Muitos, talvez a maioria, teriam dado um soco nela, ou no mínimo um tapa, e teriam ido embora de casa. Alguns teriam feito isso. Ignorando o tapa ou o soco. Meu caso foi completamente diferente. Eu tive uma ereção violenta. Bom, dizer violenta no meu caso é exagero, mas a questão é que fazia tempo que não me sentia tão excitado. Peguei ela pelo braço e joguei, vestida do jeito que estava, em cima da cama – ela deixou fazer com um sorriso no rosto – desabotoei como pude o zíper inferior da cinta para grávidas, e meti nela.
E foi nesse momento que levei outro susto. Eu não transava com a Janine há mais de três meses (desde antes do que aconteceu com o Modou), mas como comentei em algum momento, embora antes a gente transasse só duas ou três vezes por mês, eram bem intensas, porque, apesar de eu ter um pau minúsculo, a buceta da Janine era muito apertada e os dois gozavam pra caralho. Quem escreveu os livros de anatomia que dizem que depois de uma transa a buceta da mulher volta ao normal, não conhecia o imenso, o bestial pau do Modou. Ele tinha estragado minha mulher pra sempre. Agora, eu mal conseguia, me esforçando pra caralho, tocar todas as paredes internas dela com meu pau ao mesmo tempo. De agora em diante, a Janine só ia gozar com um Extra Grande. E eu era só um Infra Pequeno.
– Você não vai achar que depois de ter levado aquele monstro preto eu vou sentir alguma coisa com você, vai? – Ela me disse com um sorriso enquanto eu bombeava como dava. – Não respondi.
Uns dois minutos depois, mesmo assim, eu tava gozando umas gotas de porra dentro da minha mulher. Deitei do lado dela enquanto me acalmava, e ela aproveitou pra fechar o zíper da cinta de novo.
– Por que você me chamou de cuck? – falei na lata. Ela me olhou como uma mãe olha pra um filho pequeno quando ele faz uma travessura ou fala uma besteira. – Lembra, John – ela começou, me encarando – quando eu ainda tava estudando psicologia, e um dia te contei sobre sádicos e masoquistas? Respondi que não lembrava, mas que se ela tava dizendo, devia ser verdade. — Lembro a você — continuou — que um sádico é uma pessoa que sente prazer em causar dor no outro (muitas vezes no parceiro), e que um masoquista é aquele que sente prazer em sofrer, ou seja, sentindo dor física. Então, pelo menos sexualmente falando, casais formados por um sádico e um masoquista costumam ser um sucesso.
— Sim. Eu sabia disso — falei.
— E é aí que entra o cuck. O cuck é um tipo especial de masoquista, geralmente aplicado aos homens, que não sente prazer com dor física, mas sim com dor moral. Dói ver a mulher dele com um homem muito mais potente e bem-dotado sexualmente do que ele, dói ainda mais vê-los na cama enquanto o macho a fura e chega a lugares dentro da mulher dele que ele só alcançaria com a imaginação, fazendo ela gozar igual uma égua no cio, e, como ápice, dói se ela engravidar dele, porque vai lembrar do caso extraconjugal pelo resto da vida. E como dói, e ele é no fundo um masoquista, é que isso lhe causa um imenso prazer. Não sei se o que acabei de descrever te soa familiar…
— …
— No dia que conheci o Modou no African Food, quase mandei ele definitivamente pastar quando a gente tinha trocado só duas ou três frases, e de repente te vejo escondido sem jeito atrás de uma coluna. O que qualquer marido que se preze teria feito? Teria se aproximado, esclarecido a situação e tudo teria terminado ali. Mas você não. No fundo, você queria que algo rolasse, e por isso não interrompeu a parada. E deixou que eu fosse dançar com ele, e que ele me apalpasse toda. E a verdade é que você gostou que aquilo acontecesse. E quando o animal do Modou me levou pra casa porque a Laura me deixou na mão, não dava pra acreditar que você continuava se escondendo pra ver como tudo ia prosseguir. Que você se escondesse em casa porque tinha certeza de que eu ia entrar com o preto. E sabe de uma coisa? Entrei com ele totalmente decidida. Tinha certeza, claro, que se ele me penetrasse naquele dia, uma besta daquelas ia me engravidar, mas ainda assim achava que você ia interromper a ação em algum momento. Mas não. Você gozava com tudo que acontecia e por isso não queria aparecer. E sabe de mais uma coisa? Eu estava decidida a engravidar do preto se você não interviesse. Sabe por quê? Porque te amo com toda a alma e quero fazer você gozar na sua dor. Sim. Você adivinhou. Você é corno. E eu sou sádica. Então enganei o Modou o tempo todo. Não ia dizer: – Vai, me engravida, bruto garanhão preto, que é isso que eu quero. – Claro que não. Me fiz de pobrezinha mulher casada que é seduzida, destruída e depois abandonada, com a barriga bem cheia de sêmen pra que o marido sustente o filho dessa relação.
Até rasguei sua camisinha com minhas unhas na frente do nariz dele e ele nem percebeu! (Te confesso que ia ser impossível colocar mesmo; já vi poste de telefone menor). Se você parasse a ação, então era porque não tava disposto a chegar até esse ponto, e hoje eu estaria com a barriga lisa, e não inchada igual uma buceta, bem como me vê, grávida do que serão dois imensos filhos pretos. Mas não. Você deixou que ele me comesse em todas as posições que quis, e que finalmente me enchesse com seu fértil esperma de preto. E sabe de mais uma coisa? Eu queria estar grávida. Adoro estar grávida depois de ter sido penetrada e destruída por um garanhão desses, assim como vou adorar xingar o Modou enquanto estouro dando à luz os filhos dele! – Mas Janine! – protestei. – Se você queria engravidar, por que não pediu pra mim te engravidar? Por que não tivemos outro filho?
Ela me olhou então com os olhos mais doces que já vi e disse:
– Pra começar, te falei que adorava que aquele animal me penetrasse, me destruindo, e me deixando grávida. Te falei que queria parir os filhos dele enquanto xingava ele, não falei nada de cuidar de crianças. – Eu olhei pra ela com curiosidade. Pra mim, todas essas coisas vinham juntas. De qualquer forma, eu via que a Janine tava gozando, dando vazão ao sadismo dela, guardado talvez por muito tempo.
– Lembra, John, que passamos cinco anos fazendo tratamento pra eu engravidar? —Sim. Claro que lembro. —Lembra que no final fizeram um estudo super complicado na gente? —Sim, claro. —Lembra que fui eu buscar o resultado um dia depois do trabalho? —Não. Disso não lembro. —Pois bem. Pra resumir, no estudo dizia que você era mais estéril que uma pedra. Que não conseguia me engravidar, nem nenhuma outra mulher deste planeta, por mais que tentasse. Um arrepio percorreu minhas costas. —Mas eu queria um filho com uma loucura. E nada de inseminação artificial com sêmen de vidro. Isso é pra gado. Lembra que pouco depois eu tive um congresso de psicologia numa cidade distante (não lembro qual te falei), que ia durar uma semana? —Hmm, acho que lembro… —Menti pra você. Naquela mesma noite fui a um bar de solteiros e solteiras, e lá conheci um tal de Pedro, um cara muito parecido com você. Altura parecida, cor de pele e olhos parecidos, porte parecido… até era bonito. Fomos pra um hotel e ficamos cinco dias sem sair. Por sorte pro Pedro, a semelhança com você terminava onde eu te falei. Ah, não. Claro que não tinha um pau descomunal como o do Modou. Não. Também não era a sua miniatura. Era um pinto normal. Mas o cara era absolutamente incansável. Perdi a conta de quantas vezes ele me comia por dia. Além disso, era um mestre na cama. Me fez gozar igual uma louca em todas as posições, mesmo que no começo eu não quisesse fazer. Foi impossível não ter vários orgasmos em cada encontro. Pra você ter uma ideia, ele empurrava pra dentro da minha buceta com o pau o sêmen que tinha depositado ali uns minutos antes, na transa anterior, e que tinha escapado pra fora. Tive sorte. Era daqueles caras que não usam camisinha nem se pagarem. Eu disse, claro, que me cuidava, e que não tinha problema. Em algum momento ele quis fazer anal e eu recusei. Claro, não queria desperdiçar esperma. Quando a gente se despediu, ele me confessou Com certa culpa por ter cinco filhos, e que sua mulher estava grávida do sexto, de sete meses e de cama, em repouso. Ele não aguentou e saiu para procurar uma mulher… eu. Não o culpo. Um macho como ele se mostrou ser, não pode ficar tanto tempo sem uma mulher. Nos despedimos e nunca mais nos vimos. Mas eu voltei pra casa com minha buceta terrivelmente dolorida pela bagunça que sofri e com David nas minhas entranhas… Depois veio a mentira de te fazer usar camisinha pra não me “engravidar” de novo…
Muitas crônicas policiais começaram assim. O marido corneado descobre que sua mulher está grávida de outro, e que pra piorar, seu filhinho do coração, de dois anos, não é dele, mas sim que sua mulher o concebeu se rolando com outro cara, e que ele jamais terá filhos com ninguém, já que é totalmente estéril. Então, pega uma arma de uma gaveta e dá cinco tiros à queima-roupa na sua mulher – a maioria na barriga – e depois de matá-la, se suicida. Ou pegando uma faca de cozinha comprida, atravessa sua barriga a facadas, como se quisesse eliminar primeiro o pecado que cresce dentro dela, antes de matá-la. Ou em países nórdicos, que são mais frios, e os homens menos temperamentais e mais fleumáticos, talvez um bom tapa ou um pano na cara da mulher, um belo portão ao ir embora pra sempre, e na manhã seguinte a carta registrada com o início do pedido de divórcio por adultério…
Nada disso aconteceu comigo. Tive outra ereção, o que no meu caso, duas com poucos minutos de diferença é uma grande novidade. Deitei Janine de novo na cama, coisa que ela deixou fazer sem resistência, desabotoei novamente a cinta, penetrei ela de novo, e alguns minutos depois depositava minhas quatro gotas de sêmen de praxe, dentro dela. Sem fazer ela gozar nada, é claro. No entanto, ela parecia super feliz.
A partir daquele dia nossa relação mudou completamente. Cada um de nós conheceu perfeitamente bem o papel que tinha no casal e nos Nós nos adaptamos e moldamos perfeitamente. Não exagero se disser que foi quase como nascer de novo. Ou pelo menos começar com um casal totalmente novo. Meu amor por Janine e David não só não diminuiu, como ficou muito mais intenso desde então, porque sei que tudo que foi feito foi por amor a mim. Como era de se esperar, a partir daquele dia, ela sempre tomou a dianteira, me diminuindo sempre que podia na minha masculinidade e me comparando sexualmente com Modou e às vezes com os outros homens, comparação na qual eu sempre perdia por vários corpos. Isso nos fazia gozar intensamente os dois, e às vezes terminava em uma relação sexual. Um momento geralmente propício pra isso era o do famoso ritual. Essa prática não só não desapareceu, como eu comecei a participar ativamente dela, levando em conta, pelas palavras dela, que eu era o principal responsável pelo estado dela. Assim, a partir daquele dia, eu ficava com ela na frente do espelho, dando minhas opiniões sobre a roupa que ela ia experimentando, as cores, os laços, tudo.
— Olha, Janine, esse vestidinho marca perfeitamente bem sua barriga e seus peitos. Olha como fica bom em você. — E eu me adiantava pra alisar uma ruga formada sobre a barriga, que já estava proeminente, ou sugerir encurtar mais as alças do sutiã, pra levantar mais o busto e destacar mais, ou usar tal ou tal número de cinta para grávidas, número que aumentava cada vez mais rápido, conforme as semanas passavam.
— Logo não vai ter roupa que me sirva, grávida como estou de Modou. Olha. Já quase não cabe essa cinta, e olha que comprei faz duas semanas. E o vestido? Olha como faz uma campainha na frente! Já não tem pano que dê! Quando vi aquela porra preta enorme e aqueles testículos enormes, devia imaginar que ia acabar nesse estado… — E ela acariciava bem devagar a barriga e os peitos, enquanto em mim surgia uma ereção. Então eu a jogava na cama e a penetrava. Ao terminar, a despia. Custava cada Cada vez mais difícil tirar a cinta dela. Teria sido impossível sem o fecho lateral, mas mesmo assim era complicado.
– O que você acha, hein? – Ela me dizia então. – Olha que barriga que enfiaram na sua esposa do coração! Quase não consegue me despir, hein? corno impotente! Então, eu pegava a fita métrica, media os seios, a barriga e anotava na tabelinha. Os números cresciam dia após dia, e cada vez mais rápido.
– Logo você vai ter que me medir com aquelas fitas que usam na construção, porque essa fita métrica já era! Não aguenta mais muito não! – Aí eu começava a passar o creme, primeiro nos peitos, devagar, e depois na barriga, com movimentos circulares, coisa que levava mais tempo e creme a cada dia.
– John, da próxima vez que comprar o creme de barriga, traz aquele que vem em pote de cinco quilos! Depois, bem devagar, eu começava a vestir ela de novo. – Pensar que debaixo dessa pele tão branca – ela dizia apontando a barriga enquanto eu colocava o sutiã – tem dois monstros tão pretos e tão malvados quanto o pai deles. Quase consigo ver eles, pulando por aí, engravidando mulheres casadas.
Eram comuns nossos passeios a pé pelo bairro. A gente andava umas quadras até o parque, e depois voltava. No começo íamos de mãos dadas, feito dois adolescentes. Mais pra frente, a partir do sexto mês, comecei a segurar ela pela cintura – ou pelo que restava dela – porque ela começou a andar com as duas mãos cruzadas debaixo da barriga, pra segurar melhor, apesar da cinta, que claro, ela usava.
Às vezes, eu ouvia sem querer os comentários que alguns vizinhos faziam quando a gente passava. Por exemplo, uma vez que depois de um dos nossos passeios habituais voltávamos pra casa, passamos na frente de umas vizinhas de uns treze ou catorze anos que brincavam na calçada.
– Que pedaço de pau esse cara deve ter! Olha como deixou a mulher dele! – Disse uma pra outra, quase num sussurro, toda admirada, olhando a barriga da Janine. – Você tá ficando famoso no o bairro, graças ao Modou. – Minha mulher sussurrou no meu ouvido. Mal chegamos, já transamos.
A partir do sétimo mês, ela começou a mandar fazer roupa sob medida com uma costureira. Dizia que não tinha vestido de loja de grávida que servisse nela. Tenho que concordar. A barriga dela, abrigando as duas bestas negras do Modou, já não cabia em vestidos de grávida comuns. A partir desse mês, comecei a ter outros problemas. A barriga dela era tão grande que, quando íamos transar – sempre de frente, porque era o único jeito de eu conseguir tocar todas as paredes da buceta dela ao mesmo tempo –, eu quase não conseguia chegar nela por causa do tamanho pequeno do meu pau e da distância que eu tinha que manter do corpo dela.
– Os filhos do Modou não querem que você me meta mais. – Ela dizia. – Eles já estão grandes e acho que estão sentindo falta do pai. E eu também sinto falta dele. Ou pelo menos sinto falta de uma parte dele. – Falou com um sorriso malicioso. – Vamos ter que arrumar algo novo pra você, John. Assim não dá pra continuar. – Ela disse.
Uns dias depois, ela me chamou pro nosso quarto. Tava completamente pelada, o que me surpreendeu pra caralho, porque tirar a roupa dela era minha função. Agora que eu a via de pé e de longe, sem nada, até eu, que tava acostumado a vê-la todo dia, fiquei chocado. Os peitos dela eram enormes, duros e empinados, com certeza já cheios de leite. O tamanho dos sutiãs tinha aumentado tanto durante a gravidez que eu já tinha perdido a conta. Mesmo assim, os peitos dela eram duas protuberâncias pequenas do lado da barriga imensa, que ela apoiava num banquinho pra não cair pra frente. Parecia que ia estourar a qualquer momento.
– John, tenho dois presentes pra você. – Ela disse. – Como nós dois já sabemos, minha buceta já não é mais pra você. Ficou grande demais, e vou deixar ela pra homens de verdade, que me façam gozar e me engravidem se eu quiser. Além disso, você quase não consegue gozar com ela também. Então, eu te dou de presente minha outra entrada – disse, com um gesto por demás expressivo — que vai ser exclusividade sua. — Há anos eu tentava convencê-la disso e ela nunca tinha querido, então foi um momento de grande felicidade pra mim. — Esse presente você vai poder pegar agora. — Ela disse, deitando-se de lado na cama (não havia outra posição possível por causa da barriga enorme). Devo dizer que pela primeira vez na vida, o tamanho do meu pau foi uma vantagem pra mim. Dizem que as primeiras relações anais são duras e difíceis, e que é difícil gozar com elas. Não foi esse o caso. Nós dois conseguimos ter um orgasmo na primeira. Estávamos felizes pra caralho.
— O segundo presente — ela disse uns minutos depois, quando terminamos — é que eu decidi procurar o Modou, porque como te falei, nós três precisamos do pai. E o presente é que quando ele me penetrar, você vai poder ficar do lado olhando. Talvez até eu me anime pra uma dupla penetração, assim você evita ter que ficar se masturbando. O que você acha?
— Mas Janine! Olha o estado que você tá! Você acha que vai caber agora a pica toda daquele cara? Não tem espaço aí dentro pra ela! Vai te arrebentar!
— Deixa comigo. — Ela disse, muito segura de si. — Amanhã vamos no African Food. Vou deixar o David com meus pais.
No dia seguinte, pela primeira vez em muito tempo, ela se vestiu sozinha sem que eu estivesse presente, e depois me chamou. Quase caí de susto. Ela tinha vestido um dos vestidos feitos sob medida. Era totalmente branco, com exceção de um pequeno laço azul claro abaixo do busto que terminava caindo sobre a barriga, mas o que mais impressionava era que, perto da parte da frente da barriga, tinha dois enormes laços pretos, um de cada lado, que cobriam boa parte da ponta da sua barriga gigante. Além disso, ela tinha se maquiado com muito capricho. Tinha um monte de rímel ao redor dos olhos. Se não fosse pelo estado dela, qualquer um pensaria que ela vendia seus encantos em hotéis baratos.
— Ficou claro o que os laços representam, né? — perguntou.
—Pra mim tá bem claro.
—Por enquanto é nosso segredo. Logo a gente divide com o Modou.
Fomos de carro até o African Food. Quando chegamos, bastou um olhar pra encontrar o Modou. O tamanho absurdo daquela besta fazia ele ser difícil de passar despercebido. Ele tava num intervalo musical, no bar, conversando bem íntimo com uma loira esbelta e escultural. Modou tava cochichando no ouvido dela, e a loira sorria. Não tive dúvida sobre as intenções do negão quando vi um anel de casada brilhando no dedo anelar da mulher. Minha esposa se aproximou decidida dos dois — eu vinha um pouco atrás — e disse:
— Modou!
O negão e a loira se separaram, e minha mulher aproveitou pra meter a barriga enorme entre eles. Os dois olharam pra ela, surpresos.
— Olha, — disse minha mulher, virando pra loira e passando a mão na barriga — se eu não tivesse dado bola pra esse cara uns meses atrás, hoje eu tava com a barriga lisinha, e não virada nessa baleia encalhada que você tá vendo.
A mulher ficou vermelha que nem pimentão e, sem dizer uma palavra, saiu de perto. Modou olhou pra Janine de cara fechada. Claramente não lembrava dela.
— Eu sou tipo a sua número dezessete, mas na verdade sou a dezessete e dezoito, porque você me engravidou de gêmeos, e esse aqui é meu marido. — Ela afastou o corpo imponente que tava entre o negão e eu, e pela primeira vez Modou reparou em mim. De repente, ele deu um pulo pra trás, achando que eu vinha cobrar satisfação, e esperou eu sacar um revólver ou uma faca pra atacar ele.
— Fica tranquilo. Meu marido é um cuck de respeito, e curtiu essa gravidez muito mais do que eu, que tô há meses arrastando essa barriga, e muito mais também do que você curtiu no dia que se encarregou de fazer ela crescer. Ele não vai te machucar. Só queremos relembrar os velhos tempos, especialmente o dia que você encheu minhas entranhas, mas dessa vez meu marido quer participar. Que tal?
Cinco minutos depois, a gente já tava no carro, voltando pra casa. Chegamos logo em seguida, e dez minutos mais tarde já tava no quarto. A Janine sentou com dificuldade na cama, abriu a braguilha do Modou e tirou aquele pedaço espetacular de carne morena. Quando começou a acariciar, o sabre ficou duro e começou a crescer. Minha mulher colocou na boca e começou um boquete. O membro incrível não parava de aumentar; não só a ponta mal cabia na Janine, como ela tinha que fazer um esforço danado pra separar as mandíbulas e deixar aquela grossura passar pela boca. Naquela hora, já tinha o comprimento do antebraço da minha esposa.
Num certo momento, ela tirou da boca, pegou um vidrinho de vaselina na gaveta e começou a passar, da ponta até a raiz, o que levou um tempinho, pelo tamanho do negócio.
— Dessa vez quero gozar. Não quero que me destrua. — Você, corno — falou, virando pra mim. — Monta em mim por trás.
Aí, ela se deitou de lado na cama, igual a gente tinha feito no dia anterior, e eu, já todo excitado com essa preparação toda, penetrei ela. Depois a gente foi se mexendo com muita dificuldade por causa da barriga dela, até que eu fiquei embaixo e ela em cima, penetrada por mim por trás, com a buceta exposta pro preto, que tava com o membro enorme e brilhando por causa da vaselina que a Janine tinha passado. Tenho que dizer: vendo uma ferramenta daquelas, nunca teria acreditado que aquela besta tinha conseguido possuir minha esposa, se não fosse porque os resultados tavam bem na cara e tinham deformado minha mulher. O preto apontou o sabre pra buceta da Janine (eu já não via nada porque ela tava tampando minha visão), e num certo momento ouviu-se:
— Aaahhhhggggg! — gritou minha esposa, como se fosse desmaiar.
O preto começou a entrada lenta, mas implacável, no corpo da minha mulher.
— Ooohhh! — O Modou avançava sem parar.
Eu não via nada, mas comecei a sentir o monstro com meu próprio pau. À medida que entrava, fazia mais pressão no meu pau, já que preenchia o pouco espaço que ainda restava dentro da minha esposa. Finalmente, a pressão foi tão grande que me expulsou do cu da minha mulher. Fiquei então de lado, depois de conseguir sair debaixo dela, e observei, já de fora, toda a operação. O negão já tinha enfiado tudo, e estava bombando cada vez mais rápido. A pele da barriga da Janine brilhava pra caralho, estava esticadíssima, parecia um balão prestes a estourar. As bolas do negão eram duas bolas de bilhar imensas que batiam a cada estocada nas coxas da minha mulher.
— Vai! Mostra pro corno impotente do meu maridinho como se faz pra engravidar uma mulher! Como se deixa ela virada numa vaca bem prenha! Claro, ele não tem nada pendurado entre as pernas pra aprender muita coisa! — E enquanto o negão fodia ela selvagemente, ela pegou minha mão e começou a passar pela barriga dela, me obrigando a acariciar. — Olha como crescem os males que o Modou plantou nas minhas entranhas! Aprende, corno, porque você também é responsável por eu estar assim!
Conforme a frequência das bombadas aumentava, os dois iam ficando mais excitados. Graças à vaselina, minha esposa tava se acabando de gostoso, e não sentia tanta dor como da primeira vez. Também é verdade que da primeira vez o negão tinha desvirginado ela (eu, como histórico sexual da Janine, obviamente não conto), e já tendo adaptado ela ao tamanho dele, mesmo que parcialmente, a coisa pra minha esposa agora era mais prazer do que sofrimento.
— Vai, cavalão! Vai! Continua inflando a sua gostosa! Me engravida tanto que eu não consiga mais andar até parir seus filhos! Que meu maridinho corno se vire pra me carregar de um lado pro outro! Se não serve pra mais nada! Se prepara, corno, pra me ajudar a carregar a barriga que o Modou tá me fazendo!
Finalmente, o negão chegou ao orgasmo e começou a gozar dentro da minha esposa. A Janine gozou durante as primeiras descargas do negrão.
—Quando eu der à luz teus filhos, quero que me engravide de novo, e que me deixe ainda mais gorda!! Mostra pro meu maridinho o que é um macho de verdade!! Me mantém sempre bem cheinha, que o corno esqueça completamente da época em que tinha uma mulherzinha de cintura fina e peito de boneca! Quero ter sempre uma barriga e uns peitos de mulher cheia do seu homem, do seu garanhão!
Isso e outras coisas Janine disse durante o clímax, até ir se acalmando. Modou começou a tirar a pica enorme da buceta da minha esposa, coisa que foi bem mais rápida do que quando a engravidou por causa da lubrificação intensa. Finalmente, poucos minutos depois, os três estávamos deitados de costas na cama (eu com um espacinho bem pequeno, pra ser sincero).
—Modou, quero que reconheça esses filhos que vou parir como teus. Não quero criar mais crianças. Só gosto de ficar grávida. Pode mandar eles pra Nigéria com algum parente teu… — O negrão hesitou por um momento, e logo depois sorriu com aquela expressão maliciosa que todo mundo conhecia. —Tá bom — disse com a voz grossa. —Eu cuido disso.
Preferi não pensar muito onde essas crianças iam parar nas mãos de algum “parente” do Modou, mas tive a sensação de que ele tinha acabado de ter uma ideia de negócio daquelas, e que a partir daquele momento ia redobrar os esforços pra engravidar mulheres brancas e depois ficar com o “produto” gerado. O que também ficou claro pra mim é que eu tinha que convencer nossos pais, parentes e amigos de que os bebês tinham nascido mortos por causa de algum problema no parto.
Escolhi uma clínica longe da nossa cidade pra Janine dar à luz os filhos do Modou, e que não tivesse nenhum conhecido por perto durante os nascimentos. Usei como desculpa algum problema burocrático com o plano de saúde que me impedia de procurar uma mais adequada. O último mês foi bem complicado. Janine praticamente não conseguia se mexer. Tinha que ficar longas horas do dia deitada de de costas na cama. Os movimentos dela eram lentos, e só dentro de casa e pra comer ou ir ao banheiro. Eu, como marido devoto, continuava passando os cremes nos peitos e na barriga dela. Era um trabalhão conseguir tirar a cinta de grávida pra despir ela. E muito mais difícil era colocar de novo. Era quase impossível encaixar os dois lados do zíper lateral, simplesmente porque minha mulher já não cabia mais ali. Nas últimas duas semanas, o ritual do espelho também parou, não tanto porque ela já quase não conseguia ficar em pé, mas porque não tinha mais roupa que servisse nela.
— Isso é inacreditável — ela me dizia — Nunca na minha vida pensei que podia ocupar tanto espaço. Tô feita um balão gigante. — E ela acariciava a barriga até onde conseguia. — Esse filho da puta preto do Modou Moussa é um garanhão sem igual.
Quando as primeiras dores começaram, corremos pra clínica. É notável a sensação de respeito pelo marido que o tamanho da barriga da esposa prestes a dar à luz causa nos outros. Ou pelo menos, foi o que me pareceu. As enfermeiras se desdobravam pra me atender. Quando levaram ela pra sala de parto, dei um baita beijo e desejei muita sorte. Apesar da porta dupla, dava pra ouvir o tempo todo os xingamentos da minha esposa contra o Modou, e muito raramente, contra mim.
— Modou!! Seu filho da puta reverendo!! Olha as bolas de carne preta que eu tenho aqui dentro por causa da sua pica!! Tão me destruindo ao sair!! Não aguento mais!! John, seu otário e corno!!! Por que você deixou o preto fazer isso comigo?
Depois do parto, claramente marcado pelo choro forte dos filhos do Modou, um primeiro e o outro minutos depois, saíram duas enfermeiras pra me avisar que minha esposa "e os filhos dela, senhor", estavam bem. As duas trocavam olhares cúmplices, e não conseguiam segurar o riso. Falaram bem devagar as palavras "os filhos dela".
Quando finalmente vi a Janine de novo, já livre daquela carga impressionante, ela me recebeu com um sorriso. —Corno manso, não se preocupa, logo eu tô grávida de novo. — Foi tudo que ela me disse. Depois, deram um por um os bebês pra ela amamentar. Acho que eram mais pretos que o pai, e pra mim, indistinguíveis. Quando perguntaram pra Janine o nome dos dois, ela disse que "isso o pai ia decidir quando visse eles". Comigo ali, a situação foi hilária pras enfermeiras, que saíram antes da risada explodir no quarto. Lá de dentro, eu ouvia elas rirem no corredor.
— É a primeira vez que vejo isso em todos os meus anos aqui! — dizia uma — Esse cara é um idiota.
— Não. É um cuck raiz. — entrava a outra.
Assim ficaram, vários minutos aos berros, sem decidir em que categoria eu me encaixava, até que de repente, apareceu o Modou com um buquê de flores, e as duas se calaram. Durante o tempo que ele ficou, se desdobraram pra atender ele, como tinham feito comigo antes do parto. Me ignoraram por completo. Modou deu um beijo na boca da minha mulher, e a parabenizou calorosamente, e depois de um tempo disse que ia iniciar os trâmites pra reconhecer os filhos. Dois ou três dias depois, quando a gente tava saindo da clínica, ele veio com uma mulher preta imensa, de uns trinta anos, que apresentou como irmã dele, e já tendo reconhecido os filhos, minha mulher aceitou a entrega legal, que foi feita sem nenhum problema. Foi tudo tão suave no processo, que me faz pensar que não deve ser tão incomum essa parada, apesar do que as enfermeiras falaram. Pelo visto, o mundo tá cheio de corno feliz.
Já faz seis meses do nascimento dos filhos do Modou e da minha esposa. Janine já se recuperou da gravidez e do parto. Apesar do médico ter dito que é bom esperar pelo menos um ano a um ano e meio pra ter outro, minha mulher não vê a hora de estar grávida de novo. Eu também não. A gente sente falta da barriga enorme dela, do ritual na frente do espelho, das caminhadas no parque sob o olhar inquisidor dos Vizinhos, as experiências novas dia após dia enquanto o corpo dela se deforma, os vestidos novos de futura mamãe e os que já não servem mais. Os sutiãs enormes armados e as cintas para grávidas. Os laços gigantescos. Enfim, tudo. Esta noite temos um convidado para o jantar. Bom, não só para o jantar. O Modou não se contenta só com uma boa comida. Ele gosta principalmente da sobremesa. E como a Janine está ovulando agora, é a pudinzada que faltava.
— Olha como eu tô agora — ela me dizia à tarde enquanto estava de lingerie; um conjunto branco de renda lindo que comprou especialmente pra ocasião. — porque daqui a uns meses, dessa cinturinha e desse peito você vai lembrar só por foto. Hoje à noite o preto Modou Mousa vai estrear esse conjuntinho em mim, e amanhã já vou estar engordando, bem prenha, como tem que ser.
Eu, mal vejo a hora do ato rolar, do esperma fértil e grosso do preto se encontrar dentro da minha mulher, engravidando ela, deformando ela, transformando ela numa vaca, numa gostosa, numa baleia, ou no que ela quiser ser. E eu, sou o homem mais feliz do mundo. Porque sei que tudo que acontece, é por amor a mim.
4 comentários - Mi Esposa Preñada Por Un Mulato 2
Muy racista, no tiene nada de especial una cosa como estas. Da asco leer esto.